O autor descreve sua longa experiência assistindo aos desfiles de escolas de samba no Rio de Janeiro, desde a velha arquibancada de madeira até a atual Passarela do Samba. Ele também comenta sobre as transformações ocorridas ao longo dos anos, como a remoção do bloco de camarotes, e expressa esperança de que os desfiles ganhem em qualidade com as mudanças. Por fim, lamenta a perda recente de um amigo querido que compartilhava sua paixão pelo carnaval.