O documento analisa a autoria, contexto e composição do Evangelho de Marcos, atribuindo-o a Marcos, um intérprete de Pedro, e discute a datagem e a situação da comunidade cristã marcada pela perseguição. A obra é reconhecida por seu caráter apologético e apresenta uma estrutura geográfica confusa, destacando a inclusão de gentios nas comunidades cristãs. Além disso, observa-se a intenção de responder ao drama da perseguição romana, enfatizando a presença de Cristo e a necessidade de reinterpretação do seu senhorio.