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Essa sociedade moderna tem como ícones
principais a produção e o consumo, não como
meios, mas como finalidades a serem atingidas.
É uma nova geração...
Que parece desfilar em uma “pista de dança”...
O individualismo (satisfação dos desejos
pessoais) tem uma posição peculiar dentro do
sistema em que se encontra inserido, qual seja,
o do consumo desenfreado, não apenas como
satisfação de seu querer, mas, também, para a
construção de uma imagem social...
A modernidade líquida é o termo de
Bauman para a condição atual do mundo,
em contraste com a modernidade "sólida"
que a precedeu. De acordo com Bauman, a
passagem de "sólido" para a modernidade
"líquida" criou um ambiente novo e sem
precedentes para atividades de vida
individuais, confrontando os indivíduos com
uma série de desafios nunca antes
enfrentados.
Essa vida fragmentada exige das pessoas ser
flexível e adaptável - para estar
constantemente pronta e disposta a mudar
de tática a curto prazo, abandonar
compromissos e lealdades sem
arrependimento e buscar oportunidades
de acordo com sua disponibilidade atual.
Trabalho
• A "modernidade pesada" era o tempo do
compromisso entre capital e trabalho,
fortificado pela mutualidade de sua
dependência.
– Mobilização sindical e equilíbrio de forças;
• O capital substitui a dependência para os
“consumidores”.
• IDENTIDADE E IMAGEM “Em vez de construir
nossa identidade de maneira gradual e
paciente, lidamos com formas montadas
instantaneamente, apesar de desmanteladas
com facilidade, pintadas umas sobre as
outras.
Modernização compulsiva
• É a modernização que não pára, a ânsia
avassaladora e endêmica pela destruição
criativa (ou criatividade destrutiva) para
limpar o terreno em nome do design novo e
melhorado, para desmantelar, cortar, defasas
e diminuir em prol da maior produtividade ou
concorrência;