Lisa D'Alva Sousa Nascimento Costa
Orientador Interno: Dr. Hugo Brancal
Orientador Externo: Dr. Joel Ferraz
Co-orientadora externa: Dra. Rute Almeida
2011
Conjunto de serviços veterinários, humanos e técnicos
para um amplo e variadíssimo conjunto de espécies
exceptuando Canis lupus familiares e Felis silvestris
catus.
Centro de referência vocacionado para consultas de
aconselhamento, profilaxia e tratamento de patologias dos
animais domésticos exóticos e autóctones.
Dr. Joel Ferraz, Dra. Rute Almeida, Dra. Francisca Gonçalvez
o Fluidoterapia e Nutrição, parenteral e enteral;
o Administrações de fármacos diversos, como sendo
antibióticos, anti-inflamatórios, desparasitantes e outros,
principalmente através das vias PO, IM e SC;
o Exame Físico e Monitorização de parâmetros vitais;
o Aconselhamento e atendimento ao cliente;
o Assistência às cirurgias;
o Limpeza, desinfecção e esterilização de material e
instalações;
o Realização de meios complementares de diagnóstico,
como sendo a realização de Rx e respectiva revelação,
esfregaços sanguíneos, análises parasitológicas fecais e
colorações romanowsky.
Estágio de 611 horas, com início no dia 13 de Junho e
término no dia 11 de Setembro de 2011.
Foram assistidos um total de 601 animais no CVEP.
O Mustela putorius furo representou 4% do total dos mamíferos
assistidos no CVEP.
Representou 44% dos Mamíferos assistidos no CVEP
Tosquia Terapêutica
Representou 32% dos Mamíferos assistidos no CVEP
Representou 7% dos Mamíferos assistidos no CVEP
Hipotermia - sob tapete térmico
Representou 4% dos Mamíferos assistidos no CVEP
Centese Abdominal
Representou 3% dos Mamíferos assistidos no CVEP
Sob Anestesia
Representou 2% dos Mamíferos assistidos no CVEP
As espécies com maior representação pertencem à ordem
Chelonioidea, seguidas da ordem Squamata, sub-ordem das
Serpentes, e Lacertilia.
24% de Répteis indicados como Outros (elevado nº de espécies).
Representou 22% dos Répteis assistidos no CVEP
Representou 15% dos Répteis assistidos no CVEP
Representou 14% dos Répteis assistidos no CVEP
Representou 8% dos Répteis assistidos no CVEP
Representou 6% dos Répteis assistidos no CVEP
Representou 6% dos Répteis assistidos no CVEP
Representou 5% dos Répteis assistidos no CVEP
A espécie com maior representatividade foi o passeriforme Serinus
canaria, seguido de espécies de grandes e pequenos psitacídeos.
28% de Aves recebidas indicadas como Outros (elevado nº de
espécies).
Representou 19% das Aves assistidas no CVEP
Massa Aural
Representou 14% das Aves assistidas no CVEP
Fluidoterapia IV
Representou 14% das Aves assistidas no CVEP
Representou 12% das Aves assistidas no CVEP
Representou 9% das Aves assistidas no CVEP
Representou 4% das Aves assistidas no CVEP
Actos Profiláticos: Vacinação, Desparasitação
Actos Estomatologia: Tratamentos Dentários e de Abcessos
Situações de Urgência: Dispneia, Hipo e Hipertermia, Prostração
Severa
Urgência: Anorexia, Desidratação, Fraqueza Generalizada
Actos Profiláticos: Desparasitação
Dermatologia: Dermatites Ulcerativas da Carapaça e Outras
Traumatologia: Fraturas
Actos Profiláticos: Desparasitação
Traumatologia: Alta Susceptibilidade a Acidentes
Dermatologia: Parasitoses, Picacismo, Corte de Voos
Figuras 21 e 22 – Tó e GigiFiguras 21 e 22 – Tó e Gigi
o Ordem dos carnívoros e à família dos mustelídeos.
Presume-se que descendam do Mustela putorius.
o Caça ao coelho, pesquisa biomédica e, animal de
estimação.
o D/L 211/2009 de 3 de Setembro, pela Nº 16 da Portaria
7/2010.
Possuem um corpo tubular longo com membros curtos, medindo em média 44 a 46
cm.
A fórmula vertebral é C7, T15, L5(6), S3, Cd 18 e o crânio é característico de carnívoro
(a apófise zigomática do osso frontal não alcança o osso zigomático).
o Esperança média de vida de 5 a 10 anos.
o Dormem 12 a 16 horas diárias.
o Fêmeas 0,6 a 1 Kg e Machos entre 1 a 2 Kg.
o Alteração sazonal na gordura corporal de 40%,
diminuindo o seu peso no verão e aumentando no
inverno.
o O osso peniano possui uma extremidade curva.
o A vulva, em anestro é uma pequena fenda, enquanto
que em fêmeas hormonalmente activas encontra-se
edemaciada.
o A actividade hormonal é fortemente influenciada por
factores externos como a quantidade de luz diária.
o A ovulação é induzida pelo coito.
o A anemia pós-estro pode ser fatal (toxicidade da medula
óssea, na sequência de elevados níveis crónicos de
estrogénio).
o Os furões são carnívoros e necessitam de uma dieta
adequada, elevada em proteína animal (30 a 40%),
gordura (18 a 30%) e baixa em hidratos de carbono e
fibra.
o A absorção de calorias derivadas de hidratos de carbono
é ineficaz.
o A ingestão de proteínas de origem vegetal pode
provocar cálculos urinários.
o A dieta e água devem estar disponíveis ad libitum.
O apoio do peso do
animal é fundamental
para prevenir lesões na
coluna vertebral e danos
nos fetos das gestantes.
Figura 24 – Contenção do Furão
o Peso, temperatura, mucosas, cavidade oral, pele e pêlo.
o Tempo de repleção capilar.
o Palpação de gânglios linfáticos, baço, bexiga urinária.
o Auscultação cardíaca e respiratória.
Figuras 25, 26 e 27 – Exame Físico
o A temperatura rectal normal é de 37,8º a 40º C.
o A frequência cardíaca é de 180 a 250
batimentos/minuto.
o A frequência respiratória é de 33 a 36
respirações/minuto.
o Vias: veias cefálica, jugular, cava cranial.
o 0,5-1 mL.
o Agulha de 22 a 27 gauge.
Figuras 28, 29 e 30 - Venipunctura da Veia Jugular,
Veia Cefálica e da Veia Cava Cranial.
o Manutenção de fluidos diária de 75 a 100 ml/kg.
o Via de administração SC, BID ou TID.
o 37º C.
o Não possuem antigénios detectáveis de diferentes
grupos sanguíneos.
o Excesso: dispneia, ruídos atípicos respiratórios ou
cardíacos.
o Vírus da Esgana e da Raiva.
o Reacções adversas: monitorização 30 minutos. Sinais
clínicos: vómito, diarreia, hematosquezia, sialorreia e
piréxia.
o Desparasitação semestral acompanhada de exame
coprológico.
No hemisfério cerebral esquerdo observa-se uma imagem com
características hipodensas, de densidade líquida e com uma
dimensão de cerca de 0,8 cm de diâmetro, constando a conclusão
do relatório num quisto sub-aracnóideo volumoso.
A preparação pré-anestésica consiste na sedação, tricotomia,
entubação endotraqueal e monitorização dos parâmetros vitais do
animal.
A língua longa do furão pode ser puxada rostralmente para expor a glote para
entubação endotraqueal. Tubos endotraqueais de 2-4mm podem ser
utilizados, consoante o tamanho do animal. A técnica é semelhante à
utilizada em gatos, podendo ser utilizada anestesia local na glote.
Monitorização pós-cirúrgica Térmica, Fluidoterapia, Oxigenoterapia.
O animal não resistiu ao procedimento, revelando alterações
neurológicas graves na fase de recuperação anestésica.
o É fundamental que o enfermeiro veterinário esteja dotado
de conhecimentos práticos e teóricos acerca das
espécies com que trabalha, nomeadamente, conhecendo
os diversos parâmetros vitais e na identificação de sinais
clínicos.
o O EV deve ainda estar habilitado a realizar a anamnese,
o exame físico do animal e o aconselhamento ao
proprietário acerca do maneio geral.
o Ainda que a área de animais exóticos seja
particularmente distinta, considera-se que tenha ocorrido
uma boa adaptação e que tenham sido cumpridos os
objectivos do estágio curricular em Enfermagem
Veterinária, no CVEP.
 Aristóteles, 2006. História dos Animais I, tradução de Maria de Fátima Sousa e Silva, Imprensa
Nacional-Casa da Moeda, Lisboa.
 Aspinall, V., 2003. Clinical Procedures in Veterinary Nursing, Elsevier.
 Ballard, B. & Rockett, J., 2009. Restraint and Handling for Veterinary Technicians and Assistants,
Delmar.
 Bensignor, E., 2010. “Carnívoros domésticos. El hurón” in: Dermatología de los NAC – Nuevos
Animales de Compañia, Esteve Veterinaria.
 Bixler, H.& Ellis, C., 2004. ”Ferret care and husbandry” in: Vet Clin Exot Anim 7 , 227–255,
Elsevier Saunders.
 Capello, V. & Lennox, A. M. 2008. “The Basics of Radiology” and “Ferret” in: Clinical Radiology of
Exotic Companion Mammals, Wiley-Blackwell, pp. 2-51 and 358-408.
 Carpenter, J. W., 2001. ”Ferrets” in: Exotic Animal Formulary, Elsevier Saunders, pp.447-472.
 Fish, R. E. & al, 2008. Anesthesia and Analgesia in Laboratory Animals, Second Edition,
American College of Laboratory, Animal Medicine Series, Second Edition.
 Fisher, P. G., 2006. “Ferret Behavior” in: Bays, T. B. & al, Exotic Pet Behavior: Birds, Reptiles
and Small Mammals, Saunders.
 Fudge, A. M., 2000. “Rabbit and Ferret Laboratory Medicine” in: Laboratory Medicine – Avian and
Exotic Pets, pp.265-291.
 Johnson-Delaney C., 1996. Exotic Companion Medicine Handbook, Wingers Publishing.
 Judah, V. & Nutall, K., 2008. Exotic Animal Care and Management, Thomson Delmar Learning.
 Lewington, J. H., 2007. Ferret Husbandry, Medicine and Surgery, Second Edition, Saunders
Elsevier.
 Longley, L., 2008. Anaesthesia of Exotic Pets, Saunders Elsevier. Pp. 85-93.
 Mitchell, M. A. & Tully, T. N., 2009. “Ferrets” in: Manual of Exotic Pet Practice, Saunders
Elsevier, pp.345- 373.
 Moore, M., & all, 2000. BSAVA Manual of Veterinary Nursing, BLACKWELL.
 Oglesbee, B. L., 2006. “Ferret” in: The 5-Minute Veterinary Consult – Ferret and Rabbit,
Blackwell Publishing, pp. 2-174.
 O’Malley B., 2005. “Ferrets” by Lewington, J. H. in: Clinical Anatomy and Physiology of Exotic
Species, Elsevier Saunders, pp-257-258.
 O’Malley B., 2007. “Hurones” in: Anatomía Y Fisiología Clínica de Animales Exóticos, Servet, pp.
295-318.
 Paterson, S., 2006. “Skin Diseases and Treatment of Ferret”, by Meredith A. in: Skin Diseases of
Exotic Pets, Blackwell Publishing, pp.204-219.
 Quesenberry, K. E. & Carpenter, J. W., 2003. Ferrets, Rabbits and Rodents, Clinical Medicine
and Surgery, Second Edition, Saunders.
 Rosenthal, K. L., 1998. “Bacterial Infections and Antibiotic Therapy in Small Mammals” in:
Antimicrobial Therapy in Exotics, Vol. 20, No. 3(A), Bayer.
 Rosenthal, K. L., 2008. Rapid Review of Exotic animal medicine and husbandry, Manson
Publishing, London.
 Silverman, S. & Tell, L. A. 2005. “Radiology Equipment and Positioning Techniques” and
“Domestic Ferret (Mustela putorius)” in: Radiology of Rodents, Rabbits, and Ferrets – An Atlas of
Normal Anatomy and Positioning, Elsevier Mosby, pp. 2-8 and 232-289.
 Soto, J. C., 2008. “Mustélidos” in: Atlas Visual de Patologías Dentales y Orales, Servet, pp-431-
438.
 Wanamaker, B. P. & Massey, K. L., 2009. Applied pharmacology for Veterinary Technicians, forth
edition, Saunders.
Apresentação Relatório Estágio Exóticos

Apresentação Relatório Estágio Exóticos

  • 1.
    Lisa D'Alva SousaNascimento Costa Orientador Interno: Dr. Hugo Brancal Orientador Externo: Dr. Joel Ferraz Co-orientadora externa: Dra. Rute Almeida 2011
  • 2.
    Conjunto de serviçosveterinários, humanos e técnicos para um amplo e variadíssimo conjunto de espécies exceptuando Canis lupus familiares e Felis silvestris catus. Centro de referência vocacionado para consultas de aconselhamento, profilaxia e tratamento de patologias dos animais domésticos exóticos e autóctones.
  • 3.
    Dr. Joel Ferraz,Dra. Rute Almeida, Dra. Francisca Gonçalvez
  • 4.
    o Fluidoterapia eNutrição, parenteral e enteral; o Administrações de fármacos diversos, como sendo antibióticos, anti-inflamatórios, desparasitantes e outros, principalmente através das vias PO, IM e SC; o Exame Físico e Monitorização de parâmetros vitais; o Aconselhamento e atendimento ao cliente; o Assistência às cirurgias; o Limpeza, desinfecção e esterilização de material e instalações; o Realização de meios complementares de diagnóstico, como sendo a realização de Rx e respectiva revelação, esfregaços sanguíneos, análises parasitológicas fecais e colorações romanowsky.
  • 5.
    Estágio de 611horas, com início no dia 13 de Junho e término no dia 11 de Setembro de 2011.
  • 6.
    Foram assistidos umtotal de 601 animais no CVEP.
  • 7.
    O Mustela putoriusfuro representou 4% do total dos mamíferos assistidos no CVEP.
  • 8.
    Representou 44% dosMamíferos assistidos no CVEP Tosquia Terapêutica
  • 9.
    Representou 32% dosMamíferos assistidos no CVEP
  • 10.
    Representou 7% dosMamíferos assistidos no CVEP Hipotermia - sob tapete térmico
  • 11.
    Representou 4% dosMamíferos assistidos no CVEP Centese Abdominal
  • 12.
    Representou 3% dosMamíferos assistidos no CVEP Sob Anestesia
  • 13.
    Representou 2% dosMamíferos assistidos no CVEP
  • 14.
    As espécies commaior representação pertencem à ordem Chelonioidea, seguidas da ordem Squamata, sub-ordem das Serpentes, e Lacertilia. 24% de Répteis indicados como Outros (elevado nº de espécies).
  • 15.
    Representou 22% dosRépteis assistidos no CVEP
  • 16.
    Representou 15% dosRépteis assistidos no CVEP
  • 17.
    Representou 14% dosRépteis assistidos no CVEP
  • 18.
    Representou 8% dosRépteis assistidos no CVEP
  • 19.
    Representou 6% dosRépteis assistidos no CVEP
  • 20.
    Representou 6% dosRépteis assistidos no CVEP
  • 21.
    Representou 5% dosRépteis assistidos no CVEP
  • 22.
    A espécie commaior representatividade foi o passeriforme Serinus canaria, seguido de espécies de grandes e pequenos psitacídeos. 28% de Aves recebidas indicadas como Outros (elevado nº de espécies).
  • 23.
    Representou 19% dasAves assistidas no CVEP Massa Aural
  • 24.
    Representou 14% dasAves assistidas no CVEP Fluidoterapia IV
  • 25.
    Representou 14% dasAves assistidas no CVEP
  • 26.
    Representou 12% dasAves assistidas no CVEP
  • 27.
    Representou 9% dasAves assistidas no CVEP
  • 28.
    Representou 4% dasAves assistidas no CVEP
  • 29.
    Actos Profiláticos: Vacinação,Desparasitação Actos Estomatologia: Tratamentos Dentários e de Abcessos Situações de Urgência: Dispneia, Hipo e Hipertermia, Prostração Severa
  • 30.
    Urgência: Anorexia, Desidratação,Fraqueza Generalizada Actos Profiláticos: Desparasitação Dermatologia: Dermatites Ulcerativas da Carapaça e Outras Traumatologia: Fraturas
  • 31.
    Actos Profiláticos: Desparasitação Traumatologia:Alta Susceptibilidade a Acidentes Dermatologia: Parasitoses, Picacismo, Corte de Voos
  • 32.
    Figuras 21 e22 – Tó e GigiFiguras 21 e 22 – Tó e Gigi
  • 33.
    o Ordem doscarnívoros e à família dos mustelídeos. Presume-se que descendam do Mustela putorius. o Caça ao coelho, pesquisa biomédica e, animal de estimação. o D/L 211/2009 de 3 de Setembro, pela Nº 16 da Portaria 7/2010.
  • 34.
    Possuem um corpotubular longo com membros curtos, medindo em média 44 a 46 cm. A fórmula vertebral é C7, T15, L5(6), S3, Cd 18 e o crânio é característico de carnívoro (a apófise zigomática do osso frontal não alcança o osso zigomático).
  • 35.
    o Esperança médiade vida de 5 a 10 anos. o Dormem 12 a 16 horas diárias. o Fêmeas 0,6 a 1 Kg e Machos entre 1 a 2 Kg. o Alteração sazonal na gordura corporal de 40%, diminuindo o seu peso no verão e aumentando no inverno.
  • 36.
    o O ossopeniano possui uma extremidade curva. o A vulva, em anestro é uma pequena fenda, enquanto que em fêmeas hormonalmente activas encontra-se edemaciada. o A actividade hormonal é fortemente influenciada por factores externos como a quantidade de luz diária. o A ovulação é induzida pelo coito. o A anemia pós-estro pode ser fatal (toxicidade da medula óssea, na sequência de elevados níveis crónicos de estrogénio).
  • 37.
    o Os furõessão carnívoros e necessitam de uma dieta adequada, elevada em proteína animal (30 a 40%), gordura (18 a 30%) e baixa em hidratos de carbono e fibra. o A absorção de calorias derivadas de hidratos de carbono é ineficaz. o A ingestão de proteínas de origem vegetal pode provocar cálculos urinários. o A dieta e água devem estar disponíveis ad libitum.
  • 38.
    O apoio dopeso do animal é fundamental para prevenir lesões na coluna vertebral e danos nos fetos das gestantes. Figura 24 – Contenção do Furão
  • 39.
    o Peso, temperatura,mucosas, cavidade oral, pele e pêlo. o Tempo de repleção capilar. o Palpação de gânglios linfáticos, baço, bexiga urinária. o Auscultação cardíaca e respiratória. Figuras 25, 26 e 27 – Exame Físico
  • 40.
    o A temperaturarectal normal é de 37,8º a 40º C. o A frequência cardíaca é de 180 a 250 batimentos/minuto. o A frequência respiratória é de 33 a 36 respirações/minuto.
  • 41.
    o Vias: veiascefálica, jugular, cava cranial. o 0,5-1 mL. o Agulha de 22 a 27 gauge. Figuras 28, 29 e 30 - Venipunctura da Veia Jugular, Veia Cefálica e da Veia Cava Cranial.
  • 42.
    o Manutenção defluidos diária de 75 a 100 ml/kg. o Via de administração SC, BID ou TID. o 37º C. o Não possuem antigénios detectáveis de diferentes grupos sanguíneos. o Excesso: dispneia, ruídos atípicos respiratórios ou cardíacos.
  • 43.
    o Vírus daEsgana e da Raiva. o Reacções adversas: monitorização 30 minutos. Sinais clínicos: vómito, diarreia, hematosquezia, sialorreia e piréxia. o Desparasitação semestral acompanhada de exame coprológico.
  • 45.
    No hemisfério cerebralesquerdo observa-se uma imagem com características hipodensas, de densidade líquida e com uma dimensão de cerca de 0,8 cm de diâmetro, constando a conclusão do relatório num quisto sub-aracnóideo volumoso.
  • 46.
    A preparação pré-anestésicaconsiste na sedação, tricotomia, entubação endotraqueal e monitorização dos parâmetros vitais do animal.
  • 47.
    A língua longado furão pode ser puxada rostralmente para expor a glote para entubação endotraqueal. Tubos endotraqueais de 2-4mm podem ser utilizados, consoante o tamanho do animal. A técnica é semelhante à utilizada em gatos, podendo ser utilizada anestesia local na glote.
  • 53.
    Monitorização pós-cirúrgica Térmica,Fluidoterapia, Oxigenoterapia. O animal não resistiu ao procedimento, revelando alterações neurológicas graves na fase de recuperação anestésica.
  • 54.
    o É fundamentalque o enfermeiro veterinário esteja dotado de conhecimentos práticos e teóricos acerca das espécies com que trabalha, nomeadamente, conhecendo os diversos parâmetros vitais e na identificação de sinais clínicos. o O EV deve ainda estar habilitado a realizar a anamnese, o exame físico do animal e o aconselhamento ao proprietário acerca do maneio geral. o Ainda que a área de animais exóticos seja particularmente distinta, considera-se que tenha ocorrido uma boa adaptação e que tenham sido cumpridos os objectivos do estágio curricular em Enfermagem Veterinária, no CVEP.
  • 55.
     Aristóteles, 2006.História dos Animais I, tradução de Maria de Fátima Sousa e Silva, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Lisboa.  Aspinall, V., 2003. Clinical Procedures in Veterinary Nursing, Elsevier.  Ballard, B. & Rockett, J., 2009. Restraint and Handling for Veterinary Technicians and Assistants, Delmar.  Bensignor, E., 2010. “Carnívoros domésticos. El hurón” in: Dermatología de los NAC – Nuevos Animales de Compañia, Esteve Veterinaria.  Bixler, H.& Ellis, C., 2004. ”Ferret care and husbandry” in: Vet Clin Exot Anim 7 , 227–255, Elsevier Saunders.  Capello, V. & Lennox, A. M. 2008. “The Basics of Radiology” and “Ferret” in: Clinical Radiology of Exotic Companion Mammals, Wiley-Blackwell, pp. 2-51 and 358-408.  Carpenter, J. W., 2001. ”Ferrets” in: Exotic Animal Formulary, Elsevier Saunders, pp.447-472.  Fish, R. E. & al, 2008. Anesthesia and Analgesia in Laboratory Animals, Second Edition, American College of Laboratory, Animal Medicine Series, Second Edition.  Fisher, P. G., 2006. “Ferret Behavior” in: Bays, T. B. & al, Exotic Pet Behavior: Birds, Reptiles and Small Mammals, Saunders.  Fudge, A. M., 2000. “Rabbit and Ferret Laboratory Medicine” in: Laboratory Medicine – Avian and Exotic Pets, pp.265-291.  Johnson-Delaney C., 1996. Exotic Companion Medicine Handbook, Wingers Publishing.  Judah, V. & Nutall, K., 2008. Exotic Animal Care and Management, Thomson Delmar Learning.
  • 56.
     Lewington, J.H., 2007. Ferret Husbandry, Medicine and Surgery, Second Edition, Saunders Elsevier.  Longley, L., 2008. Anaesthesia of Exotic Pets, Saunders Elsevier. Pp. 85-93.  Mitchell, M. A. & Tully, T. N., 2009. “Ferrets” in: Manual of Exotic Pet Practice, Saunders Elsevier, pp.345- 373.  Moore, M., & all, 2000. BSAVA Manual of Veterinary Nursing, BLACKWELL.  Oglesbee, B. L., 2006. “Ferret” in: The 5-Minute Veterinary Consult – Ferret and Rabbit, Blackwell Publishing, pp. 2-174.  O’Malley B., 2005. “Ferrets” by Lewington, J. H. in: Clinical Anatomy and Physiology of Exotic Species, Elsevier Saunders, pp-257-258.  O’Malley B., 2007. “Hurones” in: Anatomía Y Fisiología Clínica de Animales Exóticos, Servet, pp. 295-318.  Paterson, S., 2006. “Skin Diseases and Treatment of Ferret”, by Meredith A. in: Skin Diseases of Exotic Pets, Blackwell Publishing, pp.204-219.
  • 57.
     Quesenberry, K.E. & Carpenter, J. W., 2003. Ferrets, Rabbits and Rodents, Clinical Medicine and Surgery, Second Edition, Saunders.  Rosenthal, K. L., 1998. “Bacterial Infections and Antibiotic Therapy in Small Mammals” in: Antimicrobial Therapy in Exotics, Vol. 20, No. 3(A), Bayer.  Rosenthal, K. L., 2008. Rapid Review of Exotic animal medicine and husbandry, Manson Publishing, London.  Silverman, S. & Tell, L. A. 2005. “Radiology Equipment and Positioning Techniques” and “Domestic Ferret (Mustela putorius)” in: Radiology of Rodents, Rabbits, and Ferrets – An Atlas of Normal Anatomy and Positioning, Elsevier Mosby, pp. 2-8 and 232-289.  Soto, J. C., 2008. “Mustélidos” in: Atlas Visual de Patologías Dentales y Orales, Servet, pp-431- 438.  Wanamaker, B. P. & Massey, K. L., 2009. Applied pharmacology for Veterinary Technicians, forth edition, Saunders.

Notas do Editor

  • #2 O tema deste trabalho..
  • #4 O CVEP recebe inúmeros estagiários, nomeadamente estágios quinzenais do ICBAS. Uma das minhas funções prendeu-se com a organização dos mesmos, a nível de horários e ensinamentos básicos do centro.
  • #5 Como funções principais, é de referir a Fluido…. Prestada aos animais… assim como,,,,
  • #6 …neste gráfico podemos verificar as horas ….. O horário era bastante flexível, permitindo que fossem efectuadas muitas horas, incluindo turnos nocturnos, onde havia a responsabilidade de monitorizar animais em estado crítico.
  • #8 O Mustela putorius furo representou 4% do total dos mamíferos assistidos no CVEP. Podemos verificar que as espécies com maior representatividade nesta classe foram Oryctol e Cavia. De seguida apresentarei uma série de slides que permitem a identificação destas espécies.
  • #15 Relativamente à classe dos répteis, salienta-se a elevada quantidade de espécies, sendo que a fatia de maior percentagem corresponde a espécies com menos de 5% de representatividade nesta classe. Para além disto, as espécies com maior AFLUÊNCIA ao CVEP pertencem à ordem das tartarugas. Seguidas das ordens das serpentes e lagartos.
  • #16 Tartaruga das faces rosadas
  • #17 A pseudemys é identificável através da descontinuidade do desenho na cabeça.
  • #18 As graptemys caracterizam-se pela continuidade do risco na cabeça, genero sobrançelha
  • #19 De % igualmente significativa
  • #23 Nesta classe animal tb se verifica o elevado nº de espécie, como se vê pelos 28% de Aves recebidas indicadas como Outros. A espécie com maior representatividade foi o passeriforme Serinus canaria, seguido de espécies de grandes e pequenos psitacídeos.
  • #24 Passeriforme
  • #25 Psitacídeo
  • #27 Pequeno psitacideo
  • #30 vacinação contra a mixomatose e doença hemorrágica vírica, em Oryctolagus cuniculus e desparasitações nas várias espécies, verificou-se que os actos de estomatologia são a principal casuística nos roedores. possuem dentição de crescimento contínuo,, é comum ocorrer sobrecrescimento dentário, e efectuados tratamentos dentários e de abcessos.
  • #31 A maior percentagem de casuística nos répteis, são as situações de urgência. Nos repteis é comum apenas surgirem sinais clinicos em estados muito avançados de doença e com os animais em estado grave.
  • #34 Lei de Bases Gerais da Caça do Ministério da Agricultura Convenção de Berna
  • #37 A actividade hormonal é fortemente influenciada por ciclos circadianos endógenos, que são influenciados por factores externos como a quantidade de luz diária, temperatura, pressão atmosférica e hormonas, dos quais a luz é o factor mais importante (Mitchell, 2009). Os níveis de melatonina diminuem com o aumento dos dias e é libertada GnRH, provocando a libertação de LH e FSH, que estimulam, por sua vez, a libertação de estrogénio e testerosterona, aumentando o interesse e actividade sexual.
  • #40 No exame físico deve ser observado o animal e feita a anamnese em diálogo com o proprietário. tempo de repleção capilar inferior a 2 segundos. procurando-se anormalidades, assimetrias, corrimentos palpação de gânglios linfáticos para despiste de estados infecciosos e oncológicos. A pele e pêlo devem ser explorados para identificação de parasitas, alopécia e anormalidades.
  • #41 Os valores de referência de maior relevância para o EV na monitorização do furão, a serem mensurados nas situações de internamento, cirurgia e aquando do exame físico em consulta são a temperatura rectal, frequência cardíaca e respiratória.
  • #42 A recolha de sangue pode ser efectuada usando como via as veias cefálica, jugular, safena lateral, cava cranial e da artéria ventral da cauda com uma agulha de 22 a 27 gauge. veia cefálica, o furão é contido com uma mão no pescoço e a outra mão imobilizando o MA, como demonstrado na Figura Relativamente à veia jugular, a contenção é semelhante à de um gato, com os MA extendidos e o pescoço colocado em hiperextensão O coração está obliquo entre as 6ª e 8ª costelas, com o ápice à esquerda. Esta posição caudal cardíaca torna a punção da veia cava cranial uma técnica segura (Figura 11). Para a realização da venipunctura por esta via, o animal deve encontrar-se sob anestesia e em decúbito dorsal e insere-se uma agulha de 25 gauge num ângulo de 30–45° no tórax, entre o manúbrio e a 1ª costela, direccionando a agulha para o MP contrário
  • #43 Durante a hospitalização é importante manter a hidratação A via de administração mais comum é SC, com frequência BID ou TID, no entanto, animais severamente debilitados podem necessitar de fluidoterapia administrada continuamente pelas vias IV ou IO O excesso de fluidoterapia deve ser prevenido, o qual provoca dispneia, ruídos atípicos respiratórios ou cardíacos
  • #44 Rotineiramente vacinados contra.. Vacinas licenciadas para canídeos programa de vacinação recomendado: o EV deve monitorizar o animal durante 30 minutos no que respeita a reacções adversas, e o proprietário aconselhado a vigiar o animal durante 24 horas. Em caso de reacção anafilática, os sinais clinicos são: vómito, diarreia, hematosquezia, hiperémia generalizada, hipersalivação e piréxia. O tratamento da reacção à vacina consiste na administração SC e PO de glicocorticóides, anti-histamínicos e catecolaminas. Em situação de dispneia, pode recorrer-se adicionalmente à oxigenoterapia
  • #45 o Snif compareceu à consulta com sinais clínicos de apatia, prostração, parésia do MPD e massa abdominal à palpação. hemiparésia com défices posturais nos MPD e MAD, os reflexos espinais sem alterações nos MP e MA, sem alterações nos nervos cranianos. O animal ficou internado para recolha de sangue e Rx sob anestesia.
  • #46 De acordo com o relatório emitido desta técnica imagiológica, não se observaram imagens sugestivas de lesões isquémicas, hemorrágicas, os seios perinasais encontravam-se permeáveis e no hemisfério cerebral esquerdo observou-se uma imagem com características hipodensas, de densidade líquida e com uma dimensão de cerca de 0,8 cm de diâmetro, constando a conclusão do relatório num quisto sub-aracnóideo volumoso no hemisfério cerebral esquerdo. O TAC foi realizado através de uma aquisição em modo sequencial com cortes de 2mm de espessura e avanços de 3mm dirigidos à parte cerebral
  • #47 A preparação pré-anestésica consiste na sedação, tricotomia, entubação endotraqueal e monitorização inicial dos parâmetros vitais do animal.
  • #54 O animal não resistiu ao procedimento, revelando alterações neurológicas graves na fase de recuperação anestésica