OBJETIVOS-O ALUNO DEVERÁSER
CAPAZ DE:
• - Apresentar a cadeia de transmissão e discutir os
fatores de risco;
• - Discutir o papel do enfermeiro no controle da
infecção;
• - Diferenciar assepsia médica e cirúrgica;
• - Nomear e conceituar limpeza, desinfecção,
esterilização, antissepsia e degermação;
• - Descrever as medidas preventivas e de controle de
infecção.
• - Realizar a técnica de lavagem das mãos
3.
CONTEÚDO:
• A característicada cadeia de transmissão
• - O processo infeccioso: defesa do organismo e flora bacteriana (VIDE
TABELA)
• - Os Fatores de risco para o desenvolvimento de infecção em diversos
ambientes (VIDE TABELA)
• - As práticas assépticas: médica e cirúrgica (VIDE TABELA)
• - A limpeza, desinfecção, esterilização, antissepsia e degermação: aspectos
gerais, estrutura física, dinâmica e métodos químicos
• - Equipamentos de proteção individual e coletiva
• - Controle da infecção: medidas preventivas (VIDE TABELA)
• - Precauções Universais
• - Barreiras de proteção
• - Sistema de precaução
• - A importância da lavagem das mãos e o desenvolvimento da técnica
4.
MENSAGEM DO DIA
“Oontem é história,
O amanhã é uma mistério, e o
hoje é uma dádiva por isso é
chamado de presente.”
BIOSSEGURANÇA
• É oconjunto de procedimentos que tem por
objetivo dar proteção e segurança ao
paciente, ao profissional e sua equipe de
saúde (Lima, Minholo & Ito).
7.
INFECÇÃO HOSPITALAR
• INFECÇÃO:
•Infecção relacionada a
assistência à saúde.
• Presença de micro-
organismos (agente
infeccioso) no corpo do
hospedeiro .
8.
INFECÇÃO HOSPITALAR
• TIPOSDE INFECÇÃO:
• Subclínica, silenciosa ou
assintomática: Sem
sinais e sintomas,
verificada em lab
• Latente: por infecção
endógena ou exógena
• Colonizada:
multiplicação de micro-
organismos,
assintomática, sem
resposta imune
9.
INFECÇÃO HOSPITALAR
• INFECÇÃOHOSPITALAR
• Síndrome infecciosa
adquirida após a
hospitalização ou
procedimento
ambulatorial.
• Ex.: cateterismo
cardíaco; exames
radiológicos com
contraste; ressecção de
lesões e nódulos de
mamas;
10.
DEFESAS DO ORGANISMO
•- FLORA: na pele, na boca, trato gastro e
intestinal.
• - REAÇÃO IMUNOLÓGICA
11.
DEFESAS DO ORGANISMO
•- REAÇÃO IMUNOLÓGICA
• Resposta que se dá quando algum agente
infeccioso invade o organismo.
Resposta = reações
imunológicas
Agente infeccioso =
antígeno
12.
Antígeno
Organismo
Sangue Linfa
Reação decélulas
com aumento de
linfócitos
Reação de células
com aumento de
leucócitos
Produção de
anticorpos
Penetra
Circula
Figura 1.1- Ciclo da reação imunológica
AGENTES CAUSADORES DEINFECÇÃO
• Bactérias: infecções locais até choque séptico
• Vírus: menores organismos conhecidos
• Riquétsias: semelhantes a bactérias.
• Fungos: as doenças são chamadas de micoses
• Helmintos: Tênias e outros
• Protozoários: unicelulares.
MATERIAL DA ESTÁCIO- ESTUDAR
16.
MÉTODOS PARA DIMINUIRA INFECÇÃO
• Limpeza: ato de retirar
impurezas do corpo; água e
sabão
• Assepsia: ausência completa
de germes patogênicos ou
causadores de doenças. Pode
ser clínica ou cirúrgica. (vide
tabela)
17.
MÉTODOS PARA DIMINUIRA INFECÇÃO
• Desinfecção:Destruição dos
microorganismos patôgenos
com exceção dos
esporos.(Processos químicos
ou físicos).
• Pode ser por processos:
• FÍSICOS (CALOR OU RADIAÇÃO)
• QUÍMICOS (SOLUÇÃO E GASES)
18.
MÉTODOS PARA DIMINUIRA INFECÇÃO
• Classificação dos desinfetantes:
►Antissépticos: inibem o desenvolvimento bacteriano;
►Bacteriostático: evitam o crescimento bacteriano;
►Bactericidas: eliminam as bactérias.
19.
MÉTODOS PARA DIMINUIRA INFECÇÃO
• Esterilização: destruição de
todos os agentes patôgenos.
• Métodos de esterilização:
Vapor, radiação e por gás de
óxido de etileno.
20.
MÉTODOS PARA DIMINUIRA INFECÇÃO
• Degermação: é a remoção de detritos, impurezas, sujeira e
microrganismos da flora transitória e alguns da flora residente
depositados sobre a pele do paciente ou das mãos da equipe
odontológica através da ação mecânica de detergente, sabão
ou pela utilização de substâncias químicas (anti-sépticos).
CONTROLE DE INFECÇÕES
•AGÊNCIA REGULAMENTADORA
– CCIH Portaria nº 2.616/MS/GM, de 12 de maio de 1998
• AÇÕES EDUCATIVAS para orientação dos profissionais
• PREVENÇÃO DE ACIDENTES com material biológico
• CONTROLE DO AMBIENTE – descarte de resíduos
• USO DE EPI´s
36.
CONTROLE DE INFECÇÕES
•Práticas assépticas
– Técnica limpa
• Controlar e reduzir o número de patógenos existentes
• Lavagem e desinfecção das mãos e uso de EPI´s
– Técnica estéril
• Evitar a introdução ou a disseminação de patógenos do
ambiente para o cliente
• Inserção de cateteres IV, injeções, cateterismos vesicais
37.
CDC – CENTERESFOR DISEASE
CONTROL AND PREVENCION
DIRETRIZES PARA PRECAUÇÕES DO:
38.
DESCONTAMINAÇÃO DE SUPERFÍCIES:A descontaminação de
superfícies deve ser feita caso haja presença de sangue ou
líquidos potencialmente infectantes
ARTIGOS E EQUIPAMENTOS: Artigos utilizados devem ser
submetidos a limpeza e desinfecção ou esterilização antes de
serem utilizados em outro paciente
•
PRECAUÇÕES PADRÃO
39.
PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO
•Precauções Padrão – para todos os clientes
que leve ao contato com fluidos corporais.
– EPI
– Em caso de contato de sangue ou fluido do
paciente com a pele intacta, lave imediatamente
com água e sabão
40.
PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO
–Precauções Respiratórias (aerossóis- ar) – Prevenção
de transmissão de microorganismos contidos em gotículas
muito pequenas (menores que 5mcg) que podem ficar em
suspensão no ar e se dispersar por correntes de ar;
– EPI´s: máscaras de microbarreira (N 95 deverá ser colocada
antes de entrar no quarto e retirada somente após a saída do
mesmo; não é descartável, deve ser utilizada por 30 dias caso
não esteja danificada), e demais de acordo com necessidade;
quarto privativo.
– Sarampo, tuberculose pulmonar
ou laríngea, varicela, herpes zoster disseminada.
41.
PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO
–Precauções respiratórias por gotículas – Prevenção
de transmissão de microorganismos em gotículas (maiores que
5mcg);
– EPI´s: quarto privativo ou grupo de pessoas; máscaras
cirúrgica e demais de acordo com necessidade;
– Difteria,rubéola, faringite estreptocócica, pneumonia ou
escarlatina em bebês, coqueluche, caxumba, pneumonia por
micoplasma, meningite, sepse, peste negra, H1N1
42.
PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO
–Precauções por contato – Prevenção de transmissão de
microorganismos transmitidos por contato pele a pele ou
com o ambiente contaminado.
– EPI´s:Quarto privativo ou grupo de pacientes, luvas, aventais
e demais de acordo com necessidade; lavagem das mãos
após deixar o ambiente e, desinfecção de termômetros,
estetoscópios
– Infecções GI, respiratórias, cutâneas, conjuntivites, infecções
hemorrágicas(ebola), cólera, microorganismos
multirresistentes (MR), escabiose, drenagem de feridas.
43.
PRECAUÇÕES DE ISOLAMENTO
–Ambiente protetor – Prevenção de transmissão de
microorganismos a pacientes transplantados de céluas-tronco
alogênicas hematopoiéticas.
– EPI´s:Quarto privativo com 12 ou mais trocas de ar por
hora,máscaras cirúrgicas , luvas, aventais e demais de acordo
com necessidade; lavagem das mãos antes de entrar e após
deixar o ambiente.
O que fazerna ocorrência de acidente
com material biológico?
Procurar o médico do trabalho, CCIH ou emergência
Lavar o sítio com água e sabão e as mucosas com água
Avaliar a exposição e a fonte. São de interesse os acidentes
percutâneos e exposição de mucosa a sangue e/ou fluidos
infectantes (não são considerados infectantes: urina, fezes
e saliva);
Realizar teste rápido para HIV na fonte e sorologia
convencional no acidentado
Iniciar de imediato medidas profiláticas
46.
DISSEMINAÇÃO PELAS MÃOS
•Lavagem inadequada das mãos;
• Uso de adornos;
• Transferência de um patôgeno potencial de
um paciente para outro, de um objeto
contaminado para o cliente e
• De um membro da equipe para o paciente.
47.
LAVAGEM DAS MÃOS
•Para quê?
• Por quê?
• Quando lavar?
• O que é necessário?
NÃO ESQUECER DE!.....
1.Remover adereços dos dedos, e afastar
relógio
2. Acionar a água
3 .Manter as mãos mais baixas que os cotovelos,
molhando por completo mãos e antebraços
4. Aplicar o sabão espalhando nas regiões
palmares, os punhos, as costas das mãos
firmemente com movimentos circulares
59.
5 utilizando oatrito e a espuma por cerca de 15
a 30 segundos
6. Limpar sob as unhas com as outras unhas
7. Enxaguar as mãos e os punhos por completo
8 .Secar as mãos com papel toalha na direção do
antebraço
9. Fechar a torneira utilizando a toalha de papel
seca
NÃO ESQUECER DE!.....
CONTEÚDO
• - Oconceito e classificação do material estéril.
• - A integridade, contaminação e umidade das embalagens.
• - As formas de acondicionamento do material estéril.
• - O preparo da superfície e do profissional para manipular
com o material estéril.
• - A importância do uso do EPI para manipulação do material
estéril.
• - Os locais de contaminação ao manusear um material estéril.
• - A manipulação do material estéril.
• - O desenvolvimento da técnica de calçamento de luva estéril.
62.
OBJETIVOS
• - Conceituare classificar os materiais estéreis;
• - Identificar os itens que devem ser avaliados no material estéril antes do
seu manuseio;
• - Descrever as formas de acondicionamento do material estéril, garantindo
sua conservação;
• - Reconhecer os locais de contaminação ao manusear o material estéril;
• - Descrever os EPIs usados para manipulação do material estéril;
• - Realizar a técnica de calçamento e retirada da luva estéril;
• - Realizar a técnica de manipulação e abertura do material estéril;
• - Realizar a técnica de aplicação da máscara, vestir e retirar a roupa de
isolamento.
PAPEL DO ENFERMEIRONO
CONTROLE DE INFECÇÃO
• Seguir as técnicas de lavagem das mãos;
• Seguir os rigorosos procedimentos de controles de infecção;
• Documentar as infecções hospitalares quando elas
acontecem;
• Identificar os surtos precocemente e evitar sua disseminação;
• Eliminar os procedimentos desnecessários;
• Seguir rigorosamente as precauções de controle de infecção;
• Observar todos os clientes para os sinais de infecção;
• Manter afastados dos clientes susceptíveis os membros da
equipe e visitantes com infecção evidente.
66.
REFERÊNCIA
• CRAVEN, R.F.;HIRNLE, C.J. Fundamenos de Enfermagem: saúde e função
humanas. 4ed. Rio de Janeiro: guanabara Koogan, 2006.
• SANTOS,N.C.M. Enfermagem na Prevenção e Controle da Infecção
Hospitalar. SP: Iátria, 2010.
• SPRINGHOUSE CORPORATION. Fundamentos de enfermagem/série
Incrivelmente Fácil. Guanabara/Koogan,2008. Cap. Assepsia e Controle de
infecção.
• Potter, Patrícia A. ; Perry, Anne Griffin. Fundamentos de
Enfermagem.Tradução Maria Inês Corrêa Nascimento et al. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009.
67.
SITUAÇÃO PROBLEMA
• Sr.RFS, 65 anos, diagnosticado com
pneumonia em decorrência de tuberculose,
será encaminhado à enfermaria, em
companhia de outro paciente, com infecção
respiratória, por haemophilus influenzae. Qual
sua sugestão para a resolução deste caso e
manutenção do isolamento?