O documento explora a relação entre estética e opressão no design de experiências, destacando como interações e escolhas estéticas podem refletir e reforçar dinâmicas sociais. A estética do oprimido propõe novas formas de arte que valorizam a cultura dos grupos marginalizados, enquanto a estética do opressor utiliza padrões sombrios para manipular usuários. Exemplos de iniciativas como o teatro do oprimido e projetos de design são discutidos para ilustrar abordagens alternativas que desafiam a opressão.