O documento discute a importância do aspecto espiritual na saúde mental e emocional em comparação com apenas o uso de medicamentos ou terapia. Afirma que embora psicólogos e psiquiatras sejam úteis, a experiência profunda com o amor de Deus, a graça de Cristo e o consolo do Espírito Santo não podem ser substituídos e são igualmente importantes para o bem-estar da alma.