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“POR UMA INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA
RUMO AO DESENVOLVIMENTO DAS
COMUNIDADES”
VI Jornadas Científicas
Erikson L. Cipriano;
Sergio A. De Azevedo.
Provincia de Niassa, Sanga, Unango
26 a 27 de Setembro de 2018
Economia
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ilimitadas
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escassos
 sustentar,
 de se manter
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Sustentabilidade
Desenvolvimento sustentável necessidades presentes capacidade
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Economia pode ser definida
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produtivos escassos, na
produção de bens e serviços, de
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várias pessoas e grupos da
sociedade, com a finalidade de
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humanas (vasconcellos, 2014).
BERGO (2011), sustenta, que é a ciência
que estuda as formas de comportamento
humano resultantes da relação existente
entre as ilimitadas necessidades a
satisfazer e os recursos que, embora
escassos, se prestam a usos alternativos.”
Economia
Economia Castanha , caracterizada por um desenvolvimento não
ambientalmente responsável e que não alia bem-estar social com a conservação
dos recursos.
Ser humano estava interessado
com o desenvolvimento
deixando de lado a conservação
dos recursos naturais.
Com a economia castanha, a poluição, a
emissão de gases de estufa, a produção de
automóveis, queima de combustíveis fosseis, o
aquecimento global entre outros,
condicionaram o que se conhece como:
E com as mudanças climáticas o mundo
caminha para a destruição.
Com base as premissas
comprovadas pela ciência de
que o aquecimento global é
facto real e que ele é causado
pela acção humana.
Sendo o Homem principal causador da destruição do ecossistema, somente ele poderá trazer
soluções.
Assim, foi introduzido no protocolo
o comércio de emissões. Ou seja, os
países pobres, que desenvolvem
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suas cotas de emissão de carbono,
podem repassar o saldo aos países
ricos para compensar as emissões
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energético.
Em 1997, na conferência de Kyoto, a
respeito de mudanças climáticas, foi
adoptado um protocolo para adopção de
limites às emissões de gases poluidores,
principalmente nos países ricos.
Ficou conhecido como Protocolo de
Kyoto. Trinta e nove (39) países se
comprometeram a limitar suas emissões
durante o período de 2008-2012. A meta
de redução mundial seria de 5,2%.
Surgido na década de 1980, o termo DS
emergiu da relação entre preservação do
planeta e atendimento das necessidades
humanas.
“Desenvolvimento sustentável é aquele que busca as necessidades
presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras de
atender suas próprias necessidades.”
Uma exploração de um recurso natural exercida de forma sustentável durará
para sempre, não se esgotará nunca. No entanto, considera-se uma sociedade
sustentável é aquela que não coloca em risco os elementos do meio ambiente
(MIKHAILOVA, 2004).
O triângulo da sustentabilidade. Foi
com ele assumido que não somente os
três pilares coexistem, mas estão
interligados. O triângulo da
sustentabilidade mostra a relação dos
componentes individuais entre si, o
social, o econômico e o ecologico, bem
como os resultados de ponderação
diferente dos componentes.
Tripé da sustentabilidade
Economia verde é um conjunto de
processos produtivos (industriais,
comerciais, agrícolas e de serviços)
que ao ser aplicado em um
determinado local (país, cidade,
empresa, comunidade, etc.), possa
gerar nele um desenvolvimento
sustentável nos aspetos económico,
ambiental e social (Rech, s/d).
De acordo com a ONU, a
Economia Verde pode ser
definida como aquela que resulta
em melhoria do bem-estar das
pessoas devido a uma maior
preocupação com a equidade
social, com os riscos ambientais
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naturais.
Visando alcançar o desenvolvimento
econômico de forma sustentável, e
levando em consideração todos os
pilares apresentados pelo conceito
de sustentabilidade, o Programa das
Nações Unidas para o Meio
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impulsionado pelo estudo acerca da
crise planetária ambiental que teve
início nas décadas de 60 e 70.
Alguns anos depois, em 2012, o
documento resultante da ‘Rio+20’, “O
Futuro que Queremos”, reconheceu a
“economia verde” como uma ferramenta
importante para atingir o
desenvolvimento sustentável e a
erradicação da pobreza.
Economia Castanha
Economia Verde
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a
Rio+20, realizada em junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro teve o
seguinte objectivo principal:
 Renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável,
por meio da avaliação do progresso e das a economia verde no contexto
do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza.
objectivo
Haiti – Presidente Michel Martelly
Índia – Primeiro-ministro Manmohan Singh
Indonésia – Presidente Susilo Bambang Yudhoyono
Irão – Presidente Mahmoud Ahmadinejad
Lituânia – Presidente Dalia Grybauskaitė
Luxemburgo – Grão-Duque Henrique
Mónaco – Príncipe Alberto II
Nepal – Primeiro-ministro Baburam Bhattarai
Nigéria – Presidente Goodluck Jonathan
Noruega – Primeiro-ministro Jens Stoltenberg
Portugal – Primeiro-ministro Pedro Passos Coelho
Rússia – Presidente Dmitri Medvedev
Sri Lanka – Presidente Mahinda Rajapaksa
Suécia – Primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt
Alguns País
Envolvidos e Lideres
Envolvidos
Turquemenistão – Presidente Gurbanguly
Berdimuhamedow
Uruguai – Presidente José Mujica
Zimbabwe – Presidente Robert Mugabe
Principais defensores em fóruns internacionais e agências
multilaterais
 Pnuma;
 o Banco Mundial; e
 a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico
(OCDE).
Objectivo da economia verde
O principal objectivo da Economia Verde é possibilitar o
desenvolvimento econômico compatibilizando-o com igualdade
social, erradicação da pobreza e melhoria do bem-estar dos
seres humanos, reduzindo os impactos ambientais negativos e a
escassez ecológica (Relatório da ONU, 2012).
Importância e benefícios
De acordo com especialistas que actuam nas áreas de Economia e Meio
Ambiente, a aplicação da Economia Verde em países desenvolvidos e em
desenvolvimento aumentaria a geração de empregos e o progresso
econômico. Ao mesmo tempo, combateria as causas do aquecimento
global (emissões de CO2), do consumo irracional de água potável e dos
fatores que geram a deterioração dos ecossistemas (Rech, s/d).
 Pouco uso de combustíveis fósseis (gasolina, carvão, diesel, etc.) e
aumento do uso de fontes limpas e renováveis de energia;
 Eficiência na utilização de recursos naturais;
 Práticas e processos que visam à inclusão social e erradicação da pobreza;
 Investimento e valorização da agricultura;
 Tratamento adequado do lixo com sistemas eficientes de reciclagem;
 Qualidade e eficiência nos sistemas de mobilidade urbana.
Características da Economia Verde
 Baixa emissão de carbono,
 Eficiência no uso de recursos e
 Busca pela inclusão social.
Características
Segundo Thomas Heller, "É preciso elevar a produtividade a novos
patamares, de modo a gerar mais riqueza, dependendo menos do ambiente.
Só assim é possível olhar para a economia e o verde simultaneamente".
Tal conceito acredita-se que seria capaz de equalizar desenvolvimento
econômico, meio ambiente e desigualdades sociais.
Críticas
Economia Verde um outro nome para o chamado ambientalismo de
mercado. Talvez a principal crítica seja a negação da possibilidade de se
atribuir valores monetários a bens naturais, como árvores, fauna,
água, Terra. A Economia Verde seria a ponta de lança de um novo ciclo do
capitalismo, na medida em que transformaria bens comuns (como a
água, a atmosfera, as florestas, oceanos e mesmo os seres vivos) em
mercadorias propícias à apropriação privada, acumulação e
especulação.
Resistência ao “ambientalismo de mercado
Críticas
A Economia Verde, conduzida pela lógica de mercado, tenderia a abrigar
predominantemente medidas superficiais, de pouca relevância porém
mais atrativas no curto prazo, gerando apenas uma ilusão de avanço
rumo à sustentabilidade. Por essas mesmas razões, tenderia a favorecer
os mais ricos e a impedir que soluções realmente transformadoras
emergissem, mantendo as causas estruturais das desigualdades
sociais e econômicas.
Outro questionamento frequente é quanto à necessidade e
efetividade de se criar mais um termo relacionado ao
Desenvolvimento Sustentável. Pondera-se que, como existe
uma enorme quantidade de nomes e conceitos para abarcar as
questões da sustentabilidade, forçar a emergência de um
conceito de Economia Verde – que ainda não tem definição
muito clara e precisa – irá gerar mais dúvidas e conflitos do que
soluções.
Cepticismo com relação ao termo e à sua relevância
Críticas
Economia Verde no debate seria uma cortina de fumaça para,
simultaneamente, fugir do enfrentamento dos problemas reais e criar
novos campos para atuação de pesquisadores e consultores, abrindo
oportunidades de negócio em vez de promover avanços reais.
Críticas
No entanto, independentemente dos argumentos e do ponto em que
se encontram essas discussões, é preciso considerar que um dos
principais desafios do mundo capitalista actual é conciliar o
desenvolvimento social e o econômico sem agredir o meio
natural. É preciso, pois, gerar condições para a preservação dos
recursos naturais às gerações futuras e também promover um
desenvolvimento que contemple a inclusão social e a diminuição da
dependência econômica dos países periféricos em relação às
economias centrais.
Para Boff, fala-se de economia verde
para evitar a questão da
sustentabilidade que se encontra em
oposição ao actual modo de produção
e consumo. Mas no fundo, trata-se de
medidas dentro do mesmo paradigma
de dominação da natureza.
(BITTENCOURT, 2012).
o mesmo autor afrma que não
existe o verde e o não verde.
Pois, todos os produtos contem
nas várias fases de sua produção,
elementos tóxicos, danosos à
saúde da Terra e da sociedade.
Ai fica claro que o pretendido verde não é tão verde assim, neste caso refere-
se a todo produto que vai por em risco a vida dos seres na terra. Apenas
o verde representa uma etapa de todo processo. A produção nunca é de todo
Eco amigável (BITTENCOURT, 2012).
A Economia Verde constitui
uma rede extensa que
abrange vários sectores que
visão a redução de emissão e
GEE e optando no uso
racional dos recursos.
 Industriais;
 Comerciais;
 Agrícolas; e
 de serviços.
Por tanto, esta economia traz-nos uma visão muito ampla sobre o uso
racional dos recursos existente de modo que não se prejudique a qualidade
de vida dos seres humanos e sem por em risco as futuras gerações.
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Economia verde

  • 1. “POR UMA INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA RUMO AO DESENVOLVIMENTO DAS COMUNIDADES” VI Jornadas Científicas Erikson L. Cipriano; Sergio A. De Azevedo. Provincia de Niassa, Sanga, Unango 26 a 27 de Setembro de 2018
  • 2. Economia Necessidades humana ilimitadas X Recursos Produtivos escassos  sustentar,  de se manter para sempre Sustentabilidade Desenvolvimento sustentável necessidades presentes capacidade das gerações futuras
  • 3. Economia pode ser definida como a ciência social que estuda como o indivíduo e a sociedade decidem utilizar recursos produtivos escassos, na produção de bens e serviços, de modo a distribuí-los entre as várias pessoas e grupos da sociedade, com a finalidade de satisfazer às necessidades humanas (vasconcellos, 2014). BERGO (2011), sustenta, que é a ciência que estuda as formas de comportamento humano resultantes da relação existente entre as ilimitadas necessidades a satisfazer e os recursos que, embora escassos, se prestam a usos alternativos.”
  • 4. Economia Economia Castanha , caracterizada por um desenvolvimento não ambientalmente responsável e que não alia bem-estar social com a conservação dos recursos. Ser humano estava interessado com o desenvolvimento deixando de lado a conservação dos recursos naturais.
  • 5. Com a economia castanha, a poluição, a emissão de gases de estufa, a produção de automóveis, queima de combustíveis fosseis, o aquecimento global entre outros, condicionaram o que se conhece como:
  • 6.
  • 7.
  • 8. E com as mudanças climáticas o mundo caminha para a destruição. Com base as premissas comprovadas pela ciência de que o aquecimento global é facto real e que ele é causado pela acção humana.
  • 9. Sendo o Homem principal causador da destruição do ecossistema, somente ele poderá trazer soluções.
  • 10. Assim, foi introduzido no protocolo o comércio de emissões. Ou seja, os países pobres, que desenvolvem projectos (Unidades de Redução de Emissões ou UREs), para reduzir suas cotas de emissão de carbono, podem repassar o saldo aos países ricos para compensar as emissões excedentes e não alterar seu sector energético. Em 1997, na conferência de Kyoto, a respeito de mudanças climáticas, foi adoptado um protocolo para adopção de limites às emissões de gases poluidores, principalmente nos países ricos. Ficou conhecido como Protocolo de Kyoto. Trinta e nove (39) países se comprometeram a limitar suas emissões durante o período de 2008-2012. A meta de redução mundial seria de 5,2%.
  • 11. Surgido na década de 1980, o termo DS emergiu da relação entre preservação do planeta e atendimento das necessidades humanas. “Desenvolvimento sustentável é aquele que busca as necessidades presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atender suas próprias necessidades.” Uma exploração de um recurso natural exercida de forma sustentável durará para sempre, não se esgotará nunca. No entanto, considera-se uma sociedade sustentável é aquela que não coloca em risco os elementos do meio ambiente (MIKHAILOVA, 2004).
  • 12. O triângulo da sustentabilidade. Foi com ele assumido que não somente os três pilares coexistem, mas estão interligados. O triângulo da sustentabilidade mostra a relação dos componentes individuais entre si, o social, o econômico e o ecologico, bem como os resultados de ponderação diferente dos componentes. Tripé da sustentabilidade
  • 13.
  • 14.
  • 15. Economia verde é um conjunto de processos produtivos (industriais, comerciais, agrícolas e de serviços) que ao ser aplicado em um determinado local (país, cidade, empresa, comunidade, etc.), possa gerar nele um desenvolvimento sustentável nos aspetos económico, ambiental e social (Rech, s/d). De acordo com a ONU, a Economia Verde pode ser definida como aquela que resulta em melhoria do bem-estar das pessoas devido a uma maior preocupação com a equidade social, com os riscos ambientais e com a escassez dos recursos naturais.
  • 16. Visando alcançar o desenvolvimento econômico de forma sustentável, e levando em consideração todos os pilares apresentados pelo conceito de sustentabilidade, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) lançou em 2008 o conceito ‘economia verde’. O surgimento deste conceito foi impulsionado pelo estudo acerca da crise planetária ambiental que teve início nas décadas de 60 e 70. Alguns anos depois, em 2012, o documento resultante da ‘Rio+20’, “O Futuro que Queremos”, reconheceu a “economia verde” como uma ferramenta importante para atingir o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza.
  • 18. A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, realizada em junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro teve o seguinte objectivo principal:  Renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza. objectivo
  • 19. Haiti – Presidente Michel Martelly Índia – Primeiro-ministro Manmohan Singh Indonésia – Presidente Susilo Bambang Yudhoyono Irão – Presidente Mahmoud Ahmadinejad Lituânia – Presidente Dalia Grybauskaitė Luxemburgo – Grão-Duque Henrique Mónaco – Príncipe Alberto II Nepal – Primeiro-ministro Baburam Bhattarai Nigéria – Presidente Goodluck Jonathan Noruega – Primeiro-ministro Jens Stoltenberg Portugal – Primeiro-ministro Pedro Passos Coelho Rússia – Presidente Dmitri Medvedev Sri Lanka – Presidente Mahinda Rajapaksa Suécia – Primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt Alguns País Envolvidos e Lideres Envolvidos
  • 20. Turquemenistão – Presidente Gurbanguly Berdimuhamedow Uruguai – Presidente José Mujica Zimbabwe – Presidente Robert Mugabe Principais defensores em fóruns internacionais e agências multilaterais  Pnuma;  o Banco Mundial; e  a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
  • 21. Objectivo da economia verde O principal objectivo da Economia Verde é possibilitar o desenvolvimento econômico compatibilizando-o com igualdade social, erradicação da pobreza e melhoria do bem-estar dos seres humanos, reduzindo os impactos ambientais negativos e a escassez ecológica (Relatório da ONU, 2012).
  • 22. Importância e benefícios De acordo com especialistas que actuam nas áreas de Economia e Meio Ambiente, a aplicação da Economia Verde em países desenvolvidos e em desenvolvimento aumentaria a geração de empregos e o progresso econômico. Ao mesmo tempo, combateria as causas do aquecimento global (emissões de CO2), do consumo irracional de água potável e dos fatores que geram a deterioração dos ecossistemas (Rech, s/d).
  • 23.  Pouco uso de combustíveis fósseis (gasolina, carvão, diesel, etc.) e aumento do uso de fontes limpas e renováveis de energia;  Eficiência na utilização de recursos naturais;  Práticas e processos que visam à inclusão social e erradicação da pobreza;  Investimento e valorização da agricultura;  Tratamento adequado do lixo com sistemas eficientes de reciclagem;  Qualidade e eficiência nos sistemas de mobilidade urbana. Características da Economia Verde  Baixa emissão de carbono,  Eficiência no uso de recursos e  Busca pela inclusão social. Características
  • 24. Segundo Thomas Heller, "É preciso elevar a produtividade a novos patamares, de modo a gerar mais riqueza, dependendo menos do ambiente. Só assim é possível olhar para a economia e o verde simultaneamente". Tal conceito acredita-se que seria capaz de equalizar desenvolvimento econômico, meio ambiente e desigualdades sociais.
  • 25. Críticas Economia Verde um outro nome para o chamado ambientalismo de mercado. Talvez a principal crítica seja a negação da possibilidade de se atribuir valores monetários a bens naturais, como árvores, fauna, água, Terra. A Economia Verde seria a ponta de lança de um novo ciclo do capitalismo, na medida em que transformaria bens comuns (como a água, a atmosfera, as florestas, oceanos e mesmo os seres vivos) em mercadorias propícias à apropriação privada, acumulação e especulação. Resistência ao “ambientalismo de mercado
  • 26. Críticas A Economia Verde, conduzida pela lógica de mercado, tenderia a abrigar predominantemente medidas superficiais, de pouca relevância porém mais atrativas no curto prazo, gerando apenas uma ilusão de avanço rumo à sustentabilidade. Por essas mesmas razões, tenderia a favorecer os mais ricos e a impedir que soluções realmente transformadoras emergissem, mantendo as causas estruturais das desigualdades sociais e econômicas.
  • 27. Outro questionamento frequente é quanto à necessidade e efetividade de se criar mais um termo relacionado ao Desenvolvimento Sustentável. Pondera-se que, como existe uma enorme quantidade de nomes e conceitos para abarcar as questões da sustentabilidade, forçar a emergência de um conceito de Economia Verde – que ainda não tem definição muito clara e precisa – irá gerar mais dúvidas e conflitos do que soluções. Cepticismo com relação ao termo e à sua relevância Críticas
  • 28. Economia Verde no debate seria uma cortina de fumaça para, simultaneamente, fugir do enfrentamento dos problemas reais e criar novos campos para atuação de pesquisadores e consultores, abrindo oportunidades de negócio em vez de promover avanços reais. Críticas
  • 29. No entanto, independentemente dos argumentos e do ponto em que se encontram essas discussões, é preciso considerar que um dos principais desafios do mundo capitalista actual é conciliar o desenvolvimento social e o econômico sem agredir o meio natural. É preciso, pois, gerar condições para a preservação dos recursos naturais às gerações futuras e também promover um desenvolvimento que contemple a inclusão social e a diminuição da dependência econômica dos países periféricos em relação às economias centrais.
  • 30. Para Boff, fala-se de economia verde para evitar a questão da sustentabilidade que se encontra em oposição ao actual modo de produção e consumo. Mas no fundo, trata-se de medidas dentro do mesmo paradigma de dominação da natureza. (BITTENCOURT, 2012). o mesmo autor afrma que não existe o verde e o não verde. Pois, todos os produtos contem nas várias fases de sua produção, elementos tóxicos, danosos à saúde da Terra e da sociedade. Ai fica claro que o pretendido verde não é tão verde assim, neste caso refere- se a todo produto que vai por em risco a vida dos seres na terra. Apenas o verde representa uma etapa de todo processo. A produção nunca é de todo Eco amigável (BITTENCOURT, 2012).
  • 31. A Economia Verde constitui uma rede extensa que abrange vários sectores que visão a redução de emissão e GEE e optando no uso racional dos recursos.  Industriais;  Comerciais;  Agrícolas; e  de serviços.
  • 32. Por tanto, esta economia traz-nos uma visão muito ampla sobre o uso racional dos recursos existente de modo que não se prejudique a qualidade de vida dos seres humanos e sem por em risco as futuras gerações. No entanto, precisa-se unir as bases para uma boa gestão dos recursos escassos.
  • 33. “Toda grande Jornada inicia com o primeiro passo”