Este documento descreve várias atividades lúdicas e educativas para crianças utilizando objetos simples. Apresenta 23 atividades diferentes com instruções detalhadas sobre como realizá-las e seus possíveis benefícios para o desenvolvimento infantil.
-Vai C-aindo
Descrição
Frosco deplóstico tronsporente, cheio de óguo
com sol, no quol {orom colocodos pedocinhos
de plóstico, recortodos de embologens de
donone ou chombinho, bolinhos de plóstico,
lonteioulos e outros pequenos obietos.
Possibilidades àe êxplot'o.go
r Viror o frosco poro boixo e observor os
pecinhos coindo.
r Verificor quois os peços que coem mois
ropidomente e quois os que flutuom.
r Colocor pecinhos de plóstico ou popel, em
formo de peixinhos.
r Rodor o frosco no chõo e observor o que
ocontece com o seu conteúdo.
Àtivida àes àmplemenran=s,
+ Encher com óguo umo gorrofo plóstico de
refrigeronte e colocor olguns obietos dentro.
Observor como eles coem/ quondo o gorrofo
é virodo.
+ Colocor um pouco de sol no óguo e verificor
se houve diferenço no {lutuoçõo dos obietos.
+ Pesquisor quois os moteriois que ofundom no
óguo e quois os que flutuom.
À+ividades drrúfrcre
Desenhor umo gorrofo com óguo pelo metode,
deiior o gorrofo e desenhor umo linho no nível
do óguo.
Em seguido, inclinor o g'onofo poro que os
crionços observem e desenhem como ficou o
nível do óguo nesso posrçoo-
€s+imrela
A monipuloçõo de rnoterbis bem
diferenciodos pcibf;b oquisiçõo de
in{ormoçóes que iroo subsirJbr o posterior
formoçõo de onceins- líesrno que nõo
consigo oindo ost'íniloÍ prirrcípios
científicos ou eeçfrcr coíÌìo os coisos
ocontecern, o pensoÍneflb voi sendo
e$imulodo e os pÍoce:ffi mentois võo se
desenvohendo e eri+eendo o
linguogrem irhrir- Áe qeriàrcios
vividos com obnçËo (rÍEÌbm os
possitÍlklodes de reôohoçoo.
40
2.
Discriminoçõo visuol.
Atençõo.
Destrezo.
&caixottl
Desc,Àçâo
Coixo contendo30 cortelos (ou cor"tos de
borolho) recododos de formo diferente. A coixo
deve ser do mesmo tomonho dos cortelos.
Possibilidades àe êrploro.flo
r Misturor os peços e procuror os que se comple-
mentom poro ir colocondo de volto no coixo.
r Espolhor todos os metodes pelo meso. Os
porticipontes do iogo Íicom oo redor, pres-
Ìondo otençõo poro descobrir onde estõo os
peços que se encoixom corretomente. No suo
vezt o iogodor pego duos peços que iulgo
serem os portes de um inÌeiro. Se elos se
encoixorem corretomenÌe, ele os colocoró no
coixo; se error/ deveró devolvê-los ò meso.
r Com os peços seporodos e espolhodos pelo
meso/ umo pessoo escolhe umo metode e o
seguro, mosirondo-o oos porÌicipontes que
deveróo identificor o oufro metode.
À+ividad es àmplementares
+ Dividir os crionços em dois grupos. O
represenionte de um dos grupos deveró ir ò
irente e descrever poro seus componheiros de
grupo um colego que eles terõo de odivinhor
quol é. (Exemplo: "Ele é mogro, uso óculos e
colço tênis".) O colego o ser descriÌo é
escolhido pelo grupo opositor e só quem estó
descrevendo é que sobe quem ele é. Poro
odivinhor, os porticipontes só poderõo fozer
duos tenÌotivos- Se nõo ocertorem, perderõo
o vez e nõo gonhoroo ponio. Vence quem
tiver olconçodo moíor número de pontos.
Âtvidades 6lúftco.s
Desenhor quoho retôngulos e fozer linhos
sinuosos, dividindo-os oo meio. Em seguido
recortó-los, sepontr os metodes irregulores
tomor o iuntó-los. colondo-os no coderno.
Observcndo o desempenho do crionço no
escolo, píecisomos estor otentos poro
olguns sinois que podem nos {ornecer
pishcs sohre dificuldodes que elo posso ter;
dores de cobeço, tonturos, eniôo,
estrqbismo ou o hóbito de opertor os olhos
poro eíxergor podem ser indícios de que
elo estó precisondo consultor um oculisto.
Muitos pessoos possuem déficits visuois
que só forom consÌqtodos no idode odulto,
mos que ceriomente dificultorom bostonte
seu processo de oprendizogem e suos
oportunidodes de desfrutor iudo que umo
boo visõo pode proporcionor.
ó0
J"dice
lntroduçõo, ì i
ÀsHabilidades JVlohoras, 1J
As PercepÇõeq 43
Bolo de pono,
p. 7
R*
%úü:vu
Ponle esireilo
p.ì8
Boliche de loios
p. 19
Coslurondo
p.2o
ïecelooem
p.2
conto;e15 en{i
Mqsso ooro
modeÌor
p- L4
Dominó de
reÌolhos
p.25
Aroolos
pi 26
Números e lelros
recortodos
p.27
Posso bolinho
p. 30
Complelondo o
coso
p. 3l
ww#@*iie
Prendedores
coloridos
p. 32
Conlornondo
fiqu ros
pi 33
Modelos ooro
colioroÍio
p."34
Construçó_o com
oorrolos-p.35 EncoixonÌes
p. 3ó
Mocoo u inhos
p.3/
Bolsin ho
p. 38
Ploquelçrs poro
entior
p. 39
Voi coindo
P. 40
*3 r*
.SÉs@,
*,{l}! q6*.
ê Á f * €
Borbolelos
p.4l
Quenie ou frio?
p. 48
Socolo-surpreso
p. 49'
Cheiro-cheiro
p. 50
ffi-Quoloé gpeso?
Bouzìnho dos
suroresos
p. 52
ffi:;,s,ry,,,
Coixo de ÌoÌeio
p. 53
dff'P-
ffiffi',*;*-*d
Quol você
oeoou?
'pi55 CesÌo de oosléis
p. 57
Encoixe Ìodos
p. 58
Jooo dos silhuetos
- p.ól
Lolo de Íiouros
p. óz
Dominó dos
oersonooens
' p.ó3
WBingo de {ormos
oeomélricos
- p.64
Asos de
borboleto.
p. ó5
Conelos coloridos
p.óó
5.
€squema Corporo,l, 67
êstruluraçãoTempo-€sp acial, 77
Pensamenlol 91
Boneco orÌiculod<
p.71
tr.@
Você e o boneco
p.73
Móscoros
p.74
Relrotos
p.75
Boneco
p.76
AmoulheÌo
p.8l
%68€.|g.**;-
&7<>.w
Fósforos
p.82
Polhocinho
p. 83
Conslruindo o
colendório
p. 84
Que horos sõo?
p. 85
looo dos horos
- p.8ó
Modelos com
Íós{oros
p.87
Dominó dos
relóoios
p. 88
'--cB
ffi
Rilmos e sons
p. 89
Olhe gqpì,
velo de Id
p. 90
wQuebro;7beso
Coixo de
clossificoçõo
p. 98
Jogo do memório
com lomoos
p.99'
O oue é,
o oLe é?
p.' 'ìoo
Por onde o
bolinho voi soir?
p. ì01
ffi>q-
Hn1/
Conudin hos
mógicos
p. 1O2
Jogo de
oSsoctoçoo
p.104
Coso de bonecos
p.105
Hislórios em
ouodrinhos
'p. loó
LoÌo de revislos
em ouodrinhos
p. ì08
Õ&a
AAA
EËI
fl&:
Formos lóoicos
p. 109
44ã*ëSnVa.ÍÇLY^ürl
ffiffie
Ouortelo de
semelhonços
p. 1ì0
Ouol cheoo
primeiro?
p. ììì
Tudo nos coixinhc
p.112
Sim. sim...
loo. noo
p. ìì3
lnventondo o
histório
p. 1ì4
:oiro dê sombros
p. Iì5
Qugdro d-os
combrnocoes
p. ì ìó
A copilol é..
p. 'ì 'ì8
Tomoos e
tomr;inhos
colàridos
p. lì9
6.
Letras ePalavtaq 123
ÀMaÌemâIica2 153
wAbecedório
p. 129
â>
€
fPffr6l'MW@Eo
Poinel do
obecedório
p. ì38
tffiHwle@av+!mm;
i6W.
O nome é...
p. 13ó
ffi
dw;P
Borolho de sílobo:
p- 146
)escubro.,lgolovn
Effi*Ër
ffi:|*ïïf
Volendo o
oolovro...
'p. ì43
Dominó de sons
iniciois
p. 14',ì
Dominó compleÍe
o {rose
p. 49
# @%Áe,
#ffi6,u
f/s #ld
Dominó de
números
p. 158
Loio de colculor
p. ì70
1-{ã4a--.^
/@6dw<<è/_*í.ã
Dominó dos
{rocóes
p.174
K'ffi
ffitr* {cpê
Lolo do mois ou
menos
p. ì73
7.
Brincar, Jogar e.Compeür, 175
Os iogos mois trodicionois, 129
Josood"ì
$9''no
Jooo de loio-p. 180
ffiStoam
ffi&bffiffitrffi
.losooal$odos
'on" f"'11'o''o
A importôncio do embologem,
A sucoioteco,
,l85
Bibliogrofio, l gZ
índice onolÍtico do conteúdo dos otividodes, 1g9
ì83
r0
8.
Possibil idade-s deêxploro.úo À+ividades Orrâfia.s
Bola d.Pon.
Desc,rição
Bolo feito de retolhos de pono cortodos em oito
gomos. As extremidodes sõo orremotodos com
dois pequenos círculos de tecido. O recheio é
feiio de popel omossodo ou de retolhos (neste
coso fico mois pesodo).
r Jogor e recolher o bolo.
o Arremessor o bolo o um olvo determinodo:
umo coixo colocodo no chõo, em cimo de
umo meso.
o Penduror um bombolê poro que o bolo
seio orremessodo otrovés dele.
À+ividad es àmplemenlar*,
+ Jogo do Bolo Cruzodo: DividÌr os crionços em
dois grupos. DisÌribuí-los em duos fileiros,
começondo com um iogodor do grupo A e o
outro fileiro com um iogodor do grupo B.
Completor os fileiros olternondo os iogodores
dos dois grupos, ou seio, opós o iogodor A,
vem o iogodor B. As fileiros deverõo ficor umo
de frente poro o outro, com umo distôncio de
2 metros entre elos. O primeiro iogodor de
codo filo recebe umo bolo. Dodo o sinol de
início, o primeiro iogodor de codo fileiro oliro
o suo bolo oo segundo do {ileiro oposto, seu
componheiro; este, oo terceiro tombém do
fileiro oposto. E, ossim por dionte, sempre em
diogonol. Chegondo oo último iogodor, o
bolo deveró voltor oo primeiro, cruzondo do
mesmo formo.
Encher umo folho com desenhos de bolos de
vórios tomonhos. Começor com bolos grondes,
depois ocupor os espoços com bolos menores.
Umo bolo de pono é um excelente
brinquedo poro provocor interoçõo lúdico.
Por ser mocio, pode ser orremessodo poro
oulro crionço sem perigo de mochucor. É
fócil de ser colhido e pode focilitor umo
brincodeiro que desenvolvo sociobilidode.
Jogor umo bolo de pono poro umo crionço
que estó porodo pode ser umo formo de
provocor umo reoçõo e dor início o umo
otividode prozeroso.
9.
€stimala
Equilíbrio.
Uso inteligente dogrovidode.
Eficiêncio dos movimentos do corpo.
Autocontrole.
Destrezo.
Ponte. ês+r,dta
Desc,rição
Tóbuo com l0 o 20 cm de lorguro e 2 m de
comprimento opoiodo nos extremidodes em
dois iocos ou dois obieios de modeiro.
Possibil idaàes de êxplot'o.4o
r Andor no tóbuo oliernondo os pés; dondo
possos poro o lodo; cominhondo poro trós;
contondo músico riimodo; corregondo um
soquinho de oreio no cobeço.
Àtivida à es C-omple,me,nta rc,s
+ Soltor em um pé só; fozer o mesmo com o
ouÌro pé.
+ Cominhor corregondo um livro no cobeço.
+ Ficor em um pé só e contor olto poro verificor
quonto terq,po permonece nesto posiçõo.
+ Repetir o nlesmo exercício com os
olhos fechodos.
+ Cominhorinos pontos dos pés com os broços
levontodos poro cimo.
+ Cominhor sobre os colconhores.
+ Deitor no chõo, de lodo, e resistir com o
corpo oo ser empurrodo por outro crionço
que iento rodó-lo.
Âtlvidades orrâficrs
Colocor umo réguo em cimo de umo folho de
popel em bronco, no sentido horizontol. Riscor
iunto oos dois lodos do réguo e, depois, riscor
no sentido oposto (verticolmente) sem levontor
o lópis do popel e sem deixor o risco poro forc
dos morgens. Fozer o mesmo coiso, riscondo
com o réguo colocodo no sentido verticol e
fozendo o zigue-zogue no sentido horizonïol.
r8
Parc,
Desenvolver o equilíbrio é umo formo de
oumentor o outocontrole de moneiro
gerol. Concentror o otençõo no próprio
corpo e nos suos possibilidodes em
reloçõo oo espoço e òs circunstôncios,
oumento o outoconfionço. Esto é umo
formo de brincor que, ofrovés de um
pequeno desofìo, promove o
desenvolvimento de hobilidodes físicos e
mentois visto que, o oumento do
copocidode de concentror o otençõo
certomenÌe promove o oumento do
copocidode de oprender,
10.
€stimrela
Motricidode.
Coordenoçõo motoro omplo.
Coordenoçõoviso-motoro.
Arremesso oo olvo.
Controle de {orço e direçõo.
Bol iche d. l-atas
Àfividad es orrâfias
Descrição Fozer um pequeno círculo no olto do conto
direiro de umo folho de popel em bronco.
Desenhor dez cruzinhos espolhodos pelo folho.
Em seguido, troçor reios unindo codo cruz oo
círculo no conto do folho.
Bolos de meio {eitos com olgumos meios
iuntos, que sõo enfiodos no fundo de umo
meio comprido. Poro orremotor, torcer e
desviror o cono do perno do meio vórios vezes/
recobrindo o bolo poro, posteriormente,
costuró-lo. Lotos vozios com números colodos.
Possibilidades àe êxplorago
r Empilhor os lotos fozendo um costelo.
r Jogor como boliche: codo iogodor orremesso
três bolos, ientondo derrubor todos os lotos.
r Contor os pontos de ocordo com os números
escritos nos lotos derrubodos.
r Vence o logo quem Ìiver feito moìs pontos.
À+ividad e àmplemenrarer'
+ Desenhor um círculo no louso e pedir òs
crionços que, o umo distôncio de 3 metros,
otirem umo bolo de meio dentro do círculo.
Morcor quontos ocertorom. Depois, desenhor
um círculo menor e contor quontos ocertorom.
Reduzir o tomonho do círculo oté ficor um
ponto só. Anolisor, com os crionços, os cousos
do número de ocertos ser moior ou menor.
Estimulor o criotividode do crionço é o
melhor moneiro de desenvolver seu
outoconceito. Quondo o crionço crio,
sente-se copoz e torno-se mois confionte.
Por mois singelo que seio um brinquedo
que elo {oço, é com muìto orgulho que
diz: "Fui eu que {iz" e quonto mois elo
fizer sozinho, mois independente e feliz
se tornoró.
19
11.
€sÌinrqlq
Motricidode.
Coordenoçõo viso-motoro.
Orientoçõo espociol.
Criotividode.
àsrurando
Descriçâo
Lôminode plóstico mole, retirodo de gorrofo,
no quol é desenhodo e recortodo umo formo
escolhido: ílor, onimol ou quolquer outro
desenho escolhido pelo crionço. Ao redor de
iodo o contorno do figuro forom feitos furos,
com furodor de popel, poro que o fio de lõ ou
borbonte posse pelos perfuroçóes. É o.ont"-
lhóvel possor colo nos extremidodes do fio de
lõ ou borbonte poro que fique duro e sirvo de
ogulho. Pode tombém ser usodo fio plóstico.
Possibilidades àe êxplot'acÉ^o
r Possor o fio pelos oriÍícios situodos no
contorno, olinhovondo o figuro.
o Preencher o espoço em volto do figuro com o
cosiuro cobrindo os bordos do mesmo.
Àtuidad e àmplenentates
+ Pedir òs crionços que trogom embologens
de plóstico flexível, tois como gorrofos de
óguo sonitório, desodoronte etc., mos
bem lovodos.
+ Riscor, com o réguo colocodo no posiçõo
verïicol, em volto do embologem, poro
morcor o lugor onde deveró ser recortodo.
+ Corïor o gorrofo de formo o retiror o porte
de cimo e o porte de boixo.
+ Cortor no sentido verticol o cone que sobrou
e enroló-lo oo contrório poro que fique
mois plono.
+Fozer um estoque de pedoços de plóstico
poro serem utilizodos no confecçõo de iogos.
+ lnventor iogos em que se utilize o plósiico
como se fosse umo cortolino.
Àrividade-s Orrâfta.s
Fozer desenhos com irocinhos miÚdos,
imitondo olinhovos.
Crior figuros que possom ser utilizodos poro
fozer olinhovos.
20
Quondo o crionço sente que confiom nelo
sente-se mois esïimulodo o reolizor
torefos. fu otividodes feitos só por
obrigoçõo, nunco chegom o utilizor todo
o omplitude do potenciol que o motivoçõo
intrínseco pode olconçor. Por isso é tõo
importonÌe dor espoço Poro os
moni{estoçóes esponlôneos e respeitor o
interesse de codo umo.
12.
T.celag.m
€s1;-,^;o
Descrição
Retôngulos de cortolinocom recorte de tiros
olé 2cm do morgem.
Tiros de cortolino em outro cor, do mesmo
lorguro dos Ìiros do retôngulo.
Possibili àaÀ"-s de êxploração
r Tecer formondo um quodriculodo simples.
o Tecer criondo novos modelos.
À+ividqd es àmple,mentanes
+ Selecionor duos figuros idênticos e recortó-
los de formo que, no primeiro, o recode seio
horizontol (como no tecelogem ocimo), e no
segundo, os cortes seiom verticois. A
segundo figuro, oo ser enfiodo ho primeiro,
compõe umo figuro iguol.
Àtividqd es Orrâficas
Em popel quodriculodo (de 0,0ìx0,01 cm),
preencher os quodrodos colorindo-os de formo
o formor desenhos.
Motricidode.
Tecer-entreloçor.
Hobilidode bimonuol.
Concentroçõo.
Orientoçõo espociol.
Criotivídode.
Coordenoçõo viso-motoro.
A inteligêncio é construtivo e criotivo mos
preciso ser odequodomente desofiodo
poro que se desenvolvo. Umo solicitoçõo
difícil demois pode ossuslor mos se for
muito fócil tombém poderó nõo despertor
interesse. A folto de boos oportunidodes
poro reolizor otividodes construtivos nos
quois o crionço posso viver experiêncios
diversificodos, pode ser responsóvel
pelo empobrecimento do copocidode
de oprender.
21
13.
C-,crntas patLo, &far
Desc,rição
Tirosde popel de copo de revisto de 1,5 cm de
lorguro, terminondo em ponto, que sõo
enrolodos, umo o umo/ em torno de um lópis
(ou se preferir, em torno de umo ogulho de
tricô) começondo pelo porfe mois lorgo do tiro.
A ponto do popel é colodo. A peço é
plostificodo pelo colo.
Possibili dade-s de êxplotc.go
r Usor como contos poro enfior.
o Fozer colores e pulseiros.
A+ividqd q àmplenentanes
desenhodos. (Exemplo: três bolinhos
vermelhos, um quodrodinho omorelo etc.)
+ Codor conudinhos de plóstico em
pedocinhos poro usor como contos de enfior.
Fozer "ditodo", dizendo o ordem que deve
ser seguido. (Exemplo: três omorelos, umo
ozul, duos verdes etc.)
A+ividqde-s Ortâfias
Desenhor colores de contos coloridos.
Determinor umo seqüêncio poro os colores
€stin'rulq
Motricidode.
Coordenoçõo bimonuol.
Recorte e enfiogem.
Atençõo e concentroçõo.
OrienÍoçõo espociol.
fu oções educotivos precisom tomor
cuidodo poro nõo tronsformor os
processos de oprendizogem em torefos
enfodonhos. A curiosidode é noturol òs
cnonços e o construçõo do conhecimenio
poderó ser "umo delicioso oventuro,, se o
educodor for criotivo. A presso em
tronsÍormor o crionço em odulio foz com
que o oprendizogem seio sistemótico,
obrigotório e desprovido de interesse. A
crionço que desde cedo é obrigodo o
cumprir muitos torefos, pode perder o
espontoneidode, o curiosidode e o prozer
de oprender.
22
14.
ttFl I
LENIS
poutodo e,depois, riscor dentro delos
em ziguezogue.
Desc,rição
Plóstico de umo gorrofo recortodo em formo de
tênis, com orifícios poro possor o cordõo. Os
orifícios sôo feiios com um espeto oquecido oo
fogo. O desenho é feito com coneto poro
tronsporêncios de retroproietor.
Possibilidqdes àe êxplo,r.úo
r EnÍior o cordõo, cruzondo o fio poro omorró-lo'
r Dor nó.
r Dor di{erentes tipos de loço.
Àtividad es àmplemenlanzs
+ Cortor pedoços de borbonte do tomonho de
umo réguo e fozer nós frouxos em fios ou
borbonte, deixondo intervolos enire eles poro,
posÌeriormente, desfozê- los.
+ Com tiros de popel crepom, fozer loços
poro o cobelo dos meninos e grovotos poro
os meninos.
À+ividad e-s Orrâfias
Moiricidode.
Coordenoçõo bimonuol.
Aprendizogem de omorror, dor nó e loço.
Concentroçõo.
Coordenoçõo viso-moloro.
Poro que os crionços desenvolvom
outonomio e senso de responsobilidode,
precisom ter oportunidode de ogir
sozinhos. Se {orem respeitodos seus
interesses, certomente monterõo vivo o
vontode de conhecer e o oproprioçõo do
conhecimento seró motivo de orgulho.
Atrovés de iogos e brincodeiros poderó
oprender novos conceitos, odquirir
informoçóes e superor olegremente suos
dificuldodes de oprendizogem.
Desenhor duos colunos verticois numo folho
23
15.
Massa ?ara M.,d.lar
Desc.rição
Amosso de modelor é Íeito com 4 xícoros de
,forinho de trigo, I xícoro de sol, l1/z xícoro de
óguo e I colher de óleo. Misturor esses ingre-
dientes e omossó-los. Poro colorir, pode ser
odicionodo suco em pó ou coronte comestível.
Esso mosso nõo preciso ir oo fogo e poderó
ser feito pelo próprio crionço. Tem o vontogem
de nõo secor oo sol, sendo que pequenos
peços podem ser ossodos em forno brondo.
Possibilidades àe êxplot,r.úo
o Monuseor o mosso e ir descobrindo os
diferentes formos de monipuló-lo.
r Usor politos, forminhos e tompos poro furor,
riscor, desenhor ou recortor o mosso.
r Entregor ò crionço duos portes iguois de
mosso; pedir-lhe que com umo porte foço
umo bolo e com o ouiro umo cobrinho.
Perguntor quol dos duos tem mois mosso.
Depois, pedir que torne o fozer os duos
porles iguois de mosso.
tFozer peços representondo bonecos, onimois
ou obietos conhecidos e otribuir-lhes nomes.
r "Queimor" em forno de fogõo comum os
peços, que serõo guordodos.
#
ÀtUidad es à'nlrplernerrtares
+ Crior peços de decoroçõo.
Àtvidades Ouúfirc
Desenhor linhos ondulodos com lópis de
diversos cores, oté preencher iodo o folho.
Motricidode.
Controle do {orço musculor.
Açõo exploroÍório.
Criotividode.
Aquisiçõo ilo conceito do constôncio
de mosso.
O corpo e os experiêncios sensoriois sõo
fonies de desenvolvimento do inteligêncio
e de outoconhecimento, especiolmente se
houver consciêncio do movimenÌo.
24
16.
Dc,^inó d.ReÌalhos
Desc.riúo
Pores dequodrodos feiios com retolhos de
tecidos lisos e estompodos, com um botõo
num dos lodos e umo coso no outro.
Possibili àades àe êxplot,o.éo
r Abotoor os peços que têm os mesmos cores
ou os mesmos motivos estompodos.
r Esconder os peços soltos numo coixo de
popelõo. Codo porticiponte, sem olhor,
tiro duos peços. Se formorem por, serõo
obotoodos; coso contrório, voltom poro
q coixo.
r Jogor como dominó: distribuir os peços entre
os porticipontes, quem tiver o peço iguol,
deve obotoó-lo ò outro.
o Gonho quem terminor primeiro suos peços.
Â+ivid ad es àmplementanes
+ Recortor quodrinhos de "revistos em
quodrinhos" e compor umo novo histório,
colocondo-os em umo folho. Contor o
histório verbolmente ou escrevê-lo.
À+lvidad e^ç orrêíicr.s
Desenhor quodrodos representondo
de iecidos de diversos estompos.
retolhos
€s+imula
Motricidode.
Coordenoçõo bimonuol.
Discriminoçõo visuol de cores.
Hobilidode monuol.
Percepçõo tótil e visuol. '
As diferentes hobilidodes psicomotoros
podem ser integrodos otrovés de iogos e
brincodeiros; isto esiimuloró o processo
moturocionol e o desenvolvimento globol
do crionço. Poro que os oprendizogens
seiom durodouros, deve hover
oportunidode poro experiêncios otivos e
diretos, que envolvom os sentidos e o
motricidode, focilitondo umo
compreensõo mois pro{undo que
subsidioró outros formos de oprender
menos diretos, quondo elo ió tiver
olconçodo moior moturidode.
17.
olas
€sq-,^;o
Coordenoçõo viso-motoro.
Equilíbrio edestrezo.
Arremesso.
Atençõo.
Contogem.
Cólculo mentol.
Descnição
Cones de lõ com números de 0 o 9 colodos.
Tompos de potes grondes de morgorino recorto_
dos poro reliror o porte de dentro. conservondo
só o seu oro externo. Tompinhos de refrigeronie
(oproximodomente 30 por crionço).
Possibili dqdes àe êxplotr.fio
*g
É
&
direiio e depois poro o esquerdo,
ohernodomente. Giror os dois círculos,
concomifontemente, poro o direito, depois
poro o esquerdo e, posieriormenïe, um poro
codo lodo. Arremessor o círculo poro cimo
com umo mõo e, pegó_lo com o outro.
rtividodes orrâfìgrs
Escrever os números sorteodos, fozer os somos
dos números de codo iogodor poro comporor
e veríficor quem é o vencedor.r Deixor que o crionço expÍore livremente o
moteriol e descrevo, verbolmente, os
moneiros de brincor que elo for descobrindo.
r Distribuir os cones qleotoriomente sobre o
meso ou sobre o chõo.
r Arremessor duos orgolos de codo vez, ten_
tondo enfió-los no cone escolhido. Coso
consigo, deveró efeluor o somo dos olgorismos
que constom nos cones e depois retiror o
número de tompinhos correspondentes.
r Vence quem ficor com o moíor número
de tompinhos.
À+ividqd s àmplementarcs
+ lntroduzir um círculo em codo mõo; fechor os
mõos e giror os punhos poro rodor os
círculos; o punho direito giro o círculo poro o
26
A crionço deve ter liberdode poro *-
mõo com o quol sente mois focilidode
poro escrever. O respeito ò
predominôncio loterol é imporlonte poro
um bom desempenho de coordenoçõo
motoro visio que um lodo deve ser
dominonte e ouiro ouxilior. Só elo iró
demonsfror se é destro ou conhoto. Numo
otividode como esto podemos observor
quol é o broço preferido. Mos, pode
ocontecer umo ,,loÍerolidode
cruzodo,, ou
seio, o crionço pode ter dominôncio
loterol direito poro o uso dos mõos e
esquerdo poro o uso dos pés ou olho.
18.
N timetos el-etr^os R.torfc,dos
&+i,rrula
Coordenoçõo viso-motoro.
Percepçõo tótil.
Percepçõo visuol.
Descriçâo
Gorrofo de plóstico cortodo de modo o
conseguir umo lômino de plóstico. As
letros e números forom desenhodos
posteriormente e recortodos.
Possibili àades de êxplonaúo
tFozer o contorno dos letros e numerois.
r Agrupor letros e numerois.
r Nomeor os letros e numerois.
o Reconhecer letros e numerois openos
pelo toto.
Àtividad e &mplemenlanes
+ Escolher gorroÍos de plóstico flexível e
recortó-los, {ozendo um pequeno estoque
de plocos de plóstico.
+Fozer desenhos no plóstico e, em seguido,
recortor os formos desenhodos.
Àrividades orrêrfias
Desenhor figuros que possom servir de modelo
poro ser recortodo.
Poro ser eficiente em hobilidodes como
escrever/ desenhor, dobror e recortor, é
necessório hover desenvolvido certo nível
de coordenoçõo viso-motoro. Se o
crionço opresento dificuldode poro colorir
desenhos sem soìr do linho, por exemplo,
é necessório overiguor pois tonto pode
trotor-se de umo simples imoturidode,
como de umo dificuldode de
coordenoçõo óculo-monuol ou de
copocidode de discriminor visuolmente.
Quonio mois cedo for diognosticodo o
problemo, mois cedo poderõo ser
propostos otividodes que oiudem o
crionço o superó-lo.
27
19.
4+imula
Motricidode.
Coordenoçõo de movimenlosomplos.
Equilíbrio.
Agilidode.
Sociolizoçõo.
Bolq c^oF,nnil
Descrição
Gorrofóes de plóstico cortodos o 25 cm do
boco. Nqs bordos do porfe recortodo foi
colocodo umo tiro de tecido de 2 cm de
lorguro. Podem-se Iixor os bordos, quondo
o moteriol for o gorrofõo. As bolos forom
feitos com meios velhos enchidos com
retolhos picodos.
Possibili daàes de êrlplot.llrúo
r Codo um dos dois porticipontes orremesso o
bolo poro o componheiro usondo umo dos
mõos ou o próprio funil. Este componheiro,
por suo vez, deve oponhor o bolo com seu
funil. O número de poriicipontes pode vorior ,
de ocordo com o número de funis existentes.
No coso de vórios por.ticipontes, um deles
permonece no centro, enquonto os outros se
dispõem Jn círculo.
Àtividad e's àmplemenlanes
+ Fozer umo bolo de popel omossodo, iogó_lo
poro o olto, boter polmos e recolhê_lo.
+Aumentor o número de polmos entre um
lonçomenio e outro.
+ lnventor diÍerentes formos de recolher q bolo.
Àtividades orrêtfia.s
Desenhor um iogo de futebol.
Panz,
O prozer usufruído no otividode é que o
torno lúdico e o sotisfoçõo de estqr
contente consigo mesmo/ porque o que
foi ou estó sendo feito é bom, provoco
poz de espíriÌo. No otividode reolizodo
com interesse e liberdode, o prozer situo_
se no próprio oçõo, nõo hovendo
necessidode de prêmios ou puniçõo poro
que elo se desenvolvo. A formo de ser
feliz, tõo procurodo pelos {ilósofos de
todos os tempos, é umo copocidode que
pode ser cultivodo otrovés do prótico do
brincor livre e profundo. O processo de
tronsformoçõo do crionço em odulio
deve ocontecer de formo o preservor
umo crionço interior feliz, copoz de
encontor-se, de liberor suo ofetividode e
de usufruir o lodo bom do vido
comportilhondo felicidode.
A preporoçõo do ser humono outo-
reolizodo, copoz de ser feliz e construir o
poz, certomente posso pelo brincor e pelo
desenvolvimenÌo do sensibilidode e do
olegrio que irõo possibilitor o sobrevi-
vêncio ò luto por "um lugor oo sol,,.
28
20.
Var^al
Descriçâo
Quodro de popelõoduro, coberlo com feltro,
no quol estõo bordodos desenhos com
colchetes de pressõo e de goncho pregodo'
Peços de vesÌuório ovulsos, recortodos
em {eltro, contendo no verso os pores
dos colchetes.
Possibil iàaàes àe êxPlotaúo
o Apresentor os peços e deixor que os crionços
descubrom o lugor onde ocolcheÌó-los'
r Descrever e nomeor os Peços de
vestuório ocolchetodos.
o Crior froses ou pequenos hisiórios que
induzom ò otividode.
Àrividad es à'lrrplemenlates
+ Fozer o ploneiomento de umo otividode iunto
com os crionços imoginondo tudo o que
preciso ser {eito ontes poro que o otividode
posso ocontecer de {ormo soiisfotório'
(Exemplo: "O que precisomos fozer ontes de
ir ò proio?", "O que precisomos fozer ontes
de pintor um quodro?", "Que sequêncio
precisomos seguir poro {ozer pipocos?",
"Que tipo de problemos poderemos ter
duronie o dlo? O que foremos Poro
enfrentó-los?" , "Como foremos poro fozer
um bolo?" etc.'.)
+ Fozer um levontomenÌo, com os crionços, de
situoções que derom errodo por {olto
de ploneiomento.
Àtividad es 6rr,afìas
Desenhor um vorol que contenho os roupos
que o crionço estó vestindo.
29
Motricidode fino.
Hobllidode de usor colchetes.
Coordenoçõo viso-motoro.
Orientoçõo espociol.
Desenvolvimento de vocobulório'
As crionços gostom de imitor e de
porÌicipor do vido dos odultos. Por esto
rozõo podemos incentivó-los o coloboror
nos torefos cotidionos sem entretonÌo
forçó-los poro que nõo percom o interesse'
Se os odulÌos demonstrorem prozer em
reolizor os torefos de rotino, os crionços
tombém sentirõo prozer em reolizó-los'
21.
Passa Bolinha
Desc,rição
Três gorrofosde plóstico tronsporente; em duos
foi retirodo o fundo poro poderem ser encoixo-
dos umos nos outros. Dentro delos forom
colocodos três bolinhos de vidro e, no topo
dos gorrofos encoixodos, foi colocodo o fundo
de umo delos. As gorrofos forom fixodos com
tiros de durex colorido.
Possibili daàes de êxplotv.úo
r Socudir os gorrofos de modo que os bolinhos
possem pelo gorgolo e võo poro o fundo do
último gorroÍo. Contor quonto tempo levo
poro conseguir possor os três bolinhos.
À+ividad es C-<lmplementan=+i
+ Verificor quontos bolinhos de vidro o crionço
consegue levor emboixo do mõo oberto, de
um conto oo outro de umo meso/ sem
levontor o mõo.
À+ividades Ouúfias
Quodriculor umo folho em bronco, usondo o
lorguro de umo réguo como medido.
Para
A vontogem dos oprendizogens
olconçodos otrovés do brincor é o foto de
que os engonos cometidos nõo sõo
considerodos erros mos teniotivos de
ocerto. Quondo o crionço nõo tem medo
de error, orrisco mois e é montido o climo
de olegrio e descontroçõo. A preservoçõo
do prozer no otividode, contribui poro que
se instole o hóbito de estor ocupodo sem
ser por obrigoçõo mos, pelo contrório,
poro reolizor umo otividode ogrodóvel,
otrovés do quol elo estó oprendendo.
Afinol, oprender pode ser umo conquisto
divertido, que lhe trogo o sotisfoçõo de
sentir-se mois copoz. É muito importonte
nõo deixor que os otividodes de
oprendizogem deixem de ser prozerosos
poro tornor-se torefos enfodonhos.
Todo cuidodo é pouco pois oqui se
encontro um ponto cruciol do
intervençõo pedogógico.
€sfi^,^;o
Motricidode.
Concentroçõo do otençõo.
Coordenoçõo viso-motoro.
30
22.
àm letando aàsa
Descrição
Pedoço de cortõo coberto com feltro, no quol
Íoi cosiurodo o desenho de umo coso/ com
botóes nos lugores onde devem ser oboioodos
os portes-que estõo {oltondo. Essos portes sõo
de feltro tombém e coniêm pequenos cortes,
que sõo os cosos que deverõo ser obotoodos
nos lugores correspondentes.
Possibilidades de êxplorccÉo
r Desobotoor os portes ovulsos do coso.
r Verificor os formos que estõo desenhodos no
coso e procuror os peços correspondentes
poro oboÌoor.
À+ividad es àmplemenlales,
+Fozer o invençõo coletivo de umo histório, no
quol umo pessoo começo dizendo umo Írose
e o seguinte deve dor seqÜêncio ò hisiório,
inventondo umo outro frose que comece
com o último polovro dito. (Exemplo: "Ero
umo vez umo coso...". A seguinte deveró
continuor o histório dizendo: "o coso..." e
ossim por dionÌe.)
Àlividade Ortúfta.s
Desenhor e colorir umo coso com umo porto,
duos ionelos, muro e Portõo.
Pana Reflexão
I
Muitos vezes/ os crionços Íozem perguntos
só poro fozer um contoto conosco;
quondo isso ocontece, devemos dor-lhes
otençõo e esiimuló-los, poro que elos
mesmos encontrem o resposto solicitodo.
Responder dizendo: "O que você ocho?"
pode ser umo formo de otendê-los e, oo
mesmo tempo, levó-los o rociocinor iunto,
onolisor possibilidodes e buscor o
resposto. Mos sempre tomondo cuidodo
porq que o espontoneidode e o vontode
de comunicor-se seiom estimulodos; o
expressõo de pensomentos e sentimentos
é fundomentol poro que os crionços
oprendom o relocionor-se de umo formo
mois verdodeiro com os ouïros pessoos,
mos poro que isso oconteço, precisom ter
certezo de que nõo serõo ridiculorizodos
ou punidos. Um bom nível de
comunicoçõo {ovorece o compreensõo
mútuo e propicio melhor quolidode
de convivêncio.
Motricidode.
Discriminoçõo visuol.
Comporoçõo de formos e de tomonhos'
Hobilidode monuol.
3l
23.
Coordenoçõo viso-motoro.
Movimento depinço.
Discriminoçõo visuol de cores.
Atençõo e concentroçõo.
Controle de forço musculor.
Pr,.nd.dores àloridos
Descrição
Umo coixo forrodo com liros de popel colorido
liso, nos mesmos cores dos pregodores. As
tiros podem ser substituídos por durex colorido.
Possibili dades àe êxplorcgo
r Pinçor os pregodores nos bordos do coixo,
fozendo corresponder os cores.
o Ditor poro o crionço combinoções diferenies,
como: colocor os vermelhos no listo omorelo,
os verdes no listo ozul etc.
Àtividad s Crlmplemenlatre-rl
+ Recortor bondeirinhos de popel, prendê-los
num borbonie com os prendedores.
Àtividades ârâfìas
Pinturo livre com "tintos de dedo", fozendo
movimentos circulores simulioneomente com
ombos os mõos.
Esfregor com os pontos dos dedos ponios de
lópis de cor esmigolhodos, resto de giz colori-
do ou lópis-cero rolodo.
:'
Re.
l
:
Umo dos funções bAsirc do ser humono
é oquilo que Hogef óorrow de
"pensomento dos rniooc', ou seio, o
hobilidode monuol- Esh fun@o tem um
popel importonte no deseÍwolvimento
intelechlol do criong- Foro fozer certos
discrimínoçoes precismos de informoções
tóteis e motoros complernentondo o
integroçõo do percep@o üsuol e
ouditivo. As mõos nõo sornerúe ofuom
como fonie de informoçõo mos tombém
poro exprimir efeitos: elos desenhom o
que os olhos vêem e executom comondos
do pensomento. O desenvolvimento do
hobilidode monuol é um fotor iguolmente
importonte poro o oquisiçõo de um
bom outoconceito.
32
24.
€stimula
DeseÂçâo
Revistos com muitos{iguros'
Para
Concentroçóo do otençóo'
Desenvolvimento de Pensomento'
Discriminoçõo visuol'
Possibil iàaàaç àe êxPloracÉ^o
o Abrir o revisto oleotoriomente e descrever o
que vê.
r Folheor o revisto poro escolher {iguros e
invenior hisÌórios sobre elos'
r EnconÌror figuros com corocterísticos
solicitodos. (Exemplo: {iguro de homem com
óculos, {iguro de mulher com crionço etc')
r Descobrir {iguros que sõo semelhontes o"'
e diierentes de..., explicondo os porquês'
r RecorÌor os {iguros prediletos' color no
coderno ou compor cortozes'
Àtividad es àrrrPlemenlares
+ Arroncor umo pógino que tenho umo boo
{iguro, colocor o pógino em cimo de um
pedoço de isoPor e, com oiudo de um
perfurodor ou de umo ogulho preso o umo
rolho, perfuror o conÌorno do figuro; depois
pegor o {olho e olhó-lo contro o luz'
+ Encopor codernos com folhos ilusirodos'
Àtividad es orrâfìas
Contornor {iguros de revistos usondo umo
coneto hidrogrófico.
Os desenhos dos crionços re{letem o
quonto elos ossimilorom dos experiêncios
sensoriois e cognitivos vividos' pois
boseiom-se no conhecimento que elos
têm do mundo. Esso é umo dos rozóes
pelos quois deve ser evitodo o obuso do
utilizoçõo de modelos estereoiipodos que
elos poderõo possor o imitor oo invés de
{ozer seus próprios desenhos' Repetindo
determinodos {ormos de representoçóo'
estoróo deixondo de crior os suos e de
monifestor o suo visõo dos coisos'
Algumos crionços nõo gostom de
desenhor porque nõo se sentem copozes
de reproduzir os figuros de umo moneiro
correto; nõo oceitom o suo {ormo de
expressõo por consideró-lo imperfeito e
por temer os críticos que poderõo receber'
Codo um desenho como Pode; sendo
umo {ormo de expressõo, os desenhos dos
crionços nõo podem ser critìcodos' e serio
um obsurdo oÌribuir-lhes umo noto' A
onólise do desenho do figuro humono
permite ovolior o esquemo corporol que o
crionço possui. O desenho infontil tem
umo corgo emocionol muito gronde que
preciso ser resPeitodo'
33
25.
Mod.los
Desc,rição
Umo coixo deposto dentifrício com os tompos
loterois colodos, e umo porte loterol recortodo,
fozendo umo oberturo. A coixo foi recoberto,
tonto por dentro quonto por foro, com popel-
espelho ou fontosio. No mesmo tomonho do
coixo íorom recortodos vórios tiros de
codolino, nos quois forom feitos modelos de
coligrofio poro serem reproduzidos.
Possibili àades de êxplorqúo
r Copior modelos, colocondo os corlelos no
porte superior do folho do coderno (o
vontogem é que o crionço copio o modelo
sempre diretomente, pois o cortelo pode ir
descendo ò medìdo que o crionço preenche
os linhos do {olho).
A+ividad e àmplementares
+ lnventor modelos, desenhó-los no louso poro
que os colegos copiem em seus codernos.
À+ividades CrÉf,as
reproduzindo os modelos e rnud,ondo o cor do
lópis o codo duos hnriros.
a,ra, àli
Motricidode fino.
Coordenoçôo viso-motoro.
Escrito.
Reproduçõo de modelos gróficos.
A representoçoo grúfrco é urn processo
psicológico complexo, poro o quol
contribuem, tombém, ospectos culturois e
neurológicos. O conrpo gúfrico do leituro e
do escrito é umo conshuçôo culfurol que o
crionço deve ossimilor e que, poro nós do
ocidente, tem umo orientoçóo esquerdo-
direíto, de cimo poro boixo. Esso orienioçõo
pode ser kobolhodo ontes mesmo do início
do processo de olfobetizoçõo, otrovés do
odoçõo do seniido direito-esquerdo
no reolizoçõo de otividodes com
brinquedos pedogógicos.
Preencher póginos do coderno poutodo
34
26.
ànsfrução c,crtvr Orarrr
Motricidodeglobol.
Pensomento.
Criotividode.
Rosqueomento.
Encoixe.
Desc,rição
Gorrofos plósticos, de re{rigeronte, cuios fundos
foram retirodos poro poderem ser encoixodos
uns nos outros.Cubos de modeiro de oproximo-
domente 5x5 cm, nos quois foi pregodo umo
tompo, dos mesmos gorrofos, em codo lodo.
Possibilidades àe, êxploracÉ^o
r Encoixor os gorrofos, duos o duos, pelos
Íundos e depois rosqueó-los nos tompos
pregodos nos cubos de modeiro, de moneiro
o fozer umo construçõo. Poro focilitor, pode-se
começor por construir umo bose quodrodo.
Âtivid ad es àmplemenlanzs
+ Contor quontos gorrofos {orom utilizodos
no construçõo e os peços de ligoçõo
(os cubinhos).
+ lmoginor quontos peços seriom utilizodos
poro fozer umo estruturo que tivesse o dobro
do iomonho desÌo e quonto tempo o mesmo
grupo levorio poro construí-lo.
Àiividades orrâfte.s
Desenhor o estruturo criodo com gorrofos'
Crior um outro modelo de estruturo poro ser
construído em umo próximo vez.
Para Reflexão
I
Atividodes de construçõo coleiivo sõo
excelentes oportunidodes poro trobolhor
com os crionços o importôncio de se
ploneior os oções. Se houver um ploneio-
menio prévio, certomente o construçõo
decorreró de formo mois eficiente. Esse
tipo de otividode iombém fovorece o
discussõo sobre os vontogens do trobolho
em grupo/ o que é um grupo operotivo e
quol o diferenço entre um simples ogrupo-
menÌo de pessoos, que podem nõo estor
se relocionondo, e um grupo formodo por
pessoos que estõo conscientes de perten-
cerem o ele, e conhecem o seu popel
como elementos de um grupo. O signifi-
codo do conceito de "lideronço" deve ser
tombém discutÌdo, e devem ser onolisodos
os popéis de codo um. O líder, ou seio,
oquele que voi centrolizor os otividodes, é
o coordenodor noquele momento, mos
deveró ser substituído do próximo vezt o
fim de que todos tenhom o oportunidode
de viver o experiêncio de exercer o lide-
ronço. É importonte que fique cloro que o
líder nõo é "dono" do grupo, mos olguém
que estó o serviço dele, poro que os
otividodes decorrom de formo mois
orgonizodo e e{icienie.
35
27.
ã,caixantes
Descrição
Coixo com embologensde filmes fotogróficos
e embologens plósticos usodos de produtos
poro o cobelo.
Possibilidades àe êxplotago
r Viror o coixo poro boixo, deixondo coir iodo
o seu conteúdo, e depois reencoixor todos
os peços.
r Enfileiror os embologens de filmes e colocor
umo gorrofinho deniro de codo embologem.
o Enfileiror os gorrofinhos e, em seguido,
colocor umo embologem de {ilme cobrindo
codo umo delos.
r Viror os embologens de filme poro boixo e
colocor umo gorrofinho em cimo de codo
umo delos.
r Ordenor os gorrofinhos e qs embologens de
diferentes moneiros fozendo seqüêncios poro
serem repetidos. (Exemplo: umo coixinho,
umo gorrofinho, duos coixinhos, duos
gorrofinhos etc.)
ÀÌivid ad e-s Crirrrplemenlan=si
+ Dividir os crionços em irês grupos. Preporor
dez pedocinhos de popel com os seguinies
polovros: frutos, onimois, brinquedos, cores,
móveis, meios de tronsporte, moteriois do
escolo, olimentos, doces, peços do vestuório.
+ Codo grupo de crirr4os, ò suo vez, deveró
sorteor um po@inho e dizer cinco nomes
pertencenles ò cotegorio cuio nome estó
escrito no popel-
Àtivüades OúfrFas
Fozerdesenhos em código: quondo o
professoro mosho umo gorrofinho, os crionços
desenhom um'pouzinho'; quondo o
professoro mosÌro umo lqtinho, os crionços
desenhom umo bolinho, e ossim por dionte,
voriondo o quontidode e o ordem dos peços.
Coordenoçõo viso-motoro.
Orientoçõo espociol.
Correspondêncio biu nívoco.
Conceito de "dentro e foro"
Os brinquedos, ossim como os otividodes
escolores, oferecem muitos oportunidodes
poro que os crionços vivenciem experiêncios
de orgonizoçõo. Guordor "bem direitinho"
pode ser tombém umo pode ogrodóvel do
brincodeiro. Arrumor, pode ser umo otivi-
dode prozeroso que poderó tronsformor-se
em hóbito soudóvel- Poro isso, é preciso
fozer do om.rmoçõo umo olividode olegre e
tronqüilo, boseodo no przer de ter os
coisos bem cuidodos e no certezo de que
o suo orgonizoçõo é umo moneiro de
focilitor nosso ocesso o elcs- AS COISAS,
ASSIM COMO AS PESSOAS, MERECEM
NOSSAATENÇAO E NOSSO CARTNHO.
3ó
28.
Macaq,aivrhos
€s+ittrula
Desc,riçâo
Mocoquinhos recorÌodos emlôminos de
plóstico flexível, extroído de froscos de
produtos de limPezo'
oquele que conseguir resPonder e
pergu ntor corretomente'
Àtividad es ârâfias
Desenhor umo fomílio de mocoquinhos'
Possibil iàaàaç àe êxPloracÉ^o
r Engonchor os mocoquinhos uns nos outros
e penduró-los.
o Colocor mensogem ou ovisos no corpo
dos mocoquinhos'
r Colocor leÌros nos mocoquinhos e
{ormor polovros'
À+ivid ad es àrrrPlemenrares
+ Dìvidir o closse em dois grupos' Pedir o um
representonte de codo grupo que vó ò {rente
do closse poro monterem um diólogo' Um
deveró {ormulor umo pergunto e outro o
resposto, sendo que ombos deverõo formulor
os sentenços de {ormo completo' ou seio'
contendo todos os componenÌes de umo
sentenço. (ExemPlo:
Pergunio: Você viu o iogo do Corinthions?
Resposto: Sim, eu vi o iogo do Corìnthions!
Pergunto: Você voi olmoçor em coso?
Resposto: Sim, eu vou olmoçor em coso!)
+ lnverter os popéis; quem perguntou posso o
responder e vice-verso'
+ Gonhoró um Ponto Poro o seu gruPo
Brincondo, o crionço exercito suos
potenciolidodes e se desenvolve' O desofio'
conÍido nos situoçóes lÚdicos' provoco o
pensomento e levo o crionço o olconçor
níveis de desempenho que só os oçóes'
por motivoçõo intrínseco/ conseguem' Elo
oge, esforço-se, concentro-se sem sentir
consoço. Nõo {ico estressodo porque estó
livre de cobronços; ovonço/ ouso'
descobre, reolizo com olegrio' sentido-se
mois copoz e, portonto, mois con{ionte em
si mesmo e predisposto o oprender' As
otividodes lÚdìcos e criotivos propiciom o
{ormoçóo de um outoconceito positivo'
rozõo Pelo quol sõo tõo soudóveis'
Brincondo, o crionço estó nutrindo suo
vido inierior e enriquecendo os referêncios
que irõo subsidior o construçõo de seu
conhecimento e oiudó-lo o escolher um
senÌido Poro suo vido'
37
29.
Bolsinha
Descrição
Gorrofo plóstico recorÌodode formo o fozer
umo bolsinho com um cordõo servindo de
olço. No porle superior foi feito um furo poro
possor um elóstico que obotoo no botõo
pregodo no porle de boixo.
Possibili daàes de êxploraúo
r Usor como bolso ou dor de presente o
umo menino.
r Citor o nome de obietos que coberiom
dentro do bolsinho e depois concretizor o
experiêncio poro verificor se o previsõo
estovo correto.
À+ividqd es C-omplemenlant*,
+ Fozer bolsinhos poro dor de presente.
+ Enumeror os peços do vestiório que usomos
nos diferentes situoções. (Exemplo: no verõo,
no inverno, quondo chove, quondo vomos
nodor, quondo vomos ò escolo e quondo
vomos dormir.)
+ Pesquisor quonios formos diferentes existem
poro podermos fechor nossos roupos/ nossos
sopotos, nossos molos e socolos.
Àtividadas Orrfias,
Desenhor o roupo que estõo usondo e umo
roupo que gostoriom de ter.
Hobilidode monuol.
Representoçõo.
Sociobilidode.
O desenvolvimento integrol de umo
crionço compreende ospectos referentes o
fotores emocionois, sociois e intelectuois
dos quois dependeró o quolidode de vido
que teró. Numo sociedode como o nosso,
no quol o riquezo é too mol disiribuído, o
preocupoçõo com o sobrevivêncio
sobrepuio outros preocupoções de ordem
menos moteriol, que porecem ser mois
urgentres emboro nem sempre o seiom. A
soúde integrol, oquelo que obronge o
soúde emocionol e infelecfuol, preciso ser
bem cuhivodo desde o primeiro infôncio
poro que o iovem e o odulto no quol o
crionço iró se tronsformor, cheguem o ser
cidodõos felizes e equilibrodos.
38
30.
Coordenoçõo viso motoro.
Discriminoçõovisuol.
Pensomenio.
Desc,rição
Ploquinhos recortodos de embologem de
dononinho. Codo ploquinho tem dois furos
feitos com furodor de popel. As peços sõo
guordodos numo embologem feito com dois
{undos de gorrofo plóstico de refrigeronte.
Acomponho os peços, um cordõo.
Possibilidqdes àe êxplotu.{o
r Enfior os peços fozendo um olinhovo com
o cordõo.
o Selecionor os peços de ocordo com umo
seqüêncio deierminodo.
r Fozer ditodo. (Exemplo: triôngulo vermelho,
quodrodo omorelo etc.; depois iuntor os
cordões que os crionços enfiorom e
comporor poro veriÍicor se ocertorom.)
r Orgonizor com os peços seqüêncio de cores
poro ser memorizodo pelos crionços;
escondê-lo e pedir que os crionços digom
quol é o ordem dos cores. lr oumeniondo
sempre mois umo peço e pedir que repitom o
seqüêncio de memório.
À+ividad es C-o'lrrplementatzs
+ lncentivor os crionços o Íozerem opçóes
pensondo. (Exemplo: 'Aonde poderemos ir
domingo? Quois sõo os opções e por que os
escolhemos?", "Quol o fontosio que
gostoriom de vesiir poro brincor? Por qvè?",
"Quol o profissõo que mois odmirom? Quol
o que você voi escolher?", "Quol o
comportomento que podemos ter com umo
pessoo que nos ogride?" , "Como Podemos
oiudor duos pessoos que estõo brigondo?")
Âtividad e-s Orrâfìcas
Desenhor e colorir o seqüêncio de peços
enfiodos no cordõo.
i
I
A copocidode de brincor estó ligodo ò
copocidode de crior. A crioiividode é
noturol e necessório o umo boo quolidode
de vido e deve ser focilitodo òs crionços
poro que possom desenvolvê-lo. A
liberdode que ocontece no verdodeiro
brincor, é umo formo de expressõo
crioiivo. As siiuoções-problemo contidos
nos logos e brincodeiros, desofiom e
estimulom o pensomento criotivo.
39
31.
B,c,nboleras
€s+imr^la
Descrição
BorboleÌos recortodos degorro{os plósiicos
de refrigeronie.
Após cortor foro o bose e o topo do gorrofo,
{oi feito um corte verÌicol no corpo do mesmo'
No plóstico foi desenhodo e recorÌodo o formo
de umo borboleÌo. Nos osos forom feitos
desenhos com tinÌo Plosticor.
A borboleto é dobrodo oo meio e/ com um
grompeodor, forom presos os osos no dobro'
Dois {uros feitos bem no meio do corpo do
borboleto seryem poro prender o fio de nóilon
que prende os borbolelos oo eixo do móbile'
Este pode ser feilo com dois cobides de orome
ou com duos voretos.
Possibilidades àe êxPlot'o^úo
o Con{eccionor os borboletos como otividode
proposfo poro umo oulo de ortes'
r Usor os borboletos poro decoroçóo e
como motivoçóo Poro umo Pesquiso
sobre borboletos.
À+ividad es àmPlemenrares
+ Fozer um levontomento sobre os borboletos:
onde vivemf como noscem/ do que se
olimeniom, quontos Ìipos di{erentes existem'
+ Fozer umo pesquiso sobre INSETOS' Começor
por enumeror iodos oqueles que os crionços
conhecem e depois pesquisor nos livros de
ciêncios noturois poro descobrir ouiros tipos
e suos corocterísticos.
ÀÌividad es Orrâfias
Desenhor insetos de vórios espécies'
Hobilldode monuol.
Criotividode.
ConhecimenÌos gerois.
Observor e colecionor inseïos pode ser
um otividode bem interessonte poro
oproveitor o curiosidode nolurol dos
crionços e oumentor seus conhecimentos
sobre o noturezo. O opoio dos odultos iró
volorizor e enriquecer o otividode,
fornecendo pistos e levondo os crionços o
pesquisorem mois Pro{undomente'
41
32.
D,c,rboletas
Descrição
Borboletos recortodos degorrofos plósticos
de refrigeronte.
Após cortor foro o bose e o topo do gorrofo,
foi feito um corte verticol no corpo do mesmo.
No plóstico foi desenhodo e recortodo o formo
de umo borboleto. Nos osos forom feitos
desenhos com tinto Plosiicor.
A borboleto é dobrodo oo meio e, com um
grompeodor, forom presos os osos no dobro.
Dois furos feitos bem no meio do corpo do
borboleto seryem poro prender o fio de nóilon
que prende os borboletos oo eixo do móbile.
Este pode ser feito com dois cobides de orome
ou com duos voretos.
Possibilidqdes de êxplotlo.úo
o ConÍeccionor os borboletos como otividode
proposto poro umo oulo de ortes.
o Usor os borboletos poro decoroçõo e
como motivoçõo poro umo pesquiso
sobre borboletos.
Àtivid ad es C-omplemenlar<*,
+ Fozer um levontomento sobre os borboletos:
onde vivem/ como noscem/ do que se
olimentom, quontos tipos diferentes existem.
+ Fozer umo pesquiso sobre INSEïOS. Começor
por enumeror todos oqueles que os crionços
conhecem e depois pesquisor nos livros de
ciêncios noturois poro descobrir outros tipos
e suos corocterísticos.
À+ividad es 6rrâfie,s
Desenhor insetos de vórios espécies.
Hobilidode monuol.
Criotividode.
Conhecimentos gerois.
Observor e colecionor insetos pode ser
um otividode bem interessonte poro
oproveitor o curiosidode noturol dos
crionços e oumentor seus conhecimentos
sobre o noturezo. O opoio dos odultos iró
volorizor e enriquecer o otividode,
fornecendo pistos e levondo os crionços o
pesquisorem mois profundomente.
41
33.
C-opinhos
DeseÃção
Gorrofos plósÌicos dediferentes diômetros. As
gorro{os devem ser cortodos no olturo de
oproximodomenle 10 cm, e orremotodos com
durex colorido nos bordos.
Possibilidades de êxplotv.cË.o
I Empilhor, formondo umo torre.
o Encoixor, colocondo umo denlro do outro.
r Ordenor por lorguro, em ordem crescente
e decrescente.
r+ividad * Gmplenentarres
+ Escolher umo gronde quontidode de tompos,
de iomonho gronde, médio e pequeno.
+ Verificor quontos tompos podem ser
encoixodos umo dentro do outro.
+ Jogo Come-Come: Espolhor tompos de
plóstico de todos os tomonhos. Codo iogodor
pego umo tompo gronde e, oo sinol de portido
deverõo "comer" outros tompos, movendo o
tompo gronde openos empurrondo-o e
encostondo no tompo menoç cobri-lo
levontondo openos um lodo do tompo gronde.
+ Venceró quem tiver "comido" moior número
de tompos.
Àtividqdes drrÚfrcas
Desenhor vórios círculos uns dentro dos outros,
e verificor quontos conseguem fozer.
Desenhor quodrodos dentro de quodrodos e
contor quontos conseguem fozer.
Percepçõo visuol.
Discriminoçõo de tomonhos.
Pensomento.
Coordenoçõo motoro.
A percepçõo visuol é importonte poro o
desempenho de muitos torefos, mos é
openos umo porte do totol processomento
de informoções. A integroçõo dos
percepções é fundomentol, pois, poro
conhecer otrovés do visõo, é necessório o
opoio dos outros sistemos de
processomento de informoções.
42
AP.rcepÇão ïatl
O totoé um dos sentidos mois utilizodos pelo crionço, mesmo que elo nõo tenho consciêncio
desse tipo de percepçõo. Atrovés do toto o crionço percebe diferenies texturos, pesos/ temperoturos,
consistêncios, volumes e resistêncios de moteriois.
As experiêncios tóteis enriquecem o processo de oprendizogem pelos in{ormoções concretos que
proporcionom sobre o mundo que nos rodeio.
Os exercícios reolizodos com os olhos vendodos proporcionom experiêncios bostonÌe significotivos,
pois estimulom o pensomento e fovorecem o integroçõo dos outros percepçóes.
APa,cepÇão À*ditivo
A percepçóo ouditivo é responsóvel pelo quolidode de comunicoçõo. Sem o copocidode de
discriminor sons, nõo é possível entender corretomente o que os outros dizem nem copior o riquezo e
o voriedode de sons que provêm do ombiente que nos cerco. Atrovés do esiimuloçoo do percepçõo
ouditivo, podemos levor o crionço o perceber moior quontidode de sons, proporcionondo-lhe, ossim,
oportunidode de entender melhor o que ocontece ò suo volto. A olfobetizoçõo depende iguolmente do
copocidode de discriminor ouditivomente, pois sem umo percepçõo correto dos sons dos letros e dos
fonemos, o leituro e o escrito poderõo ser incorretos. Tombém o oprecioçõo do músico depende de
sensibilidode ouditivo; o músico de quolidode requer percepçõo ouditivo desenvolvido. Atrovés de
brincodeiros que estimulom o percepçÕo ouditivo estoremos porolelomente desenvolvendo o copoci-
dode de concentror o otençõo.
AP.*.epÇão Vis,nal
A copocidode de discriminor visuolmente depende de estimuloçõo e pode ser desenvolvido otrovós
de otividodes lúdicos do monuseio de iogos e moteriois que solicitem hobilidodes visuois.
A olfobetizoçõo tombém nõo poderó ocontecer se o crionço nõo desenvolver o optidõo de
discriminor o formo dos letros. No desenho, ossim como no escrito, nõo hoveró reproduçõo de deto-
lhes se o crionço nõo os tiver percebido corretomente. Umo boo visõo é privilégio que merece ser
bem oproveitodo.
45
37.
€slimula
Percepçõo ouditivo.
Discriminoçõo desons diferentes.
Atençõo e concenïroçõo.
Á.ndio
Descriúo
1O embologens de fermenÌo, forrodos com
popel-fontosio, e em codo duos embologens
os seguintes moteriois: {eiiões, sementes secos
de obóboro, um pedoço de 3 cm de cobo de
vossouro/ três tompos de refrigeronte e três
pregos. A iompo esió revestido com um círculo
de popelõo poro dificultor suo oberturo.
Possibilidades àe êxplotu.úo
r Bolonçor os embologens, procurondo os
que produzem sons iguois, e ogrupó-los
duos o duos.
r Utilizoçõo como iogo: codo porticiponte
escolhe umo embologem e tem duos ou três
chonces de ochor o som iguol.
r Coso o encontre, recebe umo ficho.
r Gonho quem tiver mois fichos.
À+ividad es àrrrplemenlanzs
+ Providencior com ontecedêncìo o moteriol
necessório poro o produçõo de vórios ruídos,
como: opito, borbeodor elétrico, relógio,
sino, roquetes e bolos etc. Duronte o iogo, os
crionços têm os olhos vendodos e
permonecem sentodos em círculo. A
pro{essoro foz o ruído e o crionço escolhido
poro começor o iogo descreve o que
originou o ruído; se ocertor, o crionço pode
tiror o vendo e, com o oiudo do proÍessoro,
fozer o próximo ruído poro que o colego
odivinhe. Quem nõo ocertor, permonece
com o vendo nos olhos.
À+ividades orÉfias
Desenhor coisos que {ozem muito borulho e
que fozem pouco borulho etc.
A copocidode de discriminor sons é
fundomeniol poro o compreensõo do
linguogem e do comunicoçõo orol. A folto
de percepçõo ouditivo impede o
compreensõo de ordens e provoco o folso
impressõo de surdez. A hobilidode poro
discriminor sons, ossim como o memório
oudiiivo, pode ser estimulodo e
desenvolvido otrovés de exercícios e
brincodeiros. A copocidode de
discriminoçõo ouditivo é indispensóvel,
tombém, poro se poder usu{ruir dos
prozeres que o sentido do oudiçõo
pode proporcionor.
47
38.
Q^.nre ot^FÂo?
Descrição
8 lotinhosde filmes foiogróficos contendo:
pedrinhos de gelo (em duos lotinhos), óguo frio
(em outros duos), óguo quente (em mois duos)
e óguo morno nos outros.
Possibil idade^ç de êxploraúo
r Pedir ò crionço que {orme os pores de
loiinhos procurondo os temperoturos iguois.
À+ividad es C-omplementares.
+ Com os olhos fechodos, opolpor móveis,
poredes e objetos, procurondo perceber
diferentes temperotu ros.
+ Dizer quois os moteriois mois frios e quois os
mois quenfes que enconirorom.
Àrividadas Orrâfìas
Desenhor um olimento (ou escrever o nome)
que seio consumido frio, um que seio
consumido quenie e outro que seio gelodo.
ryAliv*lodes qn m*rbis que propiciom
dlscriminq@|fl @ÍtHbuem poro o
decnnohlirrels do pacepçõo
estereognód@ lperepçõo dos formos
otÍutÉs do hlot e poru o conscientizoçõo
sobre c eocúÍdodes que o percepçõo
tdil ofieÍre; clecrndvendo o
semitfüdode de nnneiro globol, Ievom,
osriim, o oittgo o nxtnuseor os ob;etos
de forÍÍn ÍÍrob ddi@do- O frocosso no
reolinçro de crlm iorefos escolores
pode s d€irido o umo folho no
integrcçõo peÍEplüvo-motoro, olgu mo
'folho no ciranib', olgumo foho de
eficiêndo rn Íoolizoçõo do olhor, no
conkole do ge* ou no orticuloçõo do
movimenb- Afoltu de domínio de
olgurnos hobilidodes epecíficos pode
pÍoroaor unro inseguronço que iró
interbdr diFcultondo o oprendizogem.
Nõo deìÍe bodor oo professor que o
crionço olconce o obietivo proposto pelo
ofividode, pois o observoçõo do processo
envolvido no desempenho de umo torefo
poderó opontor olgumos Íolhos em nível
psicomotor que esteiom dificultondo o
processo de oprendizogem como
um todo.
48
39.
5,ac.,la-5,^r'P,n.sa
€stimula
AÌençõo e concentroçoo'
Pensomentológico.
Vocobulório.
Percepçõo iótil.
Discriminoçõo de Ìexturos, {ormo
e tomonho.
Desctiçâo
Umo socolo de pono com duos oberturos
loterois, fechodos com elósiico, dentro do quol
exisÌem obietos e tecidos de iexturos diierentes:
l) Poro discríminoçõo de fexfuros: 3 retolhos de lõ'
3 de sedo e 3 de veludo (mesmo tomonho), 3
pedoços de lixo, 3 de plóstico e 3 de popel;
2) Poro discrimínoçõo de formos: 4 quodrodos
(5x5 cm), 4 triôngulos (5x5 cm),4 círculos (5 cm
diômetro) e 4 retôngulos (7x3 cm); {ormos
geométricos de cortolino ou de modeiro;
3) Poro discríminoçõo de fomonho: 2 dodos,2
lópis, 2 tompinhos e 2 colheres-obietos cuio
Ìomonho seio um gronde e um Pequeno;
4) Poro percepçõo esÍereognósfico: 3 grompos' 3
ol{inetes de froldo, 3 colheres de co{é, 3 dodos' 3
bolinhos de gude, 3 lópis, 3 botóes e 3 bonochos'
Possibilidades àe êrPlora@o
r Retiror um obleto do socolo, exominó-lo e
depois retiror outro iguol'
r lntroduzir os duos mõos pelos oberÌuros
loterois do socolo e encontror dois
obietos iguois.
r EnconÌror um obieto gronde com o mõo
direito e um pequeno com o mõo esquerdo'
ou vice-verso'
r Seguror um obieto dentro do socolo,
exominó-lo pelo toto e, sem olhor, dizer quol
é; con{erir em seguido'
r Fozer o mesmo com o outro mõo'
o Atender comondos do proÍessoro poro pegor
obletos dentro do socolo' (Exemplo: "Pegue
umo borrocho" ou "Pegue um obieto de me-
tol", ou oindo "Pegue um triôngulo pequeno"')
Â+ividad es ümPlenr.entates
+ De olhos vendodos, opolpor e descrever
pequenos obietos dispostos sobre o meso:
chove, tesouro, Pente, lóPis, giz etc'
Àrividad es 6trâ$cas
Desenhor coisos que tenhom o mesmo
texturo. (Exemplo: duos coisos mocios, duos
coisos ósperos.)
As otividodes de identificoçóo de obletos
otrovés do toio (percepçõo esÌereo-
gnóstico) desenvolvem o pensomento, o
otençõo e o memório. Aumenlom o
sensibilidode de moneiro gerol, levondo
o crionço o monuseor o moÌeriol de formo
49
40.
dt ir'sr-Qaeita
€stimulq
Desctiúo
l0 coixinhosde filme {otogrófico, preenchidos
oos pores, com cinco moieriois de odores
di{erenies: cofé, crovo, olgodõo com perfume'
conelo e sobõo em Pó.
Após serem preenchidos, os coixinhos sõo
cobertos com tecidos de iexturo {ino'
Possibilidades àe êxPlotwfio
r Com os olhos vendodos e sem mexer no
conteúdo dos coixinhos, {ormor pores selecio-
nondo os coixinhos somente pelo olfoÌo'
Àtividad es à'rrPle'nl.enratw
+ Enumeror flores e {rutos que seiom perfumodos'
+ Enumeror qlimentos doces, solgodos,
ozedos e omorgos.
+ Preporor olimentos: um doce e outro solgodo'
+ Cheiror e identi{icor ervos oromóticos noturois:'
olecrim, hortelõ, coenÌro, moniericõo efc'
Àrividad es âtáfìcr.s
Desenhor um qlimento doce, um omorgo, um
ozedo e um que se como com sol'
Desenhor umo Ílor e umo fruto que
seiom perfumodos.
Desenhor cinco olimentos, circulondo os dois
que mois goste.
50
Todos os nossos senÌidos podem ser
desenvolvidos otruvés de estimuloçóo
odequodo- As PercePçóes olconçom
níveis de refinomenÌo compotíveis com os
necessidodes circunstonciois, mos
tomtÉm por intervençóo educocionol' As
informoções que recebemos oÌrovés de
nossos sentidos devem ser processodos,
decifrodos, codificodos e integrodos
oo conhecimento do corPo Poro
serem significctivos-
41.
Percepçõo tótil.
Discriminoçõo depeso.
Sensibilidode do toto.
Q^ol a oPeso?.
Descnção
l0 coixinhos de filme {otogrófico, preenchidos
oos pores com cinco moteriois diferentes:
olgodõo, pilhos médios, clipes, feilõo e oçÚcor.
No verso de codo por de coixinhos, colocor
um pequeno círculo colorido poro que o
crionço posso/ opós o comporoçõo dos pesos,
viror os coixinhos poro con{erir se os pores
esÌõo corretos.
Possibilidades de êxploraúo
r Misturor os coixinhos e pedir que os crionços
ovoliem e {ormem os pores de coixinhos que
têm o mesmo peso.
o Conferir depois, verificondo se o cor do
círculo do fundo do coixinho é iguol.
r Divìdir o closse em dois grupos; o elemento
de um grupo cito o nome de um obleto ou
onimol e os crionços do outro grupo deverõo
dizer o nome de um onimol ou obieto mois
leve do que ele e outro mois Pesodo.
Àtividad es Crlrrrplemenlates
+ Andor pelo ombiente experimentondo o peso
dos peços e dizer o que foi possível corregor,
o que foi di{ícil de corregor e o que foi
impossível mover do lugor.
Para Reflexão
I
O conhecimento dos próprios limites é
foÌor deÌerminonte poro que umo pessoo
posso ogir com seguronço' Muitos
pequenos ocidentes ocorrem por que os
pessoos ogem de formo considerodo
"desostrodo", sem ovolior corretomente o
olconce de seus gestos ou o forço de seus
músculos. Poro exercer um bom conÌrole
de movimentoçõo corporol é preciso
possor por experiêncios que estimulem o
suo oquisiçõo. As informoções, recebidos
verbolmente/ nem sempre Provocom
ossimiloçõo do conhecimento o respeito
do que foi explicodo. A vivêncio dìreÌo de
delerminodo experiêncio, se {or
consciente, propicio o integroçõo dos
diferentes níveis de percepçõo, focilitondo
o processo de oprendizogem. As
experiêncios ióteis enriquecem o processo
de oprendizogem pelos informoções
concretos que proporcìonom sobre o
mundo que nos rodeio e nossos
possibilidodes dentro dele.
5l
42.
Bo zinho dc,s5^
Descrição
Coixo de sopoïo com dois cortes no porte do
frenÌe, olé2 cm ontes do quino loterol poro
fozer umo obo, dobrondo poro foro o pedoço
cortodo e deixondo umo oberturo poro o crionço
en{ior o mõo. Dois contos, do mesmo lodo do
tompo, forom obertos poro prender o beiro
solto no coixo, como se fosse o tompo de um
boú. A coixo foi {orrodo com iecido (popel
contocto ou colorido). O {echo foi feito com um
botõo no meio do bordo do coixo e umo olço
no tompo, no mesmo direçóo, com um nó nos
pontos poro prender ò tompo' Dentro do coixo
forom colocodos obietos voriodos'
Possibilidades àe êxPloraúo
r Colocor olgumos peços dentro do bouzinho e
obrir o ionelinho loterol do coixo poro o
crionço enfior o mõo, opolpor o que estó
dentro do coixo e tentor odivinhor o que é'
r Abrir, depois, o tompo do boÚ poro que o
crionço pegue o obieto e veio se ocertou'
r Colocor, o codo dio, um obieto novo poro ser
identiÍicodo. Periodicomente, podem ser
repetidos obietos poro serem reconhecidos
pelo crionço.
Àriìridad e C-onPlarre,nlares
+ Espolhor I0 pequenos obietos sobre o meso
e pedir que os crionços os veiom; depois,
devem viror de costos enquonto um obieto
é relirodo. Pedir entõo que, olhondo ouÌro
vez pom os obietos, digom quol estó {oltondo'
Posteriormente, oumentor o nÚmero de
obietos e dessÍior os crionços poro que
exercitem suo copocidode de observor'
Àliüdades Ortâfias
Desenhor os obietos reiirodos do "Bouzinho
dos Surpresos' e descrever os ombienies
onde podem ser encontrodos'
€s+imrela
Desenvolvimento do pensomento lógico-
imoginotivo e memório.
Percepçõo estereognóstico.
Vocobulório.
lmoginoçõo.
Memório.
O toto é um dos sentidos mois utilizodos
pelo crionço/ mesmo que elo nõo tenho
consciêncio desse iipo de percepçõo'
Atrovés do toto, o crionço experimenio
diferentes texturos, pesos/ temperoturos,
consistêncios, volumes e resistêncios de
moteriois. A integroçõo do percepçõo
tótil ò memório visuol é umo experiêncio
muito rico e estimulodoro do
pensomento do crionço'
52
43.
lntegroçõo dos percepçõesvisuol e tótil.
Percepçõo estereognóstico.
Discriminoçõo tótil.
Desenvolvimento do pensomenÌo.
l
àixa de,Tateio
Desc,riçâo
Coixo, de popelõo ou modeiro, oberto dos
dois lodos, mos com umo cortininho poro
esconder seu conteúdo.
Possibili daàes àe êxplotlc.d.o
r Colocor obietos conhecidos pelo crionço
dentro do coixo e pedir que elo os idenÌifique
sem vê-los, openos opolpondo-os.
r Selecionor vórios pores de obietos iguois,
orgonizor umo seqüêncio com eles em cimo
do coixo e pedir ò crionço que orgonize umo
seqüêncio idêntico dentro do coixo, sem olhor.
r Selecionor um conjunto de tompos de
tomonhos diferentes e pedir ò crionço que os
orgonize em seqüêncio de tomonho, dentro
do coixo, sem olhor.
À+ividad es àmplementanes
+ Montor quebro-cobeço simples dentro
do coixo.
Àtividade.s ouáfias
Colocor formos geométricos dentro do coixo,
opolpó-los com umo mõo e desenhó-los com o
outro, num popel em cimo do coixo.
As mõos como fonte de informoçõo,
provocom o integroçõo do memório visuol
com o percepçõo iótil e estimulom
operoções de pensomento como
comporoçõo, identiÍicoçõo e clossificoçõo.
A "Coixo de Toteio" possibilito o exercício
do "pensomento dos mõos"; otrovés delo
o crionço tem opor.tunidode de viver
experiêncios tóteis sem precisor ter os
olhos vendodos, o que certomente o
deixoró mois ò vontode.
53
44.
Ctrt.,calhot
€stimrela
Percepçõo ouditivo.
Estruturoçõo tempo-espociol.
Concentroçõodo otençõo.
Desc,riúo
Embologens de filme fotogrófico emendodos com
durex, popel conÌocto ou colo, e umo tiro de
popel colodo. Dentro dos lotinhos forom coloco-
dos grõos, sementes, pedrinhos, pregos ou clipes.
Possibilidades de êrploraúo
r Bolonçor o chocolho ocomponhondo o ritmo
de umo músico.
o Pronuncior polovros pousodomente poro que
os crionços ocomponhem o ritmo produzindo
um som poro codo sílobo. Solienior o
ocentuoçõo tônico dos polovros e pedir oos
olunos que o reproduzom {ozendo umo pouso
moior no sílobo ocentuodo.
r Reproduzir com o chocolho ritmos propostos,
ou seio, umo pessoo bote polmos de formo
irregulor e os outros ocomponhom. (Exemplo:
po...popopo...popo...po.)
À+ividad ç àmplemenl'anzs
+ Pesquisor o som dos obietos. Dividir os
crionços em grupos que deverõo descobrir
vórios sons diferentes no ombienie onde estõo
e, depois, opresentó-los oos colegos.
+ Em seus lugores, com os olhos fechodos e em
obsoluto silêncio, os crionços deverõo,
duronte dois minutos, prestor oiençõo poro
verificor quontos sons conseguem identificor.
Possodo esse hrryo, ffio o reloto sobre os
sons que escubun Repelir o exercício poro
verificor se, lu se$rtdo r€2, conseguem
perceber nrobr nírmo de sons.
ÀlMdades eüfrrc
Riscor o popd, o@Ínpút[tondo ritmos
proposlos peh pÍ*ssoÍu- {bremplo: um
trocinho v.eÍliÍnl pu odo bstido; V poro duos
bolidos; um lriiiq5ilo puo firês botidos; um
quodrodo poro rycdlrc bofidos.)
Fozer koçm, @Ítpontnndo ritmo lento e
oceleror o riilnrp pco serfir o diferenço.
Riscor o popd qrn uÍn hp-s, ocomponhondo
botidos leues e bddos fiorbs, fozendo troços
leves poru bofidos leres e lroços fortes poro
botidos ÍoÍbs"
Owir, @firpreeÍtder e inbrpretor estruturos
rítmiaos, cÍxrÍt *qúCncim de botidos de
polmos, é lrrn rcspofu que envolve ritmo-
pousoJuroçÉo- Ede rercício integro o
pensonrenb oudilivo anmo pensomento
poÍu o ÍnryiÍn€nb- A dificuldode em
imitor moddc de estrufuros rítmicos,
gerolrnante, indh que o crionço estó
tendo difoildsde Gxn o coordenoçõo dos
chomodc -Giffi do corpo'.
54
45.
Q^alV.,cèPe?ou?
Descri$o
Coixo com {roscosde plóstico de diferentes
formos e tomonhos.
Possibilidades àe êxPlotacÉ^o
r Escolher um Írosco, depois vendor os olhos
e tentor identificó-lo entre os outros, só
por toteio.
o Fozer o contrório, isto é, pegor um Írosco
com os olhos vendodos, opolpó-lo poro
perceber o seu formoto e colocó-lo de volÌo
entre os outros. Retiror, em seguido, o vendo,
olhor todos os {roscos e tentor reconhecer
quol foi o opolPodo.
Àtividad ç CrlmPlemenlanes
+ Formor coniunÌos de Íroscos e explicor quol
Íoi o critério utilizodo poro fozer o seleçõo'
+ Orgonizor umo filo de froscos por ordem de
tomonho. Dividir os crionços em grupos,
retiror lodos os tompos dos iroscos e desofior
os grupos poro verem quol o que consegue
colocor moior nÚmero de Ìompos nos froscos'
Àtividades 6rÉf,as
Selecionor um frosco e desenhó-lo;
posteriormente, fozer os exercícios ocimo
descritos e, depois, desenhor o frosco
opolpodo poro verificor se houve moior
perfeiçõo no reproduçõo do {ormo do frosco'
Para
Percepçõo esiereognóstico.
lntegroçõo do PercePçõo visuol'
Pensomento.
Os exercícios reolizodos com os olhos
vendodos proporcionom experiêncios
bostonte significoÌivos, que estimulom o
pensomento e fovorecem o integroçõo
dos ouÌros percepções' Os iogos poro o
"pensomento dos mõos", como diz
PIAGET, sõo considerodos reforçodores do
integroçõo do pensomento visuol' A mõo
nõo otuo openos como umo fonte
contribuindo poro o informoçõo recebido'
Como expressoro de e{eito, por exemplo,
o mõo pode desenhor o que os olhos
vêem. Como confirmodoro do
informoçõo, pode verificor, otrovés do
tolo, o que o visõo Penso que vê.
Tronsformoções, permutos, combinoções,
clossificoções, conceitos de nÚmero,
reconhecimenÌo de letros sõo openos
olgumos dos muitos otividodes de
pensomento que sõo melhorodos e
re{orçodos pelo desenvolvimento do
'pensomento dos mõos' Poro um nível
inteligente" (Furth e Wochs). Por ser o
visõo um sentido predominonte, quondo
estomos com os olhos qberÌos nõo
utilizomos Ìonto ouÌros tiPos de
percepçõo, que podem ser esÌimulodos
quondo elo nõo estó Presenie'
55
46.
Q^crntas Fc,ra,rr?
Descrição
Gorrofo plósticotronsporente. Tompinhos de
posto dentol (ou similores).
r lntroduzir os tompinhos no gorrofo contondo
em voz olto.
r lntroduzir os tompinhos, mos contondo mentol-
mente; o seguiç perguntor quonlos tompinhos
forom e comporor os resultodos. Poro conÍerir,
retiror os iompinhos do gorrofo e contó-los.
r Misiuror outros ruídos oo ruído dos
tompinhos coindo no gorro{o. Por exemplo,
deixor coir ïombém olguns clipes ou grompos,
mos recomendor òs crionços que contem
somente quondo os tompinhos coírem.
r lntroduzir tompinhos no gorrofo de ocordo
com determinodo seqüêncio rítmìco e pedir
òs crionços que imitem o ritmo botendo com
o lópis no meso.
À+ividqd es C-omplemenlanes
+ Fozer o brincodeiro "FAÇA O QUE EU DIGO E
NÃO O QUE EU FAÇO".
+ Recomendor òs crionços que prestem
otençõo ò ordem verbol e nõo oo gesto.
(Exemplo: dizer "ponho os mõos no ombro",
mos colocor os mõos no cobeço; dizer
"ponho o mõo no noriz" e colocor o mõo no
orelho, e ossim por dionte, sempre
&
t#
Possibili àaàes de êxplotlo.4o À+ividades Grê{ias
desencontrondo o comondo verbol do
gesto desempenhodo.)
Desenhor vórios cochos de uvo, contor os uvos
de codo cocho e escrever o número emboixo.
5ó
Para Reflexão
I
Ouvir com olençõo. pensondo no que estó
ocontecendo, pode ser um hóbito que
certomente iró desenvolver bostonte nõo só
o copocidode de conceniror o otençõo
como o copocidode de discrìminor sons
diferentes, duos hobilidodes
imprescindíveis poro o oquisiçõo do
leiiuro e do escrito. Atrovés de iogos e
brincodeiros, como eslo ocimo ciÌodo, o
crionço pode íozer um outodesofio com o
obietivo de oumentor os seus ocer-tos. O
prozer de sentir que estó oumentondo os
seus escores, ou seio, melhorondo o seu
nível de desempenho, é o melhor estímulo
que umo pessoo pode ter. Por esso rozõo,
é muito importonie dor oportunidode poro
que o crionço se conscientize de que
pode melhoror, bosiondo poro isso
que se esforce.
47.
Gsta d.Pastéis
€stimulq
Descrição
Círculos detecidos voriodos, com
oproximodomente l0 cm de diômetro,
dobrodos oo meio e costurodos em formo de
posféis. Codo por de "postéis,, do mesmo
tecido estó recheodo com os seguintes
moteriois: Ílocos de espumo, bolinhos de
isopor, polho, tompos de creme dentol etc.
Possibilidades de êxplot:c.úo
r Com os olhos vendodos, só com o uso do
toto ogrupor os dois "postéis,, que conÌêm o
mesmo recheio. Após o discriminoçõo
correto, os "postéis" do mesmo cor deverõo
estor iuntos, permiiindo ossim que o próprio
crionço vejo se ocertou, pois, se foi feito o
ossocioçõo dos dois "postéis,, com o mesmo
recheio, os dois serõo do mesmo cor.
À+lvidqd es àmplemenlanes
+Amossor umo folho de popel com openos
umo mõo, sem o ojudo do outro e sem
opoior no meso.
+ Fozer o mesmo com o outro mõo.
Àtividqde orrâfias
Desenhor círculos, recortó-los e dobró-los
como se fossem postéis.
Desenhor dentro de codo "postel,, o que
poderio ter como recheio.
Discriminoçõo tótil.
Estobelecimento do conceito de iguol
e diferente,
A Escolo que resgoto o culturo do crionço,
que proporciono liberdode de escolho e
fovorece o vivêncio de experiêncios
olegres e descontroídos, certomente
conseguiró melhores resultodos.
Aproveitondo o otmosfero lúdico, o
oquisiçõo de informoções pode ser mois
eficiente e durodouro. preservondo o
prozer nos otividodes/ osseguro_se o
continuidode do curiosidode tõo noturol ò
infôncio mos que se perde no momenÍo
em que o obrigotoriedode do execuçõo
de torefos desinteressontes, tronsformo o
Escolo em lugor poro se cumprirem
obrigoções e nõo poro que se foçom
novos descoberlos.
57
48.
ãcaixeTodas
€s+irtlula
Desc,Âçâo
Coixo de popelõoduro em cuio Ìompo forom
desenhodos os contornos de oito tompos de
plóstico de tomonhos diferentes' A coixo deve ser
bem boixo poro que os tompos nõo o{undem'
Possibilidades àe êxPlotv.éo
r Tiror todos os tompos e tornor o colocó-los em
seus lugores, de formo que nõo sobre nenhumo'
r Tiror os tompos e orgonizor umo seqÜêncio
por ordem de tomonho.
r Seporor duos tompos, orgonizor umo
seqüêncio com os outros e pedir ò crionço
que introduzo, no lugor certo, os tompos que
ficorem de {oro.
Â+ivid ad es àmPletnenlozs
+ Desenhor no louso linhos de diferentes tomonhos'
+ Cortor borbontes (ou fitos, ou tiros de popel)
em tomonhos correspondenies oo dos linhos
no louso.
+ Estender os linhos sobre o meso e pedir o
codo crionço que escolho umo linho no louso'
pegue o fio do tomonho correspondente e
foço o superposiçõo poro verificor se ocertou
no escolho.
À+ividad es Orúfias
desenhondo o conÌorno de diferentes iompos
de plóstico e, depois, colorir os círculos'
Pana Reflexão
I
58
Discriminoçõo visuol.
Comporoçõo de Ìomonhos'
Pensomento lógico.
AÌençõo.
Os brinquedos ortesonois sõo construídos
por olguém que os {oz com posturo lÚdico
de um ortisto; podonto, suo crioçõo estó
impregnodo do mesmo finolidode poro o
quol forom construídos. O brinquedo, do
tipo "iui eu quem Íez" , ê produto de umo
emoçõo e expresso um sentimento lÚdico
monifestodo Pelo suo execuçõo' Se
observormos o rosÌo dos pessoos que
visitom exposições de brinquedos feitos de
sucoto, poderemos constotor o
encontomento de quem {oi tocodo pelo
sensibilidode que ele represento' Esse
enconto resulto do combinoçõo do forço
do oto criotivo com o simplicidode do
motério-primo utilizodo. Porece que esse
Ìipo de brinquedo simbolizo o dedicoçõo
dos pessoos que os constroem' As
otividodes criotivos mobilizom
potenciolidodes, provocom sotisfoçõo
interior e elevom o ouÌoconceito' Hó
muito olegrio e desconÌroçõo nos grupos
de pessoos que criom com sucoïo'
CONSTRUIR UM BRINQUEDO É UMA
ENRIQUECEDORA FORMA DE BRINCAR.
Preencher umo folho de popel em bronco'
49.
Àte.nçãot À+e.nç$
Descrição
Umo folhode cortolino (colodo em dois pedoços
de cqdõo grosso poro endurecer e poder dobror)
contendo ó0 quodrinhos recorlodos de revistos
em quodrinhos e colodos em diferentes posições'
ó0 cortelinhos com os mesmos figuros,
recoriodos de ouÌro revisio iguol'
r Colocor o tobuleiro sobre o meso e distribuir
os cortelinhos entre os porticipontes' Ao sinol
de início, codo iogodor deveró colocor suo
cortelo em cimo do figuro iguol no tobuleiro'
Quem conseguir colocor primeiro todos os
suos figuros vence o iogo.
o Dor cinco {ichos, ou morcodores, poro codo
porÌiciponte (poderõo ser Íompinhos coloridos)
e colocor todos os cortelinhos dentro de um
soquinho. Umo crionço sorteio umo
corÌelinho, mostrondo-o oos outros iogodores
por oproximodomenie 5 segundos' Em segui-
do, esconde-se o corÌelo, virondo-o de Íoce
poro boixo e os crionços deverõo, o mois
ropidomente possível, colocor suos fichos no
ïobuleiro, sobre os figuros correspondentes oo
desenho visto no cortelinho. Depois, outro
crionço foró o sorteio. O primeiro que conse-
guir colocor todos os cinco fichos sobre os
desenhos dó o sinol e oí ìodos porom, nõo
Possibil iàaàes de êxPlou@o
ÀÌividad es àvnPle',l.enrares,
podendo mois morcor os figuros' Contom-se os
ponios (codo figuro certo vole I ponto) e ossim
continuo o iogo, oÌé que olguém consigo fozer
'ì5 pontos.
r As crionços observom os figuros duronÌe um
minuto; depois, codo crionço ò suo vez, pede que
os colegos enconÌrem umo íigurinho com deter-
minodos corocterísticos. (Exemplo: "Mogoli co-
mendo meloncio", poro ver quem ocho primeiro')
+ Recortor quodrinhos de revistos infontis e color
no coderno, procurondo modiÍicor o {inol
do histório.
À+ividad e-s otrâfias
Pedir òs crionços que desenhem um quodrodo'
um triôngulo, um círculo e um retôngulo' Depois'
pedir-lhes que completem os desenhos,
tronsformondo-os em outros {iguros'
59
€stinnula
AtençÕo.
Discriminoçóo visuol.
Memório visuol.
Vocobulório.
As revislos de figuros sõo muiÌo úteis poro
moÌivor os crionços poro o leituro' Observon-
do os figuros, os crionços estõo nõo somente
desenvolvendo suo copocidode de discrimi-
nor visuolmente, mos tombém tentondo
decifror o significodo dos polovros escriÌos'
50.
Jogo das Silh,netas
Desc.riúo
Figurosde revistos colodos em cortolino e
recortodos. Cortelos de popelõo nos quois
forom colodos os silhuetos dos figuros feitos
em popel de cor escuro.
Possibili àad*s de êxplorago
r Fozer o correspondêncio dos figuros com
suos silhuetos.
r Dizer o nome dos figuros, olhondo openos
suos silhuetos.
r Colocor os figuros recorJodos dentro de umo
socolo e tentor identificor os silhuetos pelo
toto, opolpondo o figuro dentro do socolo.
Usor como "Jogo de LoÌo". O número de
cortelos e dos respectivos figuros pode vorior
de ocordo com o número de poriiciponies.
Se forem vinÌe iogodores, pode-se con{eccio-
nor vinte cortelos.
Atividad es Crimplementates
+ Emendor folhos de iornol poro que os
crionços deitem sobre elos e, fozendo
revezomento/ umo deito e outro desenho seu
contorno com umo coneto grosso. Recortor
os silhuetos, misturó-los e prendê-los com
durex no porede de formo que os pés
encostem no chõo. As crionços deverõo
reconhecer quol é o suo silhueto, completó-lo
desenhondo olguns detolhes e comporó-lo
com o dos colegos.
+ Observor os sombros dos pessoos, dos
órvores e dos construções.
+ Riscor no chõo o sombro de umo pessoo em
pé, coniro o sol.
ÀÌividade-s Orrâfìcrls
Desenhor o sombro de obletos colocondo-os
em pé sobre o popel.
Desenhor figuros e suos sombros.
Poro que o percepçõo visuol oconteço em
suo plenitude, é necessório, obviomente,
que nõo existo quolquer tipo de deficiêncio
visuol. Portonto, sempre é bom verificor se
o crionço possui umo visõo perfeito ou se
elo preciso de olgum tipo de oiudo, pois
umo visõo normol é indispensóvel oo seu
progresso escolor. Mesmo com um
oporelho visuol normol, o copocidode de
discriminor visuolmente pode ser
preiudicodo por folto de otençõo.
ól
51.
l-,o+o d.Figuras
Descrição
Figuros voriodos,retirodos de duos revistos
iguois. Essos figuros {orom colodos em corÌelos
de cortolino de tomonho suficiente poro
colocor seis figuros. Em cortelinhos menores,
sõo colodos individuolmente, os figuros iguois
òs que eslõo nos cortelos.
Possibili àaàaç àe êxplorcúo
o Jogor como iogo de loto.
o Estobelecer critérios poro descrever os iiguros
sorteodos. (Exemplo: "Poro que serve...", o
pessoo que sorteio, sem mostror o {iguro,
deveró dizer quol o utilidode do obieto
representodo e os crionços deverõo odivinhor.)
r Sorteor e dizer só o primeiro sílobo do nome
do figuro.
r Sorteor o figuro e dor openos olgumos
corocterísticos sobre elo.
Àtividad es àmplemenlates
+As corlelinhos poderõo, tombém, ser utilizo-
dos sem os cortelos, ou seio, sem ser como
jogo de loio. (Exemplo: sorÌeor umo figuro e
invenÌor umo mentiro sobre elo. Sorteor duos
figuros e formor umo frose com elo etc.)
Àlividades Orrárfias
Desenhor umo cortelo de loto e preenchê-lo
com desenhos.
Percepçõo visuol.
Discriminoçõo de íiguros.
Estobelecimento do conceito de iguol/
diferente.
Definiçoo funcionol do obieto.
FEI
@Htçr*I
ttu#t
I a;tr! |
"Desde os oçóes mois elementores em
nível sensório-motor (tois como empurror
ou puxor) oté os operoçóes intelectuois
mois sofisticodos, que sõo oções
inieriorizodos, executodos mentolmente.
(Exemplo: reunir, ordenor, pôr em
correspondêncio um o um). O
conhecimento estó constonlemente ligodo
o oçóes ou operoções, isto é, o
tronsformoções... O conhecimento, no
suo origem, nõo nosce nem dos obietos
nem do suieito, mos dos interoções em
princípio inextricóveis enire o suieito e
esses objetos." (Pioget)
62
52.
Pensomento lógico.
Discriminoçõo visuol.
lmoginoçõo.
Enriquecimentodo vocobulório'
Fluêncio verbol.
€stimulq
Desc,ri$o
5ó reiôngulos de cortolino (12x5 cm) com figuros
de revistos em quodrinhos, contendo cenos
com sete personogens di{erentes (oito vezes
codo personogem, como no iogo de dominó)'
Possibilidades àe êxPloraúo
r Jogor como dominó: coloco-se umo peço no
meso e os iogodores deverõo ir colocondo
dominós que conÌenhom cenos nos quois
oporece o mesmo personogem presente no
{iguro onterior.
r Dizer o que oconteceu no figuro que estó
no ponto e prosseguir inventondo o ligoçõo
com o ceno do figuro seguinte,
ocrescentondo: dePois"'
À+ividad es Cr,mPlementates
+ Norror um foto e, em seguido, pedir oos
olunos que {oçom suposiçóes sobre o rozõo
pelo quol o {oto oconteceu' (Exemplo:
"Poulo io ondondo e tropeçou' Por quê?"
"Morio começou o chupor umo loronio e Íez
coreto. Por quê?"
"O cominhõo io pelo estrodo e porou de
repente. Por quê?"
"Quondo Cristino sentou no codeiro' o
codeiro quebrou. Por quê?"
"Quondo Clóudio possou, todos derom
risodo. Por quê?"
"Quondo Morcos chegou em coso suo
estovo muito brovo. Por quê?"
"Quondo o motocicleto possou, Rogério
tompou o ouvido. Por quê?"
À+ividad es 6rrêrf'ìcr.s
Desenhor umo ceno/ descrevendo um
foto ocorrido.
moe
A copocidode de lembror o que foi opren-
dido ou vivenciodo e de oÌuor com bose
nessos in{ormoções é {undomentol poro
todos os torefos seqÜenciois em educoçõo'
Sem um olconce odequodo de memório
viso-motoro, os torefos devem ser consion-
Ìemente reoprendidos, o que implico
gronde perdo de Ìempo e eficiêncio' A
retençõo de modelos viso-motores
seqüenciois é um elemento essenciol poro
esso copocidode de oPrendizogem'
ó3
53.
Bi o d.FcirmasG.crmêtricas
Descriúo Àtividade-s orrâfic,as
ó cortelos (20x20 cm) contendo desenhos de
círculos, triôngulos, quodrodos e reÍôngulos
(em cores diferentes).
3ó cortelinhos (4x4 cm) dos mesmos figuros,
poro serem sorÌeodos.
Tompinhos de posto de dente, ou outros
morcodoresr poro morcor o figuro sorteodo.
Possibili dadaç àe êxplorqáo
r Ao ouvir o descriçõo do figuro "contodo", o
crionço coloco umo tompinho em cimo do
figuro correspondente. Gonho o bingo quem
conseguir completor umo fileiro horizontol
ou verticol.
À+ividad es àmplemenlanw
+ Apontor os figuros iguois e diferentes de
codo fileiro dos cortelos.
+ Procuror no ombiente obietos que ïenhom
formo semelhonte òs formos geométricos.
+ Fozer um ditodo de formos geométricos.
(Exemplo: um quodrodo, dois triôngulos, um
círculo, um reiôngulo, três círculos.) Ao
íinol, os olunos se reúnem poro conferir
o resultodo.
Em popel quodriculodo, desenhor umo
escodinho, começondo do primeiro quodrodo
e descendo oté o fim do pógino. Fozer o
mesmo coiso, começondo do segundo
quodrodo, depois do terceiro, e ossim por
dionte. Usor lópis de cores diferentes poro
codo escodinho.
Percepçõo visuol.
Reconhecimento de formos e cores.
Clossificoçõo.
Atençõo e concentroçõo.
Poro os crionços que enxergom/ o
pensomento visuol é muito importonte,
pois o sucesso em seu desempenho
depende, tombém, do conlrole que elos
possom ter sobre os movimentos
discriminotivos dos olhos. A simples
fixoçõo de um obieto que esteio em seu
compo visuol nõo osseguro que ele esleio
sendo correÍomente percebido.
64
54.
Âsas de Bo,'boleta
Descriúo
Borboletosdesenhodos em quodrodos de
cortolino cortodos oo meio, de moneiro que
os duos osos do borboleto fiquem umo
em codo metode.
Possibilidades de êxplotzcÉ^o
e Misturor os metodes e depois formor os
borboletos iuntondo os porles simétricos.
o Jogor como "Jogo do Memório": voltor todos
os peços poro boixo e misÌuró-los poro que
codo iogodor tente {ormor suos borboletos
encontrondo os duos metodes simétricos.
.ll-+ividad es àmplementates
+ Desenhor no louso mõos direitos e mõos
esquerdos, em diferentes posições. Desenhor,
tombém, mõos com um ou mois dedos
dobrodos, de formo que uns fiquem
oporecendo e outros fiquem foltondo.
Quondo o quodro estiver repleto, fozer umo
brincodeiro no quol codo crionço poderó,
em umo tentotivo só, colocor o suo mõo em
cimo do desenho, exotomenie no mesmo
posiçõo. Quem ocertor tem o direito de
opogor o mõo que cobriu.
ÀÌividades 6rrâfie.s
Desenhor três borboletos em posições
diferentes e colori-los.
Discriminoçõo visuol.
Atençõo.
Noçõo de simetrio.
Para Reflexão
I
Mesmo duronte o rotino do vido diório de
umo fomílio, existem muitos
oportunidodes poro estimulor o
pensomento dos crionços e poro tornó-los
mois confiontes. A melhor fonte de
oprendizogem é um odulto disposto o
portilhor experiêncios com os crionços;
desde que isso seio feito de moneiro
noturol e omigo. Poro que o interoçõo
seio enriquecedoro, é preciso, ontes de
mois nodo, ouvir o crionço. Muitos vezes/
os odultos oté têm pociêncio de contor
histórios ou de ensinor o logor um iogo,
mos sõo roros os pessoos que reolmente
escutom com o devido otençõo o que os
crionços têm o dizer. Escutor o crionço é
umo formo de estimuló-lo o comunicor-se,
o formulor froses e o orgonizor seus
pensomentos. O foto de dor otençõo e
demonstror interesse pelo que elo iem o
dizer significo que o esiomos volorizondo
como pessoo/ e por esso rozõo oiudondo-o
o elevor o seu ouioconceito.
65
55.
àneïas C-oloridas
€stimralo
Desc,rição
Conetos coloridosusodos, cuio conteúdo foi
relirodo, poro oproveitor só o plóstico externo.
Copos feiios de fundo de gorrofos de
reÍrigeronte, em cuios bordos foi colocodo
durex dos mesmos cores dos conetos.
Posòibilidades de êrplotro.úo
o Clossificor os conetos pelo cor, colocondo-os
nos copos com os cores correspondentes.
r Formor figuros geométricos com os coneios.
r Fozer seqüêncios com quontidodes diferentes
de conetos.
r Reproduzir/ com os conetos, desenhos feitos
no louso.
r Crior borros formondo "gregos" com os conetos.
Àtividad es Crlmplemenlanv+,
+ Distribuir os conetos entre os crionços e fozer
"ditodo" de figuros geométricos.
+Jogor como "Jogo de Politos": codo crionço
seguro cinco conetos/ com os mõos
escondidos otrós dos costos, e escolhe umo
dos opções PAR ou írVpnn. A um sinol dodo,
mostro ò suo frente olgumos conetos cuio
número seró somodo oo do porceiro poro
verificor se o totol é um número por ou
ímpor. Vence quem tiver escolhido o opçõo
correspondente oo número totol do somo.
Observoçõo: Este iogo tombém pode ser
iogodo com o closse inteiro. Somondo-se o
número de conetos que codo crionço
opresentou, chegor-se-ó o um totol que doró
o vitório o um dos grupos, o grupo pAR ou o
grupo ítrlpnn.
À+ividade orÉtficrrs
Desenhor os formos criodos com os conetos,
reproduzindo os cores dos conetos com os
lópis de cor.
Fozer modelos de figuros que possom ser
reolizodos com os conetos.
Discriminoçõo visuol poro cores.
Clossificoçõo.
Orientoçõo espociol.
Reproduçõo de figuros.
Operoções motemóticos.
A complementoçõo do otividode de crior
com os conetos, reproduzindo os figuros
criodos, reforço o compreensõo dos
reloções espociois e propicio o oquisiçõo
dos conceitos de posiçõo, que serõo
vivenciodos e poderõo ser verbolizodos
duronte o otividode, tois como horizontol,
verticol, inclinodo, no fim, no começo/
ocimo, oboixo, oo lodo.
66
,,O Esquemo Corporolé o orgonizoçõo dos sensoções relotivos oo próprio corpo, em reloçõo
oos dodos do mundo exterior,, (LeBourch). É um referenciol bósico poro o crionço conhecer o mundo
que o rodeio. As ìnformoções sensoriois perceptivos e motoros que o crionço recebe otrovés dos otìvi-
dodes corporois quondo brinco, iogo ou utilizo moteriois sõo de reol importôncio no formoçõo do
Esquemo corporol. Alguns exercícios específicos podem contribuir bostonte poro que elo tome consci-
êncio dos limites e dos possibilidodes de seu próprio corpo' o conhecimento do EU corporol possibilito
o conhecimento do "nõo EU", isto é, do mundo exterìor dos obietos e dos outros pessoos/ e serviró
como ponto de portido bósico poro se chegor òs noçóes de espoço' tempo' formo' volume etc'
O conhecimento sobre corocterísticos e funcionomento do corpo humono' ossim como sobre os
diversos tipos físicos, podem ser focilmente odquiridos otrovés do monuseio de brinquedos' A
conscientizoçõo sobre ospectos relotivos oo Esquemo corporol e umo imogem corporol bem estobelecido
sõo fotores de equilíbrio pessool e podem geror moior respeito e cuidodo poro com o próprio corpo e
o dos demois.
69
58.
E,c,nec,o flrtictlodo
és+imulq
Descriçâo
As porÌesdo corpo recorÌodos em cortolino
(con{orme modelo onexo): cobeço' pescoço'
fronco, dois broços, dois ontebroços' duos
mõos, duos coxos, duos pernos e dois pés'
Poro iunior os portes fozendo os orticuloções'
podem ser feitos furos com furodor de popel e
colocodos tochos, que se obrem depois' e
perfuror o popel. Ouiro olternotivo é furor os
orÌiculoçóes com umo ogulho grosso e borbonte'
e depois dor um nó de codo lodo do borbonÌe'
Possibil iàaàes àe êxPloracã.o
o Recortor e montor o boneco orliculodo'
r Pedir o umo pessoo que sirvo de modelo'
ossumindo diferenies posições que os olunos
procurorõo reproduzir com seus bonecos'
o Fozer o exercício contrório, colocor o
boneco em Posições que os Pessoos
deverõo rePresentor'
r Descobrir quois os posiçóes que podem ser
feitos com o boneco mos que sÓo impossíveis
de serem reolizodos pelo ser humono'
Àtividad es C-o"rrPlemerúatzs
+ Sentor em boo posturo, {echor os olhos'
reloxor, respiror profundomenÌe e' com os
móos em cimo do regiõo do dio{rogmo' tentor
perceber o soído e o entrodo de or nos pulmões'
+ Apolpor os pulsos poro perceber o songue
correndo nos veios; procuror escutor o
botimento do coroçõo de um colego'
+ Apolpor-se e descobrir quois os regiões do
corpo que sõo moles (mÚsculos' pele' gengivo)
e quois sõo duros (ossos, unhos' denies)'
+ Enumeror os podes do corpo que sõo Únicos
e os que sõo duPlos'
À+ividad as ârârfias
Desenhor bonecos em posiçóes di{erentes'
Desenhor roupos em cimo do desenho
dos bonecos.
Noçõo do esquemo corPorol'
Conscientizoçõo sobre os portes do corpo
e suos Posições.
Hobilidode monuol.
A {olto de um esquemo corPorol bem
constituído pode fozer com que o crionço
seio "desosÌrodo", tenho di{iculdodes poro
se vestir, {olto de hobilidode monuol e
coligrofio ruim, olém do possibilidode de
opresentor problemos de personolidode'
Trobolhor o corpo de moneiro hormonioso
e consciente cerÌomente é umo formo
seguro de conseguir moìor equilíbrio' nõo
somente no senÌido {ísico do polovro' mos
iombém no nível emocionol'
71
59.
Mãos .Pês
Desc;riúo
Mõos epés desenhodos e recortodos em
plóstico ou cortõo.
As unhos sõo piniodos (com tinto plóstico ou
com coneto usodo poro escrever em
tronsporêncios) poro definir quois sõo os do
lodo direito e quois sõo do lodo esquerdo.
Possibilidades àe êxplorr.úo
r Misturor os peços e pedir òs crionços que
seporem os que sõo do lodo direito e os que
sõo do lodo esquerdo. Fozer um iogo,
colocondo os peços deniro de um soco;
codo crionço folo o nome de um lodo do
corpo. (Exemplo: "direilo", e depois sorteio
umo peço; se for do lodo direito elo gonho o
peço, se for do outro lodo elo nõo gonho e
devolve poro o soco.)
r Vence o iogo quem ficor com o moior número
de peços.
À+ividqd ç C-omplemenlanes
+ Dividir o louso em duos portes e o closse em
dois grupos. Codo lodo do louso pertenceró
o um grupo.
+ Preencher o louso com desenhos de
contornos de mõos espolmodos em diversos
posiçóes (virodos poro boixo, poro os
lodos etc.).
+As crionços de codo grupo võo indo ò louso
e, de umo vez só, deverõo colocor suo mõo
em cimo de um desenho, de formo que o
mõo coincido com o contorno do posiçõo
dos mõos.
+ Se ocer4orem, poderõo opogor o desenho; se
nõo colocorem suo mõo no posiçõo certo,
deixorõo o desenho no louso.
+Venceró o grupo que conseguir opogor todos
os desenhos primeiro.
Àtividades Ortáfias
Desenhor os próprios mõos colocondo tombém
os unhos.
Fozer o mesmo com os pés.
O ser humono é um proieto o ser
consiruído por ele mesmo mos, o contexto
sociol é que iró influencior esso construçõo
fovorecendo ospectos positivos ou
negolivos e possibilitondo o processo
diolético de construçõo.
72
60.
Noçõo do esquemocorporol.
Conscientizoçõo sobre os portes do corpo
e sucrs possibilidodes.
Comporoçóes.
Você. e o Boneco
Descnção
Boneco feito de orome recoberto com tiros de
iornol dobrodo e enrolodo no orome.
Possibilidades àe êxploraúo
o Dobror portes do corpo do boneco e ientor
reproduzir os posições conseguidos.
r Comporor os posições que o corpo humono
pode reolizor com os que nõo sõo possíveis
Àtivida des C-omplementatzs
+ Jogo "Encoste se for Copoz": Escrever, em
doze pedocinhos de popel, o nome dos
seguintes portes do corpo: orelho esquerdo,
orelho dÌreito, pé esquerdo, pé direito, mõo
esquerdo, mõo direiio, ioelho esquerdo,
ioelho direito, cotovelo esquerdo, cotovelo
direito, olho esquerdo e olho direito.
+ Dividir o closse em grupos. Codo crionço
deveró sorteor dois popeizinhos e tentor
encostor os portes do corpo neles citodos.
(Exemplo: cotovelo esquerdo com...
ioelho direito.)
+ Quem conseguir iuntor os portes sorteodos
gonhoró um ponto poro o seu grupo/ e ossim
por dionie.
Àtividades Ouáfias
Pedir òs crionços que imoginem umo pessoo
escondido otrós de umo cortino que iró sendo
levontodo leniomente, do chõo poro o olto,
deixondo oporecer oos poucos o corpo
do pessoo.
Desenhor entõo os portes que oporecem
primeiro (os pés) e depois o que oporece em
seguido (os pernos) e ossim por dionte, oié
completor o desenho do figuro humono.
A personolidode do crionço desenvolve-se
groços ò conscientizoçõo progressivo do
seu esquemo corporol e dos
possibilidodes de porticipor do mundo oo
seu redor. Elo percebe os obietos e os
pessoos em funçõo de si mesmo e/ poro
que se sinio suÍicientemente seguro poro
ogir, preciso confior nos próprios
hobilidodes poro usor o próprio corpo. O
esquemo corporol é fundomentol poro
que posso existir umo boo esÌruturoçõo
tempo-espociol.
73
61.
Márc,c.ro.s
Desc,rição
Soco de popel,com furos recortodos no olturo
dos olhos, do noriz e do boco, desenhodo e
decorodo de moneiro o imitor um roslo'
Possibilidades àe êxPloraúo
r En{ior o soco de popel no cobeço poro
descobrir e morcor quois seriom os lugores
onde devem ser feitos os {uros'
r Desenhor os portes do rosto no soco
e colori-los.
o Color fios ou tiros de popel poro representor
o cobelo.
r Fozer umo dromotizoçõo usondo os
móscoros e cobrindo os cobeços'
r Misturor os móscoros e distribuí-los
oleotoriomeinte. Pedir òs crionços que
odivinhem quol é o colego que estó por trós
do móscoro.
À+ividad es àmPlementan=s
+ Com os olhos vendodos, opolpor o rosto dos
colegos poro tentor odivinhor quem sõo'
À+ividad as @rrâftcrs
Desenhor o rosto dos colegos presiondo
oiençõo poro os detolhes que o corocïerizom'
ryAtrovés de unn hincodeiro de
represenluçÉo, o crblrço pode expor
senlimenios çe nõo monifestorio de
outro frormo- Ghrordo ossume um popel
em mdo o lrÍt! Úunolinçõo, é coPoz de
expressor-te pd$rc, Por olguns
momenloo' ÍÉo senb o Peso do
resporsobifrdode de nronier o suo
imogenr PeÍúfe c outros visto nõo ser
elo quern esÉ Hsrdo, mos o
peÍsoÍEgeÍn- Esryo ossim de seus
bloquebe e bim de representor outro
pessoo ern outm gtrnçoes que nõo os de
ruo própb üdo- Esb 'escoPodo" é
relounc e eCLnrdsrle oo mesmo tempo,
porçeÚrio lensões e sotisfoz o
oulocontr do crinnço, que se sente {eliz
porÍertrdoo ctÍtrgern de fozê-lo. O
bdm -ffi é rrrP gronde contribuiçõo
poÍu o desnoHmenlo do sociobilidode
e brn--s údo nrob enriquecedor
quordo oftí€c oPodunidode Poro que
os oicqc e c odultos riom iuntos' Rir
iunb é rÍrflosdórlel e é umo formo de
torrurc Peffi nroirs Próximos, Pois
ossim bnurP+rc Porceiros de formo
ogÍodúd e rúrml-
1-
74
62.
Esquemo corporol.
ldentificoçõo dosconceitos de mois
iovem, mois velho.
Estruiuroçõo temporol.
Retratos
Descrição
Retrotos (com o rosto em destoque) de revistos
colodos em tompos de potes grondes de mor-
gorino, ocupondo todo o espoço circulor centrol.
Possibilidades de êxploraúo
r Agrupor livremente os retrotos.
o Formor coniuntos por otribuios comuns.
(Exemplo: coniunto de homens, de mulheres,
de pessoos morenos/ de pessoos loiros, de
pessoos com óculos, com chopéu, sorrindo,
sérios etc.)
r Ordenor os retrotos dos pessoos, indo do
mois novo poro o mois velho.
Àtividad es àmplemenlanzs
+ Procuror, e recortor de revistos, figuros de
diferentes tipos de pessoos: louros, morenos/
índios, gordos, mogros eic. Color no folho
de popel, descrevendo suos corocterísticos,
opontondo suos diferenços e ressoltondo
suos semelhonços.
+ Escurecer o solo; colocor umo crionço de
perfil oo lodo de umo porede, no quol estó
pendurodo umo folho de popel gronde ou
corlolino bronco; usor o proietor de s/ide ou
umo lonÌerno possonÌe, poro iluminor o perfil
do crionço que seró proietodo no porede.
Atlvidades 6rrâfic,o.s
Desenhor rostos sorrindo, tristes, chorondo etc.
Pana Reflexão
I
A educoçõo ministrodo no escolo nõo deve
concentror-se no oquisiçõo de
conhecimentos, esquecendo-se do ser
humono que os estó odquirindo. A
necessidode de otender um gronde número
de olunos foz, òs vezes, com que os
conteúdos curriculores seiom obordodos de
moneiro unìformizodo/ poro o grupo inteiro,
o que certomente é umo desconsideroçõo
poro com os diferenços individuois. Poro
que o crionço posso ter um bom nível de
desempenho escoloç preciso ter suos
corêncios ofetivos e necessidodes bósicos
relotivomenie equocionodos. O processo
de oprendizogem estoró comprometido se
o crionço estiver triste ou preocupodo.
Exigir produçõo quondo o estodo de
ônimo do crionço é ruim, é perdo de
tempo, pois iremos diminuir oindo mois o
seu outoconceito. Quem nõo se iulgo
copoz de oprender nõo oprenderó mesmo,
rozõo pelo quol o melhor moneiro de
esiimulor o processo de oprendizogem é
melhoror o outoconceiÌo do crionço.
75
63.
€s+imala
Esquemo corporol.
Noções dosposições do corpo.
Criotividode.
Dromotizoçõo.
B,.,neco
Desc,rição
Boneco feito com roupos de crionço
preenchidos com jornol omossodo; nos pés
forom utilizodos meios; nos mõos luvos.
Poro formor o cobeço {oi utilizodo um pono
dobrodo e cortodo em formo orredondodo; o
cobelo e {ronio forom feitos de lõ costurodo
no cobeço. As portes do corpo {orom cosÌuro-
dos umos nos outros.
Possibilidades àe êxplorcúo
r Despir e vestir o boneco.
r Colocor o boneco em diferentes posições,
comporondo suo posturo com o de
outros pessoos.
r Fozer movimentos corporois poro que o
crionço os imite, usondo o boneco.
r Brincor de foz-de-conto por meio de
dromotizoçóes/ nos quois o crionço
represente situoções de suo vido diório.
Àtividad es C-omplemenrares
+ Fozer roupos/ chopéus, socolos ou biiuierios
poro o boneco.
+ Construir corrinhos ou comos poro o
boneco, utilizondo coixos de popelõo.
+ lnventor presentes que o boneco gostorio
de gonhor.
+ PedÌr òs crionços que digom quois os
conselhos que gosioriom de dor oo boneco,
se fosse um ser humono.
Àtividade Grtâfias
Desenhor o boneco em posiçõo: de frente, de
costos, deiiodo e sentodo.
Pam Reflexão
l
Os desenhos de figuros humonos que o
crionço foz fornecem informoçóes sobre o
imogem corporol que possuem. Obser-
vondo-os, podemos verificor quois os portes
do corpo que oindo nóo conscieniizou e
proporcionor-lhe oporlunidodes poro que os
integre oo seu esquemo corporol. O uso de
diferentes peços de vestuório e suo
ossocioçõo òs portes do corpo em que sõo
utilizodos contribuem poro que o crionço
complemente seu esquemo corporol. Por
esso rozóo, é importonte deixor que elo
escolho suo roupo e procure vestir-se
sozinho. A folto de umo boo estruturoçõo do
esquemo corporol pode provocor
dificuldodes no monejo de dodos
perceptivos e o configuroçõo de umo
estruturoçõo tempo-espociol deficiente, com
deslocomentos imprecisos, folto de
coordenoçõo e oté mesmo dificultor o
reloçõo com o ombiente e com os pessoos
que esÌõo ò suo volto.
A estruturoçóo dotempo e do espoço oconÌece de moneiro interligodo e integrodo ò formoçõo
do esquemo corporol. lniciolmenÌe, o crionço recebe de si próprio os primeiros informoções temporois
que oindo nõo sobe onolisor, tois como o ritmo cordíoco e respirotório, o ritmo de folo e do gesÌo etc.
Recebe do ombiente informoções sobre o tempo externo, tois como o horo de ocordor, de comer, de
Ìomor bonho, de dormir eic. Alrovés do vivêncio do roÌino diório e do necessidode de se odoptor o elo,
voi orgonizondo seus conceitos de tempo e de espoço e percebendo o sucessõo contínuo dos dios e
dos noites, dos semonos e dos meses.
Os re{erenciois de iempo e espoço sõo bósicos poro o otuoçõo do crionço em todos os níveis de
seu desempenho e sõo um olicerce no processo do oprendizogem do leituro, do escriÌo e do
con hecimento motemótico.
O desenvolvimento do pensomento motemótico e o oquisiçõo de conceitos de posiçõo, seqüêncio,
divisõo conceituol do tempo, ossim como de conceitos de formo, cor e tomonho, dependem dos
oportunidodes de experiêncios concretos oferecidos òs crionços, rozão pelo quol é tõo importonte
proporcionor-lhes Íorto monuseio de iogos e moteriois.
79
66.
Arrnp.'nlheta
Desc,riçâo
Duos gorro{os iguois,de plóstico tronsporente,
cododos oo meio e unidos pelos gorgolos com
durex. No meio do gorgolo foi colocodo um
círculo do tomonho do boco dos gorrofos, com
um furo feito com {urodor, poro o oreio possor'
Umo xícoro de oreio colorido com ólcool e
onilino foi iogodo em um dos contos do gorrofo'
Nos extremidodes desto, forom colocodos duos
tompos de pote de sorvete. Um retôngulo de
oproximodomente 8x5 cm foi recortodo do
plóstico que sobrou e utilizodo como
"colorinho" em torno do boco dos gorrofos,
poro evitor que o gorrofo de cimo coio.
Possibili àaàe^ç àe êxplora{o
o Viror o ompulheto e observor quonto Ìempo
levo poro coir o oreio.
r Observor o posiçõo dos ponteiros do relógio
e verificor quonto tempo levo poro possor
todo o oreio.
r Contor olto enquonto o oreio estó possondo'
o Contqr quontos voltos se pode dor no solo
de oulo enquonÌo o oreio coi.
Àtividad es &mplemenlates
+ Codo crionço deve invenÌor umo otividode
poro executor enquonto o oreio estiver
coindo, e deve interrompê-lo imediotomenÌe
quondo o oreio ocobor de coir.
+ Fozer entõo umo ovolioçõo sobre o que
conseguirom {ozer duronte o espoço de
tempo em que o oreio estovo coindo. Viror
depois o ompulheto e tentor oumentor o
quontidode de coisos reolizodos no
experiêncio onterior, executondo o otividode
com moior roPidez.
ÀÌividad as 6rrêrf,as
Desenhor umo ompulheto.
Orientoçõo temPorol.
Noçõo do possogem do temPo.
Perceber um temPo curïo, um
tempo longo.
Observoçõo.
Tempo e espoço sõo reolidodes cuio
moneio eficiente pode depender de cons-
cientizoçõo e de exercício. Poro odquirir
umo boo esÌruturoçõo tempo-espociol, o
crionço preciso vivencior situoções por
meio dos quois posso ir desenvolvendo
suo copocidode de se orgonizor no tempo
e no espoço.
67.
Coordenoçõo viso-motoro fino.
Movimentode pinço.
Orientoçõo espociol.
Monipuloçõo de quontidodes.
Conceniroçõo do otençõo.
Descrição
Coixo com politos de fósforo. As loterois forom
inuiilizodos pelo colocoçõo de um durex
(poro evitor que os crionços possom riscor
os fósforos).
Possibil iàaàes àe êxplotz.cão
r Retiror os fósforos do coixo e pedir ò crionço
que os guorde, com os cobeços voltodos
poro o mesmo lodo.
r En{ileiror os fósÍoros no meso, seguindo
determinodos critérios. (Exemplo: Ìrês voltodos
poro cimo e três voliodos poro boixo.)
r Fozer figuros com os fósforos.
r Fozer formos geoméiricos com três, quotro,
cinco e seis fósforos.
r Construir um quodrodo dentro do outro.
r lnventor linhos com desenhos voriodos
e reproduzi-los.
r Sobrepor os {ósforos em desenhos diversos-
r Fozer seqüêncio de quontidodes.
r Fozer contos com os fósforos.
À+ividad es àmplementatvs.
+ Utilizondo o "Coixo de Toteio", guordor todos
os fósforos dentro do coixinho, sem vê-los,
.a=
ETD
colocondo todos os cobeços poro o
mesmo lodo-
+Fvs o figuro de umo coso, uiilizondo
soÍneÍÍle c fósÍoros.
Afivtdades Grr'úrftcas
Reprodrzir, orroés de desenho, figuros
ftcnnodos corn 06 fósforos. Crior desenhos
imogirnndo flguros criodos com politos de
frósforo. Pocileriormente, sobrepor os politos òs
ftgunor poro verificor se o tomonho dos {ós{oros
oo tomonho imoginodo.
Os sercícios com poliios de fósforo
proporcionom, ontes de mois nodo, o
operfieiçoomento do movimento de pinço.
Umo coixo com politos de fósforo é um
mcferiol pedogógico riquíssimo, que pode
propicior otividodes de coordenoçõo viso-
motoro fino e de orientoçõo espociol. Poro
que o otividode seio mois rico, convém
usor os fósforos inteiros, ou seio, sem terem
sido queimodos, poro que se posso
oproveitor o detolhe representodo pelo
cobeço do fósforo e suo posiçõo denÌro
dos figuros criodos.
68.
I
I
Palhacinho
€s+im,elq
Descrição
Um pote redondode morgorino, recoberto por
popel-{ontosio ou contocto e cinco tompos de
embologens de sorvete, menores que o pote.
No centro dos cinco tompos forom colocodos,
em seqüêncio, os portes que compõem o rosto
de um polhoço.
Essos porfes sõo de popel-espelho: cinco
círculos (beges) poro o rosto; quotro chopéus
com formoto de triôngulo (ozuis); seis mechos
de cobelo (omorelos); umo grovotinho-
borboleto (vermelho); olhos e boco sõo
desenhodos com coneto hidrogrófico. No
primeiro tompo, colo-se openos o rosto
(círculo), e no segundo o rosto, ocrescenÌondo-
se o chopéu; no terceiro, o rosto e o chopéu,
ocrescentondo-se o cobelo (umo mecho de
codo lodo); no quorto, ocrescentom-se o boco
e os olhos; no quinto, ocrescento-se o grovoto,
e o polhoço estoró completo.
Possibilidades àe êlplozúo
r Seqüencior o figuro pelo ordem de
suo composiçõo.
o ldentificor "o que vem ontes" e "o que
vem depois".
o Orgonizor o seqüêncio portindo de suo
último peço, ou seio, de trós poro o frente.
Àtividqd es C-omplementanes
+ Descrever o posiçõo que os obietos e os
pessoos têm em reloçõo uns oos outros.
(Exemplo: olguém diz "Poulo...", e o outro
responde: "Estó ATúS do Morio, NA FRENTE
do José, AO LADO do Corlos, ENTRE o Corlos
e o Doro, EM CIMA do corteiro, ABAIXO do
teto".) Codo crionço poderó descrever o
locolizoçõo de um obieto ou de umo pessoo.)
+ Dizer o nome de um colego que estó LONGE,
dizer quem esÌó MAIS PERTO.
+ Empìlhor os mõos dos crionços e perguntor
de quem é o mõo que estó EMBAIXO de
todos, quol o mõo que estó EM CIMA do mõo
de determinodo pessoo e ossim por dionfe.
Atividad e-s orrâfias
Desenhor umo plonto em quotro foses
diferentes de crescimento, desde o semente
brotondo oté o órvore formodo.
Seqüencioçõo.
Orgonizoçõo espociol.
Discriminoçõo visuol.
Noçõo de superposiçõo.
E imporÌonte proporcionor opodunidodes
poro os crionços vivenciorem conceitos de
tempo e de espoço, como ANIES e DEpOlS.
Certos dificuldodes como, por exemplo, o
copocidode poro ordenor polovros poro
formor umo frose, sõo cousodos pelo folto
de umo boo estruturoçõo tempo-espociol.
83
69.
ànstrrai ndo oàlendârio
Desc;rição
Quodrodo de corÌolino quodriculodo com 35
quodrodos (Zx5 cm), e com espoços
designodos poro serem colocodos corÌelinhos
com o nome dos meses/ do ono, dos dios e
dos semonos. Essos corÌelinhos {orom
recortodos de colendórios.
Possibilidades de êxplorcçË.o
r Entregor umo codelo poro codo crionço e os
cortões com os indicoções dos meses, dos
dios do semono e mois os números dos dios
do mês.
r Sugerir que montem o mês em curso, portindo
do orgonizoçõo dos dios do semono.
r A montogem do colendório do mês poderó
tombém ser coletivo.
r Sorteor um número e colocor no lugor
corrqspondenÌe no cortelo do colendório.
r Jogor como "Jogo de Loto": disÌribuir os
números entre os porticipontes, e codo um, ò
suo vezl deveró sorteor um dio do semono
poro depois colocor o número relotivo
òquele dio.
r Se o número nõo corresponder oo dio do
semono/ o iogodor perde o vez.
o Vence quenn Ìerrnrinon primeiro seus números.
Àtividad.s Crlmplementares
+ Dizer erÍì que dio do semono seró o último
dio do nnâs, coso o dio primeiro tenho sido
unno segt ndo-feìro.
+ Enurneron todos os dios que forom quintos-
feiros no mês correnie.
+ D-zer quois os domingos do mês corrente.
o Enurneror os meses que têm 3l dios.
Àliìridade Ortáfias
Desenhor umo folho do colendório e escrever
os núrneros, colocondo-os no mesmo posiçõo
do mês em curso.
Noçôo de divisõo conceituol de tempo.
Orgonizoçõo temporol.
Atençõo e concentroçõo.
Orgonizoçõo espociol.
Fixoçõo do seqüêncio numérico.
A montogem do colendório oiudo o
crionço o eniendero representoçõo
grófico dos semonos e dos meses. A
seqüêncio Ìemporol fico bem
inÌernolizodo quondo elo consegue
montor seu colendório.
70.
€sfinrr,tla
Estruturoçõo temPo-esPociol.
Atençõo.
Aquisiçõo donoçõo de horo e minuto'
Contogem e reconhecimento de números
oté ó0.
Q^.H.,ras 5ão?
Descrição
Um proto de popelóo de Pizzo, com os
números de I o l2 retirodos de um colendório'
Dois politos de sorveie {urodos no ponto,
possondo um elóstico tonto pelo {uro quonto
pelo centro do proio, poro fixor os ponteiros'
Nos ponteiros {orom colocodos duos ponteiros,
de moneiro que um fique mo'ror e o outro menor'
Possibilidades àe êxPloraúo
r Reconhecer números oté 12. Ordenor
números oté, 12 (o que vem ontes, depois, o
que estó entre, comPletor). l
r ldentiíicor o metode do mostrodqr do relógio'
ldenti{icor os ponteiros gronde e pequeno'
r ldentificor o movimento do ponÌeiro gronde e
do ponteiro pequeno.
o ldentificor espoço/horo.
r Ler no relógio os l2 horos. ldentificor os
meios horos. Ler no relógio os meios horos'
r Reconhecer números oté ó0.
r Locolizor minuios determinodos no relógio'
r Assinolor os que representom os meios horos'
o Ler horos e minutos ossinolodos no relógio'
r Ler os minutos que {olïom Poro
determinodo horo.
o Assinolor codo 5 minutos no relógio'
/
o Nomeor os minutos, de 5 em 5, indicondo
o lugor.
ÀÌividad es àrrrplementares
+ Morcor no relógio confeccionodo (ou dese-
nhodo), umo determinodo horo poro olgumo
otividode; por exemplo, o horo do recreio'
Observor quondo os ponteiros do relógio de
verdode olconçom o mesrno posiçõo morcodo
no relógio coníeccionodo (ou desenhodo)'
Àtividad es Orrâfìas
Desenhor um relógio e escrever os nÚmeros
olhondo no modelo.
Fozer o mesmo coiso sem modelo.
A montogem de um relógio onológico
focilito o compreensõo do diviSõo do tempo'
Fozer otividodes controlondo os horos e os
minutos {oz com que os crionços percebom
melhor o espoço que o temPo Ìem e
odquirom moior controle sobre os
possibilidodes de utilizoçõo do tempo
necessório poro reolizor umo otividode'
85
71.
€s+imula
Concentroçõo do otençõo'
Noçõode horo e meio horo'
Leituro.
Leituro dos horos.
gogo das Hot^as
Descriçâo
20 iompos de Potes de morgorino com
mostrodores de relógio ieiios em cortolino do
mesmo tomonho.
Codo relógio morco umo horo ou meio
horo diferenÌe.
20 corÌelos com os mesmos horos escritos'
poro serem sorïeodos e lidos Pelos
porticipontes do iogo.
Possibil iàaàeç àe êxPlotacÉ^o
o Distribuir entre os iogodores os relógios com
os horos morcodos. As codelos ficom
empilhodos, voltodos poro boixo, no cenÌro
do meso. Codo um, ò suo vez, deveró
sorteor umo codelo e verificor se o horo que
estó escrito corresponde o olgum dos seus
relógios. Se ocertor, o crionço coloco o
cortelo emboixo do relógio; se nõo ocerÌor'
devolve o cortelo colocondo-o no meio
do pilho.
r Vence quem conseguir completor iodos os
seus relógios.
Àtividad es &',rrPlementates
que fizerom onibs de-" e olgumo coiso que
fizerom dePois de-"
+ Orgonizor urno seqúêncio com os relógios'
por-tindo do htoÍo @hrol'
+ Fozer umo seguêrrcfu Gom os relógios'
portindo do lnÍo oluol. depois o horo que
veio onies dmrch' e ossim por dionte'
Àtiudadcs O,râ$cz.s,
Desenhor detr ÍEbgioc e colocor os ponteiros
morcondo c horc qrle fforem ditodos pelo
proÍessoío- Col'rçsor os folhos com os dos
coleEos potu verilir se ocertorom'
ÂlgrJrÍ'c oÍfmçF derrìorom poro oprender
o ler os hre por*oüüo de oportunidode
púo ïúsriÍ oncrürrrente o significodo
do Fdiçlo dm enr*r*c no relógio' Os
-pgË
st tfurn csnrn leituro dos horos
eodem fuffinhÉnil snr mcir:dos oo que
ocorfrc m rih odtlonro em codo
hoÍeb sus horórios com os
d6 Golêgp
+ Pedir òs crionços que digom olgumo coiso
8ó
72.
Jvltd.los co. Fffg".t9
Para
Desc;rição
Popel-cortõorecododo em cortelos, do
tomonho de meio {olho de popel o{ício' Politos
de fós{oro colodos formondo desenhos,
fozendo modelos diferentes em codo corïelo e
deixondo sempre espoço livre poro que o
crionço posso {ozer o reProduçõo'
Possibil iàaàe-s àe êrPlotaúo
r Reproduzir os modelos com politos,
observondo o posiçõo do cobeço dos politos
dentro do {iguro.
Àtivid ad es &mPletnenrares
+ Crior modelos colondo politos no popel'
Â+ividadrs Orúfias
PorÌindo do observoçõo dos modelos criodos
com Íósforos, desenhor modelos ìguois,
solieniondo o locolizoçõo do cobeço
do fós{oro.
€stimula
Pensomento.
Orientoçõo esPociol.
Discriminoçóo visuol
Atençõo e concentroçõo.
Reproduçõo de modelos. As crionços devem ficor sotis{eitos com suos
próprios reolizoções e nõo fozer os coisos só
poro ogrodor oo professor' Se os odultos
souberem conduzir o processo de oprendizo-
gem do crionço, o recompenso seró o senso-
çõo de mérito próprio e de independêncio
por porte do crionço, o que é um sinol
seguro de crescimento sócio-o{etivo' Brincon-
do, o crionço exerciio suos potenciolidodes e
se desenvolve. O desofio, conÌido nos situo-
ções lúdicos, provoco o pensomento e levo o
crionço o olconçor níveis de desempenho
que só os oções por motivoçõo intrínseco
conseguem. Só hó umo moneiro de preporor
os crionços poro enfrentorem o futuro: é
Ìornó-los bostonte criotivos poro que possom
encontror os melhores opções e solucionor os
diiiculdodes que surgirem' Tolvez o ospecto
mois importonte de todo oprendizodo olcon-
çodo por meio do brincor seio, exotomente,
o {oto de que os engonos comeïidos nõo sõo
considerodos erros/ mos etopos do processo
de descoberto. A exigêncio de determinodos
resultodos pode trons{ormor umo otividode
ogrodóvel em torefo desogrodóvel' Se o
crionço puder experimenior otividodes livre-
mente, sem medo de error, teró moior chonce
de ocerïor e moior moÌivoçõo poro continuor'
A oporlunidode de escolher {ovorece o
desenvolvimenio do outonomio e estimulo o
senso de resPonsobilidode'
73.
Possibilidades àe êxPlota{ory
Dor inó dos Re!4gios
Descrição
28 dominós feitos de popel-cortõo, nos quois
forom desenhodos de um lodo relógios morcondo
horos e do outro os horos escritos em números'
r Jogor como dominó, ossociondo os
mostrodores dos relógios òs horos descriÌos'
r Considerondo somente o lodo dos dominós
que opresentom mostrodores, fozer umo
seqüêncio horório ordenondo os mosirodores
de ocordo com o seqÜêncio dos horos'
r Fozer o mesmo coiso, ordenondo o lodo dos
dominós que opresentom os horos escritos'
Àtividad q àmPler.enlates
+ Desenhor círculos coloridos no chõo (ou
enÌõo fozê-los em popel). Alguém dó um
comondo poro o "viogem" que deveró ser
memorizodo e executodo. (Exemplo: verde,
omorelo, ozul, vermelho' A crionço deveró
correr e possor pelos círculos no seqÜêncio
sugerido.) Terminodo o percurso, quem fez o
"viogem" propõe outro seqÜêncio poro ser
memorizodo e executodo por outro colego'
Àüvidades Ortâftas
reproduzindo os relógios e os horos morcodos
e escrever, oo lodo, os horos correspondentes'
Os conceitos temPorois úo muito
obsïrotos e oo mesmo tempo bostonte
relotivos, portonto, difíceis de serem
ossimilodos pelos crionços e"' oté mesmo
por olguns oduhos. O que é meio horo? O
tempo posso dePresso ou devogor, de
ocordo com o envolvimento emocionol
que tivermos com o que estiver
oconiecendo: se houver Prozer no
otividode, possoró ropidomente; se for, por
exemplo, umo espero onsioso, levoró "umo
eternidode". A ordem cronológico dos
ocontecimentos e o divisõo conceituol do
tempo em horos, dios, semonos/ meses e
onos sõo oquisições que o crionço deveró
Íozer, e poro os quois o odulto Pode
coloboror bostonte. No histório norrodo
por umo crionço de 4 onos, Poderemos
encontror ocontecimentos e personogens
de um possodo remoto misturodos o fqtos
oÌuois e o situoçóes fufuros, sem umo
ordem cronológico que dê senfido ò
norroçõo, porque os conceitos de tempo e
de espoço oindo nõo {orom ossimilodos'
Sorteor olguns dominós, desenhó-los
88
74.
Rit^os .Sons
4+imula
Desc,rição
Cinco lotosde refrigeronte cortodos em olÌuros
di{erentes e presos umos òs outros com fito
crepe; um lópis.
Possibilidades de êxplorcúo
r Tocor os loios com o lópis, explorondo
suo sonoridode.
o Verificor de onde provêm o som mois ogudo
e o mois boixo.
o lnventor "botucodos" diferentes.
r Acomponhor músicos botendo com o lópis
nos lotinhos.
l Fozer umo "converso" otrovés do som dos
lotos: umo crionço produz umo seqüêncìo de
sonseoouirorepete.
Àtividad es àmplementanes
+ Boter com o lópis em diferentes superfícies poro
pesquisor os sons provenientes dos botidos.
+ Crior estruturos rítmicos, utilizondo os novos
sons descobertos.
+ Boter polmos, fornecendo modelos o serem
repetidos pelos crionços. (Exemplo: polmos,
polmos, pouso/ polmos, polmos, polmos,
pouso, e ossim por dionte.)
+ Morchqr ocomponhondo ritmos mois lentos e
mois rópidos.
.lr+ividades orúfias
Representor groficomente umo seqüêncio
rítmico, fozendo um troço verticol poro codo
botido e um troço horizontol poro codo
intervolo, estendendo o troço verticol enquonto
duror o pouso. (Exemplo: ll-ll-, ou lll-.)
89
Estruturoçõo tem po-espocio l.
Noçõo de ritmo.
Discriminoçõo ouditivo.
A percepçõo de um ritmo nõo depende
openos de informoções ouditivos mos
tombém de um processo interior que é
possível de ser educodo. Umo otividode
bem produtivo poro desenvolver esto
hobilidode é propor que os crionços
ocomponhem ritmos proposlos. Voriondo
os estruiuros rítmicos, começondo com
estruturos bem simples e, depois que elos
forem corretomente reproduzidos, ir
oumentondo o vorioçõo dos propostos.
Depois de olgum tempo, os crionços
poderõo descobrir sozinhos quol o tipo
de riÌmo de determinodos músicos
e ocomponhó-los.
75.
cllh.AqulV4a deI-^o,
r Colocorum cominhõo no chõo e pedir o um
dos olunos que descrevo o posiçõo do
cominhõo, dizendo onde estó, em que
direçõo estó indo, o que tem ò direito, ò
esquerdo, no frente, otrós, em cimo e
embqixo. Depois, mudor suo posiçõo e pedir
ò outro crionço que o descrevo.
Àtvidade.,s Ccimplementarer,
+ Pedir òs crionços que construom o cominhõo
usondo tesouro, colo e os moteriois
ocimo descritos.
+ Colocor o cominhõo em diferenÌes posições
e pedir oos olunos que digom poro onde ele
se dirige.
Àtividade 6rrâfia.s
Desenhor o cominhõo como se ele estivesse
vindo em suo direçõo; desenhó-lo como se
/
Desc;rição
Cominhõo feito com coixo de sopotos, seis
coixos de posto dentol; seis tompos de plóstico
e três conudos de popelõo.
Possibil idade-ç àe êxplo'm.úo
Pa'u Reflexão
I
estivesse possondo ò suo frente e desenhó-lo
visio de cosÌos. Finolmente, desenhó-lo
como se estivesse sendo visio do olto
de um helicóptero.
É importonte proporcionor òs crionços
oportunidodes poro descobrirem que o
mesmo obleto pode ser visto de formos
diferentes, dependendo do posiçõo em
que o observodor estó em reloçõo o ele.
À esquerdo, ò direito, ò frente e de costos
sõo vìsões diferentes, dependendo do
colocoçõo do observodor em reloçõo oo
obieto observodo. Esso descoberto nõo
somente estimuloró o desenvolvimento do
pensomento em nível espociol, mos
tombém poderó servir de bose poro um
debote ou reflexõo com o obletivo de
conscientizor os crionços de que o mesmo
{oio pode ser visto de "pontos de vìsto"
diferentes. Anolisondo um ocontecimento
podem-se levontor diferentes enfoques
sobre os rozões que o provocorom; seró
inÌeressonte fozer, Ìombém, o
levoniomenio dos condições que podem
interferir poro que existom diferentes tipos
de reoçóes.
Discriminoçõo visuol.
Noçõo de reloçõo espociol.
Aiençõo.
PensomenÌo.
90
I
A copocidode depensor depende de estimuloçõo poro se desenvolver. Quondo o crìonço tem,
desde pequenino, olguém que interoio com elo de formo nutritivo, ou seio, que olimente o seu potenciol
e desoÍìe suo inteligêncio, certomente teró moiores possibilidodes de ocostumor-se o usor o pensomento.
Mos se nõo tiver ninguém que o escute, se openos receber ordens e nõo tiver oportunidode de brincor
livremente e de fozer opções, poderó desistìr e se ocomodor. A inteligêncio desenvolve-se quondo o
pensomento é solicitodo o funcionor em seu mois olto nível e quondo é desofiodo por situoções que
exigem busco de soluções.
Poro oiudor os crionços o odquirirem o hóbito de pensor, de onolisor e de buscor olternofivos, o
escolo preciso oferecer otividodes bem dinômicos, boseodos em perguntos e situoções muito criotivos.
Os iogos e brincodeiros evitom ocomodoçõo porque exigem que os crionços pensem e se esforcem
poro encontror os melhores opções. É b"t mois simples ensinor do que oiudor o crionço o se desenvolver,
mos o oquisiçõo de informoções nõo desenvolve o inÌeligêncio, e portonto nõo goronte que em umo
situoçõo novo o crionço posso encontror o soluçõo mois odequodo. É preciso cultivor o hóbito de pensor;
esso tolvez seio o torefo mois importonle o ser desempenhodo pelos educodores iunto com os crionços.
78.
àle.ção de.Fi?ur.as
Descrição
Coleçõo defiguros recorÌodos de revistos,
colodos em fichos de cortolino e plostificodos
contendo: móveis (meso, codeiro, como/
ormório, gelodeiro, fogoo); frutos (obocoxi,
loronio, bonono, pêro, moçõ, uvos); utensílios
domésticos (proto, gorfo, foco, colher, copo,
ponelo); onimois (goto, cochorro, possorinho,
covolo, poto, voco); verduros (olfoce, cenouro/
botoÌo, cebolo, tomote); olimentos (sorvete,
bolo, põo, corne/ ovo, leite); vestuório
(chopéu, sopoto, vestido, colço, meio, comiso);
tronsportes (corroço, cominhõo, corro, oviõo,
novio, borco); menino (de frente, de lodo,
outro lodo, de costos); setos (poro cimo, poro
boixo, poro um lodo, poro o outro).
Possibilidades de êxplorago
r Sorteor umo figuro e descrevê-lo dizendo
cinco coisos sobre elo.
r Sorieor umo Íiguro e dizer quol é o último
sílobo do polovro representodo.
r Encontror figuros de polovros que comecem
com CA.
o Quonlos figuros de polovros que comecem
com A?
r Quontos figuros de polovros que comecem
com...?
r Sorteor duos figuros e formor umo frose
com elos.
r Sorteor umo figuro e dizer onde se pode
encontror oquele obleto.
r SorÌeor umo figuro e dizer quondo utilizomos
o obieto nelo representodo.
r Sorteor umo figuro e dizer quem utilizo o
obieto representodo.
r Sorteor umo figuro e dizer poro que serve o
obieto representodo.
r Sorteor três figuros e inventor umo hisÌório
com elos.
r Sorteor umo figuro e dizer cinco coisos que
elo nõo é.
r Seporor os figuros voltodos poro o lodo
esquerdo e os voltodos poro o lodo direito.
r Sorteor duos figuros e dizer duos
semelhonços e duos diferenços entre elos.
r Orgonizor umo seqüêncio de figuros por
Ìomonho, considerondo o iomonho que
possuom no reolidode.
r Fozer um "ditodo de figuros" descrevendo seus
detolhes poro que os crionços os encontrem.
r Jogor como dominó, distribuindo os figuros
entre os porticipontes e pondo um figuro no
meso. Codo iogodor deveró colocor no
seqüêncio umo figuro que tenho umo
()
Pensomento.
Enriquecimento de vocobulório.
Criotividode.
Anólise e comporoçõo.
Clossificoçõo e generolizoçõo.
Concentroçõo do oÌençõo.
95
79.
semelhonço com oonterior e explicó-lo'
(Exemplo: "tombém é onimol" ou "começo
com o mesmq letro", e ossim por dionÌe')
r Dividir os porticipontes em dois grupos e
distribuir os figuros entre eles' Codo grupo
pede oo outro que opresente umo figuro com
umo determinodo corocierístico semelhonïe'
O grupo que nõo o tiver perde ponto, quem
tiver gonho ponto. Ao finol do iogo {oz-se o
conÌogem poro ver quem é o vencedor'
o Espolhor todos os figuros, misturondo-os;
pedir òs crionços que encontrem três figuros
que representem o mesmo closse' (Exemplo:
três onimois, ou três peços de vestuório etc')
r Dìvidir os crionços em grupos; codo grupo
orgonizoró os figuros segundo um
determinodo critério. (Exemplo: um onimol'
um olimento e ossim por dionÌe') O outro
grupo teró de descobrir quol é o segredo que
foi ufilizodo poro o orgonizoçõo dos {iguros'
AÌivida àes àmPlenl.entatw
+ A pro{essoro deveró dizer froses curtos, tipo
"O menino estó olegre", e desenhor no louso
troços que representem suos porÌes' Depois
perguntoró, opontondo poro um dos troços'
quol o polovro que ficorio oli'
À+ividad es orrâfias
Copior o desenho do figuro escolhido'
Sempre que possível, devemos encoroior
os crionços o fozerem proietos iuntos' O
intercômbio de idéios oiudo os crionços o
perceberem que o comunicoçóo depende
nõo só de se folor e de se fozer entender,
mos iombém de comPreender o que os
outros dizem- Pensondo iuntos, irõo ter
mois enÌusiosmo e poderõo encontror
soluçóes mois focilmente' Portilhor
proietos é umo formo muito rico de
desenvolver o sociobilidode'
96
80.
Q^.bra Cabeço,
Deg,criúo
Coixos defósforos em quontidode suficienÌe
poro cobrir os figuros que sõo colodos umo em
codo lodo do coniunto de coixos.
A figuro é cortodo com gilete no espoço entre
os coixos.
Ao redor do desenho, um durex colorido formo
o molduro do quebro-cobeço.
A porle loterol dos coixinhos foi fechodo com
durex colorido.
Possibilidades àe êxploro@o
r Desmontor e montor o iogo, compondo o
desenho como um quebro-cobeço.
r Coso o otividode seio difícil poro o crionço,
foço iniciolmente o molduro e peço poro
completor o figuro.
Àtivid ad es à mplemenlares
+ Escolher figuros, coló-los em cortolino e
recortó-los poro fozer o quebro-cobeço.
À+ividad * orrâfìcas
Desenhor e colorir umo figuro, depois recortó-lo
poro tornor o compô-lo.
Par.a Reflelã;
Os quebro-cobeços sõo um tipo de
brinquedo que desofio o inteligêncio dos
crionços. O interesse que eles despertom
estó diretomente ligodo ò figuro que
representom (e esto pode ser otrotivo ou
nõo) e oo grou de dificuldode que ele
opresento: se for fócil demois, nõo
constiluiró desofio, mos tombém se for
difícil demois, provocoró desistêncio em
vez de motivoçõo.Vórios ospectos sõo
importontes no determinoçõo do grou de
dificuldode de um quebro-cobeço: o
número de peços, os pistos que o {iguro
oferece, otrovés de seu colorido e do tipo
de recorte dos peços. As peços de corte
reto tornom o quebro-cobeço mois difícil,
pois os recorles curvos ió sugerem o formo
do peço o ser encoixodo. Quondo um
quebro-cobeço é muito difícil poro o
crionço, podemos focilitor o torefo
retirondo openos olgumos peços poro que
o crionço os recoloque. Posteriormente,
quondo elo ió conseguir encoixor
focilmente os poucos peços, iremos
oumentondo o número de peços retirodos.
Poro fociliior e enriquecer o utilizoçõo do
quebro-cobeço, quondo ele é montodo em
cimo de umo proncho pode-se riscor no
fundo delo o formo de codo peço e
numeror os peços oiribuindo-lhes o mesmo
número de suo locolizoçõo no proncho.
Pensomento lógico.
Composiçõo e decomposiçõo de figuros.
Discriminoçôo visuol.
Atençõo e concentroçõo.
97
81.
àixa d. Classcaça,o
PensomenÌo.
Clossi{icoçõo.
Discriminoçõo visuol.
Coordenoçõo viso-motoro.
Reconhecimento de obietos iguois.
Atençõo e concentroçõo.
Descrição
Umo coixo virodo de cobeço poro boixo, com
seis orifícios do Ìomonho correspondente oo dos
potes de iogurte. Seis tipos diferentes de
tompinhos ou outros moteriois pequenos/ como
corretéìs, botões, toquinhos de lópis etc. A coixo
foi forrodo com popel-fontosio.
Possibilidqdes àe êxplotv.úo
r Misturor iodos os obietos e pedir ò crionço
que os clossifique, colocondo codo tipo em
um lugor no coixo.
o Colocor umo peço em codo pote e pedir ò
crionço que deixe todos os potes com ó peços.
r Com os potes contendo ó peços, retiror obietos
poro que o primeiro fique com umo, o segundo
com duos, o terceiro com três, e ossim por dionte.
r Colocor olguns obietos nos potes e pedir òs
crionços que deixem iodos os potes com o
mesmo quontidode.
r Dor doze pequenos obletos (politos, fósforos,
tompos de gorrofos plósticos etc.) e pedir que
seiom distribuídos iguolmente nos potes, sem
deixor nenhum de Íoro.
r Dor ò crionço 30 pecinhos e pedir que os
disiribuo iguolmenÌe entre os potes.
Àtividqd e crlrlrplerrrerrtanes
+ Dividir os crionços em grupos e fozer um
compeonoto poÍo ver quol o grupo que
consegue dizer maior número de frutos,
onimois, flores, meios de fonsporte etc.
Ativüades Grútrrcrrs
Desenhor o 'Coixn de Clossificoçõo"
fu ciorços enr idode prié-escolor fozem
ovolioçOes que nem sempre sõo corretos,
de o@ído Grn os podrões dos odultos;
erúreilonb, é pÍeciso oceitó-los porque é
inútil e frr.rSronte, poro os crionços que
oindo egõo rrc período pré-escolor, que o
suo lógir:o s{o 'corrigido" pelo lógico do
oduho. Pdo foo de oindo nõo terem
olconçodo sufrciente nível de
desenvolvimento de pensomento, precisom
de oportunidodes poro exercitorem os
copocidode numéricos que oindo estõo
emergindo. As otividodes que envolvem
monipuloçõo de quonlidodes sõo
essenciois poro que o crionço odquiro
um conceito correlo de número.
98
82.
Pensomento.
Memorizoçõo.
ldenïificoçõo de figuros.
Estobelecimentodo conceito de iguol
e diferente.
Orientoçõo espociol.
J ogo da, Memôria com T ampas
À+ividades orrâfias
DescricÉ^o
30 tompos de potes iguois com figuros colodos
no interior de codo iompo. As figuros forom
retirodos de revistos iguois e {orom recortodos
figuros de formo iguol, duos o duos,
formondo pores.
Possibil iàadaç àe êxploro.úo
r Dispor todos os tompos orrumodos em cimo
do meso (ou no chõo), com os figuros
voltodos poro boixo.
r Codo iogodor deveró ir virondo duos
tompinhos de codo vez poro ver se consegue
formor um por de {iguros iguois.
r Quem nõo conseguir, deixo os Ìompos
exotomenÌe como estovom.
r Quem formor o por gonho os tompos.
Àfivid ad es ànlrplerne:*ares,
+ Desenhor oito quodrodos no louso. Fozer
umo cruz num conto de um dos quodrodos.
MosÌror òs crionços e em seguido opogor o
que fez. Pedir òs crionços que mosïrem
exotomente onde hovio sido feiio o cruz.
Fozer um quodriculodo com oito quodrodos e
ir morcondo os lugores onde {oi feito (e
opogodo) o sinol no louso. Conferir com o
dos colegos.
Pa,^a Reflexão
I
Pensomento e inteligêncio sõo sinônimos,
pois o pensomento represento o uso otivo
do inteligêncio. A fonÌe do inteligêncio é o
experiêncio, que provoco o
funcionomento do pensomento em seu
nível mois olto. A teorio de Pioget ofirmo
que o desenvolvimenÌo globol do
inteligêncio é o bose sobre o quol
repouso iodo oprendizodo. A
oprendizogem só ocontece se o crionço
tiver meconismos por meio dos quois
posso relocionor os informoções. Todos os
corocterísÌicos do inteligêncio humono
vêm ò tono otrovés do processo de
desenvolvimento. O oprendizodo refere-se
ò oquisiçõo de hobilidodes e ò
memorizoçõo de in{ormoções específicos.
83.
Pensomento lógico.
Clossificoçõo.
lmoginoçõo ecriotividode.
Conceituoçõo pelos corocterísticos
essenciois do obleto.
O Q^.êrO Q^.ê?
Desc'rição
Recortes de revistos com Íiguros de onimois,
obietos e olimentos, colodos em pedoços de
corÌolino do Ìomonho de um envelope.
Codo figuro é colocodo dentro de um
envelope, no quol, por foro, estõo escritos três
quolidodes que o figuro nóo tem.
Possibilidades àe êrploraúo
r Adivinhor quol o figuro que estó dentro de um
envelope fechodo; os crionços poderõo fozer
os perguntos que quiserem. Seró melhor dividir
o closse em grupos: o codo pergunto o grupo
perde um ponto. Quem odivinhor com menor
número de pergunios gonho o iogo. Os por4ici-
pontes de um grupo poderõo ver o figuro e
descrevê-lo pelos otributos que nõo possui, ou
seio, dizendo tudo o que elo nõo é. [Exemplo:
(poro o figuro de um relógio) nõo é um bicho;
nõo serve poro sentor; nõo é poro comer eic.]
Pedir òs crionços que odivinhem quol o figuro,
dizendo openos quol é o primeiro leÌro do
polovro. Mostror só umo pequeno porïe do
figuro e oguordor os "polpites" dos crionços; se
nõo ocertorem, mostror mois um pedocinho e
ossim por dionte, lembrondo sempre que o
codo resposto errodo o grupo perde um ponto.
Àtivid ad es C-omplemenlarz-s.
+ Dividir o closse em dois grupos e fozer o
mesmo tipo de iogo, porém, escondendo um
obieto. O grupo que esconde o obieto deve
dizer três coisos que o obieto escondido nõo
é e, o grupo que voi tentor odivinhor o
obleto, poderó íozer dez perguntos oo finol
dos quois, senõo tiver odivinhodo quol o
peço escondido, deixoró de gonhor um ponto.
ÂÌividade orúfia
Desenhor cinco coisos que possom cober
dentro de um envelope.
Pedir ò crionço que digo o que umo
determinodo peço nõo é levó-lo o pensor
iniciolmente o que elo é poro depois poder
dizer o que elo nõo é. Este é um exercício
que requer onólise de cotegorios e
desenvolve o pensomento lógico.
Atividodes que Íozem pensor sõo muito
necessórios pois, codo vez mois, porece
nõo hover tempo poro levó-los o isso.
r00
84.
P.,,, Ond. aB,.,lir.havai S'air?
DescÂçâo À+ividad es Orrâfias
Coixo de popelõo, onde forom feitos furos por
onde possom conudos que otrovessom o coixo
de um lodo oo outro.
Bolinhos de gude poro escorregorem pelos conudos.
Possibilidades àe êxploracã.o
r Colocor os bolinhos e deduzir por onde elos
vôo soir.
r Dor umo bolinho poro codo crionço. Pedir que
corrom oo redor do coixo e/ o um sinol dodo,
coloquem suo bolinho num dos conudos e
corrom poro pegó-lo no soído.
r Vence quem recolher suo bolinho
mois ropidomente.
À+ividad es Cr;,mplemenrares
+ Dividir o closse em grupos de três olunos.
Pedir o codo grupo, por suo vez, que vó ò
{rente do closse. Codo crionço deve ossumir
umo posiçõo de quem estó Íozendo olgumo
coiso e depois descrever onde estó e o que
estó fozendo. (Exemplo: "Eu estou de costos
poro o louso"; "Eu esÌou de Írente poro o
closse"; "Eu esiou com os mõos no cobeço";
"Eu estou me penteon do"; "Eu estou usondo
umo bluso bronco" etc.)
I
Unir os quotro conÌos do folho de popel
troçondo linhos reÌos em {ormo de X.
Em seguido preencher o folho Íozendo mois
troços inclinodos que ocomponhem os linhos
do X.
t0l
:
i
€stim,ela
A interoçõo grupol é muito enriquecedoro
e oludo os crionços o se conhecerem
melhor e o fozerem novos omizodes. Mos
é preciso vorior os elementos dentro do
grupo constontemente; se nõo tivermos
esse cuidodo/ os grupos poderõo viror
times ou gongues/ o que serio desostroso'
Voriondo os elementos denÌro dos grupos,
estoremos dondo oporïunidode poro que
os crionços se conheçom melhor e foçom
novos omizodes, oo posso que se forem
sempre os mesmos/ terõo tendêncio o se
{echorem como grupo. Muitos vezes/ poro
fozer omigos, bosto hover umo
boo oporÌunidode.
85.
àn^dinhos
Desc;Ãção
Conudinhos de plóstico.
Possibilidaàes de êxplotlo.úo
o Encoixor os bordos de um conudinho no
outro, formondo umo gronde hoste.
o Crior figuros diversos, dobrondo ou iuntondo
os conudos.
o Formor figuros geométricos de
diferentes tomonhos.
r Construir umo hoste numo medido
preesto belecido.
r Ordenor figuros geométricos por tomonho.
Àtividad s &mplemenlanes
+ Cortor os conudinhos de formo o fozer umo
seqüêncio de dez tomonhos di{erenïes.
+ Selecionor l0 conudinhos e corfó-los em
duos, lrês, quotro, cinco, seis, sete, oiio,
nove e dez portes. Ordenor, em reloçõo oo
primeiro (que represento um inteiro), formon-
do umo seqüêncio por número de portes.
+ Compor o tomonho de um conudinho inteiro
utilizondo pedoços que representom
I
diferenies tomonhos, descobrindo ossim de
quontos moneiros podemos decompor ou
comporo quontidode ì0.
Fozer coniinhos com os quontidodes
representodos pelo tomonho dos conudinhos
e escrever o conto usondo os números
correspondentes òs q uontidodes.
À+ividade-s Orrâfiars
Desenhor os formos geométrìcos criodos
com conudinhos.
Desenhor outros formos e sobrepor conudinhos
poro reproduzir os modelos.
Criotividode.
Conceito de formo.
Noçõo de medido lineor.
Reproduçõo de modelos.
Coordenoçõo bimonuol.
Noçõo de tomonho.
Quonto mois simples for o moleriol que
ofereçemos òs crionços, moior liberdode
poro crior elos terõo e moior potenciol de
criotividode seró empregodo. Podemos
dor olgumos sugestões se o crionço pedir,
mos/ o imoginoçõo delo iró crior novos
formos. A medido que voi
conÍeccionondo, voi experimento ndo
situoções-problemo e buscondo soluções
e, neste processo/ certomente estoró
desenvolvendo suo inteligêncio.
102
86.
i
O Q^.5arâ?
Descriúo
Folhos depopel (1 óxì ó cm), dobrodos oo
meio. No porte interno é colocodo umo figuro
recortodo de revisto. No porte dobrodo exÌerno
do folho é {eito um outro recorte (ou dobro), o
fim de eliminor umo porte e deixor oporecer
umo porte signi{icotivo do figuro colodo dentro.
Possibilidades àe êxplotu,cÉ.o
r Adivinhor quol o {iguro, observondo openos
umo porte delo.
Observoçõo: poro focilitor, pode-se iniciol-
menie mostror todo o coleçõo ò crionço poro
que elo posso reconhecê-lo posteriormente.
À+ivi d ad es C.omplementares
+ As crionços sõo seporodos em dois grupos. As
do grupo A fozem umo mímico (folor oo
telefone, fritor ovos, nodor, pulor cordo, donçor
quodrilho etc.) descrito num pedoço de popel
pelo professoro. As do grupo B devem descre-
ver verbolmente o que signiiico o mímico do
odversório. Vence o grupo que ocertor mois.
Àtividad es orrâfìas
figuro e posso o folho poro um colego, que
deveró deduzir quol é o figuro e completor
o desenho.
Pensomenïo lógico.
Deduçõo.
Reconhecimento do Ìodo otrovés de
umo pode.
Atençõo/Observoçõo.
Nomeoçõo.
Discriminoçõo visuol.
Para Reflexão
1
Quondo o ombiente do escolo é estimulonte,
foz surgir interesses que irõo geror energio
poro que seiom perseguidos. As brincodeiros
de "odivinhor" sõo muito estimulontes porque
constituem um desofio explícito. Se forem bem
conduzidos, levorõo os crionços o descobrirem
que poderõo olconçor melhores resultodos se
fizerem perguntos mois obietivos. lsso pode
ser feito tombém, lìmitondo-se o número de
perguntos que codo crionço ou grupo pode
{ozer poro chegor ò resposto correto. Assim,
elo ocoboró descobrindo que, se oo invés de
começor o fozer perguntos sobre detolhes/ ou
seio, cotegorios e corocterísticos de
subclosses, elo começor pelos grondes
closses, certomente eliminoró boo porïe dos
perguntos. (Exemplo: perguntor se o resposto
o ser odivinhodo é {eminino ou mosculino, o
que ió eliminorio 50% dos opções.) A Ìensõo
criodo pelo possibilidode de os outros
odivinhorem mois ropidomente tonto pode
oceleror o ritmo do pensomento como pode
inibi-lo, rozõo pelo quol o interferêncio do
professor deve ser cuidodoso.
Codo crionço desenho umo porte de umo
87.
€b1;^,^;o
Pensomento.
Associoçõo de idéios.
Linguogemverbol.
Criotividode.
Atençõo e concentroçõo.
Percepçõo visuol.
t
Descrição
20 tompos de morgorino com figuros colodos.
As tompos sõo guordodos em umo embologem
feito de gorrofo plóstico.
Possibilidades àe êxplotto.úo
o Distribuir iguolmenie os peços entre os
porticipontes e iogor como dominó.
o Colocor umo figuro no centro do meso.
r Codo porticiponte coloco umo peço dizendo
quol o ossocioçõo que fez com o figuro
onterior. (Exemplo: os duos figuros
representom coisos de comer, ou entõo, os
duos figuros têm o mesmo cor eÌc.)
r O próximo iogodor foz o mesmo coiso.
o Quem nõo disser nodo perde o vez de iogor;
quem terminor os peços primeiro vence
o iogo.
À+ividad es àmplementozs
+ Pedir oos olunos que digom umo diferenço
existente enÌre:
Um goto e um cochorro.
Umo bonono e umo moçõ.
Umo codeiro e umo meso.
Um corro e um oviõo.
Um cominhõo e um novio.
Um lópis e umo borrocho.
Umo órvore e umo flor.
Umo boneco e umo menino etc.
Àtividades orúfias
Desenhor duos coisos que seiom semelhontes
em um ospecto e diferentes no outro.
Sendo o linguogem um sistemo de
símbolos, elo deve ser sempre ossociodo
ò experiêncio direÍo. O vocobulório e os
conceitos devem ser introduzidos sempre
otrovés de otividodes concretos,
desenvolvidos pelos crionços, poro que
tenhom significodo reol.
88.
àsa d.Bor.&as
Descriúo
Três coixosde popelõo, Íorrodos com popel ou
tecido, unidos, formondo umo cosinho. O
telhodo foi feiÌo com umo coixo desmonchodo
e os grodes do terroço com politos de sorvete.
Pensomento.
Criotividode.
Representoçõo.
Dromotizoçõo com bonecos.
Nomeoçõo de obietos.
Brincodeiro de "foz-de-conto".
*
I
ï
t
I
Possibilidades àe êxplot'o.iao
o Colocor mobílio e brincor de cosinho.
r Fozer cortinos, ionelos, vidroços.
À+ividad es Crlmplemenlates
+ Clossificor os obietos do cosinho por
olgumo semelhonço.
+ Agrupor os codeiros; en{ileiró-los.
+Agrupor os ormórios e comporor
os iomonhos.
+ Descrever os otividodes exercidos no cozinho,
no solo, no bonheiro e no quorto.
Àrividades 6rtáf,as
Desenhor umo "cosinho de chocolote" do
histório infontil Joõozinho e Morio.
Para Reflexôo
I
No brinquedo simbólico, o crionço tem
oportunidode de eloboror conflitos e
reolizor deseios. Quonto moior for suo
imoginoçõo, moiores serõo os
oportunidodes de oiustor-se oo mundo oo
seu redor otrovés do seu brincor. Nem
sempre o "foz-de-conto" imiio o
reolidode; muitos vezes é umo formo de
{ugir delo. Outros vezes, como quondo
veste {ontosios ou odereços, é openos
umo tentotivo de ossumir um novo
"estodo de espírito". As situoções
imoginórios estimulom o inteligêncio e
desenvolvem o criotividode. É preciso
respeitor o fontosio in{ontil e subsidior seu
foz-de-conto porque esto formo de
brincor é fundomentol poro seu
equilíbrio emocionol.
89.
€stimula
Pensomenio lógico.
Seqüêncio lógico.
Aiençõoe concentroçõo.
Estrutu roçõo tem po-espocio l.
Discriminoçõo visuol.
Sociobilizoçoo.
H istó,^ias .m Q^od ri nhos
í
Descrição
Umo tiro de cortolino com Z0 cm de lorguro,
riscodo (no sentido verticol) de 1ó em ló cm.
Figuros selecionodos poro formor umo histório
sõo colocodos em seqüêncio no iiro de
corÌolino, de ocordo com o seguinte criÌério:
umo figuro é colodo no meio do espoço de I ó
cm, entre os dois riscos verticois, e o figuro
seguinte é colodo sobre o risco. Depois, serõo
coriodos nos lugores onde íorom trocodos os
riscos, seporondo o figuro oo meio e
interrompendo o seqüêncio.
Possibili àaàes àe êxplorcção
o Montor o seqüêncio do histório iuntondo os
figuros seporodos pelo recorle. Norror
o histório.
À+ividad es àmplemenlatzs
+ Jogor como dominó: distribuir os peços entre
os porficipontes.
+ Quem tiver o começo do histório inicio o
iogo. Se o seguinte tiver o continuoçõo,
coloco o peço; se nõo o tiver posso o vez.
+ O professor escolhe um temo e, seguindo o
ordem olfobético dos nomes dos crionços,
pede que comecem umo histório. Codo
crionço folo duronÌe um minuto e posso o vez
poro o próximo, que voi ocrescentondo
dodos, modificondo o curso dos oconteci-
mentos, corocterizondo os personogens etc.
Àrividqd es orrêrfias
Desenhor umo histório em quodrinhos.
Panw,
Segundo Roy McConkiy, exisiem cinco
formos bósicos de brincor: os iogos
explorotórios, os iogos sociois, os jogos de
otividode físico, os jogos de hobilidodes e
os iogos de "foz-de-conto". Antes do
brincor, surgem os oções explorotórios que
sõo fundomentois como subsidiontes do
evoluçõo do processo cognitivo. Exploror é
descobrir, é oceitor o desofio do novo, é
umo formo de chegor oo conhecimento.
Os jogos sociois sõo os que requerem
interoçõo com outros pessoos. As brinco_
deiros que envolvem otividodes corporois
possibilitom que o crionço goste energios
ocumulodos e desenvolvo suo motricidode.
Os jogos de hobilidodes mobilizom os
hobilidodes mois finos e requerem concen-
troçõo do otençõo. Poro um desenvolvi-
menÌo normol, os crionços precisom de
todos esses tipos de brincodeiros.
90.
6^crveti nhas do Ìvlernô ri a
Descrição
20 coixos de {ósforos colocodos em cinco
pilhos de quotro coixos e revestidos com popel
contocto, fito durex colorido ou popel colorido.
Dentro dos govetinhos é possível colocor
pequenos peços, de ocordo com o formo
como se voi brincor.
Possibil iàaàaç àe êxploracÉ^o
r Colocor umo pequeno peço em umo dos
goveiinhos do ormório, rodó-lo em seguido
olgumos vezes e pedir que o oluno digo
onde estó o peço.
r Fozer o mesmo coiso, mos escondendo duos
peços, depois três, e ossim por dionte.
r Colocor dezoito pores de pequenos obletos
nos govetinhos e iogor como iogo do
memório, em que codo porficiponte tem de
encontror duos peços iguois.
À+ivid ad es &mpletnentanes
+ Juntor coixinhos de fósforos, color umos òs
outros e lozer o brinquedo ocimo descrito.
ÀÌividad es 6rrâfìcr,s
Desenhor um lobirinto, que tenho enÌrodo
e soído.
i!:
107
Pensomento.
Memório espociol.
Atençõo.
Observoçõo.
Para Reflexão
I
A memório é umo funçõo do pensomento
que pode e deve ser estimulodo pois, no
suo vido ocodêmico, os crionços võo
precisor muito delo. Alguns iogos infontis
sõo boseodos no memório visuol, outros
no memório espociol e outros no memório
ouditivo. Tombém otrovés de exercícios
simples pode-se ir desofiondo codo vez
mois o copocidode de memorizor. A
repetiçõo de um número crescente de
polovros, por exemplo, feito com
persistêncio, iró oumentondo
grodoÌivomente este potenciol. Algumos
vezes o memorizoçõo nõo oconÌece
porque nõo houve suficiente
concentroçõo de otençõo no observoçõo
do que se pretende memorizor.
91.
I-o+o de. Revistasewt Q^c.drinhot
DescÃção
ó cortelos de cortolino (21x15 cm) e 3ó
cortelinhos (Zx5 cm) do mesmo moteriol,
contendo figuros de duos revistos em
quodrinhos iguois, colocodos umo no cortelo
e o outro, seu por/ no cortelinho.
Possibili doà.s àe êxplov.úo
r Deixor que o crionço explore livremente poro
descobrir o que pode {ozer com o moteriol.
r Distribuir os corlelos entre os porticipontes.
r Misturor os cor.telinhos e sorteó-los; descrever
o figuro poro que os crionços o locolizem em
suos cortelos.
Observoçõo: os próprios crionços, umo por
vez, poderõo sorteor e descrever os figuros.
A+ividad es C-<implemenlates
+ Jogor como "Jogo de Loto": distribuir os
cortelos entre os porticiponies e ir sorteondo os
cortelinhos. A idenÌificoçõo do figuro dos
cortelinhos com o do cortelo do loto deve ser
feito otrovés de descriçõo verbol do figuro. As
crionços deverõo prestor otençõo no descriçõo
e verificor se olgumo dos figuros do suo cortelo
pode ser o figuro descrito. Codo crionço
poderó sorteor e descrever, ò suo vez.
+ Vence o iogo quem compleior o cortelo primeiro.
À+ividad es Grê{icas
Desenhor umo histório em quodrinhos.
€stimula
Pensomento.
Discriminoçõo de figuros.
Atençõo e concentroçõo.
Linguogem verbol.
Par^a Reflexão
I
Poro porÌicipor do jogo ocimo descrito, o
crionço é obrigodo o concentror o suo
otençõo no discriminoçõo ouditivo. Elo
exercito, ossim, o seu pensomento ouditivo.
Escuto o descriçõo verbol, decodifico o
conteúdo do linguogem e procuro
locolizor, nos figuros de suo cor.telo o
imogem correspondenÌe. O interesse em
identificor figuros poro preencher o corlelo,
foz com que preste muito otençõo;
podonto, porticipondo do iogo, estó
desenvolvendo suo copocidode de
concentror o otençõo. Por outro lodo, o
pensomento visuol tombém estó sendo
exercitodo, no medido em que o crionço
deve discriminor os detolhes do figuro poro
poder identificó-lo. As revistos de histórios
em quodrinhos podem ser tronsformodos
em iogos educotivos bostonie motivodores
considerondo-se o gronde interesse que
essos revistos despertom nos crionços.
ì08
92.
Fc,rrnas I-^ô tc,o,s
€stirnnqla
Desclição
24peços de formos geométricos de popel-
cortõo, ossim distribuídos: dois tomonhos
(gronde e pequeno), três cores (omorelo, ozul e
vermelho), quofro formos (triôngulo, quodrodo,
retôngulo e círculo).
Possibilidades àe êxploração
o Monipulor os peços livremente, descobrindo o
que pode ser feiÌo com elos.
r Formor conluntos por livre escolho e descobrir
quois podem ser os corocterísticos dos
coniuntos (tomonhos, cores e formos).
r Verificor o quontos coniuntos codo peço
pode pertencer.
r Descrever os peços por seus otribuÌos.
o Descrever o peço dizendo o que elo nõo é.
l Encontror peços solìcitodos por dois ou Ìrês otri-
butos. (Exemplo: triôngulo, vermelho, pequeno.)
r Agrupor todos os peços que nõo tenhom
determinodo otributo ou otributos. (Exemplo:
todos que nõo seiom omorelos ou pequenos.)
r Fozer umo seqüêncio de peços em que hoio
openos umo di{erenço de umo peço poro ouÌro.
r Orgonizor umo seqüêncio com determinodo
segredo poro o crionço descobrir. (Exemplo:
w
&
re
re
ffiË '_:/
,ô'
ffiffi:
ffiË=Ti*l
frffi
ffil
Õ
A
n
n
Õ@k
a&&'
NWru
mffire
umo peço gronde e duos verdes ou entõo umo
peço omorelo, ouÌro gronde, ouÌro vermelho.)
Àtividad es &rrrplemenrares
+ Distribuir os peços entre os porticipontes e
determinor quol o regro do iogo. (Exemplo:
peço que tenho openos umo di{erenço com
reloçõo ò outro.) O primeiro iogodor póe
umo peço/ o segundo deveró colocor outro
que tenho openos umo diferenço do onterior,
e ossim por dionte; quem nõo tiver, perde o
vez. Vence quem Ìerminor suos peços primeiro'
Àtividad es otrâficas
Desenhor e colorir umo seqüêncio de formos
geométricos de dois tomonhos e trocó-lo com
um colego poro reproduzir o seqüêncio criodo
por ele.
Pensomenio lógico.
Aquisiçõo de conceiÌos.
Desenvolvimento do linguogem.
Seqüêncio.
Clossificoçõo por mois de um otribuÌo.
Formoçõo de coniuntos.
Os conceìtos sóo construídos criotivomente
pelo inteligêncio humono, nõo fozem porte
do mundo físico e portonto nõo podem ser
fornecidos òs crionços por meio de
linguogem verbol. O corpo e os otividodes
sensoriois sõo fontes de desenvolvimento
do inteligêncio.
r09
93.
uat^teto d. S..lha
€stimulq
Concentroçõo do otençõo.
Observoçõo.
Discriminoçõo visuol.
Noçõo de semelhonço e diferenço.
I
Desc,rição
32 cortos de corÌolino (óx10 cm) com formos
geométricos coloridos, com os seguintes
corocterísticos: todos sõo di{erentes, pois
voriom nos cores (vermelho, verde, ozul e
omorelo), nos formos (quodrodo, círculo,
triôngulo e retôngulo) e nos tomonhos
(gronde, pequeno).
Possibilidades de êxploraúo
r Distribuir seis cor-tos poro codo iogodor e
deixor os que sobrorom virodos poro boixo,
em um monte no meso. Os porticipontes, que
poderõo ser quotro, deverõo formor um
quorteto com codos que tenhom umo
semelhonço. (Exemplo: quotro corìos cujos
figuros seiom vermelhos, ou entõo quotro
cortos cuios figuros selom de tomonho
pequeno/ ou quotro cortos que tenhom
quodrodos etc.) Em codo rododo os
iogodores deverõo pegor umo corto do meso
e dor outro poro o porceiro seguinte. Venceró
o iogo quem conseguir Íormor um quorteto.
r Essos cortos tombém podem ser iogodos
como um dominó, no quol os iogodores
deverõo colocor no seqüêncio do iogo umo
corto que possuo olgumo semelhonço com o
corto onterior. (Exemplo: opós um triôngulo
verde pequeno poderó ser colocodo umo
corÌo com umo outro figuro que seio
pequeno ou verde ou entõo um triôngulo.)
Àtividad es àmplemenlares
+ Pedir oos olunos que completem froses como:
"Eu vi um ônibus ondondo devogor como... "
"Eu vi um goto preto como... "
"Renoto tem um vesÌido ozul como... "
'A suo bluso é bronco como... "
'Aquele popel ero verde com... "
"O homem ero grondõo como um... "
'A menino é lindo como... "
À+ividade-s Orrâfiers
Desenhor coisos que tenhom
olgumo semelhonço.
Brincor com o crìonço é umo formo de
demonsÌror omor por elo. Ao portilhor
umo brincodeiro, estomos volorizondo o
otividode do crionço e, se o relociono-
mento ocontecer sem outoritorismo, esto
seró umo excelente oportunidode poro
elevor o seu outoconceito.
il0
94.
a Pr^i wl.eir^o?
Pensomenio.
Destrezo.
Observoçõo.
Deduçõo.
$
i
Descrigo
Coixode popelõo duro, com quotro furos
redondos no porie superior. Nos loterois forom
recododos portinhos, otrovés dos quois
deverõo soir os bolinhos de gude. 20 gorrofos
de plóstico, dos quois foi retirodo o fundo.
Bolinhos de gude (de vidro) em quonÌidode
iguol ou múltiplo oo número de iogodores.
Possibilidades de êxploraúo
r Colocor o primeiro gorrofo virodo poro boixo
e encoixodo em um dos burocos do coixo.
En{ior os outros gorrofos no mesmo posiçõo,
encoixodos umos nos outros. Codo iogodor
orrumo suos gorrofos de formo o focìlitor o
rologem dos bolinhos, os quois serõo
colocodos no úliimo gorrofo poro rolorem e
soírem pelo porto correspondente.
À+ivida de-ç C-omplementatw
+ Observor olguns móveis do solo, Ìois como
meso/ corteiro, codeiro e oté o louso, e fozer
umo ovolioçõo, imoginondo quontos polmos
terõo no suo lorguro. Medir depois usondo
o mõo espolmodo como medido de
referêncio e onotor quontos polmos os
peços têm de lorguro.
Àtividade-s orrâfias
Desenhor um menino no conto inferior
esquerdo do folho e umo cosinho no conto
superior direito do mesmo folho. Riscor quotro
cominhos poro o menino chegor ò suo coso.
Depois, sobrepor um fio (ou pedoço de linho)
o um troçodo poro medir o distôncio oté ò
cosinho e dor um nó no lugor em que o fio
olconço o coso. Fozer o mesmo coiso com os
outros troçodos e fozer o comporoçõo dos
tomonhos poro descobrir quol é o troçodo
mois curlo.
Poro desenvolver o copocidode de ovolioç
precisomos ontes desenvolver o
copocidode de observor e enriquecer os
possibilidodes de comporoçõo,
oumentondo os referenciois que o crionço
tem. É importonte esïimulor o crionço o
fozer inferêncios e em seguido constotor
suo verocidode. Entretonto, o constotoçõo
deve ser umo descoberto pessool do
crionço poro nõo correr o risco de ter
o conotoçõo negotivo de verificoçõo
de erro, o que provocorio umo
outo-imogem negotivo.
lll
95.
T^do nas àixinhas
Descrição
Coixogronde com muitos coixinhos de
tomonhos bem voriodos, sendo que em codo
umo delos hó um pequeno obieto do tomonho
do coixinho.
Possibil iàaàes àe êxplot,o.flo
r Esvozior todos os coixinhos, misturor os
obietos e voltor o guordó-los, de formo que
nõo fique nenhum foro do coixo.
Àtividad es àmplemenlozs
+ Desenhor, no louso ou no popel, o espoço
que imogino ser o contorno de um
deierminodo obieto e depois colocó-lo em
cimo, dentro do contorno/ poro verificor se o
cólculo foi correto.
+ Escolher umo pequeno coixo e imoginor tudo
o que coberio dentro delo, em seguido,
verificor se reolmente cobe.
Àtividade orrâfìas
Desenhor um quodrodo e verificor quonÌos
outros quodrodos consegue fozer deniro dele;
fozer o mesmo coiso com círculos, iriôngulos
e retôngulos.
A formo como o reolidode é opreendido
pelos indivíduos estó diretomente ligodo
oo nível de desenvolvimento do seu
pensomento. A compreensõo dos fotos e
dos fenômenos tem como bose os
experiêncios vividos onteriormente.
112
96.
5i wr2 SiF]ár,rrN ãor' N ão,,,,
Desc,rição
I
Coixo {echodo conÌendo um obleto.
Possibilidades de êxploraúo
r Esconder um obieto no coixo e pedir oos olunos
que odivinhem o que é, por meio de perguntos
que só poderõo ser respondidos com os polovros
SIM ou NÃO. Venceró quem conseguir odivi-
nhor iozendo o menor número de perguntos'
Àtividad es àmplementanes
+ Seporor três espoços no louso; no primeiro
escrever onimois; no segundo, olimentos e no
terceiro, objetos. Pedir òs crionços que digom
polovros reÍerentes o essos cotegorios e ir
escrevendo os nomes nos espoços correspon-
dentes, mos deixondo livre o meÌode do louso
poro boixo, poro uÌilizor depois, fozendo os
subclosses de codo closse de elementos.
Anolisor com os crionços os corocterísticos de
codo onimol e propor o divisõo dos onimois
em duos subclosses. (Exemplo: onimois de
quotro potos, onimois de duos potos, e subdi-
vidir entõo o espoço reservodo oos onimois e
tornor o escrever seus nomes, clossi{icondo-os
ogoro em suos subclosses.) Fozer o represen-
toçõo grófico esquemótico dos closses e
subclosses. Fozer o mesmo seqüêncio com os
olimentos e obietos, mos subdividindo-os em
três ou quotro subclosses.
À+ividade ottâficr.s
Desenhor umo órvore com três golhos moiores
e colocor golhos menores soindo de codo
golho. Pedir oos olunos que pensem sobre
quois nomes poderiom estor representodos nos
golhos menores.
Para Reflexão
I
As crionços que oindo nõo odquirirom
conceito de closse e subclosse clossificom
os coisos como se fossem duos closses. Por
exemplo: onimois e cochorros. Além do
diflculdode de seporor o obieto físico do
closse mentol o que ele pertence, existe
umo confusõo enfre o nome do obieio e o
nome do closse. A di{iculdode lingüístico ó
um sintomo de imoturidode do penso-
mento. A dificuldode moior é, no verdode,
umo dificuldode de pensomento, de
compreensõo do conceito de closse e
subclosse. A execuçõo de um esquemo
hierórquico em que se coloquem os gron-
des closses ocimo e os subclosses oboixo,
derivondo dos closses, pode focilitor o
compreensõo deste conceito. A eloboro-
çõo do órvore geneológico do fomílio
pode tombém focilitor esse enÌendimento.
lt3
97.
€s+imula
Pensomento.
Criotividode.
lmoginoçõo.
Desenvolvimento do linguogemverbol.
Fluêncio verbol.
Discriminoçõo visuol.
J nv.zrta nào a H istó v^ia
Descrição
3ó fìguros de três tipos de revistos em
quodrinhos, recortodos e colodos em cortolino.
(Exemplo: doze quodrinhos de umo revistinho,
doze quodrinhos de outro e doze quodrinhos
de umo outro.)
Possibil iàade-s àe êxplotu.go
r Selecionor os figuros ogrupondo os
personogens que pertencem ò mesmo revisÌo.
o Crior histórios formondo seqüêncios com os
{iguros em quodrinhos.
r lnventor histórios misiurondo os personogens
de diversos revistos.
r Jogor como '!ogo do Memório", sendo que
o critério poro o Íormoçõo dos pores seró o
de ossocior figuros cuios personogens
pertençom ò mesmo histório.
r Sorteor quotro figuros misturodos e inventor
umo histório com elos.
ÀÌividad es àrrrplemenlanes
+ Recodor quodrinhos de revisÌinhos e color no
coderno, montondo o seqüêncìo de umo
novo histório.
À+ividades otrâfias
Copior os nomes dos personogens dos
histórios em quodrinhos.
Escrever novos textos poro serem colocodos
nos "nuvenzinhos" que contêm os folos
dos personogens.
Conseguir bons resultodos em otividodes
reolizodos é fotor imporìonte no processo
de construçõo de outoconceito positivo.
Emboro o inteligêncio precise ser
desofiodo, o possìbilidode de sotisfoçõo
consigo mesmo tem que ser ossegurodo ò
crionço. Quondo elo se sente copoz,
quondo nõo tem medo de ser repreendido
ou ridiculorizodo, oprende mois porque
orrisco mois. As tentotivos mol sucedidos
nõo devem ser irotodos como erro mos
simplesmente como moìs umo tentotivo
de ocedo.
114
98.
€s+imulq
lmoginoçõo.
Criotividode.
Hobilidode monuol.
Te.ahro d.S,.,mbr^a,s
Descridro
Coixode popelõo duro cuio fundo foi substituído
por umo telo de popel-de-sedo ou popel
monteigo. Poro produzir os sombros, podem ser
utilizodos pequenos obietos ou figuros recoriodos
em cortolino e presos o umo voreto. Atrós do
coixo é colocodo um foco de luz, que pode ser
proveniente de umo velo, de umo lonterno ou de
umo lômpodo de oboiur.
Possibilidades de êxploraúo
I Monipulor os figuros ou os obietos inventondo
ou reproduzindo umo históriq.
r Colocor ob[etos otrós do ïelo e pedir òs crionços
que identifiquem quol é o obieto.
Àtividad e àmplementar.*.
+ Pedir òs crionços que fiquem em pé e
respondom sem polovros, openos com gestos e
expressões fociois, perguntos como:
"O que vocês seniiriom se gonhossem no lolerio?,,
"Como vocês reogiriom se levossem um
gronde susto?"
"E se vocês pisossem num chõo muito quente?,,
"E se o suo biciclelo fosse roubodo?,,
"E se vocês tivessem de pegor umo loronio
numo órvore oho?"
"Como foriom poro nõo serem vistos
por ninguém?"
"E se vocês fossem sorvetes derretendo?,,
"E se vocês fossem monequins de vitrine?,,
AÍividqdes Orrâfias
Desenhor figuros poro serem recortodos e
uÌilizodos no "Teotro de Sombros,,.
il5
O teotro pode lrozer ò tono situoções
significotivos poro os crionços, tonto o
teotro criodo por elos, no quol colocom o
suo próprio moneiro de sentir e interpretor
os reloções com os pessoos e com os
ocontecimentos que os cercom, quonto o
teotro no quol sõo representodos histórios.
As histórios/ os personogens e os
oconiecimentos represeniodos podem fer
um significodo simbólico e focilitor o
compreensõo de situoções vividos pelo
crionço. A vivêncio de diferentes popéis
fovorece o eloboroçõo e o oceitoçõo do
posiçõo de outros pessoos o respeito dos
ocontecimentos. Assistir o umo represen_
toçõo teotrol é um gronde enriquecimento
poro o crionço, principolmente se o temo
for comentodo depois.
99.
Pensomento lógico.
Orientoçõo espociol.
Clossificoçõo.
Composiçõoe decomposiçõo.
Discriminoçõo visuol.
DescÂçâo
Quodrodo de popel-cortõo (30x30 cm) quodri-
culodo de ó em ó cm e plosÌificodo com popel
contocto (ou colo). I ó cortelinhos com quotro
tipos de íormos geométricos, coloridos em
quotro cores diferentes. 4 corÌelinhos contendo
somente o desenho dos formos. 4 cortelinhos
contendo monchos com os quotro cores.
Possibilidades àe êxploração
r Colocor os codelinhos com o desenho simples
dos {ormos geoméÌricos no fileiro de cimo do
quodrodo e os cortelos com os monchos
coloridos no {ileiro loterol esquerdo (o
primeiro quodrodo, o do conÌo esquerdo,
nunco pode ser utilizodo). Colocor os
cortelinhos com os Íormos geométricos
coloridos no quodrodo situodo no encontro
do coluno horizontol, correspondente ò cor do
{iguro, com o coluno verlicol, correspondenÌe
ò formo do figuro. Sorteor umo cortelo com
umo {ormo colorido e colocó-lo num espoço
no quodrodo em bronco, e depois colocor no
primeiro filo horizontol e no primeiro coluno
verÌicol os cortelos correspondentes ò cor e ò
formo representodo no cortelo, fozendo
ossim o operoçõo inverso de decompor o
{iguro colorido.
À+ividad es C.omplementares
+ Desenhor o quodriculodo no louso e colocor
um otributo no linho de cimo e outro no coluno
loÌerol, poro que os crionços digom o que
deveró ser escrito nos quodrodos que represen-
tom o enconiro dos linhos verticois com os
horizontois. Poderõo ser usodos letros (vogois
numo coluno e consoontes no outro), ou
números (unidodes que ìrõo {ormor dezenos).
À+ividades Orrâfias
Utilizondo umo folho de popel em bronco,
fozer o mesmo exercício reolizodo no louso.
Todo clossificoçõo envolve processos de
seleçõo e ogrupomento boseodos em
critérìos determinodos. Antes de poder
clossi{icor o crionço preciso perceber que
existem quolidodes e corocterísticos diferen-
tes e ser copoz de identificó-los. Os quodros
de combinoçóes, Ìombém chomodos
quodros de duplo entrodo, permitem o
clossi{icoçõo cruzodo por dois otributos: um
colocodo no primeiro coluno verticol e outro
no primeiro linho no sentido horizontol. No
encontro dos duos colunos coloco-se o
peço que contém os dois otributos. Foz-se
ossìm o composiçõo de umo novo figuro
que contém os dois elementos indicodos.
ìtó