Como tirar mais partido
do email
no seu marketing B2B




                   07-12-1012
Muito gosto

Jayme Kopke
 Percurso como redator e diretor criativo em agências de
   publicidade e marketing relacional:
        Leo Burnett
        Foote, Cone & Belding
        Wunderman


   Atualmente dirijo a Hamlet – primeira agência portuguesa
    especializada no B2B - www.hamlet.com.pt
Do que vamos falar

   Porque o email nunca vai sair de moda para quem opera no B2B
   Os erros mais comuns no uso do email
   Os fatores críticos para fazer do email uma das suas melhores
    ferramentas de marketing
O fim do email?

   < 59% no uso do email entre adolescentes
   Os filtros anti-spam vão abolir o seu uso comercial?
   O modelo de marketing push vai acabar?

“Quando um produto é suficientemente bom, não é necessário fazer
chegar uma mensagem comercial "agressiva", de forma directa e
intrusiva, já que o próprio cliente/utilizador irá, cada vez mais,
procurar um site ou uma loja para se informar directamente na fonte
não só sobre o serviço/produto, mas também sobre a empresa e a
marca e, com essa informação mais completa, decidir sobre a
compra do serviço/produto.”

Dalber Cândido, Diretor de Marketing da Yunait
O fim não está próximo
   3.3 mil milhões de contas em 2012 >> 4.3 mil milhões em 2016.
   Crescimento anual previsto de 6%
   89 mil milhões de emails empresariais por dia em 2012 >> 143 mil
    milhões em 2016
   730 milhões de utilizadores de email via telemóvel em 2012


Fonte: THE RADICATI GROUP, INC.
Faça a sua própria estatística

Quantas vezes verifica o email por dia?

   Prático, fácil, indispensável
   Instantâneo mas diferido
   Registo
   Confidencial e privado
   …



E será que…
  Gostamos de ser interrompidos?
Porque nunca vai sair de moda
   Barato, massificável, rápido
   Intrusivo, mas com permissão pode ser íntimo
    (mais do que redes sociais)
   É pessoal
   É flexível



As capacidades menos aproveitadas:
  Automatizável
  Permite segmentar
  Permite testar
O sonho do DM

A mais dirigida das ferramentas de comunicação dirigida.
  Todas as vantagens do DM e muitas mais: o sonho do marketing
   directo de há alguns anos
  Porque é marketing direto:
       Dirigido a um utilizador
       Foco numa resposta – ação
       Permite testar – rápido, barato, automático
Ainda mais vantagens para o
 business-to-business
Comunicar com empresas e profissionais é diferente de
  comunicar com o consumidor.

   Grupos pequenos e homogéneos em termos de interesses

   Produtos e serviços mais complexos

   Decisor exigente de informação

   Frequentemente, ciclos de venda longos e cadeias de decisão
    complexas

   Budgets de marketing menos generosos que o B2C
Uma ferramenta com muitas
utilidades
   Divulgar a sua empresa
   Posicionar-se como especialista
   Manter o contacto, cultivar a relação
   Capturar dados ou leads
   Saber mais sobre o seu público-alvo
   Gerar tráfego para o seu site
   Vender
        Divulgar a sua oferta
        Gerar pedidos de informação
        Reforçar outros canais (telefone, presencial…)
        Alimentar o interesse ao longo do ciclo de compra
        Fechar a venda
Mas…
É tão fácil
usar mal
Leria este
email?
Porque
recebi isto?
Porque me
haveria de
interessar?
Foco: o
próprio
umbigo
Ser fácil e barato
tem desvantagens
   É fácil fazer sem pensar
   Erros frequentes:
        Spam – porquê estou a receber isto?
        Porquê o quereria ler?
        Conteúdos focados no remetente, não no destinatário
        Pouca compreensão de como funciona o email
O que me faz ler qualquer email?

   Vem de quem conheço e prezo
   Informação relevante para mim
   Entretenimento



“As pessoas lêem o que lhes interessa. Ocasionalmente até pode
ser um e-mail”

                 parafraseando Howard Gossage
Seja a sua própria cobaia

   Passamos o dia a receber emails e a decidir:
        se os abrimos
        se os lemos devagar ou em diagonal
        se clicamos nos links
        Se respondemos
        Se os reencaminhamos
        se os deitamos fora ou se os guardamos
        Se agimos como nos pedem


   O que nos faz fazer cada uma dessas coisas?
Email é marketing directo. Use a
experiência do marketing directo
   Método-chave do marketing direto: TESTAR.

   Como testar:
        Resposta (pedidos de informação, participação em concursos e
         passatempos, encomendas etc.)
   Factores críticos – pela ordem:
     1) A lista
     2) O conteúdo (a oferta)
     3) A forma (remetente; o exterior; o interior; criatividade)
O que
funciona
melhor?
O que
funciona
melhor?
E no e-mail?

   QUE PARÂMETROS TESTAR?
       Taxa de abertura
       Taxa de cliques
       Taxa de conversão
       Feedback
       Partilha
   QUE FATORES DE DESEMPENHO?
       Remetente
       Subject
       Layout
       Dimensão do texto
       O próprio texto
       Momento do envio
       Frequência
Como fazer o e-mail
marketing funcionar




                  14-02-1012
Defina os seus objectivos

   Notoriedade, imagem e top-of-mind?
   Gerar tráfego para o seu site ou blog?
   Alimentar a sua base de dados?
   Saber mais sobre o seu público-alvo?
   Vender?
Defina uma estratégia

   Lista
   Frequência (Regular? Ad hoc? Sequência automatizada?)
   Relação com outros suportes
        Contacto presencial
        Loja física
        Telefone
        Site, blog
        Direct mail
   Quem é o remetente
   Tipo de conteúdo
   Tom e estilo
A lista

   Qualidade é essencial
        Tem o perfil certo para os seus objetivos?
        É de fato o seu público-alvo?
        Deu permissão para os seus e-mails?
        Está atualizada?
        Está segmentada de forma útil?
   De onde vem a sua lista?
        Comprada?
        Alugada?
        Referência?
        Própria?
   Tem um mecanismo para criar uma lista no seu site?
A lista
O formato

   Publicitário?
   Informativo/ editorial?
   “Pessoal”?
Formato
“publicitário”
Formato “publicitário”

   Não é o mais indicado para email
   Pode funcionar se:
        a oferta/tema for relevante para o destinatário (lista!)
        o assunto e o remetente favorecerem a leitura
Formato
“sales
letter”
Formato
“editorial”
Formato
“editorial”
Formato
“editorial”
Formato
informativo
Formato
“pessoal”
Formato
“pessoal”
Formato
“pessoal”/
editorial
Formato
“pessoal”
(+)
Formato
“pessoal”
(-)
…com
captura de
novos
subscritores
…através
de
conteúdo
útil
O remetente

   Por quê é tão importante?
   O critério básico: confiança
   Deve ser coerente com o tipo de conteúdo e o formato
        “Publicitário” – a marca
        Editorial – pode ou não ter uma marca editorial
        Pessoal – tem mesmo que ser uma pessoa – ainda que fictícia
O assunto

   O 2º fator de decisão
   Tão importante como o headline num anúncio impresso
   Bons “subjects” têm:
        Relevância
        Criatividade
        Personalização (sem abusar)
   Teste, teste, teste
Teste
o seu
assunto
Teste
o seu
assunto
O conteúdo

   O que interessa ao seu leitor?
        Novidades
        Informação útil, ou interessante, ou exclusiva
        Uma oferta
        A solução para um problema
        Uma história
        Entretenimento


   Que tom e estilo?
        Depende do seu público e da sua marca
        Tudo é permitido, exceto maçar
E se precisar de ajuda nas suas
campanhas de email…



       www.hamlet.com.pt
Obrigado




           14-02-1012

Email marketing para b2b

  • 1.
    Como tirar maispartido do email no seu marketing B2B 07-12-1012
  • 2.
    Muito gosto Jayme Kopke Percurso como redator e diretor criativo em agências de publicidade e marketing relacional:  Leo Burnett  Foote, Cone & Belding  Wunderman  Atualmente dirijo a Hamlet – primeira agência portuguesa especializada no B2B - www.hamlet.com.pt
  • 3.
    Do que vamosfalar  Porque o email nunca vai sair de moda para quem opera no B2B  Os erros mais comuns no uso do email  Os fatores críticos para fazer do email uma das suas melhores ferramentas de marketing
  • 4.
    O fim doemail?  < 59% no uso do email entre adolescentes  Os filtros anti-spam vão abolir o seu uso comercial?  O modelo de marketing push vai acabar? “Quando um produto é suficientemente bom, não é necessário fazer chegar uma mensagem comercial "agressiva", de forma directa e intrusiva, já que o próprio cliente/utilizador irá, cada vez mais, procurar um site ou uma loja para se informar directamente na fonte não só sobre o serviço/produto, mas também sobre a empresa e a marca e, com essa informação mais completa, decidir sobre a compra do serviço/produto.” Dalber Cândido, Diretor de Marketing da Yunait
  • 5.
    O fim nãoestá próximo  3.3 mil milhões de contas em 2012 >> 4.3 mil milhões em 2016.  Crescimento anual previsto de 6%  89 mil milhões de emails empresariais por dia em 2012 >> 143 mil milhões em 2016  730 milhões de utilizadores de email via telemóvel em 2012 Fonte: THE RADICATI GROUP, INC.
  • 6.
    Faça a suaprópria estatística Quantas vezes verifica o email por dia?  Prático, fácil, indispensável  Instantâneo mas diferido  Registo  Confidencial e privado  … E será que…  Gostamos de ser interrompidos?
  • 7.
    Porque nunca vaisair de moda  Barato, massificável, rápido  Intrusivo, mas com permissão pode ser íntimo (mais do que redes sociais)  É pessoal  É flexível As capacidades menos aproveitadas:  Automatizável  Permite segmentar  Permite testar
  • 8.
    O sonho doDM A mais dirigida das ferramentas de comunicação dirigida.  Todas as vantagens do DM e muitas mais: o sonho do marketing directo de há alguns anos  Porque é marketing direto:  Dirigido a um utilizador  Foco numa resposta – ação  Permite testar – rápido, barato, automático
  • 9.
    Ainda mais vantagenspara o business-to-business Comunicar com empresas e profissionais é diferente de comunicar com o consumidor.  Grupos pequenos e homogéneos em termos de interesses  Produtos e serviços mais complexos  Decisor exigente de informação  Frequentemente, ciclos de venda longos e cadeias de decisão complexas  Budgets de marketing menos generosos que o B2C
  • 10.
    Uma ferramenta commuitas utilidades  Divulgar a sua empresa  Posicionar-se como especialista  Manter o contacto, cultivar a relação  Capturar dados ou leads  Saber mais sobre o seu público-alvo  Gerar tráfego para o seu site  Vender  Divulgar a sua oferta  Gerar pedidos de informação  Reforçar outros canais (telefone, presencial…)  Alimentar o interesse ao longo do ciclo de compra  Fechar a venda
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
    Ser fácil ebarato tem desvantagens  É fácil fazer sem pensar  Erros frequentes:  Spam – porquê estou a receber isto?  Porquê o quereria ler?  Conteúdos focados no remetente, não no destinatário  Pouca compreensão de como funciona o email
  • 17.
    O que mefaz ler qualquer email?  Vem de quem conheço e prezo  Informação relevante para mim  Entretenimento “As pessoas lêem o que lhes interessa. Ocasionalmente até pode ser um e-mail” parafraseando Howard Gossage
  • 18.
    Seja a suaprópria cobaia  Passamos o dia a receber emails e a decidir:  se os abrimos  se os lemos devagar ou em diagonal  se clicamos nos links  Se respondemos  Se os reencaminhamos  se os deitamos fora ou se os guardamos  Se agimos como nos pedem  O que nos faz fazer cada uma dessas coisas?
  • 19.
    Email é marketingdirecto. Use a experiência do marketing directo  Método-chave do marketing direto: TESTAR.  Como testar:  Resposta (pedidos de informação, participação em concursos e passatempos, encomendas etc.)  Factores críticos – pela ordem: 1) A lista 2) O conteúdo (a oferta) 3) A forma (remetente; o exterior; o interior; criatividade)
  • 20.
  • 21.
  • 22.
    E no e-mail?  QUE PARÂMETROS TESTAR?  Taxa de abertura  Taxa de cliques  Taxa de conversão  Feedback  Partilha  QUE FATORES DE DESEMPENHO?  Remetente  Subject  Layout  Dimensão do texto  O próprio texto  Momento do envio  Frequência
  • 23.
    Como fazer oe-mail marketing funcionar 14-02-1012
  • 24.
    Defina os seusobjectivos  Notoriedade, imagem e top-of-mind?  Gerar tráfego para o seu site ou blog?  Alimentar a sua base de dados?  Saber mais sobre o seu público-alvo?  Vender?
  • 25.
    Defina uma estratégia  Lista  Frequência (Regular? Ad hoc? Sequência automatizada?)  Relação com outros suportes  Contacto presencial  Loja física  Telefone  Site, blog  Direct mail  Quem é o remetente  Tipo de conteúdo  Tom e estilo
  • 26.
    A lista  Qualidade é essencial  Tem o perfil certo para os seus objetivos?  É de fato o seu público-alvo?  Deu permissão para os seus e-mails?  Está atualizada?  Está segmentada de forma útil?  De onde vem a sua lista?  Comprada?  Alugada?  Referência?  Própria?  Tem um mecanismo para criar uma lista no seu site?
  • 28.
  • 30.
    O formato  Publicitário?  Informativo/ editorial?  “Pessoal”?
  • 31.
  • 32.
    Formato “publicitário”  Não é o mais indicado para email  Pode funcionar se:  a oferta/tema for relevante para o destinatário (lista!)  o assunto e o remetente favorecerem a leitura
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
  • 39.
  • 40.
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  • 42.
  • 43.
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    O remetente  Por quê é tão importante?  O critério básico: confiança  Deve ser coerente com o tipo de conteúdo e o formato  “Publicitário” – a marca  Editorial – pode ou não ter uma marca editorial  Pessoal – tem mesmo que ser uma pessoa – ainda que fictícia
  • 47.
    O assunto  O 2º fator de decisão  Tão importante como o headline num anúncio impresso  Bons “subjects” têm:  Relevância  Criatividade  Personalização (sem abusar)  Teste, teste, teste
  • 48.
  • 49.
  • 50.
    O conteúdo  O que interessa ao seu leitor?  Novidades  Informação útil, ou interessante, ou exclusiva  Uma oferta  A solução para um problema  Uma história  Entretenimento  Que tom e estilo?  Depende do seu público e da sua marca  Tudo é permitido, exceto maçar
  • 51.
    E se precisarde ajuda nas suas campanhas de email… www.hamlet.com.pt
  • 52.
    Obrigado 14-02-1012