Este documento analisa as metodologias de cálculo da compensação ambiental utilizadas em cinco estados brasileiros para a criação e manutenção de unidades de conservação. Foi identificado que as abordagens estaduais refletem a abordagem federal, considerando o grau de impacto e o valor de referência como variáveis de cálculo. As metodologias estaduais especificam mais detalhadamente os impactos, sendo potencialmente mais precisas. Nenhuma parece capaz de identificar impactos mitigáveis, levando a um cálculo de