UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Aula 08: Modelo de Jogo
Aula 08: Modelo de Jogo
7° Ano – Ensino Fundamental
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Modelo de Jogo
Modelo de Jogo
• O Modelo de jogo consiste na concepção de jogo
idealizada pelo treinador, no que diz respeito a um
conjunto de fatores necessários para a organização
dos processos ofensivos e defensivos da equipe, tais
como: os princípios, os métodos e os sistemas de
jogo bem como todo o conjunto de comportamentos e
valores que permitam caracterizar a organização
desses processos, quer em termos individuais quer,
fundamentalmente, em termos coletivos da referida
equipe. (LEAL & QUINTA, 2001).
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Modelo de Jogo
Modelo de Jogo
• Para Oliveira e Graça (1994) o Modelo de Jogo é um
corpo de ideias acerca de como queremos que o nosso
jogo seja praticado;
• Para Garganta (1996), o Modelo de Jogo é entendido
como sendo um conjunto de ideias, pontos de referência
fundamentais, em relação aos quais vamos aferir
comportamentos.
• Modelo de Jogo nada mais é do que o conjunto de ideias
e princípios que vai nortear o comportamento da
equipe nas situações motrizes do jogo.
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Modelo de Jogo
Modelo de Jogo
• Conjunto de referencias táticas que permitem delimitar
e concretizar o treinamento e a competição. (TEOLDO,
GUILHERME, GARGANTA 2015).
• Um modelo é uma construção teórica que define e
reproduz todo um sistema de relações estabelecidos
pelos elementos que o constituem.
• O modelo de jogo é a fusão da organização estrutural
e da organização funcional da equipe.
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Definições do Modelo de Jogo
Definições do Modelo de Jogo
O processo para a definição de um modelo de jogo se
divide em:
•Modelo (conjunto de ideias).
•Modelação (julgamento afim de saber se as ideias são
adequadas ao contexto).
•Modelo de jogo (processo final após a criação das ideias
confrontados com as variáveis dentro do contexto).
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Importância do Modelo de Jogo
Importância do Modelo de Jogo
Reside num triplo objetivo:
•(1) Compreendê-los melhor cada elemento quando
analisados isoladamente (visão analítica).
•(2) Estabelecer hipóteses sobre as interdependências dos
seus elementos (visão estrutural).
•(3) Tentar prever as modificações dos elementos em
função da variabilidade das conjecturas que promovem a
emergência de novas inter-relações (visão prospectiva).
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Organização do Modelo de Jogo
Organização do Modelo de Jogo
• Uma organização é um sistema situado num meio que
compreende: um subsistema cultural (intenções,
finalidades, valores, convicções), um subsistema
tecnocognitivo (conhecimentos, técnicas, tecnologias e
experiência), um subsistema estrutural (uma divisão formal
e informal do trabalho), um subsistema psicossocial
(pessoas que têm relações entre elas) assim como um
subsistema de gestão (planificação, controle e
coordenação).
• A organização do modelo de jogo é a fusão da organização
estrutural, funcional e relacional da equipe.
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Organização Estrutural do Modelo de Jogo
Organização Estrutural do Modelo de Jogo
A organização estrutural da equipe exprime-se:
•(i) pelo dispositivo táctico que, determina o arranjo
posicional dos jogadores e a,
•(ii) operacionalização das suas funções tácticas, bem
como as responsabilidades no plano individual e no plano
coletivo.
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Dimensões Estruturais do Modelo de Jogo
Dimensões Estruturais do Modelo de Jogo
1. Sentido e mentalidade coletiva
2. Responsabilidade Individual e Solidariedade Coletiva
3. Missões Tácticas Específicas e Organização Coletiva
4. Situações de Jogo e Múltiplas Soluções Coletiva
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Organização Funcional ou Dinâmica do
Organização Funcional ou Dinâmica do
Modelo de Jogo
Modelo de Jogo
• A organização funcional está relacionada com a
dinâmica que os jogadores e a equipe conseguem
imprimir à organização estrutural.
• Assim, a organização funcional assume-se como um
conjunto de padrões de ação específicos dessa equipe
em interação, que fazem emergir uma determinada
forma de jogar, manifestando-se como princípios de
jogo específicos dessa equipe (GUILHERME, 2004).
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Dimensões Funcionais do Modelo de Jogo
Dimensões Funcionais do Modelo de Jogo
• Coordenação das ações dos jogadores;
• Divisão da tarefa tática;
• Unidade de atitude e da ação;
• Estabelece princípios orientadores;
• Tempo e ritmo de jogo;
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Organização Relacional
Organização Relacional
• A dimensão relacional do MJ é definido pela criação de
uma linguagem táctica comum no seio da equipe, a qual
é suportada pela implementação de um conjunto de
linhas orientadoras do pensamento táctico dos
jogadores as quais visam a resolução dos diferentes
contextos situacionais que, o jogo exige.
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Elementos que Compõem o Modelo de Jogo
Elementos que Compõem o Modelo de Jogo
O modelo de jogo é um conjunto de interações que estão
constantemente se relacionando, são elas:
– Cultura do Jogo;
– As ideias do treinador;
– Problemas do jogo;
– Momentos do jogo;
– Objetivos do Jogo;
– Princípios Táticos do Jogo
– Esquemas e Sistemas tático;
– Manobras de Jogo;
– Padrões de Movimentação de Jogo;
– Métodos de Jogo
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Cultura do Jogo
Cultura do Jogo
• Quando um treinador chega a um clube é imprescindível
conhecer a cultura que o envolve.
• Temos que compreender que a cultura na qual estamos
inseridos vai ter implicações diretas em vários níveis.
• No entendimento dos jogadores, no envolvimento dos
sócios, devendo o Modelo de Jogo considerar todas
essas especificidades culturais.
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Ideias de Jogo
Ideias de Jogo
• São as ideias do treinador sobre o comportamento tático
pretendido para a sua equipe.
• A ideia do jogo é baseada num conjunto de princípios,
regras de ação e gestão de jogo.
• Desta forma, o Modelo de Jogo deve preconizar, de
forma metódica e sistemática, um corpo de ideias acerca
de como se pretende que o jogo seja praticado, definindo
de modo conciso as tarefas e os comportamentos tático-
técnicos exigíveis aos jogadores (QUEIROZ, 1986).
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Características da Ideia do Jogo
Características da Ideia do Jogo
• Evolutivo: O MJ é um referencial e não algo a atingir em
absoluto. O seu desenvolvimento é um processo de longa
duração. Sendo preciso prever quais os processos evolutivos
dessa forma de jogar.
• Adaptativo: A concepção de um MJ deverá atender à
especificidade das características dos jogadores que compõem
a equipe, de modo que estes possam exprimir eficazmente as
suas próprias capacidades.
• Congruente: Advém da necessidade do treinador ter a
competência de dominar os conceitos e as dinâmicas de ordem
estratégica e táctica nele (modelo) contidos.
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Problemas do Jogo
Problemas do Jogo
• Os problemas emergentes durante o jogo, individuais e
coletivos, os quais apresentam um obstáculo (situação
de impasse), onde a decisão pelo “o que fazer” se dará
através do entendimento do jogo e das diferentes
capacidades motoras, cognitivas e afetivas.
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Categorias de Problemas do Jogo
Categorias de Problemas do Jogo
De uma maneira geral, podem-se enunciar quadro
principais categorias de problemas enfrentados pelas
equipes de esportes de invasão:
•Organizacional;
•Espaço;
•Tempo;
•Informacional;
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Problemas Organizacionais
Problemas Organizacionais
• Identificar padrões de ação com bola e sem bola;
• Identificar pontos fortes e fracos;
• Buscar superioridade numérica;
• Dissimular ações e intenções;
• Responder coletivamente aos movimentos
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Problemas Espaciais
Problemas Espaciais
• Criar linha de chute/passe/finalização;
• Conquistar um espaço efetivo;
• Marcar e desmarcar-se;
• Apoiar os companheiros.
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Problemas Temporais
Problemas Temporais
• O tempo disponível para a realização das ações motoras,
ofensiva e defensiva é um aspecto relevante no contexto
dos JDC.
• O tempo é considerado como um constrangimento que
pode obstruir ou facilitar os comportamentos individuais
e/ou coletivos inerentes as ações realizadas no âmbito
dos JDC, principalmente nas ações de contra-ataque e
transição defensiva.
• Pode também influenciar psicologicamente os atletas e
seu volume de jogo.
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Problemas no Plano Informacional
Problemas no Plano Informacional
• O aumento da incerteza nos adversários está ligado
às alternativas propostas pelos companheiros do
possuidor da bola e à velocidade de transmissão desta.
• A redução de incerteza para a equipe de posse de
bola está ligada à qualidade do código de comunicação,
às escolhas tácticas explícitas e permite assim
estabelecer escolhas adaptadas, estabelecidas por
todos os companheiros em função das configurações
momentâneas do jogo.
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Momentos de Jogo
Momentos de Jogo
• Momento (do latim momentum) é um período de tempo
breve em relação a outro.
• O termo é usado como sinónimo de instante, pode ser
usado para designar um lapso temporal mais ou menos
longo, mas capaz de singularizar ou simbolizar uma
circunstância.
• No jogo dos esportes de invasão coexistem, em relação
dialética, de processos ou fases antagônicas que se
interagem durante a realização de uma partida em
momentos perfeitamente distintos.
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Momentos do Jogo
Momentos do Jogo
• Os momentos do jogo podem divididos em:
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Ataque ou Processo Ofensivo
Ataque ou Processo Ofensivo
• São os comportamentos que uma
equipe assume quando está com
está com
a posse de bola
a posse de bola e organiza as
suas ações ofensivas
ações ofensivas de acordo
com a defesa adversária, e
termina este processo quando
fica sem a posse da mesma, seja
através de finalização, bolas para
fora do campo ou desarmes por
parte da equipe adversária.
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Defesa ou Processo Defensivo
Defesa ou Processo Defensivo
• São os comportamentos que
uma equipe assume quando
está sem a posse de bola
está sem a posse de bola,
na qual uma equipe luta
luta
para obter a posse de bola
para obter a posse de bola,
para realizar ações
ofensivas, sem cometer
infrações e sem permitir que
a equipe adversária obtenha
gol
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Transição Defensiva
Transição Defensiva
• Quando a equipe está no
ataque perde a posse de
bola, e tenta se estruturar
defensivamente, retornando
em bloco para defesa ou
pressionando a equipe
adversária no momento da
perda da posse de bola.
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Transição Ofensiva ou Contra-ataque
Transição Ofensiva ou Contra-ataque
• Quando a equipe
recupera a posse de bola
e organiza as suas
primeiras ações
ofensivas, com a defesa
adversária
desorganizada.
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Situações de Bola Parada
Situações de Bola Parada
• Qualquer momento num
jogo em que a bola é
colocada em jogo após
uma parada no jogo, tiro
de canto, tiro livre,
penalidade máxima,
laterais e inicio de jogo
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Subestruturas nos Jogos
Subestruturas nos Jogos
• González e Fraga (2012) apresentam uma classificação
que distingue a participação dos jogadores nos esportes
de invasão em quatro funções.
• Essas possibilidades de atuação são denominadas
pelos referidos autores de subpapéis. Sendo eles:
– Atacante com a Posse de Bola (ACPB);
– Atacante sem a Posse de Bola (ASPB);
– Defensor do Atacante com a Posse de Bola (DACPB); e
– Defensor do Atacante sem a Posse de Bola (DASPB).
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Objetivo do Jogo
Objetivo do Jogo
• O objetivo do jogo, ou seja, sua lógica de
funcionamento, bem como os processos de leitura de
jogo e tomada de decisão, elementos táticos essenciais
para o jogo e para a atuação de quem o pratica
(GRECO, 1998; PARLEBAS, 2001; RIBAS, 2014).
• Nos esportes de invasão o objetivo do jogo é deslocar
uma bola através do campo para colocá-la dentro da
meta adversária, definida por dois postes verticais
limitados pela altura por uma trave horizontal.
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Tipos de Objetivos do Jogo
Tipos de Objetivos do Jogo
• Gerais
• Defesa
• Ataque
• Transições Ofensiva
• Transição Defensiva
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Objetivo Geral do Jogo
Objetivo Geral do Jogo
• O objetivo do jogo é marcar gols, isto é, colocar a bola
dentro da meta do adversário, ultrapassando totalmente
a linha de gol.
• Vence a equipe que no final de uma partida tiver
marcado o maior número de gols.
• Poderá haver empate.
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Objetivo Geral da Defesa
Objetivo Geral da Defesa
• Restringir o tempo e espaço dos atacantes contrários,
colocando-lhes pressão e impossibilitando-os de
progredir no terreno, protegendo assim o espaço
defensivo e a baliza.
• A ordem é para condicionar, direcionar e pressionar.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Objetivos Específicos da Defesa
Objetivos Específicos da Defesa
• Pressionar os atacantes adversários
• Impedir a progressão do adversário
• Direcionar ou retardar a progressão do Adversário
• Reduzir os Espaços de Jogo do Adversário
• Proteger o espaço defensivo e a baliza (meta)
• Anular as situações de finalização
• Recuperar a posse de bola o mais rapidamente possível
LEONARDO DE A. DELGADO
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Objetivo Geral do Ataque
Objetivo Geral do Ataque
• Nos jogos de invasão, o ataque tem como objetivo
principal marcar pontos invadindo o território adversário
e atingindo um alvo específico, geralmente com a posse
de um objeto (bola, disco, etc.).
• No entanto, esse objetivo geral se desdobra em
objetivos mais específicos que orientam as ações dos
jogadores e as estratégias das equipes.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Objetivos Específicos do Ataque
Objetivos Específicos do Ataque
• Manter e conservar a posse da bola;
• Progredir os jogadores e a bola em direção baliza dos
adversários;
• Construir ações ofensivas;
• Criar situações de finalização
• Finalizar a ação ofensiva.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Objetivos Específicos do Ataque sem a
Objetivos Específicos do Ataque sem a
posse de bola
posse de bola
• Identificar a posição da bola no jogo,
• Localizar os espaços livres para possível ocupação,
• Identificar a posição dos adversários e a situação dos
companheiros e ainda ter o objetivo a atacar.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Objetivos da Transição Defensiva
Objetivos da Transição Defensiva
• Exercer uma pressão coletiva (pressing) 'continuada' até
retomar a posse da bola para voltar a agredir o
adversário.
• Exercer uma pressão individual ou coletiva (pressing)
'temporária' para ganhar tempo até que a equipe se
recomponha à defesa organizada.
• Promover a imediata recomposição à defesa
organizada.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Objetivos da Transição Ofensiva
Objetivos da Transição Ofensiva
• Mudar a mentalidade, passando de uma atitude
defensiva para uma atitude ofensiva, mantendo muita
concentração no jogo.
• Passar da compactação/concentração para a
amplitude/profundidade ('do campo pequeno para o
campo grande').
• Livrar-se da marcação para criar opções de passe.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Objetivos da Transição Ofensiva
Objetivos da Transição Ofensiva
• Fazer do primeiro passe um passe entre linhas, ou uma
inversão ou mesmo um lançamento longo, nos casos do
jogo de ataque direto e/ou de contra-ataque.
• Para o caso do jogo do ataque combinado, buscar a
opção do primeiro passe para jogadores em zonas de
baixa pressão para manter a circulação da bola.
• Dependendo das circunstâncias do jogo (tempo e placar),
'quebrar o ritmo do jogo' com a manutenção da posse ou
retardando o 'reinício' do jogo, nos casos das bolas
paradas.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Princípios Táticos do Jogo
Princípios Táticos do Jogo
7° Ano – Ensino Fundamental
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Princípios de Jogo ou Regras de Ação
Princípios de Jogo ou Regras de Ação
• Os princípios táticos de jogo são um conjunto de normas
que orientam o jogador e a equipe na procura das
soluções mais eficazes, nas diferentes situações de
jogo.
• As regras de ação são os comportamentos que os
jogadores terão que ter durante o jogo,
proporcionando os mecanismos necessários para
alcançar êxito operacionalização dos princípios táticos
do jogo.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Princípios de Jogo ou Regras de Ação
Princípios de Jogo ou Regras de Ação
• Conjunto de linhas orientadoras que orientam os
comportamentos tático-técnicos individuais e
coletivos.
• Código de “linguagem comum” que permite melhorar a
funcionalidade da comunicação explicita ou implícita
(CASTELO, 2004)
• Durante as fases de jogo, os princípios de jogo atuam
como regras que permitem os jogadores coordenarem a
sua atividade individualmente e coletivamente.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Princípios de Jogo ou Regras de Ação
Princípios de Jogo ou Regras de Ação
Para casa situação motriz existem Princípios, Sub
Princípios e Sub dos Sub Princípios.
•Princípio: Comportamento padrão da equipe como um
todo, dentro de cada momento;
•Sub Princípio: Meios pelos quais a equipe vai garantir a
execução correta do Princípio;
•Sub dos Sub Princípios: Ações individuais dos
jogadores para que os Sub Princípios sejam executados
corretamente.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Classificação dos Princípios Táticos do
Classificação dos Princípios Táticos do
Jogo
Jogo
• Fundamentais(ou Gerais): são assim nomeados
porque são comuns a todas as fases do jogo,
independente se a nossa equipe tem bola ou não.
• Operacionais: são as operações necessárias para
tratar uma ou várias categorias de situações de jogo
• Específicos: representam um conjunto de regras que
coordenam as ações dos jogadores nos momentos do
Jogo
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Educação Física
Princípios Táticos Gerais do Jogo
Princípios Táticos Gerais do Jogo
São eles:
•Recusar a inferioridade numérica
•Evitar a igualdade numérica
•Criar superioridade numérica
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Princípios Táticos Operacionais do Jogos
Princípios Táticos Operacionais do Jogos
• Esses princípios regulam as ações dos jogadores em
diferentes fases do jogo, mas não são comuns a todas
elas.
• Estão divididos em dois grupos, onde cinco princípios
pertencem ao processo ofensivo e cinco princípios
pertencem ao processo defensivo.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Princípios Operacionais da Defesa
Princípios Operacionais da Defesa
(ou Processo Defensivo)
(ou Processo Defensivo)
• Anular as situações de finalização,
• Recuperar a bola,
• Impedir a progressão do adversário,
• Proteger a baliza e
• Reduzir o espaço de jogo adversário;
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Educação Física
Princípios Operacionais do Ataque
Princípios Operacionais do Ataque
(ou do Processo Ofensivo)
(ou do Processo Ofensivo)
• Conservar a bola,
• Construir ações ofensivas,
• Progredir pelo campo de jogo adversário,
• Criar situações de finalização e
• Finalizar à baliza adversária.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Princípios Táticos Específicos
Princípios Táticos Específicos
• Têm a utilidade de orientar individualmente o jogador em
prol da equipe.
• Estão relacionados diretamente ao centro de jogo,
buscando uma solução para que a equipe possa levar a
bola para zonas mais importantes do terreno.
• Estes princípios orientam o comportamento do portador
da bola, do primeiro opositor, dos colegas de equipe do
portador da bola e dos restantes adversários.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Divisões dos Princípios Específicos
Divisões dos Princípios Específicos
• Princípios Específicos da Organização Defensiva;
• Princípios Específicos da Organização Ofensiva;
• Princípios Específicos da Transição Ofensiva;
• Princípios Específicos da Transição Defensiva;
LEONARDO DE A. DELGADO
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Princípios Específicos da Organização
Princípios Específicos da Organização
Defensiva
Defensiva
7° Ano – Ensino Fundamental
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Educação Física
Introdução
Introdução
• Os princípios específicos da organização defensiva nos
jogos de invasão são um conjunto de diretrizes que
orientam as ações dos jogadores e da equipe com o
objetivo de impedir o avanço do adversário, proteger a
própria meta e recuperar a posse da bola.
• Eles se complementam e se manifestam de diferentes
maneiras, dependendo do esporte e da estratégia
adotada.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Princípios Específicos da Organização
Princípios Específicos da Organização
Defensiva
Defensiva
• Princípio da Marcação
• Princípio da Contenção
• Princípio da Cobertura Defensiva
• Princípio do Equilíbrio.
• Princípio da Concentração
• Princípios da Unidade Defensiva
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Princípio da Marcação
Princípio da Marcação
• O princípio da marcação nos jogos de invasão é um dos
pilares da organização defensiva e consiste em ações
coordenadas para impedir que o adversário com a
posse da bola progrida em direção à meta e finalize a
jogada.
• Podemos dividir o princípio da marcação em diferentes
tipos, que podem ser aplicados de forma isolada ou
combinada, dependendo da estratégia da equipe.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Principio da Contenção
Principio da Contenção
• O Princípio da
Contenção refere-se à
estratégia de limitar o
avanço da equipe
adversária, controlando o
espaço e o ritmo do jogo,
dando tempo para a
organização da defesa
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Caracterização do Principio da Contenção
Caracterização do Principio da Contenção
• Marcação individual sobre o portador da bola, pela
interrupção ou atraso da ação ofensiva da equipe
adversária, pela restrição das linhas de passe e
finalização à baliza, pelo impedimento da
progressão longitudinal pelo campo de jogo e pela
recuperação a bola.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Objetivos do Principio da Contenção
Objetivos do Principio da Contenção
• Retardar o avanço do ataque adversário;
• Pressionar o portador da bola;
• Dar tempo para a organização defensiva;
• Direcionar o ataque para zonas menos perigosas;
• Reduzir o número de oportunidades de gol;
• Proteger a baliza/linha de gol
LEONARDO DE A. DELGADO
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Comportamentos do Principio da
Comportamentos do Principio da
Contenção
Contenção
• Aproximação imediata ao portador da bola, aumentando
a sua distância à baliza.
• Perto do adversário, diminuir a velocidade de
aproximação.
• Orientar o seu opositor em direção a um companheiro
de equipe ou às linhas laterais.
• Tentar o desarme ou, não o conseguindo, pressionar o
portador da bola obrigando-o a virar as costas ao
sentido do seu ataque.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Princípio da Cobertura Defensiva
Princípio da Cobertura Defensiva
• O princípio da Cobertura Defensiva se refere às ações
de apoio e suporte que os defensores oferecem ao
companheiro que está marcando diretamente o
adversário com a posse da bola (o "contensor"),
evitando infiltrações e oferecendo auxílio na
recuperação da posse.
• A Cobertura Defensiva visa prevenir que o atacante
supere a primeira linha de marcação e crie situações de
perigo para a defesa.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Caracterização do Princípio da Cobertura
Caracterização do Princípio da Cobertura
Defensiva:
Defensiva:
• Relaciona-se com ações de apoio, ou
seja, um jogador faz a cobertura “às
costas” do primeiro defensor
reforçando a marcação defensiva e
evitando o avanço do portador da
bola em direção à baliza.
• O jogador que realiza a cobertura
defensiva evita descompensações
defensivas, que poderiam criar perigo
para a defesa, servindo de “novo
obstáculo” ao portador da bola.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Objetivos principais da Cobertura
Objetivos principais da Cobertura
Defensiva
Defensiva
• Evitar a progressão do ataque: Impedir que o atacante
avance em direção à meta após superar o primeiro defensor.
• Proteger a área de gol: Reforçar a defesa em zonas
próximas à meta, dificultando finalizações e passes perigosos.
• Criar superioridade numérica em zonas de perigo: Auxiliar
na recuperação da bola através de dobras de marcação ou
interceptações.
• Garantir a segurança defensiva: Oferecer uma "segunda
linha" de defesa, caso a primeira seja rompida.
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Educação Física
Comportamentos do Princípio da
Comportamentos do Princípio da
Cobertura Defensiva
Cobertura Defensiva
• Deslocar-se de acordo com as movimentações do(s)
adversário(s) (direto e indiretos)
• Assumir a tarefa realizada pelo seu colega de equipa em
caso de ultrapassagem deste pelo portador da bola
LEONARDO DE A. DELGADO
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Ações Técnicas do Princípio da Cobertura
Ações Técnicas do Princípio da Cobertura
Defensiva
Defensiva
As principais ações do jogador de cobertura incluem:
•Dobrar a marcação: Auxiliar o contensor na marcação do
atacante, dificultando suas ações.
•Interceptar passes: Cortar a trajetória de passes que
possam superar a primeira linha de marcação.
•Cobrir espaços: Ocupar espaços vazios que possam ser
explorados pelo ataque adversário.
•Realizar o desarme: Tomar a bola do atacante caso ele
supere o contensor.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Tipos de Cobertura Defensiva
Tipos de Cobertura Defensiva
• Cobertura Imediata: Ocorre quando o jogador de cobertura
se posiciona muito próximo ao contensor, oferecendo apoio
imediato em caso de necessidade.
• Cobertura à Distância: Ocorre quando o jogador de
cobertura se posiciona a uma distância maior do contensor,
oferecendo suporte em caso de passes longos ou infiltrações.
• Cobertura Diagonal: Ocorre quando o jogador se posiciona
em uma linha diagonal em relação ao contensor e ao portador
da bola, permitindo cobrir uma área maior do campo.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Princípio do Equilíbrio
Princípio do Equilíbrio
• O princípio do Equilíbrio, dentro do contexto dos jogos
de invasão, refere-se à organização e distribuição dos
jogadores em campo, tanto na fase ofensiva quanto na
defensiva, buscando otimizar o espaço disponível e
garantir a cobertura de áreas estratégicas.
• O principio do Equilíbrio busca manter uma distribuição
inteligente dos jogadores para que a equipe não fique
muito exposta em nenhuma área do campo, tanto
quando ataca quanto quando defende
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Caracterização do Princípio do Equilíbrio
Caracterização do Princípio do Equilíbrio
• Este princípio baseia-se em a organização defensiva da
equipe que defende possui superioridade ou igualdade
numérica de jogadores posicionados entre a bola e a
própria baliza.
• Caracteriza-se pela cobertura dos espaços e marcação
dos jogadores livres sem bola, pela cobertura de casuais
linhas de passe e redução do ritmo de jogo.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Objetivos do Princípio do Equilíbrio
Objetivos do Princípio do Equilíbrio
Na fase defensiva:
•Garantir a cobertura de espaços, dificultar a progressão
do ataque adversário e facilitar a recuperação da bola.
Na fase ofensiva:
•Criar linhas de passe, oferecer opções de progressão e
finalização, e garantir a segurança defensiva em caso de
perda da posse da bola.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Comportamento do Princípio do Equilíbrio
Comportamento do Princípio do Equilíbrio
• Preservar espaços livres
• Vigiar os jogadores livres
• Cobrir eventuais linhas de passe
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Princípio da Concentração
Princípio da Concentração
• O princípio da Concentração,
refere-se à ação coordenada dos
jogadores de uma equipe em
direcionar seus esforços defensivos
para a área onde a bola se
encontra.
• É o ato de proteger o seu gol e
condicionar as ações ofensivas da
equipe adversária para zonas de
menos risco.
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Objetivos do Princípio da Concentração
Objetivos do Princípio da Concentração
• Pressionar o portador da bola;
• Reduzir o espaço de jogo do ataque;
• Facilitar a recuperação da bola;
• Proteger áreas de maior perigo;
LEONARDO DE A. DELGADO
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Educação Física
Comportamentos do Princípio da
Comportamentos do Princípio da
Concentração
Concentração
• Congregar os jogadores no centro do jogo através do
balanceamento coordenado dos vectores largura e
profundidade
• Assumir um compromisso entre a concentração dos
jogadores e esses vectores
• Aproximar as linhas defensivas
• Utilizar em simultâneo os referenciais da bola, baliza e
adversários para a correta colocação dos defensores
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Ações técnico-táticas
Ações técnico-táticas
• Dobras
• Compensações
• Métodos de jogo defensivo
• Sistemas de jogo.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Princípios da Unidade Defensiva
Princípios da Unidade Defensiva
• O Princípio da Unidade Defensiva, nos jogos de
invasão, refere-se à capacidade da equipe de atuar
como um bloco coeso e organizado na fase defensiva.
• A Unidade Defensiva busca transformar a defesa em um
organismo único, onde os jogadores atuam em conjunto,
com objetivos e movimentos sincronizados,
maximizando a eficiência defensiva.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Características principais da Unidade
Características principais da Unidade
Defensiva
Defensiva
• Compactação: Proximidade entre as linhas de defesa
(defensores, meio-campistas e, em alguns casos,
atacantes que auxiliam na marcação), reduzindo os
espaços entre elas e dificultando a progressão do
ataque adversário.
• Coordenação: Sincronia nos movimentos dos jogadores,
com ações coordenadas de marcação, cobertura, dobra
de marcação, entre outras.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Características principais da Unidade
Características principais da Unidade
Defensiva
Defensiva
• Comunicação: Troca constante de informações entre os
jogadores, alertando sobre a movimentação dos
adversários, a necessidade de coberturas, trocas de
marcação, etc.
• Equilíbrio: Distribuição organizada dos jogadores em
campo, evitando espaços vazios que possam ser
explorados pelo ataque adversário.
• Consistência: Manutenção da organização defensiva ao
longo da partida, mesmo sob pressão do adversário.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Objetivos da Unidade Defensiva
Objetivos da Unidade Defensiva
• Dificultar a progressão do ataque adversário;
• Proteger a meta;
• Recuperar a posse da bola;
• Minimizar o risco de sofrer contra-ataques
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Princípios Específicos Organização
Princípios Específicos Organização
Ofensiva
Ofensiva
7° Ano – Ensino Fundamental
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Introdução
Introdução
• Os Princípios Específicos da Organização Ofensiva são
um conjunto de diretrizes táticas que orientam as ações
de uma equipe quando ela está com a posse da bola,
com o objetivo de criar oportunidades de gol.
• Eles se complementam e se manifestam de diferentes
maneiras, dependendo do contexto do jogo e da
estratégia da equipe
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Importância dos Princípios Específicos da
Importância dos Princípios Específicos da
Organização Ofensiva
Organização Ofensiva
• Criar mais chances de gol: Ao aplicar os princípios, a
equipe consegue gerar mais oportunidades de
finalização e aumentar as chances de marcar gols.
• Controlar o jogo: A posse de bola e a organização
ofensiva permitem à equipe controlar o ritmo da partida
e dominar as ações.
• Superar defesas bem organizadas: A aplicação dos
princípios permite encontrar soluções para superar
defesas compactas e bem postadas.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Princípios Específicos Organização
Princípios Específicos Organização
Ofensiva
Ofensiva
• Princípio da Penetração/progressão;
• Princípio da Cobertura Ofensiva;
• Princípio da Mobilidade;
• Princípios do Espaço ou Abertura;
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Principio da Penetração
Principio da Penetração
• Penetração é a ação de "furar" a
defesa adversária, seja com a
bola dominada ou através de
passes, buscando chegar o mais
próximo possível do gol.
• Refere-se às ações ofensivas que
visam superar as linhas
defensivas do adversário,
progredindo em direção à meta ou
a zonas de finalização.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Características principais da Penetração
Características principais da Penetração
• Objetividade: A penetração tem como objetivo principal criar
chances claras de gol, buscando posições vantajosas para
finalização.
• Verticalidade: Geralmente envolve ações em direção à meta
adversária, buscando avançar em profundidade no campo.
• Risco controlado: Embora busque o ataque direto, a
penetração deve ser realizada com controle, evitando perdas de
posse em zonas perigosas.
• Variedade de ações: Pode ser realizada através de dribles,
passes em profundidade, infiltrações, tabelas, ultrapassagens,
entre outras ações.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Objetivos do Princípio da Penetração
Objetivos do Princípio da Penetração
• Desorganizar a defensa adversária;
• Criar vantagem espacial e numérica
• Atacar a baliza e o adversário direto
• Facilitar a finalização
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Comportamentos do Princípio da
Comportamentos do Princípio da
Penetração
Penetração
• No momento da recuperação da bola o jogador deve
orientar-se para a baliza adversária.
• Livre de oposição e com espaço, finalizar ou progredir
para a baliza adversária.
• Com oposição, deverá passar a bola ao companheiro
mais próximo da baliza adversária.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Ações técnico-táticas do Princípio da
Ações técnico-táticas do Princípio da
Penetração
Penetração
• Condução
• Condução para finalização;
• Finalização;
• Drible
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Princípio da Cobertura Ofensiva
Princípio da Cobertura Ofensiva
• O Princípio da Cobertura Ofensiva, refere-se ao
posicionamento e à movimentação de jogadores de uma
equipe sem a posse da bola, com o objetivo principal de
oferecer suporte e opções ao companheiro que está
com a bola.
• Cobertura Ofensiva é o apoio que os jogadores
oferecem ao portador da bola, criando opções de passe,
dando suporte em caso de pressão da marcação e
preparando o terreno para futuras ações ofensivas
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Caracterização do Princípio da Cobertura
Caracterização do Princípio da Cobertura
Ofensiva
Ofensiva
•Está relacionado com ações
de aproximação dos
companheiros de equipe ao
portador da bola
proporcionando-lhe mais
ações ofensivas para dar
seguimento ao jogo.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Objetivos do Princípio da Cobertura
Objetivos do Princípio da Cobertura
Ofensiva
Ofensiva
• Apoiar o companheiro com bola (proporcionar linhas de
passe para assegurar a posse coletiva da bola);
• Diminuição da pressão dos adversários sobre o portador
da bola (deve criar uma linha de passe ao portador da
bola para que consiga passar com ela);
• Aumento oportuno de manutenção da posse de bola e
formação do equilíbrio coletivo que beneficia as
primeiras ações defensivas em caso do jogador perder a
bola para a equipe adversária.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Comportamentos:
•Colocar-se atrás e ao lado do portador da bola.
•Impedir o corte da linha de passe (fornecida ao portador
da bola) por parte do seu defensor direto.
Ações técnico-táticas:
•Passe: alvo, trajetória da bola, superfície de contato do
pé, superfície de contato da bola (e corrida de balanço);
•Recepção da bola: trajetória, superfícies de recepção;
•Combinações tácticas a dois jogadores.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Princípio da Mobilidade
Princípio da Mobilidade
• O Princípio da Mobilidade, refere-se à constante
movimentação dos jogadores sem a bola, com o objetivo
de criar espaços, oferecer opções de passe,
desorganizar a defesa adversária e facilitar a progressão
do ataque.
• Mobilidade é a capacidade da equipe de se movimentar
de forma fluida e coordenada, criando e ocupando
espaços vazios, dificultando a marcação adversária e
oferecendo opções constantes ao portador da bola
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Caracterização do Princípio da Mobilidade
Caracterização do Princípio da Mobilidade
•Este princípio relaciona-se
com a iniciativa dos
jogadores de ataque sem
bola procurarem posições
para receber a bola.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Objetivos do Princípio da Mobilidade
Objetivos do Princípio da Mobilidade
• Variar as posições, criar linhas de passe em
profundidade e ruptura (mobilidade de rotura –
movimentação do atacante nas “costas” do último
homem da defesa criando instabilidade defensiva) da
estrutura defensiva adversária para aumentar o ritmo de
jogo e desequilibrar defensivamente o adversário.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Comportamentos do Princípio da
Comportamentos do Princípio da
Mobilidade
Mobilidade
• Realizar variação de posições
• Ocupar espaços livres
• Utilizar espaços livres
• Criar espaços livres
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Princípios do Espaço ou Abertura
Princípios do Espaço ou Abertura
• O Princípio do Espaço ou Abertura, referem-se à forma
como uma equipe utiliza o espaço disponível em campo,
tanto com a bola quanto sem ela, para criar
oportunidades de ataque e dificultar a defesa adversária.
• A correta utilização do espaço é crucial para o sucesso
em esportes como futebol, basquetebol, handebol, entre
outros.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Caracterização do Princípios do Espaço
Caracterização do Princípios do Espaço
•As ações deste princípio iniciam-se após a recuperação
da posse da bola, quando todos os jogadores da equipe
procuram posicionamentos favoráveis à ampliação do
espaço de jogo ofensivo, orientados em função da
localização da bola, ou seja, quanto mais afastados os
restantes jogadores estiverem do portador da bola mais
dificuldades cria à equipa adversária pois terá de escolher
defender o espaço vital ou o adversário.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Cont...
Cont...
Objetivos:
•Estruturação e racionalização das ações coletivas
ofensivas no sentido de dar maior amplitude ao ataque.
Comportamentos:
•Criar largura e profundidade nas ações ofensivas através
de comportamentos individuais e coletivos
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Ações técnico-táticas:
•Combinações tácticas
•Esquemas tácticos
•Circulações tácticas
•Métodos de jogo ofensivo
•Sistemas tácticos
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Princípio da Ultrapassagem
Princípio da Ultrapassagem
• O Princípio da Ultrapassagem, com ou sem a bola,
ultrapassar um companheiro de equipe que está em uma
posição mais avançada, com o objetivo de criar uma nova
linha de passe, desmarcar-se, gerar superioridade
numérica em uma determinada zona do campo e,
principalmente, progredir em direção à meta adversária.
• Ultrapassar, significa ir além da posição de um
companheiro, oferecendo uma nova opção de jogo e
buscando romper a organização defensiva do adversário.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Objetivos do Princípio da Ultrapassagem
Objetivos do Princípio da Ultrapassagem
• Criar opções de passe em profundidade: A
ultrapassagem oferece uma opção de passe para frente,
buscando alcançar zonas mais próximas do gol.
• Desmarcar jogadores: O movimento de ultrapassagem
atrai a marcação, liberando espaço para outros
companheiros.
• Gerar superioridade numérica: A aproximação de um
jogador em ultrapassagem pode criar uma situação de 2
contra 1 ou 3 contra 2, facilitando a progressão.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Objetivos do Princípio da Ultrapassagem
Objetivos do Princípio da Ultrapassagem
• Romper linhas defensivas: A ultrapassagem, quando
bem executada, pode quebrar a organização defensiva
do adversário, criando espaços para finalização.
• Acelerar o ataque: A ultrapassagem pode ser usada
para acelerar a transição ofensiva, pegando a defesa
adversária desprevenida.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Esquemas Táticos
Esquemas Táticos
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Esquemas Táticos
Esquemas Táticos
• São as ações individuais ou coletivas, aplicadas nos
diferentes sistemas de jogo
• No futsal, os esquemas táticos (ou formações) são as
formas de um treinador escalar sua equipe dentro de
campo.
• As duas posições são: goleiro (ou guarda-redes) e os
jogadores de linha.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Sistema de Jogo
Sistema de Jogo
• Os Sistemas de Jogo são estruturas de base, que
representam a forma de colocação dos jogadores no
recinto de jogo e onde se estabelecem as funções e as
atitudes que os próprios deverão desempenhar quer nas
ações ofensivas quer nas defensivas, no seio de um
dispositivo previamente estabelecido pela respectiva
equipe.
• Está relacionado à distribuição das funções e
responsabilidades de cada indivíduo dentro da quadra,
que deve ser a mais harmônica e equilibrada possível.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Sistema Tático
Sistema Tático
• Sistema é o posicionamento básico, a forma de
distribuir os atletas dentro da quadra de jogo.
• Pode ser definido como sendo a colocação dos
jogadores em quadra com o objetivo de anular as
manobras ofensivas da equipe adversária (defender) e
confundir seus dispositivos defensivos para marcar o gol
(atacar).
• Tática são as movimentações dos jogadores dentro de
um determinado sistema.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Sistema Tático
Sistema Tático
• São as diferentes táticas utilizadas para resolver as
dificuldades nas diferentes fases do jogo.
• Conjunto de medidas (técnicas/táticas individuais e
táticas de grupo) que o treinador seleciona, ordena e
estabelece prioridades para a execução e posta em
prática pelos jogadores.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Objetivos dos Sistemas de Jogos
Objetivos dos Sistemas de Jogos
• Distribuição equilibrada das zonas de jogo e dos
deslocamentos entre todos os jogadores;
• Implicação de todos os jogadores em missões de ataque
e defesa;
• Forte proteção da própria meta;
• Concentração do maior número de jogadores possível
em volta da bola;
• Troca rápida de defesa para o ataque e vice-versa;
• Troca de posição e de tarefa pelos jogadores;
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Características dos Sistemas de Jogo
Características dos Sistemas de Jogo
O sistema ele é:
•Vivo.
•Dinâmico.
•Imprevisível.
•Caótico.
•Ambíguo.
•Complexo.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Critérios para a aplicação dos Sistemas de
Critérios para a aplicação dos Sistemas de
Jogo
Jogo
• Escolher os sistemas em função dos jogadores da
equipe;
• Continuidade do jogo;
• Coordenação do tempo;
• Esquema base;
• Margem de erro;
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Critérios para a aplicação dos Sistemas de
Critérios para a aplicação dos Sistemas de
Jogo
Jogo
• Posições específicas e troca;
• Número de sistemas;
• Equilíbrio de opções;
• Missões dentro da equipe;
• Aproveitamento das opções e variantes;
• Validade do sistema.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Fatores que caracterizam os sistemas de
Fatores que caracterizam os sistemas de
jogo
jogo
• Ritmo de jogo, o fator temporal (condição física, tempo de
jogo, número de troca de jogadores, etc.);
• O estilo de jogo e a forma de interpretar o jogo, utilizando
mais ou menos recursos técnicos e táticos;
• A ordem e o número de intervenções nas interações
motoras por parte do jogadores, levando a uma maior ou
menor participação deles;
• A maior ou menor adaptação ao adversário;
• A maior ou menor singularidade, inovação, novidade ou
originalidade das ações do jogo.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Condicionantes do Sistema
Condicionantes do Sistema
• O treinador
• Os próprios jogadores e os adversários;
• O regulamento;
• O resultado/placar.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Componentes de um Sistema de Jogo
Componentes de um Sistema de Jogo
• Posição inicial;
• Desenvolvimento do sistema
– Manobras: movimentações que a equipe adota para atacar e
para defender com a bola em jogo e com a bola parada
– Padrão de Jogo: movimentações repetitivas que a equipe faz
procurando progredir no espaço de jogo, manter a posse de
bola e construir a finalização
– Contra Ataque: um elemento que tem uma relação estreita com
a proposta defensiva da equipe
• Posição final (Finalização).
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Posição Inicial ou
Posição Inicial ou
Desenho de um Sistema de Jogo
Desenho de um Sistema de Jogo
• Corresponde as variações apresentadas quanto as
posições iniciais dos atletas e as meta adversária.
• O desenho do sistema tático através dos números nos
dá uma ideia de como esses sistemas ficaram
organizados no campo/quadra e de que forma podem
ocorrer as variações de posicionamento dentro deles.
• Para cada posição inicial do atleta em cada sistema de
jogo são definidas funções especificas.
• Existe posições ou funções fixas dentro do futsal
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Manobras de Jogo
Manobras de Jogo
• Manobras são “ações individuais ou coletivas, aplicadas
nos diferentes sistemas de jogo”(LUCENA, 2001).
• Movimentações que a equipe adota para atacar e para
defender com a bola em jogo e com a bola parada.
• São movimentos coordenados utilizados por uma equipe
em determinadas situações (paralela, diagonal, troca
ala-pivô, etc.);
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Manobras Ofensivas
Manobras Ofensivas
Objetivos Básicos:
•Manutenção da posse de bola
•Progressão pelo espaço do jogo
•Finalização a gol
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Padrões de Movimentação de Jogo
Padrões de Movimentação de Jogo
• É uma movimentação de campo previamente
determinada e treinada entre alguns jogadores e/ou
setores da equipe.
• São movimentações (deslocamentos e troca de
posições) realizadas pela a equipe ofensiva (de forma
planejada, organizada e padronizada), para ludibriar a
equipe adversária, provocando erros em seu
posicionamento, para infiltração da bola na defesa
contrária e, em consequência, o chute a gol.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Objetivos dos Padrões de Jogo
Objetivos dos Padrões de Jogo
• Criar um padrão de movimentação dos jogadores
quando a equipe tem a posse de bola;
• Confundir a marcação da equipe adversária e sair de
uma marcação pressão;
• Abrir espaços na quadra de jogo e procurar um melhor
posicionamento dos jogadores da equipe para uma
possível infiltração com ou sem bola.
• Provocar erros no posicionamento defensivo da equipe
adversária;
• Criar espaços para finalizações, chutes ao gol
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Características do Padrão de Jogo
Características do Padrão de Jogo
• É uma movimentação repetitiva;
• Realizado quando a equipe tem a posse da bola;
• Executada a partir de um esquema tático definido pela
equipe;
• Existem é um numero bem variado
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Hábitos Comuns Durante um Rodízio
Hábitos Comuns Durante um Rodízio
• Passar a bola e mover-se;
• Mudança de direção durante as corridas;
• Reiniciar corridas;
• Manter a bola sob pressão;
• Seja bom no 1 x 1;
• Combinações criativas;
• Comunicação efetiva (falar, escutar e seguir orientações)
• Leitura de jogo;
• Tempo, ângulos e espaço;
• Posição corporal e primeiro toque intencional:
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Pontos Importantes a Considerar
Pontos Importantes a Considerar
• Mais importante do que aprender um rodízio é
necessário praticá-lo;
• É mentalmente exigente;
• O começo é a parte mais difícil;
• É ótimo quando você "domina os conceitos“;
• Precisa de tempo.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Tipos Básicos de Padrão de Jogo
Tipos Básicos de Padrão de Jogo
• Lateral;
• Paralela;
• Diagonal;
• Vai, vem e vai (gato);
• Troca de Direção;
• Tabela;
• Quebra de Marcação;
• Triangulo Ofensivo;
• Troca de ala pivô.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Padrão de Jogo para Passe em Paralela
Padrão de Jogo para Passe em Paralela
• O jogador de defesa sempre penetrará no ataque com
uma movimentação paralela em relação à linha lateral da
quadra (BELLO, 1998).
• Pode ser desenvolvida com base no sistema 2x1x1 ou
3x1.
• Consiste em uma movimentação entre os três jogadores
mais próximos do campo defensivo (alas e fixo), na
procura-se maior facilidade de execução de um passe ao
pivô, saídas de bola na paralela, infiltrações ou mesmo
valorizar a posse de bola.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Padrão de Jogo para Passe em Paralela
Padrão de Jogo para Passe em Paralela
• Muito utilizado para “empurrar” o adversário para o meio
da quadra quando este estiver marcando pressão.
• As manobras ofensivas passam a ser executadas dentro
de uma movimentação constante a partir do sistema 3 x
1.
• Podem ser de duas formas.
– Passe na paralela para o pivô;
– Passe na paralela para o Ala que faz infiltração diagonal.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Padrão 8
Padrão 8
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Padrão de Paralela
Padrão de Paralela
• Pode ser desenvolvida com base no sistema 2x1x1 ou
3x1
• No 3x1,
• Fixo para Ala, sendo que após o passe o atleta se
desloca em diagonal, o ala conduz a bola para o centro
e depois para o outro ala
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Padrão de Jogo na Paralela
Padrão de Jogo na Paralela
LEONARDO DE A. DELGADO
PV
AE
AD
FX
G
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Ações Individuais sem a Posse de Bola
Ações Individuais sem a Posse de Bola
(Marcação Individual)
(Marcação Individual)
• Na marcação individual o
defensor marca individualmente o
jogador que lhe é indicado,
acompanhando-o por toda a
Linha de Defesa preestabelecida.
• Diz Ferreira (1994), que a
marcação homem a homem tem
como objetivo exercer a ação de
marcar de forma direta a um
determinado oponente.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Pontos Positivos
Pontos Positivos
• Diminui a opção do passe, forçando o erro adversário;
• Maior desgaste físico dos adversários pela necessidade
de maior movimentação em busca de espaços;
• Dificulta o chute de longa distância;
• Reduz o tempo de posse de bola do adversário;
• Diminui o tempo de reação do adversário para refletir
sobre a jogada.
LEONARDO DE A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física
Pontos Negativos
Pontos Negativos
• Grande desgaste físico dos defensores, proporcional à
movimentação dos atacantes;
• Abre o meio da quadra, facilitando lançamentos,
infiltrações e "bolas nas costas";
• Dá maiores possibilidades de vantagem numérica ao
adversário, na ocorrência de um drible, dificultando a
recuperação e a cobertura.
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Educação Física
Ações da Marcação Individual
Ações da Marcação Individual
• Posição Básica
• Aproximação;
• Acompanhamento
• Abordagem
• Intercepção;
• Desarme;
• Movimento de equilíbrio defensivo;
• Apoio ao portador da bola e à equipe.
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Posição Básica
Posição Básica
• Com um pé ligeiramente frente ao outro, corpo um
pouco inclinado para frente, joelhos semi-flexionados,
corpo baixo e sempre pisando somente com a meia
parte frontal do pé para uma maior mobilidade e
resposta motora ao movimento.
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Aproximação
Aproximação
• É a ação de se deslocar de forma rápida em direção a
bola buscando a distância e o equilíbrio adequado
(Saída ao tempo da Bola e desacelerar no final) para
exercer a ação de abordagem, apesar de importante
não pode ser precipitada.
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Acompanhamento
Acompanhamento
• O defensor deve posiciona-se de modo a não perder de
vista o atacante direto, estando sempre entre o mesmo
e gol a ser defendido.
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Educação Física
Abordagem
Abordagem
• Atitude ativa inibindo a ação do jogador com posse de
bola.
• Induzir para um espaço desfavorável; analisar o espaço;
• Comunicar o espaço de abordagem e abordar o pé
dominante quando perto do gol.
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Interceptação
Interceptação
• Ação defensiva que visa impedir que um passe ou a
finalização à baliza chegue ao seu destino, através da
interposição na sua trajetória.
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Desarme
Desarme
• Ação de roubar a bola que está em posse do adversário;
• É a técnica, que o jogador adquire, de impedir que o
adversário progrida ou receba a bola em condições de
levar perigo ao seu gol. (MELO, p.68)
• É o ato ou efeito de recuperar a bola, de toma-la do
adversário, sendo uma conquista da marcação bem
feita. (LEAL, p.59)
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Educação Física
Formas de Efetuar o Desarme
Formas de Efetuar o Desarme
Existem duas formas de efetuar um desarme:
•Oposição frontal: O defesa opõe-se em frente ao
atacante;
•Oposição lateral: O defesa posiciona-se ou desloca-se
ao lado do adversário, para intervir no momento certo com
um dos pés.
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Elementos Fundamentais para que um
Elementos Fundamentais para que um
Desarme
Desarme
• Colocação do defesa em relação ao portador da bola;
• Observar a bola, ser paciente e esperar pelo momento
exato para desarme;
• Simular o desarme;
• Acompanhar o atacante para se colocar numa posição
mais privilegiada entre a baliza e o atacante;
• Ter determinação e coragem;
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Educação Física
De acordo com (TENROLER, p.89), na defesa o atleta
deverá utilizar o corpo para:
•Bloquear a bola;
•Lutar pela recuperação da bola;
•“atacar” constantemente seu oponente;
•Dificultar ao máximo as ações de quem está com a bola;
•Movimentar-se com rapidez;
•Tentar deslocar o adversário para a lateral da quadra;
•Estar pronto para contra atacar quando recuperar a bola.
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Educação Física
Tipos de Marcação Individual
Tipos de Marcação Individual
• Simples:
• Visão Orientada
• Ajuda:
• Flutuação:
• Antecipação
• Grande Pressão
• Média Pressão
• Trocas de Marcação
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Marcação Individual Simples
Marcação Individual Simples
• O defensor fica de costas para meta e de frente para o
atacante.
• A visão é voltada para este e o defensor se mantém
entre o atacante e a meta.
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Marcação Individual Visão Orientada
Marcação Individual Visão Orientada
• Neste tipo de defesa individual o defensor mantém-se
entre o atacante e a meta, mas dirige sua visão a bola.
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Marcação Individual com Ajuda
Marcação Individual com Ajuda
• Consiste em manter o olhar voltado para a bola e, no
caso de um outro atacante passar por um defensor,
tentar impedir a penetração desse atacante.
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Marcação Individual Flutuação
Marcação Individual Flutuação
• É um tipo de defesa individual que se utiliza de
princípios da defesa por zona.
• Os defensores do lado oposto à bola deslocam-se em
direção a um ponto imaginário central na área restritiva
para impedir penetrações, facilitando ajuda e cobrindo
as regiões mais próximas à Meta.
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Educação Física
Marcação Individual com Antecipação
Marcação Individual com Antecipação
• Antecipação é o movimento que o jogador atacante ou
defesa realiza, afim de ganhar a posse de bola entrando
ou passando na frente do seu oponente, isto é,
antecipando-se ao seu adversário direto para chegar
primeiro á bola..
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Educação Física
Eficiência na Antecipação
Eficiência na Antecipação
Para ocorrer a antecipação eficiente deve se observar:
a)antecipar no momento e não antes do passe. Quem é
afoito para antecipar pode tomar um passe nas costas. Isto
terá uma relação direta com a distância que o marcador
está de quem tem a posse de bola;
b)A antecipar utilizando diferentes partes do corpo;
c)A antecipar de ambos os lados.
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Educação Física
Os Princípios da Interceptação
Os Princípios da Interceptação
• O marcador que intercepta deve possuir: percepção,
agilidade, oportunismo e determinação.
• O marcador deve usar a perna que mais facilita a
interceptação da trajetória.
• A atenção é fundamental durante a ação da
interceptação
• Saber explorar a noção de espaço e tempo;
• Entrar na linha de passe do adversário.
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Educação Física
Marcação individual com Grande Pressão
Marcação individual com Grande Pressão
• Pressiona para forçar o erro.
• Esta marcação é a única caracterizada pelo avanço dos
defensores até a Área 3 (Área de Ataque).
• Sua utilização ocorre quando a equipe está em
desvantagem no placar e o jogo está próximo do fim;
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Educação Física
Marcação Individual média Pressão
Marcação Individual média Pressão
• É uma marcação parecida com a marcação pressão,
porém os defensores não invadem a Área 3 (Ataque).
• Eles esperam os adversários na Área 2 encostando,
seguindo e diminuindo o espaço dos atacantes a partir
daí.
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Educação Física
Marcação Individual com Troca de
Marcação Individual com Troca de
Marcação
Marcação
• Basicamente são trocas de marcação e de posições
entre dois jogadores, sendo que nas Trocas nos
referimos a aspectos defensivos e nas Permutas a
ofensivos.
• A Troca aplica-se quando uma equipa está a defender
individualmente e dois jogadores trocam entre si o
adversário em marcação.
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Educação Física
Sistemas de Marcação Individual
Sistemas de Marcação Individual
LEONARDO DE A. DELGADO
- Pressão Total- Meia Pressão
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Educação Física
LEONARDO DE A. DELGADO
Homem a Homem
com
Vigilâncias
Marcação Mista
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Educação Física
PÓLO DE BARRA DO CORDA/MA

Aula_08_Modelo_de_Jogo_de_handebol2024.ppt

  • 1.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Aula 08: Modelo de Jogo Aula 08: Modelo de Jogo 7° Ano – Ensino Fundamental LEONARDO DE A. DELGADO
  • 2.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Modelo de Jogo Modelo de Jogo • O Modelo de jogo consiste na concepção de jogo idealizada pelo treinador, no que diz respeito a um conjunto de fatores necessários para a organização dos processos ofensivos e defensivos da equipe, tais como: os princípios, os métodos e os sistemas de jogo bem como todo o conjunto de comportamentos e valores que permitam caracterizar a organização desses processos, quer em termos individuais quer, fundamentalmente, em termos coletivos da referida equipe. (LEAL & QUINTA, 2001). LEONARDO DE A. DELGADO
  • 3.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Modelo de Jogo Modelo de Jogo • Para Oliveira e Graça (1994) o Modelo de Jogo é um corpo de ideias acerca de como queremos que o nosso jogo seja praticado; • Para Garganta (1996), o Modelo de Jogo é entendido como sendo um conjunto de ideias, pontos de referência fundamentais, em relação aos quais vamos aferir comportamentos. • Modelo de Jogo nada mais é do que o conjunto de ideias e princípios que vai nortear o comportamento da equipe nas situações motrizes do jogo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 4.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Modelo de Jogo Modelo de Jogo • Conjunto de referencias táticas que permitem delimitar e concretizar o treinamento e a competição. (TEOLDO, GUILHERME, GARGANTA 2015). • Um modelo é uma construção teórica que define e reproduz todo um sistema de relações estabelecidos pelos elementos que o constituem. • O modelo de jogo é a fusão da organização estrutural e da organização funcional da equipe. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 5.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Definições do Modelo de Jogo Definições do Modelo de Jogo O processo para a definição de um modelo de jogo se divide em: •Modelo (conjunto de ideias). •Modelação (julgamento afim de saber se as ideias são adequadas ao contexto). •Modelo de jogo (processo final após a criação das ideias confrontados com as variáveis dentro do contexto). LEONARDO DE A. DELGADO
  • 6.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Importância do Modelo de Jogo Importância do Modelo de Jogo Reside num triplo objetivo: •(1) Compreendê-los melhor cada elemento quando analisados isoladamente (visão analítica). •(2) Estabelecer hipóteses sobre as interdependências dos seus elementos (visão estrutural). •(3) Tentar prever as modificações dos elementos em função da variabilidade das conjecturas que promovem a emergência de novas inter-relações (visão prospectiva). LEONARDO DE A. DELGADO
  • 7.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Organização do Modelo de Jogo Organização do Modelo de Jogo • Uma organização é um sistema situado num meio que compreende: um subsistema cultural (intenções, finalidades, valores, convicções), um subsistema tecnocognitivo (conhecimentos, técnicas, tecnologias e experiência), um subsistema estrutural (uma divisão formal e informal do trabalho), um subsistema psicossocial (pessoas que têm relações entre elas) assim como um subsistema de gestão (planificação, controle e coordenação). • A organização do modelo de jogo é a fusão da organização estrutural, funcional e relacional da equipe. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 8.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Organização Estrutural do Modelo de Jogo Organização Estrutural do Modelo de Jogo A organização estrutural da equipe exprime-se: •(i) pelo dispositivo táctico que, determina o arranjo posicional dos jogadores e a, •(ii) operacionalização das suas funções tácticas, bem como as responsabilidades no plano individual e no plano coletivo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 9.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Dimensões Estruturais do Modelo de Jogo Dimensões Estruturais do Modelo de Jogo 1. Sentido e mentalidade coletiva 2. Responsabilidade Individual e Solidariedade Coletiva 3. Missões Tácticas Específicas e Organização Coletiva 4. Situações de Jogo e Múltiplas Soluções Coletiva LEONARDO DE A. DELGADO
  • 10.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Organização Funcional ou Dinâmica do Organização Funcional ou Dinâmica do Modelo de Jogo Modelo de Jogo • A organização funcional está relacionada com a dinâmica que os jogadores e a equipe conseguem imprimir à organização estrutural. • Assim, a organização funcional assume-se como um conjunto de padrões de ação específicos dessa equipe em interação, que fazem emergir uma determinada forma de jogar, manifestando-se como princípios de jogo específicos dessa equipe (GUILHERME, 2004). LEONARDO DE A. DELGADO
  • 11.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Dimensões Funcionais do Modelo de Jogo Dimensões Funcionais do Modelo de Jogo • Coordenação das ações dos jogadores; • Divisão da tarefa tática; • Unidade de atitude e da ação; • Estabelece princípios orientadores; • Tempo e ritmo de jogo; LEONARDO DE A. DELGADO
  • 12.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Organização Relacional Organização Relacional • A dimensão relacional do MJ é definido pela criação de uma linguagem táctica comum no seio da equipe, a qual é suportada pela implementação de um conjunto de linhas orientadoras do pensamento táctico dos jogadores as quais visam a resolução dos diferentes contextos situacionais que, o jogo exige. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 13.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Elementos que Compõem o Modelo de Jogo Elementos que Compõem o Modelo de Jogo O modelo de jogo é um conjunto de interações que estão constantemente se relacionando, são elas: – Cultura do Jogo; – As ideias do treinador; – Problemas do jogo; – Momentos do jogo; – Objetivos do Jogo; – Princípios Táticos do Jogo – Esquemas e Sistemas tático; – Manobras de Jogo; – Padrões de Movimentação de Jogo; – Métodos de Jogo LEONARDO DE A. DELGADO
  • 14.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Cultura do Jogo Cultura do Jogo • Quando um treinador chega a um clube é imprescindível conhecer a cultura que o envolve. • Temos que compreender que a cultura na qual estamos inseridos vai ter implicações diretas em vários níveis. • No entendimento dos jogadores, no envolvimento dos sócios, devendo o Modelo de Jogo considerar todas essas especificidades culturais. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 15.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Ideias de Jogo Ideias de Jogo • São as ideias do treinador sobre o comportamento tático pretendido para a sua equipe. • A ideia do jogo é baseada num conjunto de princípios, regras de ação e gestão de jogo. • Desta forma, o Modelo de Jogo deve preconizar, de forma metódica e sistemática, um corpo de ideias acerca de como se pretende que o jogo seja praticado, definindo de modo conciso as tarefas e os comportamentos tático- técnicos exigíveis aos jogadores (QUEIROZ, 1986). LEONARDO DE A. DELGADO
  • 16.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Características da Ideia do Jogo Características da Ideia do Jogo • Evolutivo: O MJ é um referencial e não algo a atingir em absoluto. O seu desenvolvimento é um processo de longa duração. Sendo preciso prever quais os processos evolutivos dessa forma de jogar. • Adaptativo: A concepção de um MJ deverá atender à especificidade das características dos jogadores que compõem a equipe, de modo que estes possam exprimir eficazmente as suas próprias capacidades. • Congruente: Advém da necessidade do treinador ter a competência de dominar os conceitos e as dinâmicas de ordem estratégica e táctica nele (modelo) contidos. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 17.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Problemas do Jogo Problemas do Jogo • Os problemas emergentes durante o jogo, individuais e coletivos, os quais apresentam um obstáculo (situação de impasse), onde a decisão pelo “o que fazer” se dará através do entendimento do jogo e das diferentes capacidades motoras, cognitivas e afetivas. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 18.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Categorias de Problemas do Jogo Categorias de Problemas do Jogo De uma maneira geral, podem-se enunciar quadro principais categorias de problemas enfrentados pelas equipes de esportes de invasão: •Organizacional; •Espaço; •Tempo; •Informacional; LEONARDO DE A. DELGADO
  • 19.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Problemas Organizacionais Problemas Organizacionais • Identificar padrões de ação com bola e sem bola; • Identificar pontos fortes e fracos; • Buscar superioridade numérica; • Dissimular ações e intenções; • Responder coletivamente aos movimentos LEONARDO DE A. DELGADO
  • 20.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Problemas Espaciais Problemas Espaciais • Criar linha de chute/passe/finalização; • Conquistar um espaço efetivo; • Marcar e desmarcar-se; • Apoiar os companheiros. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 21.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Problemas Temporais Problemas Temporais • O tempo disponível para a realização das ações motoras, ofensiva e defensiva é um aspecto relevante no contexto dos JDC. • O tempo é considerado como um constrangimento que pode obstruir ou facilitar os comportamentos individuais e/ou coletivos inerentes as ações realizadas no âmbito dos JDC, principalmente nas ações de contra-ataque e transição defensiva. • Pode também influenciar psicologicamente os atletas e seu volume de jogo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 22.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Problemas no Plano Informacional Problemas no Plano Informacional • O aumento da incerteza nos adversários está ligado às alternativas propostas pelos companheiros do possuidor da bola e à velocidade de transmissão desta. • A redução de incerteza para a equipe de posse de bola está ligada à qualidade do código de comunicação, às escolhas tácticas explícitas e permite assim estabelecer escolhas adaptadas, estabelecidas por todos os companheiros em função das configurações momentâneas do jogo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 23.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Momentos de Jogo Momentos de Jogo • Momento (do latim momentum) é um período de tempo breve em relação a outro. • O termo é usado como sinónimo de instante, pode ser usado para designar um lapso temporal mais ou menos longo, mas capaz de singularizar ou simbolizar uma circunstância. • No jogo dos esportes de invasão coexistem, em relação dialética, de processos ou fases antagônicas que se interagem durante a realização de uma partida em momentos perfeitamente distintos. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 24.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Momentos do Jogo Momentos do Jogo • Os momentos do jogo podem divididos em: LEONARDO DE A. DELGADO
  • 25.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Ataque ou Processo Ofensivo Ataque ou Processo Ofensivo • São os comportamentos que uma equipe assume quando está com está com a posse de bola a posse de bola e organiza as suas ações ofensivas ações ofensivas de acordo com a defesa adversária, e termina este processo quando fica sem a posse da mesma, seja através de finalização, bolas para fora do campo ou desarmes por parte da equipe adversária. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 26.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Defesa ou Processo Defensivo Defesa ou Processo Defensivo • São os comportamentos que uma equipe assume quando está sem a posse de bola está sem a posse de bola, na qual uma equipe luta luta para obter a posse de bola para obter a posse de bola, para realizar ações ofensivas, sem cometer infrações e sem permitir que a equipe adversária obtenha gol LEONARDO DE A. DELGADO
  • 27.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Transição Defensiva Transição Defensiva • Quando a equipe está no ataque perde a posse de bola, e tenta se estruturar defensivamente, retornando em bloco para defesa ou pressionando a equipe adversária no momento da perda da posse de bola. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 28.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Transição Ofensiva ou Contra-ataque Transição Ofensiva ou Contra-ataque • Quando a equipe recupera a posse de bola e organiza as suas primeiras ações ofensivas, com a defesa adversária desorganizada. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 29.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Situações de Bola Parada Situações de Bola Parada • Qualquer momento num jogo em que a bola é colocada em jogo após uma parada no jogo, tiro de canto, tiro livre, penalidade máxima, laterais e inicio de jogo LEONARDO DE A. DELGADO
  • 30.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Subestruturas nos Jogos Subestruturas nos Jogos • González e Fraga (2012) apresentam uma classificação que distingue a participação dos jogadores nos esportes de invasão em quatro funções. • Essas possibilidades de atuação são denominadas pelos referidos autores de subpapéis. Sendo eles: – Atacante com a Posse de Bola (ACPB); – Atacante sem a Posse de Bola (ASPB); – Defensor do Atacante com a Posse de Bola (DACPB); e – Defensor do Atacante sem a Posse de Bola (DASPB). LEONARDO DE A. DELGADO
  • 31.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivo do Jogo Objetivo do Jogo • O objetivo do jogo, ou seja, sua lógica de funcionamento, bem como os processos de leitura de jogo e tomada de decisão, elementos táticos essenciais para o jogo e para a atuação de quem o pratica (GRECO, 1998; PARLEBAS, 2001; RIBAS, 2014). • Nos esportes de invasão o objetivo do jogo é deslocar uma bola através do campo para colocá-la dentro da meta adversária, definida por dois postes verticais limitados pela altura por uma trave horizontal. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 32.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Tipos de Objetivos do Jogo Tipos de Objetivos do Jogo • Gerais • Defesa • Ataque • Transições Ofensiva • Transição Defensiva LEONARDO DE A. DELGADO
  • 33.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivo Geral do Jogo Objetivo Geral do Jogo • O objetivo do jogo é marcar gols, isto é, colocar a bola dentro da meta do adversário, ultrapassando totalmente a linha de gol. • Vence a equipe que no final de uma partida tiver marcado o maior número de gols. • Poderá haver empate. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 34.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivo Geral da Defesa Objetivo Geral da Defesa • Restringir o tempo e espaço dos atacantes contrários, colocando-lhes pressão e impossibilitando-os de progredir no terreno, protegendo assim o espaço defensivo e a baliza. • A ordem é para condicionar, direcionar e pressionar. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 35.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos Específicos da Defesa Objetivos Específicos da Defesa • Pressionar os atacantes adversários • Impedir a progressão do adversário • Direcionar ou retardar a progressão do Adversário • Reduzir os Espaços de Jogo do Adversário • Proteger o espaço defensivo e a baliza (meta) • Anular as situações de finalização • Recuperar a posse de bola o mais rapidamente possível LEONARDO DE A. DELGADO
  • 36.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivo Geral do Ataque Objetivo Geral do Ataque • Nos jogos de invasão, o ataque tem como objetivo principal marcar pontos invadindo o território adversário e atingindo um alvo específico, geralmente com a posse de um objeto (bola, disco, etc.). • No entanto, esse objetivo geral se desdobra em objetivos mais específicos que orientam as ações dos jogadores e as estratégias das equipes. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 37.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos Específicos do Ataque Objetivos Específicos do Ataque • Manter e conservar a posse da bola; • Progredir os jogadores e a bola em direção baliza dos adversários; • Construir ações ofensivas; • Criar situações de finalização • Finalizar a ação ofensiva. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 38.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos Específicos do Ataque sem a Objetivos Específicos do Ataque sem a posse de bola posse de bola • Identificar a posição da bola no jogo, • Localizar os espaços livres para possível ocupação, • Identificar a posição dos adversários e a situação dos companheiros e ainda ter o objetivo a atacar. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 39.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos da Transição Defensiva Objetivos da Transição Defensiva • Exercer uma pressão coletiva (pressing) 'continuada' até retomar a posse da bola para voltar a agredir o adversário. • Exercer uma pressão individual ou coletiva (pressing) 'temporária' para ganhar tempo até que a equipe se recomponha à defesa organizada. • Promover a imediata recomposição à defesa organizada. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 40.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos da Transição Ofensiva Objetivos da Transição Ofensiva • Mudar a mentalidade, passando de uma atitude defensiva para uma atitude ofensiva, mantendo muita concentração no jogo. • Passar da compactação/concentração para a amplitude/profundidade ('do campo pequeno para o campo grande'). • Livrar-se da marcação para criar opções de passe. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 41.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos da Transição Ofensiva Objetivos da Transição Ofensiva • Fazer do primeiro passe um passe entre linhas, ou uma inversão ou mesmo um lançamento longo, nos casos do jogo de ataque direto e/ou de contra-ataque. • Para o caso do jogo do ataque combinado, buscar a opção do primeiro passe para jogadores em zonas de baixa pressão para manter a circulação da bola. • Dependendo das circunstâncias do jogo (tempo e placar), 'quebrar o ritmo do jogo' com a manutenção da posse ou retardando o 'reinício' do jogo, nos casos das bolas paradas. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 42.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios Táticos do Jogo Princípios Táticos do Jogo 7° Ano – Ensino Fundamental LEONARDO DE A. DELGADO
  • 43.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios de Jogo ou Regras de Ação Princípios de Jogo ou Regras de Ação • Os princípios táticos de jogo são um conjunto de normas que orientam o jogador e a equipe na procura das soluções mais eficazes, nas diferentes situações de jogo. • As regras de ação são os comportamentos que os jogadores terão que ter durante o jogo, proporcionando os mecanismos necessários para alcançar êxito operacionalização dos princípios táticos do jogo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 44.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios de Jogo ou Regras de Ação Princípios de Jogo ou Regras de Ação • Conjunto de linhas orientadoras que orientam os comportamentos tático-técnicos individuais e coletivos. • Código de “linguagem comum” que permite melhorar a funcionalidade da comunicação explicita ou implícita (CASTELO, 2004) • Durante as fases de jogo, os princípios de jogo atuam como regras que permitem os jogadores coordenarem a sua atividade individualmente e coletivamente. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 45.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios de Jogo ou Regras de Ação Princípios de Jogo ou Regras de Ação Para casa situação motriz existem Princípios, Sub Princípios e Sub dos Sub Princípios. •Princípio: Comportamento padrão da equipe como um todo, dentro de cada momento; •Sub Princípio: Meios pelos quais a equipe vai garantir a execução correta do Princípio; •Sub dos Sub Princípios: Ações individuais dos jogadores para que os Sub Princípios sejam executados corretamente. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 46.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Classificação dos Princípios Táticos do Classificação dos Princípios Táticos do Jogo Jogo • Fundamentais(ou Gerais): são assim nomeados porque são comuns a todas as fases do jogo, independente se a nossa equipe tem bola ou não. • Operacionais: são as operações necessárias para tratar uma ou várias categorias de situações de jogo • Específicos: representam um conjunto de regras que coordenam as ações dos jogadores nos momentos do Jogo LEONARDO DE A. DELGADO
  • 47.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios Táticos Gerais do Jogo Princípios Táticos Gerais do Jogo São eles: •Recusar a inferioridade numérica •Evitar a igualdade numérica •Criar superioridade numérica LEONARDO DE A. DELGADO
  • 48.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios Táticos Operacionais do Jogos Princípios Táticos Operacionais do Jogos • Esses princípios regulam as ações dos jogadores em diferentes fases do jogo, mas não são comuns a todas elas. • Estão divididos em dois grupos, onde cinco princípios pertencem ao processo ofensivo e cinco princípios pertencem ao processo defensivo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 49.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios Operacionais da Defesa Princípios Operacionais da Defesa (ou Processo Defensivo) (ou Processo Defensivo) • Anular as situações de finalização, • Recuperar a bola, • Impedir a progressão do adversário, • Proteger a baliza e • Reduzir o espaço de jogo adversário; LEONARDO DE A. DELGADO
  • 50.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios Operacionais do Ataque Princípios Operacionais do Ataque (ou do Processo Ofensivo) (ou do Processo Ofensivo) • Conservar a bola, • Construir ações ofensivas, • Progredir pelo campo de jogo adversário, • Criar situações de finalização e • Finalizar à baliza adversária. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 51.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios Táticos Específicos Princípios Táticos Específicos • Têm a utilidade de orientar individualmente o jogador em prol da equipe. • Estão relacionados diretamente ao centro de jogo, buscando uma solução para que a equipe possa levar a bola para zonas mais importantes do terreno. • Estes princípios orientam o comportamento do portador da bola, do primeiro opositor, dos colegas de equipe do portador da bola e dos restantes adversários. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 52.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Divisões dos Princípios Específicos Divisões dos Princípios Específicos • Princípios Específicos da Organização Defensiva; • Princípios Específicos da Organização Ofensiva; • Princípios Específicos da Transição Ofensiva; • Princípios Específicos da Transição Defensiva; LEONARDO DE A. DELGADO
  • 53.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios Específicos da Organização Princípios Específicos da Organização Defensiva Defensiva 7° Ano – Ensino Fundamental LEONARDO DE A. DELGADO
  • 54.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Introdução Introdução • Os princípios específicos da organização defensiva nos jogos de invasão são um conjunto de diretrizes que orientam as ações dos jogadores e da equipe com o objetivo de impedir o avanço do adversário, proteger a própria meta e recuperar a posse da bola. • Eles se complementam e se manifestam de diferentes maneiras, dependendo do esporte e da estratégia adotada. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 55.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios Específicos da Organização Princípios Específicos da Organização Defensiva Defensiva • Princípio da Marcação • Princípio da Contenção • Princípio da Cobertura Defensiva • Princípio do Equilíbrio. • Princípio da Concentração • Princípios da Unidade Defensiva LEONARDO DE A. DELGADO
  • 56.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípio da Marcação Princípio da Marcação • O princípio da marcação nos jogos de invasão é um dos pilares da organização defensiva e consiste em ações coordenadas para impedir que o adversário com a posse da bola progrida em direção à meta e finalize a jogada. • Podemos dividir o princípio da marcação em diferentes tipos, que podem ser aplicados de forma isolada ou combinada, dependendo da estratégia da equipe. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 57.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Principio da Contenção Principio da Contenção • O Princípio da Contenção refere-se à estratégia de limitar o avanço da equipe adversária, controlando o espaço e o ritmo do jogo, dando tempo para a organização da defesa LEONARDO DE A. DELGADO
  • 58.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Caracterização do Principio da Contenção Caracterização do Principio da Contenção • Marcação individual sobre o portador da bola, pela interrupção ou atraso da ação ofensiva da equipe adversária, pela restrição das linhas de passe e finalização à baliza, pelo impedimento da progressão longitudinal pelo campo de jogo e pela recuperação a bola. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 59.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos do Principio da Contenção Objetivos do Principio da Contenção • Retardar o avanço do ataque adversário; • Pressionar o portador da bola; • Dar tempo para a organização defensiva; • Direcionar o ataque para zonas menos perigosas; • Reduzir o número de oportunidades de gol; • Proteger a baliza/linha de gol LEONARDO DE A. DELGADO
  • 60.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Comportamentos do Principio da Comportamentos do Principio da Contenção Contenção • Aproximação imediata ao portador da bola, aumentando a sua distância à baliza. • Perto do adversário, diminuir a velocidade de aproximação. • Orientar o seu opositor em direção a um companheiro de equipe ou às linhas laterais. • Tentar o desarme ou, não o conseguindo, pressionar o portador da bola obrigando-o a virar as costas ao sentido do seu ataque. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 61.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípio da Cobertura Defensiva Princípio da Cobertura Defensiva • O princípio da Cobertura Defensiva se refere às ações de apoio e suporte que os defensores oferecem ao companheiro que está marcando diretamente o adversário com a posse da bola (o "contensor"), evitando infiltrações e oferecendo auxílio na recuperação da posse. • A Cobertura Defensiva visa prevenir que o atacante supere a primeira linha de marcação e crie situações de perigo para a defesa. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 62.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Caracterização do Princípio da Cobertura Caracterização do Princípio da Cobertura Defensiva: Defensiva: • Relaciona-se com ações de apoio, ou seja, um jogador faz a cobertura “às costas” do primeiro defensor reforçando a marcação defensiva e evitando o avanço do portador da bola em direção à baliza. • O jogador que realiza a cobertura defensiva evita descompensações defensivas, que poderiam criar perigo para a defesa, servindo de “novo obstáculo” ao portador da bola. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 63.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos principais da Cobertura Objetivos principais da Cobertura Defensiva Defensiva • Evitar a progressão do ataque: Impedir que o atacante avance em direção à meta após superar o primeiro defensor. • Proteger a área de gol: Reforçar a defesa em zonas próximas à meta, dificultando finalizações e passes perigosos. • Criar superioridade numérica em zonas de perigo: Auxiliar na recuperação da bola através de dobras de marcação ou interceptações. • Garantir a segurança defensiva: Oferecer uma "segunda linha" de defesa, caso a primeira seja rompida. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 64.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Comportamentos do Princípio da Comportamentos do Princípio da Cobertura Defensiva Cobertura Defensiva • Deslocar-se de acordo com as movimentações do(s) adversário(s) (direto e indiretos) • Assumir a tarefa realizada pelo seu colega de equipa em caso de ultrapassagem deste pelo portador da bola LEONARDO DE A. DELGADO
  • 65.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Ações Técnicas do Princípio da Cobertura Ações Técnicas do Princípio da Cobertura Defensiva Defensiva As principais ações do jogador de cobertura incluem: •Dobrar a marcação: Auxiliar o contensor na marcação do atacante, dificultando suas ações. •Interceptar passes: Cortar a trajetória de passes que possam superar a primeira linha de marcação. •Cobrir espaços: Ocupar espaços vazios que possam ser explorados pelo ataque adversário. •Realizar o desarme: Tomar a bola do atacante caso ele supere o contensor. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 66.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Tipos de Cobertura Defensiva Tipos de Cobertura Defensiva • Cobertura Imediata: Ocorre quando o jogador de cobertura se posiciona muito próximo ao contensor, oferecendo apoio imediato em caso de necessidade. • Cobertura à Distância: Ocorre quando o jogador de cobertura se posiciona a uma distância maior do contensor, oferecendo suporte em caso de passes longos ou infiltrações. • Cobertura Diagonal: Ocorre quando o jogador se posiciona em uma linha diagonal em relação ao contensor e ao portador da bola, permitindo cobrir uma área maior do campo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 67.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípio do Equilíbrio Princípio do Equilíbrio • O princípio do Equilíbrio, dentro do contexto dos jogos de invasão, refere-se à organização e distribuição dos jogadores em campo, tanto na fase ofensiva quanto na defensiva, buscando otimizar o espaço disponível e garantir a cobertura de áreas estratégicas. • O principio do Equilíbrio busca manter uma distribuição inteligente dos jogadores para que a equipe não fique muito exposta em nenhuma área do campo, tanto quando ataca quanto quando defende LEONARDO DE A. DELGADO
  • 68.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Caracterização do Princípio do Equilíbrio Caracterização do Princípio do Equilíbrio • Este princípio baseia-se em a organização defensiva da equipe que defende possui superioridade ou igualdade numérica de jogadores posicionados entre a bola e a própria baliza. • Caracteriza-se pela cobertura dos espaços e marcação dos jogadores livres sem bola, pela cobertura de casuais linhas de passe e redução do ritmo de jogo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 69.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos do Princípio do Equilíbrio Objetivos do Princípio do Equilíbrio Na fase defensiva: •Garantir a cobertura de espaços, dificultar a progressão do ataque adversário e facilitar a recuperação da bola. Na fase ofensiva: •Criar linhas de passe, oferecer opções de progressão e finalização, e garantir a segurança defensiva em caso de perda da posse da bola. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 70.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Comportamento do Princípio do Equilíbrio Comportamento do Princípio do Equilíbrio • Preservar espaços livres • Vigiar os jogadores livres • Cobrir eventuais linhas de passe LEONARDO DE A. DELGADO
  • 71.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípio da Concentração Princípio da Concentração • O princípio da Concentração, refere-se à ação coordenada dos jogadores de uma equipe em direcionar seus esforços defensivos para a área onde a bola se encontra. • É o ato de proteger o seu gol e condicionar as ações ofensivas da equipe adversária para zonas de menos risco. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 72.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos do Princípio da Concentração Objetivos do Princípio da Concentração • Pressionar o portador da bola; • Reduzir o espaço de jogo do ataque; • Facilitar a recuperação da bola; • Proteger áreas de maior perigo; LEONARDO DE A. DELGADO
  • 73.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Comportamentos do Princípio da Comportamentos do Princípio da Concentração Concentração • Congregar os jogadores no centro do jogo através do balanceamento coordenado dos vectores largura e profundidade • Assumir um compromisso entre a concentração dos jogadores e esses vectores • Aproximar as linhas defensivas • Utilizar em simultâneo os referenciais da bola, baliza e adversários para a correta colocação dos defensores LEONARDO DE A. DELGADO
  • 74.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Ações técnico-táticas Ações técnico-táticas • Dobras • Compensações • Métodos de jogo defensivo • Sistemas de jogo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 75.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios da Unidade Defensiva Princípios da Unidade Defensiva • O Princípio da Unidade Defensiva, nos jogos de invasão, refere-se à capacidade da equipe de atuar como um bloco coeso e organizado na fase defensiva. • A Unidade Defensiva busca transformar a defesa em um organismo único, onde os jogadores atuam em conjunto, com objetivos e movimentos sincronizados, maximizando a eficiência defensiva. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 76.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Características principais da Unidade Características principais da Unidade Defensiva Defensiva • Compactação: Proximidade entre as linhas de defesa (defensores, meio-campistas e, em alguns casos, atacantes que auxiliam na marcação), reduzindo os espaços entre elas e dificultando a progressão do ataque adversário. • Coordenação: Sincronia nos movimentos dos jogadores, com ações coordenadas de marcação, cobertura, dobra de marcação, entre outras. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 77.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Características principais da Unidade Características principais da Unidade Defensiva Defensiva • Comunicação: Troca constante de informações entre os jogadores, alertando sobre a movimentação dos adversários, a necessidade de coberturas, trocas de marcação, etc. • Equilíbrio: Distribuição organizada dos jogadores em campo, evitando espaços vazios que possam ser explorados pelo ataque adversário. • Consistência: Manutenção da organização defensiva ao longo da partida, mesmo sob pressão do adversário. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 78.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos da Unidade Defensiva Objetivos da Unidade Defensiva • Dificultar a progressão do ataque adversário; • Proteger a meta; • Recuperar a posse da bola; • Minimizar o risco de sofrer contra-ataques LEONARDO DE A. DELGADO
  • 79.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios Específicos Organização Princípios Específicos Organização Ofensiva Ofensiva 7° Ano – Ensino Fundamental LEONARDO DE A. DELGADO
  • 80.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Introdução Introdução • Os Princípios Específicos da Organização Ofensiva são um conjunto de diretrizes táticas que orientam as ações de uma equipe quando ela está com a posse da bola, com o objetivo de criar oportunidades de gol. • Eles se complementam e se manifestam de diferentes maneiras, dependendo do contexto do jogo e da estratégia da equipe LEONARDO DE A. DELGADO
  • 81.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Importância dos Princípios Específicos da Importância dos Princípios Específicos da Organização Ofensiva Organização Ofensiva • Criar mais chances de gol: Ao aplicar os princípios, a equipe consegue gerar mais oportunidades de finalização e aumentar as chances de marcar gols. • Controlar o jogo: A posse de bola e a organização ofensiva permitem à equipe controlar o ritmo da partida e dominar as ações. • Superar defesas bem organizadas: A aplicação dos princípios permite encontrar soluções para superar defesas compactas e bem postadas. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 82.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios Específicos Organização Princípios Específicos Organização Ofensiva Ofensiva • Princípio da Penetração/progressão; • Princípio da Cobertura Ofensiva; • Princípio da Mobilidade; • Princípios do Espaço ou Abertura; LEONARDO DE A. DELGADO
  • 83.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Principio da Penetração Principio da Penetração • Penetração é a ação de "furar" a defesa adversária, seja com a bola dominada ou através de passes, buscando chegar o mais próximo possível do gol. • Refere-se às ações ofensivas que visam superar as linhas defensivas do adversário, progredindo em direção à meta ou a zonas de finalização. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 84.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Características principais da Penetração Características principais da Penetração • Objetividade: A penetração tem como objetivo principal criar chances claras de gol, buscando posições vantajosas para finalização. • Verticalidade: Geralmente envolve ações em direção à meta adversária, buscando avançar em profundidade no campo. • Risco controlado: Embora busque o ataque direto, a penetração deve ser realizada com controle, evitando perdas de posse em zonas perigosas. • Variedade de ações: Pode ser realizada através de dribles, passes em profundidade, infiltrações, tabelas, ultrapassagens, entre outras ações. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 85.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos do Princípio da Penetração Objetivos do Princípio da Penetração • Desorganizar a defensa adversária; • Criar vantagem espacial e numérica • Atacar a baliza e o adversário direto • Facilitar a finalização LEONARDO DE A. DELGADO
  • 86.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Comportamentos do Princípio da Comportamentos do Princípio da Penetração Penetração • No momento da recuperação da bola o jogador deve orientar-se para a baliza adversária. • Livre de oposição e com espaço, finalizar ou progredir para a baliza adversária. • Com oposição, deverá passar a bola ao companheiro mais próximo da baliza adversária. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 87.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Ações técnico-táticas do Princípio da Ações técnico-táticas do Princípio da Penetração Penetração • Condução • Condução para finalização; • Finalização; • Drible LEONARDO DE A. DELGADO
  • 88.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípio da Cobertura Ofensiva Princípio da Cobertura Ofensiva • O Princípio da Cobertura Ofensiva, refere-se ao posicionamento e à movimentação de jogadores de uma equipe sem a posse da bola, com o objetivo principal de oferecer suporte e opções ao companheiro que está com a bola. • Cobertura Ofensiva é o apoio que os jogadores oferecem ao portador da bola, criando opções de passe, dando suporte em caso de pressão da marcação e preparando o terreno para futuras ações ofensivas LEONARDO DE A. DELGADO
  • 89.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Caracterização do Princípio da Cobertura Caracterização do Princípio da Cobertura Ofensiva Ofensiva •Está relacionado com ações de aproximação dos companheiros de equipe ao portador da bola proporcionando-lhe mais ações ofensivas para dar seguimento ao jogo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 90.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos do Princípio da Cobertura Objetivos do Princípio da Cobertura Ofensiva Ofensiva • Apoiar o companheiro com bola (proporcionar linhas de passe para assegurar a posse coletiva da bola); • Diminuição da pressão dos adversários sobre o portador da bola (deve criar uma linha de passe ao portador da bola para que consiga passar com ela); • Aumento oportuno de manutenção da posse de bola e formação do equilíbrio coletivo que beneficia as primeiras ações defensivas em caso do jogador perder a bola para a equipe adversária. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 91.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Comportamentos: •Colocar-se atrás e ao lado do portador da bola. •Impedir o corte da linha de passe (fornecida ao portador da bola) por parte do seu defensor direto. Ações técnico-táticas: •Passe: alvo, trajetória da bola, superfície de contato do pé, superfície de contato da bola (e corrida de balanço); •Recepção da bola: trajetória, superfícies de recepção; •Combinações tácticas a dois jogadores. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 92.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípio da Mobilidade Princípio da Mobilidade • O Princípio da Mobilidade, refere-se à constante movimentação dos jogadores sem a bola, com o objetivo de criar espaços, oferecer opções de passe, desorganizar a defesa adversária e facilitar a progressão do ataque. • Mobilidade é a capacidade da equipe de se movimentar de forma fluida e coordenada, criando e ocupando espaços vazios, dificultando a marcação adversária e oferecendo opções constantes ao portador da bola LEONARDO DE A. DELGADO
  • 93.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Caracterização do Princípio da Mobilidade Caracterização do Princípio da Mobilidade •Este princípio relaciona-se com a iniciativa dos jogadores de ataque sem bola procurarem posições para receber a bola. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 94.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos do Princípio da Mobilidade Objetivos do Princípio da Mobilidade • Variar as posições, criar linhas de passe em profundidade e ruptura (mobilidade de rotura – movimentação do atacante nas “costas” do último homem da defesa criando instabilidade defensiva) da estrutura defensiva adversária para aumentar o ritmo de jogo e desequilibrar defensivamente o adversário. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 95.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Comportamentos do Princípio da Comportamentos do Princípio da Mobilidade Mobilidade • Realizar variação de posições • Ocupar espaços livres • Utilizar espaços livres • Criar espaços livres LEONARDO DE A. DELGADO
  • 96.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípios do Espaço ou Abertura Princípios do Espaço ou Abertura • O Princípio do Espaço ou Abertura, referem-se à forma como uma equipe utiliza o espaço disponível em campo, tanto com a bola quanto sem ela, para criar oportunidades de ataque e dificultar a defesa adversária. • A correta utilização do espaço é crucial para o sucesso em esportes como futebol, basquetebol, handebol, entre outros. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 97.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Caracterização do Princípios do Espaço Caracterização do Princípios do Espaço •As ações deste princípio iniciam-se após a recuperação da posse da bola, quando todos os jogadores da equipe procuram posicionamentos favoráveis à ampliação do espaço de jogo ofensivo, orientados em função da localização da bola, ou seja, quanto mais afastados os restantes jogadores estiverem do portador da bola mais dificuldades cria à equipa adversária pois terá de escolher defender o espaço vital ou o adversário. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 98.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Cont... Cont... Objetivos: •Estruturação e racionalização das ações coletivas ofensivas no sentido de dar maior amplitude ao ataque. Comportamentos: •Criar largura e profundidade nas ações ofensivas através de comportamentos individuais e coletivos LEONARDO DE A. DELGADO
  • 99.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Ações técnico-táticas: •Combinações tácticas •Esquemas tácticos •Circulações tácticas •Métodos de jogo ofensivo •Sistemas tácticos LEONARDO DE A. DELGADO
  • 100.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Princípio da Ultrapassagem Princípio da Ultrapassagem • O Princípio da Ultrapassagem, com ou sem a bola, ultrapassar um companheiro de equipe que está em uma posição mais avançada, com o objetivo de criar uma nova linha de passe, desmarcar-se, gerar superioridade numérica em uma determinada zona do campo e, principalmente, progredir em direção à meta adversária. • Ultrapassar, significa ir além da posição de um companheiro, oferecendo uma nova opção de jogo e buscando romper a organização defensiva do adversário. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 101.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos do Princípio da Ultrapassagem Objetivos do Princípio da Ultrapassagem • Criar opções de passe em profundidade: A ultrapassagem oferece uma opção de passe para frente, buscando alcançar zonas mais próximas do gol. • Desmarcar jogadores: O movimento de ultrapassagem atrai a marcação, liberando espaço para outros companheiros. • Gerar superioridade numérica: A aproximação de um jogador em ultrapassagem pode criar uma situação de 2 contra 1 ou 3 contra 2, facilitando a progressão. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 102.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos do Princípio da Ultrapassagem Objetivos do Princípio da Ultrapassagem • Romper linhas defensivas: A ultrapassagem, quando bem executada, pode quebrar a organização defensiva do adversário, criando espaços para finalização. • Acelerar o ataque: A ultrapassagem pode ser usada para acelerar a transição ofensiva, pegando a defesa adversária desprevenida. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 103.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Esquemas Táticos Esquemas Táticos LEONARDO DE A. DELGADO
  • 104.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Esquemas Táticos Esquemas Táticos • São as ações individuais ou coletivas, aplicadas nos diferentes sistemas de jogo • No futsal, os esquemas táticos (ou formações) são as formas de um treinador escalar sua equipe dentro de campo. • As duas posições são: goleiro (ou guarda-redes) e os jogadores de linha. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 105.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Sistema de Jogo Sistema de Jogo • Os Sistemas de Jogo são estruturas de base, que representam a forma de colocação dos jogadores no recinto de jogo e onde se estabelecem as funções e as atitudes que os próprios deverão desempenhar quer nas ações ofensivas quer nas defensivas, no seio de um dispositivo previamente estabelecido pela respectiva equipe. • Está relacionado à distribuição das funções e responsabilidades de cada indivíduo dentro da quadra, que deve ser a mais harmônica e equilibrada possível. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 106.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Sistema Tático Sistema Tático • Sistema é o posicionamento básico, a forma de distribuir os atletas dentro da quadra de jogo. • Pode ser definido como sendo a colocação dos jogadores em quadra com o objetivo de anular as manobras ofensivas da equipe adversária (defender) e confundir seus dispositivos defensivos para marcar o gol (atacar). • Tática são as movimentações dos jogadores dentro de um determinado sistema. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 107.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Sistema Tático Sistema Tático • São as diferentes táticas utilizadas para resolver as dificuldades nas diferentes fases do jogo. • Conjunto de medidas (técnicas/táticas individuais e táticas de grupo) que o treinador seleciona, ordena e estabelece prioridades para a execução e posta em prática pelos jogadores. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 108.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos dos Sistemas de Jogos Objetivos dos Sistemas de Jogos • Distribuição equilibrada das zonas de jogo e dos deslocamentos entre todos os jogadores; • Implicação de todos os jogadores em missões de ataque e defesa; • Forte proteção da própria meta; • Concentração do maior número de jogadores possível em volta da bola; • Troca rápida de defesa para o ataque e vice-versa; • Troca de posição e de tarefa pelos jogadores; LEONARDO DE A. DELGADO
  • 109.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Características dos Sistemas de Jogo Características dos Sistemas de Jogo O sistema ele é: •Vivo. •Dinâmico. •Imprevisível. •Caótico. •Ambíguo. •Complexo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 110.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Critérios para a aplicação dos Sistemas de Critérios para a aplicação dos Sistemas de Jogo Jogo • Escolher os sistemas em função dos jogadores da equipe; • Continuidade do jogo; • Coordenação do tempo; • Esquema base; • Margem de erro; LEONARDO DE A. DELGADO
  • 111.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Critérios para a aplicação dos Sistemas de Critérios para a aplicação dos Sistemas de Jogo Jogo • Posições específicas e troca; • Número de sistemas; • Equilíbrio de opções; • Missões dentro da equipe; • Aproveitamento das opções e variantes; • Validade do sistema. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 112.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Fatores que caracterizam os sistemas de Fatores que caracterizam os sistemas de jogo jogo • Ritmo de jogo, o fator temporal (condição física, tempo de jogo, número de troca de jogadores, etc.); • O estilo de jogo e a forma de interpretar o jogo, utilizando mais ou menos recursos técnicos e táticos; • A ordem e o número de intervenções nas interações motoras por parte do jogadores, levando a uma maior ou menor participação deles; • A maior ou menor adaptação ao adversário; • A maior ou menor singularidade, inovação, novidade ou originalidade das ações do jogo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 113.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Condicionantes do Sistema Condicionantes do Sistema • O treinador • Os próprios jogadores e os adversários; • O regulamento; • O resultado/placar. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 114.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Componentes de um Sistema de Jogo Componentes de um Sistema de Jogo • Posição inicial; • Desenvolvimento do sistema – Manobras: movimentações que a equipe adota para atacar e para defender com a bola em jogo e com a bola parada – Padrão de Jogo: movimentações repetitivas que a equipe faz procurando progredir no espaço de jogo, manter a posse de bola e construir a finalização – Contra Ataque: um elemento que tem uma relação estreita com a proposta defensiva da equipe • Posição final (Finalização). LEONARDO DE A. DELGADO
  • 115.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Posição Inicial ou Posição Inicial ou Desenho de um Sistema de Jogo Desenho de um Sistema de Jogo • Corresponde as variações apresentadas quanto as posições iniciais dos atletas e as meta adversária. • O desenho do sistema tático através dos números nos dá uma ideia de como esses sistemas ficaram organizados no campo/quadra e de que forma podem ocorrer as variações de posicionamento dentro deles. • Para cada posição inicial do atleta em cada sistema de jogo são definidas funções especificas. • Existe posições ou funções fixas dentro do futsal LEONARDO DE A. DELGADO
  • 116.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Manobras de Jogo Manobras de Jogo • Manobras são “ações individuais ou coletivas, aplicadas nos diferentes sistemas de jogo”(LUCENA, 2001). • Movimentações que a equipe adota para atacar e para defender com a bola em jogo e com a bola parada. • São movimentos coordenados utilizados por uma equipe em determinadas situações (paralela, diagonal, troca ala-pivô, etc.); LEONARDO DE A. DELGADO
  • 117.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Manobras Ofensivas Manobras Ofensivas Objetivos Básicos: •Manutenção da posse de bola •Progressão pelo espaço do jogo •Finalização a gol LEONARDO DE A. DELGADO
  • 118.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Padrões de Movimentação de Jogo Padrões de Movimentação de Jogo • É uma movimentação de campo previamente determinada e treinada entre alguns jogadores e/ou setores da equipe. • São movimentações (deslocamentos e troca de posições) realizadas pela a equipe ofensiva (de forma planejada, organizada e padronizada), para ludibriar a equipe adversária, provocando erros em seu posicionamento, para infiltração da bola na defesa contrária e, em consequência, o chute a gol. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 119.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Objetivos dos Padrões de Jogo Objetivos dos Padrões de Jogo • Criar um padrão de movimentação dos jogadores quando a equipe tem a posse de bola; • Confundir a marcação da equipe adversária e sair de uma marcação pressão; • Abrir espaços na quadra de jogo e procurar um melhor posicionamento dos jogadores da equipe para uma possível infiltração com ou sem bola. • Provocar erros no posicionamento defensivo da equipe adversária; • Criar espaços para finalizações, chutes ao gol LEONARDO DE A. DELGADO
  • 120.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Características do Padrão de Jogo Características do Padrão de Jogo • É uma movimentação repetitiva; • Realizado quando a equipe tem a posse da bola; • Executada a partir de um esquema tático definido pela equipe; • Existem é um numero bem variado LEONARDO DE A. DELGADO
  • 121.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Hábitos Comuns Durante um Rodízio Hábitos Comuns Durante um Rodízio • Passar a bola e mover-se; • Mudança de direção durante as corridas; • Reiniciar corridas; • Manter a bola sob pressão; • Seja bom no 1 x 1; • Combinações criativas; • Comunicação efetiva (falar, escutar e seguir orientações) • Leitura de jogo; • Tempo, ângulos e espaço; • Posição corporal e primeiro toque intencional: LEONARDO DE A. DELGADO
  • 122.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Pontos Importantes a Considerar Pontos Importantes a Considerar • Mais importante do que aprender um rodízio é necessário praticá-lo; • É mentalmente exigente; • O começo é a parte mais difícil; • É ótimo quando você "domina os conceitos“; • Precisa de tempo. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 123.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Tipos Básicos de Padrão de Jogo Tipos Básicos de Padrão de Jogo • Lateral; • Paralela; • Diagonal; • Vai, vem e vai (gato); • Troca de Direção; • Tabela; • Quebra de Marcação; • Triangulo Ofensivo; • Troca de ala pivô. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 124.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Padrão de Jogo para Passe em Paralela Padrão de Jogo para Passe em Paralela • O jogador de defesa sempre penetrará no ataque com uma movimentação paralela em relação à linha lateral da quadra (BELLO, 1998). • Pode ser desenvolvida com base no sistema 2x1x1 ou 3x1. • Consiste em uma movimentação entre os três jogadores mais próximos do campo defensivo (alas e fixo), na procura-se maior facilidade de execução de um passe ao pivô, saídas de bola na paralela, infiltrações ou mesmo valorizar a posse de bola. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 125.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Padrão de Jogo para Passe em Paralela Padrão de Jogo para Passe em Paralela • Muito utilizado para “empurrar” o adversário para o meio da quadra quando este estiver marcando pressão. • As manobras ofensivas passam a ser executadas dentro de uma movimentação constante a partir do sistema 3 x 1. • Podem ser de duas formas. – Passe na paralela para o pivô; – Passe na paralela para o Ala que faz infiltração diagonal. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 126.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Padrão 8 Padrão 8 LEONARDO DE A. DELGADO
  • 127.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Padrão de Paralela Padrão de Paralela • Pode ser desenvolvida com base no sistema 2x1x1 ou 3x1 • No 3x1, • Fixo para Ala, sendo que após o passe o atleta se desloca em diagonal, o ala conduz a bola para o centro e depois para o outro ala LEONARDO DE A. DELGADO
  • 128.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Padrão de Jogo na Paralela Padrão de Jogo na Paralela LEONARDO DE A. DELGADO PV AE AD FX G
  • 129.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Ações Individuais sem a Posse de Bola Ações Individuais sem a Posse de Bola (Marcação Individual) (Marcação Individual) • Na marcação individual o defensor marca individualmente o jogador que lhe é indicado, acompanhando-o por toda a Linha de Defesa preestabelecida. • Diz Ferreira (1994), que a marcação homem a homem tem como objetivo exercer a ação de marcar de forma direta a um determinado oponente. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 130.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Pontos Positivos Pontos Positivos • Diminui a opção do passe, forçando o erro adversário; • Maior desgaste físico dos adversários pela necessidade de maior movimentação em busca de espaços; • Dificulta o chute de longa distância; • Reduz o tempo de posse de bola do adversário; • Diminui o tempo de reação do adversário para refletir sobre a jogada. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 131.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Pontos Negativos Pontos Negativos • Grande desgaste físico dos defensores, proporcional à movimentação dos atacantes; • Abre o meio da quadra, facilitando lançamentos, infiltrações e "bolas nas costas"; • Dá maiores possibilidades de vantagem numérica ao adversário, na ocorrência de um drible, dificultando a recuperação e a cobertura. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 132.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Ações da Marcação Individual Ações da Marcação Individual • Posição Básica • Aproximação; • Acompanhamento • Abordagem • Intercepção; • Desarme; • Movimento de equilíbrio defensivo; • Apoio ao portador da bola e à equipe. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 133.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Posição Básica Posição Básica • Com um pé ligeiramente frente ao outro, corpo um pouco inclinado para frente, joelhos semi-flexionados, corpo baixo e sempre pisando somente com a meia parte frontal do pé para uma maior mobilidade e resposta motora ao movimento. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 134.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Aproximação Aproximação • É a ação de se deslocar de forma rápida em direção a bola buscando a distância e o equilíbrio adequado (Saída ao tempo da Bola e desacelerar no final) para exercer a ação de abordagem, apesar de importante não pode ser precipitada. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 135.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Acompanhamento Acompanhamento • O defensor deve posiciona-se de modo a não perder de vista o atacante direto, estando sempre entre o mesmo e gol a ser defendido. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 136.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Abordagem Abordagem • Atitude ativa inibindo a ação do jogador com posse de bola. • Induzir para um espaço desfavorável; analisar o espaço; • Comunicar o espaço de abordagem e abordar o pé dominante quando perto do gol. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 137.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Interceptação Interceptação • Ação defensiva que visa impedir que um passe ou a finalização à baliza chegue ao seu destino, através da interposição na sua trajetória. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 138.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Desarme Desarme • Ação de roubar a bola que está em posse do adversário; • É a técnica, que o jogador adquire, de impedir que o adversário progrida ou receba a bola em condições de levar perigo ao seu gol. (MELO, p.68) • É o ato ou efeito de recuperar a bola, de toma-la do adversário, sendo uma conquista da marcação bem feita. (LEAL, p.59) LEONARDO DE A. DELGADO
  • 139.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Formas de Efetuar o Desarme Formas de Efetuar o Desarme Existem duas formas de efetuar um desarme: •Oposição frontal: O defesa opõe-se em frente ao atacante; •Oposição lateral: O defesa posiciona-se ou desloca-se ao lado do adversário, para intervir no momento certo com um dos pés. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 140.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Elementos Fundamentais para que um Elementos Fundamentais para que um Desarme Desarme • Colocação do defesa em relação ao portador da bola; • Observar a bola, ser paciente e esperar pelo momento exato para desarme; • Simular o desarme; • Acompanhar o atacante para se colocar numa posição mais privilegiada entre a baliza e o atacante; • Ter determinação e coragem; LEONARDO DE A. DELGADO
  • 141.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física De acordo com (TENROLER, p.89), na defesa o atleta deverá utilizar o corpo para: •Bloquear a bola; •Lutar pela recuperação da bola; •“atacar” constantemente seu oponente; •Dificultar ao máximo as ações de quem está com a bola; •Movimentar-se com rapidez; •Tentar deslocar o adversário para a lateral da quadra; •Estar pronto para contra atacar quando recuperar a bola. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 142.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Tipos de Marcação Individual Tipos de Marcação Individual • Simples: • Visão Orientada • Ajuda: • Flutuação: • Antecipação • Grande Pressão • Média Pressão • Trocas de Marcação LEONARDO DE A. DELGADO
  • 143.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Marcação Individual Simples Marcação Individual Simples • O defensor fica de costas para meta e de frente para o atacante. • A visão é voltada para este e o defensor se mantém entre o atacante e a meta. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 144.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Marcação Individual Visão Orientada Marcação Individual Visão Orientada • Neste tipo de defesa individual o defensor mantém-se entre o atacante e a meta, mas dirige sua visão a bola. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 145.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Marcação Individual com Ajuda Marcação Individual com Ajuda • Consiste em manter o olhar voltado para a bola e, no caso de um outro atacante passar por um defensor, tentar impedir a penetração desse atacante. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 146.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Marcação Individual Flutuação Marcação Individual Flutuação • É um tipo de defesa individual que se utiliza de princípios da defesa por zona. • Os defensores do lado oposto à bola deslocam-se em direção a um ponto imaginário central na área restritiva para impedir penetrações, facilitando ajuda e cobrindo as regiões mais próximas à Meta. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 147.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Marcação Individual com Antecipação Marcação Individual com Antecipação • Antecipação é o movimento que o jogador atacante ou defesa realiza, afim de ganhar a posse de bola entrando ou passando na frente do seu oponente, isto é, antecipando-se ao seu adversário direto para chegar primeiro á bola.. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 148.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Eficiência na Antecipação Eficiência na Antecipação Para ocorrer a antecipação eficiente deve se observar: a)antecipar no momento e não antes do passe. Quem é afoito para antecipar pode tomar um passe nas costas. Isto terá uma relação direta com a distância que o marcador está de quem tem a posse de bola; b)A antecipar utilizando diferentes partes do corpo; c)A antecipar de ambos os lados. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 149.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Os Princípios da Interceptação Os Princípios da Interceptação • O marcador que intercepta deve possuir: percepção, agilidade, oportunismo e determinação. • O marcador deve usar a perna que mais facilita a interceptação da trajetória. • A atenção é fundamental durante a ação da interceptação • Saber explorar a noção de espaço e tempo; • Entrar na linha de passe do adversário. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 150.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Marcação individual com Grande Pressão Marcação individual com Grande Pressão • Pressiona para forçar o erro. • Esta marcação é a única caracterizada pelo avanço dos defensores até a Área 3 (Área de Ataque). • Sua utilização ocorre quando a equipe está em desvantagem no placar e o jogo está próximo do fim; LEONARDO DE A. DELGADO
  • 151.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Marcação Individual média Pressão Marcação Individual média Pressão • É uma marcação parecida com a marcação pressão, porém os defensores não invadem a Área 3 (Ataque). • Eles esperam os adversários na Área 2 encostando, seguindo e diminuindo o espaço dos atacantes a partir daí. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 152.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Marcação Individual com Troca de Marcação Individual com Troca de Marcação Marcação • Basicamente são trocas de marcação e de posições entre dois jogadores, sendo que nas Trocas nos referimos a aspectos defensivos e nas Permutas a ofensivos. • A Troca aplica-se quando uma equipa está a defender individualmente e dois jogadores trocam entre si o adversário em marcação. LEONARDO DE A. DELGADO
  • 153.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física Sistemas de Marcação Individual Sistemas de Marcação Individual LEONARDO DE A. DELGADO - Pressão Total- Meia Pressão
  • 154.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física LEONARDO DE A. DELGADO Homem a Homem com Vigilâncias Marcação Mista
  • 155.
    UI MARIA LENIRARAÚJO MENESES Educação Física PÓLO DE BARRA DO CORDA/MA