A DINÂMICA INTERNA DA TERRA
ESTRUTURA
INTERNA
DA TERRA
TEORIA DA DERIVA DOS
   CONTINENTES
• Defendida pelo geofísico alemão Alfred
  Wegener, em 1912.
• Havia originalmente uma única massa
  continental, a Pangéia, cercada pelo um único
  oceano, o Pantalassa.
• Na era Mesozóica teria começado a
  fragmentação.
• Formou-se dois continentes:Laurásia, ao norte e
  Gondwana, ao sul. A partir daí foram se
  sucedendo até a configuração atual.
• Wegener não definiu as causas. Sugeriu o
  movimento de rotação da Terra e as marés.
• As maiores evidências eram as identidades
  geológicas e de vida animal e vegetal entre os
  continentes.
• Na comunidade científica da época poucos
  davam créditos às idéias de Wegener, acabando
  esquecida durante anos, voltando a ser
  considerada com o passar dos anos com os
  avanços tecnológicos
GEOGRÁFICAS: AS LINHAS DA COSTA DE ALGUNS
  CONTINENTES ENCAIXAM PERFEITAMENTE.
PALEONTOLÓGICAS: FÓSSEIS DE GLOSSOPTERIS
CLIMÁTICAS: EVIDÊNCIAS DE
        GLACIAÇÕES
A RESPOSTA PARA A DERIVA

• Durante a década de 60, geólogos americanos
  encontraram uma resposta para a causa da deriva.
  A respostas estava no fundo dos oceanos.
• Pois as rochas situadas no centro do assoalho
  submarino são mais recentes do que as das bordas,
  chegou a conclusão de que verdadeiras “esteiras
  rolantes” submarinas são responsáveis pelo
  movimento das placas tectônicas.
• Ao longo das grandes cordilheiras
  submarinas(dorsais oceânicas), abrem-se fendas pôr
  onde passa o material magmático, que após se
  resfriar forma uma nova crosta, provocando a
  expansão do fundo do mar.
TECTONICA DE PLACAS
TEORIA DA TECTONICA DE
         PLACAS
• Resultado da teoria de Wegener e da descoberta
  da expansão do fundo do mar.
• A crosta terrestre esta dividida em placas
  de espessura média de 150 km QUE
  FLUTUAM SOBRE UM
  SUBSTRATO PASTOSO: a astenosfera
  e sobre o magma.
• É justamente na região de encontro entre uma
  placa e outra que ocorrem fenômenos e as
  conseqüentes modificações na crosta terrestre.
• Estas regiões estão sujeitas a vulcanismo e
  terremotos
• As áreas mais estáveis localizam-se no interior
  das placas.
• Estes encontros não acontecem da mesma
  forma.
PRINCIPAIS PLACAS
           TECTONICAS
•   Americana
•   Pacífico
•   Antártica
•   Indo-australiana
•   Euro-asiática
•   Africana
ÁREAS DE ENCONTRO DAS
         PLACAS
CONVERGENTE: Convergência e Zona de
 subducção. Colisão e soerguimento

DIVERGENTE: Afastamento, limites divergentes
ou cristas em expansão

TRANSFORMANTE: Deslizamento ou limites
 transformantes
MOVIMENTO CONVERGENTES


1. oceânica - continental



2. oceânica - oceânica



3. continental - continental


  diferença de densidade
1. oceânica - continental




COMO EXEMPLO DE PLACAS COM ESSE TIPO DE MOVIMENTO
É PLCA DE NAZCA COM A SUL-AMERICANA.
2. oceânica - oceânica




COMO EXEMPLO DE PLACAS COM ESSE MOVIMENTO PODE
SER CITADA A DO JAPÃO COM A DO PACÍFICO
3. continental-continental
        continental-




COMO EXEMPLO DE PLACAS COM ESSE MOVIMENTO,
PODE SER CITADA A INDIANA COM A EURO-ASIÁTICA.
CONSEQÜÊNCIAS DO
    MOVIMENTO CONVERGENTE
•   Colisão entre placas (contato destrutivo);
•   Subducção de placas;
•   Formação de fossas oceânicas;
•   Formação de ilhas;
•   Formação de montanhas continentais;
•   Atividades sísmicas;
•   Vulcanismo;
•   Maremotos (tsunamis).
GERALMENTE A
CROSTA OCEÂNICA
FUNDE-SE NO
MANTO E MUITAS
VEZES ESTAS
ROCHAS FUNDIDAS
ABREM CAMINHO
ATÉ A SUPERFÍCIE
E FORMAM
VULCÕES.
AS MONTANHAS TÊM ORIGEM
COMO   CONSEQÜÊNCIA    DO
MOVIMENTO CONVERGENTE.
          CONVERGENTE.
MOVIMENTO DIVERGENTE
Caracteriza por ser um movimento de separação entre as placas.




 1-Fossa tectônica ou “rift valley”.
                      “rift valley”.
MOVIMENTO DIVERGENTE
                                Dorsal oceânica (também chamada
                                dorsal submarina ou dorsal meso-
                                oceânica) é o nome dado a grandes
                                cadeias de montanhas submersas no
                                oceano, que se originam do
                                afastamento das placas tectônicas. O
                                surgimento das placas e seu
                                conseqüente afastamento são devidos
                                às correntes convectivas de magma
                                divergentes no manto. As dorsais
                                submarinas dos oceanos estão
                                conectadas, formando a maior cadeia
                                de montanhas do mundo, com cerca
                                de 60.000 km de extensão.
2-Dorsal oceânica ou montanha
submarina
LIMITES DIVERGENTES
         Dorsais oceânicas ou “montanhas submarinas”




                           Dorsal Meso Atlântica
Dorsal do Leste-Pacífico                           Dorsal do Sudeste Indiano
Formação de oceano pela atividade das dorsais
Junção Tríplice no
Oriente Médio




         Rift Valley
O “Rift Valley” ou Vale da Grande Fenda é
uma depressão de 6.000 quilômetros de
extensão que rasga o Quênia e boa parte da
África... (Burundi, Etiópia, Malauí, Quênia,
Uganda...)
CONSEQÜÊNCIAS DO
   MOVIMENTO DIVERGENTE
• Afastamento de placas (contato construtivo –
  aumento o assoalho oceânico)
• Formação dos dorsais oceânicos (zona de
  agregação);
• Formação de rift valley (vale de afundamento);
• Formação de ilhas;
• Atividades sísmicas;
• vulcanismo.
LIMITE TRANSFORMANTE

• As placas tectônicas deslizam e roçam uma pela
  outra, não havendo geralmente nem destruição
  nem criação de crosta. A maior parte dos limites
  transformantes ocorre nos fundos oceânicos onde
  provocam o movimento lateral de cristas ativas,
  dando a estas um aspecto ziguezagueante. No
  entanto, os limites transformantes mais
  conhecidos situam-se em terra, sendo o
  exemplo mais famoso a falha de Santo André,
  que materializa o limite entre a placa do
  Pacífico e a placa Norte-americana.
LIMITE TRANSFORMANTE
CONSEQÜÊNCIAS DO MOVIMENTO
        TRANSFORMANTE:
        TRANSFORMANTE:

• Deslizamentos naturais (contato
  conservativo);
• Deformação do relevo de contato;
• Formação de falhas;
• Atividades sísmicas
A ZONA DE FRATURA DE SANTO ANDRÉ TEM CERCA DE 1 300KM DE
COMPRIMENTO E, EM ALGUNS LUGARES, DEZENAS DE QUILÔMETROS DE
LARGURA, AFETANDO APROXIMADAMENTE DOIS TERÇOS DA EXTENSÃO DA
CALIFÓRNIA. ESTA FALHA TRANSFORMANTE CONSTITUI UMA FRONTEIRA DE
PLACAS, ONDE, DESDE HÁ 10 MILHÕES DE ANOS, AS PLACAS PACÍFICA E
NORTE-AMERICANA DESLIZAM HORIZONTALMENTE UMA PELA OUTRA À
RAZÃO DE CERCA DE 5CM/ANO.
POSIÇÃO DOS CONTINENTES DAQUI A 150
      MILHÕES DE ANOS. SERÁ?
Áreas de encontro das placas

• Conseqüências: vulcanismo, terremotos e
  orogênese.
TERREMOTOS
• Uma das manifestações mais temidas e
  destruidoras dos movimentos da crosta terrestre.
• Ocorrem quando as forças tectônicas atuam
  prolongadamente em áreas de rochas duras, elas
  provocam fraturas ou o deslocamento de
  camadas.Seu ma das camadas se mover
  horizontalmente ou verticalmente, serão
  produzidas ondas vibratórias que se espalham em
  várias direções, causando um terremoto.
• Portanto, o terremoto é produzido pôr
  acomodações geológicas de camadas internas da
  crosta ou pela movimentações das placas.
• Em limites transformantes, onde não há
  convergência nem divergência de placas. Podemos
  citar como exemplo a falha de San Andreas , na
  Califórnia, EUA e a falha da Anatólia, na Turquia.
•O ponto onde o terremoto se origina recebe o nome
de Centro ou Foco.
•O ponto da superfície terrestre diretamente acima
do centro é o Epicentro, onde o terremoto é sentido
com maior intensidade.
PROPAGAÇÃO DE ONDAS
TIPOS DE ONDAS




Ondas P (primarias)    Ondas S (secundarias)      Ondas superficiais

São as mais rápidas.
São     tipo  ondas    São mais lentas. De tipo
longitudinal,     as   de transversal, a          Quando as ondas P e
rochas vibram no       vibração das partículas    S chegam na
sentido avançado da    é perpendicular ao         superfície originam
onda.                  avanço da onda.            ondas na terra.
Os terremotos são classificados principalmente
pela escala de Richter, fórmula matemática que
determina a largura das ondas.

De forma geral, terremotos com magnitudes de
3.5 ou menos são raramente percebidos; de 3.5
a 6.0 são sentidos e causam poucos danos;
entre 6.1 e 6.9, podem ser destrutivos e causar
danos em um raio de cem quilômetros do
epicentro; entre 7.0 e 7.9, causam danos sérios
em áreas maiores; e de 8 em diante são
destrutivos por um raio de centenas de
quilômetros.
“SÃO PAULO É ATINGIDA, EM
           22/04/2008,POR TREMOR DE 5,2 GRAUS
                   NA ESCALA RICHTER”
O epicentro do
terremoto ocorreu
a cerca de 215
km de São
Vicente, no litoral
sul de São Paulo
e atingiu 5,2
graus na escala
Richter. O tremor
ocorreu a
aproximadamente
10 km de
profundidade
VULCANISMO
• Chamamos de vulcanismo os fatos e
  fenômenos geográficos relacionados com as
  atividades vulcânicas, através dos quais o
  magma do interior da Terra chega até a
  superfície.
FASES DE EVOLUÇÃO DE UM VULCÃO




Há medida que vão ocorrendo as erupções vulcânicas os materiais emitidos
  pelos vulcões vão-se acumulando em torno da abertura pela qual foram
expelidos o que faz com que o cone vulcânico vá adquirindo dimensões cada
                               vez maiores
Mistura de materiais
  rochosos no estado de       Magma que surge à
 fusão que se encontram       superfície terrestre
   no interior da Terra




                            Menos rica em gases – ao
É muito rico em gases e à     arrefecer solidifica
 medida que ascende vai        formando rochas
 perdendo esses mesmos
          gases
Erupções que ocorrem à              Erupções que ocorrem nos
      superfície                   fundos marinhos. Se o cone
                                  vulcânico atingir a superfície
                                       formam-se as ilhas
                                           vulcânicas
                                     Ex: Açores e Madeira




 Vulcão dos Capelinhos - Açores
Erupções
submarinas
Erupções
subaéreas
VULCANISMO(GÊISERES)
      Um Gêiser é uma nascente termal que
      entra em erupção periodicamente,
      lançando uma coluna de água quente e
      vapor para o ar.
      A formação de gêiseres requer uma
      hidrogeologia favorável, o que existe
      apenas em poucos locais na Terra; logo
      são fenômenos razoavelmente raros.
      Existem cerca de mil em todo o mundo,
      e metade destes no Parque Nacional de
      Yellowstone nos Estados Unidos.
O CÍRCULO DE FOGO

• A maior parte dos vulcões se localiza ao
  longo ou próximo do limite de placas
  tectônicas.São os chamados vulcões de
  limite de placas. Porém alguns deles
  localizam-se no interior de uma placa,
  sendo pôr isto chamados de vulcões
  intraplacas, cujo exemplo mais conhecido é
  o arquipélago havaiano, situado no interior
  da placa do Pacífico.
• Esta área estende-se pelos oceanos pacífico
  e Atlântico e pelo mar Mediterrâneo.
• Temos vulcões tanto nos limites de
  divergência , como nos de convergência.
• Nos limites divergência, geralmente nos
  fundo do mar, ocorrem quase 80% das
  manifestações vulcânicas da Terra.
VULCANISMO
         (FONTES TERMAIS)
CALDAS NOVAS - GO
• As fontes termais são nascentes comuns, a não ser por
  sua água morna ou, em alguns lugares, quente. Muitas
  fontes termais ocorrem em regiões de atividade
  vulcânica recente e são alimentadas por água aquecida
  por contato com rochas quentes abaixo da superfície.
  Há rochas quentes mesmo onde não tenha havido
  qualquer atividade vulcânica recente, pois a
  temperatura aumenta à medida que aumenta a
  profundidade. Assim, se a água se infiltrar no solo até
  grandes profundidades, é possível que, ao brotar numa
  fonte, ela ainda mantenha temperatura elevada,
  principalmente se a subida do aqüífero até a superfície
  for rápida, sem que haja tempo para que a água esfrie.
  Fontes termais podem coexistir até com temperaturas
  extremamente frias, como as da Groenlândia.

Dinamica interna

  • 1.
  • 2.
  • 7.
    TEORIA DA DERIVADOS CONTINENTES
  • 9.
    • Defendida pelogeofísico alemão Alfred Wegener, em 1912. • Havia originalmente uma única massa continental, a Pangéia, cercada pelo um único oceano, o Pantalassa. • Na era Mesozóica teria começado a fragmentação. • Formou-se dois continentes:Laurásia, ao norte e Gondwana, ao sul. A partir daí foram se sucedendo até a configuração atual.
  • 10.
    • Wegener nãodefiniu as causas. Sugeriu o movimento de rotação da Terra e as marés. • As maiores evidências eram as identidades geológicas e de vida animal e vegetal entre os continentes. • Na comunidade científica da época poucos davam créditos às idéias de Wegener, acabando esquecida durante anos, voltando a ser considerada com o passar dos anos com os avanços tecnológicos
  • 12.
    GEOGRÁFICAS: AS LINHASDA COSTA DE ALGUNS CONTINENTES ENCAIXAM PERFEITAMENTE.
  • 13.
  • 14.
  • 16.
    A RESPOSTA PARAA DERIVA • Durante a década de 60, geólogos americanos encontraram uma resposta para a causa da deriva. A respostas estava no fundo dos oceanos. • Pois as rochas situadas no centro do assoalho submarino são mais recentes do que as das bordas, chegou a conclusão de que verdadeiras “esteiras rolantes” submarinas são responsáveis pelo movimento das placas tectônicas. • Ao longo das grandes cordilheiras submarinas(dorsais oceânicas), abrem-se fendas pôr onde passa o material magmático, que após se resfriar forma uma nova crosta, provocando a expansão do fundo do mar.
  • 17.
  • 19.
    TEORIA DA TECTONICADE PLACAS • Resultado da teoria de Wegener e da descoberta da expansão do fundo do mar. • A crosta terrestre esta dividida em placas de espessura média de 150 km QUE FLUTUAM SOBRE UM SUBSTRATO PASTOSO: a astenosfera e sobre o magma.
  • 22.
    • É justamentena região de encontro entre uma placa e outra que ocorrem fenômenos e as conseqüentes modificações na crosta terrestre. • Estas regiões estão sujeitas a vulcanismo e terremotos • As áreas mais estáveis localizam-se no interior das placas. • Estes encontros não acontecem da mesma forma.
  • 24.
    PRINCIPAIS PLACAS TECTONICAS • Americana • Pacífico • Antártica • Indo-australiana • Euro-asiática • Africana
  • 26.
    ÁREAS DE ENCONTRODAS PLACAS CONVERGENTE: Convergência e Zona de subducção. Colisão e soerguimento DIVERGENTE: Afastamento, limites divergentes ou cristas em expansão TRANSFORMANTE: Deslizamento ou limites transformantes
  • 28.
    MOVIMENTO CONVERGENTES 1. oceânica- continental 2. oceânica - oceânica 3. continental - continental diferença de densidade
  • 29.
    1. oceânica -continental COMO EXEMPLO DE PLACAS COM ESSE TIPO DE MOVIMENTO É PLCA DE NAZCA COM A SUL-AMERICANA.
  • 30.
    2. oceânica -oceânica COMO EXEMPLO DE PLACAS COM ESSE MOVIMENTO PODE SER CITADA A DO JAPÃO COM A DO PACÍFICO
  • 31.
    3. continental-continental continental- COMO EXEMPLO DE PLACAS COM ESSE MOVIMENTO, PODE SER CITADA A INDIANA COM A EURO-ASIÁTICA.
  • 32.
    CONSEQÜÊNCIAS DO MOVIMENTO CONVERGENTE • Colisão entre placas (contato destrutivo); • Subducção de placas; • Formação de fossas oceânicas; • Formação de ilhas; • Formação de montanhas continentais; • Atividades sísmicas; • Vulcanismo; • Maremotos (tsunamis).
  • 33.
    GERALMENTE A CROSTA OCEÂNICA FUNDE-SENO MANTO E MUITAS VEZES ESTAS ROCHAS FUNDIDAS ABREM CAMINHO ATÉ A SUPERFÍCIE E FORMAM VULCÕES.
  • 34.
    AS MONTANHAS TÊMORIGEM COMO CONSEQÜÊNCIA DO MOVIMENTO CONVERGENTE. CONVERGENTE.
  • 35.
    MOVIMENTO DIVERGENTE Caracteriza porser um movimento de separação entre as placas. 1-Fossa tectônica ou “rift valley”. “rift valley”.
  • 36.
    MOVIMENTO DIVERGENTE Dorsal oceânica (também chamada dorsal submarina ou dorsal meso- oceânica) é o nome dado a grandes cadeias de montanhas submersas no oceano, que se originam do afastamento das placas tectônicas. O surgimento das placas e seu conseqüente afastamento são devidos às correntes convectivas de magma divergentes no manto. As dorsais submarinas dos oceanos estão conectadas, formando a maior cadeia de montanhas do mundo, com cerca de 60.000 km de extensão. 2-Dorsal oceânica ou montanha submarina
  • 37.
    LIMITES DIVERGENTES Dorsais oceânicas ou “montanhas submarinas” Dorsal Meso Atlântica Dorsal do Leste-Pacífico Dorsal do Sudeste Indiano
  • 38.
    Formação de oceanopela atividade das dorsais
  • 39.
  • 40.
    O “Rift Valley”ou Vale da Grande Fenda é uma depressão de 6.000 quilômetros de extensão que rasga o Quênia e boa parte da África... (Burundi, Etiópia, Malauí, Quênia, Uganda...)
  • 41.
    CONSEQÜÊNCIAS DO MOVIMENTO DIVERGENTE • Afastamento de placas (contato construtivo – aumento o assoalho oceânico) • Formação dos dorsais oceânicos (zona de agregação); • Formação de rift valley (vale de afundamento); • Formação de ilhas; • Atividades sísmicas; • vulcanismo.
  • 43.
    LIMITE TRANSFORMANTE • Asplacas tectônicas deslizam e roçam uma pela outra, não havendo geralmente nem destruição nem criação de crosta. A maior parte dos limites transformantes ocorre nos fundos oceânicos onde provocam o movimento lateral de cristas ativas, dando a estas um aspecto ziguezagueante. No entanto, os limites transformantes mais conhecidos situam-se em terra, sendo o exemplo mais famoso a falha de Santo André, que materializa o limite entre a placa do Pacífico e a placa Norte-americana.
  • 44.
  • 45.
    CONSEQÜÊNCIAS DO MOVIMENTO TRANSFORMANTE: TRANSFORMANTE: • Deslizamentos naturais (contato conservativo); • Deformação do relevo de contato; • Formação de falhas; • Atividades sísmicas
  • 46.
    A ZONA DEFRATURA DE SANTO ANDRÉ TEM CERCA DE 1 300KM DE COMPRIMENTO E, EM ALGUNS LUGARES, DEZENAS DE QUILÔMETROS DE LARGURA, AFETANDO APROXIMADAMENTE DOIS TERÇOS DA EXTENSÃO DA CALIFÓRNIA. ESTA FALHA TRANSFORMANTE CONSTITUI UMA FRONTEIRA DE PLACAS, ONDE, DESDE HÁ 10 MILHÕES DE ANOS, AS PLACAS PACÍFICA E NORTE-AMERICANA DESLIZAM HORIZONTALMENTE UMA PELA OUTRA À RAZÃO DE CERCA DE 5CM/ANO.
  • 47.
    POSIÇÃO DOS CONTINENTESDAQUI A 150 MILHÕES DE ANOS. SERÁ?
  • 48.
    Áreas de encontrodas placas • Conseqüências: vulcanismo, terremotos e orogênese.
  • 51.
  • 52.
    • Uma dasmanifestações mais temidas e destruidoras dos movimentos da crosta terrestre. • Ocorrem quando as forças tectônicas atuam prolongadamente em áreas de rochas duras, elas provocam fraturas ou o deslocamento de camadas.Seu ma das camadas se mover horizontalmente ou verticalmente, serão produzidas ondas vibratórias que se espalham em várias direções, causando um terremoto.
  • 53.
    • Portanto, oterremoto é produzido pôr acomodações geológicas de camadas internas da crosta ou pela movimentações das placas. • Em limites transformantes, onde não há convergência nem divergência de placas. Podemos citar como exemplo a falha de San Andreas , na Califórnia, EUA e a falha da Anatólia, na Turquia.
  • 54.
    •O ponto ondeo terremoto se origina recebe o nome de Centro ou Foco. •O ponto da superfície terrestre diretamente acima do centro é o Epicentro, onde o terremoto é sentido com maior intensidade.
  • 55.
  • 56.
    TIPOS DE ONDAS OndasP (primarias) Ondas S (secundarias) Ondas superficiais São as mais rápidas. São tipo ondas São mais lentas. De tipo longitudinal, as de transversal, a Quando as ondas P e rochas vibram no vibração das partículas S chegam na sentido avançado da é perpendicular ao superfície originam onda. avanço da onda. ondas na terra.
  • 57.
    Os terremotos sãoclassificados principalmente pela escala de Richter, fórmula matemática que determina a largura das ondas. De forma geral, terremotos com magnitudes de 3.5 ou menos são raramente percebidos; de 3.5 a 6.0 são sentidos e causam poucos danos; entre 6.1 e 6.9, podem ser destrutivos e causar danos em um raio de cem quilômetros do epicentro; entre 7.0 e 7.9, causam danos sérios em áreas maiores; e de 8 em diante são destrutivos por um raio de centenas de quilômetros.
  • 58.
    “SÃO PAULO ÉATINGIDA, EM 22/04/2008,POR TREMOR DE 5,2 GRAUS NA ESCALA RICHTER” O epicentro do terremoto ocorreu a cerca de 215 km de São Vicente, no litoral sul de São Paulo e atingiu 5,2 graus na escala Richter. O tremor ocorreu a aproximadamente 10 km de profundidade
  • 59.
  • 60.
    • Chamamos devulcanismo os fatos e fenômenos geográficos relacionados com as atividades vulcânicas, através dos quais o magma do interior da Terra chega até a superfície.
  • 62.
    FASES DE EVOLUÇÃODE UM VULCÃO Há medida que vão ocorrendo as erupções vulcânicas os materiais emitidos pelos vulcões vão-se acumulando em torno da abertura pela qual foram expelidos o que faz com que o cone vulcânico vá adquirindo dimensões cada vez maiores
  • 63.
    Mistura de materiais rochosos no estado de Magma que surge à fusão que se encontram superfície terrestre no interior da Terra Menos rica em gases – ao É muito rico em gases e à arrefecer solidifica medida que ascende vai formando rochas perdendo esses mesmos gases
  • 64.
    Erupções que ocorremà Erupções que ocorrem nos superfície fundos marinhos. Se o cone vulcânico atingir a superfície formam-se as ilhas vulcânicas Ex: Açores e Madeira Vulcão dos Capelinhos - Açores
  • 65.
  • 66.
  • 67.
    VULCANISMO(GÊISERES) Um Gêiser é uma nascente termal que entra em erupção periodicamente, lançando uma coluna de água quente e vapor para o ar. A formação de gêiseres requer uma hidrogeologia favorável, o que existe apenas em poucos locais na Terra; logo são fenômenos razoavelmente raros. Existem cerca de mil em todo o mundo, e metade destes no Parque Nacional de Yellowstone nos Estados Unidos.
  • 68.
    O CÍRCULO DEFOGO • A maior parte dos vulcões se localiza ao longo ou próximo do limite de placas tectônicas.São os chamados vulcões de limite de placas. Porém alguns deles localizam-se no interior de uma placa, sendo pôr isto chamados de vulcões intraplacas, cujo exemplo mais conhecido é o arquipélago havaiano, situado no interior da placa do Pacífico.
  • 69.
    • Esta áreaestende-se pelos oceanos pacífico e Atlântico e pelo mar Mediterrâneo. • Temos vulcões tanto nos limites de divergência , como nos de convergência. • Nos limites divergência, geralmente nos fundo do mar, ocorrem quase 80% das manifestações vulcânicas da Terra.
  • 71.
    VULCANISMO (FONTES TERMAIS) CALDAS NOVAS - GO
  • 72.
    • As fontestermais são nascentes comuns, a não ser por sua água morna ou, em alguns lugares, quente. Muitas fontes termais ocorrem em regiões de atividade vulcânica recente e são alimentadas por água aquecida por contato com rochas quentes abaixo da superfície. Há rochas quentes mesmo onde não tenha havido qualquer atividade vulcânica recente, pois a temperatura aumenta à medida que aumenta a profundidade. Assim, se a água se infiltrar no solo até grandes profundidades, é possível que, ao brotar numa fonte, ela ainda mantenha temperatura elevada, principalmente se a subida do aqüífero até a superfície for rápida, sem que haja tempo para que a água esfrie. Fontes termais podem coexistir até com temperaturas extremamente frias, como as da Groenlândia.