Curso de Novos Juízes de Basquetebol
REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL
Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de
Basquetebol
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Versão Outubro de 2018
Curso de Novos Juízes de Basquetebol
REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL
PARTE I
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Versão Outubro de 2018
 Jogo disputado por 2 equipas com 5 jogadores cada.
 Jogo controlado pelos árbitros, oficiais de mesa e um comissário se presente.
 O cesto que é atacado por uma equipa é o cesto do adversário e o cesto que é defendido por uma
equipa é o seu próprio cesto.
 Vence a equipa que no final do jogo converteu o maior número de pontos.
REGRA 1 – O jogo (ARTº1 – O Cesto)
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 Superfície plana, dura e livre de obstáculos com 28 x 15m.
 Zona de defesa: Próprio cesto; parte interior da tabela; parte do campo delimitada pela linha final
atrás do seu cesto e as linhas laterais e central.
 Zona de Ataque: Restante espaço do campo.
 Linhas: Marcadas a cor branca ou outra cor contrastante.
 Linhas: com 5cm de largura.
REGRA 2 – Campo e Equipamento (ARTº 2 – O Campo)
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REGRA 2 – Campo e Equipamento (ARTº 2 – O Campo)
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REGRA 2 – Campo e Equipamento (ARTº 2 – O Campo)
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REGRA 2 – Campo e Equipamento (ARTº 2 – O Campo)
 Um semicírculo de não carga ( “Zona de NO CALL”) estará marcado debaixo de cada
cesto.
 A distância, desde o centro do cesto ao interior do semicírculo (pintado no solo), é de
1,25 m.
 Duas pequenas linhas de 15 cm estarão marcadas fora do campo, na linha lateral
oposta à mesa dos oficiais, uma em cada meio-campo.
 A distância destas linhas à linha final mais próxima é de 8,325 m. Serve para reposições
de bola em jogo em situações especificas.
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 Alguns equipamentos a disponibilizar no campo de jogo:
 Tabelas, respetivos suportes, aros com mola, rede e proteções;
 Bolas de Basquetebol;
 Cronómetro de jogo;
 Quadro de marcação;
 Aparelho de 24”;
 Boletim de jogo;
 Placas indicativas das faltas de jogador;
 Sinais indicativos de faltas de equipa;
 Seta de posse de bola alternada.
REGRA 2 – Campo e Equipamento (ARTº 3 – Equipamento)
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Dúvidas
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PARTE II
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 Um elemento de uma equipa está qualificado a jogar quando foi autorizado a jogar por uma equipa segundo os
regulamentos de prova.
 Um elemento de equipa está autorizado a jogar quando está inscrito no boletim de jogo, antes do inicio do jogo
e enquanto não for desqualificado ou tenha cometido 5 faltas.
 Durante o tempo de jogo, um elemento da equipa é:
 Um jogador - Quando está no campo e autorizado a jogar;
 Um substituto – quando está no banco e autorizado a jogar;
 Um jogador excluído, quando cometeu e foi desclassificado por 5 faltas.
 Durante o intervalo de jogo todos os elementos da equipa autorizados a jogar são considerados jogadores.
REGRA 3 – Equipas(ARTº 4 – Equipas)
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 Máximo 12 elementos autorizados a jogar;
 Um treinador e um treinador adjunto ou mais;
 Máximo de 7 acompanhantes com funções específicas;
 5 jogadores no campo de jogo durante o tempo de jogo.
 Um substituto torna-se jogador e um jogador torna-se substituto, quando o árbitro indica ao substituto
que entre no campo de jogo, ou durante um desconto de tempo ou intervalo de jogo, o substituto solicita
substituição ao marcador.
REGRA 3 – Equipas(ARTº 4 – Equipas)
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 Camisola da mesma cor dominante à frente e atrás, com números em ambos os lados;
 Camisolas por dentro dos calções;
 São permitidos equipamentos de uma só peça;
 Meias da mesma cor dominante para todos os elementos da equipa;
 As equipas devem ter dois conjuntos de camisolas;
 Equipa Visitada – Cor clara; Equipa visitante – Cor escura;
 Pode haver troca em caso de acordo;
 Não são permitidos equipamentos que confiram vantagem desleal.
REGRA 3 – Equipas(ARTº 4 – Equipas)
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 Não são permitidas proteções duras ou objetos que causem cortes ou ferimentos; Acessórios para a
cabeça, cabelo e joias; Camisolas pelo interior do equipamento visíveis.
 São permitidas proteções macias; Roupa interior visível abaixo dos calções desde que da mesma
cor dominante dos calções; Mangas de compressão desde que da mesma cor que as camisola; Meias
de compressão, desde que da cor dominante dos calções, terminando sempre acima ou abaixo do
joelho consoante a função; Joelheiras macias; Protetor de nariz; Protetor de boca transparente e
incolor; Óculos que não coloquem em risco os restantes jogadores; Fitas de cabeça com máximo de
5cm de largura monocromáticas; Adesivos transparentes e incolores.
 Todos os acessórios de uma cor dominante e a mesma para toda a equipa. Protecções médicas
(joelhos, cotovelos, nariz...) não são consideradas como acessórios, podendo ser de qualquer cor.
 Não são permitidas publicidades a não ser nas camisolas.
REGRA 3 – Equipas(ARTº 4 – Equipas)
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 Em caso de lesão com a bola viva, os árbitros devem esperar até que a bola fique morta, a equipa com
posse de bola lance ao cesto, ou imobilize a sua ação. Caso seja imperativo parar de imediato os
árbitros podem fazê-lo.
 Se não recuperar em 15 segundos ou receber tratamento por alguém da sua equipa que não os
jogadores em campo, tem de ser substituído.
 Os médicos podem entrar em campo sem autorização do árbitro, caso o tratamento tenha de ser
imediato. Todos os restantes elementos têm de ser autorizados pelo árbitro.
 Um jogador a sangrar tem de ser substituído.
REGRA 3 – Equipas(ARTº 5 – Jogadores: Lesão)
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 Se uma equipa pede desconto de tempo e o jogador recupera neste espaço de tempo e antes do marcador sinalizar a sua
substituição este pode continuar.
 Jogadores do cinco inicial que se lesionem podem ser substituídos. Neste caso a equipa adversária pode efetuar o mesmo
número de alterações.
 Os árbitros devem parar o jogo após a equipa com posse de bola lançar ao cesto ou quando a bola estiver morta.
 Se o jogador não recuperar em cerca de 15 segundos deve ser substituído.
 Exceção: Equipa fica reduzida a menos de 5 jogadores.
 Jogador que esteja a sangrar ou apresente uma ferida aberta tem de ser substituído.
 Exceção: Recupera durante um desconto de tempo, desde que o pedido seja feito antes do substituto entrar em campo.
 Jogadores indicados para o cinco inicial que se lesionem no aquecimento podem ser substituídos. Nesse caso, a equipa
adversária pode substituir o mesmo número de jogadores.
REGRA 3 – Equipas (ARTº 5 – Jogadores: Lesão)
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 Pode dirigir-se ao árbitro de forma cortês para obter informações, com a bola morta e cronómetro de jogo
parado.
 Informar o árbitro no final do jogo e de imediato que pretende protestar o jogo.
 Poderá atuar como treinador caso a equipa não tenha treinador ou este tenha sido desqualificado.
 Em caso de protesto de jogo, deve avisar o árbitro no final do jogo e assinar no local indicado no boletim de
jogo.
REGRA 3 – Equipas (ARTº 6 – Capitão: Deveres e poderes)
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 Entregar 40 minutos antes do inicio de jogo lista de todos os elementos da sua equipa;
 Até 10 minutos antes confirmar os jogadores inscritos no boletim de jogo, designar o cinco inicial
marcando-o no boletim de jogo e rubricar no espaço correspondente. O Ato começa com o treinador da
equipa A.
 Só ao treinador e treinador adjunto e possível ir até junto dos oficiais de mesa obter informações com o jogo
parado e a bola morta.
REGRA 3 – Equipas (ARTº 7 – Treinador: Deveres e poderes)
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 Só o treinador ou o treinador adjunto podem permanecer de pé durante o jogo de forma alternada.
 Informar o árbitro de que o capitão de equipa foi substituído e indicar quem é o novo capitão em campo.
 Designar o executante de lances livres sempre que a regra não o determine.
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REGRA 3 – Equipas (ARTº 7 – Treinador: Deveres e poderes)
Dúvidas
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PARTE III
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DURAÇÃO DO JOGO:
 4 quartos de 10 minutos;
 Intervalo de 20 minutos antes da hora de inicio de jogo;
 Intervalos de 2 minutos entre o 1º e o 2º quarto e entre o 3º e 4º quarto;
 Intervalos de 2 minutos entre o 4º quarto e o prolongamento, bem como entre mais prolongamentos;
 Intervalo de 15 minutos entre o 1º e 2º meio-tempo;
 Se o resultado está empatado no final do 4º quarto, teremos prolongamento(s) de 5 minutos.
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 8 – Tempo de jogo, resultado empatado e períodos suplementares)
INTERVALOS DE JOGO
 Começam:
 20 minutos antes do início do jogo (ou seja o período de “aquecimento” das equipas);
 Quando soa o sinal do cronómetro para o fim de um quarto.
 Acabam:
 1º quarto, quando a bola deixa a(s) mão (s) do árbitro principal na bola ao ar;
 Nos outros quartos, quando a bola está à disposição do jogador para a repor em jogo junto à
linha central.
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 8 – Tempo de jogo, resultado empatado e períodos suplementares)
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INÍCIO DO JOGO:
 O jogo inicia-se com um lançamento de bola ao ar (efetuado pelo árbitro principal) no círculo central do
campo.
 A bola é disputada por 2 jogadores adversários. Todos os outros devem permanecer fora deste círculo.
 No 2º, 3º e 4º quarto o jogo reinicia-se com a posse de bola alternada na linha central.
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 9 – Tempo de jogo, resultado empatado e períodos suplementares)
 1º Quarto – Bola ao ar entre dois saltadores. Inicia-se Quando a bola deixa as mãos do árbitro principal.
 Exemplo:
 Violação na bola ao ar
 2º, 3º, 4º e Prolongamentos. – Reposição por posse bola alternada. Inicia-se quando a bola é posta à
disposição do jogador que vai repor fora de campo.
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 9 – Inicio e fim do período de jogo)
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 O jogo não pode começar sem que as duas equipas tenham 5 jogadores prontos a jogar.
 O tempo máximo de espera para que a equipa apresente 5 jogadores aptos a jogar é de 15’.
 Caso não reúna 5 jogadores prontos a jogar, perde o jogo por falta de comparência e o resultado é de 20 a 0 a favor da
equipa adversária.
 Se no final do tempo de jogo, o resultado ficar empatado, haverá um (ou mais) prolongamento(s) de 5 minutos (cada), até
que o desempate se verifique.
 Entre cada prolongamento haverá um intervalo de 2 minutos.
 As equipas continuam a atacar/defender o(s) mesmo(s) cesto(s) como no 4º quarto de jogo.
 As faltas da equipa num prolongamento são a continuação do 4º quarto (ou seja, vão acumulando).
 O jogo só termina quando se ouvir o sinal do cronometrista, indicando o final do tempo de jogo.
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 9 – Inicio e fim do período de jogo) – referência ao artº20
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 Quando é cometida uma falta coincidente com o final do tempo de jogo:
 Executar os lances livres correspondentes após o fim do tempo de jogo.
 Faltas cometidas durante um intervalo de jogo:
 Lances livres são executados antes do início do próximo quarto de jogo.
 A equipa visitada terá como seu banco de equipa e cesto inicial o que estiver situado à esquerda da
mesa dos oficiais (NOTA: Se as 2 equipas concordarem podem trocar).
 Antes do 1º e 3º quarto cada equipa está autorizada a aquecer na metade do campo onde está o cesto
da equipa adversária.
 Nos prolongamentos as equipas continuam a atacar o mesmo cesto que no 4º quarto.
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REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (NOTAS)
 Bola Viva
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 10 – Estatuto da bola)
 Colocada à disposição de um executante de lances livres;
 Colocada à disposição de um jogador que efectua a reposição de fora de campo.
 Legalmente tocada por um dos saltadores;
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 Bola Morta
 Um cesto de campo é obtido ou lance livre convertido;
 Um árbitro apita quando a bola está viva;
 Entre lance livre quando é evidente que a bola não entra;
 Entre lance livre e uma penalidade posterior.
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 10 – Estatuto da bola)
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 Bola Morta
 Sinal do cronómetro para final do quarto;
 Sinal do aparelho de 24” enquanto uma equipa tem posse de bola;
 Bola no ar após lançamento ao cesto, legalmente tocada depois de apito do árbitro, sinal do
cronómetro ou do aparelho de 24”;
 Entre lance livre concluído e uma penalidade posterior.
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 10 – Estatuto da bola)
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 Bola NÃO fica Morta e os pontos devem ser averbados quando:
 A bola está no ar, num lance livre e um árbitro apita por uma violação cometida por um jogador que não
seja o executante do lance livre;
 Um jogador comete uma falta sobre o seu adversário, enquanto a bola está na posse de um jogador em ato
de lançamento e que completa a sua ação por um movimento contínuo, iniciado antes da falta ter ocorrido.
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 10 – Estatuto da bola)
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 A posição de um jogador é determinada pelo local onde ele toca o solo.
 Enquanto um jogador está no ar devido a um salto, considera-se que mantém a mesma posição que
tinha antes de o efetuar.
Este princípio aplica-se às linhas: Final, central, de 3 pontos, limites da área restritiva e também às que
delimitam as áreas de “no call”.
 A posição de um árbitro é determinada da mesma forma
 Considera-se que quando a bola toca um árbitro, é o mesmo que tocar o local onde ele se encontra.
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 11 – Posição do jogador e do árbitro)
 Uma bola ao ar ocorre no inicio do 1º quarto entre dois adversários no círculo central.
 Nenhum saltador pode agarrar a bola ou tocá-la mais do que duas vezes, até que a mesma
tenha tocado um dos jogadores não saltadores ou o solo.
 Uma bola presa ocorre quando dois ou mais adversários tiverem uma ou ambas as mãos
sobre a bola.
 A equipa que não obtém a posse de bola, na sequência da bola ao ar de inicio de jogo,
começará o processo de posse alternada.
 Nas situações de bola ao ar, as equipas irão repor, alternadamente, no local mais próximo
onde ocorrer a situação de bola ao ar.
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº12 – Bola ao ar e posse alternada)
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 Quando ocorre uma situação de bola ao ar inicia-se o processo de posse de bola alternada.
 Uma situação de bola ao ar ocorre quando:
 Uma bola presa é assinalada;
 Quando a bola sai do campo e os árbitros têm dúvidas a quem pertence;
 Dupla violação no último ou único lance livre;
 Bola presa no suporte do cesto;
 No início de todos os quartos, excepto o primeiro;
 Após o cancelamento de penalidades iguais e mais nenhuma por executar, onde nenhuma das equipas
tinha a posse de bola ou direito a ela, antes da primeira falta ou violação.
 Exemplo: Situações especiais – Bola presa
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº12 – Bola ao ar e posse alternada)
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 A equipa que não ganha a posse de uma bola viva dentro de campo após a bola ao ar inicial, terá direito à
primeira posse de bola alternada.
 A equipa que tem direito à posse alternada inicia o quarto de jogo seguinte com uma reposição de bola
fora do campo no prolongamento da linha central, oposta à mesa dos oficiais.
 Se durante uma posse alternada QUALQUER uma das equipas cometer uma falta:
 Antes do inicio de um quarto (que não o 1º);
 Durante o processo da posse alternada.
NOTA: A EQUIPA que estava a repor a bola em jogo MANTÉM DIREITO À POSSE de BOLA ALTERNADA
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº12 – Bola ao ar e posse alternada)
 Começa quando a bola é posta à disposição do jogador para a reposição.
 Termina quando:
 Toca ou é legalmente tocada dentro de campo por um jogador;
 A equipa que efetua reposição comete violação;
 Na reposição fora de campo a bola fica presa nos suportes do aro.
 NOTAS: A seta é imediatamente invertida quando termina a reposição.
 Sempre que ocorre uma situação de bola presa/posse alternada, a bola deverá ser reposta em jogo no local
mais próximo onde o jogo foi interrompido, exceto debaixo do cesto.
 Quando ocorre uma violação da equipa com direito à posse alternada a seta é imediatamente invertida.
Ou seja:
 A outra equipa repõe a bola em jogo por causa da violação;
 A outra equipa tem direito à bola na próxima situação de posse de bola alternada.
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº12 – Bola ao ar e posse alternada)
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 A bola é somente jogada com as mãos. Pontapear e/ou socar a bola, bem como correr com a bola nas
mãos é considerado violação.
Atenção: tocar acidentalmente a bola com os pés ou as pernas não é violação.
Exemplos:
Violação – Pé na bola – Sinalização
Legal – Bola no pé - Não é violação
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 13 – Como jogar a bola)
 A posse de bola começa quando um jogador dessa equipa a:
 Continua quando:
 Termina quando:
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº14 – Bola ao ar e posse alternada)
 Segura  Dribla  Tem à disposição
 Está a ser passada entre jogadores da mesma equipa
 Um adversário ganha a sua posse
 Lançamento ao cesto ou lance livre
 Fica morta
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 O ato de lançamento começa quando:
 Termina quando:
 Exemplo:
 Ato de lançamento – Início / Fim
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 O jogador inicia um movimento contínuo para a largada da bola
no sentido de marcar cesto
 A bola deixa as mãos do jogador e os dois pés deste regressem
ao solo
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº15 – Jogador em ato de lançamento)
 Um cesto é válido, quando a bola viva entra por cima no cesto e permanece ou passa através dele.
 A bola é considerada dentro do cesto quando a menor parte do seu volume se encontrar no interior do
cesto e abaixo do nível do aro.
 Se um jogador acidentalmente marca um cesto de campo no cesto da sua equipa, os 2 pontos serão
averbados ao capitão em campo da equipa adversária.
 Se um jogador deliberadamente marca um cesto de campo no cesto da sua equipa, comete uma
violação e os pontos serão anulados.
 Valor do Cesto Convertido :
 Lançamento Livre = 1 Ponto
 Cesto de Campo = 2 Pontos
 Cesto de Campo atrás da linha dos 6, 75 m = 3 Pontos
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REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº16 – Cesto: quando é valido e o seu valor)
Finais de tempo de jogo com emoção
 Tem de existir um mínimo de tempo disponível para que um lançamento deste tipo seja válido antes do tempo
expirar.
 Se 0.00.3 segundos estão no mostrador do cronómetro de jogo, é dever dos árbitros determinar se o lançador
largou a bola antes do sinal sonoro ter soado para o final do quarto.
 Se, contudo, 0.00.2 ou 0.00.1 segundos estão no mostrador do cronómetro de jogo, o único tipo de lançamento
de campo válido possível efetuado por um jogador no ar, é fazer um batimento (tapinha) para o cesto ou
afundar directamente a bola.
 Exemplo:
 Último lançamento
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REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº16 – NOTAS)
 O árbitro deve entregar ou colocar a bola à disposição do jogador que vai efetuar a sua reposição em jogo de
fora de campo.
 Também pode lançar a bola ou passa-la desde que:
 O árbitro não esteja a mais de 4 (quatro) metros do jogador que vai efetuar a reposição da bola de fora de
campo;
 O jogador que vai repor a bola esteja no local correto designado pelo árbitro.
 Sempre que a bola entre no cesto, mas o cesto de campo ou o lance livre não é válido, a consequente
reposição da bola em jogo de fora de campo deve ser no prolongamento da linha de lance livre.
 A seguir a uma falta pessoal cometida por um jogador da equipa que tem a posse de bola viva (= falta
“atacante”), a consequente reposição deve ser feita no local mais próximo onde ocorreu a falta.
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REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 17 – Reposição de bola fora de campo)
 O jogador que efetua a reposição da bola de fora de campo não pode:
 Consumir mais de cinco (5) segundos antes de largar a bola;
 Entrar no campo de jogo enquanto tem a bola nas mãos;
 Fazer com que a bola saia do campo, após esta ter sido largada na sua reposição de fora de campo;
 Tocar a bola no campo de jogo, antes que esta seja tocada por outro jogador;
 Fazer com que a bola entre directamente no cesto;
 Antes de largar a bola, deslocar-se lateralmente, numa ou em ambas as direções, mais do que o total de
um (1) metro, a partir do local indicado pelo árbitro.
Contudo, é permitido deslocar-se para trás, perpendicularmente à linha, tanto quanto as circunstâncias o
permitam.
 Os outros jogadores não podem colocar-se a menos de um (1) metro do jogador que efetua a
reposição da bola de fora de campo, quando o espaço livre, no exterior do campo de jogo, no local de
reposição é inferior a dois (2) metros da linha limite.
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REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 17 – Reposição de bola fora de campo)
 Um desconto de tempo tem a duração de 1minuto, e termina quando o árbitro faz sinal para que as equipas
retornem ao campo de jogo.
 Oportunidade de desconto de tempo:
 Após cesto de campo para a equipa que sofre cesto;
 Quando a bola fica morta o cronómetro de jogo parado e o árbitro terminou a sua comunicação com a
mesa dos oficiais;
 Sempre que o cronómetro de jogo estiver parado, com exceção dos dois últimos minutos do 4.º quarto ou
prolongamentos;
 Após a execução de lances livre antes da bola ser posta à disposição do jogador repositor da bola em
jogo.
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REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 18 – Descontos de Tempo)
 Cada equipa tem direito no 1º meio-tempo (1º e 2º quarto) a 2 (dois) descontos de tempo (DT);
 No 2º meio tempo (3º e 4º quarto) cada equipa tem direito a 3 (três) descontos de tempo (DT).
 Todos os descontos de tempo podem ser pedidos pelo Treinador ou Treinador Adjunto.
 O DT Começa quando o árbitro apita e faz sinal o sinal de desconto de tempo.
 O DT Termina quando o árbitro apita e faz sinal às equipas para regressarem ao campo de jogo.
 Em cada prolongamento cada equipa tem direito a 1 (um) desconto de tempo (DT).
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REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 18 – Descontos de Tempo)
 Durante os 2 últimos minutos do 4º quarto do jogo ou de qualquer prolongamento e depois de um
desconto de tempo concedido à equipa que tem direito à reposição de bola na sua zona de defesa,
 O treinador da sua equipa pode fazer opção para:
 A reposição ser administrada pela linha de reposição situada na zona de ataque dessa equipa e
na linha lateral oposta à mesa dos oficiais, ou
 Manter a reposição pelo local inicial onde a bola deveria ser reposta.
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REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 18 – Descontos de Tempo)
Um desconto de tempo não é concedido à equipa que marcou um cesto de campo, (…) nos últimos dois (2)
minutos de jogo do 4º quarto ou de cada prolongamento, a não ser que:
 Um árbitro interrompa o jogo, apitando;
 A equipa que sofreu o cesto de campo solicite um desconto de tempo ou substituição.
NOTA: Nesse caso a equipa que marcou o cesto também poderá ter direito a desconto de tempo ou
substituição
 Não se podem acumular descontos de tempo não utilizados para os períodos seguintes.
 Um pedido de um desconto de tempo só pode ser anulado antes de soar o sinal do marcador (“buzina”)
para este pedido.
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REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 18 – Descontos de Tempo - NOTAS)
 Oportunidade de substituição :
 Sempre que o cronómetro de jogo estiver parado, com exceção dos dois últimos minutos do 4.º quarto ou
prolongamentos.
 Após a execução de lances livre antes da bola ser posta à disposição do jogador repositor da bola em jogo.
 Nos dois últimos minutos do 4º quarto, ou do prolongamento para a equipa que sofre cesto.
 Um jogador que se torna substituto e um substituto que se torna jogador, não podem respectivamente voltar a
entrar no jogo, sem que o cronómetro tenha sido accionado, excepto se o jogador entrar devido a erro corrigível
ou a equipa tem menos de 5 jogadores.
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REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 19 – Substituições)
 Oportunidade de substituição :
 Se uma substituição é solicitada, durante um desconto de tempo ou durante um intervalo de jogo, o
substituto deve informar o marcador antes de entrar no campo de jogo;
 Está lesionado;
 Cometeu a sua 5ª falta;
 Foi desqualificado.
NOTA: Nestas situações, os lances livres têm de ser executados pelo seu substituto, que só pode ser
substituído depois de ter jogado e o cronómetro de jogo ter andado.
 Não é permitida uma substituição à equipa, que marcou um cesto de campo nos últimos dois (2) minutos de
jogo do 4º quarto ou de cada prolongamento, a não ser que:
 Um árbitro interrompa o jogo apitando;
 A equipa que sofreu o cesto de campo solicite um desconto de tempo ou uma substituição.
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REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 19 – Substituições)
 Uma equipa perde o jogo por falta de comparência se:
 15 minutos após a hora marcada para o início do jogo não apresenta 5 jogadores equipados e prontos a
jogar;
 As suas acções impedem que o jogo se dispute;
 Recusa-se a jogar após o árbitro ter dado instruções para esta o fazer.
 A penalidade consiste em atribuir a vitória por 20 a 0 à equipa adversária.
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50
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº20 – Jogo Perdido por Falta de Comparência)
 Uma equipa perde o jogo por exclusão se:
 Durante o decorrer do jogo fica reduzida a menos de 2 jogadores no campo de jogo aptos a jogar.
 A penalidade consiste em atribuir a vitória à equipa adversária pelo resultado que se verificar na momento
caso esta esteja a vencer.
 Caso a equipa adversária esteja a perder o resultado é de 2 a 0.
Conselho de Arbitragem
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51
REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº21 – Jogo Perdido por Exclusão)
Dúvidas
Conselho de Arbitragem
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52
Curso de Novos Juízes de Basquetebol
REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL
PARTE IV
Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de
Basquetebol
53
Versão Outubro de 2018
 Em relação à bola:
 Não é permitido correr com a bola na mão;
 Não é permitido driblar com as duas mãos ao mesmo tempo ou uma segunda vez após o término do seu
primeiro drible.
 Em relação ao jogador e bola fora do campo, a bola está fora quanto toca:
 Um jogador ou qualquer outra pessoa esteja fora do campo com bola ;
 O solo ou qualquer objeto que esteja por cima, sobre ou fora das linhas limites;
 Os suportes ou a parte posterior da tabela, ou qualquer objecto por cima do campo de jogo.
 Não é permitido ao jogador pisar a linha de lance livre durante a execução do mesmo.
 Não é permitido permanecer mais de 3" (segundos) na área restritiva adversária.
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54
REGRA 5 – Violações - (ARTº 22 a 31 – Violações)
DRIBLES:
 O jogador que acidentalmente, perde e recupera a posse de bola viva no campo de jogo, é considerado um
toque inseguro.
 Não são considerados Dribles:
 Sucessivas tentativas para obter um cesto de campo;
 Toque inseguro na bola no início ou no final do drible (Fumble);
 Tentativas para ganhar a posse de bola, tocando-a para a afastar do alcance dos outros jogadores que a
disputam;
 Tocar a bola para a tirar da posse de outro jogador;
 Interceção de um passe e recuperação da posse de bola;
 Passar a bola de mão para mão, permitindo que ela fique imobilizada antes de tocar o solo, desde que não
seja violada a regra dos “passos”;
 Lançar a bola contra a tabela e obter de novo a posse da bola.
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55
REGRA 5 – Violações - (ARTº 24– Drible)
Conselho de Arbitragem
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56
REGRA 5 – Violações - (ARTº 24 – Drible)
DRIBLES:
 Um jogador não pode driblar uma 2.ª vez, se não houve:
 Um lançamento ao cesto;
 Um toque na bola por parte de um adversário;
 Um passe ou toque inseguro com a bola a tocar ou a ser tocada por outro jogador.
 Exemplo:
Violação - Transporte de bola
Sinalização de violação por Dribles
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REGRA 5 – Violações
Conselho de Arbitragem
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58
PASSOS:
 Passos é um movimento ilegal de um ou de ambos os pés em qualquer direção, enquanto se segura uma
bola viva no campo de jogo.
 Rotação é o movimento legal de um jogador que segurando uma bola viva no campo de jogo, desloca o
mesmo pé uma ou mais vezes em qualquer direção, enquanto mantém o outro pé, chamado de pé eixo (pivot),
no seu ponto de contato com o solo.
 Exemplo:
Violação – Passos – Paragem no drible
Violação – Passos no final do drible
REGRA 5 – Violações - (ARTº 25 – Regra dos apoios)
Conselho de Arbitragem
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59
PASSOS:
 Qual o meu pé eixo?
 Se o jogador tem os dois pés no solo:
 No momento em que levanta um pé o outro torna-se no pé eixo.
 Se o jogador se movimenta ou dribla:
 Se um pé está em contacto com o solo, esse pé torna-se pé eixo;
 Se nenhum pé está em contacto com o solo (ou seja está no ar): quando o jogador tocar o solo com os
dois pés, no momento em que um deles é levantado o outro torna-se no pé eixo;
 Se nenhum pé está em contacto com o solo e o jogador toca o solo com um pé, então esse pé torna-se
no pé eixo. Se o jogador salta com este pé e, simultaneamente, toca o solo com ambos, então nenhum
deles pode ser considerado pé eixo.
 Exemplo: Violação - Passos no arranque em drible
REGRA 5 – Violações - (ARTº 25 – Regra dos apoios)
Conselho de Arbitragem
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60
PASSOS:
 Se o jogador agarra a bola, enquanto em progressão, ou após concluir um drible, pode dar 2 passos para parar, passar ou
lançar a bola:
 Se receber a bola, o jogador deve largá-la para iniciar o drible antes do seu 2.º passo;
 O 1.º passo ocorre quando um pé ou ambos tocam o solo após ganhar a posse de bola;
 O 2.º passo ocorre após o 1.º, quando o outro pé toca o solo ou ambos os pés tocam o solo simultâneamente;
 Se um jogador chega ao solo com um pé primeiro, apenas pode rodar usando esse pé como pé eixo;
 Se um jogador salta sobre um pé no seu 1.º passo, pode regressar ao solo com ambos os pés simultaneamente para
o seu 2.º passo. Nesta situação, o jogador não pode rodar com qualquer pé;
 Um jogador não pode tocar o solo consecutivamente com o mesmo pé ou ambos os pés, após terminar o seu drible
ou ganhar a posse de bola.
 Exemplos: ( em atualização )
REGRA 5 – Violações - (ARTº 25 – Regra dos apoios)
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Passos:
 Com a bola nas mãos o que se pode fazer?
 Se tem os dois pés no solo:
 Ao iniciar um drible o pé eixo não pode ser levantado antes de a bola deixar a(s) sua(s) mão(s);
 Num passe ou num lançamento ao cesto, o jogador pode levantar o pé eixo mas nenhum dos pés pode
regressar ao solo antes de a bola deixar a(s) sua(s)mão(s).
REGRA 5 – Violações - (ARTº 25 – Regra dos apoios)
Passos:
 Se se movimenta:
 Num passe ou num lançamento ao cesto, o jogador pode saltar sobre um pé ou sobre os dois
simultaneamente. Depois disto, nenhum dos pés pode regressar ao solo antes de a bola deixar a(s) sua(s)
mão(s).
 Exemplos:
Violação - Passos do poste
 Ao iniciar um drible o pé eixo não pode ser levantado antes de a bola ter deixado a(s) sua(s) mão(s).
Violação - Passos no arranque em drible
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Basquetebol
62
REGRA 5 – Violações - (ARTº 25 – Regra dos apoios)
Sinalização violação por Passos
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63
REGRA 5 – Violações
Violação de 3 segundos
 Um jogador não pode permanecer mais de três segundos na área restritiva da equipa adversária, a partir do momento em
que a sua equipa está de posse de bola na sua zona de ataque e o cronómetro de jogo estiver a andar.
 O árbitro não deve assinalar esta violação quando um jogador passou acidentalmente na área restritiva ou “não tenha
participado directamente” na ação que se está a desenvolver.
 Uma tolerância é admitida ao jogador que:
 Faz uma tentativa para sair da área restritiva;
 Está na área restritiva, quando ele ou um seu colega de equipa, está em ato de lançamento e a bola está a sair ou
acabou de sair da(s) mão(s) do lançador;
 Está na área restritiva há menos de três (3) segundos, dribla para lançar ao cesto;
 Para que seja considerado fora da área restritiva, um jogador deve ter os dois pés no solo fora da referida área.
 Exemplo: Legal – Não é Violação de 3 segundos
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REGRA 5 – Violações - (ARTº 26 – 3 segundos)
64
Violação de 5 segundos
 Deve ser assinalada violação quando um jogador, de posse de bola e estreitamente marcado (= a cerca de 1
metro de distancia e em posição ativa de defesa), não realiza um passe, não dribla ou não lança ao cesto no
prazo de 5 segundos.
Violação de 8 segundos.
Sempre que:
 Uma equipa ganhar a posse de bola na sua zona de defesa,
 Numa reposição de fora de campo, a bola toca ou é tocada na sua zona de defesa por um jogador da equipa
de posse de bola,
então essa equipa tem 8 segundos para a transportar para a sua zona de ataque.
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REGRA 5 – Violações - (ARTº 27 – Jogador estreitamente marcado)
REGRA 5 – Violações - (ARTº 28 – 8 segundos)
Violação de 8 segundos
A bola está na zona de ataque QUANDO:
 Toca a zona de ataque sem estar a ser controlada por um jogador;
 Toca um árbitro, que tem parte do seu corpo em contacto com a zona de ataque da equipa de posse de bola;
 Toca um jogador atacante que tem ambos os pés em contacto com a sua zona de ataque;
 Toca um jogador defensor que tem parte do seu corpo em contacto com a sua zona de defesa;
 Num drible da zona de defesa para a zona de ataque, ambos os pés do driblador e a bola estão em contacto
com a zona de ataque da equipa de posse de bola.
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REGRA 5 – Violações - (ARTº 28 – 8 segundos)
 A contagem de 8 segundos mantém-se em consequência de:
 A bola ter saído por uma das linhas limite e a mesma equipa a vai repor em jogo;
 Um jogador da mesma equipa ter sofrido um acidente e o jogo foi interrompido para o assistir;
 Uma situação de bola ao ar e a mesma equipa vai repor a bola em jogo;
 Uma falta dupla e a mesma equipa vai repor a bola em jogo;
 Cancelamento de penalidades iguais contra as duas equipas.
 Se é assinalada violação de 8 segundos, então a equipa adversaria terá o direito de a repor em jogo na sua
zona de ataque.
 Exemplo:
 Violação – 8 segundos
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REGRA 5 – Violações - (ARTº 28 – 8 segundos)
Sinalização de violação de 3, 5 e 8 segundos
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REGRA 5 – Violações
Violação de 24 segundos
 Sempre que:
 Um jogador ganhe a posse de uma bola viva no campo de jogo,
 Numa reposição de fora de campo, a bola toca ou é legalmente tocada por um jogador dentro de campo e
a sua equipa mantem a posse de bola,
então essa equipa tem de efectuar uma tentativa de lançamento ao cesto dentro de vinte e quatro (24)
segundos.
 Para que haja um lançamento ao cesto dentro dos 24 segundos:
 A bola tem de deixar a(s) mão(s) do jogador, antes de soar o sinal do aparelho de vinte e quatro
segundos e
 Depois de a bola deixar a(s) mão(s) do jogador, esta tem de tocar o aro ou entrar no cesto.
 Exemplo: Violação de 24 segundos
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REGRA 5 – Violações - (ARTº 29 – 24 segundos)
Violação de 24 segundos
 E se soa a buzina dos 24 segundos já com a bola no ar ???
 Se a bola entra no cesto, não ocorreu violação, o sinal será desprezado e o cesto conta.
 Se a bola toca o aro mas não entra no cesto, não ocorreu violação, o sinal será desprezado e o jogo deve
continuar.
 Se a bola bate na tabela (mas não no aro) ou falha o aro, ocorre violação, a não ser que os adversários ganhem
imediata e claramente a posse de bola.
 Neste último caso o sinal será desprezado e o jogo deve continuar, pois os adversários ficaram de posse da bola.
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REGRA 5 – Violações - (ARTº 29 – 24 segundos)
 Se um árbitro apita por causa de uma falta ou violação (não numa situação em que a bola saiu fora dos limites
do campo) cometida pela equipa que não está em controlo da bola e se dá a bola à mesma equipa que tinha o
controlo da mesma na sua zona de ataque, o aparelho dos 24 segundos é reiniciado da seguinte forma:
 Se o aparelho dos 24 segundos mostra 14 segundos ou mais no momento em que o jogo é interrompido,
o aparelho dos 24 segundos não deve ser reiniciado e a contagem continuará com o tempo que restava
no momento da interrupção;
 Se o aparelho dos 24 segundos mostra 13 segundos ou menos no momento em que o jogo é
interrompido, o aparelho dos 24 segundos deve ser recolocado nos 14 segundos;
 Se o jogo é interrompido por uma falta ou violação (não numa situação em que a bola saiu fora dos
limites do campo) causado pela equipa defensora e se dá a bola à equipa atacante na sua zona de
defesa, então o aparelho de deverá voltar aos 24 segundos.
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REGRA 5 – Violações - (ARTº 29 – 24 segundos)
Sinalização de violação de 24 segundos
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REGRA 5 – Violações
REGRESSO DA BOLA À ZONA DE DEFESA
 É violação quando um jogador que se encontra na sua zona de ataque, promove a ida da bola para a sua
zona de defesa.
A reposição é feita por um jogador da equipa adversária, no local mais próximo da violação.
 A bola regressa ilegalmente à zona de defesa de uma equipa de posse de bola quando:
 Toca a zona de defesa dessa equipa;
 Toca um árbitro que tem parte do seu corpo em contacto com a zona de defesa dessa equipa;
 Toca ou é tocada um jogador atacante que tem parte do seu corpo em contacto com a sua zona de
defesa.
 No entanto, tal não se aplica a um jogador que salta da sua zona de ataque, estabelece uma nova posse
de bola da equipa enquanto está ainda no ar e, então, pousa na zona de defesa da sua equipa.
 Exemplo: Violação – Regresso ilegal à zona de defesa
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REGRA 5 – Violações - (ARTº 30 – Regresso da bola à zona de defesa)
Sinalização de violação por regresso da bola à zona de defesa
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74
REGRA 5 – Violações
 Um lançamento ao cesto ou lance livre:
 Começa, quando a bola deixa a(s) mão(s) de um jogador que está em ato de lançamento.
 Termina, quando a bola:
 Entra diretamente no cesto por cima e permanece ou passa através dele;
 Não tem possibilidade de entrar no cesto;
 Toca o aro;
 Toca o solo;
 Fica morta.
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REGRA 5 – Violações - (ARTº 31– Interferência no lançamento e intervenção ilegal sobre a bola)
INTERVENÇÃO SOBRE A BOLA
 Há intervenção sobre a bola quando:
 A bola está em contacto com o aro e um jogador toca o cesto ou a tabela;
 Um jogador introduz um braço por baixo do cesto e toca a bola;
 A bola está dentro do cesto e um jogador defensor toca a bola ou o cesto, impedindo que aquela
passe através deste;
 Um jogador defensor ou atacante faz vibrar a tabela ou o aro de forma que, no entender de um
árbitro, a bola tenha sido impedida de entrar no cesto;
 Um jogador agarra o cesto para jogar a bola. Isto também é válido após a bola ter batido no aro.
 Aplica-se também em lançamentos após o árbitro ter apitado e após ter soado o sinal do cronómetro de
jogo para fim de um período.
 Exemplos:
Violação – Intervenção – Puxar a rede
Violação – Intervenção – Puxar o aro
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REGRA 5 – Violações - (ARTº 31– Interferência no lançamento e intervenção ilegal sobre a bola)
INTERFERÊNCIA NO LANÇAMENTO
 Existe interferência num lançamento ao cesto (“goaltending”) se um jogador toca a bola quando esta
se encontra acima do nível do aro e:
 Ela está no seu percurso descendente;
 Depois de a bola ter tocado na tabela;
 Antes de tocar o aro (num lance livre).
 Exemplos:
Violação - Interferência no lance-livre
Legal - Não interferência - bola a subir
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REGRA 5 – Violações - (ARTº 31– Interferência no lançamento e intervenção ilegal sobre a bola)
Dúvidas
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Curso de Novos Juízes de Basquetebol
REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL
PARTE V
Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de
Basquetebol
79
Versão Outubro de 2018
FALTAS
REGRA:
 Uma falta é uma infração às regras referente ao contacto ilegal com um adversário e/ou comportamento
antidesportivo.
 Um qualquer número de faltas pode ser assinalado a uma equipa.
 Cada falta sancionada deve ser averbada ao infrator no boletim de jogo e penalizada em conformidade.
Conselho de Arbitragem
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80
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 32–Faltas)
Faltas Pessoais
Faltas Antidesportivas
Faltas Técnicas
Faltas Desqualificantes
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81
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 32–Faltas)
TIPO de FALTAS
FALTA PESSOAL
 Um jogador não deve obstruir, agarrar carregar ou rasteirar um adversário ou impedir a sua progressão
estendendo os braços, utilizando ombros, quadris ou joelhos, incluindo o corpo para uma posição diferente
da normal, ou ainda utilizar métodos violentos.
 Se acontecer qualquer contacto pessoal que dê vantagem a um jogador e que não esteja previsto nas
regras do jogo, deve ser assinalada falta ao jogador que provocou esse contacto.
Conselho de Arbitragem
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82
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 32–Faltas)
Princípio do cilindro
 O princípio do cilindro é definido como o espaço de um cilindro imaginário ocupado por um jogador no solo.
 Compreende o espaço acima do jogador assim delimitado:
 À frente, pelas palmas das mãos;
 Na retaguarda, pelas ancas e
 Nos lados, pela parte exterior dos braços e das pernas.
 A distância entre os pés de um jogador deverá ser proporcional à sua altura.
 As mãos e os braços de um jogador podem ser estendidas à frente do tronco, não ultrapassando a posição
dos pés.
Conselho de Arbitragem
Federação Portuguesa de Basquetebol
83
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
Conselho de Arbitragem
Federação Portuguesa de Basquetebol
84
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
Princípio da verticalidade
 Num jogo, cada jogador tem o direito de ocupar qualquer posição (cilindro), no campo de jogo, que não esteja
já ocupada por um adversário.
 Assim que um jogador abandona a sua posição vertical (cilindro) e ocorra um contacto com o corpo de um
adversário, que já tinha estabelecido a sua própria posição vertical, o jogador que abandonou o seu cilindro é
o responsável pelo contacto.
 O jogador defensor não tem de ser penalizado por abandonar, verticalmente, o solo (dentro do seu cilindro)
ou por ter estendido, para cima, as mãos ou os braços no interior do seu cilindro.
Conselho de Arbitragem
Federação Portuguesa de Basquetebol
85
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
Posição legal de defesa
 Um jogador defensor estabelece uma posição legal de defesa quando:
 Está de frente para o seu adversário e
 Tem ambos os pés no solo.
 A posição legal de defesa estende-se verticalmente acima do jogador defensor (cilindro), do solo até ao teto.
 O defensor pode elevar, na vertical, os seus braços e mãos acima da cabeça ou saltar mantendo a posição
vertical no interior do cilindro imaginário.
Conselho de Arbitragem
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86
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
Defesa ao jogador com posse de bola
 Quando se defende um jogador com posse de bola (que a segura ou dribla), os elementos de tempo e
distância não se aplicam.
 O jogador defensor tem de estabelecer uma posição legal de defesa inicial, evitando provocar contacto com o
corpo antes de estabelecer a sua posição.
 Uma vez que o jogador defensor tenha estabelecido uma posição legal de defesa, pode deslocar-se para
defender o seu adversário, mas não pode estender os braços, ombros, mover as ancas ou pernas, causando
contacto, para impedir o driblador de passar.
Conselho de Arbitragem
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87
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
Quem é que fez falta???
 Para julgar uma situação de obstrução ou de passagem em força envolvendo um jogador com bola, um
árbitro deve seguir os princípios seguintes:
 O jogador defensor deve estabelecer uma posição legal de defesa inicial de frente para o jogador com
bola e com os dois pés no solo;
 O jogador defensor pode permanecer imóvel, saltar verticalmente ou deslocar-se lateralmente ou para
trás com o objetivo de manter a posição legal de defesa inicial;
 O contacto tem de ocorrer no torso (tronco). Neste caso, considera-se que o jogador defensor deverá
ter chegado primeiro ao local onde ocorreu o contacto;
 Tendo estabelecido uma posição legal de defesa, o jogador defensor pode rodar no interior do seu
cilindro a fim de amortecer o choque ou evitar um acidente.
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88
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
Defesa ao jogador sem posse de bola
 Um jogador que não tem posse de bola, tem o direito de se movimentar livremente no campo de jogo e
tomar qualquer posição ainda não ocupada por outro jogador.
 Na defesa a um jogador sem posse de bola, os elementos de tempo e distância devem ser aplicados.
Um jogador defensor não pode ocupar uma posição tão perto e/ou tão rápida no caminho de um
adversário em movimento, se este não tiver tempo ou distância suficiente para parar ou mudar de direção.
 A distância é directamente proporcional à velocidade do adversário, nunca menos de um (1) nem mais do
que dois (2) passos normais.
 Se um jogador defensor não respeita os elementos de tempo e distância, (…)e ocorrer um contacto com
um adversário, ele é o responsável pelo contacto.
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89
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
Jogador que está no ar
 Um jogador que saltou de um local do campo de jogo tem o direito de:
 Regressar ao solo no mesmo local;
 Regressar ao solo noutro local do campo de jogo, desde que o caminho directo entre o local de salto e o
de queda, incluindo este, não esteja ocupado por um adversário no momento em que deixa o solo.
 Um jogador não pode mover-se no caminho de um adversário, depois de este estar no ar devido a um salto.
 Colocar-se debaixo de um jogador que está no ar e provocar um contacto, é, normalmente, uma falta
antidesportiva.
 Se um jogador saltar e ao cair provocar contacto com um adversário que havia estabelecido uma posição
legal de defesa, próxima do ponto de queda, a responsabilidade do contacto é do saltador (atacante).
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90
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
Bloqueio: legal e ilegal
 Bloqueio é uma tentativa de atrasar ou impedir um adversário, sem posse de bola, de obter uma posição
desejada no campo de jogo.
 O bloqueio é legal, quando o jogador que bloqueia o adversário:
 Está parado (no interior do seu cilindro) quando ocorre o contacto;
 Tem os dois pés no solo quando ocorre o contacto.
 O bloqueio é ilegal, quando o jogador que bloqueia um adversário:
 Está em movimento quando ocorre o contacto;
 Não dá a distância suficiente, ao fazer o bloqueio fora do campo de visão de um adversário parado,
quando ocorre o contacto;
 Não respeita os elementos de tempo e distância de um adversário em movimento, quando ocorre o
contacto.
 A distância exigida não é menor do que um (1) nem maior do que dois (2) passos normais, para bloqueios
“cegos” ou a jogadores em movimento.
 Para jogadores parados o jogador que bloqueia pode fazê-lo, tão perto quanto o deseje, desde que não
provoque o contacto.
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91
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
Carga e Obstrução
Carregar é o contacto pessoal ilegal, com ou sem bola, empurrando ou movendo-se contra o torso de um
adversário.
Obstrução é um contacto pessoal ilegal, com ou sem bola, que impede a progressão de um adversário.
 Um jogador que tenta efetuar um bloqueio, comete falta por obstrução se ocorre contacto quando se move por
o seu adversário parar ou retroceder relativamente a ele.
 É legal que um jogador estenda o(s) seu(s) braço(s) ou cotovelo(s) para fora do seu cilindro ao estabelecer
uma posição no solo, mas tem de move-los para o interior do cilindro quando um adversário tenta passar. Se
o(s) braço(s) ou o(s) cotovelo(s) estão fora do cilindro e ocorre contacto, é obstrução.
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92
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
Áreas do semicírculo de não carga (zona de “no call”)
 O propósito da regra do semicírculo de não carga é o de não premiar um jogador defensor que tenha
adoptado uma posição debaixo do seu próprio cesto, com o objectivo de conseguir uma falta por carga de um
jogador atacante que, com o controlo da bola, penetra para o cesto.
 Em qualquer jogada de penetração na direcção da área de semicírculo de não carga, qualquer contacto
provocado por um jogador atacante em suspensão sobre um jogador defensor que está dentro da área de
semicírculo de não carga, não deverá ser sancionado como falta ofensiva, a menos que o jogador atacante
utilize ilegalmente as suas mãos, braços, pernas ou corpo. Esta regra aplica-se quando:
 O jogador atacante detém a posse de bola enquanto está no ar, e
 Executa um lançamento de cesto de campo ou passa a bola, e
 O jogador defensor tem um pé ou ambos os pés em contacto com a área de semicírculo de não carga.
 NOTA: A linha do semicírculo faz parte da área do mesmo.
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93
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
…no entanto…
 A regra do semicírculo de não carga não se aplica e qualquer contacto deve ser julgado de acordo com as
regras normais (por ex. princípio do cilindro, princípio de carga/obstrução):
 Em todas as situações de jogo que ocorram fora da área do semicírculo de não carga e também as que
se desenvolvam pelo espaço compreendido entre a área de semicírculo e a linha final;
 Em todas as situações de ressalto quando, depois de um lançamento de campo, a bola ressalta e ocorre
uma situação de contacto;
 Em qualquer uso ilegal de mãos, braços, pernas ou corpo, tanto do atacante como do defensor.
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94
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 32–Faltas)
Tocar um adversário com as mãos e/ou com os braços
 Tocar um adversário com a(s) mão(s), não é, necessariamente, uma falta.
 Os árbitros devem decidir se o jogador que provocou o contacto ganha vantagem. Se esse contacto restringe
a liberdade de movimentos do adversário, então esse contacto é uma falta.
 O uso ilegal das mãos ou do braço estendido ocorre quando o jogador defensor, em posição de defesa, o(s)
coloca permanentemente em contacto com um adversário, com ou sem bola, impedindo a sua progressão.
 Tocar ou empurrar, repetidamente, um adversário, com ou sem bola, é uma falta se isso conduzir a jogo
duro.
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95
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34–Falta Pessoal)
Faltas de posse de bola (“atacantes”)
 Um jogador atacante com bola comete uma falta se:
 “Enganchar” ou envolver com o braço ou cotovelo um defensor com o objetivo de ganhar vantagem;
 Empurrar para impedir que o jogador defensor jogue ou tente jogar a bola, ou criar mais espaço entre
ele e o jogador defensor;
 Enquanto dribla, estender o antebraço ou a mão para impedir que o adversário ganhe a posse da bola.
 É falta de jogador atacante sem bola se empurra um adversário para:
 Ficar livre para receber a bola;
 Impedir que o jogador defensor jogue ou tente jogar a bola;
 Criar mais espaço entre ele e o jogador defensor.
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REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 – Falta Pessoal)
FALTA “ATACANTE”
 É uma falta marcada à equipa com posse de bola
 Falta atacante - Obstrução no bloqueio
 Falta atacante – Uso ilegal do cotovelo
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97
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33.8 - Carga )
… e ainda…
 Empurrar é o contacto pessoal ilegal com qualquer parte do corpo, que ocorre quando um jogador desloca ou
tenta deslocar em força, um adversário com ou sem posse de bola.
 Agarrar é o contacto pessoal ilegal com um adversário que impede a sua liberdade de movimentos. Este
contacto (segurar) pode ocorrer em qualquer parte do corpo.
 Defesa ilegal pela retaguarda é o contacto pessoal de um jogador defensor com o seu adversário por detrás.
O simples facto de o jogador defensor tentar jogar a bola, não justifica o contacto com o adversário pela
retaguarda.
 Um jogador atacante na posição de poste e o adversário que o defende, têm que respeitar o mútuo direito à
verticalidade (cilindro).
 Falta pessoal 1
 Falta pessoal 2
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98
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 – Falta Pessoal)
Penalidade das Faltas
 A equipa que comete uma falta:
 Pode ser punida com lances livres, e perda do direito de disputar a posse de bola seguinte ou
simplesmente com reposição da bola na linha lateral/final pela equipa contrária, conforme a gravidade da
falta.
 Exemplo:
 Falta Pessoal
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99
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 – Falta Pessoal)
Sinalização de Faltas
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100
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
Sinalização de Faltas
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101
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
Sinalização de Faltas
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102
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
Sinalização de Faltas
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103
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
Sinalização de Faltas
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104
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
Penalidades
 Se a falta é cometida sobre um jogador que não está em ato de lançamento, a bola é concedida a esta equipa
para a repor em jogo na linha lateral/final ou com 2 lances livres se essa equipa já estiver em situação de falta.
 Se a falta é cometida sobre um jogador em ato de lançamento, são concedidos 2 ou 3 lances livres a este
jogador, se o lançamento não for convertido.
 Se o lançamento for convertido, são 2 ou 3 pontos e é concedido mais um lance livre ao jogador que lançou ao
cesto.
 Faltas Antidesportivas = 2 ou 3 LL+ PB; se houve conversão de cesto, então será + 1 LL + PB
 Faltas Técnicas Jogadores = 1 LL
 Faltas Técnicas Treinador como C ou ao Banco como B = 1 LL
 Faltas Desqualificantes = 2 ou 3 LL+ PB; se houve conversão de cesto, então será + 1 LL + PB
 Luta = Artº 39, Artº 38.3.4 (parcial)
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105
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
FALTA DUPLA
 Falta dupla é aquela que é cometida por dois adversários aproximadamente ao mesmo tempo,
um sobre o outro:
• Ambas as faltas são faltas de jogadores;
• Ambas as faltas envolvem contacto físico;
• Ambas as faltas são entre 2 adversários que fazem falta um sobre o outro;
• Ambas as faltas têm a mesma penalidade.
 Exemplo:
 Falta dupla
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106
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 35 – Falta Dupla)
FALTA TÉCNICA
 Qualquer jogador de campo, treinador ou elemento do banco que não saiba aceitar as decisões
dos árbitros, ou que tenha uma atitude antidesportiva, será advertido pelo árbitro.
 Uma vez advertido, ser-lhe-á averbada Falta Técnica. A equipa adversária beneficiará de 1 lance
livre e o jogo deve recomeçar pelo ponto em que estava/iria começar quando a FT foi
assinalada.
 Falta Técnica - Jogador
 Situações especiais – Falta Técnica e comportamento do treinador
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107
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 36 – Falta Técnica)
Falta Técnica
 Uma falta técnica é uma falta de um jogador que não envolve contato com um adversário, de natureza
comportamental, que inclui mas não se limita a:
 Ignorar avisos dados pelos árbitros.
 Tratar e/ou comunicar desrespeitosamente com os árbitros, o comissário, os oficiais de mesa, os adversários ou
pessoas autorizadas a sentar-se nos bancos de equipa.
 Utilizar linguagem e gestos que possam ofender ou incitar os espectadores.
 Provocar e insultar um adversário.
 Obstruir a visão de um adversário, acenando/colocando a(s) mão(s) próximo dos seus olhos.
 Oscilar excessivamente os cotovelos.
 Atrasar o jogo, tocando deliberadamente na bola após cesto ou impedir que uma reposição de bola de fora de
campo se efectue prontamente.
 Exemplo:
 Falta técnica – Jogador – Contestação direta à decisão do árbitro
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REGRA 6 – Faltas - (ARTº 36 – Falta Técnica)
Falta Técnica
 Simular ter sofrido uma falta.
 Pendurar-se no aro, de forma a que todo o peso do jogador seja suportado pelo aro, excepto quando o jogador
segura o cesto momentaneamente após um afundanço ou, no entender de um árbitro, está a tentar evitar uma
lesão dele próprio ou de outro jogador.
 Interferência de lançamento durante o último lance livre por um jogador defensor. Deverá ser concedido 1 ponto à
equipa adversária, seguido da penalidade de falta técnica assinalada ao jogador defensor.
 Um Jogador deve ser desqualificado para o resto do jogo, quando é sancionado com 2 faltas técnicas,
ou 2 faltas antidesportivas ou 1 falta técnica e 1 falta antidesportiva.
 Um treinador deverá ser desqualificado quando é sancionado com 2 faltas técnicas (“C”), devido ao
seu comportamento antidfesportivo, ou
 Quando for sancionado com 3 faltas técnicas, sejam todas (“B”), ou uma delas (“C”), devido ao
comportamento antidesportivo de outros membros do banco de equipa.
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109
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 36 – Falta Técnica)
FALTA ANTIDESPORTIVA
 Uma falta antidesportiva é uma falta pessoal que, no entender do arbitro, não é uma tentativa legítima
de jogar directamente a bola, ou que é um contacto excessivo/duro ou ainda que se reveste de casos
particulares especificados nas regras. Existem definidos 5 critérios diferentes (C1 a C5).
 Um jogador que cometer duas faltas antidesportivas é desqualificado para o resto do jogo.
 São concedidos 2 ou 3 lances livres ao jogador sobre o qual foi cometida essa falta, a não ser que a
falta seja cometida sobre um jogador em ato de lançamento e este seja convertido (2 ou 3 pontos).
Neste último caso o jogador tem ainda direito a um lance livre adicional.
 A posterior reposição da bola em jogo, incluída na penalidade, é concedida à equipa a que pertence o
jogador que executou o(s) lance(s) livre(s) e será efectuada pelo ponto reposição dessa equipa da
sua zona de ataque, com 14 segundos no aparelho de 14/24 segundos.
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110
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 37 – Falta Antidesportiva)
Falta Antidesportiva
 Deve-se ter em atenção o seguinte:
 Se um jogador não faz qualquer esforço ou tentativa para jogar a bola e ocorre um contacto, é uma falta
antidesportiva;
 Se um jogador, no esforço para jogar a bola, provoca um contacto excessivo ou uma falta dura, este
contacto deve ser considerado como falta antidesportiva;
 Se um jogador defensor provoca um contacto desnecessário para simplesmente parar a progressão da
equipa atacante em transição, comete uma falta antidesportiva;
 Se um jogador defensor provoca contacto com um adversário por detrás ou lateralmente, numa tentativa
de parar um contra-ataque e não há qualquer adversário entre o jogador atacante e o cesto dos
adversários, então o contacto deve ser considerado como antidesportivo;
 Se um jogador defensor provocar um contacto sobre um adversário no campo de jogo, durante os
últimos 2 minutos do 4º quarto ou prolongamento, quando a bola se encontra fora de campo para
reposição por linha limite e ainda nas mãos do árbitro ou à disposição do jogador que vai efectuar a
reposição, então comete uma falta considerada como antidesportiva.
 Exemplo:
 Falta antidesportiva
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111
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 37 – Falta Antidesportiva)
FALTA DESQUALIFICANTE
 Falta desqualificante é todo o flagrante comportamento antidesportivo de um jogador, substituto, treinador,
treinador adjunto ou acompanhante de equipa.
 São concedidos 2 ou 3 lances livres ao jogador sobre o qual foi cometida essa falta, a não ser que a falta
seja cometida sobre um jogador em ato de lançamento e este seja convertido (2 ou 3 pontos). Neste último
caso o jogador ainda tem direito a um lance livre adicional.
 A posterior reposição da bola em jogo, incluída na penalidade, é concedida à equipa a que pertence o
jogador que executou o(s) lance(s) livre(s) e será efectuada pelo ponto reposição dessa equipa da sua zona
de ataque, com 14 segundos no aparelho de 14/24 segundos.
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112
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 38 – Falta Desqualificante)
Falta desqualificante
 Um treinador deve ser, também, desqualificado quando:
 lhe são marcadas duas (2) faltas técnicas (‘C’) em consequência do seu comportamento pessoal
antidesportivo;
 lhe são averbadas três (3) faltas técnicas acumuladas em consequência do comportamento antidesportivo
de elemento do banco de equipa (‘B’);
 ou uma combinação de três (3) faltas técnicas, uma das quais averbada ao próprio treinador (‘C’).
NOTA: Sempre que se verificar uma desqualificação, excepto por simples acumulação de faltas
técnicas e/ou antidesportivas (GD – game disqualification), o arbitro principal deverá reter o cartão
licença de quem prevarica e efectuar o respetivo relatório.
NOTA: Um jogador desqualificado deve ser substituído em 30 segundos e não pode ficar no banco da
sua equipa, nem na bancada, devendo recollher ao seu balneário ou fora do pavilhão.
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113
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 38 – Falta Desqualificante)
LUTA
 Luta é a interacção física entre duas ou mais pessoa, aplicando-se exclusivamente a substitutos,
treinadores, treinadores adjuntos, jogadores excluídos e acompanhantes de equipa que abandonam o
espaço confinado ao banco da equipa durante uma luta ou uma qualquer situação que possa conduzir a
uma luta.
 Os substitutos, jogadores excluídos com 5 faltas ou acompanhantes de equipa que abandonem os limites
da área do banco de equipa durante uma luta ou durante qualquer outra situação que possa conduzir a tal,
devem ser desqualificados.
 Se o treinador e/ou o treinador adjunto abandonam a área do banco de equipa e não auxiliam ou tentam
auxiliar os árbitros a manter ou a restabelecer a ordem, devem ser desqualificados.
 Independentemente do número de treinadores, treinadores adjuntos, substitutos ou acompanhantes de
equipa desqualificados por terem abandonado a área do banco de equipa, uma única falta técnica deve ser
averbada ao treinador (‘B’).
 Exemplo:
 Sub-14 - Agressão jogador Conselho de Arbitragem
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114
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 39 – Luta)
Luta
• Penalizar de forma diferente os membros do banco de equipa por saírem da sua zona de banco de equipa
durante uma situação de luta dentro de campo, caso se envolvam diretamente na situação de luta ou não.
• Qualquer membro do banco de equipa, que abandona a zona do banco da sua equipa e é ativamente
envolvido na luta, deve ser desqualificado de acordo com o artigo das faltas desqualificantes (D).
• Exemplo:
• ATIVO – jogadores abandonam o banco de equipa e lutam (D2 por cada jogador).
• NÃO ATIVO – jogadores abandonam o banco de equipa e não lutam (FFFFF).
• Em ambas as situações é SEMPRE averbada UMA (1) Falta Técnica ao Treinador (B2).
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115
REGRA 6 – Faltas - (ARTº 39 – Luta)
5 FALTAS DE JOGADOR
 Um jogador que cometa cinco (5) faltas deve abandonar o jogo de imediato. Pode ser substituído
por outro jogador da equipa.
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116
REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 40 – 5 faltas de jogador)
5
4 FALTAS DE EQUIPA
 Logo que uma equipa tenha cometido 4 faltas de jogadores em cada quarto, todas as faltas dos
jogadores que se seguirem serão penalizadas com 2 lances livres.
 Só não é averbada esta regra se a falta é “atacante”, cometida pela equipa que se encontra de posse
de bola, passando a bola a ser reposta pela linha lateral/final.
 Todas as faltas de equipa cometidas num intervalo de jogo, devem ser consideradas como fazendo
parte do quarto ou do prolongamento seguinte.
 Todas as faltas de equipa cometidas num prolongamento, devem ser consideradas como tendo sido
cometidas no 4º quarto (para este efeito os eventuais prolongamentos são uma extensão do 4º quarto).
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117
REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 41 – Faltas de equipa)
LANCE(S) LIVRE(S)
 Um lance livre é o privilégio que se concede a um jogador para marcar um ponto através de um lançamento ao
cesto sem qualquer oposição ou impedimento, numa posição imediatamente atrás da linha de lance livre.
 O lançamento ao cesto deve ser executado no prazo de 5 segundos.
 O lançador pode usar qualquer método para executar o lance livre de modo que a bola entre no cesto por
cima ou toque o aro e não pode invadir a área restritiva antes da bola tocar o aro;
 O jogador lançador não pode simular o lançamento.
 Jogadores colocados para o ressalto não podem invadir a área restritiva sem que a bola saia da mão do lançador.
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118
REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 43 – Lance livres)
LANCE(S) LIVRE(S)
 Quando um jogador executa um lance livre, os outros jogadores têm o direito de ocupar as seguintes
posições:
 2 jogadores da equipa adversária, os dois espaços mais próximos do cesto;
 Os outros jogadores dispõem-se conforme os diagramas. Se a bola não tocar no aro é violação e a
sua reposição deve ser feita na linha lateral no prolongamento da linha de lance livre.
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119
REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 43 – Lance livres)
Situações Especiais
 No mesmo período de paragem de cronómetro, que se segue a uma falta ou violação, podem ocorrer
situações especiais quando falta(s) adicional(is) é(são) cometida(s).
 Todas as faltas devem ser averbadas e todas as penalidades identificadas.
 Deve ser determinada a ordem pela qual as faltas ocorreram.
 Todas as penalidades iguais contra as duas equipas e todas as penalidades de faltas duplas devem ser
canceladas. Uma vez canceladas, as penalidades são consideradas como se nunca tivessem ocorrido.
 O direito à posse de bola, como parte da última penalidade, cancela todos os anteriores direitos à posse de
bola.
 Uma vez que a bola fique viva para o primeiro ou único lance livre, ou para uma reposição daquela de fora de
campo, então esta penalidade não pode mais ser utilizada para cancelar outra penalidade.
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120
REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 42 – Situações especiais)
Situações Especiais
 Todas as restantes penalidades devem ser executadas na ordem pela qual foram assinaladas.
 Como recomeçar o jogo se não restarem penalidades para serem executadas:
 Se, aproximadamente ao mesmo tempo, um cesto de campo válido é obtido, a bola deve ser concedida
à equipa que sofreu o cesto para a sua reposição de fora de campo pela linha final;
 Se uma equipa tinha a posse de bola ou o direito a ela, a sua reposição de fora de campo deve ser
efetuada, por esta equipa, no ponto mais próximo onde ocorreu a primeira infração;
 Se nenhuma das equipas tinha posse de bola ou o direito a ela, ocorre uma situação de bola ao ar.
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121
REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 42 – Situações especiais)
Equipa de Arbitragem
 Os árbitros de um determinado jogo não devem, de modo algum, estar relacionados com as equipas em
campo.
 Os árbitros, os oficiais de mesa e o comissário, se presente, devem agir no jogo em conformidade com as
regras e interpretações oficiais e não têm autoridade para as alterar.
 O equipamento dos árbitros consiste numa camisola para árbitro, calças pretas, meias pretas e sapatilhas
de basquetebol pretos.
 Os árbitros e os oficiais de mesa deverão usar equipamentos uniformes.
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122
REGRA 8 – Árbitros, Oficiais de Mesa e Comissários - (ARTº 45)
Árbitro principal: Deveres e Poderes
 Deve:
 Inspecionar e aprovar todo o equipamento que será utilizado durante o jogo.
 Designar o cronómetro oficial do jogo, o aparelho de 14/24 segundos, o cronómetro de desconto de tempo
e reconhecer os oficiais de mesa.
 Escolher a bola de jogo de duas (2) bolas usadas fornecidas pela equipa visitada. Se nenhuma das bolas
se encontra em condições apropriadas, o árbitro pode escolher a melhor das bolas disponíveis.
 Impedir que os jogadores usem quaisquer objetos que possam lesionar outros jogadores.
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123
REGRA 8 – Árbitros, Oficiais de Mesa e Comissários - (ARTº 46 – Árbitro principal)
Árbitro principal: Deveres e Poderes
 Deve:
 Lançar a bola ao ar no início do 1º quarto e dar a bola ao jogador que faz a sua reposição de fora de
campo de jogo, no início dos outros quartos ou prolongamentos.
 Ter o poder de parar o jogo quando as condições o justifiquem.
 Ter o poder de determinar que uma equipa perde o jogo por falta de comparência.
 Aprovar e assinar o boletim de jogo no final do tempo de jogo, terminando assim a ligação dos juízes ao
jogo.
Os poderes dos árbitros começam quando estes entram no campo de jogo, vinte (20) minutos antes da
hora de início do jogo, e terminam com o final do tempo de jogo aprovado pelos árbitros.
 Tomar a decisão final sempre que necessário ou quando os árbitros discordam.
Para tomar a decisão final pode consultar o(s) árbitro(s) auxiliar(es), o comissário e/ou os oficiais de mesa.
 Tem o poder para decidir sobre qualquer ponto não especificado nestas regras.
Conselho de Arbitragem
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124
REGRA 8 – Árbitros, Oficiais de Mesa e Comissários - (ARTº 46 – Árbitro principal)
Árbitros
 Os árbitros devem ter o poder para tomar decisões pelas infrações às regras, cometidas no interior ou
no exterior das linhas limite, incluindo a mesa dos oficias, o banco das equipas e as zonas situadas
imediatamente por detrás das linhas.
 Os árbitros devem fazer soar os seus apitos quando ocorre uma infracção às regras, termina um
período ou quando entenderem que é necessário interromper o jogo. Os árbitros não devem fazer
soar os seus apitos após a obtenção de um cesto de campo, a conversão de um lance livre ou
quando a bola fica viva.
 Se um árbitro, por acidente ou por qualquer outra razão, está impedido de continuar a desempenhar a
sua função nos cinco (5) minutos que se seguem ao incidente, o jogo deve ser reiniciado. O outro
árbitro arbitrará sozinho até ao final do jogo a não ser que haja a possibilidade de substituir o árbitro
acidentado por outro qualificado.
 Cada árbitro tem o poder de tomar decisões dentro dos limites dos seus deveres, mas não tem
autoridade para ignorar ou questionar as decisões tomadas pelos outro árbitro.
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REGRA 8 – Árbitros, Oficiais de Mesa e Comissários - (ARTº 46 e 47 – Árbitros)
NOTAS FINAIS
 O Livro de Regras numa mão e o BOM SENSO na outra!
 Respeitar todos os intervenientes do Jogo de igual modo; Respeitar também é fazer-se
respeitar!
 Não ter medo de errar e saber assumir os seus erros é meio caminho andado para o sucesso!
 Ter uma atitude profissional e valorizar o espetáculo que é um JOGO DE BASQUETEBOL!
Conselho de Arbitragem
Federação Portuguesa de Basquetebol
126
Dúvidas
Conselho de Arbitragem
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127
OBRIGADO
Apresentação elaborada por: Rui Vieira – Comissário Técnico FIBA
Conselho de Arbitragem
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128

Apresentação » REGRAS de BASQUETEBOL v2.ppt

  • 1.
    Curso de NovosJuízes de Basquetebol REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 1 Versão Outubro de 2018
  • 2.
    Curso de NovosJuízes de Basquetebol REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL PARTE I Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 2 Versão Outubro de 2018
  • 3.
     Jogo disputadopor 2 equipas com 5 jogadores cada.  Jogo controlado pelos árbitros, oficiais de mesa e um comissário se presente.  O cesto que é atacado por uma equipa é o cesto do adversário e o cesto que é defendido por uma equipa é o seu próprio cesto.  Vence a equipa que no final do jogo converteu o maior número de pontos. REGRA 1 – O jogo (ARTº1 – O Cesto) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 3
  • 4.
     Superfície plana,dura e livre de obstáculos com 28 x 15m.  Zona de defesa: Próprio cesto; parte interior da tabela; parte do campo delimitada pela linha final atrás do seu cesto e as linhas laterais e central.  Zona de Ataque: Restante espaço do campo.  Linhas: Marcadas a cor branca ou outra cor contrastante.  Linhas: com 5cm de largura. REGRA 2 – Campo e Equipamento (ARTº 2 – O Campo) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 4
  • 5.
    REGRA 2 –Campo e Equipamento (ARTº 2 – O Campo) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 5
  • 6.
    REGRA 2 –Campo e Equipamento (ARTº 2 – O Campo) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 6
  • 7.
    REGRA 2 –Campo e Equipamento (ARTº 2 – O Campo)  Um semicírculo de não carga ( “Zona de NO CALL”) estará marcado debaixo de cada cesto.  A distância, desde o centro do cesto ao interior do semicírculo (pintado no solo), é de 1,25 m.  Duas pequenas linhas de 15 cm estarão marcadas fora do campo, na linha lateral oposta à mesa dos oficiais, uma em cada meio-campo.  A distância destas linhas à linha final mais próxima é de 8,325 m. Serve para reposições de bola em jogo em situações especificas. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 7
  • 8.
     Alguns equipamentosa disponibilizar no campo de jogo:  Tabelas, respetivos suportes, aros com mola, rede e proteções;  Bolas de Basquetebol;  Cronómetro de jogo;  Quadro de marcação;  Aparelho de 24”;  Boletim de jogo;  Placas indicativas das faltas de jogador;  Sinais indicativos de faltas de equipa;  Seta de posse de bola alternada. REGRA 2 – Campo e Equipamento (ARTº 3 – Equipamento) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 8
  • 9.
  • 10.
    Curso de NovosJuízes de Basquetebol REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL PARTE II Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 10 Versão Outubro de 2018
  • 11.
     Um elementode uma equipa está qualificado a jogar quando foi autorizado a jogar por uma equipa segundo os regulamentos de prova.  Um elemento de equipa está autorizado a jogar quando está inscrito no boletim de jogo, antes do inicio do jogo e enquanto não for desqualificado ou tenha cometido 5 faltas.  Durante o tempo de jogo, um elemento da equipa é:  Um jogador - Quando está no campo e autorizado a jogar;  Um substituto – quando está no banco e autorizado a jogar;  Um jogador excluído, quando cometeu e foi desclassificado por 5 faltas.  Durante o intervalo de jogo todos os elementos da equipa autorizados a jogar são considerados jogadores. REGRA 3 – Equipas(ARTº 4 – Equipas) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 11
  • 12.
     Máximo 12elementos autorizados a jogar;  Um treinador e um treinador adjunto ou mais;  Máximo de 7 acompanhantes com funções específicas;  5 jogadores no campo de jogo durante o tempo de jogo.  Um substituto torna-se jogador e um jogador torna-se substituto, quando o árbitro indica ao substituto que entre no campo de jogo, ou durante um desconto de tempo ou intervalo de jogo, o substituto solicita substituição ao marcador. REGRA 3 – Equipas(ARTº 4 – Equipas) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 12
  • 13.
     Camisola damesma cor dominante à frente e atrás, com números em ambos os lados;  Camisolas por dentro dos calções;  São permitidos equipamentos de uma só peça;  Meias da mesma cor dominante para todos os elementos da equipa;  As equipas devem ter dois conjuntos de camisolas;  Equipa Visitada – Cor clara; Equipa visitante – Cor escura;  Pode haver troca em caso de acordo;  Não são permitidos equipamentos que confiram vantagem desleal. REGRA 3 – Equipas(ARTº 4 – Equipas) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 13
  • 14.
     Não sãopermitidas proteções duras ou objetos que causem cortes ou ferimentos; Acessórios para a cabeça, cabelo e joias; Camisolas pelo interior do equipamento visíveis.  São permitidas proteções macias; Roupa interior visível abaixo dos calções desde que da mesma cor dominante dos calções; Mangas de compressão desde que da mesma cor que as camisola; Meias de compressão, desde que da cor dominante dos calções, terminando sempre acima ou abaixo do joelho consoante a função; Joelheiras macias; Protetor de nariz; Protetor de boca transparente e incolor; Óculos que não coloquem em risco os restantes jogadores; Fitas de cabeça com máximo de 5cm de largura monocromáticas; Adesivos transparentes e incolores.  Todos os acessórios de uma cor dominante e a mesma para toda a equipa. Protecções médicas (joelhos, cotovelos, nariz...) não são consideradas como acessórios, podendo ser de qualquer cor.  Não são permitidas publicidades a não ser nas camisolas. REGRA 3 – Equipas(ARTº 4 – Equipas) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 14
  • 15.
     Em casode lesão com a bola viva, os árbitros devem esperar até que a bola fique morta, a equipa com posse de bola lance ao cesto, ou imobilize a sua ação. Caso seja imperativo parar de imediato os árbitros podem fazê-lo.  Se não recuperar em 15 segundos ou receber tratamento por alguém da sua equipa que não os jogadores em campo, tem de ser substituído.  Os médicos podem entrar em campo sem autorização do árbitro, caso o tratamento tenha de ser imediato. Todos os restantes elementos têm de ser autorizados pelo árbitro.  Um jogador a sangrar tem de ser substituído. REGRA 3 – Equipas(ARTº 5 – Jogadores: Lesão) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 15
  • 16.
     Se umaequipa pede desconto de tempo e o jogador recupera neste espaço de tempo e antes do marcador sinalizar a sua substituição este pode continuar.  Jogadores do cinco inicial que se lesionem podem ser substituídos. Neste caso a equipa adversária pode efetuar o mesmo número de alterações.  Os árbitros devem parar o jogo após a equipa com posse de bola lançar ao cesto ou quando a bola estiver morta.  Se o jogador não recuperar em cerca de 15 segundos deve ser substituído.  Exceção: Equipa fica reduzida a menos de 5 jogadores.  Jogador que esteja a sangrar ou apresente uma ferida aberta tem de ser substituído.  Exceção: Recupera durante um desconto de tempo, desde que o pedido seja feito antes do substituto entrar em campo.  Jogadores indicados para o cinco inicial que se lesionem no aquecimento podem ser substituídos. Nesse caso, a equipa adversária pode substituir o mesmo número de jogadores. REGRA 3 – Equipas (ARTº 5 – Jogadores: Lesão) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 16
  • 17.
     Pode dirigir-seao árbitro de forma cortês para obter informações, com a bola morta e cronómetro de jogo parado.  Informar o árbitro no final do jogo e de imediato que pretende protestar o jogo.  Poderá atuar como treinador caso a equipa não tenha treinador ou este tenha sido desqualificado.  Em caso de protesto de jogo, deve avisar o árbitro no final do jogo e assinar no local indicado no boletim de jogo. REGRA 3 – Equipas (ARTº 6 – Capitão: Deveres e poderes) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 17
  • 18.
     Entregar 40minutos antes do inicio de jogo lista de todos os elementos da sua equipa;  Até 10 minutos antes confirmar os jogadores inscritos no boletim de jogo, designar o cinco inicial marcando-o no boletim de jogo e rubricar no espaço correspondente. O Ato começa com o treinador da equipa A.  Só ao treinador e treinador adjunto e possível ir até junto dos oficiais de mesa obter informações com o jogo parado e a bola morta. REGRA 3 – Equipas (ARTº 7 – Treinador: Deveres e poderes) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 18
  • 19.
     Só otreinador ou o treinador adjunto podem permanecer de pé durante o jogo de forma alternada.  Informar o árbitro de que o capitão de equipa foi substituído e indicar quem é o novo capitão em campo.  Designar o executante de lances livres sempre que a regra não o determine. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 19 REGRA 3 – Equipas (ARTº 7 – Treinador: Deveres e poderes)
  • 20.
    Dúvidas Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 20
  • 21.
    Curso de NovosJuízes de Basquetebol REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL PARTE III Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 21 Versão Outubro de 2018
  • 22.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 22 DURAÇÃO DO JOGO:  4 quartos de 10 minutos;  Intervalo de 20 minutos antes da hora de inicio de jogo;  Intervalos de 2 minutos entre o 1º e o 2º quarto e entre o 3º e 4º quarto;  Intervalos de 2 minutos entre o 4º quarto e o prolongamento, bem como entre mais prolongamentos;  Intervalo de 15 minutos entre o 1º e 2º meio-tempo;  Se o resultado está empatado no final do 4º quarto, teremos prolongamento(s) de 5 minutos. REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 8 – Tempo de jogo, resultado empatado e períodos suplementares)
  • 23.
    INTERVALOS DE JOGO Começam:  20 minutos antes do início do jogo (ou seja o período de “aquecimento” das equipas);  Quando soa o sinal do cronómetro para o fim de um quarto.  Acabam:  1º quarto, quando a bola deixa a(s) mão (s) do árbitro principal na bola ao ar;  Nos outros quartos, quando a bola está à disposição do jogador para a repor em jogo junto à linha central. REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 8 – Tempo de jogo, resultado empatado e períodos suplementares) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 23
  • 24.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 24 INÍCIO DO JOGO:  O jogo inicia-se com um lançamento de bola ao ar (efetuado pelo árbitro principal) no círculo central do campo.  A bola é disputada por 2 jogadores adversários. Todos os outros devem permanecer fora deste círculo.  No 2º, 3º e 4º quarto o jogo reinicia-se com a posse de bola alternada na linha central. REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 9 – Tempo de jogo, resultado empatado e períodos suplementares)
  • 25.
     1º Quarto– Bola ao ar entre dois saltadores. Inicia-se Quando a bola deixa as mãos do árbitro principal.  Exemplo:  Violação na bola ao ar  2º, 3º, 4º e Prolongamentos. – Reposição por posse bola alternada. Inicia-se quando a bola é posta à disposição do jogador que vai repor fora de campo. REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 9 – Inicio e fim do período de jogo) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 25
  • 26.
     O jogonão pode começar sem que as duas equipas tenham 5 jogadores prontos a jogar.  O tempo máximo de espera para que a equipa apresente 5 jogadores aptos a jogar é de 15’.  Caso não reúna 5 jogadores prontos a jogar, perde o jogo por falta de comparência e o resultado é de 20 a 0 a favor da equipa adversária.  Se no final do tempo de jogo, o resultado ficar empatado, haverá um (ou mais) prolongamento(s) de 5 minutos (cada), até que o desempate se verifique.  Entre cada prolongamento haverá um intervalo de 2 minutos.  As equipas continuam a atacar/defender o(s) mesmo(s) cesto(s) como no 4º quarto de jogo.  As faltas da equipa num prolongamento são a continuação do 4º quarto (ou seja, vão acumulando).  O jogo só termina quando se ouvir o sinal do cronometrista, indicando o final do tempo de jogo. REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 9 – Inicio e fim do período de jogo) – referência ao artº20 Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 26
  • 27.
     Quando écometida uma falta coincidente com o final do tempo de jogo:  Executar os lances livres correspondentes após o fim do tempo de jogo.  Faltas cometidas durante um intervalo de jogo:  Lances livres são executados antes do início do próximo quarto de jogo.  A equipa visitada terá como seu banco de equipa e cesto inicial o que estiver situado à esquerda da mesa dos oficiais (NOTA: Se as 2 equipas concordarem podem trocar).  Antes do 1º e 3º quarto cada equipa está autorizada a aquecer na metade do campo onde está o cesto da equipa adversária.  Nos prolongamentos as equipas continuam a atacar o mesmo cesto que no 4º quarto. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 27 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (NOTAS)
  • 28.
     Bola Viva REGRA4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 10 – Estatuto da bola)  Colocada à disposição de um executante de lances livres;  Colocada à disposição de um jogador que efectua a reposição de fora de campo.  Legalmente tocada por um dos saltadores; Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 28
  • 29.
     Bola Morta Um cesto de campo é obtido ou lance livre convertido;  Um árbitro apita quando a bola está viva;  Entre lance livre quando é evidente que a bola não entra;  Entre lance livre e uma penalidade posterior. REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 10 – Estatuto da bola) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 29
  • 30.
     Bola Morta Sinal do cronómetro para final do quarto;  Sinal do aparelho de 24” enquanto uma equipa tem posse de bola;  Bola no ar após lançamento ao cesto, legalmente tocada depois de apito do árbitro, sinal do cronómetro ou do aparelho de 24”;  Entre lance livre concluído e uma penalidade posterior. REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 10 – Estatuto da bola) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 30
  • 31.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 31  Bola NÃO fica Morta e os pontos devem ser averbados quando:  A bola está no ar, num lance livre e um árbitro apita por uma violação cometida por um jogador que não seja o executante do lance livre;  Um jogador comete uma falta sobre o seu adversário, enquanto a bola está na posse de um jogador em ato de lançamento e que completa a sua ação por um movimento contínuo, iniciado antes da falta ter ocorrido. REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 10 – Estatuto da bola)
  • 32.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 32  A posição de um jogador é determinada pelo local onde ele toca o solo.  Enquanto um jogador está no ar devido a um salto, considera-se que mantém a mesma posição que tinha antes de o efetuar. Este princípio aplica-se às linhas: Final, central, de 3 pontos, limites da área restritiva e também às que delimitam as áreas de “no call”.  A posição de um árbitro é determinada da mesma forma  Considera-se que quando a bola toca um árbitro, é o mesmo que tocar o local onde ele se encontra. REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 11 – Posição do jogador e do árbitro)
  • 33.
     Uma bolaao ar ocorre no inicio do 1º quarto entre dois adversários no círculo central.  Nenhum saltador pode agarrar a bola ou tocá-la mais do que duas vezes, até que a mesma tenha tocado um dos jogadores não saltadores ou o solo.  Uma bola presa ocorre quando dois ou mais adversários tiverem uma ou ambas as mãos sobre a bola.  A equipa que não obtém a posse de bola, na sequência da bola ao ar de inicio de jogo, começará o processo de posse alternada.  Nas situações de bola ao ar, as equipas irão repor, alternadamente, no local mais próximo onde ocorrer a situação de bola ao ar. REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº12 – Bola ao ar e posse alternada) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 33
  • 34.
     Quando ocorreuma situação de bola ao ar inicia-se o processo de posse de bola alternada.  Uma situação de bola ao ar ocorre quando:  Uma bola presa é assinalada;  Quando a bola sai do campo e os árbitros têm dúvidas a quem pertence;  Dupla violação no último ou único lance livre;  Bola presa no suporte do cesto;  No início de todos os quartos, excepto o primeiro;  Após o cancelamento de penalidades iguais e mais nenhuma por executar, onde nenhuma das equipas tinha a posse de bola ou direito a ela, antes da primeira falta ou violação.  Exemplo: Situações especiais – Bola presa REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº12 – Bola ao ar e posse alternada) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 34
  • 35.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 35  A equipa que não ganha a posse de uma bola viva dentro de campo após a bola ao ar inicial, terá direito à primeira posse de bola alternada.  A equipa que tem direito à posse alternada inicia o quarto de jogo seguinte com uma reposição de bola fora do campo no prolongamento da linha central, oposta à mesa dos oficiais.  Se durante uma posse alternada QUALQUER uma das equipas cometer uma falta:  Antes do inicio de um quarto (que não o 1º);  Durante o processo da posse alternada. NOTA: A EQUIPA que estava a repor a bola em jogo MANTÉM DIREITO À POSSE de BOLA ALTERNADA REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº12 – Bola ao ar e posse alternada)
  • 36.
     Começa quandoa bola é posta à disposição do jogador para a reposição.  Termina quando:  Toca ou é legalmente tocada dentro de campo por um jogador;  A equipa que efetua reposição comete violação;  Na reposição fora de campo a bola fica presa nos suportes do aro.  NOTAS: A seta é imediatamente invertida quando termina a reposição.  Sempre que ocorre uma situação de bola presa/posse alternada, a bola deverá ser reposta em jogo no local mais próximo onde o jogo foi interrompido, exceto debaixo do cesto.  Quando ocorre uma violação da equipa com direito à posse alternada a seta é imediatamente invertida. Ou seja:  A outra equipa repõe a bola em jogo por causa da violação;  A outra equipa tem direito à bola na próxima situação de posse de bola alternada. REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº12 – Bola ao ar e posse alternada) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 36
  • 37.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 37  A bola é somente jogada com as mãos. Pontapear e/ou socar a bola, bem como correr com a bola nas mãos é considerado violação. Atenção: tocar acidentalmente a bola com os pés ou as pernas não é violação. Exemplos: Violação – Pé na bola – Sinalização Legal – Bola no pé - Não é violação REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 13 – Como jogar a bola)
  • 38.
     A possede bola começa quando um jogador dessa equipa a:  Continua quando:  Termina quando: REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº14 – Bola ao ar e posse alternada)  Segura  Dribla  Tem à disposição  Está a ser passada entre jogadores da mesma equipa  Um adversário ganha a sua posse  Lançamento ao cesto ou lance livre  Fica morta Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 38
  • 39.
     O atode lançamento começa quando:  Termina quando:  Exemplo:  Ato de lançamento – Início / Fim Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 39  O jogador inicia um movimento contínuo para a largada da bola no sentido de marcar cesto  A bola deixa as mãos do jogador e os dois pés deste regressem ao solo REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº15 – Jogador em ato de lançamento)
  • 40.
     Um cestoé válido, quando a bola viva entra por cima no cesto e permanece ou passa através dele.  A bola é considerada dentro do cesto quando a menor parte do seu volume se encontrar no interior do cesto e abaixo do nível do aro.  Se um jogador acidentalmente marca um cesto de campo no cesto da sua equipa, os 2 pontos serão averbados ao capitão em campo da equipa adversária.  Se um jogador deliberadamente marca um cesto de campo no cesto da sua equipa, comete uma violação e os pontos serão anulados.  Valor do Cesto Convertido :  Lançamento Livre = 1 Ponto  Cesto de Campo = 2 Pontos  Cesto de Campo atrás da linha dos 6, 75 m = 3 Pontos Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 40 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº16 – Cesto: quando é valido e o seu valor)
  • 41.
    Finais de tempode jogo com emoção  Tem de existir um mínimo de tempo disponível para que um lançamento deste tipo seja válido antes do tempo expirar.  Se 0.00.3 segundos estão no mostrador do cronómetro de jogo, é dever dos árbitros determinar se o lançador largou a bola antes do sinal sonoro ter soado para o final do quarto.  Se, contudo, 0.00.2 ou 0.00.1 segundos estão no mostrador do cronómetro de jogo, o único tipo de lançamento de campo válido possível efetuado por um jogador no ar, é fazer um batimento (tapinha) para o cesto ou afundar directamente a bola.  Exemplo:  Último lançamento Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 41 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº16 – NOTAS)
  • 42.
     O árbitrodeve entregar ou colocar a bola à disposição do jogador que vai efetuar a sua reposição em jogo de fora de campo.  Também pode lançar a bola ou passa-la desde que:  O árbitro não esteja a mais de 4 (quatro) metros do jogador que vai efetuar a reposição da bola de fora de campo;  O jogador que vai repor a bola esteja no local correto designado pelo árbitro.  Sempre que a bola entre no cesto, mas o cesto de campo ou o lance livre não é válido, a consequente reposição da bola em jogo de fora de campo deve ser no prolongamento da linha de lance livre.  A seguir a uma falta pessoal cometida por um jogador da equipa que tem a posse de bola viva (= falta “atacante”), a consequente reposição deve ser feita no local mais próximo onde ocorreu a falta. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 42 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 17 – Reposição de bola fora de campo)
  • 43.
     O jogadorque efetua a reposição da bola de fora de campo não pode:  Consumir mais de cinco (5) segundos antes de largar a bola;  Entrar no campo de jogo enquanto tem a bola nas mãos;  Fazer com que a bola saia do campo, após esta ter sido largada na sua reposição de fora de campo;  Tocar a bola no campo de jogo, antes que esta seja tocada por outro jogador;  Fazer com que a bola entre directamente no cesto;  Antes de largar a bola, deslocar-se lateralmente, numa ou em ambas as direções, mais do que o total de um (1) metro, a partir do local indicado pelo árbitro. Contudo, é permitido deslocar-se para trás, perpendicularmente à linha, tanto quanto as circunstâncias o permitam.  Os outros jogadores não podem colocar-se a menos de um (1) metro do jogador que efetua a reposição da bola de fora de campo, quando o espaço livre, no exterior do campo de jogo, no local de reposição é inferior a dois (2) metros da linha limite. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 43 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 17 – Reposição de bola fora de campo)
  • 44.
     Um descontode tempo tem a duração de 1minuto, e termina quando o árbitro faz sinal para que as equipas retornem ao campo de jogo.  Oportunidade de desconto de tempo:  Após cesto de campo para a equipa que sofre cesto;  Quando a bola fica morta o cronómetro de jogo parado e o árbitro terminou a sua comunicação com a mesa dos oficiais;  Sempre que o cronómetro de jogo estiver parado, com exceção dos dois últimos minutos do 4.º quarto ou prolongamentos;  Após a execução de lances livre antes da bola ser posta à disposição do jogador repositor da bola em jogo. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 44 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 18 – Descontos de Tempo)
  • 45.
     Cada equipatem direito no 1º meio-tempo (1º e 2º quarto) a 2 (dois) descontos de tempo (DT);  No 2º meio tempo (3º e 4º quarto) cada equipa tem direito a 3 (três) descontos de tempo (DT).  Todos os descontos de tempo podem ser pedidos pelo Treinador ou Treinador Adjunto.  O DT Começa quando o árbitro apita e faz sinal o sinal de desconto de tempo.  O DT Termina quando o árbitro apita e faz sinal às equipas para regressarem ao campo de jogo.  Em cada prolongamento cada equipa tem direito a 1 (um) desconto de tempo (DT). Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 45 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 18 – Descontos de Tempo)
  • 46.
     Durante os2 últimos minutos do 4º quarto do jogo ou de qualquer prolongamento e depois de um desconto de tempo concedido à equipa que tem direito à reposição de bola na sua zona de defesa,  O treinador da sua equipa pode fazer opção para:  A reposição ser administrada pela linha de reposição situada na zona de ataque dessa equipa e na linha lateral oposta à mesa dos oficiais, ou  Manter a reposição pelo local inicial onde a bola deveria ser reposta. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 46 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 18 – Descontos de Tempo)
  • 47.
    Um desconto detempo não é concedido à equipa que marcou um cesto de campo, (…) nos últimos dois (2) minutos de jogo do 4º quarto ou de cada prolongamento, a não ser que:  Um árbitro interrompa o jogo, apitando;  A equipa que sofreu o cesto de campo solicite um desconto de tempo ou substituição. NOTA: Nesse caso a equipa que marcou o cesto também poderá ter direito a desconto de tempo ou substituição  Não se podem acumular descontos de tempo não utilizados para os períodos seguintes.  Um pedido de um desconto de tempo só pode ser anulado antes de soar o sinal do marcador (“buzina”) para este pedido. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 47 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 18 – Descontos de Tempo - NOTAS)
  • 48.
     Oportunidade desubstituição :  Sempre que o cronómetro de jogo estiver parado, com exceção dos dois últimos minutos do 4.º quarto ou prolongamentos.  Após a execução de lances livre antes da bola ser posta à disposição do jogador repositor da bola em jogo.  Nos dois últimos minutos do 4º quarto, ou do prolongamento para a equipa que sofre cesto.  Um jogador que se torna substituto e um substituto que se torna jogador, não podem respectivamente voltar a entrar no jogo, sem que o cronómetro tenha sido accionado, excepto se o jogador entrar devido a erro corrigível ou a equipa tem menos de 5 jogadores. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 48 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 19 – Substituições)
  • 49.
     Oportunidade desubstituição :  Se uma substituição é solicitada, durante um desconto de tempo ou durante um intervalo de jogo, o substituto deve informar o marcador antes de entrar no campo de jogo;  Está lesionado;  Cometeu a sua 5ª falta;  Foi desqualificado. NOTA: Nestas situações, os lances livres têm de ser executados pelo seu substituto, que só pode ser substituído depois de ter jogado e o cronómetro de jogo ter andado.  Não é permitida uma substituição à equipa, que marcou um cesto de campo nos últimos dois (2) minutos de jogo do 4º quarto ou de cada prolongamento, a não ser que:  Um árbitro interrompa o jogo apitando;  A equipa que sofreu o cesto de campo solicite um desconto de tempo ou uma substituição. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 49 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº 19 – Substituições)
  • 50.
     Uma equipaperde o jogo por falta de comparência se:  15 minutos após a hora marcada para o início do jogo não apresenta 5 jogadores equipados e prontos a jogar;  As suas acções impedem que o jogo se dispute;  Recusa-se a jogar após o árbitro ter dado instruções para esta o fazer.  A penalidade consiste em atribuir a vitória por 20 a 0 à equipa adversária. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 50 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº20 – Jogo Perdido por Falta de Comparência)
  • 51.
     Uma equipaperde o jogo por exclusão se:  Durante o decorrer do jogo fica reduzida a menos de 2 jogadores no campo de jogo aptos a jogar.  A penalidade consiste em atribuir a vitória à equipa adversária pelo resultado que se verificar na momento caso esta esteja a vencer.  Caso a equipa adversária esteja a perder o resultado é de 2 a 0. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 51 REGRA 4 – Regulamento do Jogo - (ARTº21 – Jogo Perdido por Exclusão)
  • 52.
    Dúvidas Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 52
  • 53.
    Curso de NovosJuízes de Basquetebol REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL PARTE IV Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 53 Versão Outubro de 2018
  • 54.
     Em relaçãoà bola:  Não é permitido correr com a bola na mão;  Não é permitido driblar com as duas mãos ao mesmo tempo ou uma segunda vez após o término do seu primeiro drible.  Em relação ao jogador e bola fora do campo, a bola está fora quanto toca:  Um jogador ou qualquer outra pessoa esteja fora do campo com bola ;  O solo ou qualquer objeto que esteja por cima, sobre ou fora das linhas limites;  Os suportes ou a parte posterior da tabela, ou qualquer objecto por cima do campo de jogo.  Não é permitido ao jogador pisar a linha de lance livre durante a execução do mesmo.  Não é permitido permanecer mais de 3" (segundos) na área restritiva adversária. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 54 REGRA 5 – Violações - (ARTº 22 a 31 – Violações)
  • 55.
    DRIBLES:  O jogadorque acidentalmente, perde e recupera a posse de bola viva no campo de jogo, é considerado um toque inseguro.  Não são considerados Dribles:  Sucessivas tentativas para obter um cesto de campo;  Toque inseguro na bola no início ou no final do drible (Fumble);  Tentativas para ganhar a posse de bola, tocando-a para a afastar do alcance dos outros jogadores que a disputam;  Tocar a bola para a tirar da posse de outro jogador;  Interceção de um passe e recuperação da posse de bola;  Passar a bola de mão para mão, permitindo que ela fique imobilizada antes de tocar o solo, desde que não seja violada a regra dos “passos”;  Lançar a bola contra a tabela e obter de novo a posse da bola. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 55 REGRA 5 – Violações - (ARTº 24– Drible)
  • 56.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 56 REGRA 5 – Violações - (ARTº 24 – Drible) DRIBLES:  Um jogador não pode driblar uma 2.ª vez, se não houve:  Um lançamento ao cesto;  Um toque na bola por parte de um adversário;  Um passe ou toque inseguro com a bola a tocar ou a ser tocada por outro jogador.  Exemplo: Violação - Transporte de bola
  • 57.
    Sinalização de violaçãopor Dribles Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 57 REGRA 5 – Violações
  • 58.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 58 PASSOS:  Passos é um movimento ilegal de um ou de ambos os pés em qualquer direção, enquanto se segura uma bola viva no campo de jogo.  Rotação é o movimento legal de um jogador que segurando uma bola viva no campo de jogo, desloca o mesmo pé uma ou mais vezes em qualquer direção, enquanto mantém o outro pé, chamado de pé eixo (pivot), no seu ponto de contato com o solo.  Exemplo: Violação – Passos – Paragem no drible Violação – Passos no final do drible REGRA 5 – Violações - (ARTº 25 – Regra dos apoios)
  • 59.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 59 PASSOS:  Qual o meu pé eixo?  Se o jogador tem os dois pés no solo:  No momento em que levanta um pé o outro torna-se no pé eixo.  Se o jogador se movimenta ou dribla:  Se um pé está em contacto com o solo, esse pé torna-se pé eixo;  Se nenhum pé está em contacto com o solo (ou seja está no ar): quando o jogador tocar o solo com os dois pés, no momento em que um deles é levantado o outro torna-se no pé eixo;  Se nenhum pé está em contacto com o solo e o jogador toca o solo com um pé, então esse pé torna-se no pé eixo. Se o jogador salta com este pé e, simultaneamente, toca o solo com ambos, então nenhum deles pode ser considerado pé eixo.  Exemplo: Violação - Passos no arranque em drible REGRA 5 – Violações - (ARTº 25 – Regra dos apoios)
  • 60.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 60 PASSOS:  Se o jogador agarra a bola, enquanto em progressão, ou após concluir um drible, pode dar 2 passos para parar, passar ou lançar a bola:  Se receber a bola, o jogador deve largá-la para iniciar o drible antes do seu 2.º passo;  O 1.º passo ocorre quando um pé ou ambos tocam o solo após ganhar a posse de bola;  O 2.º passo ocorre após o 1.º, quando o outro pé toca o solo ou ambos os pés tocam o solo simultâneamente;  Se um jogador chega ao solo com um pé primeiro, apenas pode rodar usando esse pé como pé eixo;  Se um jogador salta sobre um pé no seu 1.º passo, pode regressar ao solo com ambos os pés simultaneamente para o seu 2.º passo. Nesta situação, o jogador não pode rodar com qualquer pé;  Um jogador não pode tocar o solo consecutivamente com o mesmo pé ou ambos os pés, após terminar o seu drible ou ganhar a posse de bola.  Exemplos: ( em atualização ) REGRA 5 – Violações - (ARTº 25 – Regra dos apoios)
  • 61.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 61 Passos:  Com a bola nas mãos o que se pode fazer?  Se tem os dois pés no solo:  Ao iniciar um drible o pé eixo não pode ser levantado antes de a bola deixar a(s) sua(s) mão(s);  Num passe ou num lançamento ao cesto, o jogador pode levantar o pé eixo mas nenhum dos pés pode regressar ao solo antes de a bola deixar a(s) sua(s)mão(s). REGRA 5 – Violações - (ARTº 25 – Regra dos apoios)
  • 62.
    Passos:  Se semovimenta:  Num passe ou num lançamento ao cesto, o jogador pode saltar sobre um pé ou sobre os dois simultaneamente. Depois disto, nenhum dos pés pode regressar ao solo antes de a bola deixar a(s) sua(s) mão(s).  Exemplos: Violação - Passos do poste  Ao iniciar um drible o pé eixo não pode ser levantado antes de a bola ter deixado a(s) sua(s) mão(s). Violação - Passos no arranque em drible Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 62 REGRA 5 – Violações - (ARTº 25 – Regra dos apoios)
  • 63.
    Sinalização violação porPassos Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 63 REGRA 5 – Violações
  • 64.
    Violação de 3segundos  Um jogador não pode permanecer mais de três segundos na área restritiva da equipa adversária, a partir do momento em que a sua equipa está de posse de bola na sua zona de ataque e o cronómetro de jogo estiver a andar.  O árbitro não deve assinalar esta violação quando um jogador passou acidentalmente na área restritiva ou “não tenha participado directamente” na ação que se está a desenvolver.  Uma tolerância é admitida ao jogador que:  Faz uma tentativa para sair da área restritiva;  Está na área restritiva, quando ele ou um seu colega de equipa, está em ato de lançamento e a bola está a sair ou acabou de sair da(s) mão(s) do lançador;  Está na área restritiva há menos de três (3) segundos, dribla para lançar ao cesto;  Para que seja considerado fora da área restritiva, um jogador deve ter os dois pés no solo fora da referida área.  Exemplo: Legal – Não é Violação de 3 segundos Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol REGRA 5 – Violações - (ARTº 26 – 3 segundos) 64
  • 65.
    Violação de 5segundos  Deve ser assinalada violação quando um jogador, de posse de bola e estreitamente marcado (= a cerca de 1 metro de distancia e em posição ativa de defesa), não realiza um passe, não dribla ou não lança ao cesto no prazo de 5 segundos. Violação de 8 segundos. Sempre que:  Uma equipa ganhar a posse de bola na sua zona de defesa,  Numa reposição de fora de campo, a bola toca ou é tocada na sua zona de defesa por um jogador da equipa de posse de bola, então essa equipa tem 8 segundos para a transportar para a sua zona de ataque. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 65 REGRA 5 – Violações - (ARTº 27 – Jogador estreitamente marcado) REGRA 5 – Violações - (ARTº 28 – 8 segundos)
  • 66.
    Violação de 8segundos A bola está na zona de ataque QUANDO:  Toca a zona de ataque sem estar a ser controlada por um jogador;  Toca um árbitro, que tem parte do seu corpo em contacto com a zona de ataque da equipa de posse de bola;  Toca um jogador atacante que tem ambos os pés em contacto com a sua zona de ataque;  Toca um jogador defensor que tem parte do seu corpo em contacto com a sua zona de defesa;  Num drible da zona de defesa para a zona de ataque, ambos os pés do driblador e a bola estão em contacto com a zona de ataque da equipa de posse de bola. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 66 REGRA 5 – Violações - (ARTº 28 – 8 segundos)
  • 67.
     A contagemde 8 segundos mantém-se em consequência de:  A bola ter saído por uma das linhas limite e a mesma equipa a vai repor em jogo;  Um jogador da mesma equipa ter sofrido um acidente e o jogo foi interrompido para o assistir;  Uma situação de bola ao ar e a mesma equipa vai repor a bola em jogo;  Uma falta dupla e a mesma equipa vai repor a bola em jogo;  Cancelamento de penalidades iguais contra as duas equipas.  Se é assinalada violação de 8 segundos, então a equipa adversaria terá o direito de a repor em jogo na sua zona de ataque.  Exemplo:  Violação – 8 segundos Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 67 REGRA 5 – Violações - (ARTº 28 – 8 segundos)
  • 68.
    Sinalização de violaçãode 3, 5 e 8 segundos Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 68 REGRA 5 – Violações
  • 69.
    Violação de 24segundos  Sempre que:  Um jogador ganhe a posse de uma bola viva no campo de jogo,  Numa reposição de fora de campo, a bola toca ou é legalmente tocada por um jogador dentro de campo e a sua equipa mantem a posse de bola, então essa equipa tem de efectuar uma tentativa de lançamento ao cesto dentro de vinte e quatro (24) segundos.  Para que haja um lançamento ao cesto dentro dos 24 segundos:  A bola tem de deixar a(s) mão(s) do jogador, antes de soar o sinal do aparelho de vinte e quatro segundos e  Depois de a bola deixar a(s) mão(s) do jogador, esta tem de tocar o aro ou entrar no cesto.  Exemplo: Violação de 24 segundos Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 69 REGRA 5 – Violações - (ARTº 29 – 24 segundos)
  • 70.
    Violação de 24segundos  E se soa a buzina dos 24 segundos já com a bola no ar ???  Se a bola entra no cesto, não ocorreu violação, o sinal será desprezado e o cesto conta.  Se a bola toca o aro mas não entra no cesto, não ocorreu violação, o sinal será desprezado e o jogo deve continuar.  Se a bola bate na tabela (mas não no aro) ou falha o aro, ocorre violação, a não ser que os adversários ganhem imediata e claramente a posse de bola.  Neste último caso o sinal será desprezado e o jogo deve continuar, pois os adversários ficaram de posse da bola. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 70 REGRA 5 – Violações - (ARTº 29 – 24 segundos)
  • 71.
     Se umárbitro apita por causa de uma falta ou violação (não numa situação em que a bola saiu fora dos limites do campo) cometida pela equipa que não está em controlo da bola e se dá a bola à mesma equipa que tinha o controlo da mesma na sua zona de ataque, o aparelho dos 24 segundos é reiniciado da seguinte forma:  Se o aparelho dos 24 segundos mostra 14 segundos ou mais no momento em que o jogo é interrompido, o aparelho dos 24 segundos não deve ser reiniciado e a contagem continuará com o tempo que restava no momento da interrupção;  Se o aparelho dos 24 segundos mostra 13 segundos ou menos no momento em que o jogo é interrompido, o aparelho dos 24 segundos deve ser recolocado nos 14 segundos;  Se o jogo é interrompido por uma falta ou violação (não numa situação em que a bola saiu fora dos limites do campo) causado pela equipa defensora e se dá a bola à equipa atacante na sua zona de defesa, então o aparelho de deverá voltar aos 24 segundos. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 71 REGRA 5 – Violações - (ARTº 29 – 24 segundos)
  • 72.
    Sinalização de violaçãode 24 segundos Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 72 REGRA 5 – Violações
  • 73.
    REGRESSO DA BOLAÀ ZONA DE DEFESA  É violação quando um jogador que se encontra na sua zona de ataque, promove a ida da bola para a sua zona de defesa. A reposição é feita por um jogador da equipa adversária, no local mais próximo da violação.  A bola regressa ilegalmente à zona de defesa de uma equipa de posse de bola quando:  Toca a zona de defesa dessa equipa;  Toca um árbitro que tem parte do seu corpo em contacto com a zona de defesa dessa equipa;  Toca ou é tocada um jogador atacante que tem parte do seu corpo em contacto com a sua zona de defesa.  No entanto, tal não se aplica a um jogador que salta da sua zona de ataque, estabelece uma nova posse de bola da equipa enquanto está ainda no ar e, então, pousa na zona de defesa da sua equipa.  Exemplo: Violação – Regresso ilegal à zona de defesa Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 73 REGRA 5 – Violações - (ARTº 30 – Regresso da bola à zona de defesa)
  • 74.
    Sinalização de violaçãopor regresso da bola à zona de defesa Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 74 REGRA 5 – Violações
  • 75.
     Um lançamentoao cesto ou lance livre:  Começa, quando a bola deixa a(s) mão(s) de um jogador que está em ato de lançamento.  Termina, quando a bola:  Entra diretamente no cesto por cima e permanece ou passa através dele;  Não tem possibilidade de entrar no cesto;  Toca o aro;  Toca o solo;  Fica morta. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 75 REGRA 5 – Violações - (ARTº 31– Interferência no lançamento e intervenção ilegal sobre a bola)
  • 76.
    INTERVENÇÃO SOBRE ABOLA  Há intervenção sobre a bola quando:  A bola está em contacto com o aro e um jogador toca o cesto ou a tabela;  Um jogador introduz um braço por baixo do cesto e toca a bola;  A bola está dentro do cesto e um jogador defensor toca a bola ou o cesto, impedindo que aquela passe através deste;  Um jogador defensor ou atacante faz vibrar a tabela ou o aro de forma que, no entender de um árbitro, a bola tenha sido impedida de entrar no cesto;  Um jogador agarra o cesto para jogar a bola. Isto também é válido após a bola ter batido no aro.  Aplica-se também em lançamentos após o árbitro ter apitado e após ter soado o sinal do cronómetro de jogo para fim de um período.  Exemplos: Violação – Intervenção – Puxar a rede Violação – Intervenção – Puxar o aro Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 76 REGRA 5 – Violações - (ARTº 31– Interferência no lançamento e intervenção ilegal sobre a bola)
  • 77.
    INTERFERÊNCIA NO LANÇAMENTO Existe interferência num lançamento ao cesto (“goaltending”) se um jogador toca a bola quando esta se encontra acima do nível do aro e:  Ela está no seu percurso descendente;  Depois de a bola ter tocado na tabela;  Antes de tocar o aro (num lance livre).  Exemplos: Violação - Interferência no lance-livre Legal - Não interferência - bola a subir Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 77 REGRA 5 – Violações - (ARTº 31– Interferência no lançamento e intervenção ilegal sobre a bola)
  • 78.
    Dúvidas Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 78
  • 79.
    Curso de NovosJuízes de Basquetebol REGRAS OFICIAIS DE BASQUETEBOL PARTE V Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 79 Versão Outubro de 2018
  • 80.
    FALTAS REGRA:  Uma faltaé uma infração às regras referente ao contacto ilegal com um adversário e/ou comportamento antidesportivo.  Um qualquer número de faltas pode ser assinalado a uma equipa.  Cada falta sancionada deve ser averbada ao infrator no boletim de jogo e penalizada em conformidade. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 80 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 32–Faltas)
  • 81.
    Faltas Pessoais Faltas Antidesportivas FaltasTécnicas Faltas Desqualificantes Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 81 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 32–Faltas) TIPO de FALTAS
  • 82.
    FALTA PESSOAL  Umjogador não deve obstruir, agarrar carregar ou rasteirar um adversário ou impedir a sua progressão estendendo os braços, utilizando ombros, quadris ou joelhos, incluindo o corpo para uma posição diferente da normal, ou ainda utilizar métodos violentos.  Se acontecer qualquer contacto pessoal que dê vantagem a um jogador e que não esteja previsto nas regras do jogo, deve ser assinalada falta ao jogador que provocou esse contacto. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 82 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 32–Faltas)
  • 83.
    Princípio do cilindro O princípio do cilindro é definido como o espaço de um cilindro imaginário ocupado por um jogador no solo.  Compreende o espaço acima do jogador assim delimitado:  À frente, pelas palmas das mãos;  Na retaguarda, pelas ancas e  Nos lados, pela parte exterior dos braços e das pernas.  A distância entre os pés de um jogador deverá ser proporcional à sua altura.  As mãos e os braços de um jogador podem ser estendidas à frente do tronco, não ultrapassando a posição dos pés. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 83 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
  • 84.
    Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 84 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
  • 85.
    Princípio da verticalidade Num jogo, cada jogador tem o direito de ocupar qualquer posição (cilindro), no campo de jogo, que não esteja já ocupada por um adversário.  Assim que um jogador abandona a sua posição vertical (cilindro) e ocorra um contacto com o corpo de um adversário, que já tinha estabelecido a sua própria posição vertical, o jogador que abandonou o seu cilindro é o responsável pelo contacto.  O jogador defensor não tem de ser penalizado por abandonar, verticalmente, o solo (dentro do seu cilindro) ou por ter estendido, para cima, as mãos ou os braços no interior do seu cilindro. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 85 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
  • 86.
    Posição legal dedefesa  Um jogador defensor estabelece uma posição legal de defesa quando:  Está de frente para o seu adversário e  Tem ambos os pés no solo.  A posição legal de defesa estende-se verticalmente acima do jogador defensor (cilindro), do solo até ao teto.  O defensor pode elevar, na vertical, os seus braços e mãos acima da cabeça ou saltar mantendo a posição vertical no interior do cilindro imaginário. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 86 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
  • 87.
    Defesa ao jogadorcom posse de bola  Quando se defende um jogador com posse de bola (que a segura ou dribla), os elementos de tempo e distância não se aplicam.  O jogador defensor tem de estabelecer uma posição legal de defesa inicial, evitando provocar contacto com o corpo antes de estabelecer a sua posição.  Uma vez que o jogador defensor tenha estabelecido uma posição legal de defesa, pode deslocar-se para defender o seu adversário, mas não pode estender os braços, ombros, mover as ancas ou pernas, causando contacto, para impedir o driblador de passar. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 87 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
  • 88.
    Quem é quefez falta???  Para julgar uma situação de obstrução ou de passagem em força envolvendo um jogador com bola, um árbitro deve seguir os princípios seguintes:  O jogador defensor deve estabelecer uma posição legal de defesa inicial de frente para o jogador com bola e com os dois pés no solo;  O jogador defensor pode permanecer imóvel, saltar verticalmente ou deslocar-se lateralmente ou para trás com o objetivo de manter a posição legal de defesa inicial;  O contacto tem de ocorrer no torso (tronco). Neste caso, considera-se que o jogador defensor deverá ter chegado primeiro ao local onde ocorreu o contacto;  Tendo estabelecido uma posição legal de defesa, o jogador defensor pode rodar no interior do seu cilindro a fim de amortecer o choque ou evitar um acidente. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 88 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
  • 89.
    Defesa ao jogadorsem posse de bola  Um jogador que não tem posse de bola, tem o direito de se movimentar livremente no campo de jogo e tomar qualquer posição ainda não ocupada por outro jogador.  Na defesa a um jogador sem posse de bola, os elementos de tempo e distância devem ser aplicados. Um jogador defensor não pode ocupar uma posição tão perto e/ou tão rápida no caminho de um adversário em movimento, se este não tiver tempo ou distância suficiente para parar ou mudar de direção.  A distância é directamente proporcional à velocidade do adversário, nunca menos de um (1) nem mais do que dois (2) passos normais.  Se um jogador defensor não respeita os elementos de tempo e distância, (…)e ocorrer um contacto com um adversário, ele é o responsável pelo contacto. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 89 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
  • 90.
    Jogador que estáno ar  Um jogador que saltou de um local do campo de jogo tem o direito de:  Regressar ao solo no mesmo local;  Regressar ao solo noutro local do campo de jogo, desde que o caminho directo entre o local de salto e o de queda, incluindo este, não esteja ocupado por um adversário no momento em que deixa o solo.  Um jogador não pode mover-se no caminho de um adversário, depois de este estar no ar devido a um salto.  Colocar-se debaixo de um jogador que está no ar e provocar um contacto, é, normalmente, uma falta antidesportiva.  Se um jogador saltar e ao cair provocar contacto com um adversário que havia estabelecido uma posição legal de defesa, próxima do ponto de queda, a responsabilidade do contacto é do saltador (atacante). Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 90 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
  • 91.
    Bloqueio: legal eilegal  Bloqueio é uma tentativa de atrasar ou impedir um adversário, sem posse de bola, de obter uma posição desejada no campo de jogo.  O bloqueio é legal, quando o jogador que bloqueia o adversário:  Está parado (no interior do seu cilindro) quando ocorre o contacto;  Tem os dois pés no solo quando ocorre o contacto.  O bloqueio é ilegal, quando o jogador que bloqueia um adversário:  Está em movimento quando ocorre o contacto;  Não dá a distância suficiente, ao fazer o bloqueio fora do campo de visão de um adversário parado, quando ocorre o contacto;  Não respeita os elementos de tempo e distância de um adversário em movimento, quando ocorre o contacto.  A distância exigida não é menor do que um (1) nem maior do que dois (2) passos normais, para bloqueios “cegos” ou a jogadores em movimento.  Para jogadores parados o jogador que bloqueia pode fazê-lo, tão perto quanto o deseje, desde que não provoque o contacto. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 91 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
  • 92.
    Carga e Obstrução Carregaré o contacto pessoal ilegal, com ou sem bola, empurrando ou movendo-se contra o torso de um adversário. Obstrução é um contacto pessoal ilegal, com ou sem bola, que impede a progressão de um adversário.  Um jogador que tenta efetuar um bloqueio, comete falta por obstrução se ocorre contacto quando se move por o seu adversário parar ou retroceder relativamente a ele.  É legal que um jogador estenda o(s) seu(s) braço(s) ou cotovelo(s) para fora do seu cilindro ao estabelecer uma posição no solo, mas tem de move-los para o interior do cilindro quando um adversário tenta passar. Se o(s) braço(s) ou o(s) cotovelo(s) estão fora do cilindro e ocorre contacto, é obstrução. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 92 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
  • 93.
    Áreas do semicírculode não carga (zona de “no call”)  O propósito da regra do semicírculo de não carga é o de não premiar um jogador defensor que tenha adoptado uma posição debaixo do seu próprio cesto, com o objectivo de conseguir uma falta por carga de um jogador atacante que, com o controlo da bola, penetra para o cesto.  Em qualquer jogada de penetração na direcção da área de semicírculo de não carga, qualquer contacto provocado por um jogador atacante em suspensão sobre um jogador defensor que está dentro da área de semicírculo de não carga, não deverá ser sancionado como falta ofensiva, a menos que o jogador atacante utilize ilegalmente as suas mãos, braços, pernas ou corpo. Esta regra aplica-se quando:  O jogador atacante detém a posse de bola enquanto está no ar, e  Executa um lançamento de cesto de campo ou passa a bola, e  O jogador defensor tem um pé ou ambos os pés em contacto com a área de semicírculo de não carga.  NOTA: A linha do semicírculo faz parte da área do mesmo. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 93 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33–Faltas)
  • 94.
    …no entanto…  Aregra do semicírculo de não carga não se aplica e qualquer contacto deve ser julgado de acordo com as regras normais (por ex. princípio do cilindro, princípio de carga/obstrução):  Em todas as situações de jogo que ocorram fora da área do semicírculo de não carga e também as que se desenvolvam pelo espaço compreendido entre a área de semicírculo e a linha final;  Em todas as situações de ressalto quando, depois de um lançamento de campo, a bola ressalta e ocorre uma situação de contacto;  Em qualquer uso ilegal de mãos, braços, pernas ou corpo, tanto do atacante como do defensor. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 94 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 32–Faltas)
  • 95.
    Tocar um adversáriocom as mãos e/ou com os braços  Tocar um adversário com a(s) mão(s), não é, necessariamente, uma falta.  Os árbitros devem decidir se o jogador que provocou o contacto ganha vantagem. Se esse contacto restringe a liberdade de movimentos do adversário, então esse contacto é uma falta.  O uso ilegal das mãos ou do braço estendido ocorre quando o jogador defensor, em posição de defesa, o(s) coloca permanentemente em contacto com um adversário, com ou sem bola, impedindo a sua progressão.  Tocar ou empurrar, repetidamente, um adversário, com ou sem bola, é uma falta se isso conduzir a jogo duro. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 95 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34–Falta Pessoal)
  • 96.
    Faltas de possede bola (“atacantes”)  Um jogador atacante com bola comete uma falta se:  “Enganchar” ou envolver com o braço ou cotovelo um defensor com o objetivo de ganhar vantagem;  Empurrar para impedir que o jogador defensor jogue ou tente jogar a bola, ou criar mais espaço entre ele e o jogador defensor;  Enquanto dribla, estender o antebraço ou a mão para impedir que o adversário ganhe a posse da bola.  É falta de jogador atacante sem bola se empurra um adversário para:  Ficar livre para receber a bola;  Impedir que o jogador defensor jogue ou tente jogar a bola;  Criar mais espaço entre ele e o jogador defensor. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 96 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 – Falta Pessoal)
  • 97.
    FALTA “ATACANTE”  Éuma falta marcada à equipa com posse de bola  Falta atacante - Obstrução no bloqueio  Falta atacante – Uso ilegal do cotovelo Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 97 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 33.8 - Carga )
  • 98.
    … e ainda… Empurrar é o contacto pessoal ilegal com qualquer parte do corpo, que ocorre quando um jogador desloca ou tenta deslocar em força, um adversário com ou sem posse de bola.  Agarrar é o contacto pessoal ilegal com um adversário que impede a sua liberdade de movimentos. Este contacto (segurar) pode ocorrer em qualquer parte do corpo.  Defesa ilegal pela retaguarda é o contacto pessoal de um jogador defensor com o seu adversário por detrás. O simples facto de o jogador defensor tentar jogar a bola, não justifica o contacto com o adversário pela retaguarda.  Um jogador atacante na posição de poste e o adversário que o defende, têm que respeitar o mútuo direito à verticalidade (cilindro).  Falta pessoal 1  Falta pessoal 2 Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 98 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 – Falta Pessoal)
  • 99.
    Penalidade das Faltas A equipa que comete uma falta:  Pode ser punida com lances livres, e perda do direito de disputar a posse de bola seguinte ou simplesmente com reposição da bola na linha lateral/final pela equipa contrária, conforme a gravidade da falta.  Exemplo:  Falta Pessoal Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 99 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 – Falta Pessoal)
  • 100.
    Sinalização de Faltas Conselhode Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 100 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
  • 101.
    Sinalização de Faltas Conselhode Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 101 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
  • 102.
    Sinalização de Faltas Conselhode Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 102 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
  • 103.
    Sinalização de Faltas Conselhode Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 103 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
  • 104.
    Sinalização de Faltas Conselhode Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 104 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
  • 105.
    Penalidades  Se afalta é cometida sobre um jogador que não está em ato de lançamento, a bola é concedida a esta equipa para a repor em jogo na linha lateral/final ou com 2 lances livres se essa equipa já estiver em situação de falta.  Se a falta é cometida sobre um jogador em ato de lançamento, são concedidos 2 ou 3 lances livres a este jogador, se o lançamento não for convertido.  Se o lançamento for convertido, são 2 ou 3 pontos e é concedido mais um lance livre ao jogador que lançou ao cesto.  Faltas Antidesportivas = 2 ou 3 LL+ PB; se houve conversão de cesto, então será + 1 LL + PB  Faltas Técnicas Jogadores = 1 LL  Faltas Técnicas Treinador como C ou ao Banco como B = 1 LL  Faltas Desqualificantes = 2 ou 3 LL+ PB; se houve conversão de cesto, então será + 1 LL + PB  Luta = Artº 39, Artº 38.3.4 (parcial) Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 105 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 34 a 39 – Faltas)
  • 106.
    FALTA DUPLA  Faltadupla é aquela que é cometida por dois adversários aproximadamente ao mesmo tempo, um sobre o outro: • Ambas as faltas são faltas de jogadores; • Ambas as faltas envolvem contacto físico; • Ambas as faltas são entre 2 adversários que fazem falta um sobre o outro; • Ambas as faltas têm a mesma penalidade.  Exemplo:  Falta dupla Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 106 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 35 – Falta Dupla)
  • 107.
    FALTA TÉCNICA  Qualquerjogador de campo, treinador ou elemento do banco que não saiba aceitar as decisões dos árbitros, ou que tenha uma atitude antidesportiva, será advertido pelo árbitro.  Uma vez advertido, ser-lhe-á averbada Falta Técnica. A equipa adversária beneficiará de 1 lance livre e o jogo deve recomeçar pelo ponto em que estava/iria começar quando a FT foi assinalada.  Falta Técnica - Jogador  Situações especiais – Falta Técnica e comportamento do treinador Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 107 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 36 – Falta Técnica)
  • 108.
    Falta Técnica  Umafalta técnica é uma falta de um jogador que não envolve contato com um adversário, de natureza comportamental, que inclui mas não se limita a:  Ignorar avisos dados pelos árbitros.  Tratar e/ou comunicar desrespeitosamente com os árbitros, o comissário, os oficiais de mesa, os adversários ou pessoas autorizadas a sentar-se nos bancos de equipa.  Utilizar linguagem e gestos que possam ofender ou incitar os espectadores.  Provocar e insultar um adversário.  Obstruir a visão de um adversário, acenando/colocando a(s) mão(s) próximo dos seus olhos.  Oscilar excessivamente os cotovelos.  Atrasar o jogo, tocando deliberadamente na bola após cesto ou impedir que uma reposição de bola de fora de campo se efectue prontamente.  Exemplo:  Falta técnica – Jogador – Contestação direta à decisão do árbitro Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 108 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 36 – Falta Técnica)
  • 109.
    Falta Técnica  Simularter sofrido uma falta.  Pendurar-se no aro, de forma a que todo o peso do jogador seja suportado pelo aro, excepto quando o jogador segura o cesto momentaneamente após um afundanço ou, no entender de um árbitro, está a tentar evitar uma lesão dele próprio ou de outro jogador.  Interferência de lançamento durante o último lance livre por um jogador defensor. Deverá ser concedido 1 ponto à equipa adversária, seguido da penalidade de falta técnica assinalada ao jogador defensor.  Um Jogador deve ser desqualificado para o resto do jogo, quando é sancionado com 2 faltas técnicas, ou 2 faltas antidesportivas ou 1 falta técnica e 1 falta antidesportiva.  Um treinador deverá ser desqualificado quando é sancionado com 2 faltas técnicas (“C”), devido ao seu comportamento antidfesportivo, ou  Quando for sancionado com 3 faltas técnicas, sejam todas (“B”), ou uma delas (“C”), devido ao comportamento antidesportivo de outros membros do banco de equipa. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 109 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 36 – Falta Técnica)
  • 110.
    FALTA ANTIDESPORTIVA  Umafalta antidesportiva é uma falta pessoal que, no entender do arbitro, não é uma tentativa legítima de jogar directamente a bola, ou que é um contacto excessivo/duro ou ainda que se reveste de casos particulares especificados nas regras. Existem definidos 5 critérios diferentes (C1 a C5).  Um jogador que cometer duas faltas antidesportivas é desqualificado para o resto do jogo.  São concedidos 2 ou 3 lances livres ao jogador sobre o qual foi cometida essa falta, a não ser que a falta seja cometida sobre um jogador em ato de lançamento e este seja convertido (2 ou 3 pontos). Neste último caso o jogador tem ainda direito a um lance livre adicional.  A posterior reposição da bola em jogo, incluída na penalidade, é concedida à equipa a que pertence o jogador que executou o(s) lance(s) livre(s) e será efectuada pelo ponto reposição dessa equipa da sua zona de ataque, com 14 segundos no aparelho de 14/24 segundos. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 110 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 37 – Falta Antidesportiva)
  • 111.
    Falta Antidesportiva  Deve-seter em atenção o seguinte:  Se um jogador não faz qualquer esforço ou tentativa para jogar a bola e ocorre um contacto, é uma falta antidesportiva;  Se um jogador, no esforço para jogar a bola, provoca um contacto excessivo ou uma falta dura, este contacto deve ser considerado como falta antidesportiva;  Se um jogador defensor provoca um contacto desnecessário para simplesmente parar a progressão da equipa atacante em transição, comete uma falta antidesportiva;  Se um jogador defensor provoca contacto com um adversário por detrás ou lateralmente, numa tentativa de parar um contra-ataque e não há qualquer adversário entre o jogador atacante e o cesto dos adversários, então o contacto deve ser considerado como antidesportivo;  Se um jogador defensor provocar um contacto sobre um adversário no campo de jogo, durante os últimos 2 minutos do 4º quarto ou prolongamento, quando a bola se encontra fora de campo para reposição por linha limite e ainda nas mãos do árbitro ou à disposição do jogador que vai efectuar a reposição, então comete uma falta considerada como antidesportiva.  Exemplo:  Falta antidesportiva Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 111 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 37 – Falta Antidesportiva)
  • 112.
    FALTA DESQUALIFICANTE  Faltadesqualificante é todo o flagrante comportamento antidesportivo de um jogador, substituto, treinador, treinador adjunto ou acompanhante de equipa.  São concedidos 2 ou 3 lances livres ao jogador sobre o qual foi cometida essa falta, a não ser que a falta seja cometida sobre um jogador em ato de lançamento e este seja convertido (2 ou 3 pontos). Neste último caso o jogador ainda tem direito a um lance livre adicional.  A posterior reposição da bola em jogo, incluída na penalidade, é concedida à equipa a que pertence o jogador que executou o(s) lance(s) livre(s) e será efectuada pelo ponto reposição dessa equipa da sua zona de ataque, com 14 segundos no aparelho de 14/24 segundos. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 112 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 38 – Falta Desqualificante)
  • 113.
    Falta desqualificante  Umtreinador deve ser, também, desqualificado quando:  lhe são marcadas duas (2) faltas técnicas (‘C’) em consequência do seu comportamento pessoal antidesportivo;  lhe são averbadas três (3) faltas técnicas acumuladas em consequência do comportamento antidesportivo de elemento do banco de equipa (‘B’);  ou uma combinação de três (3) faltas técnicas, uma das quais averbada ao próprio treinador (‘C’). NOTA: Sempre que se verificar uma desqualificação, excepto por simples acumulação de faltas técnicas e/ou antidesportivas (GD – game disqualification), o arbitro principal deverá reter o cartão licença de quem prevarica e efectuar o respetivo relatório. NOTA: Um jogador desqualificado deve ser substituído em 30 segundos e não pode ficar no banco da sua equipa, nem na bancada, devendo recollher ao seu balneário ou fora do pavilhão. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 113 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 38 – Falta Desqualificante)
  • 114.
    LUTA  Luta éa interacção física entre duas ou mais pessoa, aplicando-se exclusivamente a substitutos, treinadores, treinadores adjuntos, jogadores excluídos e acompanhantes de equipa que abandonam o espaço confinado ao banco da equipa durante uma luta ou uma qualquer situação que possa conduzir a uma luta.  Os substitutos, jogadores excluídos com 5 faltas ou acompanhantes de equipa que abandonem os limites da área do banco de equipa durante uma luta ou durante qualquer outra situação que possa conduzir a tal, devem ser desqualificados.  Se o treinador e/ou o treinador adjunto abandonam a área do banco de equipa e não auxiliam ou tentam auxiliar os árbitros a manter ou a restabelecer a ordem, devem ser desqualificados.  Independentemente do número de treinadores, treinadores adjuntos, substitutos ou acompanhantes de equipa desqualificados por terem abandonado a área do banco de equipa, uma única falta técnica deve ser averbada ao treinador (‘B’).  Exemplo:  Sub-14 - Agressão jogador Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 114 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 39 – Luta)
  • 115.
    Luta • Penalizar deforma diferente os membros do banco de equipa por saírem da sua zona de banco de equipa durante uma situação de luta dentro de campo, caso se envolvam diretamente na situação de luta ou não. • Qualquer membro do banco de equipa, que abandona a zona do banco da sua equipa e é ativamente envolvido na luta, deve ser desqualificado de acordo com o artigo das faltas desqualificantes (D). • Exemplo: • ATIVO – jogadores abandonam o banco de equipa e lutam (D2 por cada jogador). • NÃO ATIVO – jogadores abandonam o banco de equipa e não lutam (FFFFF). • Em ambas as situações é SEMPRE averbada UMA (1) Falta Técnica ao Treinador (B2). Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 115 REGRA 6 – Faltas - (ARTº 39 – Luta)
  • 116.
    5 FALTAS DEJOGADOR  Um jogador que cometa cinco (5) faltas deve abandonar o jogo de imediato. Pode ser substituído por outro jogador da equipa. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 116 REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 40 – 5 faltas de jogador) 5
  • 117.
    4 FALTAS DEEQUIPA  Logo que uma equipa tenha cometido 4 faltas de jogadores em cada quarto, todas as faltas dos jogadores que se seguirem serão penalizadas com 2 lances livres.  Só não é averbada esta regra se a falta é “atacante”, cometida pela equipa que se encontra de posse de bola, passando a bola a ser reposta pela linha lateral/final.  Todas as faltas de equipa cometidas num intervalo de jogo, devem ser consideradas como fazendo parte do quarto ou do prolongamento seguinte.  Todas as faltas de equipa cometidas num prolongamento, devem ser consideradas como tendo sido cometidas no 4º quarto (para este efeito os eventuais prolongamentos são uma extensão do 4º quarto). Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 117 REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 41 – Faltas de equipa)
  • 118.
    LANCE(S) LIVRE(S)  Umlance livre é o privilégio que se concede a um jogador para marcar um ponto através de um lançamento ao cesto sem qualquer oposição ou impedimento, numa posição imediatamente atrás da linha de lance livre.  O lançamento ao cesto deve ser executado no prazo de 5 segundos.  O lançador pode usar qualquer método para executar o lance livre de modo que a bola entre no cesto por cima ou toque o aro e não pode invadir a área restritiva antes da bola tocar o aro;  O jogador lançador não pode simular o lançamento.  Jogadores colocados para o ressalto não podem invadir a área restritiva sem que a bola saia da mão do lançador. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 118 REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 43 – Lance livres)
  • 119.
    LANCE(S) LIVRE(S)  Quandoum jogador executa um lance livre, os outros jogadores têm o direito de ocupar as seguintes posições:  2 jogadores da equipa adversária, os dois espaços mais próximos do cesto;  Os outros jogadores dispõem-se conforme os diagramas. Se a bola não tocar no aro é violação e a sua reposição deve ser feita na linha lateral no prolongamento da linha de lance livre. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 119 REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 43 – Lance livres)
  • 120.
    Situações Especiais  Nomesmo período de paragem de cronómetro, que se segue a uma falta ou violação, podem ocorrer situações especiais quando falta(s) adicional(is) é(são) cometida(s).  Todas as faltas devem ser averbadas e todas as penalidades identificadas.  Deve ser determinada a ordem pela qual as faltas ocorreram.  Todas as penalidades iguais contra as duas equipas e todas as penalidades de faltas duplas devem ser canceladas. Uma vez canceladas, as penalidades são consideradas como se nunca tivessem ocorrido.  O direito à posse de bola, como parte da última penalidade, cancela todos os anteriores direitos à posse de bola.  Uma vez que a bola fique viva para o primeiro ou único lance livre, ou para uma reposição daquela de fora de campo, então esta penalidade não pode mais ser utilizada para cancelar outra penalidade. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 120 REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 42 – Situações especiais)
  • 121.
    Situações Especiais  Todasas restantes penalidades devem ser executadas na ordem pela qual foram assinaladas.  Como recomeçar o jogo se não restarem penalidades para serem executadas:  Se, aproximadamente ao mesmo tempo, um cesto de campo válido é obtido, a bola deve ser concedida à equipa que sofreu o cesto para a sua reposição de fora de campo pela linha final;  Se uma equipa tinha a posse de bola ou o direito a ela, a sua reposição de fora de campo deve ser efetuada, por esta equipa, no ponto mais próximo onde ocorreu a primeira infração;  Se nenhuma das equipas tinha posse de bola ou o direito a ela, ocorre uma situação de bola ao ar. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 121 REGRA 7 – Disposições Gerais - (ARTº 42 – Situações especiais)
  • 122.
    Equipa de Arbitragem Os árbitros de um determinado jogo não devem, de modo algum, estar relacionados com as equipas em campo.  Os árbitros, os oficiais de mesa e o comissário, se presente, devem agir no jogo em conformidade com as regras e interpretações oficiais e não têm autoridade para as alterar.  O equipamento dos árbitros consiste numa camisola para árbitro, calças pretas, meias pretas e sapatilhas de basquetebol pretos.  Os árbitros e os oficiais de mesa deverão usar equipamentos uniformes. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 122 REGRA 8 – Árbitros, Oficiais de Mesa e Comissários - (ARTº 45)
  • 123.
    Árbitro principal: Deverese Poderes  Deve:  Inspecionar e aprovar todo o equipamento que será utilizado durante o jogo.  Designar o cronómetro oficial do jogo, o aparelho de 14/24 segundos, o cronómetro de desconto de tempo e reconhecer os oficiais de mesa.  Escolher a bola de jogo de duas (2) bolas usadas fornecidas pela equipa visitada. Se nenhuma das bolas se encontra em condições apropriadas, o árbitro pode escolher a melhor das bolas disponíveis.  Impedir que os jogadores usem quaisquer objetos que possam lesionar outros jogadores. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 123 REGRA 8 – Árbitros, Oficiais de Mesa e Comissários - (ARTº 46 – Árbitro principal)
  • 124.
    Árbitro principal: Deverese Poderes  Deve:  Lançar a bola ao ar no início do 1º quarto e dar a bola ao jogador que faz a sua reposição de fora de campo de jogo, no início dos outros quartos ou prolongamentos.  Ter o poder de parar o jogo quando as condições o justifiquem.  Ter o poder de determinar que uma equipa perde o jogo por falta de comparência.  Aprovar e assinar o boletim de jogo no final do tempo de jogo, terminando assim a ligação dos juízes ao jogo. Os poderes dos árbitros começam quando estes entram no campo de jogo, vinte (20) minutos antes da hora de início do jogo, e terminam com o final do tempo de jogo aprovado pelos árbitros.  Tomar a decisão final sempre que necessário ou quando os árbitros discordam. Para tomar a decisão final pode consultar o(s) árbitro(s) auxiliar(es), o comissário e/ou os oficiais de mesa.  Tem o poder para decidir sobre qualquer ponto não especificado nestas regras. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 124 REGRA 8 – Árbitros, Oficiais de Mesa e Comissários - (ARTº 46 – Árbitro principal)
  • 125.
    Árbitros  Os árbitrosdevem ter o poder para tomar decisões pelas infrações às regras, cometidas no interior ou no exterior das linhas limite, incluindo a mesa dos oficias, o banco das equipas e as zonas situadas imediatamente por detrás das linhas.  Os árbitros devem fazer soar os seus apitos quando ocorre uma infracção às regras, termina um período ou quando entenderem que é necessário interromper o jogo. Os árbitros não devem fazer soar os seus apitos após a obtenção de um cesto de campo, a conversão de um lance livre ou quando a bola fica viva.  Se um árbitro, por acidente ou por qualquer outra razão, está impedido de continuar a desempenhar a sua função nos cinco (5) minutos que se seguem ao incidente, o jogo deve ser reiniciado. O outro árbitro arbitrará sozinho até ao final do jogo a não ser que haja a possibilidade de substituir o árbitro acidentado por outro qualificado.  Cada árbitro tem o poder de tomar decisões dentro dos limites dos seus deveres, mas não tem autoridade para ignorar ou questionar as decisões tomadas pelos outro árbitro. Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 125 REGRA 8 – Árbitros, Oficiais de Mesa e Comissários - (ARTº 46 e 47 – Árbitros)
  • 126.
    NOTAS FINAIS  OLivro de Regras numa mão e o BOM SENSO na outra!  Respeitar todos os intervenientes do Jogo de igual modo; Respeitar também é fazer-se respeitar!  Não ter medo de errar e saber assumir os seus erros é meio caminho andado para o sucesso!  Ter uma atitude profissional e valorizar o espetáculo que é um JOGO DE BASQUETEBOL! Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 126
  • 127.
    Dúvidas Conselho de Arbitragem FederaçãoPortuguesa de Basquetebol 127
  • 128.
    OBRIGADO Apresentação elaborada por:Rui Vieira – Comissário Técnico FIBA Conselho de Arbitragem Federação Portuguesa de Basquetebol 128

Notas do Editor

  • #111 Se lançamento for de 3 pontos, tem direito a 3 lances livres.
  • #113 Se lançamento for de 3 pontos, tem direito a 3 lances livres.