Este conto descreve a experiência de parto de Adriane, uma jovem mineira de 27 anos, na Maternidade Maria Ortiz em Vitória. Ela sofreu diversas formas de violência obstétrica durante o trabalho de parto e parto, incluindo exames de toque excessivos e dolorosos, impedimento de movimentação, uso de ocitocina sem consentimento, manobra de Kristeller, episiotomia sem anestesia e tratamento desrespeitoso pelos profissionais de saúde. Após o parto, seu bebê teve dificul