APRENDIZAGEM
Sensação
Percepção Memória Aprendizagem
O QUE SIGNIFICA?
■ Uma habilidade ou um comportamento é adquirido, alterado ou refinado pela experiência;
■ Aprendemos a distinguir a partir da percepção;
■ Aprendemos a ter medo;
■ Aprendemos sobre sentimentos;
■ Todos nós precisamos adquirir e depois refinar nossas habilidades por meio da
aprendizagem.
A relação entre percepção e
aprendizagem
■ Como é que aprendemos que pessoas parecendo pequenas de certa distância
estão longe e não são simplesmente diminutas?”
■ “Por que algumas pessoas aprendem a ter medo quando veem uma aranha?”.
■ Estudos do tipo de aprendizagem ilustrada em respostas que variam desde um
cão salivando quando ouve seu dono abrindo uma lata de ração até as
emoções que sentimos quando o hino nacional é executado.
■ Outras teorias consideram como a aprendizagem é uma consequência de
circunstâncias compensadoras.
■ Várias outras abordagens concentram-se nos aspectos cognitivos da
aprendizagem ou nos processos que subjazem à aprendizagem.
■ Condicionamento Clássico é um de uma série de diferentes tipos de
aprendizagem identificados pelos psicólogos, mas uma definição geral abrange
todas elas: a APRENDIZAGEM é uma mudança relativamente permanente no
comportamento produzida pela experiência;
■ Na aquisição de comportamentos, a experiência – que é essencial para a
definição de aprendizagem – é a parte da “criação” na questão natureza-
criação;
■ Aprendizagem x Desempenho
■ Habituação é a diminuição na resposta a um estímulo que ocorre após
apresentações repetidas do mesmo estímulo;
■ A habituação permite-nos ignorar coisas que deixaram de prover novas
informações.
■ Ivan Pavlov;
■ Condicionamento clássico é um tipo de aprendizagem no qual um estímulo neutro
(tal como os passos do experimentador) passa a produzir uma resposta depois de
ser emparelhado com um estímulo (tal como a comida) que naturalmente produz
aquela resposta.
■ estímulo neutro: Estímulo que, antes do condicionamento, não produz naturalmente
a resposta de interesse.
■ estímulo incondicionado: (EIC) Estímulo que produz naturalmente uma resposta
sem ela ter sido aprendida.
■ resposta incondicionada: (RIC) Resposta que é natural e não necessita de
treinamento (p. ex., salivação com o cheiro de comida).
■ estímulo condicionado (EC) Estímulo antes neutro que foi emparelhado com um
estímulo incondicionado para produzir uma resposta anteriormente causada
somente pelo estímulo incondicionado.
■ resposta condicionada (RC) Resposta que, após condicionamento, segue um
estímulo anteriormente neutro (p. ex., salivação ao soar de uma sineta).
■ Respostas emocionais são especialmente propensas a serem aprendidas por
processos de condicionamento clássico;
■ Em casos mais extremos, o condicionamento clássico pode acarretar o
desenvolvimento de fobias;
■ O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), que acomete alguns veteranos de
guerra e pessoas que tiveram experiências traumáticas, também pode ser
produzido por condicionamento clássico;
■ Cheiros, uso de drogas.
■ Extinção: Fenômeno básico de aprendizagem que ocorre quando uma resposta
anteriormente condicionada diminui de frequência e por fim desaparece;
■ recuperação espontânea: Ressurgimento de uma RC extinta após um período de
repouso e sem condicionamento adicional.
■ Generalização de estímulos é um processo no qual, depois que um estímulo foi
condicionado para produzir determinada resposta, estímulos semelhantes ao
estímulo original produzem a mesma resposta. Quanto maior a semelhança entre
dois estímulos, maior a probabilidade de generalização do estímulo;
■ Discriminação de estímulos, em contraste, ocorre quando dois estímulos são
suficientemente distintos um do outro a ponto de que um produz uma RC, mas o
outro não.
■ os teóricos da aprendizagem influenciados pela psicologia cognitiva alegam que os
aprendizes desenvolvem ativamente compreensão e expectativa sobre quais EICs
em particular combinam com ECs específicos.
■ Condicionamento operante é a aprendizagem na qual uma resposta voluntária é
reforçada ou enfraquecida, dependendo de suas consequências favoráveis ou
desfavoráveis. Quando dizemos que uma resposta foi reforçada ou enfraquecida,
queremos dizer que ela se tornou mais ou menos provável de voltar a ocorrer
regularmente.
■ O condicionamento operante está atuando quando aprendemos que o trabalho
diligente pode trazer um aumento ou que estudar com afinco resulta em boas
notas.
■ Fundamentos do condicionamento operante;
■ Caixa de Skinner;
■ Reforço: Processo pelo qual um estímulo aumenta a probabilidade de que se repita
um comportamento anterior.
■ Um reforçador primário satisfaz alguma necessidade biológica e funciona
naturalmente, de modo independente da experiência prévia de uma pessoa.
■ Um estímulo torna-se um reforçador secundário devido à sua associação a um
reforço primário.
■ Os neurocientistas estão começando a explorar as bases biológicas dos
reforçadores. Por exemplo, hoje sabemos que o neurotransmissor dopamina
desempenha um papel fundamental no reforço do comportamento. Quando
somos expostos a certos tipos de estímulo, ocorre uma inundação de dopamina
em partes do cérebro, levando a sentimentos de prazer que são reforçadores;
■ Reforçadores positivos, reforçadores negativos e punição;
■ reforçar um comportamento desejado é uma técnica mais apropriada para
modificar comportamento do que usar a punição.
■ esquemas de reforço: Diferentes padrões de frequência e dos tempos de reforço
após um comportamento desejado.
■ esquema de reforço contínuo: Reforço de um comportamento toda vez que ele
ocorre.
■ esquema de reforço parcial: (ou intermitente) Reforço de um comportamento em
parte, mas não todo o tempo.
■ Discriminação e generalização no condicionamento operante;
Modelagem: reforçando o que não
acontece naturalmente;
■ Modelagem é o processo de ensinar um comportamento complexo
recompensando aproximações cada vez maiores ao comportamento desejado.
Na modelagem, inicia-se reforçando qualquer comportamento em nada
semelhante ao comportamento que você quer que a pessoa aprenda.
Posteriormente, reforça-se apenas as respostas que sejam mais semelhantes
ao comportamento que você fundamentalmente deseja ensinar. Por fim,
reforça-se apenas a resposta desejada. Cada passo usado na modelagem,
portanto, avança apenas ligeiramente além do comportamento aprendido
anteriormente, permitindo que a pessoa relacione o novo passo ao
comportamento aprendido anteriormente (Krueger & Dayan, 2009).
■ Limitações biológicas à aprendizagem: não se ensina qualquer truque a um cão
velho;
■ Comparando os condicionamentos clássico e operante
■ Modificação de comportamento, uma técnica formalizada para promover a
frequência de comportamentos desejáveis e diminuir a incidência de
comportamentos indesejáveis. Por meio dos princípios básicos da teoria da
aprendizagem, as técnicas de modificação de comportamento provaram-se
úteis em diversas situações.
■ As técnicas usadas pelos analistas de comportamento são tão variadas quanto
a lista de processos que modificam o comportamento. Elas incluem esquemas
de reforço, modelagem, treinamento de generalização, treinamento de
discriminação e extinção.
Abordagem Cognitivista da
aprendizagem
■ alguns tipos de aprendizagem devem envolver processos de ordem superior,
nos quais os pensamentos e as lembranças das pessoas e o modo como elas
processam as informações explicam suas respostas;
■ Abordagem para estudar a aprendizagem que se concentra nos processos de
pensamento subjacentes à aprendizagem;
■ eles desenvolveram abordagens focalizadas nos processos mentais invisíveis
que ocorrem durante a aprendizagem, em vez de se concentrarem
exclusivamente nos estímulos externos, respostas e reforços.
■ Aprendizagem latente: Aprendizagem em que um novo comportamento é
adquirido, mas não demonstrado até que algum incentivo seja provido para
exibi-lo.
■ Aprendizagem observacional: que é aquela que ocorre assistindo ao
comportamento de outra pessoa ou modelo. Por sua dependência da
observação dos outros – um fenômeno social –, a perspectiva de Bandura é
com frequência referida como abordagem sociocognitiva da aprendizagem
(Bandura, 2004, 2009).
MEMÓRIA
■ A memória permite-nos recuperar uma grande quantidade de informações.
Somos capazes de lembrar o nome de um amigo que não vemos há anos e
recordar os detalhes de um quadro que ficava pendurado em nosso quarto
quando crianças. Ao mesmo tempo, contudo, déficits de memória são comuns.
■ Processo pelo qual codificamos, armazenamos e recuperamos informações.
■ Memória sensorial;
■ Memória de curto prazo: agrupamento (Porção de informações que podem ser armazenadas
na memória de curto prazo);
■ A transferência de material da memória de curto prazo para a memória de longo prazo ocorre
basicamente por ensaio, a repetição das informações que entraram na memória de curto
prazo.
■ Ensaio elaborativo ocorre quando a informação é considerada e organizada de alguma
maneira. A organização pode incluir expandir a informação para fazê-la caber em uma
estrutura lógica, ligá-la a outra lembrança, transformá-la em uma imagem, ou transformá-la
de alguma outra forma.
■ a memória de curto prazo é como um sistema de processamento de
informações que gerencia tanto o novo material reunido da memória sensorial
como o material antigo puxado do armazenamento de longo prazo.
■ memória de trabalho Conjunto de armazenamentos temporários ativos que
manipulam e ensaiam informações.
■ Considera-se que a memória de trabalho contém um processador executivo
central que está envolvido no raciocínio e na tomada de decisão. O executivo
central coordena três sistemas de armazenamento e ensaio distintos: o
armazenamento visual, o armazenamento verbal e a memória episódica.
■ Embora a memória de trabalho auxilie na recordação de informações, ela
consome uma quantidade significativa de recursos cognitivos durante sua
operação,
■ Além disso, o estresse pode reduzir a eficácia da memória de trabalho por
diminuir sua capacidade.
■ Memória de longo prazo;
■ memória declarativa: Memória para informações factuais: nomes, rostos, datas e
fatos.
■ memória processual: Memória para habilidades e hábitos, como andar de bicicleta
ou rebater uma bola; às vezes, é chamada de memória não declarativa.
■ A memória declarativa pode ser subdividida em memória semântica e memória
episódica.
■ Memória semântica é aquela para conhecimentos e fatos gerais sobre o mundo,
bem como para as regras de lógica que são usadas para deduzir outros fatos.
■ Memória episódica é aquela para eventos que ocorrem em determinado tempo,
lugar ou contexto.
Neurociência da memória
■ A busca pelo engrama, termo que designa o traço físico da memória no cérebro que
corresponde a uma lembrança, provou ser um grande enigma para os psicólogos e
outros neurocientistas interessados pela memória.
■ O hipocampo, que faz parte do sistema límbico do cérebro, desempenha um papel
central na consolidação das memórias. Localizado nos lobos temporais mediais do
cérebro, logo atrás dos olhos, o hipocampo auxilia na codificação inicial da
informação, atuando como um tipo de sistema de correio eletrônico neurológico.
Essa informação é subsequentemente repassada ao córtex cerebral, onde ela é, de
fato, armazenada;
■ A amígdala, outro componente do sistema límbico, também desempenha um papel
importante na memória. A amígdala atua especialmente em memórias que
envolvem emoção.
■ potencialização de longo prazo, que mostra que certas rotas neurais tornam-se
facilmente excitadas enquanto uma nova resposta está sendo aprendida. Ao
mesmo tempo, o número de sinapses entre neurônios aumenta à medida que
os dendritos ramificam-se para receber mensagens. Essas alterações refletem
um processo chamado de consolidação, em que as mensagens tornam-se fixas
e estáveis na memória de longo prazo;
■ os traços de memória encontram-se distribuídos por todo o cérebro.
■ Talvez a recordação de nomes e outras memórias não seja perfeita porque existem
muitas informações armazenadas na memória de longo prazo. Uma vez que o
material que vai para a memória de longo prazo é relativamente permanente, a
capacidade da memória de longo prazo é imensa.
■ fenômeno da ponta da língua: Incapacidade de recordar informação que
percebemos que sabemos – uma consequência da dificuldade de recuperar
informações da memória de longo prazo.
■ Recordação: Tarefa da memória pela qual informação específica deve ser
recuperada.
■ Reconhecimento: Tarefa da memória pela qual indivíduos são apresentados a um
estímulo e são perguntados se foram expostos ao mesmo no passado ou devem
identificá-lo em uma lista de alternativas.
■ pista de recuperação é um estímulo que nos permite recordar mais facilmente
informações que se encontram na memória de longo prazo. Pode ser uma palavra,
uma emoção ou um som
■ A teoria dos níveis de processamento enfatiza o grau em que o novo material é
mentalmente analisado. Ela propõe que a quantidade de processamento de
informação que ocorre quando o material é inicialmente encontrado é essencial
para determinar quanto da informação é por fim recordada.
Memória explícita e implícita
■ memória explícita: Recordação intencional ou consciente da informação.
■ memória implícita: Lembranças das quais as pessoas não têm consciência,
mas que podem afetar o desempenho e o comportamento posterior;
■ priming Fenômeno em que a exposição a uma palavra ou a um conceito
(chamado de prime) posteriormente facilita a recordação de informação
relacionada, mesmo não havendo memória consciente da palavra ou do
conceito.
Memórias instantâneas
■ o aquelas relacionadas a um evento específico importante ou surpreendente
que são recordadas com facilidade e imagens vívidas.
■ amnésia de fonte ocorre quando um indivíduo tem uma lembrança para algum
material, mas não consegue recordar de onde.
■ processos construtivos: Processos em que memórias são influenciadas pelo
significado que atribuímos aos eventos.
■ Esquemas: Corpos organizados de informações armazenadas na memória que
influenciam o modo como novas informações são interpretadas, armazenadas e
recordadas.
■ Memória no tribunal: testemunhas em julgamentos;
■ Confiabilidade da criança;
■ Memórias reprimidas e falsas;
■ Memórias autobiográficas são nossas lembranças de circunstâncias e episódios de
nossa vida. As memórias autobiográficas abrangem as memórias episódicas que
temos de nós mesmos
Quando a memória falha
■ A capacidade de esquecer detalhes inconsequentes sobre experiências,
pessoas e objetos ajuda a evitar que sejamos sobrecarregados e distraídos por
armazenamentos triviais de dados insignificantes.
■ Por que esquecemos?
■ Diversos processos explicam as falhas de memória, incluindo declínio,
interferência e esquecimento dependente de pistas.
■ interferência proativa: Interferência em que uma informação aprendida
anteriormente impede a recordação de um material aprendido posteriormente.
■ interferência retroativa: Interferência em que uma informação aprendida
posteriormente impede a recuperação de uma informação aprendida
anteriormente.
Disfunções da memória: aflições do
esquecimento
■ doença de Alzheimer
■ Amnésia retrógrada;
■ Amnésia anterógrada;
■ síndrome de Korsakoff

aprendizagem.pptx

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    O QUE SIGNIFICA? ■Uma habilidade ou um comportamento é adquirido, alterado ou refinado pela experiência; ■ Aprendemos a distinguir a partir da percepção; ■ Aprendemos a ter medo; ■ Aprendemos sobre sentimentos; ■ Todos nós precisamos adquirir e depois refinar nossas habilidades por meio da aprendizagem.
  • 4.
    A relação entrepercepção e aprendizagem ■ Como é que aprendemos que pessoas parecendo pequenas de certa distância estão longe e não são simplesmente diminutas?” ■ “Por que algumas pessoas aprendem a ter medo quando veem uma aranha?”.
  • 5.
    ■ Estudos dotipo de aprendizagem ilustrada em respostas que variam desde um cão salivando quando ouve seu dono abrindo uma lata de ração até as emoções que sentimos quando o hino nacional é executado. ■ Outras teorias consideram como a aprendizagem é uma consequência de circunstâncias compensadoras. ■ Várias outras abordagens concentram-se nos aspectos cognitivos da aprendizagem ou nos processos que subjazem à aprendizagem.
  • 6.
    ■ Condicionamento Clássicoé um de uma série de diferentes tipos de aprendizagem identificados pelos psicólogos, mas uma definição geral abrange todas elas: a APRENDIZAGEM é uma mudança relativamente permanente no comportamento produzida pela experiência; ■ Na aquisição de comportamentos, a experiência – que é essencial para a definição de aprendizagem – é a parte da “criação” na questão natureza- criação; ■ Aprendizagem x Desempenho
  • 7.
    ■ Habituação éa diminuição na resposta a um estímulo que ocorre após apresentações repetidas do mesmo estímulo; ■ A habituação permite-nos ignorar coisas que deixaram de prover novas informações. ■ Ivan Pavlov; ■ Condicionamento clássico é um tipo de aprendizagem no qual um estímulo neutro (tal como os passos do experimentador) passa a produzir uma resposta depois de ser emparelhado com um estímulo (tal como a comida) que naturalmente produz aquela resposta.
  • 8.
    ■ estímulo neutro:Estímulo que, antes do condicionamento, não produz naturalmente a resposta de interesse. ■ estímulo incondicionado: (EIC) Estímulo que produz naturalmente uma resposta sem ela ter sido aprendida. ■ resposta incondicionada: (RIC) Resposta que é natural e não necessita de treinamento (p. ex., salivação com o cheiro de comida). ■ estímulo condicionado (EC) Estímulo antes neutro que foi emparelhado com um estímulo incondicionado para produzir uma resposta anteriormente causada somente pelo estímulo incondicionado. ■ resposta condicionada (RC) Resposta que, após condicionamento, segue um estímulo anteriormente neutro (p. ex., salivação ao soar de uma sineta).
  • 9.
    ■ Respostas emocionaissão especialmente propensas a serem aprendidas por processos de condicionamento clássico; ■ Em casos mais extremos, o condicionamento clássico pode acarretar o desenvolvimento de fobias; ■ O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), que acomete alguns veteranos de guerra e pessoas que tiveram experiências traumáticas, também pode ser produzido por condicionamento clássico; ■ Cheiros, uso de drogas.
  • 10.
    ■ Extinção: Fenômenobásico de aprendizagem que ocorre quando uma resposta anteriormente condicionada diminui de frequência e por fim desaparece; ■ recuperação espontânea: Ressurgimento de uma RC extinta após um período de repouso e sem condicionamento adicional. ■ Generalização de estímulos é um processo no qual, depois que um estímulo foi condicionado para produzir determinada resposta, estímulos semelhantes ao estímulo original produzem a mesma resposta. Quanto maior a semelhança entre dois estímulos, maior a probabilidade de generalização do estímulo; ■ Discriminação de estímulos, em contraste, ocorre quando dois estímulos são suficientemente distintos um do outro a ponto de que um produz uma RC, mas o outro não.
  • 11.
    ■ os teóricosda aprendizagem influenciados pela psicologia cognitiva alegam que os aprendizes desenvolvem ativamente compreensão e expectativa sobre quais EICs em particular combinam com ECs específicos. ■ Condicionamento operante é a aprendizagem na qual uma resposta voluntária é reforçada ou enfraquecida, dependendo de suas consequências favoráveis ou desfavoráveis. Quando dizemos que uma resposta foi reforçada ou enfraquecida, queremos dizer que ela se tornou mais ou menos provável de voltar a ocorrer regularmente. ■ O condicionamento operante está atuando quando aprendemos que o trabalho diligente pode trazer um aumento ou que estudar com afinco resulta em boas notas.
  • 12.
    ■ Fundamentos docondicionamento operante; ■ Caixa de Skinner; ■ Reforço: Processo pelo qual um estímulo aumenta a probabilidade de que se repita um comportamento anterior. ■ Um reforçador primário satisfaz alguma necessidade biológica e funciona naturalmente, de modo independente da experiência prévia de uma pessoa. ■ Um estímulo torna-se um reforçador secundário devido à sua associação a um reforço primário.
  • 13.
    ■ Os neurocientistasestão começando a explorar as bases biológicas dos reforçadores. Por exemplo, hoje sabemos que o neurotransmissor dopamina desempenha um papel fundamental no reforço do comportamento. Quando somos expostos a certos tipos de estímulo, ocorre uma inundação de dopamina em partes do cérebro, levando a sentimentos de prazer que são reforçadores; ■ Reforçadores positivos, reforçadores negativos e punição; ■ reforçar um comportamento desejado é uma técnica mais apropriada para modificar comportamento do que usar a punição.
  • 14.
    ■ esquemas dereforço: Diferentes padrões de frequência e dos tempos de reforço após um comportamento desejado. ■ esquema de reforço contínuo: Reforço de um comportamento toda vez que ele ocorre. ■ esquema de reforço parcial: (ou intermitente) Reforço de um comportamento em parte, mas não todo o tempo. ■ Discriminação e generalização no condicionamento operante;
  • 15.
    Modelagem: reforçando oque não acontece naturalmente; ■ Modelagem é o processo de ensinar um comportamento complexo recompensando aproximações cada vez maiores ao comportamento desejado. Na modelagem, inicia-se reforçando qualquer comportamento em nada semelhante ao comportamento que você quer que a pessoa aprenda. Posteriormente, reforça-se apenas as respostas que sejam mais semelhantes ao comportamento que você fundamentalmente deseja ensinar. Por fim, reforça-se apenas a resposta desejada. Cada passo usado na modelagem, portanto, avança apenas ligeiramente além do comportamento aprendido anteriormente, permitindo que a pessoa relacione o novo passo ao comportamento aprendido anteriormente (Krueger & Dayan, 2009).
  • 16.
    ■ Limitações biológicasà aprendizagem: não se ensina qualquer truque a um cão velho; ■ Comparando os condicionamentos clássico e operante
  • 18.
    ■ Modificação decomportamento, uma técnica formalizada para promover a frequência de comportamentos desejáveis e diminuir a incidência de comportamentos indesejáveis. Por meio dos princípios básicos da teoria da aprendizagem, as técnicas de modificação de comportamento provaram-se úteis em diversas situações. ■ As técnicas usadas pelos analistas de comportamento são tão variadas quanto a lista de processos que modificam o comportamento. Elas incluem esquemas de reforço, modelagem, treinamento de generalização, treinamento de discriminação e extinção.
  • 19.
    Abordagem Cognitivista da aprendizagem ■alguns tipos de aprendizagem devem envolver processos de ordem superior, nos quais os pensamentos e as lembranças das pessoas e o modo como elas processam as informações explicam suas respostas; ■ Abordagem para estudar a aprendizagem que se concentra nos processos de pensamento subjacentes à aprendizagem; ■ eles desenvolveram abordagens focalizadas nos processos mentais invisíveis que ocorrem durante a aprendizagem, em vez de se concentrarem exclusivamente nos estímulos externos, respostas e reforços.
  • 20.
    ■ Aprendizagem latente:Aprendizagem em que um novo comportamento é adquirido, mas não demonstrado até que algum incentivo seja provido para exibi-lo. ■ Aprendizagem observacional: que é aquela que ocorre assistindo ao comportamento de outra pessoa ou modelo. Por sua dependência da observação dos outros – um fenômeno social –, a perspectiva de Bandura é com frequência referida como abordagem sociocognitiva da aprendizagem (Bandura, 2004, 2009).
  • 22.
  • 23.
    ■ A memóriapermite-nos recuperar uma grande quantidade de informações. Somos capazes de lembrar o nome de um amigo que não vemos há anos e recordar os detalhes de um quadro que ficava pendurado em nosso quarto quando crianças. Ao mesmo tempo, contudo, déficits de memória são comuns. ■ Processo pelo qual codificamos, armazenamos e recuperamos informações.
  • 25.
    ■ Memória sensorial; ■Memória de curto prazo: agrupamento (Porção de informações que podem ser armazenadas na memória de curto prazo); ■ A transferência de material da memória de curto prazo para a memória de longo prazo ocorre basicamente por ensaio, a repetição das informações que entraram na memória de curto prazo. ■ Ensaio elaborativo ocorre quando a informação é considerada e organizada de alguma maneira. A organização pode incluir expandir a informação para fazê-la caber em uma estrutura lógica, ligá-la a outra lembrança, transformá-la em uma imagem, ou transformá-la de alguma outra forma.
  • 26.
    ■ a memóriade curto prazo é como um sistema de processamento de informações que gerencia tanto o novo material reunido da memória sensorial como o material antigo puxado do armazenamento de longo prazo. ■ memória de trabalho Conjunto de armazenamentos temporários ativos que manipulam e ensaiam informações. ■ Considera-se que a memória de trabalho contém um processador executivo central que está envolvido no raciocínio e na tomada de decisão. O executivo central coordena três sistemas de armazenamento e ensaio distintos: o armazenamento visual, o armazenamento verbal e a memória episódica.
  • 27.
    ■ Embora amemória de trabalho auxilie na recordação de informações, ela consome uma quantidade significativa de recursos cognitivos durante sua operação, ■ Além disso, o estresse pode reduzir a eficácia da memória de trabalho por diminuir sua capacidade. ■ Memória de longo prazo;
  • 28.
    ■ memória declarativa:Memória para informações factuais: nomes, rostos, datas e fatos. ■ memória processual: Memória para habilidades e hábitos, como andar de bicicleta ou rebater uma bola; às vezes, é chamada de memória não declarativa. ■ A memória declarativa pode ser subdividida em memória semântica e memória episódica. ■ Memória semântica é aquela para conhecimentos e fatos gerais sobre o mundo, bem como para as regras de lógica que são usadas para deduzir outros fatos. ■ Memória episódica é aquela para eventos que ocorrem em determinado tempo, lugar ou contexto.
  • 30.
    Neurociência da memória ■A busca pelo engrama, termo que designa o traço físico da memória no cérebro que corresponde a uma lembrança, provou ser um grande enigma para os psicólogos e outros neurocientistas interessados pela memória. ■ O hipocampo, que faz parte do sistema límbico do cérebro, desempenha um papel central na consolidação das memórias. Localizado nos lobos temporais mediais do cérebro, logo atrás dos olhos, o hipocampo auxilia na codificação inicial da informação, atuando como um tipo de sistema de correio eletrônico neurológico. Essa informação é subsequentemente repassada ao córtex cerebral, onde ela é, de fato, armazenada; ■ A amígdala, outro componente do sistema límbico, também desempenha um papel importante na memória. A amígdala atua especialmente em memórias que envolvem emoção.
  • 31.
    ■ potencialização delongo prazo, que mostra que certas rotas neurais tornam-se facilmente excitadas enquanto uma nova resposta está sendo aprendida. Ao mesmo tempo, o número de sinapses entre neurônios aumenta à medida que os dendritos ramificam-se para receber mensagens. Essas alterações refletem um processo chamado de consolidação, em que as mensagens tornam-se fixas e estáveis na memória de longo prazo; ■ os traços de memória encontram-se distribuídos por todo o cérebro.
  • 32.
    ■ Talvez arecordação de nomes e outras memórias não seja perfeita porque existem muitas informações armazenadas na memória de longo prazo. Uma vez que o material que vai para a memória de longo prazo é relativamente permanente, a capacidade da memória de longo prazo é imensa. ■ fenômeno da ponta da língua: Incapacidade de recordar informação que percebemos que sabemos – uma consequência da dificuldade de recuperar informações da memória de longo prazo. ■ Recordação: Tarefa da memória pela qual informação específica deve ser recuperada. ■ Reconhecimento: Tarefa da memória pela qual indivíduos são apresentados a um estímulo e são perguntados se foram expostos ao mesmo no passado ou devem identificá-lo em uma lista de alternativas. ■ pista de recuperação é um estímulo que nos permite recordar mais facilmente informações que se encontram na memória de longo prazo. Pode ser uma palavra, uma emoção ou um som
  • 33.
    ■ A teoriados níveis de processamento enfatiza o grau em que o novo material é mentalmente analisado. Ela propõe que a quantidade de processamento de informação que ocorre quando o material é inicialmente encontrado é essencial para determinar quanto da informação é por fim recordada.
  • 34.
    Memória explícita eimplícita ■ memória explícita: Recordação intencional ou consciente da informação. ■ memória implícita: Lembranças das quais as pessoas não têm consciência, mas que podem afetar o desempenho e o comportamento posterior; ■ priming Fenômeno em que a exposição a uma palavra ou a um conceito (chamado de prime) posteriormente facilita a recordação de informação relacionada, mesmo não havendo memória consciente da palavra ou do conceito.
  • 35.
    Memórias instantâneas ■ oaquelas relacionadas a um evento específico importante ou surpreendente que são recordadas com facilidade e imagens vívidas. ■ amnésia de fonte ocorre quando um indivíduo tem uma lembrança para algum material, mas não consegue recordar de onde.
  • 36.
    ■ processos construtivos:Processos em que memórias são influenciadas pelo significado que atribuímos aos eventos. ■ Esquemas: Corpos organizados de informações armazenadas na memória que influenciam o modo como novas informações são interpretadas, armazenadas e recordadas. ■ Memória no tribunal: testemunhas em julgamentos; ■ Confiabilidade da criança; ■ Memórias reprimidas e falsas; ■ Memórias autobiográficas são nossas lembranças de circunstâncias e episódios de nossa vida. As memórias autobiográficas abrangem as memórias episódicas que temos de nós mesmos
  • 37.
    Quando a memóriafalha ■ A capacidade de esquecer detalhes inconsequentes sobre experiências, pessoas e objetos ajuda a evitar que sejamos sobrecarregados e distraídos por armazenamentos triviais de dados insignificantes. ■ Por que esquecemos? ■ Diversos processos explicam as falhas de memória, incluindo declínio, interferência e esquecimento dependente de pistas.
  • 38.
    ■ interferência proativa:Interferência em que uma informação aprendida anteriormente impede a recordação de um material aprendido posteriormente. ■ interferência retroativa: Interferência em que uma informação aprendida posteriormente impede a recuperação de uma informação aprendida anteriormente.
  • 39.
    Disfunções da memória:aflições do esquecimento ■ doença de Alzheimer ■ Amnésia retrógrada; ■ Amnésia anterógrada; ■ síndrome de Korsakoff