Educação
Ambiental:
Conceitos e
Princípios
Cenário Histórico
Ano: década de 1960
País: Estados Unidos
Livro: “A Primavera Silenciosa”
Autora: Rachel Carlson publicado em 1962.
O livro alerta sobre os efeitos negativos dos agrotóxicos no ambiente
natural, a autora apontou os problemas causados pelo Dicloro-Difenil-
Tricloroetano (DDT) usado nas lavouras americanas. Um deles foi à
quase extinção da águia de cabeça branca. (DIAS, 2004).
MOMENTOS HISTÓRICOS
No período pós guerra começou uma
conscientização.
Declaração de Estocolmo: 1972. Denota preocupação
em nível internacional. Ponto de partida – Brasil
adota posição conservadora de produção.
“Bem vindos à poluição, estamos abertos a ela. O
Brasil é um país que não tem restrições, temos
várias cidades que receberiam de braços abertos a
sua poluição, porque nós queremos empregos,
dólares para o nosso desenvolvimento.”
Portanto, temos aí, o ponto de partida para a Rio 92, a
Rio+10 em 2002 na África do Sul e por fim a Rio+20 no
ano de 2012 e nesse meio toda a discussão sobre a
redução da emissão de poluentes com o Protocolo de
Kyoto em 1997.
A RIO-92 produziu a carta da terra, em que
elaborou três convenções (biodiversidade,
desertificação e mudanças climáticas),
Uma declaração de princípios e a agenda 21
(base para que cada país elabore seu plano de
preservação do meio ambiente).
Sistemas de Gestão Ambiental (SGA)
Kraemer (2002) diz:
A Gestão Ambiental é o sistema que inclui a estrutura organizacional,
atividades de planejamento, responsabilidades, práticas,
procedimentos, processos e recursos para desenvolver, implementar,
atingir, analisar criticamente e manter a política ambiental.
Lei Nº 9.795 de 27 de Abril de 1999
Dispõe sobre a educação ambiental, institui
a politica nacional de Educação Ambiental
Art. 1º Entendem-se por educação ambiental os
processos por meio dos quais o individuo e a
coletividade constroem valores sociais,
conhecimentos, habilidades, atitudes e
competências voltadas para a conservação do meio
ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à
sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.
Conceito
Art. 3º como parte do processo educativo mais
amplo, todos têm direito à educação ambiental,
incumbindo:
V- às empresas, entidades de classe, instituições
publicas e privadas, promover programas
destinados à capacitação dos trabalhadores,
visando `a melhoria e ao controle efetivo sobre o
ambiente de trabalho, bem como sobre as
repercussões do processo produtivo no meio
ambiente;
 Propiciar a melhoria das condições de vida e
de trabalho do público interno e externo à
empresa;
 Dar condições para que as pessoas atuem
na transformação da realidade;
 Contribuir para o desenvolvimento do senso
de responsabilidade por meio da participação
ativa na prevenção e solução de problemas
socioambientais.
PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
PLANEJAMENTO
OBJETIVO GERAL
“O QUE SE PRETENDE EM RELAÇÃO AO PROBLEMA?”
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
PASSOS A SEGUIR
POPULAÇÃO ALVO
“QUEM SE PRETENDE ATINGIR?”
ESTRATÉGIAS E FERRAMENTAS DE
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO
1.O QUE FAZER?
2.PARA QUE?
3.PARA QUEM?
4.COMO?
5.COM QUE?
6.QUANDO?
7.COMO AVALIAR?
1.O QUE FAZER? – Levantamento de problemas ambientais
na empresa.
ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO
Existem ações de conscientização dos empregados
em abordagens na área ambiental?
A população conhece conceitos e práticas de EA?
O que a empresa faz para conter a redução de seus
insumos (papel, sacolas plásticas, baterias,
impressões)?
A empresa promove a reciclagem?
O que a empresa faz com seu lixo eletrônico?
O que a empresa está fazendo para reduzir o consumo de
energia e água?
Em suas frentes de serviço o funcionário utiliza-se de
sacolas de lixo, para dar destino final e correto dos lixos
acumulados no interior do veículo?
O que a empresa faz para reter as águas empossadas que
possivelmente são acondicionadas em recipientes que
possam ser hospedeiro do mosquito da dengue (Aedes
aegypti)?
2. PARA QUE? – Responder suas perguntas.
Estabelecer índices a serem alcançados.
ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO
Mostrar para o mercado suas ações como empresa
comprometida com as necessidades sociais e
ambientais, oferecendo conhecimento sustentável para
a sociedade.
ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO
3. PARA QUEM? –
Alcance: População interna e/ou externa?
Participação: População interna (total/parcial)
População externa: (Escola, Rua, Bairro)
4. COMO? – Quais atividades iremos desenvolver?
ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO
 Apresentação do Projeto de EA para os diretores e colaboradores;
 Implementação da coleta seletiva;
 Trabalhando a Logística Reversa de pneus, baterias, pilhas e lâmpadas fluorescentes
contendo vapor de mercúrio;
 Ação Social na comunidade, escola.
Mudando hábitos: usar copos individuais ou garrafas
PETs para beber água, fazer uso de “sacolinhas” para
recolhimento do lixo gerado dentro dos veículos e
praticar os 3Rs (reduzir, reutilizar e reciclar);
Cuidando da Saúde Ambiental (campanhas de vacinação
e combatendo os focos do mosquito da Dengue).
Treinamentos, Palestras
Gincanas;
Visita Monitorada;
Premiações;
Campanhas Publicitárias;
5. COM QUE? – Recursos humanos e materiais
ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO
• Custos
• Materiais
• Tempo
• Conhecimento
• Propaganda, etc
6. QUANDO?
7. COMO AVALIAR?
ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO
Avaliação do Dia
Estudo de caso – Projeto BRT em Feira de Santana
Em duplas, propor duas medidas de Educação Ambiental
para apresentar a classe.
Planejamento para Educação Ambiental
O que
fazer?
Para
que?
Para
quem?
Como?
Com
que?
Quando?
Como
Avaliar?
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Sustentabilidade
• Em 1983 foi criada pela Assembléia Geral da ONU, a Comissão
Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento - CMMAD, que foi
presidida por Gro Harlem Brundtland, na época primeira-ministra da
Noruega, com a incumbência de reexaminar as questões críticas do
meio ambiente e de desenvolvimento, com o objetivo de elaborar uma
nova compreensão do problema, além de propostas de abordagem
realistas.
• Essa Comissão deveria propor novas normas de cooperação
internacional que pudessem orientar políticas e ações internacionais
de modo a promover as mudanças que se faziam necessárias
(WCED, 1987, p.4).
• No trabalho surgido dessa Comissão, apareceu pela
primeira vez de forma clara, o conceito de "Desenvolvimento
Sustentável“.
• O relatório “Nosso Futuro Comum”, lançado em 1987
(também conhecido como "Relatório Brundtland"), veio
atentar para a necessidade de um novo tipo de
desenvolvimento capaz de manter o progresso em todo o
planeta e, no longo prazo, ser alcançado pelos países em
desenvolvimento e também pelos desenvolvidos.
Sustentabilidade
• Pobreza
• O Modelo adotado pelos países
desenvolvidos, por ser insustentável e
impossível de ser copiado pelos países
em desenvolvimento, sob pena de
esgotarem rapidamente os recursos
naturais.
Causas e Efeitos dos problemas
ambientais do mundo
"suprir as necessidades da geração presente sem
afetar a habilidade das gerações futuras de
suprirem as suas".
Sustentabilidade
• Neste conceito foram embutidos pelo menos
dois importantes princípios: o de necessidades e
o da noção de limitação. O primeiro trata da
equidade (necessidades essenciais dos pobres)
e o outro se refere às limitações que o estágio
da tecnologia e da organização social
determinam ao meio ambiente (WCED, 1991,
p.46).
Sustentabilidade
"Em essência, o desenvolvimento sustentável
é um processo de transformação no qual a
exploração dos recursos, a direção dos
investimentos, a orientação do
desenvolvimento tecnológico e a mudança
institucional se harmonizam e reforçam o
potencial presente e futuro, a fim de atender
às necessidades e aspirações humanas".
Para um empreendimento humano ser sustentável, tem de ter em
vista quatro requisitos básicos:
• Ecologicamente correto,
• Economicamente viável,
• Socialmente justo
• Culturalmente aceito.
Sustentabilidade
• O principal critério para a classificação é a
capacidade de recomposição de um recurso
no horizonte do tempo humano.
• “Um recurso que é extraído mais rápido do
que é reabastecido por processos naturais é
um recurso não-renovável. Um recurso que é
reposto tão rápido quanto é extraído é
certamente um recurso renovável ” (Silva,
2003, p.35)
RECURSOS NATURAIS
CLASSIFICAÇÃO DOS RECURSOS
RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
• NÃO SE ALTERAM COM O USO (ENERGIA DIRETA
SOLAR, VENTOS, MARÉS)
• ALTERAM-SE COM O USO: AR, ÁGUA POTÁVEL,
BIODIVERSIDADE, ENTRE OUTROS.
RECURSOS NATURAIS NÃO
RENOVÁVEIS
• ESGOTAM-SE COM O USO: PETRÓLEO, CARVÃO
MINERAL, AREIA, ARGILA, ENTRE OUTROS.
Aula 2 - Educação Ambiental.pptx

Aula 2 - Educação Ambiental.pptx

  • 1.
  • 2.
    Cenário Histórico Ano: décadade 1960 País: Estados Unidos Livro: “A Primavera Silenciosa” Autora: Rachel Carlson publicado em 1962. O livro alerta sobre os efeitos negativos dos agrotóxicos no ambiente natural, a autora apontou os problemas causados pelo Dicloro-Difenil- Tricloroetano (DDT) usado nas lavouras americanas. Um deles foi à quase extinção da águia de cabeça branca. (DIAS, 2004).
  • 3.
    MOMENTOS HISTÓRICOS No períodopós guerra começou uma conscientização. Declaração de Estocolmo: 1972. Denota preocupação em nível internacional. Ponto de partida – Brasil adota posição conservadora de produção.
  • 4.
    “Bem vindos àpoluição, estamos abertos a ela. O Brasil é um país que não tem restrições, temos várias cidades que receberiam de braços abertos a sua poluição, porque nós queremos empregos, dólares para o nosso desenvolvimento.”
  • 5.
    Portanto, temos aí,o ponto de partida para a Rio 92, a Rio+10 em 2002 na África do Sul e por fim a Rio+20 no ano de 2012 e nesse meio toda a discussão sobre a redução da emissão de poluentes com o Protocolo de Kyoto em 1997.
  • 6.
    A RIO-92 produziua carta da terra, em que elaborou três convenções (biodiversidade, desertificação e mudanças climáticas), Uma declaração de princípios e a agenda 21 (base para que cada país elabore seu plano de preservação do meio ambiente).
  • 7.
    Sistemas de GestãoAmbiental (SGA) Kraemer (2002) diz: A Gestão Ambiental é o sistema que inclui a estrutura organizacional, atividades de planejamento, responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos para desenvolver, implementar, atingir, analisar criticamente e manter a política ambiental.
  • 9.
    Lei Nº 9.795de 27 de Abril de 1999 Dispõe sobre a educação ambiental, institui a politica nacional de Educação Ambiental
  • 10.
    Art. 1º Entendem-sepor educação ambiental os processos por meio dos quais o individuo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade. Conceito
  • 11.
    Art. 3º comoparte do processo educativo mais amplo, todos têm direito à educação ambiental, incumbindo: V- às empresas, entidades de classe, instituições publicas e privadas, promover programas destinados à capacitação dos trabalhadores, visando `a melhoria e ao controle efetivo sobre o ambiente de trabalho, bem como sobre as repercussões do processo produtivo no meio ambiente;
  • 12.
     Propiciar amelhoria das condições de vida e de trabalho do público interno e externo à empresa;  Dar condições para que as pessoas atuem na transformação da realidade;  Contribuir para o desenvolvimento do senso de responsabilidade por meio da participação ativa na prevenção e solução de problemas socioambientais.
  • 13.
    PROGRAMAS DE EDUCAÇÃOAMBIENTAL PLANEJAMENTO OBJETIVO GERAL “O QUE SE PRETENDE EM RELAÇÃO AO PROBLEMA?” OBJETIVOS ESPECÍFICOS PASSOS A SEGUIR POPULAÇÃO ALVO “QUEM SE PRETENDE ATINGIR?”
  • 14.
    ESTRATÉGIAS E FERRAMENTASDE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO 1.O QUE FAZER? 2.PARA QUE? 3.PARA QUEM? 4.COMO? 5.COM QUE? 6.QUANDO? 7.COMO AVALIAR?
  • 15.
    1.O QUE FAZER?– Levantamento de problemas ambientais na empresa. ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO
  • 16.
    Existem ações deconscientização dos empregados em abordagens na área ambiental? A população conhece conceitos e práticas de EA? O que a empresa faz para conter a redução de seus insumos (papel, sacolas plásticas, baterias, impressões)? A empresa promove a reciclagem?
  • 17.
    O que aempresa faz com seu lixo eletrônico? O que a empresa está fazendo para reduzir o consumo de energia e água? Em suas frentes de serviço o funcionário utiliza-se de sacolas de lixo, para dar destino final e correto dos lixos acumulados no interior do veículo? O que a empresa faz para reter as águas empossadas que possivelmente são acondicionadas em recipientes que possam ser hospedeiro do mosquito da dengue (Aedes aegypti)?
  • 18.
    2. PARA QUE?– Responder suas perguntas. Estabelecer índices a serem alcançados. ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO Mostrar para o mercado suas ações como empresa comprometida com as necessidades sociais e ambientais, oferecendo conhecimento sustentável para a sociedade.
  • 19.
    ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO 3.PARA QUEM? – Alcance: População interna e/ou externa? Participação: População interna (total/parcial) População externa: (Escola, Rua, Bairro)
  • 20.
    4. COMO? –Quais atividades iremos desenvolver? ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO  Apresentação do Projeto de EA para os diretores e colaboradores;  Implementação da coleta seletiva;  Trabalhando a Logística Reversa de pneus, baterias, pilhas e lâmpadas fluorescentes contendo vapor de mercúrio;  Ação Social na comunidade, escola.
  • 21.
    Mudando hábitos: usarcopos individuais ou garrafas PETs para beber água, fazer uso de “sacolinhas” para recolhimento do lixo gerado dentro dos veículos e praticar os 3Rs (reduzir, reutilizar e reciclar); Cuidando da Saúde Ambiental (campanhas de vacinação e combatendo os focos do mosquito da Dengue). Treinamentos, Palestras
  • 22.
  • 23.
    5. COM QUE?– Recursos humanos e materiais ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO • Custos • Materiais • Tempo • Conhecimento • Propaganda, etc
  • 24.
    6. QUANDO? 7. COMOAVALIAR? ORGANIZAÇÃO PARA AÇÃO
  • 25.
    Avaliação do Dia Estudode caso – Projeto BRT em Feira de Santana Em duplas, propor duas medidas de Educação Ambiental para apresentar a classe.
  • 26.
    Planejamento para EducaçãoAmbiental O que fazer? Para que? Para quem? Como? Com que? Quando? Como Avaliar?
  • 27.
  • 28.
    Sustentabilidade • Em 1983foi criada pela Assembléia Geral da ONU, a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento - CMMAD, que foi presidida por Gro Harlem Brundtland, na época primeira-ministra da Noruega, com a incumbência de reexaminar as questões críticas do meio ambiente e de desenvolvimento, com o objetivo de elaborar uma nova compreensão do problema, além de propostas de abordagem realistas. • Essa Comissão deveria propor novas normas de cooperação internacional que pudessem orientar políticas e ações internacionais de modo a promover as mudanças que se faziam necessárias (WCED, 1987, p.4).
  • 29.
    • No trabalhosurgido dessa Comissão, apareceu pela primeira vez de forma clara, o conceito de "Desenvolvimento Sustentável“. • O relatório “Nosso Futuro Comum”, lançado em 1987 (também conhecido como "Relatório Brundtland"), veio atentar para a necessidade de um novo tipo de desenvolvimento capaz de manter o progresso em todo o planeta e, no longo prazo, ser alcançado pelos países em desenvolvimento e também pelos desenvolvidos. Sustentabilidade
  • 30.
    • Pobreza • OModelo adotado pelos países desenvolvidos, por ser insustentável e impossível de ser copiado pelos países em desenvolvimento, sob pena de esgotarem rapidamente os recursos naturais. Causas e Efeitos dos problemas ambientais do mundo
  • 32.
    "suprir as necessidadesda geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprirem as suas". Sustentabilidade
  • 33.
    • Neste conceitoforam embutidos pelo menos dois importantes princípios: o de necessidades e o da noção de limitação. O primeiro trata da equidade (necessidades essenciais dos pobres) e o outro se refere às limitações que o estágio da tecnologia e da organização social determinam ao meio ambiente (WCED, 1991, p.46). Sustentabilidade
  • 38.
    "Em essência, odesenvolvimento sustentável é um processo de transformação no qual a exploração dos recursos, a direção dos investimentos, a orientação do desenvolvimento tecnológico e a mudança institucional se harmonizam e reforçam o potencial presente e futuro, a fim de atender às necessidades e aspirações humanas".
  • 41.
    Para um empreendimentohumano ser sustentável, tem de ter em vista quatro requisitos básicos: • Ecologicamente correto, • Economicamente viável, • Socialmente justo • Culturalmente aceito. Sustentabilidade
  • 43.
    • O principalcritério para a classificação é a capacidade de recomposição de um recurso no horizonte do tempo humano. • “Um recurso que é extraído mais rápido do que é reabastecido por processos naturais é um recurso não-renovável. Um recurso que é reposto tão rápido quanto é extraído é certamente um recurso renovável ” (Silva, 2003, p.35) RECURSOS NATURAIS CLASSIFICAÇÃO DOS RECURSOS
  • 44.
    RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS •NÃO SE ALTERAM COM O USO (ENERGIA DIRETA SOLAR, VENTOS, MARÉS) • ALTERAM-SE COM O USO: AR, ÁGUA POTÁVEL, BIODIVERSIDADE, ENTRE OUTROS.
  • 45.
    RECURSOS NATURAIS NÃO RENOVÁVEIS •ESGOTAM-SE COM O USO: PETRÓLEO, CARVÃO MINERAL, AREIA, ARGILA, ENTRE OUTROS.