BIOSSEGURANÇA E MEDIDAS DE
CONTROLE DE INFECÇÃO
OBJETIVOS-O ALUNO DEVERÁ SER
CAPAZ DE:
• - Apresentar a cadeia de transmissão e discutir os
fatores de risco;
• - Discutir o papel do enfermeiro no controle da
infecção;
• - Diferenciar assepsia médica e cirúrgica;
• - Nomear e conceituar limpeza, desinfecção,
esterilização, antissepsia e degermação;
• - Descrever as medidas preventivas e de controle de
infecção.
• - Realizar a técnica de lavagem das mãos
CONTEÚDO:
• A característica da cadeia de transmissão
• - O processo infeccioso: defesa do organismo e flora bacteriana (VIDE
TABELA)
• - Os Fatores de risco para o desenvolvimento de infecção em diversos
ambientes (VIDE TABELA)
• - As práticas assépticas: médica e cirúrgica (VIDE TABELA)
• - A limpeza, desinfecção, esterilização, antissepsia e degermação: aspectos
gerais, estrutura física, dinâmica e métodos químicos
• - Equipamentos de proteção individual e coletiva
• - Controle da infecção: medidas preventivas (VIDE TABELA)
• - Precauções Universais
• - Barreiras de proteção
• - Sistema de precaução
• - A importância da lavagem das mãos e o desenvolvimento da técnica
MENSAGEM DO DIA
“O ontem é história,
O amanhã é uma mistério, e o
hoje é uma dádiva por isso é
chamado de presente.”
POR ONDE PASSARAM
SUAS MÃOS HOJE?
BIOSSEGURANÇA
• É o conjunto de procedimentos que tem por
objetivo dar proteção e segurança ao
paciente, ao profissional e sua equipe de
saúde (Lima, Minholo & Ito).
INFECÇÃO HOSPITALAR
• INFECÇÃO:
• Infecção relacionada a
assistência à saúde.
• Presença de micro-
organismos (agente
infeccioso) no corpo do
hospedeiro .
INFECÇÃO HOSPITALAR
• TIPOS DE INFECÇÃO:
• Subclínica, silenciosa ou
assintomática: Sem
sinais e sintomas,
verificada em lab
• Latente: por infecção
endógena ou exógena
• Colonizada:
multiplicação de micro-
organismos,
assintomática, sem
resposta imune
INFECÇÃO HOSPITALAR
• INFECÇÃO HOSPITALAR
• Síndrome infecciosa
adquirida após a
hospitalização ou
procedimento
ambulatorial.
• Ex.: cateterismo
cardíaco; exames
radiológicos com
contraste; ressecção de
lesões e nódulos de
mamas;
DEFESAS DO ORGANISMO
• - FLORA: na pele, na boca, trato gastro e
intestinal.
• - REAÇÃO IMUNOLÓGICA
DEFESAS DO ORGANISMO
• - REAÇÃO IMUNOLÓGICA
• Resposta que se dá quando algum agente
infeccioso invade o organismo.
Resposta = reações
imunológicas
Agente infeccioso =
antígeno
Antígeno
Organismo
Sangue Linfa
Reação de células
com aumento de
linfócitos
Reação de células
com aumento de
leucócitos
Produção de
anticorpos
Penetra
Circula
Figura 1.1- Ciclo da reação imunológica
CONCEITOS
• INFLAMAÇÃO
• Processo de proteção
vascular. É importante
observar sintomas
específicos :
• Calor
• Rubor
• Dor
• Edema
CADEIA DE INFECÇÃO
AGENTES CAUSADORES DE INFECÇÃO
• Bactérias: infecções locais até choque séptico
• Vírus: menores organismos conhecidos
• Riquétsias: semelhantes a bactérias.
• Fungos: as doenças são chamadas de micoses
• Helmintos: Tênias e outros
• Protozoários: unicelulares.
MATERIAL DA ESTÁCIO- ESTUDAR
MÉTODOS PARA DIMINUIR A INFECÇÃO
• Limpeza: ato de retirar
impurezas do corpo; água e
sabão
• Assepsia: ausência completa
de germes patogênicos ou
causadores de doenças. Pode
ser clínica ou cirúrgica. (vide
tabela)
MÉTODOS PARA DIMINUIR A INFECÇÃO
• Desinfecção:Destruição dos
microorganismos patôgenos
com exceção dos
esporos.(Processos químicos
ou físicos).
• Pode ser por processos:
• FÍSICOS (CALOR OU RADIAÇÃO)
• QUÍMICOS (SOLUÇÃO E GASES)
MÉTODOS PARA DIMINUIR A INFECÇÃO
• Classificação dos desinfetantes:
►Antissépticos: inibem o desenvolvimento bacteriano;
►Bacteriostático: evitam o crescimento bacteriano;
►Bactericidas: eliminam as bactérias.
MÉTODOS PARA DIMINUIR A INFECÇÃO
• Esterilização: destruição de
todos os agentes patôgenos.
• Métodos de esterilização:
Vapor, radiação e por gás de
óxido de etileno.
MÉTODOS PARA DIMINUIR A INFECÇÃO
• Degermação: é a remoção de detritos, impurezas, sujeira e
microrganismos da flora transitória e alguns da flora residente
depositados sobre a pele do paciente ou das mãos da equipe
odontológica através da ação mecânica de detergente, sabão
ou pela utilização de substâncias químicas (anti-sépticos).
TÉCNICA DE
DEGERMAÇÃO
CONTROLE DE INFECÇÃO :
PREVENÇÃO
USO DE BARREIRAS – EPI´S
• Máscaras
cirúrgicas
De barreira
USO DE BARREIRAS – EPI´S
• Aventais
USO DE BARREIRAS – EPI´S
• Gorros/sapatilhas
USO DE BARREIRAS – EPI´S
• Óculos de proteção
USO DE BARREIRAS – EPI´S
• Luvas: estéril e de procedimentos não estéreis
PREVENÇÃO DE ACIDENTES
• NÃO REINCAPAR AGULHAS
• DESCARTE DE PÉRFURO-CORTANTES
PROFISSIONAIS: EVITANDO
INFECÇÕES
• Imunização
• Profilaxia medicamentosa
• Uso de técnica rigorosa e higiene das mãos
• Seguir precauções padronizadas
• Usar EPI corretamente
CONTROLE DE INFECÇÕES
• AGÊNCIA REGULAMENTADORA
– CCIH Portaria nº 2.616/MS/GM, de 12 de maio de 1998
• AÇÕES EDUCATIVAS para orientação dos profissionais
• PREVENÇÃO DE ACIDENTES com material biológico
• CONTROLE DO AMBIENTE – descarte de resíduos
• USO DE EPI´s
CONTROLE DE INFECÇÕES
• Práticas assépticas
– Técnica limpa
• Controlar e reduzir o número de patógenos existentes
• Lavagem e desinfecção das mãos e uso de EPI´s
– Técnica estéril
• Evitar a introdução ou a disseminação de patógenos do
ambiente para o cliente
• Inserção de cateteres IV, injeções, cateterismos vesicais
CDC – CENTERES FOR DISEASE
CONTROL AND PREVENCION
DIRETRIZES PARA PRECAUÇÕES DO:
DESCONTAMINAÇÃO DE SUPERFÍCIES: A descontaminação de
superfícies deve ser feita caso haja presença de sangue ou
líquidos potencialmente infectantes
ARTIGOS E EQUIPAMENTOS: Artigos utilizados devem ser
submetidos a limpeza e desinfecção ou esterilização antes de
serem utilizados em outro paciente
•
PRECAUÇÕES PADRÃO
PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO
• Precauções Padrão – para todos os clientes
que leve ao contato com fluidos corporais.
– EPI
– Em caso de contato de sangue ou fluido do
paciente com a pele intacta, lave imediatamente
com água e sabão
PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO
– Precauções Respiratórias (aerossóis- ar) – Prevenção
de transmissão de microorganismos contidos em gotículas
muito pequenas (menores que 5mcg) que podem ficar em
suspensão no ar e se dispersar por correntes de ar;
– EPI´s: máscaras de microbarreira (N 95 deverá ser colocada
antes de entrar no quarto e retirada somente após a saída do
mesmo; não é descartável, deve ser utilizada por 30 dias caso
não esteja danificada), e demais de acordo com necessidade;
quarto privativo.
– Sarampo, tuberculose pulmonar
ou laríngea, varicela, herpes zoster disseminada.
PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO
– Precauções respiratórias por gotículas – Prevenção
de transmissão de microorganismos em gotículas (maiores que
5mcg);
– EPI´s: quarto privativo ou grupo de pessoas; máscaras
cirúrgica e demais de acordo com necessidade;
– Difteria,rubéola, faringite estreptocócica, pneumonia ou
escarlatina em bebês, coqueluche, caxumba, pneumonia por
micoplasma, meningite, sepse, peste negra, H1N1
PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO
– Precauções por contato – Prevenção de transmissão de
microorganismos transmitidos por contato pele a pele ou
com o ambiente contaminado.
– EPI´s:Quarto privativo ou grupo de pacientes, luvas, aventais
e demais de acordo com necessidade; lavagem das mãos
após deixar o ambiente e, desinfecção de termômetros,
estetoscópios
– Infecções GI, respiratórias, cutâneas, conjuntivites, infecções
hemorrágicas(ebola), cólera, microorganismos
multirresistentes (MR), escabiose, drenagem de feridas.
PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO
– Ambiente protetor – Prevenção de transmissão de
microorganismos a pacientes transplantados de céluas-tronco
alogênicas hematopoiéticas.
– EPI´s:Quarto privativo com 12 ou mais trocas de ar por
hora,máscaras cirúrgicas , luvas, aventais e demais de acordo
com necessidade; lavagem das mãos antes de entrar e após
deixar o ambiente.
EFEITOS PSICOLÓGICOS DO ISOLAMENTO
• Isolamento social: podem alterar as imagens
corporais.
O que fazer na ocorrência de acidente
com material biológico?
 Procurar o médico do trabalho, CCIH ou emergência
 Lavar o sítio com água e sabão e as mucosas com água
 Avaliar a exposição e a fonte. São de interesse os acidentes
percutâneos e exposição de mucosa a sangue e/ou fluidos
infectantes (não são considerados infectantes: urina, fezes
e saliva);
 Realizar teste rápido para HIV na fonte e sorologia
convencional no acidentado
 Iniciar de imediato medidas profiláticas
DISSEMINAÇÃO PELAS MÃOS
• Lavagem inadequada das mãos;
• Uso de adornos;
• Transferência de um patôgeno potencial de
um paciente para outro, de um objeto
contaminado para o cliente e
• De um membro da equipe para o paciente.
LAVAGEM DAS MÃOS
• Para quê?
• Por quê?
• Quando lavar?
• O que é necessário?
SEQUÊNCIA DA LAVAGEM DAS
MÃOS
TÉCNICA PARA LAVAGEM DAS
MÃOS
NÃO ESQUECER DE!.....
1. Remover adereços dos dedos, e afastar
relógio
2. Acionar a água
3 .Manter as mãos mais baixas que os cotovelos,
molhando por completo mãos e antebraços
4. Aplicar o sabão espalhando nas regiões
palmares, os punhos, as costas das mãos
firmemente com movimentos circulares
5 utilizando o atrito e a espuma por cerca de 15
a 30 segundos
6. Limpar sob as unhas com as outras unhas
7. Enxaguar as mãos e os punhos por completo
8 .Secar as mãos com papel toalha na direção do
antebraço
9. Fechar a torneira utilizando a toalha de papel
seca
NÃO ESQUECER DE!.....
MANUSEIO DE MATERIAL
ESTÉRIL
CONTEÚDO
• - O conceito e classificação do material estéril.
• - A integridade, contaminação e umidade das embalagens.
• - As formas de acondicionamento do material estéril.
• - O preparo da superfície e do profissional para manipular
com o material estéril.
• - A importância do uso do EPI para manipulação do material
estéril.
• - Os locais de contaminação ao manusear um material estéril.
• - A manipulação do material estéril.
• - O desenvolvimento da técnica de calçamento de luva estéril.
OBJETIVOS
• - Conceituar e classificar os materiais estéreis;
• - Identificar os itens que devem ser avaliados no material estéril antes do
seu manuseio;
• - Descrever as formas de acondicionamento do material estéril, garantindo
sua conservação;
• - Reconhecer os locais de contaminação ao manusear o material estéril;
• - Descrever os EPIs usados para manipulação do material estéril;
• - Realizar a técnica de calçamento e retirada da luva estéril;
• - Realizar a técnica de manipulação e abertura do material estéril;
• - Realizar a técnica de aplicação da máscara, vestir e retirar a roupa de
isolamento.
ABERTURA DE ITENS ESTÉREIS
PAPEL DO ENFERMEIRO NO
CONTROLE DE INFECÇÃO
• Seguir as técnicas de lavagem das mãos;
• Seguir os rigorosos procedimentos de controles de infecção;
• Documentar as infecções hospitalares quando elas
acontecem;
• Identificar os surtos precocemente e evitar sua disseminação;
• Eliminar os procedimentos desnecessários;
• Seguir rigorosamente as precauções de controle de infecção;
• Observar todos os clientes para os sinais de infecção;
• Manter afastados dos clientes susceptíveis os membros da
equipe e visitantes com infecção evidente.
REFERÊNCIA
• CRAVEN, R.F.; HIRNLE, C.J. Fundamenos de Enfermagem: saúde e função
humanas. 4ed. Rio de Janeiro: guanabara Koogan, 2006.
• SANTOS,N.C.M. Enfermagem na Prevenção e Controle da Infecção
Hospitalar. SP: Iátria, 2010.
• SPRINGHOUSE CORPORATION. Fundamentos de enfermagem/série
Incrivelmente Fácil. Guanabara/Koogan,2008. Cap. Assepsia e Controle de
infecção.
• Potter, Patrícia A. ; Perry, Anne Griffin. Fundamentos de
Enfermagem.Tradução Maria Inês Corrêa Nascimento et al. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009.
SITUAÇÃO PROBLEMA
• Sr. RFS, 65 anos, diagnosticado com
pneumonia em decorrência de tuberculose,
será encaminhado à enfermaria, em
companhia de outro paciente, com infecção
respiratória, por haemophilus influenzae. Qual
sua sugestão para a resolução deste caso e
manutenção do isolamento?

Biossegurançaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.pdf

  • 1.
    BIOSSEGURANÇA E MEDIDASDE CONTROLE DE INFECÇÃO
  • 2.
    OBJETIVOS-O ALUNO DEVERÁSER CAPAZ DE: • - Apresentar a cadeia de transmissão e discutir os fatores de risco; • - Discutir o papel do enfermeiro no controle da infecção; • - Diferenciar assepsia médica e cirúrgica; • - Nomear e conceituar limpeza, desinfecção, esterilização, antissepsia e degermação; • - Descrever as medidas preventivas e de controle de infecção. • - Realizar a técnica de lavagem das mãos
  • 3.
    CONTEÚDO: • A característicada cadeia de transmissão • - O processo infeccioso: defesa do organismo e flora bacteriana (VIDE TABELA) • - Os Fatores de risco para o desenvolvimento de infecção em diversos ambientes (VIDE TABELA) • - As práticas assépticas: médica e cirúrgica (VIDE TABELA) • - A limpeza, desinfecção, esterilização, antissepsia e degermação: aspectos gerais, estrutura física, dinâmica e métodos químicos • - Equipamentos de proteção individual e coletiva • - Controle da infecção: medidas preventivas (VIDE TABELA) • - Precauções Universais • - Barreiras de proteção • - Sistema de precaução • - A importância da lavagem das mãos e o desenvolvimento da técnica
  • 4.
    MENSAGEM DO DIA “Oontem é história, O amanhã é uma mistério, e o hoje é uma dádiva por isso é chamado de presente.”
  • 5.
  • 6.
    BIOSSEGURANÇA • É oconjunto de procedimentos que tem por objetivo dar proteção e segurança ao paciente, ao profissional e sua equipe de saúde (Lima, Minholo & Ito).
  • 7.
    INFECÇÃO HOSPITALAR • INFECÇÃO: •Infecção relacionada a assistência à saúde. • Presença de micro- organismos (agente infeccioso) no corpo do hospedeiro .
  • 8.
    INFECÇÃO HOSPITALAR • TIPOSDE INFECÇÃO: • Subclínica, silenciosa ou assintomática: Sem sinais e sintomas, verificada em lab • Latente: por infecção endógena ou exógena • Colonizada: multiplicação de micro- organismos, assintomática, sem resposta imune
  • 9.
    INFECÇÃO HOSPITALAR • INFECÇÃOHOSPITALAR • Síndrome infecciosa adquirida após a hospitalização ou procedimento ambulatorial. • Ex.: cateterismo cardíaco; exames radiológicos com contraste; ressecção de lesões e nódulos de mamas;
  • 10.
    DEFESAS DO ORGANISMO •- FLORA: na pele, na boca, trato gastro e intestinal. • - REAÇÃO IMUNOLÓGICA
  • 11.
    DEFESAS DO ORGANISMO •- REAÇÃO IMUNOLÓGICA • Resposta que se dá quando algum agente infeccioso invade o organismo. Resposta = reações imunológicas Agente infeccioso = antígeno
  • 12.
    Antígeno Organismo Sangue Linfa Reação decélulas com aumento de linfócitos Reação de células com aumento de leucócitos Produção de anticorpos Penetra Circula Figura 1.1- Ciclo da reação imunológica
  • 13.
    CONCEITOS • INFLAMAÇÃO • Processode proteção vascular. É importante observar sintomas específicos : • Calor • Rubor • Dor • Edema
  • 14.
  • 15.
    AGENTES CAUSADORES DEINFECÇÃO • Bactérias: infecções locais até choque séptico • Vírus: menores organismos conhecidos • Riquétsias: semelhantes a bactérias. • Fungos: as doenças são chamadas de micoses • Helmintos: Tênias e outros • Protozoários: unicelulares. MATERIAL DA ESTÁCIO- ESTUDAR
  • 16.
    MÉTODOS PARA DIMINUIRA INFECÇÃO • Limpeza: ato de retirar impurezas do corpo; água e sabão • Assepsia: ausência completa de germes patogênicos ou causadores de doenças. Pode ser clínica ou cirúrgica. (vide tabela)
  • 17.
    MÉTODOS PARA DIMINUIRA INFECÇÃO • Desinfecção:Destruição dos microorganismos patôgenos com exceção dos esporos.(Processos químicos ou físicos). • Pode ser por processos: • FÍSICOS (CALOR OU RADIAÇÃO) • QUÍMICOS (SOLUÇÃO E GASES)
  • 18.
    MÉTODOS PARA DIMINUIRA INFECÇÃO • Classificação dos desinfetantes: ►Antissépticos: inibem o desenvolvimento bacteriano; ►Bacteriostático: evitam o crescimento bacteriano; ►Bactericidas: eliminam as bactérias.
  • 19.
    MÉTODOS PARA DIMINUIRA INFECÇÃO • Esterilização: destruição de todos os agentes patôgenos. • Métodos de esterilização: Vapor, radiação e por gás de óxido de etileno.
  • 20.
    MÉTODOS PARA DIMINUIRA INFECÇÃO • Degermação: é a remoção de detritos, impurezas, sujeira e microrganismos da flora transitória e alguns da flora residente depositados sobre a pele do paciente ou das mãos da equipe odontológica através da ação mecânica de detergente, sabão ou pela utilização de substâncias químicas (anti-sépticos).
  • 21.
  • 27.
  • 28.
    USO DE BARREIRAS– EPI´S • Máscaras cirúrgicas De barreira
  • 29.
    USO DE BARREIRAS– EPI´S • Aventais
  • 30.
    USO DE BARREIRAS– EPI´S • Gorros/sapatilhas
  • 31.
    USO DE BARREIRAS– EPI´S • Óculos de proteção
  • 32.
    USO DE BARREIRAS– EPI´S • Luvas: estéril e de procedimentos não estéreis
  • 33.
    PREVENÇÃO DE ACIDENTES •NÃO REINCAPAR AGULHAS • DESCARTE DE PÉRFURO-CORTANTES
  • 34.
    PROFISSIONAIS: EVITANDO INFECÇÕES • Imunização •Profilaxia medicamentosa • Uso de técnica rigorosa e higiene das mãos • Seguir precauções padronizadas • Usar EPI corretamente
  • 35.
    CONTROLE DE INFECÇÕES •AGÊNCIA REGULAMENTADORA – CCIH Portaria nº 2.616/MS/GM, de 12 de maio de 1998 • AÇÕES EDUCATIVAS para orientação dos profissionais • PREVENÇÃO DE ACIDENTES com material biológico • CONTROLE DO AMBIENTE – descarte de resíduos • USO DE EPI´s
  • 36.
    CONTROLE DE INFECÇÕES •Práticas assépticas – Técnica limpa • Controlar e reduzir o número de patógenos existentes • Lavagem e desinfecção das mãos e uso de EPI´s – Técnica estéril • Evitar a introdução ou a disseminação de patógenos do ambiente para o cliente • Inserção de cateteres IV, injeções, cateterismos vesicais
  • 37.
    CDC – CENTERESFOR DISEASE CONTROL AND PREVENCION DIRETRIZES PARA PRECAUÇÕES DO:
  • 38.
    DESCONTAMINAÇÃO DE SUPERFÍCIES:A descontaminação de superfícies deve ser feita caso haja presença de sangue ou líquidos potencialmente infectantes ARTIGOS E EQUIPAMENTOS: Artigos utilizados devem ser submetidos a limpeza e desinfecção ou esterilização antes de serem utilizados em outro paciente • PRECAUÇÕES PADRÃO
  • 39.
    PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO •Precauções Padrão – para todos os clientes que leve ao contato com fluidos corporais. – EPI – Em caso de contato de sangue ou fluido do paciente com a pele intacta, lave imediatamente com água e sabão
  • 40.
    PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO –Precauções Respiratórias (aerossóis- ar) – Prevenção de transmissão de microorganismos contidos em gotículas muito pequenas (menores que 5mcg) que podem ficar em suspensão no ar e se dispersar por correntes de ar; – EPI´s: máscaras de microbarreira (N 95 deverá ser colocada antes de entrar no quarto e retirada somente após a saída do mesmo; não é descartável, deve ser utilizada por 30 dias caso não esteja danificada), e demais de acordo com necessidade; quarto privativo. – Sarampo, tuberculose pulmonar ou laríngea, varicela, herpes zoster disseminada.
  • 41.
    PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO –Precauções respiratórias por gotículas – Prevenção de transmissão de microorganismos em gotículas (maiores que 5mcg); – EPI´s: quarto privativo ou grupo de pessoas; máscaras cirúrgica e demais de acordo com necessidade; – Difteria,rubéola, faringite estreptocócica, pneumonia ou escarlatina em bebês, coqueluche, caxumba, pneumonia por micoplasma, meningite, sepse, peste negra, H1N1
  • 42.
    PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO –Precauções por contato – Prevenção de transmissão de microorganismos transmitidos por contato pele a pele ou com o ambiente contaminado. – EPI´s:Quarto privativo ou grupo de pacientes, luvas, aventais e demais de acordo com necessidade; lavagem das mãos após deixar o ambiente e, desinfecção de termômetros, estetoscópios – Infecções GI, respiratórias, cutâneas, conjuntivites, infecções hemorrágicas(ebola), cólera, microorganismos multirresistentes (MR), escabiose, drenagem de feridas.
  • 43.
    PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO –Ambiente protetor – Prevenção de transmissão de microorganismos a pacientes transplantados de céluas-tronco alogênicas hematopoiéticas. – EPI´s:Quarto privativo com 12 ou mais trocas de ar por hora,máscaras cirúrgicas , luvas, aventais e demais de acordo com necessidade; lavagem das mãos antes de entrar e após deixar o ambiente.
  • 44.
    EFEITOS PSICOLÓGICOS DOISOLAMENTO • Isolamento social: podem alterar as imagens corporais.
  • 45.
    O que fazerna ocorrência de acidente com material biológico?  Procurar o médico do trabalho, CCIH ou emergência  Lavar o sítio com água e sabão e as mucosas com água  Avaliar a exposição e a fonte. São de interesse os acidentes percutâneos e exposição de mucosa a sangue e/ou fluidos infectantes (não são considerados infectantes: urina, fezes e saliva);  Realizar teste rápido para HIV na fonte e sorologia convencional no acidentado  Iniciar de imediato medidas profiláticas
  • 46.
    DISSEMINAÇÃO PELAS MÃOS •Lavagem inadequada das mãos; • Uso de adornos; • Transferência de um patôgeno potencial de um paciente para outro, de um objeto contaminado para o cliente e • De um membro da equipe para o paciente.
  • 47.
    LAVAGEM DAS MÃOS •Para quê? • Por quê? • Quando lavar? • O que é necessário?
  • 49.
  • 50.
  • 58.
    NÃO ESQUECER DE!..... 1.Remover adereços dos dedos, e afastar relógio 2. Acionar a água 3 .Manter as mãos mais baixas que os cotovelos, molhando por completo mãos e antebraços 4. Aplicar o sabão espalhando nas regiões palmares, os punhos, as costas das mãos firmemente com movimentos circulares
  • 59.
    5 utilizando oatrito e a espuma por cerca de 15 a 30 segundos 6. Limpar sob as unhas com as outras unhas 7. Enxaguar as mãos e os punhos por completo 8 .Secar as mãos com papel toalha na direção do antebraço 9. Fechar a torneira utilizando a toalha de papel seca NÃO ESQUECER DE!.....
  • 60.
  • 61.
    CONTEÚDO • - Oconceito e classificação do material estéril. • - A integridade, contaminação e umidade das embalagens. • - As formas de acondicionamento do material estéril. • - O preparo da superfície e do profissional para manipular com o material estéril. • - A importância do uso do EPI para manipulação do material estéril. • - Os locais de contaminação ao manusear um material estéril. • - A manipulação do material estéril. • - O desenvolvimento da técnica de calçamento de luva estéril.
  • 62.
    OBJETIVOS • - Conceituare classificar os materiais estéreis; • - Identificar os itens que devem ser avaliados no material estéril antes do seu manuseio; • - Descrever as formas de acondicionamento do material estéril, garantindo sua conservação; • - Reconhecer os locais de contaminação ao manusear o material estéril; • - Descrever os EPIs usados para manipulação do material estéril; • - Realizar a técnica de calçamento e retirada da luva estéril; • - Realizar a técnica de manipulação e abertura do material estéril; • - Realizar a técnica de aplicação da máscara, vestir e retirar a roupa de isolamento.
  • 63.
  • 64.
    PAPEL DO ENFERMEIRONO CONTROLE DE INFECÇÃO • Seguir as técnicas de lavagem das mãos; • Seguir os rigorosos procedimentos de controles de infecção; • Documentar as infecções hospitalares quando elas acontecem; • Identificar os surtos precocemente e evitar sua disseminação; • Eliminar os procedimentos desnecessários; • Seguir rigorosamente as precauções de controle de infecção; • Observar todos os clientes para os sinais de infecção; • Manter afastados dos clientes susceptíveis os membros da equipe e visitantes com infecção evidente.
  • 66.
    REFERÊNCIA • CRAVEN, R.F.;HIRNLE, C.J. Fundamenos de Enfermagem: saúde e função humanas. 4ed. Rio de Janeiro: guanabara Koogan, 2006. • SANTOS,N.C.M. Enfermagem na Prevenção e Controle da Infecção Hospitalar. SP: Iátria, 2010. • SPRINGHOUSE CORPORATION. Fundamentos de enfermagem/série Incrivelmente Fácil. Guanabara/Koogan,2008. Cap. Assepsia e Controle de infecção. • Potter, Patrícia A. ; Perry, Anne Griffin. Fundamentos de Enfermagem.Tradução Maria Inês Corrêa Nascimento et al. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
  • 67.
    SITUAÇÃO PROBLEMA • Sr.RFS, 65 anos, diagnosticado com pneumonia em decorrência de tuberculose, será encaminhado à enfermaria, em companhia de outro paciente, com infecção respiratória, por haemophilus influenzae. Qual sua sugestão para a resolução deste caso e manutenção do isolamento?