1) O estudo descreve o perfil de 684 pacientes com cardiopatia congênita em um serviço de referência no Rio Grande do Sul, Brasil.
2) As cardiopatias congênitas mais prevalentes foram comunicação interventricular, persistência do canal arterial e Tetralogia de Fallot.
3) Muitos pacientes apresentaram atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e baixo ganho de peso e altura, o que pode estar relacionado às cardiopatias congênitas.