O documento reflete sobre a vida da igreja e as atitudes dos fiéis em relação às mudanças, destacando a importância da confiança na ação de Deus. Ele utiliza as parábolas da semente e do grão de mostarda para ilustrar o crescimento gradual e a natureza do reino de Deus, enfatizando que a colheita depende da força divina, não do esforço humano. Por fim, convida à perseverança e fé na semeadura, especialmente em tempos de migração e incerteza.