O artigo investiga a relação entre a identidade feminina nos contos feministas e as ideias do feminismo da primeira onda, enfatizando como a contação de histórias influencia a construção de identidades culturais. Os contos feministas, ao retratar mulheres como protagonistas ativas e autônomas, buscam subverter estereótipos tradicionais que perpetuam a fragilidade feminina. A pesquisa utiliza referências de autores como Hall e Sisto para analisar a relevância da literatura oral no empoderamento e na percepção da mulher na sociedade.