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FATORES QUE CONTRIBUEM PARA QUE O CASAMENTO RESISTA AO
TEMPO
SALMO 103.8
I – A MISERICÓRDIA DE DEUS
1. A misericórdia de Deus começa ao aproximar duas pessoas que não têm nada a
ver uma com a outra; pessoas com quase nada de afinidade.
2. É certo que o casamento não é constituído a partir de afinidades. Nenhuma
pessoa se casa com a outra porque se é palmeirense, santista ou corintiano;
porque se gosta de vermelho ou azul; ou porque gosta de comer jiló (Aliás,
quem procurar alguém para casar porque gosta de comer jiló, correrá o risco de
ficar solteiro muito tempo).
3. O casamento é o desafio de unir pessoas nada afins, mas muito a fim de ajuntar-
se.
4. Abraão e seus descendentes fizeram casamentos com afinidade consangüínea.
Nesse caso, fizeram uniões sabendo no que ia dar? Claro que não! Vejam
quantos problemas surgiram em suas famílias.
5. Casamento bom é casamento sob a misericórdia de Deus. Não quero com isso
jogar as responsabilidades sobre Deus, mas dizer que somente Ele pode nos
conduzir a um casamento satisfatório.
6. Depois de casar Adão e Eva, “viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito
bom” (Gn 1.31).
II – A MISERICÓRDIA DE DEUS
1. Aproximadas as pessoas, elas decidem voluntariamente, espontaneamente deixar
tudo e se ajuntar. E o conceito bíblico é o de deixar tudo mesmo (Ef 5.31). Tem
coisa mais difícil de deixar que o papai e a mamãe?
2. Quando falamos voluntariamente, espontaneamente, estamos falando no sentido
lato da palavra, isto é, amplo, irrestrito e claro. As pessoas decidiram, após
avaliarem todas as possibilidades, ficarem juntas.
3. Há casos de união consentida que acabam em casamentos involuntários e não
espontâneos. Explico: uma união sexual entre duas pessoas, geralmente é
consentida. Se uma união dessas, gerar uma criança, as pessoas envolvidas
podem casar-se para resolver apenas um problema. Entendo assim, que a união
não é nem espontânea e nem voluntária, pois se pudessem (e podem!), os
envolvidos não casariam.
4. E o que falar dos casamentos feitos por interesses sociais, imposição familiar, os
bens que devem permanecer entre familiares e outros?
5. As pessoas que querem estar sob a misericórdia de Deus, deixam tudo e se unem
a partir do que ensina a Palavra de Deus.
6. Como ser misericordioso faz parte do caráter de Deus (e nem sempre do nosso),
pode ser que um casamento que comece errado dê certo.
7. Não temos, portanto, que prescindir da misericórdia de Deus em nossos
casamentos.
III – A MISERICÓRDIA DE DEUS
1. A misericórdia de Deus em nos fazer capazes de suportar um ao outro em amor.
2. Escrevendo aos crentes de Éfeso, Paulo disse o seguinte: “Suportando-vos uns
aos outros em amor” (4.2). Embora o texto se refira à convivência dos crentes na
igreja (No máximo, 3 dias na semana, de apenas 2 horas), o que dizer da união
conjugal? Convivemos com nosso cônjuge 24 horas por dia, 30 dias no mês, e
365 dias no ano e 9855 em 27 anos. Haja amor!
3. Muitas vezes somos insuportáveis; mas o nosso cônjuge, em amor, nos suporta
(Deus é mesmo misericordioso!).
4. Jesus disse: “Sem mim nada podeis fazer” (João 15.5). O Mestre estava se
referindo à possibilidade de darmos frutos, mas perfeitamente aplicável ao
casamento. De fato, sem Jesus nada podemos fazer para que o nosso matrimônio
dê certo. É isso mesmo: sem Jesus nada podemos fazer para que o casamento
resista ao tempo.
5. O amor de Deus derramado em nossos corações, por meio de Jesus Cristo, na
força do Espírito Santo, nos torna capazes de amar.
6. Só o amor pode ajuntar duas pessoas, que não têm, a princípio nada a ver uma
com a outra. Só o amor leva duas pessoas diferentes a decisões afins.
CONCLUSÃO
No casamento, os cônjuges nem sempre são unânimes, mas com diálogo, com respeito e
boa disposição chega-se a um lugar comum.
Não existe receita e nem fórmula pronta para que casamentos dêem certo. O crente tem
a Bíblia, que aplicada às diversas situações, pode indicar caminhos que levem à plena
satisfação.
Mas, em todas essas coisas, saibam meus amados irmãos: no Senhor, a busca do
casamento plenamente satisfatório não será vã.
Amém
Pr. Eli da Rocha Silva
17/10/2008

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  • 1. FATORES QUE CONTRIBUEM PARA QUE O CASAMENTO RESISTA AO TEMPO SALMO 103.8 I – A MISERICÓRDIA DE DEUS 1. A misericórdia de Deus começa ao aproximar duas pessoas que não têm nada a ver uma com a outra; pessoas com quase nada de afinidade. 2. É certo que o casamento não é constituído a partir de afinidades. Nenhuma pessoa se casa com a outra porque se é palmeirense, santista ou corintiano; porque se gosta de vermelho ou azul; ou porque gosta de comer jiló (Aliás, quem procurar alguém para casar porque gosta de comer jiló, correrá o risco de ficar solteiro muito tempo). 3. O casamento é o desafio de unir pessoas nada afins, mas muito a fim de ajuntar- se. 4. Abraão e seus descendentes fizeram casamentos com afinidade consangüínea. Nesse caso, fizeram uniões sabendo no que ia dar? Claro que não! Vejam quantos problemas surgiram em suas famílias. 5. Casamento bom é casamento sob a misericórdia de Deus. Não quero com isso jogar as responsabilidades sobre Deus, mas dizer que somente Ele pode nos conduzir a um casamento satisfatório. 6. Depois de casar Adão e Eva, “viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (Gn 1.31). II – A MISERICÓRDIA DE DEUS 1. Aproximadas as pessoas, elas decidem voluntariamente, espontaneamente deixar tudo e se ajuntar. E o conceito bíblico é o de deixar tudo mesmo (Ef 5.31). Tem coisa mais difícil de deixar que o papai e a mamãe? 2. Quando falamos voluntariamente, espontaneamente, estamos falando no sentido lato da palavra, isto é, amplo, irrestrito e claro. As pessoas decidiram, após avaliarem todas as possibilidades, ficarem juntas. 3. Há casos de união consentida que acabam em casamentos involuntários e não espontâneos. Explico: uma união sexual entre duas pessoas, geralmente é consentida. Se uma união dessas, gerar uma criança, as pessoas envolvidas podem casar-se para resolver apenas um problema. Entendo assim, que a união não é nem espontânea e nem voluntária, pois se pudessem (e podem!), os envolvidos não casariam. 4. E o que falar dos casamentos feitos por interesses sociais, imposição familiar, os bens que devem permanecer entre familiares e outros? 5. As pessoas que querem estar sob a misericórdia de Deus, deixam tudo e se unem a partir do que ensina a Palavra de Deus. 6. Como ser misericordioso faz parte do caráter de Deus (e nem sempre do nosso), pode ser que um casamento que comece errado dê certo. 7. Não temos, portanto, que prescindir da misericórdia de Deus em nossos casamentos. III – A MISERICÓRDIA DE DEUS
  • 2. 1. A misericórdia de Deus em nos fazer capazes de suportar um ao outro em amor. 2. Escrevendo aos crentes de Éfeso, Paulo disse o seguinte: “Suportando-vos uns aos outros em amor” (4.2). Embora o texto se refira à convivência dos crentes na igreja (No máximo, 3 dias na semana, de apenas 2 horas), o que dizer da união conjugal? Convivemos com nosso cônjuge 24 horas por dia, 30 dias no mês, e 365 dias no ano e 9855 em 27 anos. Haja amor! 3. Muitas vezes somos insuportáveis; mas o nosso cônjuge, em amor, nos suporta (Deus é mesmo misericordioso!). 4. Jesus disse: “Sem mim nada podeis fazer” (João 15.5). O Mestre estava se referindo à possibilidade de darmos frutos, mas perfeitamente aplicável ao casamento. De fato, sem Jesus nada podemos fazer para que o nosso matrimônio dê certo. É isso mesmo: sem Jesus nada podemos fazer para que o casamento resista ao tempo. 5. O amor de Deus derramado em nossos corações, por meio de Jesus Cristo, na força do Espírito Santo, nos torna capazes de amar. 6. Só o amor pode ajuntar duas pessoas, que não têm, a princípio nada a ver uma com a outra. Só o amor leva duas pessoas diferentes a decisões afins. CONCLUSÃO No casamento, os cônjuges nem sempre são unânimes, mas com diálogo, com respeito e boa disposição chega-se a um lugar comum. Não existe receita e nem fórmula pronta para que casamentos dêem certo. O crente tem a Bíblia, que aplicada às diversas situações, pode indicar caminhos que levem à plena satisfação. Mas, em todas essas coisas, saibam meus amados irmãos: no Senhor, a busca do casamento plenamente satisfatório não será vã. Amém Pr. Eli da Rocha Silva 17/10/2008