O documento critica a abordagem da crise econômica em Portugal que se baseia em austeridade e cortes de gastos. Afirma que os mercados financeiros especulativos e irracionais continuam a ditar as políticas, enquanto os salários já são baixos. Defende em alternativa um foco na produção, agricultura, pescas e nova política industrial para gerar exportações e reduzir o défice comercial, em vez de mais cortes nos rendimentos da população.