O documento discute o espaço fronteiriço entre o Rio Grande do Sul e países vizinhos como Uruguai e Argentina. A fronteira é vista não apenas como uma linha divisória, mas como uma área de interação e complementaridade econômica e cultural. Historicamente, a região foi palco de disputas políticas entre Portugal, Espanha e o Império do Brasil, e desenvolveu uma economia baseada no comércio de gado e seus derivados. Sua população compartilha traços culturais comunitários derivados de sua localização na fronteira.