O documento discute a antropologia do ruído na música. Apresenta como o canto gregoriano inaugurou uma tradição musical silenciosa nas igrejas, sem instrumentos, e como ruídos populares eventualmente se misturaram a esses cantos litúrgicos. Também discute como o ruído na música erudita do século XX rompeu com padrões musicais tradicionais através da dissonância, ritmos irregulares e sons concretos.