O documento discute como tendemos a julgar os outros mais severamente do que a nós mesmos, atribuindo os erros dos outros a defeitos de caráter enquanto justificamos os nossos próprios erros. Ele cita Mateus 7:3-5 sobre remover a trave do nosso próprio olho antes de julgar o argueiro no olho do outro e enfatiza a importância do autoconhecimento e discernimento para evitar o egoísmo.