Conteúdo das aulas:
Distúrbios Primários Esôfago + DRGE: 09/11
Esofagite Infecciosa + Neoplasias Gástricas 30/11
Sintomas esofagianos + Varizes esofagianas 14/12
Pancreatite 18/01
Insuficiência hepática 25/01
Doença Inflamatória Intestinal 24/02
PBL 4 abertura 08/02 e fechamento 01/03
1
Distúrbios primários
do esôfago e drge
Esôfago:
✖ Primeira porção do tubo digestivo (C6-T11)
✖ Tubo muscular +- 25 cm de comprimento
✖ Diâmetro médio de 2 cm
✖ Conduz alimento da faringe para o
estômago
✖ Mucosa com numerosas pregas
longitudinais e sulcos intermediários
3
Esôfago:
4
Esôfago
Porção Cervical
5
Esôfago:
Junções faringoesofágicas e gastroesofágicas
6
Esôfago:
7
1.
Disturbios primários do
esôfago
8
Divertículos
Pulsão x Tração
9
Divertículos por pulsão: Zenker
10
Divertículos por pulsão: Zenker
11
Divertículos por pulsão:
✖ Divertículo de Zenker
Disfagia
Tosse
Salivação excessiva
Regurgitação de alimentos mal digeridos
Halitose
Murmúrio cervical (deglutição reuidosa)
Emagrecimento
Broncoaspiração, PNM de repetição
12
✖ Divertículos Epifrênicos (ou
supradiafragmático): NÃO tem
muscular! APENAS mucosa e submucosa
✖ Falso divertículo
✖ Esôfago com alteração de contratilidade
✖ Relacionado com acalásia
13
Divertículos por tração:
✖ Divertículos Verdadeiros: tem mucosa,
submucosa e muscular
✖ Secundário a: processos inflamatórios,
infecciosos, neoplásico (cicatrização
fibrótica retrátil crônica)
✖ Tração do esôfago
✖ Geralmente terço médio
✖ Em geral, múltiplos, podem estar associados
a fístula
14
Divertículos:
15
Acalasia
16
Acalasia:
Aperistalse as deglutições
Relaxamento incompleto ou ausente do
esfincter esofágico inferior
Ausência de movimento: acinesia
Aperistalse: ausência de movimento
coordenado. Podem haver contrações
anárquicas.
17
Megaesôfago:
Fase final da acalasia
18
Peristalse
19
20
21
Acalasia:
✖ Disfagia motora de condução, tanto para
sólidos como para líquidos
✖ Inicio insidioso
✖ Meses ou anos de progressão
✖ Idade: 25 a 60 anos, especialmente antes
dos 40 anos
✖ Regurgitação e broncoaspiração de material
não digerido: 1/3 -> tosse ao deitar
✖ Halitose
22
Acalasia:
✖ Causa idiopática
✖ Doença de Chagas: invasão plexo
mioentérico (plexo Auerbach) pelo T. cruzi
causa disfunção e posterior morte dos
interneurônios responsáveis pelo
relaxamento do EEI.
23
Esôfago:
24
Esôfago:
25
Tratamento endoscópio
✖ Dilatação esofágica e
✖ Injeção de toxina botulínica,
✖ São opções temporárias e com resultados
limitados
26
Dilatação:
27
EDA
✖ Pode ser normal nas fases iniciais
✖ Exclui diagnósticos diferenciais, possibilita
biópsia (risco maior de CA)
✖ Estágios mais avançados
○ estase esofágica
○ aumento do calibre e tortuosidade do
esôfago
○ maior resistência à passagem do aparelho
através da cárdia
28
Diagnostico:
29
Classificação
✖ Grau I
✖ Esôfago hipotônico e presença de bolha
gástrica (asterisco).
✖ Grau II
✖ Esôfago dilatado moderadamente e
apresentando ondas terciárias frequentes
(cabeças de setas).
30
Classificação
✖ Grau III
✖ Esôfago dilatado e apresentando aspecto de
“bico de pássaro” da cárdia (seta); as ondas
terciárias estão presentes, porém com menor
frequência.
✖ Grau IV
✖ Dolicomegaesôfago acinético e com aspecto
de “bico de pássaro” da cárdia (seta)
31
32
Manometria
✖ Exame com melhor acurácia diagnóstica para
acalasia.
○ aperistalse esofágica,
○ aumento da pressão de basal
○ relaxamento incompleto ou ausente (EIE)
○ Primeira escolha, uma vez que fornece
informações mais detalhadas, permitindo
a (diferenciação das variantes da doença
e estágios).
33
Cirurgia endoscópica
Miomectomia per oral (POEM)
✖ Mellhor opção terapêutica para o tratamento
da acalasia, independente da etiologia.
✖ Indicada para os pacientes com
megaesôfago Graus I, II e III, e tem a
vantagem de ter
✖ Menores taxas de complicação
✖ Excelentes resultados.
34
35
Tratamento Cirúrgico
✖ Está indicado para pacientes com acalasia
até grau III.
✖ Cirurgia de Heller: miotomia (corte do
músculo do esfíncter inferior do esôfago)
36
37
Doença do
Refluxo
Gastroesofágico
38
DRGE:
✖ Fluxo retrógrado desprovido de esforço
✖ Sintomas ou complicações diretamente
relacionadas a esse refluxo
✖ Aumento da exposição esofágica ao suco
gástrico ou redução do limiar do epitélio
esofágico para lesão e percepção de
sintomas
39
40
DRGE:
✖ Após refluxo, lesão e sintomas
dependem da duração da exposição
e grau de causticidade do suco
gástrico
✖ Duração depende de: peristaltismo,
salivação, presença ou não de
hérnia de hiato. Auxilia: gravidade
✖ Sensibilidade esofágica determina
percepção da DRGE
41
42
DRGE:
✖ Secreção gástrica: mistura de
ácido, bile e enzimas
digestivas (ácido é o mais
importante)
✖ EEI: pressão 10 a 30mmHg
acima da pressão
intragástrica
43
DRGE:
✖ EEI: pressão alterada por:
✖ Pressão intra-abdominal
✖ Distensão gástrica
✖ Peptídeos
✖ Hormônios
✖ Alimentos
✖ Medicamentos
44
DRGE:
✖ Mecanismos fisiológicos de Refluxo:
✖ Relações transitórias do EEI
✖ Baixa pressão do EEI
✖ Relaxamentos do EEI associados a
deglutição
✖ Tensão durante os períodos de baixa
pressão do EEI
45
DRGE:
✖ Mecanismos fisiológicos de Refluxo:
✖ Relações transitórias do EEI
✖ Independem de deglutição, não
acompanhados por inibição
diafragmática, persistem por mais
períodos de tempo (comparado ao
estimulado pela deglutição)
✖ Estimulado pela distensão do estômago
proximal
46
DRGE:
✖ Mecanismos fisiológicos de Refluxo:
✖ Baixa pressão do EEI
✖ Hipotensão EEI em associação a
aumento abrupto da pressão
intra-abdominal ou;
✖ Refluxo livre: não há aumento da
pressão intra-abdominal
47
DRGE:
✖ Depuração ácida:
✖ Tempo em que o esôfago permanece com
pH<4.
✖ Identificam pacientes que se beneficiam
de supressão ácida
✖ Relacionado a disfunção de esvaziamento
via peristalse e depuração salivar
prejudicada
✖ Hérnia de hiato
48
DRGE:
✖ Fatores ambientais
✖ Tabagismo (ativo ou passivo)
✖ Refeições volumosas e calóricas
✖ Alimentos: chocolate, refrigerante, chá
49
DRGE:
✖ Sintomas extra esofágicos
✖ Laringite
✖ Faringite
✖ Asma e tosse
✖ Erosão dentária
✖ Perda ponderal, hipodensenvolvimento
✖ Diagnóstico diferencial: intolerância
alimentar
50
DRGE:
✖ Sintomas esofágicos
✖ Queimação retroesternal
✖ Regurgitação
✖ Dor torácica
✖ Lesões
✖ Esofagite de refluxo
✖ Estenoses
✖ Esôfago de Barret
51
52
53
54
Esôfago de Barret
✖ Mudança nas células do revestimento da
porção inferior do esôfago, com
transformação do epitélio escamoso normal
do esôfago para epitélio colunar (típico do
estômago e do intestino), chamada
metaplasia intestinal.
✖ Metaplasia intestinal-> displasia baixo grau->
displasia alto grau-> adenocarcinoma
✖ Cerca de 10% pacientes com DRGE
55
56
Esôfago de Barret
57
Hérnia de Hiato
✖ Parte do estômago se projeta para dentro do
tórax
✖ Predispõe à DRGE
58
59
Mecanismo de sensibilidade
Terminações nervosas sensíveis ao ácido na
submucosa: o refluído tem que cruzar a
barreira mucosa para perceber sintomas
Microscopia: espaços intercelulares dilatados
60
Mecanismo de sensibilidade
Estresse exacerba sintomas de DRGE
Neurotransmissores envolvidos: Opioides
endógenos, endocanabinóides e serotonina
Ansiedade, depressão e DRGE: baixa
qualidade de vida com mesmo parâmetro de
refluxo
61
62
Esofagite
eosinofílica
63
Esofagite eosinofílica
✖ Doença crônica mediada pelo sistema
imunitário do esôfago resultando em
inflamação predominante de eosinófilos no
esôfago;
✖ pode causar sintomas semelhantes a
refluxo, disfagia e impactação alimentar
64
Esofagite eosinofílica
✖ Doença crônica mediada pelo sistema
imunitário do esôfago resultando em
inflamação predominante de eosinófilos no
esôfago;
✖ pode causar sintomas semelhantes a refluxo,
disfagia e impactação alimentar
✖ O diagnóstico requer uma endoscopia com
biópsia mostrando infiltração eosinofílica (≥ 15
eosinófilos/campo de alta potência)
65
66
✖ Dieta de suspensão de 6 alimentos:
■ Leite, ovo, soja, trigo,
amendoim/nozes, peixe/marisco
67
Obrigada!
Dúvidas?
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Disturbios primarios esofago e DRGE.pptx

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    Conteúdo das aulas: DistúrbiosPrimários Esôfago + DRGE: 09/11 Esofagite Infecciosa + Neoplasias Gástricas 30/11 Sintomas esofagianos + Varizes esofagianas 14/12 Pancreatite 18/01 Insuficiência hepática 25/01 Doença Inflamatória Intestinal 24/02 PBL 4 abertura 08/02 e fechamento 01/03 1
  • 2.
  • 3.
    Esôfago: ✖ Primeira porçãodo tubo digestivo (C6-T11) ✖ Tubo muscular +- 25 cm de comprimento ✖ Diâmetro médio de 2 cm ✖ Conduz alimento da faringe para o estômago ✖ Mucosa com numerosas pregas longitudinais e sulcos intermediários 3
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    Divertículos por pulsão: ✖Divertículo de Zenker Disfagia Tosse Salivação excessiva Regurgitação de alimentos mal digeridos Halitose Murmúrio cervical (deglutição reuidosa) Emagrecimento Broncoaspiração, PNM de repetição 12
  • 13.
    ✖ Divertículos Epifrênicos(ou supradiafragmático): NÃO tem muscular! APENAS mucosa e submucosa ✖ Falso divertículo ✖ Esôfago com alteração de contratilidade ✖ Relacionado com acalásia 13
  • 14.
    Divertículos por tração: ✖Divertículos Verdadeiros: tem mucosa, submucosa e muscular ✖ Secundário a: processos inflamatórios, infecciosos, neoplásico (cicatrização fibrótica retrátil crônica) ✖ Tração do esôfago ✖ Geralmente terço médio ✖ Em geral, múltiplos, podem estar associados a fístula 14
  • 15.
  • 16.
  • 17.
    Acalasia: Aperistalse as deglutições Relaxamentoincompleto ou ausente do esfincter esofágico inferior Ausência de movimento: acinesia Aperistalse: ausência de movimento coordenado. Podem haver contrações anárquicas. 17
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
    Acalasia: ✖ Disfagia motorade condução, tanto para sólidos como para líquidos ✖ Inicio insidioso ✖ Meses ou anos de progressão ✖ Idade: 25 a 60 anos, especialmente antes dos 40 anos ✖ Regurgitação e broncoaspiração de material não digerido: 1/3 -> tosse ao deitar ✖ Halitose 22
  • 23.
    Acalasia: ✖ Causa idiopática ✖Doença de Chagas: invasão plexo mioentérico (plexo Auerbach) pelo T. cruzi causa disfunção e posterior morte dos interneurônios responsáveis pelo relaxamento do EEI. 23
  • 24.
  • 25.
  • 26.
    Tratamento endoscópio ✖ Dilataçãoesofágica e ✖ Injeção de toxina botulínica, ✖ São opções temporárias e com resultados limitados 26
  • 27.
  • 28.
    EDA ✖ Pode sernormal nas fases iniciais ✖ Exclui diagnósticos diferenciais, possibilita biópsia (risco maior de CA) ✖ Estágios mais avançados ○ estase esofágica ○ aumento do calibre e tortuosidade do esôfago ○ maior resistência à passagem do aparelho através da cárdia 28
  • 29.
  • 30.
    Classificação ✖ Grau I ✖Esôfago hipotônico e presença de bolha gástrica (asterisco). ✖ Grau II ✖ Esôfago dilatado moderadamente e apresentando ondas terciárias frequentes (cabeças de setas). 30
  • 31.
    Classificação ✖ Grau III ✖Esôfago dilatado e apresentando aspecto de “bico de pássaro” da cárdia (seta); as ondas terciárias estão presentes, porém com menor frequência. ✖ Grau IV ✖ Dolicomegaesôfago acinético e com aspecto de “bico de pássaro” da cárdia (seta) 31
  • 32.
  • 33.
    Manometria ✖ Exame commelhor acurácia diagnóstica para acalasia. ○ aperistalse esofágica, ○ aumento da pressão de basal ○ relaxamento incompleto ou ausente (EIE) ○ Primeira escolha, uma vez que fornece informações mais detalhadas, permitindo a (diferenciação das variantes da doença e estágios). 33
  • 34.
    Cirurgia endoscópica Miomectomia peroral (POEM) ✖ Mellhor opção terapêutica para o tratamento da acalasia, independente da etiologia. ✖ Indicada para os pacientes com megaesôfago Graus I, II e III, e tem a vantagem de ter ✖ Menores taxas de complicação ✖ Excelentes resultados. 34
  • 35.
  • 36.
    Tratamento Cirúrgico ✖ Estáindicado para pacientes com acalasia até grau III. ✖ Cirurgia de Heller: miotomia (corte do músculo do esfíncter inferior do esôfago) 36
  • 37.
  • 38.
  • 39.
    DRGE: ✖ Fluxo retrógradodesprovido de esforço ✖ Sintomas ou complicações diretamente relacionadas a esse refluxo ✖ Aumento da exposição esofágica ao suco gástrico ou redução do limiar do epitélio esofágico para lesão e percepção de sintomas 39
  • 40.
  • 41.
    DRGE: ✖ Após refluxo,lesão e sintomas dependem da duração da exposição e grau de causticidade do suco gástrico ✖ Duração depende de: peristaltismo, salivação, presença ou não de hérnia de hiato. Auxilia: gravidade ✖ Sensibilidade esofágica determina percepção da DRGE 41
  • 42.
  • 43.
    DRGE: ✖ Secreção gástrica:mistura de ácido, bile e enzimas digestivas (ácido é o mais importante) ✖ EEI: pressão 10 a 30mmHg acima da pressão intragástrica 43
  • 44.
    DRGE: ✖ EEI: pressãoalterada por: ✖ Pressão intra-abdominal ✖ Distensão gástrica ✖ Peptídeos ✖ Hormônios ✖ Alimentos ✖ Medicamentos 44
  • 45.
    DRGE: ✖ Mecanismos fisiológicosde Refluxo: ✖ Relações transitórias do EEI ✖ Baixa pressão do EEI ✖ Relaxamentos do EEI associados a deglutição ✖ Tensão durante os períodos de baixa pressão do EEI 45
  • 46.
    DRGE: ✖ Mecanismos fisiológicosde Refluxo: ✖ Relações transitórias do EEI ✖ Independem de deglutição, não acompanhados por inibição diafragmática, persistem por mais períodos de tempo (comparado ao estimulado pela deglutição) ✖ Estimulado pela distensão do estômago proximal 46
  • 47.
    DRGE: ✖ Mecanismos fisiológicosde Refluxo: ✖ Baixa pressão do EEI ✖ Hipotensão EEI em associação a aumento abrupto da pressão intra-abdominal ou; ✖ Refluxo livre: não há aumento da pressão intra-abdominal 47
  • 48.
    DRGE: ✖ Depuração ácida: ✖Tempo em que o esôfago permanece com pH<4. ✖ Identificam pacientes que se beneficiam de supressão ácida ✖ Relacionado a disfunção de esvaziamento via peristalse e depuração salivar prejudicada ✖ Hérnia de hiato 48
  • 49.
    DRGE: ✖ Fatores ambientais ✖Tabagismo (ativo ou passivo) ✖ Refeições volumosas e calóricas ✖ Alimentos: chocolate, refrigerante, chá 49
  • 50.
    DRGE: ✖ Sintomas extraesofágicos ✖ Laringite ✖ Faringite ✖ Asma e tosse ✖ Erosão dentária ✖ Perda ponderal, hipodensenvolvimento ✖ Diagnóstico diferencial: intolerância alimentar 50
  • 51.
    DRGE: ✖ Sintomas esofágicos ✖Queimação retroesternal ✖ Regurgitação ✖ Dor torácica ✖ Lesões ✖ Esofagite de refluxo ✖ Estenoses ✖ Esôfago de Barret 51
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  • 54.
  • 55.
    Esôfago de Barret ✖Mudança nas células do revestimento da porção inferior do esôfago, com transformação do epitélio escamoso normal do esôfago para epitélio colunar (típico do estômago e do intestino), chamada metaplasia intestinal. ✖ Metaplasia intestinal-> displasia baixo grau-> displasia alto grau-> adenocarcinoma ✖ Cerca de 10% pacientes com DRGE 55
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  • 57.
  • 58.
    Hérnia de Hiato ✖Parte do estômago se projeta para dentro do tórax ✖ Predispõe à DRGE 58
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  • 60.
    Mecanismo de sensibilidade Terminaçõesnervosas sensíveis ao ácido na submucosa: o refluído tem que cruzar a barreira mucosa para perceber sintomas Microscopia: espaços intercelulares dilatados 60
  • 61.
    Mecanismo de sensibilidade Estresseexacerba sintomas de DRGE Neurotransmissores envolvidos: Opioides endógenos, endocanabinóides e serotonina Ansiedade, depressão e DRGE: baixa qualidade de vida com mesmo parâmetro de refluxo 61
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  • 64.
    Esofagite eosinofílica ✖ Doençacrônica mediada pelo sistema imunitário do esôfago resultando em inflamação predominante de eosinófilos no esôfago; ✖ pode causar sintomas semelhantes a refluxo, disfagia e impactação alimentar 64
  • 65.
    Esofagite eosinofílica ✖ Doençacrônica mediada pelo sistema imunitário do esôfago resultando em inflamação predominante de eosinófilos no esôfago; ✖ pode causar sintomas semelhantes a refluxo, disfagia e impactação alimentar ✖ O diagnóstico requer uma endoscopia com biópsia mostrando infiltração eosinofílica (≥ 15 eosinófilos/campo de alta potência) 65
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  • 67.
    ✖ Dieta desuspensão de 6 alimentos: ■ Leite, ovo, soja, trigo, amendoim/nozes, peixe/marisco 67
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