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• Através de quatro romances escritos por Emmanuel
  “ Há dois mil anos”, “Cinquenta anos depois”, “Ave
  Cristo” e “Renuncia” foi nos dado a conhecer seis
  personalidades vividas por este elevado espírito.
“Há dois mil anos”
• Foi Públio Lentulus
  senador romano em
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  é uma personalidade que
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  de um homem que se
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  um homem de poder e
  impiedoso. Faleceu
  estrangulado pelos seus
  inimigos, durante a
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• Públio Lentulus Cornélio
  trazia algumas
  características do seu
  bisavó, era um homem
  austero e que pretendia vir
  um dia a governar Roma.
• Era inteiramente dedicado a
  sua actuação como
  senador, mostrando apenas
  um enorme interesse pela
  politica.
• Era casado com uma mulher de origem romana e
  considerada pelo povo muito bonita e elegante.
• Lívia era uma mulher que se orgulhava do padrão
  das antigas virtudes familiares. Já a filha
  deles, Flávia, sofria com a lepra, uma doença
  bastante comum na época e considerada sem cura.
• Foi para a cidade de Cafarnaum, atendendo ao pedido de
  sua filha, cuja saúde piorava cada vez mais, e foi ao
  encontro do profeta de Nazaré que lá se encontrava. O
  momento do encontro trouxe grande emoção ao senador
  romano, que chorou e sentiu-se incapaz de falar.
• Com a cura de Flávia sua mãe Lívia tornou-se cristã.
• Após a morte de sua mulher Públio retorna ás lides
  politicas, porem recusa-se a admitir que foi Jesus o autor
  da cura de sua filha.
• No entanto redigiu uma
  carta ao Presidente da
  Judeia que descrevia Jesus.
• No ano de 79, Públio
  Lentulu Cornélio
  desencarnou em Pompéia
  vitima das cinzas do
  Vesúvio, cego e já se sentia
  nele um grande
  arrependimento .
“Cinquenta anos depois”
• O senador retornou ao mundo material
  como o escravo Nestório, justamente o
  tipo de homem que ele tanto prejudicou
  antes de perceber a verdade das
  palavras de Jesus.
• Nasceu em Éfeso de origem
  judaica, foi escravizado por romanos
  que o acabam por o conduzir ao país
  da sua antiga existência.
• Foi comprado por uma
  família rica de Roma, e
  passou a exercer a função
  de professor dos filhos
  dessa família.
• Quando tinha 45 anos
  demonstrou que havia nele
  um orgulho silencioso e
  inconformado. Fora
  afastado de seu filho, que
  acabara também
  escravizado.
• Assistia as pregações evangélicas do apostolo João
  Evangelista.
• Reencontra o seu filho após uma pregação nas
  catacumbas onde tinha o dever de espalhar a
  palavra.
• Desde de sempre mostra a sua fidelidade de
  Cristão, foi preso por se manter fiel a
  Jesus, acabando sendo condenado á morte.
“Ave Cristo”
• Neste livro, Emmanuel
  retorna á terra e dá
  sequencia aos trabalhos de
  difusão do
  Cristianismo, tendo
  encarnado como o Quinto
  Varro. Era uma pessoa
  apaixonada e cultor pelos
  ideais de liberdade.
• Acreditava em Jesus,
  sente doer-lhe na alma a
  ignorância e a miséria
  com que as classes altas
  de Roma mantinham a
  multidão.
• Foi vitima de uma
  conspiração por parte de
  membros da sua família
  para matá-lo, durante
  uma viagem marítima.
• Para se defender da
  conspiração tomou a
  identidade de um velho
  pregador de Lyon de nome
  Corvino.
• Transforma-se em Irmão
  Corvino, desencarna como
  cristão em território das
  Galias, hoje a actual
  França.
• Onze anos depois renasce em
  Roma e tem o nome de Quinto
  Celso, desde infância , iniciando
  na arte da leitura, revela-se um
  prodígio de memoria e
  discernimento.
• Francamente cristão, sofreu o
  martírio do circo, amarrado a
  um poste untado com
  substancia resinosa ao qual é
  ateado fogo.
• Era um adolescente de mais ou
  menos 14 anos.
• Emmanuel foi em
vida Padre Manuel
   da Nóbrega ?
Padre Manuel da Nóbrega
• Missionário jesuíta português, Padre
  Manuel Nóbrega nasceu no 18 de
  Outubro de 1517 em Safins do Douro
  em Portugal.
• Foi o primeiro missionário do
  Cristianismo em terras brasileiras e ao
  mesmo tempo o primeiro jurista que o
  Brasil conheceu.
• Formou-se nas Universidades de
  Salamanca e Coimbra, bacharelando-se
  em direito canónico e filosofia pela
  Universidade de Coimbra.
• Participou na fundação de Salvador e do Rio
  de Janeiro e também na luta contra os
  franceses, juntamente com o Mem de Sá.
• Juntou-se em 1563 ao padre José de
  Anchieta e juntos iniciaram o trabalho na
  pacificação dos tamoios, que acabaram por
  retirar o seu apoio aos invasores
  franceses, sendo estes finalmente
  derrotados.
• A 16 de Janeiro de 1560 saiu da Bahia com
  Mem de Sá para a conquista do Rio de
  Janeiro onde chegou no dia 21 de
  Fevereiro.
Obras
• “ O Dialogo sobre a conversação do Gentio” de 1557;
• “ O Caso de consciência sobre a liberdade dos
  índios”, de 1567;
• “ Informação da Terra do Brasil” de 1549;
• “ Informação das Coisas da terra e necessidade que há
  para bem proceder nela” de 1558;
• “ O tratado contra a Antropofagia” de 1569;
São alguns dos testemunhos da sua vida e obra.
A Fundação da cidade de São
Paulo
• A cidade de São Paulo originou-se de uma pequena aldeia
  indígena, fundada entre os rios Tamanduateí e
  Anhangabaú pelo jesuíta Manuel de Nóbrega em 1554;
• A sua colonização deu-se principalmente pelo trabalho que
  houve entre Manuel da Nóbrega e José de Anchieta;
• Juntos ergueram um barracão que recebeu o nome
  “Colégio De São Paulo” que servia para dar a catequese
  indígena;
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  convertidos ao cristianismo;
Colégio de São Paulo




   O Barracão erguido por o Padre Manuel
  Nóbrega juntamente com os indígenas e o
          Padre José de Anchieta
Evolução do Colégio de São
          Paulo
Pátio do Colégio de São
         Paulo
• Morreu vitima de Tuberculose em 1570 no dia 18 de
  Outubro com a tristeza de não ver assegurada aos
  brasis o respeito pela sua cultura;
• No meio da sua colonização, São Paulo recebeu um
  enorme numero de habitantes, já que em 1560 a
  população da vila de S. André da Borda do
  Campo, situada no caminho do mar, mudou-se para a
  povoação do colégio, por ordem do Mem de Sá;
• Padre José de Anchieta foi destacado para ser
  responsável pela catequese dos Índios;
Renuncia
• Cinquenta anos depois em
  1620, renasce Emmanuel em
  terra espanhola onde prossegue
  a sua missão;
• É o Padre Damiano, sacerdote
  esclarecido e dedicado, vigário
  da Igreja de S. Vicente, em
  Ávila, a gloriosa cidade de Santa
  Teresa de Jesus;
• Damiano luta, dentro do seu invariável padrão de
  nobreza e equilíbrio, contra os cruéis mercados de
  escravos;
• Demonstrava a mesma coragem com que na
  personalidade de Nóbrega no Brasil defendia os
  direitos e a liberdade dos indígenas;
• Tinha uma grande dedicação ao próximo, era
  sereno mas energético, destemido e corajoso;

• Faleceu com moléstia dos pulmões, em Paris;
No Evangelho Segundo o
          Espiritismo
• Emmanuel colaborou na
  codificação espírita, no
  ano de 1861;
• Transmitiu a mensagem
  no capitulo XI, “ Amar ao
  próximo como a si
  mesmo – Egoísmo”;
• Públio Lentulus Sura e Públio Lentulus Cornélio são
  duas personagens conhecidas pela Historia e talvez
  Emmanuel tenha mencionado essas suas vidas
  num exemplo de humildade, relacionando suas
  antigas deficiências, como então homem do
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  discípulo de Cristo.

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Emmanuel

  • 1.
  • 2. • Através de quatro romances escritos por Emmanuel “ Há dois mil anos”, “Cinquenta anos depois”, “Ave Cristo” e “Renuncia” foi nos dado a conhecer seis personalidades vividas por este elevado espírito.
  • 3. “Há dois mil anos” • Foi Públio Lentulus senador romano em duas encarnações sucessivas bisavó e bisneto. Caracterizavam-se por grande cultura e espírito de liderança.
  • 4. • Cônsul Públio Lentulus Sura é uma personalidade que aparece claramente como a de um homem que se acreditava destinado a governar Roma, considerado um homem de poder e impiedoso. Faleceu estrangulado pelos seus inimigos, durante a Revolução de Catilina.
  • 5. • Públio Lentulus Cornélio trazia algumas características do seu bisavó, era um homem austero e que pretendia vir um dia a governar Roma. • Era inteiramente dedicado a sua actuação como senador, mostrando apenas um enorme interesse pela politica.
  • 6. • Era casado com uma mulher de origem romana e considerada pelo povo muito bonita e elegante. • Lívia era uma mulher que se orgulhava do padrão das antigas virtudes familiares. Já a filha deles, Flávia, sofria com a lepra, uma doença bastante comum na época e considerada sem cura.
  • 7. • Foi para a cidade de Cafarnaum, atendendo ao pedido de sua filha, cuja saúde piorava cada vez mais, e foi ao encontro do profeta de Nazaré que lá se encontrava. O momento do encontro trouxe grande emoção ao senador romano, que chorou e sentiu-se incapaz de falar. • Com a cura de Flávia sua mãe Lívia tornou-se cristã. • Após a morte de sua mulher Públio retorna ás lides politicas, porem recusa-se a admitir que foi Jesus o autor da cura de sua filha.
  • 8. • No entanto redigiu uma carta ao Presidente da Judeia que descrevia Jesus. • No ano de 79, Públio Lentulu Cornélio desencarnou em Pompéia vitima das cinzas do Vesúvio, cego e já se sentia nele um grande arrependimento .
  • 9. “Cinquenta anos depois” • O senador retornou ao mundo material como o escravo Nestório, justamente o tipo de homem que ele tanto prejudicou antes de perceber a verdade das palavras de Jesus. • Nasceu em Éfeso de origem judaica, foi escravizado por romanos que o acabam por o conduzir ao país da sua antiga existência.
  • 10. • Foi comprado por uma família rica de Roma, e passou a exercer a função de professor dos filhos dessa família. • Quando tinha 45 anos demonstrou que havia nele um orgulho silencioso e inconformado. Fora afastado de seu filho, que acabara também escravizado.
  • 11. • Assistia as pregações evangélicas do apostolo João Evangelista. • Reencontra o seu filho após uma pregação nas catacumbas onde tinha o dever de espalhar a palavra. • Desde de sempre mostra a sua fidelidade de Cristão, foi preso por se manter fiel a Jesus, acabando sendo condenado á morte.
  • 12. “Ave Cristo” • Neste livro, Emmanuel retorna á terra e dá sequencia aos trabalhos de difusão do Cristianismo, tendo encarnado como o Quinto Varro. Era uma pessoa apaixonada e cultor pelos ideais de liberdade.
  • 13. • Acreditava em Jesus, sente doer-lhe na alma a ignorância e a miséria com que as classes altas de Roma mantinham a multidão. • Foi vitima de uma conspiração por parte de membros da sua família para matá-lo, durante uma viagem marítima.
  • 14. • Para se defender da conspiração tomou a identidade de um velho pregador de Lyon de nome Corvino. • Transforma-se em Irmão Corvino, desencarna como cristão em território das Galias, hoje a actual França.
  • 15. • Onze anos depois renasce em Roma e tem o nome de Quinto Celso, desde infância , iniciando na arte da leitura, revela-se um prodígio de memoria e discernimento. • Francamente cristão, sofreu o martírio do circo, amarrado a um poste untado com substancia resinosa ao qual é ateado fogo. • Era um adolescente de mais ou menos 14 anos.
  • 16. • Emmanuel foi em vida Padre Manuel da Nóbrega ?
  • 17. Padre Manuel da Nóbrega • Missionário jesuíta português, Padre Manuel Nóbrega nasceu no 18 de Outubro de 1517 em Safins do Douro em Portugal. • Foi o primeiro missionário do Cristianismo em terras brasileiras e ao mesmo tempo o primeiro jurista que o Brasil conheceu. • Formou-se nas Universidades de Salamanca e Coimbra, bacharelando-se em direito canónico e filosofia pela Universidade de Coimbra.
  • 18. • Participou na fundação de Salvador e do Rio de Janeiro e também na luta contra os franceses, juntamente com o Mem de Sá. • Juntou-se em 1563 ao padre José de Anchieta e juntos iniciaram o trabalho na pacificação dos tamoios, que acabaram por retirar o seu apoio aos invasores franceses, sendo estes finalmente derrotados. • A 16 de Janeiro de 1560 saiu da Bahia com Mem de Sá para a conquista do Rio de Janeiro onde chegou no dia 21 de Fevereiro.
  • 19. Obras • “ O Dialogo sobre a conversação do Gentio” de 1557; • “ O Caso de consciência sobre a liberdade dos índios”, de 1567; • “ Informação da Terra do Brasil” de 1549; • “ Informação das Coisas da terra e necessidade que há para bem proceder nela” de 1558; • “ O tratado contra a Antropofagia” de 1569; São alguns dos testemunhos da sua vida e obra.
  • 20. A Fundação da cidade de São Paulo • A cidade de São Paulo originou-se de uma pequena aldeia indígena, fundada entre os rios Tamanduateí e Anhangabaú pelo jesuíta Manuel de Nóbrega em 1554; • A sua colonização deu-se principalmente pelo trabalho que houve entre Manuel da Nóbrega e José de Anchieta; • Juntos ergueram um barracão que recebeu o nome “Colégio De São Paulo” que servia para dar a catequese indígena; • Ao seu redor formou-se uma povoação de índios convertidos ao cristianismo;
  • 21. Colégio de São Paulo O Barracão erguido por o Padre Manuel Nóbrega juntamente com os indígenas e o Padre José de Anchieta
  • 22. Evolução do Colégio de São Paulo
  • 23. Pátio do Colégio de São Paulo
  • 24. • Morreu vitima de Tuberculose em 1570 no dia 18 de Outubro com a tristeza de não ver assegurada aos brasis o respeito pela sua cultura; • No meio da sua colonização, São Paulo recebeu um enorme numero de habitantes, já que em 1560 a população da vila de S. André da Borda do Campo, situada no caminho do mar, mudou-se para a povoação do colégio, por ordem do Mem de Sá; • Padre José de Anchieta foi destacado para ser responsável pela catequese dos Índios;
  • 25. Renuncia • Cinquenta anos depois em 1620, renasce Emmanuel em terra espanhola onde prossegue a sua missão; • É o Padre Damiano, sacerdote esclarecido e dedicado, vigário da Igreja de S. Vicente, em Ávila, a gloriosa cidade de Santa Teresa de Jesus;
  • 26. • Damiano luta, dentro do seu invariável padrão de nobreza e equilíbrio, contra os cruéis mercados de escravos; • Demonstrava a mesma coragem com que na personalidade de Nóbrega no Brasil defendia os direitos e a liberdade dos indígenas;
  • 27. • Tinha uma grande dedicação ao próximo, era sereno mas energético, destemido e corajoso; • Faleceu com moléstia dos pulmões, em Paris;
  • 28. No Evangelho Segundo o Espiritismo • Emmanuel colaborou na codificação espírita, no ano de 1861; • Transmitiu a mensagem no capitulo XI, “ Amar ao próximo como a si mesmo – Egoísmo”;
  • 29. • Públio Lentulus Sura e Públio Lentulus Cornélio são duas personagens conhecidas pela Historia e talvez Emmanuel tenha mencionado essas suas vidas num exemplo de humildade, relacionando suas antigas deficiências, como então homem do mundo, e seu esforço para tornar-se um verdadeiro discípulo de Cristo.