O que fazemos com o portunhol? –
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias:
         Conhecimentos de Espanhol
 Cabe ao professor desmistificar a ilusão de
  competência espontânea, superá-la para
  reconhecer a alteridade radical que constitui
  historicamente o português e o espanhol.
 Ter em conta e de não ter receio de recorrer ao
  conhecimento prévio da língua materna
  quando se considerar que esse recurso auxiliará
  o aprendiz a compreender o idioma estrangeiro.
 Desenvolver uma forma de ensino em que os
  erros sejam vistos não como um “obstáculo”
  para o sucesso dos alunos, mas como um
  “trampolim” para chegar à proeficiência na
  língua alvo.
 A avaliação de aprendizagem deve ser
  formativa, contínua, de acompanhamento, que
  fornece subsídios valiosos para o professor e
  para os alunos, utilizando diferentes
  instrumentos, para o diagnóstico do progresso
  do aluno, e deve revestir-se de caráter positivo
  de modo a trazer à tona o potencial que o
  aprendiz tem.
 O conhecimento gramatical necessário em LE
  deve levar o estudante a ser capaz de produzir
  enunciados – simples ou complexos – que
  tenham uma função discursiva determinada. O
  foco da gramática deve voltar-se para o papel
  que ela desempenha nas relações interpessoais
  e discursivas.
O  que precisa ser privilegiado no ensino de uma
 língua estrangeira é a amostragem e a reflexão
 sobre a divisão que nela mesma se organiza ao
 redor do que é possível e do que é impossível
 dizer, para evitar problemas graves de
 inadequação (a compreensão).
 Realizar uma reflexão criteriosa acerca da
  função da Língua Espanhola na escola regular;
 Estabelecer os objetivos realizáveis,
  considerando-se as peculiaridades (regionais,
  institucionais e de toda ordem) de cada
  situação de ensino, e das relações entre o
  universo hispânico e brasileiro, em toda a sua
  heterogeneidade constitutiva;
 Selecionar e sequenciar os conteúdos –
  temáticos, culturais, nocional-funcionais e
  gramaticais – mais indicados para a consecução
  dos objetivos pressupostos; e
 Definir a(s) linha (s) metodológica (s) e as
 estratégias mais adequadas, tendo em vista
 tanto o processo de ensino-aprendizagem
 quanto os resultados que se pretende alcançar,
 e, de acordo com isso, fazer a escolha do
 material didático adequado para a abordagem e
 estabelecer critérios de avaliação condizentes
 com suas escolhas e plausíveis nessa situação.
 Mais do que encarar o  novo idioma como uma
  simples ferramenta, é preciso entendê-lo como
  um meio de integrar-se e agir como cidadão. O
  foco de ensino não pode ficar exclusivamente
  direcionado para o mercado de trabalho ou a
  superação de provas seletivas.
 Não se pode esquecer que dominar uma língua
  estrangeira supõe conhecer, também e
  principalmente, os valores e crenças presentes
  em diferentes grupos sociais.
 Pensar o ensino de Espanhol como um conjunto
  de valores e de relações interculturais.
O  objetivo maior da presença da LE na grade
  curricular é a formação do indivíduo: a partir
  daí é importante selecionar temas ligados a essa
  proposta (transversalidade), seja ela política,
  econômica, educativa, social, esportiva, de
  lazer, informação, línguas e linguagens.
 A abordagem da língua estrangeira deve ser
  subordinada à análise de temas relevantes na
  vida dos estudantes, na sociedade da qual
  fazem parte, na sua formação enquanto
  cidadãos, na sua inclusão.
 Ampliação dos conteúdos (além de ouvir,   falar,
 ler, entender), para não desvincular do
 contexto, criar competências que devem
 assumir o papel de permitir o conhecimento
 sobre o outro e a reflexão sobre o modo como
 interagir ativamente num mundo prurilíngue e
 multicultural, heterogêneo.
 Competência (inter) pluricultural
 Competência comunicativa
 Compreensão oral
 Produção oral
 Compreensão leitora
 Desenvolvimento da produção escrita
 No que se refere aos   métodos e abordagens de
  ensino:
 Considera-se mais oportuno advogar pela
  adoção de princípios e pressupostos teóricos
  mais amplos que conduzam à reflexão e crítica.
 Os professores precisam, entre outras coisas,
  produzir o seu ensino e buscar por que
  procedem das maneiras como o fazem.
  (ALMEIDA FILHO, 2001)
 Em relação ao material  didático:
 É fundamental encarar o livro didático como
  um ponto de referência para o trabalho docente,
  como um recurso, não o único, facilitador do
  processo de ensinar e aprender. O livro deve ser
  um recurso a mais.

 Nem o manual adotado, nem o material
 didático deliberadamente preparado, qualquer
 que seja, pode ser transformado num fim.

Apresentação ocm le

  • 1.
    O que fazemoscom o portunhol? – Linguagens, Códigos e suas Tecnologias: Conhecimentos de Espanhol
  • 2.
     Cabe aoprofessor desmistificar a ilusão de competência espontânea, superá-la para reconhecer a alteridade radical que constitui historicamente o português e o espanhol.  Ter em conta e de não ter receio de recorrer ao conhecimento prévio da língua materna quando se considerar que esse recurso auxiliará o aprendiz a compreender o idioma estrangeiro.  Desenvolver uma forma de ensino em que os erros sejam vistos não como um “obstáculo” para o sucesso dos alunos, mas como um “trampolim” para chegar à proeficiência na língua alvo.
  • 3.
     A avaliaçãode aprendizagem deve ser formativa, contínua, de acompanhamento, que fornece subsídios valiosos para o professor e para os alunos, utilizando diferentes instrumentos, para o diagnóstico do progresso do aluno, e deve revestir-se de caráter positivo de modo a trazer à tona o potencial que o aprendiz tem.  O conhecimento gramatical necessário em LE deve levar o estudante a ser capaz de produzir enunciados – simples ou complexos – que tenham uma função discursiva determinada. O foco da gramática deve voltar-se para o papel que ela desempenha nas relações interpessoais e discursivas.
  • 4.
    O queprecisa ser privilegiado no ensino de uma língua estrangeira é a amostragem e a reflexão sobre a divisão que nela mesma se organiza ao redor do que é possível e do que é impossível dizer, para evitar problemas graves de inadequação (a compreensão).
  • 6.
     Realizar umareflexão criteriosa acerca da função da Língua Espanhola na escola regular;  Estabelecer os objetivos realizáveis, considerando-se as peculiaridades (regionais, institucionais e de toda ordem) de cada situação de ensino, e das relações entre o universo hispânico e brasileiro, em toda a sua heterogeneidade constitutiva;  Selecionar e sequenciar os conteúdos – temáticos, culturais, nocional-funcionais e gramaticais – mais indicados para a consecução dos objetivos pressupostos; e
  • 7.
     Definir a(s)linha (s) metodológica (s) e as estratégias mais adequadas, tendo em vista tanto o processo de ensino-aprendizagem quanto os resultados que se pretende alcançar, e, de acordo com isso, fazer a escolha do material didático adequado para a abordagem e estabelecer critérios de avaliação condizentes com suas escolhas e plausíveis nessa situação.
  • 8.
     Mais doque encarar o novo idioma como uma simples ferramenta, é preciso entendê-lo como um meio de integrar-se e agir como cidadão. O foco de ensino não pode ficar exclusivamente direcionado para o mercado de trabalho ou a superação de provas seletivas.  Não se pode esquecer que dominar uma língua estrangeira supõe conhecer, também e principalmente, os valores e crenças presentes em diferentes grupos sociais.  Pensar o ensino de Espanhol como um conjunto de valores e de relações interculturais.
  • 9.
    O objetivomaior da presença da LE na grade curricular é a formação do indivíduo: a partir daí é importante selecionar temas ligados a essa proposta (transversalidade), seja ela política, econômica, educativa, social, esportiva, de lazer, informação, línguas e linguagens.  A abordagem da língua estrangeira deve ser subordinada à análise de temas relevantes na vida dos estudantes, na sociedade da qual fazem parte, na sua formação enquanto cidadãos, na sua inclusão.
  • 10.
     Ampliação dosconteúdos (além de ouvir, falar, ler, entender), para não desvincular do contexto, criar competências que devem assumir o papel de permitir o conhecimento sobre o outro e a reflexão sobre o modo como interagir ativamente num mundo prurilíngue e multicultural, heterogêneo.
  • 12.
     Competência (inter)pluricultural  Competência comunicativa  Compreensão oral  Produção oral  Compreensão leitora  Desenvolvimento da produção escrita
  • 13.
     No quese refere aos métodos e abordagens de ensino:  Considera-se mais oportuno advogar pela adoção de princípios e pressupostos teóricos mais amplos que conduzam à reflexão e crítica.  Os professores precisam, entre outras coisas, produzir o seu ensino e buscar por que procedem das maneiras como o fazem. (ALMEIDA FILHO, 2001)
  • 14.
     Em relaçãoao material didático:  É fundamental encarar o livro didático como um ponto de referência para o trabalho docente, como um recurso, não o único, facilitador do processo de ensinar e aprender. O livro deve ser um recurso a mais.  Nem o manual adotado, nem o material didático deliberadamente preparado, qualquer que seja, pode ser transformado num fim.