Sistemas de liberação controlada permitem a liberação prolongada de fármacos no corpo, mantendo concentrações terapêuticas constantes e reduzindo efeitos colaterais. Exemplos incluem lipossomas, niossomas e microcápsulas. Esses sistemas oferecem vantagens como menor número de doses e concentrações constantes de fármacos, porém também apresentam desafios como alto custo e risco de acúmulo de nanopartículas.