O documento analisa o potencial de 1 bilhão de mulheres entrarem no mercado de trabalho em 2020 e o impacto disso na sociedade. Ele classifica 128 países com base em fatores como diferenças salariais e acesso ao crédito, com a Austrália, Noruega e Suécia nos primeiros lugares e o Brasil em 46o. Também discute desafios como trabalho informal e responsabilidades familiares e possíveis soluções como licença parental e flexibilidade de horários.