Economia Verde
Uma possibilidade de substituição da tradicional Economia Marrom
Sumário
• O que é Economia Verde?
• Surgimento do termo
o A busca pela sustentabilidade
• Objetivos do modelo
• Diferenças entre Economia Verde e a tradicional “Economia Marron”
• Críticas ao modelo
• Referências
O QUE É A ECONOMIA VERDE?
• A Economia Verde é definida pelo Programa das Nações Unidas para
o Meio Ambiente (Pnuma ou UNEP, em inglês) como “uma economia
que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade
social, ao mesmo tempo em que reduz os riscos ambientais e a
escassez ecológica”. Ela tem três características principais:
o Baixa emissão de carbono;
o Eficiência no uso de recursos;
o Busca pela inclusão social.
SURGIMENTO DO TERMO
O termo surgiu de uma proposta apresentada na Conferência das Nações
unidas acerca do Desenvolvimento Sustentável em 2012 (Rio+20), e essa ideia
de Economia Verde vem em substituição ao Ecodesenvolvimento (modelo
utilizado anteriormente) usado pelo canadense Maurice Strong, primeiro
diretor-executivo do Pnuma e secretário-geral da Conferência de Estocolmo
(1972) e da Rio-92.
SUSTENTABILIDADE
Segundo o dicionário Sustentabilidade é uma “característica ou condição do que é sustentável”.
OBJETIVOS DO MODELO
Os seus principais objetivos são:
• Erradicação da pobreza;
• Melhoria do bem-estar dos seres humanos;
• Possibilitar o desenvolvimento econômico
compatibilizando com igualdade social;
• Reduzir os impactos ambientais negativos e a
escassez de recursos.
DIFERENÇAS ENTRE ECONOMIA VERDE E A
TRADICIONAL “ECONOMIA MARROM”
Preocupação com a igualdade entre gerações
Defesa da redução de danos ao ambiente e a sociedade
Busca por formas limpas de energia e redução dos
índices de Carbono
Ênfase em questões Ambientais e Sociais
Geração de desigualdade de renda e destruição de
recursos
-
Exploração de combustíveis fósseis e despreocupação
com poluentes
Ênfase em crescimento econômico
CRÍTICAS AO MODELO
Para Luis Zarref, “Não há nada de debate ambiental no discurso
da economia verde. O que se tem é a reengenharia de uma parte
do capital para continuar acumulando lucro num período em que
ele está em crise nas suas formas clássicas de acumulação”.
“A economia verde é uma tentativa, apoiada por vários organismos
internacionais e governos, de buscar um consenso em relação ao que
fazer para combater a crise econômica e ambiental. Esse consenso se dá
através de cúpulas da ONU, que têm centrado fogo no tema das
mudanças climáticas globais, mecanismos de mercado e continuidade
do sistema capitalista atual”, diz Marcelo Firpo.
CRÍTICAS AO MODELO
“Hoje há essa história de ‘faça sua parte’, como se o todo fosse uma soma de
suas partes. E não é. O debate ambiental é quase esquizofrênico: o mundo está
acabando, e a solução é plantar uma árvore”, critica. E conclui: “Há uma
defasagem entre o diagnóstico e o caráter quase pueril da solução, porque
você não enfrenta a questão de fundo, que é a economia capitalista com o
poder cada vez mais concentrado nas grandes corporações” diz Carlos Walter
CRÍTICAS AO MODELO
A ideia de valorar o meio ambiente através de mecanismos
tradicionais de mercado tem críticos severos em ONGs e
entre acadêmicos, que consideram a Economia Verde um
outro nome para o chamado ambientalismo de mercado.
Talvez a principal crítica seja a negação da possibilidade de
se atribuir valores monetários a bens naturais, como árvores,
fauna, água, ar.

Economia Verde.pptx

  • 1.
    Economia Verde Uma possibilidadede substituição da tradicional Economia Marrom
  • 2.
    Sumário • O queé Economia Verde? • Surgimento do termo o A busca pela sustentabilidade • Objetivos do modelo • Diferenças entre Economia Verde e a tradicional “Economia Marron” • Críticas ao modelo • Referências
  • 3.
    O QUE ÉA ECONOMIA VERDE? • A Economia Verde é definida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma ou UNEP, em inglês) como “uma economia que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz os riscos ambientais e a escassez ecológica”. Ela tem três características principais: o Baixa emissão de carbono; o Eficiência no uso de recursos; o Busca pela inclusão social.
  • 4.
    SURGIMENTO DO TERMO Otermo surgiu de uma proposta apresentada na Conferência das Nações unidas acerca do Desenvolvimento Sustentável em 2012 (Rio+20), e essa ideia de Economia Verde vem em substituição ao Ecodesenvolvimento (modelo utilizado anteriormente) usado pelo canadense Maurice Strong, primeiro diretor-executivo do Pnuma e secretário-geral da Conferência de Estocolmo (1972) e da Rio-92.
  • 5.
    SUSTENTABILIDADE Segundo o dicionárioSustentabilidade é uma “característica ou condição do que é sustentável”.
  • 6.
    OBJETIVOS DO MODELO Osseus principais objetivos são: • Erradicação da pobreza; • Melhoria do bem-estar dos seres humanos; • Possibilitar o desenvolvimento econômico compatibilizando com igualdade social; • Reduzir os impactos ambientais negativos e a escassez de recursos.
  • 7.
    DIFERENÇAS ENTRE ECONOMIAVERDE E A TRADICIONAL “ECONOMIA MARROM” Preocupação com a igualdade entre gerações Defesa da redução de danos ao ambiente e a sociedade Busca por formas limpas de energia e redução dos índices de Carbono Ênfase em questões Ambientais e Sociais Geração de desigualdade de renda e destruição de recursos - Exploração de combustíveis fósseis e despreocupação com poluentes Ênfase em crescimento econômico
  • 8.
    CRÍTICAS AO MODELO ParaLuis Zarref, “Não há nada de debate ambiental no discurso da economia verde. O que se tem é a reengenharia de uma parte do capital para continuar acumulando lucro num período em que ele está em crise nas suas formas clássicas de acumulação”. “A economia verde é uma tentativa, apoiada por vários organismos internacionais e governos, de buscar um consenso em relação ao que fazer para combater a crise econômica e ambiental. Esse consenso se dá através de cúpulas da ONU, que têm centrado fogo no tema das mudanças climáticas globais, mecanismos de mercado e continuidade do sistema capitalista atual”, diz Marcelo Firpo.
  • 9.
    CRÍTICAS AO MODELO “Hojehá essa história de ‘faça sua parte’, como se o todo fosse uma soma de suas partes. E não é. O debate ambiental é quase esquizofrênico: o mundo está acabando, e a solução é plantar uma árvore”, critica. E conclui: “Há uma defasagem entre o diagnóstico e o caráter quase pueril da solução, porque você não enfrenta a questão de fundo, que é a economia capitalista com o poder cada vez mais concentrado nas grandes corporações” diz Carlos Walter
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    CRÍTICAS AO MODELO Aideia de valorar o meio ambiente através de mecanismos tradicionais de mercado tem críticos severos em ONGs e entre acadêmicos, que consideram a Economia Verde um outro nome para o chamado ambientalismo de mercado. Talvez a principal crítica seja a negação da possibilidade de se atribuir valores monetários a bens naturais, como árvores, fauna, água, ar.