REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
CURSO DE REFRIGERAÇÃO
MECÂNICO NÍVEL “A” -
REFRIGERADOR - FREEZER -
CONDICIONADOR DOMÉSTICO
MANUTENÇÃO E CONSERTO
Rev. 02/2002
Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A”
Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos
Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO
JUCIMAR DE SOUZA LIMA
Página 1 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
ÍNDICE
ÍNDICE .............................................................................................................................................................................. 2
INTRODUÇÃO ................................................................................................................................................................. 7
Refrigeração ....................................................................................................................................................................... 7
Ar-condicionado................................................................................................................................................................. 7
OBJETIVO DO CURSO.................................................................................................................................................... 7
CONCEITOS E DEFINIÇÕES.......................................................................................................................................... 8
Mecânica ............................................................................................................................................................................ 8
• Massa......................................................................................................................................................................... 8
• Meio........................................................................................................................................................................... 8
• Força .......................................................................................................................................................................... 8
• Área............................................................................................................................................................................ 8
• Volume ...................................................................................................................................................................... 9
• Pressão ....................................................................................................................................................................... 9
• Vácuo....................................................................................................................................................................... 10
Calorimetria...................................................................................................................................................................... 10
• Temperatura............................................................................................................................................................. 10
• Estados físicos da matéria - fases............................................................................................................................. 10
» Sólido ................................................................................................................................................................. 11
» Líquido............................................................................................................................................................... 11
» Gasoso................................................................................................................................................................ 11
• Mudança de estado físico......................................................................................................................................... 11
» Solidificação....................................................................................................................................................... 11
» Fusão.................................................................................................................................................................. 11
» Condensação ...................................................................................................................................................... 11
» Vaporização ....................................................................................................................................................... 11
» Sublimação......................................................................................................................................................... 11
» Sublimação (cristalização) ................................................................................................................................. 12
• Energia..................................................................................................................................................................... 12
• Calor ........................................................................................................................................................................ 12
» Calor total........................................................................................................................................................... 12
» Calor latente ....................................................................................................................................................... 12
» Calor sensível..................................................................................................................................................... 12
• Equação fundamental da calorimetria...................................................................................................................... 12
• Transmissão de calor................................................................................................................................................ 13
» Condução Térmica ............................................................................................................................................. 13
» Convecção Térmica............................................................................................................................................ 13
» Irradiação Térmica ............................................................................................................................................. 14
» Troca Direta ....................................................................................................................................................... 14
» Troca Indireta..................................................................................................................................................... 14
» Expansão Direta ................................................................................................................................................. 14
» Expansão Indireta............................................................................................................................................... 14
• Trocador de calor..................................................................................................................................................... 14
• Potência frigorífica................................................................................................................................................... 14
• Carga Térmica.......................................................................................................................................................... 15
• Saturação.................................................................................................................................................................. 15
» Superaquecimento.............................................................................................................................................. 15
» Sub-resfriamento................................................................................................................................................ 15
Termodinâmica................................................................................................................................................................. 16
• Trabalho nos gases................................................................................................................................................... 16
• Energia interna......................................................................................................................................................... 17
• 1ª Lei da Termodinâmica......................................................................................................................................... 17
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» Transformação Isobárica.....................................................................................................................................17
» Transformação Isocórica (Isométrica) ................................................................................................................18
» Transformação Isotérmica...................................................................................................................................18
» Transformação adiabática ...................................................................................................................................18
» Transformação cíclica.........................................................................................................................................19
• 2ª Lei da Termodinâmica..........................................................................................................................................19
Eletricidade .......................................................................................................................................................................19
• Corrente elétrica .......................................................................................................................................................19
• Tensão.......................................................................................................................................................................20
• Resistência elétrica ...................................................................................................................................................20
• Sistemas elétricos .....................................................................................................................................................20
» Sistema monofásico (2 fios)................................................................................................................................20
» Sistema bifásico (3 fios)......................................................................................................................................20
» Sistema trifásico (4 fios) .....................................................................................................................................20
• Motores elétricos ......................................................................................................................................................20
• Temperatura de bulbo seco(TBS).............................................................................................................................21
• Temperatura de bulbo úmido(TBU) .........................................................................................................................21
• Umidade relativa(UR) ..............................................................................................................................................21
• Temperatura de ponto de orvalho(TPO)...................................................................................................................21
• Entalpia (h) ...............................................................................................................................................................21
Instrumentos......................................................................................................................................................................23
• Manômetro ...............................................................................................................................................................23
• Amperímetro.............................................................................................................................................................24
• Reguladores de pressão.............................................................................................................................................24
• Voltímetro.................................................................................................................................................................24
• Ohmímetro................................................................................................................................................................24
• Multímetro................................................................................................................................................................24
• Megôhmetro..............................................................................................................................................................24
• Vacuômetro ..............................................................................................................................................................24
• Capacímetro..............................................................................................................................................................24
• Anemômetro.............................................................................................................................................................24
• Termômetro ..............................................................................................................................................................25
• Tacômetro.................................................................................................................................................................25
• Chave de Teste Néon................................................................................................................................................25
• Lâmpada-série ..........................................................................................................................................................25
REFRIGERAÇÃO............................................................................................................................................................27
Ciclo básico teórico...........................................................................................................................................................27
• Compressor...............................................................................................................................................................27
• Condensador.............................................................................................................................................................28
• Válvula de expansão.................................................................................................................................................28
• Evaporador ...............................................................................................................................................................28
• Descrição do ciclo ....................................................................................................................................................28
Ciclo básico real................................................................................................................................................................29
• Processo de compressão ...........................................................................................................................................29
• Processo de condensação..........................................................................................................................................29
• Processo de expansão ...............................................................................................................................................29
• Processo de evaporação............................................................................................................................................30
COMPONENTE DO CIRCUITO DE REGRIFERAÇÃO...............................................................................................30
Compressor .......................................................................................................................................................................30
• Conceito....................................................................................................................................................................31
• Classificação.............................................................................................................................................................31
• Funcionamento .........................................................................................................................................................31
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» Compressor alternativo ...................................................................................................................................... 31
» Compressor rotativo........................................................................................................................................... 32
» Compressor centrífugo....................................................................................................................................... 32
» Compressor de parafuso..................................................................................................................................... 32
» Compressor hermético........................................................................................................................................ 32
» Compressor semi-hermético............................................................................................................................... 32
» Compressor aberto ............................................................................................................................................. 33
Trocadores de calor – Condensador e Evaporador........................................................................................................... 33
• Conceito................................................................................................................................................................... 33
• Condensador ............................................................................................................................................................ 33
» Condensadores resfriados a ar............................................................................................................................ 34
• Evaporador............................................................................................................................................................... 34
Dispositivos de expansão ................................................................................................................................................. 36
» Restritores .......................................................................................................................................................... 36
» Tubos capilares................................................................................................................................................... 37
» Válvulas de expansão termostáticas................................................................................................................... 37
DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS..................................................................................................................................... 38
Compressor ...................................................................................................................................................................... 38
» Identificação dos bornes do compressor............................................................................................................. 39
» Teste de Isolação ............................................................................................................................................... 40
» Compressor não comprime................................................................................................................................. 41
» Compressor não parte......................................................................................................................................... 41
» Compressor arranca e apresenta alta corrente (amperagem) .............................................................................. 42
» Outras considerações.......................................................................................................................................... 43
CONDICIONADORES DE AR DOMÉSTICO............................................................................................................... 44
Conceito ........................................................................................................................................................................... 44
Gabinete ........................................................................................................................................................................... 44
• Conceito................................................................................................................................................................... 44
Estrutura ou chassi ........................................................................................................................................................... 45
• Conceito................................................................................................................................................................... 45
Sistema de ventilação....................................................................................................................................................... 46
• Conceito................................................................................................................................................................... 46
Sistema elétrico ................................................................................................................................................................ 47
• Conceito................................................................................................................................................................... 47
» Rabicho .............................................................................................................................................................. 48
» Chave seletora ou de operação........................................................................................................................... 48
» Termostato ......................................................................................................................................................... 49
» Capacitor............................................................................................................................................................ 50
» Timer.................................................................................................................................................................. 51
» Protetor térmico.................................................................................................................................................. 51
» Relé voltimétrico................................................................................................................................................ 52
» Motor do ventilador............................................................................................................................................ 52
» Motor do air-cycle.............................................................................................................................................. 53
» Teste da chave do air-cycle................................................................................................................................ 53
» Válvula reversora ............................................................................................................................................... 53
» Testar a bobina na própria válvula ..................................................................................................................... 53
» Teste da válvula.................................................................................................................................................. 53
Sistema de refrigeração .................................................................................................................................................... 54
• Instrumentos básicos para diagnóstico..................................................................................................................... 54
» Válvula Perfuradora ........................................................................................................................................... 54
» Pressões.............................................................................................................................................................. 54
Principais defeitos e suas possíveis causas - Aparelhos Condicionadores de Ar ............................................................. 55
• MANUTENÇÃO DOS CONDICIONADORES DE AR ........................................................................................ 56
Gabinete ........................................................................................................................................................................... 57
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Estrutura............................................................................................................................................................................57
Sistema de ventilação........................................................................................................................................................58
CONSERTOS ...................................................................................................................................................................58
• Processamento do sistema ........................................................................................................................................58
• Desmontagem do sistema .........................................................................................................................................59
• Lavagem dos componentes.......................................................................................................................................59
• Processo de vácuo.....................................................................................................................................................60
• Operação de vácuo....................................................................................................................................................60
Teste de vazamento do sistema.........................................................................................................................................60
• Processo de carga de gás com o aparelho desligado.................................................................................................60
• Teste de funcionamento............................................................................................................................................61
• Controle de qualidade...............................................................................................................................................61
Recomendações gerais sobre a instalação de aparelhos de ar condicionado.....................................................................61
Refrigerador (geladeira)....................................................................................................................................................62
FLUIDOS REFRIGERANTES.........................................................................................................................................63
Controle de Qualidade ......................................................................................................................................................64
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FUNDAMENTOS
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INTRODUÇÃO
De há muito, o mercado consumidor de refrigeradores, freezers e ares-condicionados
domésticos no Estado do Ceará, se ressente pela falta de bons profissionais que possam atender aos
consumidores e/ou usuários desses equipamentos domésticos que equipam muitos dos escritórios
comerciais, médico-odontológicos, escolas, indústrias, e quase todos os segmentos da sociedade,
inclusive residências.
Profissionais que, utilizando-se somente de técnicas apropriadas, interfeririam no aparelho
para executar a manutenção preventiva, ou consertos e reparos.
Manutenção feita de forma segura, íntegra, com baixo consumo de material e ferramental
adequado visando à integridade física da máquina, de terceiros e de si próprio como profissional.
A substituição de peças feita apenas quando último recurso.
Tudo isso propiciando um serviço eficaz, honesto, rápido, limpo e barato.
Refrigeração
A população emprega sem o propósito mais técnico o termo refrigeração para indicar a
perda de calor, todavia, para aqueles que se ensejam para essa atividade tecnológica, o significado
deve ganhar uma dimensão mais real.
A refrigeração é, normalmente, conseguida com auxilio de equipamento que remove calor
dos corpos, quaisquer que sejam seus estados físicos, com o propósito de baixa sua temperatura e ou
mantê-los em temperatura mais baixa que o ambiente externo ao equipamento onde se encontram.
Neste sentido, abre-se um campo muito grande de aplicações, como por exemplo:
conservação de alimentos, fabricação de bebidas, conservação de corpos de seres vivos,
conservação de corpos orgânicos e inorgânicos, fabricação de tecidos, sapatos, computadores,
dentre outros.
Ar-condicionado
Preferimos destacar o ar-condicionado neste item para informar que é uma aplicação de
refrigeração, cujo campo de utilização é muito grande, e no nosso curso trataremos dos conceitos
básicos e das máquinas de uso doméstico.
Da manutenção adequada e criteriosa depende a conservação das condições de
funcionamento das máquinas e conseqüentemente, a qualidade do ar interno com reflexos diretos na
qualidade de vida das pessoas usuárias dos ambientes condicionados.
OBJETIVO DO CURSO
Durante o transcurso do treinamento profissional para a formação de Mecânico de
Refrigeração - Nível A, serão desenvolvidos o programa de embasamento teórico, e prática de
oficina, que resultará, como certo, na qualificação adequada do Mecânico de Refrigeração para
trabalhar em refrigeradores domésticos, freezers e condicionadores de ar domésticos (janeleiro).
Ao final do Curso, o aluno será capaz de não somente trabalhar no mercado formal em
empresas já estabelecidas, como também poderá abrir seu próprio negócio, se para tal receber apoio
financeiro de Instituições governamentais que promovem o desenvolvimento do Estado.
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Este treinamento tem como meta, também, tornar a relação do homem com os tipos de
máquinas já descritas de tal forma estreita, que ele sinta-se realizado profissionalmente com esta
nova oportunidade.
Para bem cumprir os objetivos sociais, as entidades promotoras e financiadoras do
Treinamento deverão efetivar um processo de seleção justo que pese a aptidão do indivíduo e sua
relação social com a comunidade, para que o investimento financeiro e social surta o efeito
esperado.
Consoante filosofia desenvolvimentista vivenciada no Estado do Ceará, mister se faz
melhorar o nível dos profissionais que militam pela refrigeração, porque a sociedade está sob esta
ótica, completamente desassistida, e, considere-se que as empresas do ramo não têm alternativas
para melhoria de sua qualidade senão pela qualificação da mão-de-obra.
CONCEITOS E DEFINIÇÕES
É necessário que se faça um mostruário de termos e se dê o significado de algumas palavras
utilizadas na refrigeração doméstica e no condicionamento de ar.
Mecânica
Parte da Física que estuda as relações das forças e seus equilíbrios, é a mecânica, por isso
trataremos dos conceitos que mais utilizaremos nos trabalhos de refrigeração.
O leitor irá encontrar alguns termos que não são propriamente da mecânica, mas foi o local
mais adequado que encontramos para alocá-los sem criar novos itens de descrição.
•Massa
É a própria matéria, o corpo ou substância. Tudo que está sujeita à ação da gravidade.
•Meio
Para a nossa necessidade o meio é a matéria, o corpo ou substância a qual se quer aquecer ou
resfriar. Pode ser o ar, a água ou outro qualquer.
•Força
É a ação que tem tendência de movimentar um corpo (massa), cessar seu movimento, mudá-
lo de direção ou ainda, mudá-lo de forma. A unidade mais freqüente é o quilograma-força (kgf) ou a
libra-força (lbf). Matematicamente, a grandeza de uma força é proporcional à massa do corpo e à
velocidade que ela produz no deslocamento do ponto de sua aplicação: F = m . a, onde F é a
grandeza da força; m a massa deslocada e a, a aceleração provocada.
•Área
É a medida total de uma superfície. Quando se deseja a área de uma sala, basta multiplicar o
seu comprimento pela sua largura, o resultado é a medida dela. O conhecimento disto é muito útil
para os trabalhos de refrigeração, haja vista que posteriormente trabalharemos com o conceito de
pressão.
Exemplo 1: Uma sala com 5m de comprimento e 3 m de largura tem 15 m2
de área. (5 m x 3
m = 15 m2
).
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Exemplo 2: O tampo de uma mesa com 50 pol de comprimento e 10 pol de largura tem uma
área de 500 pol2
(50 pol x 10 pol = 500 pol2
).
•Volume
É o produto de três dimensões: comprimento x largura x altura, ou ainda, o produto da área
pela altura. No exemplo “1”, anterior, se considerarmos a altura da sala igual a 3 m, o seu volume
será: V = 5 m x 3 m x 3 m = 45 m3
, ou V = 15 m2
x 3m = 45 m3
.
•Pressão
O conceito de pressão mais simples está associado ao que vamos dizer agora. Imagine um
homem de peso igual a 70 kg em pé sobre uma cerâmica medindo 10 cm por 10 cm (100 cm² = 10
cm x 10 cm), embaixo da cerâmica há areia, então a areia está suportando uma pressão de 0,7 kg /
cm² (70 kg ÷ 100 cm²), ou seja, por cada centímetro quadrado que possui a cerâmica, há 0,7 kg de
peso do homem sobre a areia. Assim podemos dizer que a pressão é a distribuição uniforme de uma
força e
F
m uma área determinada. Portanto se calcula a Pressão pela seguinte fórmula: p =
A
.
Em refrigeração isto é muito útil porque o gás refrigerante quando preso nos cilindros
mesmo nos circuitos de refrigeração exerce uma força sobre as paredes das tubulações e dos
cilindros que
ou
das par
2
libras p
a
polegad
gada de mercúrio). A pressão atmosférica
ao níve
anças.
essão de solidificação, Pressão de fusão, Pressão de
vaporização, Pressão de sublimação.
AT C RSÃO
Psi
a g
a al
se traduzem em uma pressão, considerando que a força é exercida sobre a área interna
edes.
Pode-se ver na própria natureza que todos os corpos estão submetidos à pressão atmosférica
que é a pressão que o ar atmosférico exerce sobre os corpos na superfície terrestre. Ao nível do mar,
a pressão atmosférica corresponde a 1 atm ou 1,033 kg/cm ou a 14,7 psi (Pound for square inch =
or polegada quadrada).
É comum se utilizar como unidade de pressão o kg/cm² (quilograma por centímetro
quadrado) e a psi (libra por polegada quadrada). Uma libra equivale a 0,454 kg ou 454 g e um
a equivale a 2,54 cm, e, 1 kg / cm² = 14,2 psi.
Quando se trata de vácuo a unidade passa a ser o mmHg (milímetro de mercúrio) e seu
submúltiplo µHg (mícron de mercúrio) ou a polHg (pole
l do mar equivale a 760 mmHg ou 29,92 polHg.
Às pressões nas quais ocorrem as mudanças de fases dão-se os nomes daquelas mud
Exemplo: Pressão de condensação, Pr
F ORES DE ONVE
po
(60°F)
l de águ po
(32°)
l de H
atmosfer
mmHg
(32°)
bar kgf/cm² Pasc
1 27,708 2,0360 0,068046 51,715 0,068948 0,07030696 6894,8
0,036091 1 0,073483 -3 -3
2,4559x10 1,8665 2,4884x10 2,537x10-3
248,84
0,491154 13,609 1 0,033421 25,400 0,033864 0,034532 3386,4
14,6960 407,19 29,921 1 760,00 1,01325* 1,03323 1,01325x105
*
0,0193368 10-3 -3 -3
0,53578 0,03937 1,31579x 1 1,3332x10 1,3595x10 133,32
14,5038 401,86 29,53 0,98692 750,062 1 1,01972* 105
*
14,223 394,1 28,959 0,96784 735,559 0,980665* 0665x104
*1 9,8
1,45038 7,50x10-3
10-5
* 1,01972x10-5
* 1x10-4
4,0186x10-3
2,953x10-4
9,8692x10-6
Extraído de ASHRAE (*) valores exato
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•Vácuo
Este termo é utilizado para explicitar a ausência parcial ou total (vácuo absoluto) de matér
isto é, define o valor da pressão, abaixo da pressão atmosférica. Portanto, quando espec
ia,
ificamos
vácuo em um sistema fechado, estamos nos referindo a um valor negativo de pressão.
so específico, esta área estuda as
circunstâncias da transmissão de calor e tudo que for pertinente.
ressão térmica, e uma baixa temperatura indica um baixo grau de
agitaçã
ar
- 25 ºC
tivos). Isto é muito importante e necessário que o mecânico de refrigeração
compre
e solidificação, Temperatura de
fusão, T
ômetro, e normalmente se
trabalh
ara se converter uma temperatura em outra basta utilizar as equações:
e
0 ºF ºC = 5 ÷ 9 x (50 ºF - 32) => ºC = 5 ÷ 9 x 18 => ºC = 5 x 18 ÷ 9 => ºC = 10
40°C, para °F.
) 41°F, para °C; 104°F, para °C; - 4°F, para °C; - 40°F, para °C.
0ºF
) 5°C; 40°C; -20°C; -40°C
comuns como a matéria se apresenta
dependendo da temperatura e da pressão onde se encontra.
Calorimetria
Aqui, também, verifica-se uma divisão da Física. Neste ca
•Temperatura
É o grau de agitação térmica das moléculas de um corpo. Uma elevada temperatura indica
um alto grau de agitação ou de p
o ou de pressão térmica.
Os termos quente e frio são relativos, um ao outro, e só poderão existir em comparação,
portanto, quando um corpo está quente é porque temos outro de menor temperatura para compar
com ele e dizermos que este está frio. Pelo dito, é correto afirmar que um corpo que está a uma
temperatura de - 20 ºC (20 graus negativos) está quente se comparado com outro que está a
(25 graus nega
enda.
Às temperaturas nas quais ocorrem as mudanças de fases dão-se os nomes daquelas
mudanças. Exemplo: Temperatura de condensação, Temperatura d
emperatura de vaporização, Temperatura de sublimação.
O instrumento que se utiliza para medir a temperatura é o term
a com a escala Celsius (°C) ou centígrada e a Fahrenheit (ºF).
P
ºF = 9 ÷ 5 ºC + 32.°C = 5 ÷ 9 (ºF -32)
Exemplos:
50 ºC ºF = 9 ÷ 5 x 50 ºC + 32 => ºF = 1,8 x 50 + 32 => ºF = 90 + 32 => ºF = 122
5
EXERCÍCIOS
Transformar: 1) 30°C, para °F; 5°C, para °F; 100°C, para °F; 0°C, para °F; -
2
GABARITO
1) 86ºF; 41ºF; 212ºF; 32ºF; -4
2
•Estados físicos da matéria - fases
Sólido, Líquido e Gasoso (vapor) são as formas mais
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» Sólido
É o estado de agregação da matéria onde as moléculas estão mais fortemente atraídas umas
pelas outras. Isto é, as forças de coesão entre as moléculas são as maiores. Possui volume e forma
bem de nidos.
estado
sólido. Neste estado, a matéria não possui forma definida, mas possui volume definido.
e de
ção às moléculas. Neste estado, a matéria não apresenta nem forma e nem volume
definidos.
ico é a passagem de uma fase para outra, e depende exclusivamente
da temperatura e da pressão.
mada de temperatura de solidificação, e a pressão correspondente, de pressão de
solidificação.
se
funde é chamada de temperatura de fusão, e a pressão correspondente, de pressão de fusão.
da de temperatura de condensação, e a pressão correspondente, de
pressão de condensação.
fi
» Líquido
No estado líquido, as forças de coesão entre as moléculas são menores do que no
» Gasoso
É o estado de agregação da matéria onde as forças de coesão entre as moléculas são
extremamente fracas, muito menores que no estado líquido, e isto permite uma grande liberdad
movimenta
•Mudança de estado físico
A mudança de estado fís
» Solidificação
É a passagem do estado líquido para o estado sólido. A temperatura na qual a matéria se
solidifica é cha
» Fusão
É a passagem do estado sólido para o estado líquido. A temperatura na qual a matéria
» Condensação
É a passagem do estado gasoso (vapor) para o estado líquido. A temperatura na qual a
matéria condensa é chama
» Vaporização
É a passagem do estado líquido para o estado vapor. Existem duas formas de vaporização: a
evaporação e a ebulição. A evaporação é a passagem lenta do estado líquido para o de vapor, que se
efetua exclusivamente na superfície livre do líquido, com absorção de calor. Ebulição é a passagem
tumultuosa do estado líquido para o de vapor, mediante criação de bolhas originada pela convecção
rápida, e estar relacionada com a pressão de saturação. A temperatura na qual a matéria vaporiza é
chamada de temperatura de vaporização, e a pressão correspondente, de pressão de vaporização.
a
é cham a de temperatura de sublimação, e a pressão correspondente, de pressão de sublimação.
» Sublimação
É a passagem do estado sólido para o estado vapor. A temperatura na qual a matéria sublim
ad
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» Sublimação (cristalização)
É a passagem do estado vapor para o estado sólido.
azões históricas,
em refrigeração utiliza-se mais freqüentemente da caloria (cal). 1 cal = 4,186 J.
cia
entre os dois. Poderá ser entre duas
regiões
o “meio” recebe calor, diz que se aqueceu, e inversamente, quando cede calor, diz
que se
odo, pelo conceito acima, quando uma substância (meio) se aquece, a outra se
resfria,
(quiloc
quantidade necessária de calor para mudar a temperatura de 1 kg de água de 1
grau Ce
ntidade necessária de calor para mudar a temperatura de 1 libra de água de
1 grau fahrenheit (1º F).
l de calor que a substância recebe ou cede, durante a transformação,
mudando ou não de fase.
mantendo-se a temperatura constante, e é a parcela de calor que faz a substância mudar de fase.
que a substância recebe ou cede, durante a transformação, que a faz
variar somente a temperatura.
a
ncia e a sua variação de
temperatura, sendo que este valor é determinado pela seguinte equação:
•Energia
Em sua expressão mais simples, energia é capacidade de realizar trabalho. Ela pode existir
sob diversas formas, tais como a energia elétrica, a energia mecânica, a energia térmica (calor), a
energia química, etc., e pode ser transformada de uma forma para outra, porém não pode ser criada
nem destruída. A unidade em que é medida a energia é o Joule (J), embora, por r
•Calor
Pode-se definir o calor como sendo a energia térmica em trânsito de um corpo ou substân
para outro como resultado de uma diferença de temperatura
de um mesmo corpo com diferentes temperaturas.
Quando
esfriou.
De qualquer m
e vice-versa.
Para medir o calor utiliza-se comumente, em refrigeração, três unidades a kcal
aloria), o kJ (quilojoule), e o BTU (British Thermal Unit ou Unidade Térmica Britânica).
Uma kcal é a
lsius (1º C).
Um kJ equivale a 0,23889 kcal.
Uma BTU é a qua
» Calor total
É a quantidade tota
Calor total = calor latente + calor sensível
1 kJ = 0,23889 kcal1 kcal ≅ 4 BTU
» Calor latente
É a quantidade de calor que a substância recebe ou cede, durante a transformação,
» Calor sensível
É a quantidade de calor
•Equação fundamental da calorimetria
A quantidade de energia térmica recebida ou cedida por uma substância é medida através d
“Quantidade de Calor”, que é diretamente proporcional à massa da substâ
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Onde:
ância (cal/g°C)
= temperatura inicial (°C)
lor específico da água igual a 1 cal/g. °C,
determ e a quantidade de calor recebida pela mesma.
o de ebulição, 1 litro
de água, que está inicialmente a uma temperatura de 30°C. (c =1 cal/g. °C).
ade de calor necessário para resfriar 1 m3
de água, de 90°C para 5°C?
=1 cal/g. °C)?
quantidade de calor fornecida à placa foi de 1,1 kcal. Determine o calor específico do
alumínio.
93.076J
u 340.000BTU ou 355.878kJ
4. 0,22cal/g.°C
calor, e estes estão presentes na
refriger
troca de calor pode ser classificada como DIRETA e INDIRETA.
.
o se deseja manter alguma coisa a uma temperatura maior ou
menor que a temperatura ambiente.
matéria e, portanto, esse é um fenômeno que só pode ocorrer nos líquidos e nos gases. Esse conceito
Q = quantidade de calor (cal)
m = massa da substância (g)
c = calor específico da subst
Tf = temperatura final (°C)
Q = m . c. (Tf – Ti)
Observação: 1.000 cal = 1 kcal
Ti
EXERCÍCIOS:
01. Um recipiente contém 200g de água à temperatura de 20°C. O conjunto é então
aquecido, até atingir a temperatura de 70°C. Sendo o ca
in
02. Determine a quantidade de calor necessário para elevar até o pont
03. Qual a quantid
(c
04. Uma placa de alumínio pesando 500g é aquecida e sofre um acréscimo de temperatura
de 10°C. A
GABARITO:
01. 10.000cal ou 10kcal ou 40BTU ou ainda, 41.868J
02. 70.000cal ou 70kcal ou 280BTU ou ainda, 2
03. 85.000 kcal o
0
•Transmissão de calor
São três os processos fundamentais de transmissão de
ação: CONDUÇÃO, CONVECÇÃO e RADIAÇÃO.
A
» Condução Térmica
É o processo de propagação da energia térmica através da agitação molecular de um corpo
Isto é muito importante para se conhecer a diferença entre um material bom ou mau condutor de
calor ou isolante térmico, uma vez que os isolantes térmicos são largamente aplicados nos diversos
equipamentos de refrigeração, quand
» Convecção Térmica
Consiste no transporte de energia térmica, de uma região para outra, através do transporte de
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é importante para se perceber, por exemplo, o por quê do congelador de uma geladeira ser colocado
na parte superior da mesma.
» Irradiação Térmica
Esse fenômeno efetua-se através das ondas eletromagnéticas que se propagam no meio em
que vivemos. Dessa forma, é que o calor do sol chega até a terra, uma vez que a ausência de matéria
em algum ponto entre ambos (gravidade zero), impossibilita a existência dos outros dois processos.
» Troca Direta
É assim chamada quando a troca de calor é feita entre duas substâncias sem a interveniência
de outra, isto é, o calor de uma se transmite diretamente para a outra. Exemplo: a mistura de
substâncias com temperaturas diferentes (café e leite).
» Troca Indireta
Diz-se quando a troca de calor é feita entre duas substâncias com a interveniência de outra,
isto é, o calor de uma se transmite para a outra através de uma parede, geralmente metálica ou boa
condutora de calor. Exemplo: o aquecimento do refrigerante nos evaporadores dos refrigeradores.
OBSERVAÇÃO
Em condicionamento de ar utilizam-se as expressões EXPANSÃO DIRETA e EXPANSÃO
INDIRETA, que significam:
» Expansão Direta
Quando a troca de calor é feita entre o ar e a substância refrigerante através da parede do
trocador de calor, é o que acontece no ar-condicionado tipo doméstico: o calor da sala, através do
ar, aquece o refrigerante no evaporador da máquina.
» Expansão Indireta
Quando entre o ar e a substância refrigerante existe outra substância de transporte térmico, é
o que acontece no sistema de ar-condicionado que utiliza um condicionador tipo fan-coil com água
gelada: o calor da sala, através do ar, aquece a água na serpentina do fan-coil e esta aquece fluido o
refrigerante no evaporador da máquina.
•Trocador de calor
É o componente, aparelho a peça do sistema de refrigeração que tem como função conter os
fluidos que trocarão calor e permitir que esta energia seja transferida, por condução térmica, de um
para o outro.
Existem muitos tipos e modelos de trocadores de calor como exemplo: Trocador a placas;
trocador de serpentina; trocador de serpentina aletada; trocador de casco e tubo (Shell and tube);
trocador tubo e tubo (tube and tube), dentre outros.
•Potência frigorífica
É a quantidade de calor que a máquina retira ou acrescenta a uma substância (ar, alimento,
pessoas, etc.), na unidade de tempo (1 hora). Nas máquinas de refrigeração como as do nosso curso,
temos a potência frigorífica expressa em kcal / h; kJ / h, kW (quilowatt); BTU / h ou TR (Tonelada
de Refrigeração).
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kW é a potência energética correspondente a 860 kcal/h.
Uma TR (Tonelada de Refrigeração) corresponde à quantidade necessária de calor para
fundir ou formar uma tonelada curta de gelo a 0°C, em 24 horas.
1 kcal/h ≅ 4 BTU/h 1 TR = 3.024 kcal/h = 12.000 BTU/h
1 kW = 860 kcal/h 1 kW = 3.600 kJ/h
•Carga Térmica
Agora, que já conhecemos o conceito de temperatura, calor e suas formas de transmissão,
calor sensível, calor latente e potência frigorífica, vamos apresentar o conceito de Carga Térmica
para, no momento oportuno, adotar-se o procedimento para definir a CAPACIDADE que deve ter
um equipamento frigorígeno a ser instalado em determinado ambiente.
A Carga Térmica é entendida como a quantidade de calor que deve ser removida pelo
equipamento de refrigeração, de modo a proporcionar as condições de temperatura, umidade, etc.
no espaço a ser refrigerado ou condicionado em concordância com as exigências do projeto e/ou
definições do usuário.
Considerando que o calor flui de forma contínua através das paredes dos ambientes e das
câmaras, vencendo a resistência térmica do isolamento, o equipamento, também, deverá funcionar
de forma continuada, e, por isso a carga térmica é estimada ou estabelecida num valor unitário de
tempo. Por exemplo: 3.750 kcal/h (três mil, setecentas e cinqüenta, quilocalorias por hora).
O cálculo da Carga Térmica baseia-se em um conjunto de fatores, dentre os quais
destacamos: transmissão de calor, irradiação solar, pessoas, iluminação e equipamentos elétricos,
etc.
•Saturação
A saturação pode ser entendida sob dois aspectos, quais sejam:
1 - quando uma substância esta diluída (soluto) em outra (solvente) ao ponto desta última
não suportar mais a diluição, fazendo com que a primeira se precipite no fundo do recipiente.
2 - quando uma substância apresenta duas fases ao mesmo tempo, por exemplo: vapor e
líquido. Neste caso diz-se, saturação entre fases.
No caso do segundo conceito, a saturação depende da temperatura e da pressão, e diz-se que
a substância está na temperatura de saturação e na pressão de saturação.
Considerando o caso da água fervendo (ebulindo ou vaporizando) em Fortaleza, a pressão de
saturação é l atm, porque estando a cidade ao nível do mar a pressão é a indicada e é nela que a
água está vaporizando. Também, diz-se que a temperatura de saturação é 100 °C, o que se pode
comprovar medindo-a com um termômetro.
» Superaquecimento
Diz-se que um vapor está superaquecido quando se encontra com temperatura acima da
saturação.
» Sub-resfriamento
Diz-se que um líquido está sub-resfriado quando se encontra com temperatura abaixo da
saturação.
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Todavia, quando um vapor (ou líquido) se encontra na temperatura de saturação, isto é,
mudando de fase, diz-se que ele está saturado, portanto apresenta as duas fases juntas, líquida e
vapor.
Termodinâmica
As relações das transformações de calor em trabalho e vice-versa, são estudas pelo ramo da
Física denominado de Termodinâmica.
•Trabalho nos gases
Consideremos um cilindro dotado de um êmbolo móvel
(exemplo: uma bomba de encher pneu de bicicleta) e, ao tempo que
empurramos esse êmbolo fechemos também a saída de ar. Dessa
forma, estaremos comprimindo o ar contido dentro do cilindro. Assim,
devido à intensidade da força “F” que aplicamos, o êmbolo se
deslocará de um determinado valor, que chamaremos de “∆L”. O
Trabalho realizado no gás (ar) é dado por:
∆L
F
Como já vimos anteriormente, a pressão é obtida através da expressão: p =
F
A
, logo, se se
considerar a pressão constante, a força será:
Desse modo, o trabalho realizado “no” gás (ar) será:
O produto “A . ∆L” é igual à variação de volume (∆V = Vi - Vf), uma vez que o mesmo
diminuiu, de onde podemos concluir que:
F = p . A
T = p . A . ∆L
Trabalho = pressão . variação de volume (T = p . ∆V)
Com isso, podemos tirar duas conclusões importantíssimas:
1. Se houver uma redução de volume (Vf < Vi), haverá uma compressão.
2. Se houver um aumento de volume (Vf > Vi), haverá uma expansão (trabalho realizado
“pelo” gás).
EXERCÍCIOS:
01. Um gás ideal sofre transformação a uma pressão constante de 10 N/m2
. Qual o trabalho
realizado pelas forças de pressão, durante o deslocamento do pistão, sabendo que o volume inicial
do gás era de 4m3
e que o volume final é de 10m3
?
02. Numa transformação à pressão constante, um gás ideal inicialmente ocupando um
volume de 10m3
expande-se até o volume de 15m3
. Qual o valor da pressão do gás, se o trabalho
realizado foi de 100 J?
GABARITO:
01. 60J
02. 20N/m2
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•Energia interna
A energia interna de um gás (sistema) não pode ser medida, mas é importante se conhecer a
sua variação (“∆U”) durante um processo termodinâmico, uma vez que ela está diretamente
relacionada com a energia térmica e, é alterada em função da temperatura em que se encontra o gás.
•1ª Lei da Termodinâmica
O enunciado da 1ª
Lei da Termodinâmica ou 1° Princípio da Termodinâmica é o seguinte:
“O trabalho realizado num processo termodinâmico é igual à diferença entre a
quantidade de calor trocada com o meio exterior e a variação da energia interna do
sistema”.
T = Q – ∆UEste enunciado se traduz na seguinte expressão matemática:
A análise da relação entre o trabalho realizado e o calor trocado em um processo
termodinâmico é feita tomando-se como base a 1ª
Lei da Termodinâmica, e levando-se em conta as
transformações por que passa o gás durante esse processo.
Essas transformações, denominadas de “transformações gasosas”, levam em conta a pressão,
a temperatura e o volume, e são analisadas da seguinte forma:
» Transformação Isobárica
É uma transformação realizada à pressão constante, isto é a pressão é a mesma durante todo
o processo.
Exemplo 01: Uma amostra de gás sofre uma transformação isobárica, a uma pressão de 20
N/m2
, recebendo do meio exterior uma quantidade de calor igual a 100 cal. O volume de gás que era
de 6 m3
, passou para 20 m3
. Qual a variação da energia interna do Sistema?
Solução:
A variação de volume do gás será: ∆V = Vf - Vi = 20 m3
- 6 m3
= 14 m3
.
O trabalho realizado pelo gás será: T = p . ∆V = 20 N/m2
. 14 m3
= 280 J.
1 cal = 4,186 J ou 1 J = 0,239 cal, logo, 280 J = 66,92 cal.
Pela 1ª
Lei da Termodinâmica temos: T = Q – ∆U ⇒ ∆U = Q – T = 100 – 66,92 = 33,08 cal.
No exemplo acima, podemos fazer as seguintes considerações:
1. O volume do gás aumentou, portanto, houve uma expansão isobárica.
2. Em uma expansão isobárica, há um aumento (∆U > 0) da energia interna do gás.
3. Em uma expansão isobárica, a quantidade de calor recebida é maior que o trabalho realizado
(Q > T).
Exemplo 02: Um cilindro contém 5m3
de gás a uma temperatura de 30 °C. Quando a
temperatura do cilindro é aumentada para 70 °C, seu volume aumenta para 10m3
, enquanto que a
pressão permanece constante e igual a 20N/m2
. Sabendo que a energia interna do sistema aumentou
de 15 cal e que o calor específico do gás é de 0,03 cal/g. °C, qual a massa de gás contida no
cilindro?
Resposta: 32,4 g.
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» Transformação Isocórica (Isométrica)
É uma transformação realizada a volume constante, isto é, o volume é o mesmo durante todo
o processo.
Exemplo: Um recipiente, hermeticamente fechado, contém 32 g de um gás, cujo calor
específico é de 0,094 cal/g. °C. Sabendo que sua temperatura inicial é de 27 °C e que o volume do
mesmo permanece constante, determine:
a) A quantidade de calor necessária para duplicar a temperatura do gás.
b) A variação da energia interna do gás, na transformação.
Solução:
a) Q = m . c . ∆T ⇒ Q = 32 . 0,094 . 27 ⇒ Q = 81,21 cal.
b) Como Vf = Vi ⇒ ∆V = 0, logo, T = p . ∆V = 0, portanto, Q = T + ∆U ⇒ Q = ∆U ⇒
∆U = 81,21 cal.
No exemplo acima, podemos fazer as seguintes considerações:
1. Em uma Transformação Isocórica, o trabalho realizado é nulo.
2. Em uma Transformação Isocórica, o calor recebido aumenta a energia interna e a
temperatura do gás.
3. Em uma Transformação Isocórica, a variação da energia interna do gás é igual à
quantidade de calor trocada com o meio exterior.
» Transformação Isotérmica
É uma transformação realizada à temperatura constante, isto é a temperatura é a mesma
durante todo o processo.
Exemplo: Cinqüenta gramas de um gás, cujo calor específico é de 0,08 cal/g. °C, sofre uma
transformação isotérmica a uma pressão de 40 N/m2
, quando então seu volume duplica para 6 m3
.
Qual a temperatura externa final da transformação, sabendo que no início a temperatura era de
30 °C?
Solução:
a) O trabalho será: T = p . ∆V ⇒ T= 40N/m2
. 3 m3
⇒ T = 120 J = 28,68 cal.
b) A variação de temperatura externa, será: ∆T =
Q
m c.
⇒ ∆T =
28 68,
⇒ ∆T = 7,17 °C.
50 0 08,x
) A temperatura final será: Tf = Ti + ∆T ⇒Tf = 30 °C + 7,17°C = 37,17 °C.c
» Transformação adiabática
Em uma transformação adiabática não há trocas de calor com o meio exterior. Portanto,
Q = 0 e ∆U = - T.
Em uma expansão adiabática, o trabalho é realizado pelo gás, sendo que o seu volume aumenta
e sua temperatura diminui, pois há uma diminuição da sua energia interna.
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» Transformação cíclica
Ciclo ou transformação cíclica de uma determinada massa gasosa é um conjunto de
transformações após as quais o gás volta a apresentar a mesma pressão, o mesmo volume e a mesma
temperatura que possuía anteriormente. Em um ciclo, o estado final é igual ao estado inicial.
enunciado da 2ª
Lei da Termodinâmica ou 2° Princípio da Termodinâmica é o seguinte:
“O calor não passa espontaneamente de um corpo para outro de temperatura mais alta”.
D
A B
C
p
V
V1
0 V2
P1
P2
Q → T
Ciclo em sentido horário:
D
A B
C
p
V
V1
0 V2
P1
P2
T → Q
Ciclo em sentido anti-horário:
Conversão de Trabalho em CalorConversão de Calor em Trabalho
•2ª Lei da Termodinâmica
O
Este enunciado é muito importante para a compreensão do princípio de funcionamento das
máquinas térmicas, incluindo-se aí, os equipamentos de refrigeração.
e energia e pode ser transformada em outras formas de
energia
de eletricidade encontrada na natureza é a carga elétrica elementar, que é denominada de
“elétro
bre, têm
facilida
ando
e força que deverão ser inspecionados, montados ou mantidos pelo mecânico de refrigeração.
ntam-se é medida em Ampères (A) e o
aparelho destinado à sua medição é o Amperímetro.
Eletricidade
A eletricidade é também uma forma d
, principalmente a energia mecânica.
Quanto à natureza da energia elétrica, as experiências já demonstraram que a menor
quantidade
n”.
Os materiais metálicos, como por exemplo, o aço, o alumínio, o ouro, a prata, o co
de de gerar elétrons e permitir o livre movimento dessas cargas em sua estrutura.
Nos trabalhos de refrigeração estão sempre presentes motores elétricos, quadros de com
•Corrente elétrica
É o movimento dos elétrons no interior dos materiais.
A intensidade com que esses elétrons movime
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•Tensão
É a força que impões movimento aos elétrons.
A tensão é medida em Volts (V) e o aparelho destinado à sua medição é o Voltímetro.
ca.
stência elétrica é medida em Ohms (Ω) e o aparelho destinado à sua medição é o
Ohmímetro.
s empresas concessionárias fornecem ao consumidor, a energia elétrica da seguinte forma:
ro
o
condutor fase possui uma tensão de 220 volts em relação ao condutor neutro (em Fortaleza).
níveis de tensão: 127
volts e 220 volts, quando a tensão de 220V é verificada entre duas fases.
a formado por quatro condutores, sendo três condutores fases e um condutor
neutro.
em
geral. A tensão entre fases é de 380 volts e entre fase e neutro é de 220 volts (em Fortaleza).
e principais que são, rotor e o estator.
Podem
armos prosseguimento ao assunto, é necessário se estabelecer noções para auxiliar
na com
or de si um campo magnético, tanto
mais in
o se faz uma volta com um condutor, fazendo o começo coincidir com o fim, tem-
se uma
otores elétricos, cada um apresenta vantagens sobre
o outro
de ar doméstico. O motor do ventilador e o motor do conjunto compressor, ambos
monofásicos.
•Resistência elétrica
É a maior ou menor dificuldade que os materiais oferecem à passagem da corrente elétri
A resi
•Sistemas elétricos
A
» Sistema monofásico (2 fios)
É o sistema formado por dois condutores, sendo um deles denominado de “FASE” e o out
de “NEUTRO”. O condutor neutro não possui tensão, ou seja, tem 0 (zero) volt, enquanto que
» Sistema bifásico (3 fios)
É o sistema formado por dois condutores fases e um condutor neutro.
O sistema bifásico tem a grande vantagem de se poder utilizar dois
» Sistema trifásico (4 fios)
É o sistem
Emprega-se esse sistema onde há necessidade de se alimentar equipamentos trifásicos
•Motores elétricos
O motor elétrico é constituído de duas partes distintas
ser alimentados por energia monofásica ou trifásica.
Antes de d
preensão.
a) Todo condutor elétrico, quando energizado cria ao red
tenso quanto for o valor da corrente (I) que o atravessa.
b) Quand
espira.
c) Juntando-se várias espiras, forma-se uma bobina.
d) Várias bobinas reunidas formam um “enrolamento”.
Pois bem, existem muitos projetos de m
e tem uma aplicação mais apropriada.
Neste trabalho voltaremos nossa atenção para os motores elétricos que estão presentes num
condicionador
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Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A”
Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos
Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO
JUCIMAR DE SOUZA LIMA
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
O torque, a força, do motor está associado ao enrolamento principal, de trabalho, efetivo,
conforme o nome que se queira dar. É construído de fio grosso com resistência baixa e por isso
permite a passagem de corrente de intensidade maior.
Todavia, há também, nesse motor um enrolamento de fio mais fino, que apresenta grande
resistência elétrica, e quando energizado, a corrente por ele é baixa. É o enrolamento de partida,
start ou arranque. Tem a finalidade de aumentar o torque inicial do motor na partida e orientar o
campo magnético para dar o sentido para o qual o rotor vai girar.
Psicrometria
Psicrometria é o estudo das misturas de ar e vapor de água.
O ar atmosférico é constituído de Oxigênio, Nitrogênio, outros gases e vapor d'água e como
tudo está aquecido e o homem sofre suas influências, resulta daí a importância da psicrometria no
condicionamento de ar.
As propriedades térmicas do ar atmosférico se encontram indicadas num gráfico ou
diagrama conhecido como “Carta Psicrométrica”, a qual é utilizada para nos auxiliar na obtenção
dessas propriedades, das quais destacamos:
•Temperatura de bulbo seco(TBS)
É a temperatura ambiente, do ar, medida com um termômetro comum.
•Temperatura de bulbo úmido(TBU)
É a temperatura ambiente, do ar, medida com um termômetro comum, porém, com o bulbo
coberto com uma mecha (gaze ou algodão) umedecida.
•Umidade relativa(UR)
Umidade do ar é a quantidade de vapor d’água que participa da mistura atmosférica.
Umidade relativa é a proporção de vapor d’água contido em um determinado volume de ar, em
relação à quantidade total que este mesmo volume poderia absorver ficando saturado.
•Temperatura de ponto de orvalho(TPO)
É a temperatura de saturação do ar. De uma forma bem simples, podemos dizer que é a
temperatura à qual a umidade condensa sobre uma superfície.
•Entalpia (h)
É uma propriedade que as substâncias possuem e que traduz uma medida do seu calor
inerente. Para o ar, esta grandeza representa a quantidade de calor recebida ou cedida, por unidade
de massa (kcal/kg)
Em relação à carta psicrométrica, os termos abaixo podem explicar, rapidamente, alguns
conceitos referentes a determinadas condições do ar.
Se as temperaturas de bulbo seco e bulbo úmido são conhecidas, a umidade relativa a
temperatura do ponto de orvalho podem ser determinadas.
Se a temperatura de bulbo seco e a umidade relativa são conhecidas, a temperatura de bulbo
úmido e a temperatura do ponto de orvalho podem ser determinadas.
Se a temperatura de bulbo úmido e a umidade relativa são conhecidas, a temperatura de
bulbo seco e a temperatura do ponto de orvalho, podem ser determinados.
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EXERCÍCIOS:
01. Dados: TBS = 30 °C; UR = 60%;
Encontrar: a) TBU; b) TPO; c) volume específico; d) entalpia.
02. Dados: TBU = 20 °C; TBS = 25 °C;
Encontrar: a) UR; b)TPO; c) entalpia.
03. 30% de ar com TBS = 30 °C e UR = 60%, serão misturados com uma massa de ar
atmosférico com TBU = 20 °C e TBS = 25 °C. Nessas condições qual o resultado da mistura?
04. O ar de um ambiente está a uma TBS igual a 30°C e UR de 70%. Queremos condicionar
este ambiente e deixá-lo nas condições de conforto, isto é, TBS igual a 24°C e UR de 50%.
a) Quantas gramas de umidade deverão ser retiradas do ar?
b) Qual o diferencial de TBU?
05. O ar ambiente de um laboratório químico está nas seguintes condições:
TBS = 22°C e UR = 40%.
Ele deverá ser misturado com ar de renovação externo, com as seguintes condições:
TBS = 35°C e UR = 60%. Qual o resultado da mistura?
06. Observe a seguinte situação:
a) O ar de um ambiente condicionado, retorna para o condicionador de ar, com TBS igual a
24°C e UR de 45%.
b) Nele, é misturado ar externo com TBS igual a 30°C e UR de 60%.
c) O ar é insuflado através do aparelho a TBS igual a 13°C.
Determine as condições que o ar é misturado no condicionador.
Instrumentos
Neste item procuraremos listar os principais instrumento de medidas que o mecânico de
refrigeração deverá utilizar em seu trabalho diuturno.
•Manômetro
Instrumento apropriado para medir pressão, pode ser mecânico ou eletrônico. No trabalho de
refrigeração o utilizado é o mecânico do tipo Bourbon, cujo mecanismo se assemelha ao brinquedo
língua de sogra. Quando a língua de sogra estira leva o ponteiro para um valor mais alto no
mostrador onde está gravada a escala.
Os manômetros utilizados pelo mecânico de refrigeração estão
conjugados em um suporte tipo tubo de orifícios conhecido pelo nome de
“manifold” ou analisador de pressão.
O manômetro da esquerda possui duas escala com uma a mesma
origem, uma para medir pressão abaixo da pressão atmosférica, ou seja,
vácuo, e outra para pressões acima da atmosfera e por isso ele é chamado de
manovacuômetro, e é extremamente útil de vez que, em muitas ocasiões, a
pressão de serviço ou de trabalho de alguns equipamentos está abaixo da
pressão atmosférica. Também se utiliza este manovacuômetro para medir o
vácuo que se faz para a desidratação do sistema em processamento.
MANIFOLD
ROBINAIR
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•Amperímetro
Aparelho destinado à medição da intensidade de corrente (I) cuja unidade é o
Ampère (A). Modelo da MINIPA
•Reguladores de pressão
Nos trabalhos que envolvem gases acondicionados em cilindros a
altas pressões, se utilizam reguladores de pressão com a finalidade abaixa a
pressão para valores que são suportados pelos sistemas, de forma segura.
Normalmente há um manômetro para medir e indicar a pressão do cilindro e
outro para a pressão de trabalho. Mod. SA White Martins.
Pode-se ver isto claramente nos conjuntos de solda oxiacetilênica. Há
um regulador para o oxigênio e outro para o acetileno.
•Voltímetro
Aparelho destinado à medição da tensão elétrica (U) cuja unidade é o Volt
(V).
•Ohmímetro
Aparelho construído para a medição da resistência elétrica (Ω) de baixo valor
cuja unidade é o Ohm (Ω).
•Multímetro
Há um instrumento que reúne muitas funções como amperímetro, voltímetro,
ohmímetro, e em alguns casos outros instrumentos, é o multímetro.
•Megôhmetro
Para medir resistências de valores altos, como por exemplo, a resistência do isolamento da
fiação de motor elétrico, utiliza-se o megôhmetro. A unidade é o megaohm (MΩ).
•Vacuômetro
As pressões de vácuo devem ser medidas com um instrumento de precisão, eletrônico ou a
mercúrio, com escala apropriada para informar a pressão em mícron de mercúrio. Um milímetro
vale 1.000 mícrons.
•Capacímetro
O capacímetro é o instrumento adequado para se medir a capacitância dos
capacitores. A capacitância é medida em submúltiplo do Farad. Microfarad (µfd) e
picofarad (ρfd).
•Anemômetro
Este aparelho é utilizado para medir a velocidade do ar. Em condicionamento
de ar, divide-se a entrada do ar na serpentina (retorno) em, no mínimo, 20 partes, e se
coloca o sensor em carda uma das partes, anotando-se a velocidade em m/s, para ao
final calcular a média aritmética de todas as medições.
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•Termômetro
O termômetro é o instrumento utilizado para medir a temperatura do ar ou de
outros elementos. O indicado para o uso na refrigeração é um eletrônico de cinco
sensores para permitir a medição das linhas de refrigerante e outros, no processo de
balanceamento.
•Tacômetro
Para medir o número de rotações desenvolvidas num minuto pelos diversos
elementos girantes de uma máquina de ar-condicionado, por exemplo, um ventilador
centrífugo, se utiliza o instrumento chamado de tacômetro, que poderá ser mecânico
ou eletrônico.
•Chave de Teste Néon
Esta ferramenta é imprescindível para a localização do pólo fase. É uma chave de fenda,
apresentando, no interior do cabo, uma lâmpada de “Néon”.
No extremo do cabo tem um botão metálico, encostando-se a ponta metálica da chave no
ponto a ser verificado e, tocando com o dedo o botão, a lâmpada acenderá no caso de haver
corrent
.
circuitos dos componentes elétricos do condicionador de ar.
e.
•Lâmpada-série
É de fácil montagem, pois, simplesmente, cortando uma fase
entre uma lâmpada e plug, ficam duas pontas de prova A e B
Com as pontas A e B é possível testar a continuidade dos
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REFRIGERAÇÃO
tos de refrigeração objetos desse curso, funcionam segundo o ciclo
termod ressão de vapor, que é constituído na sua forma mais simples por quatro
elemen
do um esquema do ciclo básico de um sistema de
refriger r, da
evapor
de gás quente. E do condensador para o evaporador, está a linha de líquido.
ntes de iniciarmos a descrição do ciclo de refrigeração, é conveniente que se conceitue os
elemen
e pressão, o compressor, também, causa ao mesmo tempo, essa diferença de pressão,
elevando a pressão de saída (descarga) a um valor muito alto, comparado com a pressão de entrada
(sucção .
Ciclo básico teórico
Os equipamen
inâmico de comp
tos distintos:
1) Compressor.
2) Condensador.
3) Válvula de expansão ou capilar.
4) Evaporador.
Na figura abaixo está representa
ação, onde estão indicadas as posições relativas ao ciclo do compressor, do condensado
válvula de expansão e do evaporador.
Chama-se de linhas às tubulações que unem os diversos elementos. A linha que vai do
ador para o compressor é a de sucção ou aspiração. Do compressor até o condensador, tem-se
a linha de descarga ou
A
tos já listados.
•Compressor
É um conjunto de peças mecânicas, desenhadas e construídas de tal maneira que ao
funcionar possa provocar um deslocamento de massa (escoamento) necessário para o
reaproveitamento do fluido refrigerante, e como o escoamento de massa só se realiza devido a uma
diferença d
)
COMPRESSOR
HP = ALTA PRESSÃO
SENTIDO DO FLUXO
DESCARGA DO COMPRESSOR
VAPOR ALTA TEMPERATURALÍQUIDO SUBRESFRIADO
SAÍDA DO CONDENSADOR
HP = ALTA PRESSÃO
LINHA DE ALTA PRESSÃO
LINHA DE GÁS QUENTE
LINHA DE SUCÇÃO
LINHA DE BAIXAPRESSÃO
QUIDO
TA PRESSÃO
CONDENSADOR
BÁSICO DE REFRIGERAÇÃO
LINHA DE LÍ
LINHA DE AL
VÁLVULA DE EXPANSÃO
VAPOR BAIXATEMPERATURA
SUCÇÃO DO COMPRESSOR
LP = BAIXA PRESSÃO
EVAPORADOR
CICLO
POR COMPRESSÃO DE VAPOR
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•Condensador
O condensador é um trocador de calor no qual o calor que foi absorvido pelo fluido
refrigerante durante a sua passagem pelo evaporador e no processo de compressão é expelido para o
exterior, motivado por ventilação natural ou forçada. Nesse processo, o fluido refrigerante passa do
estado íquido (condensa).
la de expansão ou tubo capilar é uma restrição à passagem do fluido refrigerante que
se enco aumenta de velocidade e
perde p
trocador de calor cuja função é absorver o calor do espaço
refriger
r,
umento do diâmetro do tubo em relação à válvula, forma uma zona de baixa pressão e,
assim, temperatura do mesmo.
gasoso. Assim é necessário que se produza uma “situação” mais
fria que
te na fase líquida é
baixo,
se reduziria a quantidade de massa de refrigerante para a mesma quantidade de calor
transfe
te sob a forma de vapor, aspirando-o através da
linha d
o
ador.
nsador com temperatura bastante alta em relação ao ambiente
externo ao ciclo. Com a remoção do calor a temperatura baixa, e ao chegar na temperatura de
gasoso para o estado l
•Válvula de expansão
Válvu
ntra no estado líquido, e uma vez forçado a passar por ela o fluido
ressão, criando condições ao processo de expansão (reduz a pressão).
•Evaporador
Evaporador é também um
ado ou condicionado. No processo de passagem pelo evaporador, o fluido refrigerante
absorve calor do ambiente e é gradualmente transformado do estado líquido para vapor
(evaporação).
Quando o fluido refrigerante, ainda no estado líquido, penetra na serpentina do evaporado
e devido ao a
há uma queda acentuada na
•Descrição do ciclo
Pois bem, o objetivo da máquina de refrigeração é retirar o calor do “meio” que se quer
resfriar, seja ele sólido, líquido ou
ele.
Analisemos duas formas de transferência de calor, já vistas, até.
Uma, onde a transferência de calor produza apenas uma variação de temperatura do
refrigerante. Dessa maneira, considerando que o calor específico do refrigeran
para transferir a quantidade de calor do processo seria necessária muita massa do agente de
transporte térmico (refrigerante).
Na outra, a transferência produza além da variação de temperatura, também, faça uma
mudança de fase do agente refrigerante. Com esta alternativa, considerando que a quantidade de
calor envolvida na mudança de fase, calor latente de vaporização, é muito maior que o calor
específico,
rido.
Pois é assim que acontece.
O compressor bombeia o fluido refrigeran
e sucção e comprimindo-o pela linha de descarga. O fluido refrigerante no estado gasoso
fortemente comprimido tem sua temperatura de saturação aumentada para o processo de liquefaçã
(condensação), no condens
O objetivo da elevação da pressão é, também, elevar a temperatura de saturação do
refrigerante para valores mais altos que o meio para o qual o calor será transferido. Se a
transferência de calor for para o ar atmosférico, em Fortaleza, onde a temperatura é 32ºC, a
temperatura de saturação (ebulição do refrigerante) deverá ser cerca de 50ºC.
O refrigerante chega ao conde
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saturação, continua a perder calor e muda de fase passando para o estado líquido (condensa). O
process ,
do líquido, com temperatura abaixo da saturação (sub-
resfriado).
a tubulação de líquido, o refrigerante chega à válvula de
expans
é
temperatura até o ponto que entra no compressor novamente (superaquecido).
ressão
vapor de refrigerante formado no evaporador, à baixa pressão e baixa temperatura, é
aspirado quando o pistão do compressor se desloca do ponto morto superior para o ponto morto
inferior
e
riamento,
a de saturação e depois condensado pela água (ou ar) de
resfriam seguida é sub-resfriado, cuja temperatura ficará cerca de 15°C abaixo da
temper
o de
ra diminuir a
pressão té
a de
o de remoção de calor ainda continua, e o refrigerante nessa etapa muda de temperatura
novamente, saindo do condensador no esta
Saindo do condensador pel
ão ou tubo capilar, onde é forçado a atravessar uma restrição que o faz aumentar a
velocidade e como conseqüência, perde pressão.
Do outro lado da válvula de expansão, o refrigerante ainda está líquido, mas apresenta-se
com pressão reduzida. Desta feita, acontece o inverso do processo de compressão, o refrigerante
perde calor e temperatura.
Ao entrar no evaporador, o refrigerante recebe calor do meio a resfriar, aquecendo-se (a
temperatura continua baixa) e vaporizando-se. Inversamente ao condensador, o refrigerante
aquecido até a temperatura de saturação donde muda de fase. Ao mudar de fase, eleva-se a
O ciclo se inicia novamente.
Ciclo básico real
Ao descrever o ciclo real procuraremos utilizar a linguagem mais técnica e colocar os
elementos reais com sua função no ciclo.
•Processo de comp
O
, e é comprimido quando o pistão se desloca em sentido contrário. A elevação da pressão
desloca para cima o ponto de saturação do refrigerante permitindo ao vapor a condição de fácil
liquefação, ou seja, à alta pressão o vapor de refrigerante poderá ser resfriado por ar ou água com
temperaturas próximas da temperatura ambiente (em Fortaleza 32°C) voltando novamente à fase
líquida. O processo de compressão é adiabático, todavia o trabalho da compressão tem um
componente mecânico de energia que se transforma em calor aumentando a temperatura do gás.
•Processo de condensação
O vapor de fluido refrigerante que sai do compressor, a alta pressão e alta temperatura, pod
ser facilmente condensado pela rejeição de calor ao ar de resfriamento (ou à água de resf
no caso de condensação à água), à temperatura ambiente. Ou seja, no condensador, o vapor
superaquecido é resfriado até a temperatur
ento e em
atura de saturação.
•Processo de expansão
A válvula de expansão, pela grande restrição que causa faz aumentar a pressão do fluido no
sistema antes dela e ao passar por ela, o fluido para manter a vazão do sistema aumenta muit
velocidade e cai de pressão, pós-válvula . Como dispositivo de redução de pressão, pa
do fluido refrigerante liquefeito no condensador (280psig para R22, condensação a ar), a
uma pressão adequada à evaporação (70psig para ar-condicionado, conforto), usa-se uma válvula de
expansão ou um tubo capilar. Esses dispositivos são calibrados para uma determinada qued
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pressão conforme a aplicação da máquina, refrigerante, meio de condensação, dentre outros. Como
válvula de expansão, usa-se geralmente uma válvula de expansão termostática, que controla a vazão
de refrigerante e mantém constante o grau de superaquecimento do vapor de refrigerante na saída
do evap ro interno e
compri ento são determinados em função da diferença de pressão entre os pontos de alta e baixa
pressão
stribuído
enquan
a. Uma vez líquida, a água é drenada para fora do
compar
O DE REFRIGERAÇÃO
de refrigeração à compressão simples, são uma execução prática, consistindo de
quatro elementos fundamentais, conforme mostrado. O compressor succiona os vapores de
refrigerante do evaporador, comprimindo-os até à pressão de condensação; o condensador onde o
refriger
deira, freezer, etc. ou da sala, no caso de ar condicionado).
m sistema de refrigeração é dividido, quanto à pressão, em duas partes conhecidas por lado
de alta e lado de baixa pressão. A alta pressão existe no sistema desde a válvula de descarga no
compressor, passando pela linha de descarga, condensador e linha de líquido até o tubo capilar. O
lado de
, tão logo a
refriger eno
ma de refrigeração que trabalha por compressão,
destaca das
orador. Nas unidades pequenas, usa-se um tubo capilar, cujo diâmet
m
e da vazão do fluido refrigerante.
•Processo de evaporação
O líquido refrigerante do ciclo, cuja pressão é reduzida na válvula de expansão, é di
aos tubos do evaporador por meio de um distribuidor (pode ser pelo próprio formato do
evaporador). Ao escoar no interior dos tubos, o fluido refrigerante se aquece e se vaporiza, ebule,
to líquido, retirando o calor do ar (ar do ambiente refrigerado ou condicionado), que
circunda a superfície externa, e torna a se aquecer, como vapor (superaquecimento).
Analisando-se o ar no meio resfriado, o calor transferido no processo pode ser sensível,
quando baixa a temperatura do ar, e latente, quando o ar é resfriado à temperatura abaixo do ponto
de orvalho (TPO), e faz condensar a águ
timento do evaporador, no caso do condicionador de ar, e na geladeira, a água forma-se em
gelo sublima ou cristaliza.
COMPONENTE DO CIRCUIT
Os ciclos
ante se condensa rejeitando calor; o tubo capilar que promove a queda de pressão
necessária a ser atingida no evaporador; e o evaporador onde a vaporização do refrigerante absorve
calor da câmara (espaço interno da gela
U
baixa pressão começa no tubo capilar e continua através do evaporador, linha de sucção e
compressor até a válvula de admissão.
O vapor de refrigerante é aspirado do evaporador à baixa pressão e comprimido no lado de
alta pressão para ser transformado em líquido e assim ser mantido pronto para uso
ação seja solicitada. O calor do ar é absorvido pelo refrigerante no evaporador fenôm
que gera o “frio ou produz a refrigeração”.
De forma simplificada, podemos resumir o que ocorre durante o ciclo de refrigeração do
seguinte modo:
Compressor
Entre os órgãos que compõem o siste
m-se os compressores com singular importância e características que devem ser observa
para um completo êxito da instalação.
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•Conceito
A função do compressor na refrigeração mecânica é dupla, isto é, deve fazer a sucção do
vapor d iente do evaporador e comprimi-lo à pressão de condensação (alta
pressão tro vezes mais que a pressão de sucção), e, como conseqüência disto,
proporc massa necessário à recirculação do refrigerante.
rios refrigerantes usados em refrigeração, com diferentes propriedades e
aplicações, encontramos, conseqüentemente, variações nos tipos de compressores. Alguns
refriger
pequen randes pressões.
a bombear fluido somente no estado de vapor, daí a
necessidade do superaquecimento do fluido refrigerante ao sair do evaporador, pois jamais deve
penetrar líquido na câmara de compressão.
classificados quanto ao processo de compressão e à posição do motor de
acionam
Classificação
pressão podem ser:
o motor elétrico em relação ao fluxo de refrigerante, podem ser:
Funcionamento
descrição dos tipos de compressores que
os assuntos classificação e funcionamento.
constituído de um cilindro e um pistão que
o chamado “ponto morto superior”
amento positivo. Durante o curso
de válvula de sucção e o gás flui, então, da
para o interior do cilindro, ao chegar no ponto morto inferior, fecha-se a válvula de
sucção e abre-se a válvula de descarga.O gás é forçado para fora, para a linha de descarga, durante o
curso ascendente que ora se inicia.
o
e refrigerante proven
, aproximadamente qua
ionar o deslocamento de
Como há vá
antes requerem deslocamento de grandes volumes e pequena compressão, enquanto outros,
os volumes e g
Os compressores são construídos par
Os compressores são
ento em relação ao próprio compressor.
•
Quanto ao processo de com
- Alternativos ou de pistões (recíprocos);
- Rotativos (scroll);
- Rotativo de palheta;
- Rotativos centrífugos;
- Parafuso.
Quanto ao posicionamento d
- Herméticos.
- Semi-herméticos ou semi-abertos.
- Abertos.
•
Nesse ponto da apostila iremos fazer uma breve
nos referimos, e o leitor irá perceber uma certa junção d
» Compressor alternativo
O compressor alternativo, fundamentalmente, é
se desloca alternativamente dentro desse cilindro, de um pont
para o “ponto morto inferior”. É uma máquina de desloc
descendente do pistão abre-se uma passagem chamada
linha de sucção
Cada volta do eixo-manivela (virabrequim) corresponde a um ciclo de trabalho.
Chamamos de câmara de compressão ao espaço entre o fechamento superior do cilindro e
ponto mais alto da cabeça do pistão. O curso do pistão será o caminho percorrido por ele, desde o
ponto morto superior até o ponto morto inferior. O volume correspondente a esse deslocamento, é
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chamado de cilindrada, e o volume de refrigerantes
capaz clo de trabalho é
chamad
deslocamentos volumétricos e relativamente grandes
compre
apres
ruído. Normalmente são de palhetas rotatórias montadas em
carcaça pressão do gás. Durante o seu funcionamento, o gás succionado
penetra e provocado pela
excentr
mado
aos rotores de bombas centrífugas. Esse tipo de compressor é
em geral utilizado em resfriadores de água, com capacidade superior a 200TR, de refrigeração.
Compressor hermético
éticos dá-se o nome vulgar de unidades seladas.
ucro
Trabalham a cerca de 3.500 rpm e não permitem conserto mecânico, pois suas peças são
montad
o sua lubrificação feita pelo próprio
movim
ão compressores herméticos, mas podem ser desmontados para reparos. Construídos em
carcaça têm uma vida útil cerca de três vezes
maior que a dos compressores herméticos. Suas principais características são: resfriamento pelo gás
de sucção, baixo nível de ruído e lubrificação forçada através de uma bomba de óleo de
engrenagens montada externamente.
de ser deslocado num ci
o de deslocamento volumétrico.
De maneira geral os compressores
alternativos são, atualmente, os mais utilizados e por
isso trataremos mais particularmente desses
compressores, os quais proporcionam pequenos
PONTO MORTO
SUPERIOR
PONTO MORTO
INFERIOR
VIRABREQUIM
CILINDRO
ssões.
» Compressor rotativo
São compressores compactos e têm a vantagem de entarem pouca vibração e pouco
um cilindro deslocado do centro da
, de modo a permitir a com
nos espaços entre as palhetas, sendo comprimido pela redução de volum
icidade do cilindro em relação à carcaça.
» Compressor centrífugo
Os compressores centrífugos giram entre 3.600 rpm a 25.000 rpm. Com esta velocidade, o
gás é succionado e descarregado com uma aceleração tal que imprime ao gás uma pressão adequada
ao funcionamento do ciclo. O elemento do compressor que succiona e comprime o gás é for
por um ou dois rotores semelhantes
» Compressor de parafuso
Os compressores de parafuso são concebidos para grandes deslocamentos de massa com
pressão relativamente baixa. O gás é succionado e descarregado pela impulsão ocasionada pelo giro
de dois parafusos que se desenroscam um sobre o outro.
»
Aos compressores herm
Compressor hermético é um conjunto motor-compressor encerrado em um único invól
de chapa de aço estampado e hermeticamente fechado através de solda, e apresenta a vantagem do
acionamento direto do motor-compressor e nível baixo de ruídos.
as em lotes, por faixa de tolerância, impedindo a substituição de peças do mesmo. Este tipo
de compressor não possui bomba de óleo externa, send
ento do eixo de manivelas.
» Compressor semi-hermético
S
s de ferro fundido, trabalham a cerca de 1.750rpm e
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
» Compressor aberto
São compressores de capacidades variadas como os compressores herméticos e Semi-
herméticos, mas necessitam de um motor externo para acioná-los. Esses motores normalmente são
elétricos, todavia podem também ser acionados por motores de combustão interna, turbinas a vapor,
etc.
gás refrigerante.
or
tálicas, com a finalidade de proporcionar a
ia. No caso da refrigeração que estamos
ido refrigerante e o ar ou a água.
frigeração que tem como finalidade dissipar
do pelo fluido refrigerante durante sua passagem pelo evaporador acrescido ao calor
origina através do resfriamento do fluido (calor
te). O calor é expelido para o exterior
quecido e por
convec
condensadores são fabricados em forma de
serpent com aletas
de alum
as aletas, e neste momento,
receberá calor das aletas, que por sua vez recebem
calor dos tubos, os quais recebem o calor do
refriger
ndensador depende da superfície, da diferença
de temperatura existente entre o refrigerante que se condensa e o meio ambiente externo ao
Neste tipo, o motor fica isolado do compressor, sendo a transmissão de potência feita com
auxílio de correias ou juntas elásticas de transmissão.
Considerando que o eixo do compressor tem uma extremidade externa para receber os
elementos de transmissão, há necessidade de um elemento de vedação que é um selo mecânico o
qual apresenta com o desgaste vazamentos de
Trocadores de calor – Condensador e Evaporad
•Conceito
Trocadores de calor são peças, normalmente me
transferência de calor entre uma fonte quente e outra fr
estudando, o trocador de calor faz a interface entre o flu
•Condensador
O condensador é a parte básica do sistema de re
o calor absorvi
do na compressão. Essa liberação de calor dá-se
sensível) e da mudança de estado gás-líquido (calor laten
motivado por ventilação natural ou forçada.
Nos refrigeradores domésticos os
condensadores são fabricados em forma de
serpentina cujas voltas do tubo são unidas por meio
de placa ou arames, simulando uma grade. O calor
do refrigerante passa por condução para o tubo que
por sua vez o transmite para a grade e nesse
momento o ar que circunda a grade é a
ção natural vai se renovando e por
conseguinte, resfriando o refrigerante que passa a
condensar-se.
Nos condicionadores de ar domésticos os
ina com tubos de cobre e aletados
ínio levemente onduladas para forçar o ar a
toca-las. Nessa construção, o ar é forçado a passar
pela serpentina tocando
ante. Um ventilador, normalmente axial, é
utilizado para ventilar o condensador.
A capacidade de transferência de calor no co
CONDENSADOR
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conden
o agente de resfriamento o ar. A circulação do ar através do condensador pode dar-se de duas
maneir
os
refriger tar
por
o ar. O ar quente por ser mais leve sobe e, seu lugar é ocupado por ar
mais fr
do
ambém são usados condensadores do tipo “chaminé” que consiste de um certo número de
tubos de cobre presos a uma chapa de aço por canaletes que são soldadas à mesma.
muito
forçar a circulação
de ar at
ondensadores com circulação de ar forçada é que a
distânc
paço
refriger lvula
conform ara o
ar que circunda o evaporador é resfriado, e por convecção natural
vai se renovando e por conseguinte, aquecendo o refrigerante que passa a vaporizar-se.
sador, da quantidade de refrigerante e condição da transmissão de calor. Podemos, então ter
condensadores resfriados a ar, à água, e evaporativos.
» Condensadores resfriados a ar
Os condensadores resfriados a ar que são os mais usados em refrigeração doméstica, têm
com
as como segue:
a) por circulação natural (convecção).
b) por circulação forçada
Nos condensadores desse tipo, que são colocados na parte traseira. externa d
adores, o refrigerante superaquecido vindo do compressor transmite seu calor ao ar que es
em contato com as aletas tornando-o menos denso.
Os condensadores resfriados a ar com circulação natural são normalmente constituídos
uma série de aletas de aço através das quais passa a tubulação. A finalidade dessas aletas é aumentar
a superfície de contato com
esco que, por sua vez também se aquece e sobe produzindo desta maneira uma circulação
natural e contínua pelo condensador. É o que se chama extração de calor por convecção natural
ar.
T
Como podemos facilmente compreender, a quantidade de ar que circula dessa forma é
pequena, não sendo portanto, suficiente para retirar grandes quantidades de calor.
Para refrigeradores de grande capacidade torna-se necessário aumentar a circulação de ar
através do condensador. Isso é conseguido com a chamada circulação forçada.
Esses condensadores são semelhantes em construção aos condensadores de aletas com
circulação natural, com a diferença de que um ventilador é acrescentado a fim de
ravés dos mesmos.
Um outro detalhe de construção dos c
ia entre aletas é sensivelmente menor do que nos de circulação natural pois, o ar circula
muito mais rapidamente.
•Evaporador
Evaporador, é também um trocador de calor cuja função é absorver o calor do es
ado ou condicionado. Quando o fluido refrigerante, ainda no estado líquido, sai da vá
de expansão, penetra na serpentina do evaporador, e devido ao aumento do diâmetro do tubo em
relação à válvula, forma uma zona de baixa pressão e, assim, há uma queda acentuada na
temperatura do mesmo. No processo de passagem pelo evaporador, o fluido refrigerante absorve
calor do ambiente e é gradualmente transformado do estado líquido para vapor.
Desse modo, ao sair do evaporador, o fluido refrigerante é novamente bombeado pelo
compressor, completando-se, então, o ciclo.
Nos refrigeradores domésticos os evaporadores são fabricados em forma de placas de
alumínio unidas por solda, cujas passagens de refrigerante são feitas entre uma placa e outra por
ação. O calor do meio passa por condução, para a placa, que por sua vez o transmite p
refrigerante e nesse momento o
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Nos condicionadores de ar domésticos os evaporadores são fabricados em forma de
serpentina com tubos de cobre e aletados com aletas de alumínio levemente onduladas para forçar o
ar a toca-las. Nessa construção, o ar é forçado a passar pela serpentina tocando as aletas, e nest
momento, aquecerá a
e
s aletas, que por sua vez aquecem os tubos, os quais transmitem o calor ao
refriger
a absorção deste, e, distinguimos calor
latente (parcela do calor total responsável pela mudança de fases). Na figura abaixo, resumimos as
transformações de estado que são utilizadas em refrigeração e que constituem um ciclo simples.
O evaporador é a parte do sistema de refrigeração onde o refrigerante muda do estado
líquido para o estado de vapor.
Essa mudança, como vimos, é chamada de evaporação e daí o nome desse componente. A
finalidade do evaporador (no refrigerador) é absorver o calor proveniente de três fontes; o calor de
penetração através da isolação; o calor da infiltração devido à abertura de portas e o calor dos
produtos guardados.
Existem diversos tipos de evaporadores, com características especiais de acordo com o uso a
que se destinam como, por exemplo, fabricar cubos de gelo, resfriar balcões ou câmaras frigoríficas,
resfriar líquidos, resfriar o ar atmosférico, etc.
ante. Um ventilador, normalmente centrífugo, é utilizado para ventilar o evaporador.
Anteriormente já estudamos as mudanças de estado físico, e vimos que a condensação se dá
com a rejeição de calor pelo ciclo e a evaporação com
COMPRESSOR
CONDENSADOR
FILTROLINHA DE DESCARGA
PASSADOR DE SE
CAPILAR
NHADESUCÇÃO/RETORNO
EVAPORADOR
INTERCAMBIADOR DE CALOR
RVIÇO
LI
PASSADOR DE SUCÇÃO
PASSADOR DE DESCARGA
Quanto à superfície, os evaporadores podem ser: primários (desprovidos de aletas) e
aletado r, ele pode ser: de ventilação natural ou ventilação forçada.s. Quanto à circulação de a
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Devem ser observadas cuidadosamente, a escolha, a posição e a colocação do refrigerador,
assim como a distribuição dos produtos, quando este utiliza evaporadores com transmissão de calor
por convecção natural .
As condições externas dos evaporadores afetam a transmissão de calor de forma bastante
acentuada. Por exemplo: a formação de camada de gelo em evaporadores de congelamento funciona
como i de 0,5 cm. Evaporadores
com ale tirar depósito de poeira e fuligem entre as
aletas (
ispositivos de expansão
e
m do fluido refrigerante que se encontra no estado
líquido e e perde pressão, criando
condições ao processo de expansão.
xpansão têm, basicamente, duas finalidades:
igerante líquido;
. regular a vazão do refrigerante que entra no evaporador;
xplicado anteriormente, um sistema de refrigeração se divide em duas seções
do pon
zir a pressão do refrigerante a fim de permitir
que o m
ritores
m
extrem uma pressão muito reduzida devido ao atrito da água com as paredes dos canos, o
que faz com que se produza uma queda de pressão.
rincípio que funcionam os restritores.
o, um
perfeitamente.
forçado a percorrer esse
queda de pressão no
lho e são calibrados de
tiver em funcionamento.
solante, devendo-se restringir essa camada de gelo até a espessura
tas devem ser limpos constantemente para re
condicionador de ar).
Os evaporadores em geral são fabricados de alumínio, cobre, aço inoxidável, etc.
D
Depois da análise do compressor, do condensador e do evaporador, resta somente a anális
do dispositivo de expansão para completar o estudo dos elementos básicos do ciclo de refrigeração
(compressão de vapor), é uma restrição à passage
, e uma vez forçado a passar por ela o fluido aumenta de velocidad
Os dispositivos de e
1. reduzir a pressão do refr
2
Conforme já e
to de vista das pressões reinantes no mesmo: a parte de alta pressão e a parte de baixa
pressão.
Os pontos de divisão são: (1) o compressor, que eleva a pressão do refrigerante e (2) um
dispositivo de expansão, cuja principal função é redu
esmo evapore a uma temperatura baixa.
Os principais tipos de dispositivos de expansão são os seguintes:
a) restritores.
b) tubos capilares.
c) válvulas termostáticas.
» Rest
Podemos, facilmente observar que, quando temos uma instalação hidráulica longa e co
canos muito finos, a água que entra por uma extremidade, com pressão elevada chega na outra
idade com
É sob este mesmo p
O restritor consiste de um cilindro de latão no qual é torneada, com grande precisã
canalete em espiral. Esse cilindro é posteriormente colocado dentro de um tubo de cobre, sob
pressão, de forma a se ajustar
Dessa maneira, o refrigerante que entra por uma extremidade é
canalete, que é um caminho muito longo e apertado, provocando uma
refrigerante.
Os restritores são desenhados especificamente para cada apare
maneira a dar uma determinada queda de pressão quando a unidade es
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» Tubos capilares
Durante os últimos anos, em conseqüência de sua simplicidade e reduz
generalizou-se o uso do tubo capilar como dispositivo regulador de re
dotados de unidades seladas.
Os tubos capilares são usados em todos os sistemas
frigoríficos pequenos, com um comprimento de 1 a 6 m
ido custo,
frigerante nos sistemas
etros e
diâmet
ressões de aspiração e de descarga são tais
que o c
o de modo que o ponto de equilíbrio corresponda à temperatura de
evapor r
do tubo, que
obriga
ltados, principalmente quando se trata de mudar qualquer sistema de expansão
para tu
to a
etro que se usa no lado de alta
pressão e que geralmente vem soldado à tubulação para um intercâmbio de calor.
siste no equilíbrio de pressão que ele oferece quando
o comp a.
do compressor e simplificando-se o
sistema
e conservar alta pressão do líquido para que o refrigerante permaneça em
estado capilar
Válvulas de expansão termostáticas
ador, acompanhando as variações da carga de calor.
ro interno variando de 0,5 a 2 mm. O refrigerante líquido
que entra no tubo capilar perde pressão à medida que escoa por ele,
em virtude do atrito e da aceleração do fluido resultando na
evaporação de parte do refrigerante.
Diversas combinações de diâmetro interno e comprimento
de tubo podem ser feitas para se obter o efeito desejado. O
compressor e o dispositivo de expansão atingem uma condição de
equilíbrio na qual as p
ompressor bombeia exatamente a quantidade de refrigerante
com que o dispositivo de expansão alimenta o evaporador.
O projetista de uma unidade frigorífica nova, dotada de tubo capilar, deve escolher o
diâmetro e comprimento do tub
ação desejada. O comprimento definitivo do tubo capilar é, na maioria das vezes, obtido po
tentativas, embora existam equações e gráficos apropriados para defini-los.
A queda de pressão necessária para o sistema é causada pelo comprimento
o refrigerante a perder pressão, e seu pequeno diâmetro regula a vazão do líquido. O tubo
capilar não contém peças móveis, o que é grande vantagem. Assim ele é empregado simplesmente
como tubo de líquido.
Apesar de sua simplicidade, devem ser tomados cuidados na sua instalação para que se
obtenha bons resu
bo capilar. Fica mais fácil a mudança quando se conhecem bem todos os seus elementos, tais
como pressão, vazão, e outros.
Graças ao emprego de tubos capilares, pode-se reduzir o depósito de líquido e, portan
carga do sistema. O capilar é simplesmente um tubo de pequeno diâm
Outra vantagem dos tubos capilares con
ressor pára, permitindo assim que este compressor possa partir novamente sem sobrecarg
Além disso, a carga do fluido refrigerante é reduzida e emprega-se rotor com pequeno arranque
(mais econômico), eliminando-se os dispositivos de segurança
elétrico.
O tubo capilar dev
líquido e no mesmo tempo, permitir a chegada de refrigerante no evaporador. O tubo
deve regular a quantidade de líquido admitido do evaporador para que este seja eficiente na
remoção do calor do interior do refrigerador ou condicionador de ar.
»
Essas válvulas são um dos mais perfeitos dispositivos de expansão de que dispomos no
momento, pois, controlam de maneira precisa e imediata a quantidade de refrigerante que penetra
no evapor
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Um detalhe importante da construção dessa válvula é a maneira pela qual ela responde à
variação de temperatura.
O bulbo é carregado com um carvão especial que tem a propriedade de absorver gás
carbôn
omo sabemos, existe uma relação definida entre a pressão e a temperatura de evaporação
de um da pressão existe uma temperatura de evaporação
definida.
eito através do superaquecimento do gás de aspiração que deixa o evaporador.
A válvu
ue, se a quantidade de líquido diminuir, uma
superfí tanto,
tico de
defeito res
a unidade selada, segura, silenciosa e de longa duração. Seu motor
elétrico
mbinação de corrente e temperatura atingirem
valores
de vezes em cada minuto.
, os fabricantes dos compressores que se utilizam, tiveram a preocupação de entregar
uma m
r que não há como fazer a manutenção do compressor, se faz a manutenção do
aparelho como um todo e se preserva a vida útil desse elemento.
mecânico onde o motor elétrico tem seu eixo coincidindo com o eixo
virabrequim do compressor propriamente dito, de tal forma que qualquer movimento do motor, faz
ico. A quantidade de gás carbônico que esse carvão é capaz de absorver depende da
temperatura. Quando a temperatura sobe, ele expulsa o gás carbônico fazendo com que aumente a
pressão do mesmo no tubo de ligação e sobre a sanfona, determinado a abertura da válvula de
agulha.
C
refrigerante, ou seja, para uma determina
O controle é f
la de expansão por superaquecimento regula a vazão de refrigerante líquido em função da
taxa de evaporação.
A válvula de expansão termostática opera no sentido de manter aproximadamente a mesma
quantidade de líquido no evaporador, uma vez q
cie maior do evaporador será exposta ao vapor, superaquecendo-o em maior grau e, por
propiciando a abertura da válvula.
DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS
Compressor
No sistema de refrigeração mecânica por compressão de vapor o compressor é o elemento
mais complexo, de maior custo, e que exige cuidados do mecânico no manuseio e no diagnós
s. O tipo de compressor utilizado nos condicionadores de ar domésticos e nos refrigerado
e freezers é o recíproco ou rotativo, hermético.
O compressor é um
foi calculado rigorosamente por seus fabricantes, para que acione o compressor no melhor
fator de rendimento, com funcionamento normal.
O motor do compressor está protegido por um preciso protetor térmico, interno ou externo,
que corta o funcionamento do mesmo quando a co
anormais, impedindo a queima de seus enrolamentos.
As peças do compressor são elaboradas com elevada precisão, com ajustes de centésimos de
milímetros entre as peças móveis, as quais se friccionam milhares
Elas foram especialmente tratadas e montadas em temperaturas controladas, a fim de se
obter um grupo mecânico homogêneo, de tal forma que possa suportar dilatações, sem ultrapassar
as tolerâncias do projeto.
O óleo que lubrifica permanentemente estes mecanismos foi escolhido, após experiências e
pesquisas realizadas nos melhores laboratórios das indústrias petrolíferas.
Assim
áquina ajustada, precisa e bem lubrificada.
Senhor mecânico considere o compressor com todo o respeito e atenção que merece.
É bom lembra
É um conjunto eletro
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rodar o or
, que após a montagem do conjunto é soldada hermeticamente ficando como acesso
para seu interior apenas três passadores, que são tubos onde se ligam o evaporador, o condensador e
o proce
disso deverá, também, passar pelos testes de
diagnó
rimeiramente se identificam os bornes elétricos do compressor, porque tendo ele um motor
monofá de trabalho, principal, efetivo, e o outro de
partida essitam de energia elétrica. Existem três pinos
externo igar a energia, e são: um pino é comum aos dois
enrolam a
o enrolamento de trabalho, e no outro, deve ser ligada a energia para o
enrolam nto auxiliar cuja função é dar a partida no funcionamento do compressor e ajudar no
torque rante o funcionamento. Esta ligação só poderá ser feita de uma única maneira,
caso co tor se aquecerá ará torna vel o compr
dos bornes compressor
tampa de caixa de bornes.
terminais com
compressor. Está dentro de uma carcaça de aço de baixo teor de carbono, moldada p
conformação
sso.
Durante a manutenção do condicionador o compressor deverá ser limpo externamente e
pintado para evitar a oxidação da carcaça, além
stico elétrico.
I M P O R T A N T E :
Há duas razões gerais pelas quais o compressor de um condicionador de ar deve ser
substituído.
1 - Falhas elétricas;
2 - Falhas mecânicas.
Examinaremos em primeiro lugar as falhas elétricas, todas, facilmente identificáveis pelo
processo de testes comuns feitos em oficinas.
P
sico possui dois enrolamentos elétricos, um
, arranco, start, auxiliar, etc., os quais nec
s na carcaça do compressor onde se deve l
entos, no qual deve ser ligada energia (fase ou neutro), noutro deve ser ligada a energia par
fazer movimentar o motor, é
e
do motor du
ntrário o mo muito e queim ndo imprestá essor.
» Identificação do
1 - Levante a
- Retire os2 toda a fiação.
3 - Identifique os bornes medindo as resistências ôhmicas dos fios internos que constituem
os enrolamentos do motor.
PADRÃO
BORNES
GENTINO FRANCÊSAR AMERICANO
COMUM C C C C
ARRANQUE A A A S
MARCHA M M M R
A resistência ôhmica de um condutor (fio) é a resistência elétrica que ele opõe à passagem
da corr mento e do diâmetro do fio.
posição da ponto um número qualquer, 1 - 2 e 3, em
qualquer posição, por Exemplo:
ente elétrica e depende do material de que ele é feito, do compri
A resistência ôhmica é medida em ohms cujo símbolo de ohms é Ω (Omega)
4 - Usar o ohmímetro na escala Rx1.
5 - Verificar o ajuste a zero.
6 - Fazer um desenho dos pinos (bornes) do compressor, numa folha de papel, observando a
deles para facilitar o trabalho, e anotar em ca
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7 - Ter em mãos a tabela de resistências ôhmicas.
8 - Tocar com as pontas de prova do ohmímetro os bornes 1-2
9 - Tocar com as pontas de prova do ohmímetro os bornes 1-3
10 - Tocar com as pontas de prova do ohmímetro os bornes 2-3. Cada medida dessa deve ser
anotada
m
pequen dos valores pequeno e médio (aproximadamente).
os,
tativa do comum.
a M ou outra que represente o borne.
rne
na folha de papel entre os pontos correspondentes.
11 - Comparar os valores obtidos da seguinte maneira. Há três valores diferentes, u
o, um médio e outro grande que é a soma
12 - Faça um desenho como mostra a figura:
A maior medida estará entre os extremos e, portanto há um borne no meio desses extrem
é o borne comum aos enrolamentos. Coloque nesse borne a letra C, represen
Do borne comum para um dos extremos tem-se o menor valor de resistência, então esse
borne é o extremo do enrolamento de trabalho, anote aí a letr
Do borne comum para o outro extremo tem-se o médio valor de resistência, então esse bo
é o extremo do enrolamento de partida, anote aí a letra S ou outra que represente o borne.
S
MENOR VALOR
C M
MÉDIO VALOR
MAIOR VALOR
Feito a eleição dos bornes, prossiga com as verificações.
CS - Medida da resistência da bobina de arranque (start) comum - arranque. Verificar o
ue tem a resistência desta bobina e comparar com o valor da tabela.valor q
e tem
lor da tabela.
e a das bobinas de arranque-marcha. Neste teste é medido o valor da
soma das resistências das bobinas
resistên
ue
deverão ser rejeitadas
quando SM, acontecer o seguinte:
essor.
rcaça e o motor elétrico do compressor devem estar totalmente isolados entre si.
da com o procedimento a seguir:
CM - Medida da resistência da bobina de marcha, comum-marcha. Verificar o valor qu
a resistência desta bobina e comparar com o va
SM - M dida da som
de arranque e marcha. Verificar o valor que tem a soma das duas
cias e comparar com o valor da tabela.
Conforme especifica a tabela, todas as resistências têm uma tolerância de +/- 5%.
As resistências que tenham valores mais altos que esta tolerância devem ser rejeitadas, o q
determinará a troca do compressor.
OBS: A determinação das resistências acima deve sempre ser feita com o compressor frio
(temperatura ambiente 25º C).
No momento de medir as resistências ôhmicas das bobinas, estas
, em qualquer um dos testes CS, CM e
1 - O ponteiro não se movimenta, fica no infinito, a bobina aberta. Troque o compr
2 - O ponteiro se movimenta, marcando valores abaixo das especificações da tabela, a
bobina está em curto. Troque o compressor.
» Teste de Isolação
A ca
A falta de isolação poderá ser detecta
O procedimento padrão para este teste se faz utilizando um megôhmetro de manivela ou
eletrônico de 500 V e 1.000 MΩ.
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Ponha uma garra na carcaça do compressor num local sem tinta ou sem isolamento, pa
atrapalhar o teste.
ra não
r alcançado é de 5 MΩ, caso esteja abaixo disto faça vácuo no
compre
tinuar com valor baixo, troque o compressor.
ma alternativa para esse teste será apresentada a seguir, porém deve ser utilizado em
último recurso quando não se dispões do megôhmetro, e saiba isto não oferece a confiabilidade
necessá
ímetro, com a outra ponta de prova tocar
os born
rcaça do compressor e os enrolamentos do seu motor elétrico. Isto
conden
erifique se a carga de gás está correta:
radora nas linhas de alta e baixa pressão, com suas
corresp ras e manômetros (manifold);
- Faça a leitura da pressão de equilíbrio do refrigerante através do manifold e a leitura da
temper termômetro que se deve ter permanentemente no local de
trabalh
ho deverá está desligado e frio, i.e., na temperatura ambiente,
sem fu
pressões se mantenham iguais, ou tendam a isto, i.e., a “alta” não sobe ou sobe
pouco,
este caso, o compressor deverá ser substituído.
á várias causas
Revise a rede e confira se os fios estão dentro das bitolas (olhar tabela de fios e cabos)
exigidas pelo consumo do aparelho;
são entre fase e neutro na tomada e verifique se a tensão
está no
Ponha a outra garra nos bornes do compressor, um de cada vez.
Gire a manivela e anote o valor lido.
O valor mínimo a se
ssor para eliminar umidade que é uma das causas de leitura baixa, e, se após esse
procedimento, com uma nova leitura ainda con
U
ria.
Usar o ohmímetro na escala 20MΩ;
Fixar na carcaça do compressor uma porta do ohm
es já identificados - C - S - M - tocando um de cada vez;
Se o marcador não se movimentar em nenhum dos três testes de bornes, considerar o
compressor isolado, portanto, “bom”, quanto à isolação.
No caso do marcador movimentar-se em qualquer um dos três testes, estará marcando
evidente vazamento entre a ca
ará o compressor.
Examinaremos, agora as falhas mecânicas, todas igualmente fáceis de identificar pelo
processo de testes comuns feitos em oficinas.
» Compressor não comprime
V
1- Instalar a válvula perfu
ondentes manguei
2
atura ambiente através de um
o, e compare a pressão com a pressão do refrigerante fornecida pela tabela de pressões de
equilíbrio. Anote os valores. O aparel
ncionar antes do teste;
3- Ligar o aparelho e ler as pressões de funcionamento. Anote os valores.
Caso as
e a “baixa” não desce ou desce pouco, o compressor estará evidenciando uma falta de
compressão.
N
» Compressor não parte
H
BAIXA TENSÃO NA REDE
1-.
2- Com um voltímetro meça a ten
s seguintes níveis: Tensão nominal do aparelho 220V, a tensão máxima 242V e a tensão
mínima 198V;
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
3- Ligue o aparelho. Meça a queda de tensão na partida do compressor. A tensão mínima
deverá ser 198V.
TERMINAL FOLGADO
1- Verifique se há algum terminal folgado nos bornes do compressor, corrija se houver.
lerância o
substitu
a válvula perfuradora nas linhas de alta e baixa
pressão
itura das pressões do refrigerante através do manifold. O aparelho deverá está
desliga
capilar, se as pressões estiverem desequilibradas, possivelmente há obstrução.
(valores corretos);
paralelo e com
um inte
Após ligar o condicionador (ventilador e compressor), pressionar o botão de interruptor
não esp
petir a operação:
o compressor;
nando durante 2 horas, trabalhando sempre com seu
capacit
mento é a especificada na placa da identificação do
aparelho;
dene o compressor;
o aparelho, deixe equilibrar as pressões do
sistema e esfriar o compressor;
de arranque com o capacitor normal do compressor.
mpressor estará aprovado. Se não arrancar, condene o compressor.
erificar os itens relacionados.
CAPACITOR DEFEITUOSO.
1- Com um capacímetro verifique a capacitância do capacitor, se estiver fora da to
a.
PRESSÕES DESEQUILIBRADAS
1- Com o compressor desligado instalar
, com suas correspondentes mangueiras e manômetros (manifold);
2- Faça a le
do e frio, i.e., na temperatura ambiente, sem funcionar antes do teste. Em máquinas com
expansão a
COMPRESSOR TRANCADO
- Mantenha as ligações normais do condicionador (ventilador e compressor) com seus
respectivos capacitores normais
- Utilizar uma fonte com capacitores eletrolíticos de até 350 µF, ligados em
rruptor manual ou automático (relé voltimétrico) normalmente fechado em série;
-
erar mais que 2 ou 3 segundos;
- Caso não arrancar, re
não arranca - condenar
arranca - deixe o compressor funcio
or normal.
- Verifique se a amperagem de funciona
- Caso apresente uma alta amperagem, con
- Caso a amperagem seja normal, desligue
- Faça um novo teste
Se arrancar, o co
» Compressor arranca e apresenta alta corrente (amperagem)
As causas podem ser:
- Baixa ou alta tensão;
- Defeito no sistema de ventilação;
- Excesso de gás;
- Problemas mecânicos no compressor.
DEFEITO NO SISTEMA DE VENTILAÇÃO
v
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EXCESSO DE GÁS
Procedimentos:
1- Criar um ambiente para teste com uma temperatura de 25ºC;
2- Manter instalada a válvula perfuradora no passador de serviço ou carga;
3- Constatar a pressão de equilíbrio com o manômetro;
4- Verificar se a pressão está dentro dos níveis corretos de tabela, pressão e carga de gás.
cilindro e injete uma nova carga, de acordo com
a tabela
ro carregador. Descarregue um pouco de gás e
ajuste a o.
defeitos no teste elétrico, adota-se o seguinte procedimento:
carga normal para o aparelho;
lta e
, por meio das mangueiras de teste;
- com o aparelho desligado e o compressor frio, abrir as válvulas perfuradoras:
constat ligar o aparelho;
rificar se apresenta um retorno na linha de sucção (tubulação sensivelmente mais fria):
a de
ção do aparelho;
ente e diferencial de temperaturas estiverem normais, desligar o
aparelh ;
ação, trocar o
compre
xo rendimento, quando produz menos frio
ou menos calor do que nas suas condições normais de funcionamento.
atura do ar entre à saída e entrada do
evapor
erá ser feita ou com a frente plástica colocada ou com o uso de um
defleto
uado entre 8ºC e 14ºC dependendo da temperatura ambiente, da
umidad
onstatado baixo rendimento verifique os seguintes itens:
1- O estado das vedações da frente plástica na boca de insuflamento;
5- No caso em que a pressão de equilíbrio estiver acima dos níveis da tabela, descarregue
totalmente o gás do sistema recolhendo-o para um
da carga de gás e as instruções para a carga (considerando o peso do gás).
No caso de não possuir uma balança ou cilind
pressão com o aparelho em funcionamento de acordo com a tabela de saturaçã
» Outras considerações
COMPRESSOR QUE TRABALHOU SEM GÁS
Após ter diagnosticado, ao medir a pressão, que o sistema estava totalmente sem gás e o
compressor não apresentar
1- Aplicar uma carga de gás igual a 20% da
2- Manter instalada a válvula perfuradora na linha de sucção ou passador de serviço e a
outra no tubo de alta pressão;
3- manter ligadas as válvulas perfuradoras em seus correspondentes manômetros de a
baixa pressão
4
ando pressões equilibradas,
Se a pressão de alta aumenta e a de baixa diminuiu, completar a carga de gás;
5- Fazer funcionar o aparelho durante 5 minutos;
6- Verificar novamente as pressões;
7- Ve
8- Verificar no amperímetro, se a corrente se mantém na medida especificada na plac
identifica
9- Verificar o diferencial de temperaturas;
10- Quando as pressões, corr
o e processar o sistema, aproveitando o mesmo compressor
11- Se a corrente apresentar valor mais alto que o da placa de identific
ssor.
DEFEITOS NO SISTEMA
Baixo rendimento: consideramos aparelho com bai
Medir Diferencial - Isto significa diferença de temper
ador.
Esta medição dev
r.
O diferencial deve estar sit
e e do modelo do aparelho.
C
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2- O estado do filtro de ar (obstruído ou sujo);
3- Se as pás hélice estão deformadas;
o condensador (obstruído ou sujo);
doméstico é um projeto feliz e bem sucedido de uma máquina que
tem por finalidade resfriar ou aquecer o ar de determinada ambiente para manter as condições de
confort or falar em conforto, ela também filtra o ar, retira umidade
deixando o ar mais seco, faz a movimentação do ar dentro da sala imprimindo a ele, a velocidade
tão necessária para a remoção do calor das pessoas, e finalmente, é uma máquina silenciosa, que
introduz no recinto um baixo nível de ruído.
onador de ar doméstico, fig. 1, tem todas as peças e mecanismos que necessita
para funcionar, bastando apenas ligá-lo numa tomada elétrica de potência adequada e manusear os
seus knobs (botões) de controle para ter o resultado desejado.
tema de refrigeração
terno, o acabamento visual e a
Gabinete.
animais como passarinhos, ratos,
etc., e a
4- Estado d
5- Se a rotação do motor do ventilador está baixa;
6- Hélice da turbina frouxa;
7- Aletas do condensador ou evaporador amassadas;
8- Bulbo do termostato não está situado na posição correta.
9- Falta de gás;
10- Compressor não comprime;
11- Baixa tensão na rede;
12- Entupimento do tubo capilar ou filtro de gás.
CONDICIONADORES DE AR DOMÉSTICO
Conceito
O condicionador de ar
o dos seus ocupantes. E p
O condici
Os seguintes componentes fazem o ar condicionado doméstico
Gabinete
Estrutura ou chassi
Sistema de ventilação
Sistema elétrico
Sis
Gabinete
•Conceito
A caixa que abriga o condicionador fazendo o fechamento ex
proteção das partes elétricas e mecânicas contra as intempéries, é o
Esta peça faz a proteção, barrando a entrada de pequenos
Figura 1
um tempo permite a entrada de ar para o condensador e a fixação do frente plástica, peça
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de fundamental importância no rendimento energético do
aparelho.
O acabamento visual e o direcionamento do ar dentro do
espaço condicionado se faz com uma peça de plástico de desenho
apropriado e cores sóbrias que compõe com a decoração do
ambien
manutenção do gabinete é feita com a sua retirada do
local d aparelho e submetendo-o a uma
lavagem com água e sabão neutro. Raramente se necessita de
solventes como querosene ou aguarrás, mas pode ser utilizado.
m
r de ferrugem, em seguida deve ser limpa a superfície lixada para retirar todo o pó, ou se
foi util duto.
-se
de
do proc o que
erto da
ão de uma chapa apropriada ou se substitui o
gabinet
água nos
vanizadas devidamente tratada em todas as suas partes, com aplicação de
pintura ríodos de vida e usos normais.
iversas partes do aparelho
ável pela diminuição do ruído dentro
erá atender aos requisitos da
3523 de 1998 do Ministério da Saúde.
ocesso de resistência (solda a
tras por parafusos de fenda
a lentilha para fenda phillips.
tilizam presilhas e encaixes.
em ser escovadas ou aspiradas
para a r
ento descoladas, proceder a
recolagem com cola apropriada. Cuidado!
Figura 2
te. Esta peça é a frente plástica. Cada fabricante marca o
seu estilo, faz a sua logomarca.
A
e funcionamento do
Após lavagem, se houver ferrugem, esta deve ser removida com lixamento adequado ou co
removedo
izado removedor deve-se fazer a neutralização conforme indicado pelo fabricante do pro
Antes da pintura deve ser feito o desengraxamento com desengraxante apropriado, e ai sim, pode
aplicar a tinta com pincel, rolo de pintura ou pistola apropriada. O acabamento superficial depen
esso utilizado na pintura. Até que a tinta seque não se deve manusear a peça, mesm
seja para a montagem, pois isso introduz defeitos na superfície como mancha, arranhões, etc.
Se o processo de corrosão (ferrugem) estiver muito acentuado, ou se procede ao conc
peça com a remoção da parte estragada e aplicaç
e inteiro.
As aletas do gabinete não devem ser eliminadas porque elas evitam os respingos de
motores e o conseqüente agravamento dos problemas.
Estrutura ou chassi
•Conceito
Chassi é a estrutura de aço sobre a qual se montam todas as peças do aparelho, é a base, o
estrado.
A estrutura do aparelho condicionador de ar ou chassi é construída de chapa de aço. na
maioria das vezes, gal
s e anticorrosivos de condições inalteráveis, dentro de p
Há uma forração que isola térmica e acusticamente as d
melhorando seu rendimento energético e tornando o uso agrad
do espaço condicionado. O material normalmente utilizado dev
|Portaria
e
As peças da estrutura são algumas vezes soldadas por pr
ponto), aquelas que precisam ser desmontadas, juntam-se às ou
autoatarraxantes (AA) de cabeça panela para fenda reta e cabeç
Algumas concepções de projeto u
A manutenção do chassi consiste em lavá-lo à semelhança do gabinete, porém, se há peças
isoladas termicamente com um material absorvedor de água, elas dev
emoção da poeira, se forem lavadas, deve-se esperar até que sequem. Quanto à ferrugem
deve-se proceder como para o gabinete. Caso haja pontas de isolam
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Peças de isopor não podem ser coladas com cola fórmica, há no mercado cola especial
(branca) para isopor.
Onde houver massa de calafetar, na montagem
original, deve ser reposta. As calhas do evaporador e do
condensador não podem ser elim
e
inadas, portanto as reponha
do m
evapor
sem acumular-se no evaporador.
ecer no compartimento do condensador, pois o ventilador bate na
superfície e a borrifa sobre o condensador retirando melhor o calor.
chassi para a retirada completa dessa água, pelo contrário, recupere o chassi
para qu
s
gar
ção do problema. Use massa de calafetar para melhorar a
vedaçã
ão grossa de tinta,
algumas demãos de produto para emborrachamento, como batida de pedra, underseal, ou outro que
possa isolar a chapa do contato com a água. Isto dá uma maior vida ao aparelho.
s vibrações e a transmissão dos ruídos dos motores, algumas partes
do chassi devem ser isoladas, sobretudo na saída do ar ou descarga do ventilador.
de pressões) nas várias regiões atmosféricas. 2. Ar posto artificialmente
em mo
o pelo condensador.
ulado)
iado e desumidificado pela sua passagem através das aletas do
evapor
Figura 3
smo jeito, se estiverem quebradas coloque outras
novas.
O dreno que leva água condensada da calha do
ador para o compartimento do condensador deve ser
posicionado de forma que a água possa fluir normalmente
.Esta água deve perman
Nunca fure o
e ele possa acumular água corretamente.
Os parafusos estragados e enferrujados devem ser substituídos por novos. Nunca reaperte o
parafusos em demasia porque danifica o furo e dificulta a montagem. Utilize sempre parafusos de
dimensões originais e de mesmo tipo de fenda (Phillips ou reta), e se porventura a chapa estra
utilize uma porca rápida para a corre
o nesse ponto.
E recomendado que a pintura a bandeja do chassi seja feita com uma dem
Para diminuir o ruído da
Sistema de ventilação
•Conceito
Vento 1. O ar em movimento, fenômeno ocasionado sobretudo pelas diferenças de
temperatura (e, portanto,
vimento, por leque, ventilador, etc., portanto o sistema de ventilação é o responsável pela
movimentação do ar no espaço condicionado passando pelo evaporador, e a circulação do ar
externo passand
Podemos dividir o sistema de ventilação de um condicionador de ar em dois
compartimentos, nos quais se realizam duas operações simultâneas e diferentes:
A) Circulação Interna.
B) Circulação Externa.
Na circulação interna o ar é retirado do ambiente e para ele devolvido (isto é, re-circ
após ter sido filtrado, resfr
ador.
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Na circulação externa o ar é admitido através das venezianas laterais do gabinete, passando
pelo compartimento do compressor, motor do ventilador e lançado ao exterior, atravessando as
aletas do condensador.
O sistema de ventilação está constituído pelos seguintes componentes: Motor do ventilador,
Ventila asdor axial (hélice), Ventilador centrífugo ou radial (turbina), Vane-cicle (aire-cycle) e Port
de ventilação.
O motor do ventilador é o conjunto eletromecânico que recebendo energia elétrica
transforma-a em energia mecânica rotativa e impulsiona os dois ventiladores para a movimentação
do ar in
usos, presilhas, etc.
hélice
terno e externo.
Na montagem do motor sobre a base do chassi, verifica-se a necessidade de calços de
borracha (coxins) e a maneira correta de fixação, com paraf
A e a turbina estão montadas no eixo do motor do ventilador, dentro dos
compar nsador e da voluta ou caracol, respectivamente, provocando uma
circulação forçada do ar.
enta o ar da circulação externa, enquanto a turbina movimenta o ar da
circula
timentos do conde
A hélice movim
ção interna.
Alguns condicionadores possuem portas de ventilação, normalmente em número de duas e
estão montadas na parede intermediária do chassi. Ambas estão em comunicação direta com a
câmara de sucção e câmara de pressão. Estas portas de ventilação trabalham alternadamente e
cumprem as seguintes funções:
Porta de ventilação na câmara de sucção - permite a admissão de ar do ambiente externo
para renovação do ar interno.
Porta de ven biente
interno levando-o
Alguns co rientação
automá
tilação na câmara de pressão - permite a exaustão do ar viciado do am
para fora (ambiente externo).
ndicionadores possuem um mecanismo direcional que permite a o
tica do ar, distribuindo-o uniformemente em todo o ambiente. Há um conjunto motor-redutor
que impulsiona o mecanismo do Vane-Cicle (Aire-cycle).
Sistema elétrico
•Conceito
É o sistema composto por todos os componentes elétricos, os quais são calculados para
trabalharem dentro das medidas de tensão e corrente que identificam cada aparelho, observadas as
tolerâncias máximas e mínimas estabelecidas pelas normas técnicas, e de modo geral são estes:
Rabicho; chave seletora ou de operação; termostato; capacitor de marcha do compressor; capacitor
de partida do compressor (em alguns casos); capacitor de marcha do ventilador; protetor térmico;
compressor; motor do ventilador; timer; leds de sinalização; relé voltimétrico; e a própria fiação.
Lembre-se de tomar precauções quando testar
componentes elétricos, a fim de evitar acidentes.
nel
no ponto designado.
Antes de qualquer serviço no condicionador de ar desligue-o da tomada para abrir o pai
de comando.
Posicionar a chave seletora
Desligue o disjuntor.
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Desconecte o rabicho da tomada.
Abra o painel de comando.
Descarrege os capacitores, fechando o circuito entre os bornes por meio de uma resistência
de 1000 ohms - 5 watts.
o
midade há
em cad
os para evitar que um mau
contato os bornes, etc., que danificam o
compre
ho faça:
corresp icho.
e
funcion a do
r necessário a substituição dessa chave, o faça por outra de
mesma
O teste da chave deve estar associado às posições do painel de operação do aparelho, então
com o
erminais, deixando livre os bornes da chave.
om a outra ponta de prova, tocar os demais bornes, um por um. Neste teste, o marcador do
ohmím movimentar-se ou a lâmpada-série acender, portanto, passe ao teste seguinte.
» Rabicho
É a fiação condutora de energia da tomada (arstop) ao aparelho. Em uma extremidade há
um plug de ligação, normalmente já conformado no próprio cabo, mas poderá ser instalado pel
mantenedor do condicionador montando um plug adquirido no comércio. Na outra extre
a condutor (fio) um terminal de encaixe curvo 90º, de latão, às vezes prensado, noutras,
soldado.
Os terminais deverão estar apertados, livres de oxidação e limp
cause queda de tensão, abra o circuito; aquecimento n
ssor.
Para testar o rabic
Utilize o ohmímetro na escala R-1 ou, na sua falta, a lâmpada-série.
Verificar se existe continuidade entre cada um dos terminais da flecha, com seu
ondente no rabicho. No caso de não haver continuidade, condenar o rab
Examinar Todos os Terminais.
» Chave seletora ou de operação
A chave seletora é um componente elétrico que seleciona as diferentes operações d
amento do aparelho. Existem vários modelos de acordo com a marca do aparelho e aind
modelo do aparelho, por isso se fo
referência ou modelo para não causar problemas ou desconforto para o usuário.
botão indicando a posição “desligado”, faça:
Retirar todos os t
Usar o ohmímetro na escala Rx1 ou a lâmpada-série.
Fixar uma das pontas de prova do ohmímetro ou da lâmpada-série nos bornes de
“alimentação” da chave.
C
etro não deverá
Caso a lâmpada acenda ou o marcador movimente-se, troque a chave.
Girar o botão para a primeira posição “ventilador”.
Manter a ponta de prova nos bornes de “alimentação”.
Tocar com a outra ponta de prova o borne que corresponde à posição “ventilador”.
O marcador do ohmímetro deverá movimentar-se ou a lâmpada-série acender-se.
Girar o botão para a segunda posição e assim, ir testando todas as posições, até chegar
novamente ao ponto “desligado”.
Se o ohmímetro movimentar-se e a lâmpada-série acender em todos os testes, a chave estará
boa.
Se acaso em alguns dos testes o ohmímetro não se movimentar ou a lâmpada-série não
acender, trocar a chave.
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OBS: é aconselhável que, ao fazer este teste, o técnico acompanhe as conexões internas da
chave, conforme consta no esquema elétrico do aparelho. Caso não seja conhecido o esquema
interno da chave deve-se levanta-lo, para então ligar a chave ao aparelho com segurança.
. Ele desliga o compressor quando o ar
do amb de
bicho de
tubo ca
ola vence a sua ação desligando o micro-swith, e quando ele se aquece,
expand i
ma
s) para ligação que poderão ser
utilizad
tar o termostato faça os dois procedimentos:
um
tará operando corretamente. Este teste está indicado para temperatura
ambien
pontas de provas do ohmímetro
ou da l
o aparelho, posicione a marca de
referên piente
com ge da-
direita até ouvir um click, daí
volte um pouco o parafuso e estará ajustado o seu termostato.
ermostato internamente com micro óleo em spray. Monte o termostato.
» Termostato
Serve para controlar a temperatura do ar do ambiente
iente atinge a temperatura desejada. Girando-se o botão para a esquerda diminui o tempo
operação do compressor e para a direita se aumenta esse tempo.
Internamente o termostato possui um diafragma numa cápsula associada a um ra
pilar (sensor) na qual está confinado um gás sob pressão. Contrapondo a ação do gás está
uma mola agindo através de um conjunto de alavanca sobre um micro-swith. Quando o gás é
resfriado se contrai e a m
e-se e sua ação, agora vence a mola ligando o micro-swith, e dessa forma o compressor va
operando conforme a temperatura do ambiente onde está o termostato.
A posição do termostato é interna ao condicionador, porém o rabicho fica na parte externa
na frente do evaporador para sentir a temperatura do ar que está retornando ao aparelha e ser
resfriado novamente. O sensor do termostato não pode encostar-se à serpentina porque fará u
operação defeituosa.
O termostato possui normalmente dois terminais (borne
os indistintamente, não tem pólo definido.
Existem dois tipos de termostato:
Termostato CF - (para aparelho de ciclo frio)
Termostato CR - (para aparelho de ciclo-reverso)
Para tes
Teste prático - Girar o botão do termostato para a direita e para a esquerda, até ouvir
“click”. Neste caso es
te acima de 18°C (para termostato frio) e abaixo de 26°C (para termostato CR).
Teste técnico - Girar o botão para a direita. Tocando com as
âmpada-série, o marcador se movimentará ou a lâmpada se apagará, no momento em que o
termostato se desligar.
O termostato poderá ser ajustado através de um parafuso interno que age sobre a mola já
referida. Com o termostato no local, no painel de controle d
cia na posição média; retire o termostato do alojamento; coloque o sensor num reci
lo e água na temperatura de 24º C; coloque as pontas de prova do ohmímetro ou da lâmpa
série ligada, e com uma chave de fenda de 1/8” acesse o furo do alojamento do parafuso de
ajustagem do termostato gire o parafuso para a esquerda ou para a
Lubrifique o t
Nos aparelhos de ciclo-reverso há um termostato anticongelamento ou descongelante, o qual
trabalha normalmente fechado nas temperaturas altas. Sua função é inverter o ciclo calor para o frio,
quando houver um início de congelamento no condensador. Está fixado na parte lateral esquerda do
condensador.
Para testá-lo localize seus terminais no painel de comando e, retirando-os, realize as
seguintes operações:
Com as pontas de prova do ohmímetro na escala Rx1 ou lâmpada-série, toque os terminais,
o termostato estará bom se apresentar as duas condições seguintes:
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a) em ambiente acima de 10°C, o marcador do ohmímetro deve se movimentar ou a lâmpada
série deve se acender;
b) em ambiente abaixo de -4°C° (quatro graus negativos), o marcador do ohmímetro não
deve se rie não deve acender.
atura com um termômetro, o jato de
refriger
iar o arranque do motor do ventilador
e do co rque e o sentido de rotação.
s o eletrolítico que é utilizado apenas para a partida de motores, e
o de ól a dos motores auxilia durante o funcionamento mantendo o torque
e reduz
casos o
o sistem
inferior
feita de
do vent
tes procedimentos:
va do instrumento nos bornes do capacitor e verificar o seguinte:
- Sempre que o marcador da escala se movimentar para o nível mais baixo da escala e
voltar lentamente para o nível m
2- Quando o marcado medi lá permanecer, o capacitor
está em curto circuito. ue o capacitor.
3- Quando o marcador não se movimentar em nenhum sentido, o capacitor está aberto.
Troque o capacitor.
4- Quando se toca com pontas de prova nos term s do capa r ele se carrega, e
voltando a tocar os mesmos t ais com as mesmas pontas de prova o ponteiro do ohmímetro não
mais deflexionará, se inverter as pontas de provas, o p ro terá u slocamento muito
movimentar ou a lâmpada-sé
Caso uma destas condições não se realizar, troque o termostato ou tente ajustá-lo.
OBS: para se conseguir ambiente abaixo de -4° (graus negativos), coloque um copo com
álcool etílico no congelador de uma geladeira e meça a temper
ante recomendado por algumas pessoas polui a atmosfera.
» Capacitor
O capacitor é componente elétrico cuja função é auxil
mpressor, dando-lhes o to
Há dois tipos de capacitore
eo que além de dar a partid
indo o consumo de energia. O capacitor eletrolítico é utilizado no condicionador de ar nos
nde o compressor apresente dificuldades na partida como, onde há baixa tensão (voltagem),
a de refrigeração não equilibra a pressão porque a parada do compressor é por tempo
a 3 minutos, quando o condicionador fica instalado num lugar de acesso difícil e a ligação é
um ponto distante, etc., na maioria dos casos se usa apenas o de óleo. Em geral, estão
localizados no compartimento atrás do painel de comando.
Para testar o capacitor faça:
Verificar inicialmente se o capacitor, é o correto para o aparelho, através das tabelas
correspondentes. O capacitor de marcha do compressor tem uma capacitância alta comparada com o
ilador, geralmente fica entre 15 e 45 µF (microfarad).
O borne do capacitor, identificado por um ponto, corresponde sempre ao rabicho do borne
de marcha do compressor.
Utilizar um capacímetro para medir a capacitância do capacitor com uma escala apropriada.
Considere o capacitor defeituoso quando apresentar:
a) deformações;
b) vazamento de líquido;
c) circuito interno aberto;
d) curto-circuito.
e) quando a capacitância apresentada no capacímetro estiver fora da tolerância indicada.
Para detectar os defeitos (c) e (d) usaremos o ohmímetro, com os seguin
Posicionar o seletor do ohmímetro na escala R x 100;
Ligar as duas pontas de pro
1
ais alto, o capacitor estará bom
r se movimentar para a
Troq
.
da mais baixa e
as inai cito
ermin
mos ontei m de
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
grande
ode ser utilizada, também, uma lâmpada-série para testar o capacitor, porém este teste não
é preci de muito da sensibilidade do mecânico.
que poderá, inclusive danificar o instrumento. É necessário, porém, que se descarregue o
capacitor antes da nova comprovação, e isso poderá ser feito com um resistor de 1000 ohms - 5
watts ou com uma chave de fenda.
P
so e depen
Coloque no receptáculo do teste uma lâmpada de potência apropriada.
Fixando uma das pontas de prova no capacitor, toque com a outra no terminal livre.
Observe o brilho da luz.
Potência da lâmpada
(W)
Capacitor µF
15 3 - 5
40 5 - 8
60 8 - 11
100 11 - 30
200 30 - 45
Agora movimente lentamente uma chave de fenda de modo que ela toque os terminais do
capacitor, colocando em curto circuito a ligação da lâmpada-série, e veja novamente o brilho da luz.
Se hou ança, troque o capacitor.
utilizar o condicionador de ar de forma eficiente e econômica.
Permite esligado.
Ao atin
mparar com a
indicação do fabricante. Se na leitura do ohmímetro a indicação for zero, a bobina estará em curto-
circuito estará aberta. Em ambos os casos deverá ser substituído o motor e,
também
s
está colocado internamente, isto garante o aquecimento, também, pelo
calor do próprio com
ver mudança no brilho, o capacitor estará bom se não houver mud
» Timer
O controle "timer", utilizado em alguns aparelhos condicionadores de ar, é mais uma
inovação que permite ao usuário
ao usuário programar, com antecedência, a hora que o condicionador deverá ser d
gir a hora programada, o aparelho desligará automaticamente.
O teste do timer consiste em medir a resistência do motor de acionamento e co
e ser for infinito, ela
ser a resistência do enrolamento estiver alterada.
» Protetor térmico
O protetor térmico é um componente elétrico que serve para proteger o compressor de
sobrecarga e superaquecimentos, normalmente está fixado na parte extrema da carcaça e, em algun
modelos de compressor,
pressor.
Para testar o protetor térmico quando ele é do tipo externo, faça:
Retire os terminais e desaloje o protetor térmico;
Toque com as pontas de prova do ohmímetro - na escala Rx1 ou com a lâmpada-série;
Quando o marcador do ohmímetro se movimentar ou a lâmpada acender, o protetor estará
bom. Caso contrário, troque-o.
Com o protetor conectado ao motor, dê partida no compressor e meça a corrente.
Se o protetor abrir o circuito com uma corrente abaixo da corrente normal de partida ou de
trabalho do compressor/motor, toque-o por outro de referência/capacidade adequada.
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» tricoRelé voltimé
ar, pode ser utilizado um relé voltimétrico, juntamente
com um capacitor ele ssor.
a e quanto à abertura do contato quando ele é energizado. Portanto, faz parte da avaliação,
ligar o
bina e a hélice do ventilador.
er um teste prático no motor, sem desmontá-lo do aparelho.
do
r recuperado ou substituído.
stator,
com qu
ido radial. A bucha deve sobressair o alojamento pela parte
interna da tampa aproximadamente 1mm. Embeber o feltro com óleo lubrificante SAE 30. Colocá-
los no a ao fechamento das tampas pressionando-as com cuidado para não
amassá
tirar o rotor
e,
iver
guir
determ
ajustad ficar preso, abrir o motor e retirar uma
arruela m definitiva. Não apertar os parafusos em demasia para
não quebrar a tampa de alumínio.
Nos aparelhos condicionadores de
trolítico, a fim de partir o compre
O teste deste elemento se verificando a bobina dele, quanto à continuidade e valor de
resistênci
relé e com um ohmímetro ou lâmpada série ligada ao contato de abertura e constatar o seu
correto funcionamento.
» Motor do ventilador
É um motor elétrico, de eixo duplo, que movimenta a tur
Está fixado na parte central do aparelho, entre o condensador e o evaporador.
Possui um eixo com duas pontas, o qual é montado sobre buchas de bronze poroso. Essas
buchas são lubrificadas com óleo mineral SAE 30 (normal para motor).
Normalmente apresenta duas ou três rotações que são comutadas pelo usuário do
condicionador quando necessitar de frio máximo (alta rotação), frio médio (média rotação) e frio
mínimo (baixa rotação), respectivamente. Após ter testado e aprovado a chave seletora e o
capacitor, faz
Dependendo do modelo do aparelho, os motores estarão ligados nas seguintes velocidades:
ALTA - MÉDIA
ALTA - BAIXA
ALTA - MÉDIA - BAIXA
Ligar somente os terminais do motor na chave seletora; identificando-os pelo esquema
elétrico.
Os rabichos do motor que ligam no capacitor, e que foram desligados quando do teste
mesmo, serão ligados novamente ao capacitor, de acordo com o esquema afixado na carcaça do
motor.
Acionar a chave seletora em uma e outra velocidade e, caso o motor não arrancar em alguma
delas, está com defeito e deverá se
A manutenção do motor se faz desmontando-o, lavando todas as suas partes exceto o e
erosene, inclusive os feltros de retenção de óleo utilizados na lubrificação. Quando tudo
estiver perfeitamente limpo, se inicia a montagem com a substituição das buchas quando
apresentarem folgas excessivas no sent
lojamento, e proceder
-las.
Na montagem do motor faz-se o seguinte: Coloca-se uma tampa no seu lugar; monta-se o
rotor no estator pelo lado sem a tampa; compara-se ao nível da borda de aço do rotor (da gaiola de
esquilo) e o da borda de aço do entreferro do estator se o rotor estiver abaixo, deve-se re
e colocar arruelas de fibra na ponta do eixo que estava na tampa e introduzi-lo novament
comparando os níveis mais uma vez, se precisar de nova ajustagem deve-se fazer. Se o rotor est
acima do entreferro deve-se retirar a tampa e botar a bucha um pouco mais para dentro, e prosse
o trabalho. Após a conclusão de um dos lados do motor, retirar a tampa, colocá-la num lugar
lado do rotor, quando tudo estiverinado e repetir a operação com a outra tampa e o outro
, entretanto, o rotoro, faz-se a montagem do motor. Se
de um dos lados, e fazer a montage
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Quando o motor apresenta uma folga radial grande deve-se substituir o eixo do rotor.
Ao terminar toda a montagem, faz-se o teste elétrico do motor colocando-o para rodar.
Mede-s ncia do
Motor do air-cycle
eixo do conjunto vane, que regula a direção do fluxo de ar.
m raras ocasiões poderá aparecer um motor defeituoso, no entanto, verifique a
continu
motor.
o caso de haver resistência no circuito do air-cycle
o air-cycle
se movimentar, a chave estará boa; caso contrário deverá ser trocada.
ra é componente mecânico do sistema de refrigeração dos condicionadores
de ar q ersora”. Sua função é
permiti e interna da válvula, para que esta opere no ciclo de calor
bobina a tensão correspondente da sua tensão de trabalho. A bobina
ficará e
a estiver trancada, em vez do estalo, será percebida uma vibração e a bobina
estará b
pressões normais, proceder ao
teste da
r frio;
e a corrente de trabalho do motor a qual fica em torno de 1,0 A, dependendo da potê
motor e da rotação que ele apresentar.
»
O motor aire-cycle movimenta o
É um motor com redutor incorporado e está ligado a uma resistência elétrica (na maioria dos
modelos) e comandado por uma chave unipolar (um só pólo).
E
idade da sua bobina:
Usar ohmímetro na escala Rx100 e tocar com as duas pontas de prova nos terminais da
bobina:
Se o marcador se movimentar, a bobina estará correta (boa); caso contrário, trocar o
N
Usar ohmímetro na escala Rx100.
Nos casos em que se apresentarem mais do que uma resistência deve-se dessoldá-las para
poderem ser testadas uma por uma.
Tocar com as duas pontas de prova nos fios de ligação da resistência e verificar no
ohmímetro se o marcador se movimentar.
Se não se movimentar, a resistência está interrompida, deverá ser trocada.
» Teste da chave d
Usar o ohmímetro na escala Rx100, tocar com as duas pontas de prova nos bornes da chave
e acioná-la. Se o marcador
» Válvula reversora
A válvula reverso
ue operam em ciclo reverso, e é acionado pela “bobina da válvula rev
r a movimentação da hast
» Testar a bobina na própria válvula
Aplicar nos terminais da
nergizada e a haste da válvula se movimentará, provocando um “estalo”, neste caso, a
bobina estará boa.
Quando a válvul
oa. O defeito está localizado na válvula.
» Teste da válvula
Somente nos aparelhos de ciclo-reverso, quando apresentam
válvula reversora:
1- Ligue o aparelho no ciclo de calor e constate se o aparelho está produzindo ar quente;
2- Reverta o ciclo para frio, colocando o termostato nesta posição e verifique se o aparelho
está produzindo a
3- Se estiver produzindo calor e frio, a válvula reversora estará boa.
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Sistema de refrigeração
•Instrumentos básicos para diagnóstico
» Válvula Perfuradora
Esta é uma válvula manual de duas vias, com a entrada no pino de perfuração do tubo on
ela deverá ser instalada e a saída com niple para receber uma mangueira, que posteriormente se
ligada ao manômetro.
de
rá
acordo com as especificações.A válvula perfuradora deve ser instalada e acionada de
Válvula de Engate Rápido - Esta válvula é formada por um conjunto de duas válvulas:
eração, os
¼” de diâmetro. Para fixar a válvula macho ao tubo é necessário acoplar uma porca
borbole
mangueira e o corpo da válvula. Desta forma conseguiremos fechar a boca de saída da mangueira.
njeção de nitrogênio ou qualquer teste, acoplar-se-á a
válvula - MACHO com a válvula FÊMEA fazendo pressão manual, uma de encontro à outra.
Válvula - MACHO - PLUG
Válvula - FÊMEA - SOQUETE
A válvula-macho sempre deverá ser instalada em tubos e, para nosso uso em refrig
tubos serão de
ta que, enroscando-se no corpo da válvula, vede a superfície externa do tubo com o furo da
porca borboleta.
A boca de saída do tubo ficará dentro da válvula que, por sua vez, fará a vedação do tubo.
A válvula fêmea será instalada na mangueira e fixada, através de um níple, entre a
No momento da operação de carga, i
Manômetros - Este instrumento é de grande importância para o técnico no momento de
verifica
tes.
RESSÃO em escala 0-250 PSI e
manôm
r as pressões do sistema de refrigeração. Geralmente os manômetros para refrigeração
constam de duas escalas no mesmo visor, com unidades de pressão diferen
Escala Kg/cm2
- quilograma por centímetro quadrado
Escala PSI - libra por polegada quadrada.
Em refrigeração são usados manômetros para BAIXA P
etros para ALTA PRESSÃO em escala 0-500 PSI.
Termômetro - O uso deste instrumento é fundamental na refrigeração para medir
temper
s, o aconselhável é o termômetro a mercúrio com escala
de –10°
Ao final da apostila tem uma lista completa de ferramentas que o mecânico deve possuir.
é importante obedecer a seguinte ordem do teste:
er desligado e frio e se procede assim, para se medi-la.
baixa pressão;
ora para direita, até furar o tubo de carga;
atura.
Dos diferentes tipos de termômetro
C a +100°C.
Para diagnosticar o sistema de refrigeração
- medir pressões de equilíbrio;
- medir pressões de funcionamento.
» Pressões
Pressão de equilíbrio - É a pressão que tem o gás dentro do sistema de refrigeração, quando
o compressor estiv
Deve ser feita com o compressor frio sem funcionar:
1- Instale a válvula perfuradora no tubo de carga;
2- Acople a luva da mangueira na válvula perfuradora;
3- Acople a outra luva da mangueira no manômetro de
4- Girar a borboleta da válvula perfurad
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5- Girar a borboleta da válvula perfuradora para a esquerda, permitindo a passagem do gás
para o
are com a tabela de pressão
na
1- Igual à pressão da tabela - a carga de gás estará correta.
.
a tabela - insuficiência de s do
Neste caso, o sistema deve
a pressão de equilíbrio d ambiente, conforme
que o gás apresenta quando o sistema de
o e se pro
o aparelh n o;
o instrumento de teste d
lho na tensão correta;
etora, colocando o condi tilador e
anôm
a pre
a. Neste caso, o sistema dev
s e suas possíveis causas - Aparelhos Condicionadores de Ar
O MOTOVENTILADOR
Falta de tensão na rede
ARTE, MAS O
FUNCIONA:
sa
o
soltos
S O
Tensão muito baixa
• Compressor defeituoso
• Termostato defeituoso
• Protetor térmico com defeito
Capacitor defeituoso
Fios
• Chav
O EVAPORADOR:
mas
or sujo
r ou filtro
HOQUE”:
MPRESSOR FUNCIONA CONTINUAMENTE:
mento incorreto
as
) MUITO ALTA:
• tensão muito baixa
l
manômetro através da mangueira;
6- Faça a leitura da pressão de equilíbrio no manômetro e comp
Se, entretanto, a pressão de equilíbrio for:
2- Maior que a da tabela - gás em excesso
3- Menor que a d gá . A insuficiência de gás estará indican
vazamento no sistema. ser processado.
Lembre-se de que epende da temperatura
consta na tabela.
Pressão de funcionamento - É a pressão
refrigeração está em funcionamento, e fri
o (voltagem) d
cede assim, para se medi-la.
1- Verifique a tensã
2- Mantenha ligado
o a placa de identificaçã
a pressão;
3- Ligue o apare
4- Gire a chave sel
ompressor);
cionador em funcionamento (ven
c
5- Verifique a pressão de sucção no m
6- Caso a carga de gás esteja correta e
etro;
ã ixa, significará umss o de sucção muito ba
entupimento no sistem erá ser processado.
Principais defeito
APARELHO NÃO LIGA
NEM O COMPRESSOR:
• Disjuntor desarmado
•
• Rabicho com defeito
O COMPRESSOR P
MOTOVENTILADOR NÃO
• Chave seletora defeituo
• Motor “queimado”
• Capacitor defeituos
• Fios ou terminais
O MOTOVENTILADOR FUNCIONA, MA
OMPRESSOR NÃO PARTE:C
•
•
• ou terminais soltos
e seletora defeituosa
• Condensador exposto ao so
• Compressor com defeito
CONGELAMENTO N
• Sistema de refrigeração com proble
• Filtro de ar e/ou evaporad
• Óleo no evaporador
• Entupimento no capila
ONDICIONADOR DANDO “CC
• Compressor aterrado
• Fios ou terminais soltos
• “Fio terra” desligado
• Motoventilador aterrado
• Rabicho ligado direto na massa
OC
• Termostato defeituoso
• Dimensiona
• Sistema de refrigeração com problem
CORRENTE(AMPERAGEM
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BAIXO
r mal instalado
• Filtr
• com o
• Term ituoso
• Obstrução à saída do ar
• Con
• Evap
• Motoventilador com defeito
• Siste com problemas
• Capacitor defeituoso
• Excesso de fluido refrigerante
CONDICIONADOR MUITO BARULHENTO:
• Aparelho mal instalado
• Ventiladores desbalanceados ou roçando
• Tubulações vibrando
AMBIENTE:
da do aparelho
RENDIMENTO DO APARELHO:
• Condicionado
• Condensador sem ventilação
o de ar sujo
pressor com defeit
ostato defe
densador sujo
orador sujo • Compressor com problema mecânico
• Buchas do motoventilador
ma de refrigeração
VAZAMENTO D’ÁGUA PARA DENTRO DO
• Inclinação inadequa
• Dreno entupido
• Evaporador congelando
•MANUTENÇÃO DOS CONDICIONADORES DE AR
Aconselhamos
Sempre que for consertar um aparelho condicionador de ar, siga esta seqüência de
procedimento:
Diagnóstico
Processamento
Controle
Recomendamos
Revisar todos os fatores que podem causar defeitos a um aparelho condicionador de ar.
ALERTAMOS
Que o compressor dificilmente é causador de defeitos e, antes de substituí-lo, responda a
estas tr
r a limpeza periódica dos filtros de poeira, pois a pureza do ar no ambiente
condicionado, depende da limpeza dos filtros.
dos filtros é também responsável pelo perfeito funcionamento à máxima
capacid
semana. A lavagem é feita com água morna e sabão
em pó e o
.
ês perguntas:
Deve o compressor ser substituído?
Antes de condená-lo, realizei os testes indicados neste manual?
Como evitar a repetição do defeito?
Deve-se procede
A limpeza
ade do condicionador.
Atenção: O período de limpeza depende da intensidade de uso do aparelho e da pureza de ar
do ambiente. Aconselha-se limpar uma vez por
(sabão neutro) e em seguida deixa-se secar bem antes de recolocar no aparelho. Não deix
aparelho funcionar sem os filtros.
O conjunto de condensador e evaporador de ar deve ser limpo pelo menos uma vez por ano
O condensador e o evaporador devem ser limpos de pós e detritos que ali são retidos e
acumulados, prejudicando o seu bom desempenho.
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Esta tarefa deve ser executada com o máximo de atenção, pois é necessária a remoção do
conjunto chassi do gabinete.
ão anti-corresiva do gabinete do condicionador
abinete. Esta tarefa é executada pelos
reparadores de solda, todavia se faz necessário que o aparelho seja removido do gabinete pela
equipe de refrigeração.
l de funcionamento do aparelho e
lixamento adequado ou com
ixada para a retirada de todo o pó,
rme indicado pelo fabricante do
desengraxante apropriado, e ai
riada. O acabamento
ar a
semelh
ceder como para o gabinete. Caso haja
pontas
deve-se
(branca) para isopor.
calafetar, na montagem original, deve ser reposta. As calhas do
evapor
O motor de ventilador deve ser limpo uma vez por ano, também se faz necessária a
lubrificação.
Manutenç
Os condicionadores que são instalados em locais de atmosfera com salinidade elevada
tornam necessário proceder ao tratamento na chapa do g
Gabinete
A manutenção do gabinete é feita com a sua retira do loca
submetendo-o a uma lavagem com água e sabão neutro. Raramente se necessita de solventes como
querosene ou aguarrás, mas pode ser utilizado.
Após lavagem, se houver ferrugem deve se removida com
removedor de ferrugem, em seguida deve ser limpa a superfície l
ou se foi utilizado removedor deve-se fazer a neutralização confo
produto. Antes da pintura dever ser feito o desengraxamento com
sim, pode-se aplicar a tinta com pincel, rolo de pintura ou pistola aprop
superficial depende do processo utilizado na pintura. Até que a tinta seque não se deve manuse
peça, mesmo que seja para a montagem, pois isso introduz defeitos na superfície como mancha,
arranhões, etc.
Se o processo de corrosão (ferrugem) estiver muito acentuado, ou se procede o concerto da
peça com a remoção da parte estragada e aplicação de uma chapa apropriada ou se substitui o
gabinete inteiro.
As aletas do gabinete não devem ser eliminadas porque elas evitam os respingos de água nos
motores e o conseqüente agravamento dos problemas.
Estrutura
A manutenção do chassi consiste em lavá-lo à
ança do gabinete, porém, como há muitas peças que
estão isoladas termicamente com um material conhecido por
bibim, ele deve ser escovado ou aspirado para a remoção da
poeira, se for lavado, deve-se esperar até que seque. Quanto à
ferrugem deve-se pro
de bidim descoladas, proceder a recolagem com cola
fórmica; o bidim deve estar seco e é necessário passar a cola
nas duas peças, esperar que elas sequem e uni-las, em seguida
bater leve para acelerar a colagem. Cuidado!.
Peças de isopor não podem ser coladas com cola fórmica, há no mercado cola especial
Figura 3
Onde houver massa de
ador e do condensador não podem ser eliminadas, portanto as reponha do mesmo jeito, se
estiverem quebradas coloque outras novas. O dreno que leva água condensada da calha do
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evaporador para o compartimento do condensador, deve ser posicionado de forma que a água pos
fluir normalmente sem acumular
sa
-se no evaporador.
te na
a
s parafusos estragados e enferrujados devem ser substituídos por novos. Nunca reaperte os
parafus orque danifica o furo e dificulta a montagem. Utilize sempre parafusos de
dimensões originais e de mesmo tipo de fenda (phillips ou reta), e se porventura a chapa estragar
utilize ção do problema. Use massa de calafetar para melhorar a
vedaçã
emão grossa de
tinta, a de produto para emborrachamento, como batida de pedra, underseal, ou
outro que possa isolar a chapa do contato com a água. Isto dá uma maior vida ao aparelho.
as vibrações e a transmissão dos ruídos dos motores, algumas partes
do chas im, sobretudo na saída do ar ou descarga do ventilador.
ois caso estes parâmetros estejam fora do normal
o apare dos
pós montagem para evitar corrosão. Não se deve pintar ventiladores porque causa
desbala
rificar os mecanismos de
acionam
or muito grande no ambiente, muitas vezes sacrificando o
aparelh
a
sado nos seguintes casos:
vazamentos;
deve-se fazer o teste de vazamento.
ra selar o sistema, deixando
a boca
gás saia do sistema aos poucos, para evitar o arraste de óleo do
compre
car no tubo de carga o macho da válvula de engate rápido;
Esta água deve permanecer no compartimento do condensador, pois o ventilador ba
superfície e a borrifa sobre o condensador retirando melhor o calor. Nunca fure o chassi para a
retirada completa dessa água, pelo contrário, recupere o chassi para que ele possa acumular águ
corretamente.
O
os em demasia p
uma porca rápida para a corre
o nesse ponto.
É recomendável que a pintura na bandeja do chassi seja feita com uma d
lgumas demãos
Para diminuir o ruído d
si devem ser isoladas com bid
Sistema de ventilação
Durante a manutenção do condicionador de ar deve ser verificado o estado da hélice e da
turbina quanto ao balanceamento e alinhamento, p
lho apresentará vibração e ruído excessivos. Passar graxa no eixo do motor e no cubo
ventiladores a
nceamento do conjunto.
A manutenção das portas de ventilação se resume em lub
ento. Na maioria dos casos estas portas são eliminadas porque os usuários não fazendo uso
adequado, introduz uma carga de cal
o.
CONSERTOS
•Processamento do sistem
Teste de vazamento
O sistema do condicionador de ar será proces
-
- entupimentos (capilar);
- troca de compressor;
- troca de válvula reversora.
Após ter constatado a falta de gás no sistema,
Aplicar o seguinte procedimento:
- cortar o tubo de carga próximo ao ponto onde foi amassado pa
do cano livre para permitir a saída do gás;
OBS.: permitir que o
ssor.
- colo
- usar uma mangueira de alta pressão de diâmetro 3/8”;
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- instalar em um extremo da mangueira a fêmea da válvula de engate rápido, e ligar o outro
extrem
igar a válvula fêmea da mangueira com a válvula macho do tubo de carga (engatar).
abrir lentamente a válvula do tubo de nitrogênio até o manômetro atingir 200 PSI,
fechand
em um tanque com água, até cobri-lo totalmente;
mento, proceder a desmontagem do sistema, da seguinte forma:
r impurezas;
preparar o sistema para remover as soldas, injetando novamente nitrogênio a uma pressão
de 5 PSI (isto evitará possíveis oxidações internas dos componentes);
r e dessoldar tubo de cobre com cobre, usar bico de solda n.º 70,
com a c
do, retire uma amostra de óleo e
examin
ando o compressor estiver queimado e o óleo sujo é importante a lavagem do
sistema.
deverá ser consultado quanto à troca, através de orçamento.
o sistema, fazendo recircular por todas as suas tabulações um fluxo
de CLOROTENO (olhar a figura).
reservatório,
passando por um filtro interno;
até este sair completamente limpo;
ngueiras;
de nitrogênio e abrir a válvula do tubo, para dar um jato e eliminar os
resíduo
ÇÕES
ntes de montar o sistema
entificação do novo compressor se este é igual ao retirado;
process abela de capilares).
o
o em um tubo de nitrogênio;
- l
CUIDADO: assegurar-se de que as ligações estejam corretas e ajustadas.
-
o-a em seguida;
- desengatar a mangueira;
- fazer a imersão do sistema
- verificar e localizar o possível vazamento.
•Desmontagem do sistema
Após ter localizado o vaza
- quebrar o capilar no ponto de solda junto ao filtro (descarga do condensador), a fim de
fazer um expurgo pelo capilar e elimina
-
- recomendamos, para solda
hama bem regulada.
Se o compressor trabalhou sem gás e não estiver queima
e-o.
óleo limpo - montar o mesmo compressor sem levar os componentes do sistema.
óleo sujo - montar um novo compressor . Lavar os componentes do sistema
obs: qu
lembre-se: o cliente
•Lavagem dos componentes
- lavar os componentes d
- o CLOROTENO deverá ser recirculado sob pressão e recolhido no próprio
- manter a recirculação do CLOROTENO
- desligar as ma
- ligar a mangueira
s de CLOROTENO e umidade.
RECOMENDA
A
- verificar na placa de id
- verificar se o compressor está com sua carga de óleo;
- o capilar e o filtro correspondente sempre deverão ser substituídos , para um correto
amento do sistema. (Verificar a cor de codificação conforme a t
Atenção: umidade e impurezas são muito prejudiciais ao sistema e principalmente a
compressor.
Rev. 02/2002
Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A”
Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos
Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO
JUCIMAR DE SOUZA LIMA
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
•Processo de vácuo
Após ter montado o aparelho completamente:
- sistema de refrigeração;
- sistema de ventilação;
- componentes de chassis;
role e filtro, proceder a operação de vácuo.
e vácuo (vacuômetro);
lvula macho de engate rápido;
Caso o aparelho tiver dois tubos de processo (na alta e baixa), fazer vácuo por ambos.
carga;
o, abrir a válvula nº 2, verificando se o marcador do medidor de
vácuo s
mba está com defeito. Consertá-la.
º 1 aberta e abrir a válvula nº2.
s, o sistema estará em
condiçõ gás.
este de vazamento do sistema
Televac eletrônico: 200 microns (mínimo)
na escala.
em série com as
válvula
stiver atingido a marca de 500 microns, aproximadamente, fecha a
válvula
antém: aparelho sem vazamento, continue o processo;
vazamento, consertando-o.
de carga de gás com o aparelho desligado
arga;
ga total e fechar a válvula nº 3;
;
- abrir a válvula nº 1 e nº 2 e fazer novo vácuo até os 200 microns;
- circuito elétrico, painel de cont
Os equipamentos para esta operação são:
- mangueiras;
- bomba de vácuo;
- medidor d
- válvula de engate rápido;
- manifold.
•Operação de vácuo
- Instalar no tubo de serviço do compressor a vá
-
- Engatar a válvula fêmea na válvula macho, no tubo de
- ligar a bomba de vácu
e mantém nos seguintes níveis:
- alto vácuo - a bomba está boa;
- baixo vácuo - (quando o nível descer lentamente) - a bo
- Caso a bomba estiver boa, manter a válvula n
- Quando o vácuo tiver atingido, no mínimo, a marca de 200 micron
es de receber a carga de
T
- leitura de instrumentos
-
- medidor de coluna de mercúrio entre zero e 0,5 mm
- O medidor de vácuo está ligado em paralelo com a bomba de vácuo e
s manuais.
- Quando o vácuo e
manual nº 1, isolando a bomba do sistema para verificar:
- o nível de vácuo se m
- o nível de vácuo baixa: aparelho com vazamento.
- Refazer o teste de
•Processo
- fechar a válvula nº 2;
- abrir a válvula nº 3, ligando o cilindro da c
- manter uma carga de 10% da car
- expurgar o sistema abrindo a válvula de engate rápido
- ligar novamente a válvula de engate rápido;
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- fechar a válvula nº 2;
- abrir a válvula nº 3 e aplicar a carga completa de gás de acordo com a tabela , fechando-o
depois;
te de funcionamento.
icação do aparelho;
ressão de sucção corresponde ao valor indicado na
tabela;
a placa de
identifi
e amperagem), o sistema de refrigeração estará pronto
para se
de carga com o alicate de selar tubos;
soldar a área do tubo, amassada pelo alicate de selar;
ora
egar o aparelho à expedição, faça as seguintes verificações:
lice, motor, etc.).
o de cobertura do mesmo).
, se rasgado).
erso (ACR), testas os dois ciclos.
relhos de ar condicionado
- Verifique se a capacidade do condicionador (kcal/h) corresponde à do ambiente a ser
condici r um técnico é indispensável para uma perfeita
instalaç
- Verifique se a voltagem de aparelho coincide com a tensão da tomada onde será instalada
(110 ou 220 volts).
- passar pelo primeiro tes
•Teste de funcionamento
- verificar a tensão especificada na placa de identif
- verificar a tensão da rede no voltímetro;
- ligar o aparelho;
- verificar no manômetro de baixa, se a p
- verificar no amperímetro, se a amperagem corresponde à especificada n
cação do aparelho;
- quando tudo estiver correto (pressão
r selado;
- selar o tubo
- retirar a válvula macho do tubo de carga;
- soldar a boca do tubo de carga;
-
- passar o aparelho para teste final - Controle de Qualidade;
- Caso o aparelho apresentar, no início do teste de funcionamento, pressão e amperagem f
do normal, deverá ser processado.
•Controle de qualidade
Antes de entr
1 - Revisão dos componentes.
Ajuste das peças (turbina, hé
2 - Tubulações encostando ou batendo em partes metálicas.
3 - Capilar (verificar tubo plástic
4 - Filtro de ar (espuma de poliuretano).
5 - Painel de controle.
6 - Vedação de espuma de poliuretano da frente plástica com o chassis.
7 - Esquema elétrico (trocar
8 - Medir diferencial de temperatura.
9 - Nos aparelhos com ciclo-rev
10 - Ruídos:
- Externos (chassis - suspensão ou compressor);
- Internos ( compressor - passagem do gás na descarga).
Recomendações gerais sobre a instalação de apa
A
onado. O levantamento de carga térmica po
o de aparelho.ã
B
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C- O condicionador deverá ser instalado em local que permita o contato direto das
venezianas laterais com o exterior.
D- Como o ar frio desce e o ar quente sobe, recomenda-se instalar o condicionador na altura
média
a melhor distribuição de ar frio dentro do ambiente.
longe de cortinas ou de qualquer outro obstáculo grande que
impeça a perfeita circulação de ar.
do também a
icionado de ser instalada desnivelada
(inclina
as
sta
umentar
a superfície de contato com o ar. O ar quente por ser mais leve sobe e, seu lugar é ocupado por ar
mais fr ce e sobe produzindo desta maneira uma circulação
natural
dade de ar que circula dessa forma é muito
pequen ades de calor.
irculação de ar
através
a de que um ventilador é acrescentado a fim de forçar a circulação
de ar at
da sala (entre 1,5 a 1,8 de piso).
E- Quando o aparelho deve ser instalado próximo ao canto das paredes, manter afastado no
mínimo 50 cm para um
F- Instale o condicionador
G- Procure instalar em local de fácil acesso aos controles de aparelhos, facilitan
retirada de filtro de ar para a limpeza.
H- A caixa recipiente de aparelho de ar cond
ção de aproximadamente 6 a 7mm), para o lado externo.
I- A instalação elétrica é um fator importante, o funcionamento do condicionador depende
exclusivamente de uma perfeita alimentação, por isto recomenda-se o máximo de cuidado e
observação com, todas as normas de instalação elétrica.
REFRIGERADOR (GELADEIRA)
No refrigerador, o ciclo de refrigeração é idêntico ao de aparelho de ar condicionado,
entretanto, encontramos algumas diferenças: 1) o fluido refrigerante (R 12); 2) No circuito elétrico
dispensa os componentes de ventilação existente no ar-condicionado.
Os condensadores resfriados a ar que são os mais usados em refrigeração doméstica, têm
como agente de resfriamento o ar. A circulação do ar através do condensador pode dar-se de du
maneiras como segue:
a) por circulação natural.
b) por circulação forçada
Nos condensadores desse tipo, que são colocados na parte traseira. externa dos
refrigeradores, o refrigerante superaquecido vindo do compressor transmite seu calor ao ar que e
em contato com as aletas tornando-o menos denso.
Os condensadores resfriados a ar com circulação natural são normalmente constituídos por
uma série de aletas de aço através das quais passa a tubulação. A finalidade dessas aletas é a
esco que, por sua vez também se aque
e contínua pelo condensador. É o que se chama extração de calor por convecção natural do
ar.
Também são usados condensadores do tipo “chaminé” que consiste de um certo número de
tubos de cobre presos a uma chapa de aço por canaletas que são soldadas à mesma.
Como podemos facilmente compreender, a quanti
a, não sendo portanto, suficiente para retirar grandes quantid
Para refrigeradores de grande capacidade torna-se necessário aumentar a c
do condensador. Isso é conseguido com a chamada circulação forçada.
Esses condensadores são semelhantes em construção aos condensadores de aletas com
circulação natural, com a diferenç
ravés dos mesmos.
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Um outro detalhe de construção dos condensadores com circulação de ar forçada é que a
distânc nsivelmente menor do que nos de circulação natural pois, o ar circula
muito m
ralmente, de potência variável
entre 1 20V e 50/60 Hz/seg.
um intervalo de temperatura consideravelmente
amplo r ao de refrigeração de baixíssima
temper unidade de refrigeração é selecionado entre
muitos peratura e a pressão de
e tem a pressão de condensação.
act jáve o refrigerante são:
pressã sa pressor.
calor lat talpi ão e para uma
dada idade de ração
4. condutibilid - melho calor.
baixa vis de na gaso
não corr
ão infla
evem s cil d do ho
10. devem ser de preços moderados e facilm
Os fluidos refrigerantes mais utilizados são
l3F
- CHClF2
REFRI
T
UTILIZADO
APLICAÇÕES
ia entre aletas é se
ais rapidamente.
Os compressores usados em refrigeradores domésticos são, ge
/10 HP a 1/3 HP, monofásicos, de dois ou quatro pólos, 110V/2
FLUIDOS REFRIGERANTES
sAs unidades de refrigeração são utilizado n
em processos que vão do condicionamento do a
a umaatura. O fluido refrigerante adequado par
luidos, de acordo com os diversos fatores, entre os quais a temf
vaporação e a
As car
01. pressão de evaporação não m
peratura e
erísticas dese
o d den
is de um fluid
uito baixa - evitar vácuo no evaporador.
02. e con ção não muito elevada - melhora o desempenho do com
03.
capac
ente (en
refrige
a) de evaporaç
.
levado - menor vazão de refrigerante
sferência de0
0
ade térm
si
ica elevada
fase líquida
ria nas propriedades de tran
sa - perdas de carga menore5.
06.
co da
osivos.
e s.
07. não tóxicos.
08. n
09. d
máveis e não explosivos.
er de fá etecção, quan uver vazamentos.
ente disponíveis.
:
* R 11 - Tricloromonofluormetano - CC
* R 12 - Diclorodifluormetano - CCl2F2
* R 22 - Monoclodifluormetano
* R717- Amônia - NH3
GERAN PONTO DE TIPO DE
E EBULIÇÃO A COMPRESSOR
1ATM ( °C)
R 11 23,8 Centrífugo Resfriamento de água.
R Refrigeração doméstica e comercial,
condicionamento de ar em automóveis.
12 - 29,8 Alternativo e
rotativo
Centrífugo Grande resfriador de água.
R 40,8 Alternativo e Condicionamento de ar em geral, unidades de
eração de baixa temperatura.
22 -
rotativo refrig
Centrífugo Grandes instalações com água gelada.
Am ia - 33,3 Alternativo Fabricação de gelo, resfriadores de salmoura,
câmaras frigoríficas.
ôn
Centrífugo Rinque de patinação, unidades de resfriamento
em processos químicos
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CONTROLE DE QUALIDADE
ntes de entregar o aparelho à expedição, faça as seguintes verificações:
1 - Revisão dos componentes.
Ajuste das peças (turbina, hélice, motor, etc.).
2 - Tubulações encostando ou batendo em partes metálicas.
3 - Capilar (verificar tubo plástico de cobertura do mesmo).
4 - Filtro de ar (espuma de poliuretano).
5 - Painel de controle.
6 - Vedação de espuma de poliuretano da frente plástica com o chassis.
7 - Esquema elétrico (trocar, se rasgado).
8 - Medir diferencial de temperatura.
9 - Nos aparelhos com ciclo-reverso (ACR), testas os dois ciclos.
10 - Ruídos:
- Externos (chassis - suspensão ou compressor);
- Internos (compressor - passagem do gás na descarga).
A
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TABELAS
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TABELA DE SATURAÇÃO DE REFRIGERANTES, TEMPERATURA X PRESSÃO
TEMPERATURA R 22 R 12 TEMPERATURA R 22 R 12
°C °F psig kg/cm²g psig kg/cm²g °C °F psig kg/cm²g psig kg/cm²g
-30 -22,0 9,20 0,64 0,059 0,004 16 60,8 103,28 7,27 58,85 4,14
-29 -20,2 10,22 0,71 0,69 0,04 17 62,6 106,70 7,51 61,01 4,29
-28 -18,4 11,27 0,76 1,34 0,09 18 64,4 110,21 7,76 63,21 4,45
-27 -16,6 12,35 0,86 2,01 0,14 19 66,2 113,78 8,01 65,46 4,60
-26 -14,8 13,48 0,94 2,70 0,19 20 68,0 117,43 8,26 67,75 4,77
-25 -13,0 14,64 1,03 3,45 0,24 21 69,8 121,16 8,53 70,10 4,93
-24 -11,2 15,83 1,11 4,17 0,29 22 71,6 124,97 8,80 72,49 5,10
-23 -9,4 17,06 1,20 4,94 0,34 23 73,4 128,85 9,07 74,94 5,27
-22 -7,6 18,83 1,29 5,73 0,40 24 75,2 132,82 9,35 77,43 5,45
-21 -5,8 19,65 1,38 6,54 0,46 25 77,0 136,86 9,63 79,98 5,63
-20 -4,0 21,00 1,47 7,38 0,51 26 78,8 140,98 9,92 82,58 5,81
-19 -2,2 22,39 1,57 8,23 0,57 27 80,6 145,20 10,22 85,23 6,00
-18 -0,4 23,82 1,67 9,14 0,64 28 82,4 149,48 10,52 87,93 6,19
-17 1,4 25,29 1,78 10,05 0,70 29 84,2 153,85 10,83 90,69 6,38
-16 3,2 26,81 1,88 11,00 0,77 30 86,0 158,32 11,14 93,51 6,58
-15 5,0 28,37 1,99 11,97 0,84 31 87,7 162,86 11,46 96,37 6,78
-14 6,8 29,98 2,11 12,97 0,91 32 89,6 167,50 11,79 113,80 8,01
-13 8,6 31,63 2,22 14,00 0,98 33 91,4 172,23 12,12 116,78 8,22
-12 10,4 33,33 2,34 15,06 1,06 34 93,2 177,04 12,46 105,32 7,41
-11 12,2 35,07 2,46 16,15 1,13 35 95,0 181,94 12,81 108,41 7,63
-10 10,0 36,87 2,59 17,27 1,21 36 96,8 186,93 13,16 111,57 7,85
-9 15,8 38,71 2,72 18,12 1,29 37 98,6 192,02 13,52 114,78 8,08
-8 17,6 40,60 2,85 19,60 1,38 38 100,4 197,21 13,88 118,06 8,31
-7 19,4 42,55 2,99 20,81 1,46 39 102,2 202,49 14,25 121,39 8,54
-6 21,2 44,54 3,73 22,06 1,55 40 104,0 207,85 14,63 124,79 8,78
-5 23,0 46,59 3,28 22,33 1,64 41 105,8 213,32 15,02 128,25 9,03
-4 24,8 48,69 3,42 24,65 1,73 42 107,6 218,89 15,41 131,77 9,27
-3 26,6 50,85 3,58 25,99 1,83 43 109,4 224,56 15,81 135,35 9,53
-2 28,4 53,06 3,73 27,37 1,92 44 111,2 230,33 16,22 139,01 9,78
-1 30,2 55,32 3,89 28,79 2,02 45 113,0 236,20 16,63 142,72 10,05
0 32,0 57,65 4,05 30,24 2,12
1 33,8 60,03 4,22 31,73 2,23 46 114,8 242,17 17,05 146,50 10,31
2 35,6 62,47 4,39 33,26 2,34 47 116,6 248,25 17,48 150,35 10,58
3 37,4 64,92 4,57 34,82 2,45 48 118,4 254,35 17,91 156,26 11,00
4 39,2 67,52 4,75 36,42 2,56 49 120,2 260,73 18,36 158,23 11,44
5 41,0 70,14 4,93 38,06 2,68 50 122,0 267,13 18,81 162,29 11,42
6 42,8 72,83 5,12 39,75 2,79 51 123,8 273,64 19,27 166,41 11,71
7 44,6 75,57 5,32 41,47 2,92 52 125,6 280,25 19,73 170,60 12,01
8 46,4 78,38 5,51 43,23 3,04 53 127,4 286,99 20,21 174,87 12,31
9 48,2 81,26 5,72 45,03 3,17 54 129,2 293,84 20,69 179,20 12,61
10 50,0 84,20 5,92 46,87 3,30 55 131,0 300,78 21,18 183,61 12,93
11 51,8 87,20 6,14 48,76 3,43 56 132,8 307,86 21,68 188,09 13,24
12 53,6 90,28 6,35 50,69 3,56 57 134,6 315,05 22,18 192,64 13,56
13 55,4 93,42 6,57 52,66 3,70 58 136,4 322,36 22,70 197,27 13,89
14 57,2 96,64 6,80 54,68 3,85 59 138,2 329,80 23,22 201,97 14,22
15 59,0 99,92 7,03 56,74 3,99 60 140,0 337,35 23,75 206,75 14,55
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CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
TABELA PRÁTICA DE TESTE DE BALANCEAMEN IRCUITOS FIR ORÍFICOS
AJUSTAGEM DA VÁLVULA DE EXPANSÃO TE O E SUB-RESFRIA
∆3°C SA = ∆1°C SR SUPERAQUECIMEN
TO DE C IG
RMOSTÁTICA (SUPERAQUECIMENT
TO - SA SUB-RESFRIAMENTO - SR
MENTO)
PROVIDÊNCIA AUMENTA DIMINUI AUMENTA UIDIMIN
ABRIR ÁLVULA
DE EXPANSÃO
V
x x
xF
D
EC A
E EXP
H R VÁLVULA
ANSÃO
x
ADICIO
EFRIG
NAR
R ERANTE
x x
RETIRA
EFRIG
R
R ERANTE
x x
SA = T (sucção) – Tsat (baixa pressão)
R = T t (alta pressão) – TL (líquido)
PARA SUPERAQUECIMENTO: MANÔMETRO DE BAIXA NA SUCÇÃO DO COMPRESSOR
PARA SUB-RESFRIAMENTO: MANÔMETRO DE ALTA NA DESCARGA DO COMPRESSOR
CONDIÇÕES NORMAIS DE OPERAÇÃO:
L
S sa
•VISOR DE LÍQUIDO: LIMPO, SEM BOLHAS
•NÍVEL DE ÓLEO: VISÍVEL NO VISOR
•PRESSÃO DE ALTA PARA CONDENSAÇÃO: A AR DE 14,0 A 23,5 BAR (203 - 340 PSIG)
A ÁGUA DE 12,5 A 17,0 BAR (181 - 246 PSIG)
•PRESSÃO DE BAIXA: 4,1 A 6,0 BAR (59 - 87 PSIG)
•PRESSÃO DE ÓLEO: 1,6 A 2,7 BAR (23 - 40 PSIG) ACIMA DA PRESSÃO DE SUCÇÃO
•SUPERAQUECIMENTO: 6 A 9°C PARA MÁQUINAS A AR E ÁGUA
•SUB-RESFRIAMENTO: 7 A 11°C PARA MÁQUINAS A ÁGUA
11 A 15°C PARA MÁQUINAS A AR
•TENSÃO ELÉTRICA: DE PLACA ± 10 %
•CORRENTE ELÉTRICA: OBSERVAR O CATÁLOGO DO EQUIPAMENTO
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Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A”
Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos
Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO
JUCIMAR DE SOUZA LIMA
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ
A ORAT R DE MÁQ TÉ M A - MTL B Ó IO UINAS R IC S L
CÁLCULO DE CARGA TÉ R 5858/1983.RMICA - ABNT NB
LO ARCAL A CONDICION :
UNID R T CADES FATO PO ÊN IAGANHOS DE CALOR
hm² kcal/h kcal/
OBSERVAÇÃO
1 - JANELA AS - INSOL ÇÃO
SEM PROTEÇÃO
1.1 - Norte 240
1.2 - Nordeste 240
1.3 - Este 270
1.4 - Sudeste 200
1.5 - Sul 0
1.6 - Sudoeste 400
1.7 - Oeste 500
1.8 - Noroeste 350
PROT NEÇÃO I TERNA
1.1a - Norte 115
1.2a - Nordeste 95
1.3a - Este 130
1.4a - Sudeste 85
1.5a - Sul 0
1.6a - Sudoeste 160
1.7a - Oeste 220
1.8a - Noroeste 150
PR E NOTEÇÃO XTER A
1.1b - Norte 70
1.2b - Nordeste 70
1.3b - Este 85
1.4b - Sudeste 70
1.5b - Sul 0
1.6b - Sudoeste 115
1.7b - Oeste 150
1.8b - Noroeste 95
2 - JANEL SMAS - TRAN ISSÃO
2.1 - Vidro comum 50
2.2 - Ti o r ojolo de vidr ou vid o dupl 25
3 - PAREDES
C Ã EONSTRUÇ O LEV
3.1 - Ex r lternas voltadas pa a o su 13
3.2 - Ex r n sternas voltadas pa a outras orie taçõe
20
C Ã AONSTRUÇ O PES DA
3.1a - Ex r lternas voltadas pa a o su 10
3.2a - Ex r n sternas voltadas pa a outras orie taçõe
12
3.3 - Int d ra e
co s
ernas vo
ndiciona
lta
do
as pa ambi ntes não
8
4 - TETO
4.1 - Em laje 75
L uaje 2,5 cm o mais
4.2 - de isolação 60
4.3 - E sntre andare 13
4.4 - Sob t selhado i olado 18
4.5 - S sob telhado em isolação 40
5 - PISO
5.1 - Piso não colocado diretamente sobre o solo
13
6 - PESSOAS
6. - Número de pessoas 150
7 - PORTAS OU VÃOS
7.1 - Abertos co
ndiciona
ns
da
tantement
s
e para áreas não
co 150
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Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
8 - ILUMINAÇÃO E APARELHOS WATT
8.1 - Lâmpadas ou aparelho elétrico 0 1 0
SUBTOTAL 0
FATOR CLIMÁTICO DA REGIÃO 0,95
CARGA TÉRMICA TO 0 BTU/h 0TAL (kcal/h)
Res vantaponsável pelo le mento: Data:
Equipamento Potênc Quant. kcal)
Lâmpadas
ia (W) Dissip.Térmica (
orComputad
Impressora
Frigobar
Televisão
TOTAL 0
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
TABELA DE APLICAÇÃO DE CONDUTORES ELÉTRICOS - SÉRIE MÉTRICA
(mm²)
CORRENTE DIS METROSTÂNCIA EM
(AM 12 15 18 21 24 27 30 36 4 48 54 60 70 80 90 100P RE)È 6 9 2
0,45 1 ,5 1 ,5 1,5 5 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 5 1,5,5 1,5 1 ,5 1,5 1 1, 5 1,5 1,5 1,5 1,
0,91 1, 1,5 1 5 1,5 5 1,5 1,5 5 1,5 1,5 1,5 5 1,55 1,5 ,5 1,5 1, 1, 1,5 1, 1,5 1,
1,36 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 5 1,55 1,5 5 1,5 1,
1,82 1, 1,5 1 ,5 1,5 5 1, 1,5 ,5 1,5 1,5 1,5 5 1,55 1,5 ,5 1,5 1 1, 5 1,5 1 1,5 1,
2,27 5 1 ,5 1,5 5 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,51,5 1,5 1, ,5 1,5 1 1, 5 1,5 1,5 1,5
2,72 5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 2,51,5 1,5 1, 5 1,5
3,18 1, 1,5 1 ,5 1,5 5 1, 1,5 5 1,5 1,5 2,5 2,5 2,55 1,5 ,5 1,5 1 1, 5 1,5 1, 1,5
3,64 ,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1, 1,5 1,5 1,5 2,5 2,5 2,51,5 1,5 1 5 2,5
4,09 1 ,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1, 1,5 1,5 1,5 2,5 5 4,0, 15 1,5 5 2,5 ,2
4,55 1, 1,5 1 ,5 1,5 5 1, 1,5 ,5 1,5 2,5 2,5 0 4,05 1,5 ,5 1,5 1 1, 5 1,5 1 2,5 4,
5,00 1, 1,5 1 ,5 1,5 1,5 1,5 1,5 2,5 2,5 4,0 0 4,05 1,5 ,5 1,5 1 1,5 1,5 2,5 4,
5,45 1, 1,5 1 ,5 1,5 5 1 1, 2,5 2,5 4,0 0 6,05 1,5 ,5 1,5 1 1, ,5 5 1,5 2,5 2,5 4,
6,82 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 2, 2,5 2,5 4,0 4,0 6,0 6,05 1,5 5 4,0
9,09 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 2,5 2,5 2, 4,0 4,0 4,0 6,0 0 6,05 1,5 5 4,0 6,
11,35 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 2,5 2,5 2,5 2,5 4, 4,0 4,0 6,0 6,0 10,0 10,05 1,5 0 6,0
13,60 1, 1,5 1,5 1,5 2,5 2,5 2,5 4,0 4,0 4, 6,0 6,0 6,0 10,0 10,0 10,05 1,5 0 6,0
15,90 2 2,5 2 5 2,5 0 4 4,0 6,0 6,0 1 10,0 10,0,5 2,5 ,5 2,5 2, 4, ,0 6, 6,00 0,0 10,0
18,20 5 2 ,5 4,0 0 4 6, 6,0 10,0 1 10,0 16,0 16,02,5 2,5 2, ,5 2,5 2 4, ,0 0 6,0 6,0 0,0
20,40 4 4,0 4 ,0 4,0 0 4, 6,0 10,0 10,0 1 16,0 16,0,0 4,0 ,0 4,0 4 4, 0 6,0 6,0 0,0 16,0
22,70 4 4,0 4 0 4,0 0 6,0 6,0 0 10,0 10,0 1 16,0 16,0 16,0,0 4,0 ,0 4,0 4, 4, 6, 6,0 0,0
25,00 4, 4,0 0 4,0 0 6 6,0 10,0 10,0 1 16,0 16,00 4,0 4 ,,0 4,0 4 6, ,0 10,0 10,0 6,0 16,0
27,30 6, 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 10, 10,0 10,0 16,0 1 16,0 25,00 6,0 0 6,0 16,0
29,50 6 ,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 10,0 10, 10,0 10,0 16,0 1 16,0 25,0 25,0,0 6,0 6 0 6,0
31,80 6, 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 10,0 10, 10,0 16,0 16,0 16,0 25,0 25,0 25,00 6,0 0
34,10 6 ,0 0 6,0 0 10 0,0 16,0 16,0 1 25,0 25,0,0 6,0 6 6,0 6,0 6, 6, ,0 1 10,0 16,0 6,0 25,0
36,40 10 ,0 1 10,0 10, ,0 16,0 16,0 25,0 25,0,0 10,0 10 0,0 10,0 10,0 10,0 0 10 10,0 16,0 16,0 25,0
38,60 1 10,0 10 16,0 16,0 25,0 25,0 25,010,0 10,0 10,0 0,0 10,0 10,0 10,0 ,0 10,0 16,0 16,0 25,0
40,90 1 ,0 10,0 1 ,0 10,0 10,0 10,0 10,0 16, 16,0 16,0 16,0 25,0 50,00 0,0 10,0 1 0,0 10 0 25,0 2 ,05
43,20 1 10,0 10,0 10,0 16,0 1 ,0 16,0 25,0 25,0 50,010 ,0,0 10,0 10 0,0 10,0 10,0 6,0 16 25,0 25,0
45,50 1 ,0 16,0 1 ,0 16,0 16,0 16,0 16,0 16, 16,0 16,0 25,0 25,0 50 50,06,0 16,0 16 6,0 16 0 25,0 ,0
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Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
TABELA DE AP DOMÉSTICO
PO MODELO DIMENSÕES EM
LICAÇÃO DE TUBOS - CONDICIONADOR
TÊNCIA mm
APA OMPRESSOR BAIXA ANSÃORELHO C ALTA EXP
7 100 AE 240 455 - 1/4'' 520 - 5/16'' 5 - 5/16''39
AE 5470
10 000 AK 5510 500 - 5/16'' 550 - 3/8'' 0 - 1/4''34
AJIT 635 - 5/16'' 525 - 3/8'' 0 - 1/4''43
AJ 5610 FA 635 - 6/16'' 525 - 3/8'' 0 - 1/4''43
AJ 5510 FD
JRH4 600 - 5/16'' 540 - 3/8'' '340 - 1/4'
TCM 2 100 430 - 5/16'' 650 - 3/8'' 350 - 1/4''
AK 100 500 - 5/16'' 550 - 3/8'' 380 - 1/4''
AK 100 111 500 - 5/16'' 660 - 3/8'' 420 - 1/4''
AJI RA
12 000 AK 5512 480 - 5/16'' 700 - 3/8'' 345 - 1/4''
AK 111
AJT 12 530 - 3/8'' '530 - 5/16'' 320 - 1/4'
JRR4 680 - 3/8'' - 1/4''540 - 5/16'' 345
TCM 2 180 E '' 3/8'' ''5/16 1/4
AK 111 ES 111
14 0 AJ 5515 /16'' 550 - 3/8''00 550 - 5
AJ 600
AJ T 12 6'' 530 - 3/8''635 - 5/1
AJ 5515 F /16'' 750 - 3/8''550 - 5
REB 3 6'' 990 - 3/8''550 - 5/1
AJ 5515 E /16'' 530 - 3/8''620 - 5
AK 115 ES 111 6'' 820 - 3/8'' - 1/4''480 - 5/1 200
18 000 AJ 5519 ED 6'' 530 - 1/2''530 - 5/1
AJ 5518 E /16'' 530 - 1/2''520 - 5
REY 3 6'' 620 - 1/2''540 - 5/1
30 0 AH 5531 ED '' 1270 - 1/2''00 710 - 3/8
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
TA ICO
POTÊN CAPI COR
BELA DE APLICAÇÃO DE CAPILAR - CONDICIONADOR DOMÉST
CIA MODELO LAR VAZÃO CARGA CARGA
APAR SOR Diâm. x CÓDIGELHO COMPRES Comp. MÁXIMA MÍNIMA O REFRIG. ÓLEO
1.750 kcal/h A 397E 240 ES
7.000 BTU/h A 6 OM 34E 5470 ED 0,054" x 54" 7,0 ,6 MARR 0
AE 54 4270 EA 6 384
2.125 kcal/h AJ1Q 52-D 4 887
8.500 BTU/h UFC9 0,054" x 7,3 RR. 5242-D 40" 7,7 LARJ/MA 800
AK55 52410E-D 502
AJ1 510 87T-D 8
AJ1P 0,064" x 9,1 O 51012-D 54" 9,6 PRET 769
2.250 kcal/h UFC9 5103-D 800
9.000 BTU/h AJ1 570 87Q-D 8
UFC 0,064" x 8,3 E 5792-D 64" 8,8 VERD 0 008
AK551 450E-D 4 502
JRH4 01 0,054" 7,3 RR. 4800 PAV x 40" 7,7 LARJ/MA 2
AJ1 570 87T-D 8
AK 100 54ES 111 5
UFC9 573-D 0 800
AJ 55 0,064" x 9,1 O 4510 F 54"' 9,6 PRET 4
2. AJ 551 65500 kcal/h 0 FD 0
10. TCM 2 567000 BTU/h 100 E
AK55 650 0210E-D 5
AK 1 54500 ES
UFC 0,064" x 8,3 E 65092-D 64" 8,8 VERD 800
AJ1Q 650-D 887
AJ1 0,064" x O 740T-D 60" AMAREL 887
UFC O 740 0093-D OUR 8
AJR 0,070" x 1 11,3 URO 625 6913-D 55" 1,9 AZUL ESC 7
AK 55 710 0212 ED 5
AK 1 53911 ES
3.000 kcal/h JRH4 0,070" x 1 9,7 CO 525PAV 72" 0,2 BRAN
12. AJT 625000 BTU/h 12D 887
AK 111 539ES 111
AJ 55 55312 E
TCM 2 0,064" 9,1 O 662120 E x 54"' 9,6 PRET
AJ 55 79415 F
3.500 kcal/h AJT 0,070" x 1 10,8 LHO 808 8712D 60" 1,3 VERME 8
14.000 BTU/h REB 3 879PFV
AJ 55 85015 E
AK 115 0,070" x 1 11,3 A URO 780ES 111 55" 1,9 ZUL ESC
AJR13- 808 769D
AJ 5518 ED 0,054" x 40" 7,7 7,3 LARJ/MARR. 964
4.500 kcal/h AJ 5519 ED 907
18.000 BTU/h REY 3 PFV 0,054" x 54" 7,0 6,6 MARROM 964
AJ 5518 E 0,070" x 72" 10,2 9,7 BRANCO 751
AJ 5518-D 0,070" x 60" x 2 11,3 10,8 VERMELHO 990 769
AJT15-D 990 887
AH 5524 ED 964 1331
5.250 kcal/h H206243AB 850
21.000 BTU/h SRC5-0200 0,054" x 54" 7,0 6,6 MARROM 794
AH 5524 E
AB 5524 ED 794
AB 5524 FD 0,070" x 60" x 2 11,3 10,8 VERMELHO 964 1090
6.875 kcal/h AH 5531 E 1162
27.500 BTU/h AH 5531 ED 0,070" x 72'' x 2 10,2 9,7 BRANCA 1900 1300
7.500 kcal/h AB 5530 GD
30.000 BTU/h SRA 4 0250 PFV 0,070" x 55" x 2 11,9 11,3 AZUL ESCURO 1106
e central compacto H2O A303 AB 1830 1387
7.875 kcal/h AH 5534 EB 1446
31.500 BTU/h SRN4 0275 PFV 1191
9.000 kcal/h (CC) AH 5540 ED 0,080" x 65" x 2 ROSA 1928 1331
36.000 BTU/h H2 0A403AB 1276
TRIFÁSICO A5540EF 1928 1331
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
URA PRESSÃO PRESSÃO
TABELA DE PRESSÕES DE EQUILÍBRIO
TEMPERAT DE
AMBIENTE °C EQUILÍBRIO (psig) R 22
15 91 100
16 10397
20 114 117
22 5120 12
25 124 137
30 140 158
35 182163
40 195 207
1. Para teste de pressão de equilíbrio deve-se m atura constante e o sistema frio.
2. A pressão de equilíbrio deve ser sempre mais essão do R 22.
3. Quando a pressão de equilíbrio f a inado de ar
(incondensável).
4. A pressão de equilíbrio regi bela, t a de 5 psig pa ou menos.
anter a temper
baixa que a pr
or mais alta que a pressão do R 22, o sistem está contam
strada na ta em uma tolerânci ra mais
DIÂM TRO INTERNO CO GOE MPRIMENTO CÓDI
0,064 pol. ELO80 pol. AMAR
m RO152,40 c OU
0,064 pol. 54 pol. PRETO
137,16 cm
0,070 pol. 60 pol. VERMELHO
152,40 cm
0,080 pol. ROSA65 pol.
165,10 cm
0,070 pol. NCO72 pol. BRA
182,88 cm
0,064 pol. 64 pol. EVERD
162,56 cm
0,064 pol. 48 pol. CINZA
121,92 cm
0,070 pol. 55 pol. ULAZ
139,70 cm ESCURO
0,054 pol. 54 pol. NMARRO
137,16 cm
0,054 pol. NJA45 pol. LARA
114,30 cm
0,054 pol. JA40 pol. LARAN
101,60 cm MARRON
Tolerâncias: 3,2 cm no comprimento.
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
V
COMPRESSOR RESISTÊNCIA ÔHMICA AMPERAGEM CAPACITOR
ALORES DAS RESISTÊNCIAS ÔHMICAS DOS COMPRESSORES
M ORIGEM ARRA HA SOMA (AODELO NQUE MARC MPÈRE) (µF)
A FR 13,99 ,12 15/17,5E5470E 10,90 3,90 4
A FR 3,30 0 4,08 11,60 35/45H5524E ,78
AH55 4E TC 3,40 0 4,19 12,20 352 ,79
AH55 1E FR 2,84 3,44 16,13 35/453 0,60
AH TC 3,76 0 4,43 16,15 355531E ,67
A FR 9,66 1 11,21 7,40 15/17,5J1P12 ,55
AJ1P 2 TC ,60 1 11,59 8,00 151 01 ,53
AJ1P 3 FR 1 11,44 7,20 17,5/201 9,85 ,59
AJ1Q FR 8,08 2,57 10,65 5,48 15/17,5
AJ1Q AR 1,25 2 13,40 6,10 15D 1 ,15
AJ1T AR 8,75 10,49 7,80 20D 1,74
A FR 7,40 1 8,75 8,80 25/30JR13 ,35
A TC 7,00 8,35 8,50 25JR 31 1,35
AJT1 D AR 8,90 10,20 9,00 252 1,38
AJT15D AR 6,04 1,02 7,06 11,50 35
AJT15 FR 5,20 0,91 6,11 12,40 25/30
AK TC ,50 2 9,95 5,70 155510E 7 ,45
A TC 10,10 1 11,82 6,80 15K5512E ,72
H20A24 AB ST 3,78 0 4,70 12,00 353 ,92
H20A303AB ST 3,14 0 3,80 15,20 35,66
TC SEH F ÊS AR = ENTINO ST= SUNDSTRAND= TECUM R = FRANC ARG
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
T
POTÊNCIA MODELO REFERÊNCIA FABRICANTE
ABELA DE APLICAÇÃO DE COMPRESSOR - CONDICIONADOR
DOMÉSTICO
APARELHO COMPRESSOR RMICO COMPRPROT. TÉ ESSOR
1.750 kcal/h 018 SICOMAE 240 ES NRP 22APK 5
7.00 TU/h NIT ERMETIQUE0 B AE 5470 ED KLIXON MRT 22APK LU E H
10 ED NRA 7983 111 TECUMSEHAK 55
8300 MRA B28
AJ 5510 F MRT 18 AKN 3021 LUNITE HERMETIQUE
2.500 kcal/h CSM 50 AIN TOOLAJ 5510FD
10.0 BTU/ M00 h AK 100 ES TIO 100/44 SICO
NSP 24AKN 5018
ALN TOOLAJ1 TD CSM 32
JRH4 0100 PAV MRA 8949 207 COPELAND
TCM 2 100 E MR 10 Jx / 5008 ELGIN
AK 5512 ED NST OOAJ W 5001 TECUMSEH
AK 111 ES NST OOAJ W 5001 SICOM
AK 111 FS TIO 100 144 SICOM
3.000 kcal/h AJT 12 D CSM 30 AGN TOOL
12.000 BTU/h AJ 5512 E MST 16 AHN 3021 LUNITE HERMETIQUE
JRR 4 PAV MRA 1703 207 COPELAND
TCM 2 120 E MRT OOJx 5008 ELGIN
AK 111 ES 111 SICOM
AJ 5515 F CST 16 AKN 132 TECUMSEH
3.500 kcal/h REB 3 0150 PFV INTERNO COPELAND
14.000 BTU/h AJT 12 D KLIXON CSM 30 AGM TOOL
AJ 5515 E CST OO AJN 3006 LUNITE HERMETIQUE
AK 115 ES T19031/44 SICOM
AJ 5518 ED CST 00 AHSF 3006 TECUMSEH
4.500 kcal/h CRA 1718 - 135
18.000 BTU/h AJ 5518 E CST OO AHPH 3006 LUNITE HERMETIQUE
REY3 0175 PFV INTERNO COPELAND
AJ 5519 ED KLIXON CSM OO AHN
AH 5524 ED TECUMSEH
5.250 kcal/h H2 OB243AB SUNDSTRAND
21.000 BTU/h SRC5 0200 INTERNO COPELAND
AH 5524 ED LUNITE HERMETIQUE
AB 5524 ED TECUMSEH
AH 5531 E TECUMSEH
6.875 kcal/h AB 5530 GD
27.500 BTU/h AH 5531 ED INTERNO TECUMSEH / LUNITE
H2O A303 AB SUNDSTRAND
SRA 4 0250 PFV COPELAND
7.875 kcal/h AH 5534 EB INTERNO TECUMSEH
31.500 BTU/h SRMA 0275 PFV COPELAND
9.000 kcal/h AH 5540 ED INTERNO TECUMSEH
36.000 BTU/h H2 0A403AB SUNDSTRAND
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
TABELA DE APLICAÇÃO DE CAPACITOR - CONDICIONADOR
DOMÉSTICO
POTÊNCIA COMPRESSOR CAPACITOR DO MOTOR
APARELHO TIPO CAPACITOR EBERLE BRASIL
1.750 kcal/h AE 240 ES 20 / 380
7.000 BTU/h AE 5470 ED 15 / 380
DE 240 ES 20 / 380
3 / 380
AK 5510 ED 15 / 380
AJ 5510 F 17,5 / 380
AJ 5510 FD 25 / 440
2.500 kcal/h AK 100 ES 20 / 440
10.000 BTU/h AJ1 TD 20 / 380
JRH4 0100 PAV
TCM 2 100 E 20 / 380
AK 100ES 111 20 /440
3 / 440
AK 5512 ED 15 /380
AK 111 FS
JRR 4 PAV 17,5 /380
3.000 kcal/h AJT 12 /D 25 /380
12.000 BTU/h AJ 5512 E 17,5 /380
AK 111 ES 17,5 /440
TCM 2 100 E 17,5 /440
AK 111 ES 111 20 /380
3 / 440
AJ 5515 F
3.500 kcal/h REB3 0150 PFV 25 /380
14.000 BTU/h AJT 12 D
AJ 5515 E 30 /380
AK 115 ES 25 /380
3 / 440
AJ 5518 ED 25 /380
4.500 kcal/h AJ 5518 E 30 /380
18.000 BTU/h REY3 0175 PFV 35 /380
AJ 5519 ED
3 / 440
AH 5524 ED
5.250 kcal/h H206243AB
21.000 BTU/h SRC5-0200
AH 5524 E
AB 5524 ED
AB 5524 FD
6.875 kcal/h AH 5531 E
27.500 BTU/h AH 5531 ED
7.500 kcal/h AB 5530 GD
30.000 BTU/h SRA 4 0250 PFV
e central compacto H2O A303 AB
7.875 kcal/h AH 5534 EB
31.500 BTU/h SRM4 0275
9.000 kcal/h (CC) AH 5540 ED
36.000 BTU/h H2 0A403AB
TRIFÁSICO A5540EF
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
RELAÇÃO DE MATERIAL E FERRAMENTAS PARA OF E
REFRIGERAÇÃO. ANEXO 02 - PROJETO
.
PREÇO
ICINA D
ITEM QTE UND ESPECIFICAÇÃO
UNITÁRIO TOTAL
1 1 um Alicate de pressão 200 mm, BELTZER.
2 1 um Alicate para desencapar fios, CONEXEL, CORNETA ou similar.
3 1 um Alicate para prensar terminal elétrico pré-isolado BURNDY ou
CORNETA.
4 1 um Alicate para selar tubos, comprimento 200 mm, BELTZER.
5 1 um Alicate universal cabo isolado para 1.000 V, 200 mm de
comprimento. BELTZER
6 1 um Alicate volt-amperímetro com escala para tensão até 1.000 V, escala
para corrente até 300 A e escala para resistência para continuidade,
SNAP, YOCOGAWA ou similar.
7 1 uma Almotolia 250 ml
8 1 um Araldite ultra-rápido
9 1 um Arco de serra manual, cabo de metal, comprimento 300 mm.
10 50 uma Arruela de fibra para encosto de motor
11 1 um Balde de plástico, capacidade 10 litros
12 2 uma Bancadas para trabalhos
13 L Batida de pedra (quantil, underseal ou similar)
14 kg Bidim
15 1 um Bomba de alto vácuo, vazão 7,5 m³/h e pressão residual final de 20
µHg, ROBINAIR ou similar.
16 1 uma Bomba lava-jato
17 1 um Botijão de gás butano capacidade 13 kg
18 2 uma Broca de aço rápido Ø 1/8”
19 2 uma Broca de aço rápido Ø 9/64”
20 par Bucha de bronze para motor de 1/8 CV
21 1 uma Calculadora de bolso simples, 8 dígitos.
22 4 um Cap de latão de Ø1/4”.
23 1 um Capacitor eletrolítico para partida de motor monofásico de 1,5 CV.
24 2 um Carro para transporte
25 1 um Cavalete articulado em alumínio altura 1,5 m
26 1 uma Chave allen 5/32” com haste longa
27 2 uma Chave canhão de Ø 1/4”
28 1 uma Chave catraca para refrigeração, de 1/2” ROBINAIR.
29 1 uma Chave catraca para refrigeração, de 1/4” ROBINAIR.
30 1 uma Chave catraca para refrigeração, de 3/8” ROBINAIR.
31 1 uma Chave catraca para refrigeração, de 5/16” ROBINAIR.
32 1 uma Chave de fenda phillips tipo cotoco 3/16 x 12”.
33 1 uma Chave de fenda reta tipo cotoco 3/16 x 12”.
34 1 uma Chave de regulagem 8”
35 1 um Cilindro para nitrogênio capacidade 6,6m³
36 1 uma Coil cleaner (bambona com 30 kg)
37 L Cola Fórmica (para bidim)
38 1 uma Coluna de empilhar altura 2,5 m
39 1 um Compressor de ar
40 1 um Conjunto analisador de pressão (manifold) ROBINAIR, JB ou
IMPERIAL, completo (com 3 mangueiras de alta pressão).
41 1 um Conjunto de chave de boca fixa, de ¼ a 1.1/4” BELTZER
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REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
PREÇO
ITEM QTE UND ESPECIFICAÇÃO
UNITÁRIO TOTAL
42 1 um Conjunto de chave de fenda phillips de 1/8 x 5”; 3/16 x 8” e ¼ x 8”.
43 1 um Conjunto de chave de fenda reta de 1/8 x 5”; 3/16 x 8”; ¼ x 8” e 3/8 x
12”.
44 1 um Conjunto de chave estrela (anel) de 6 a 38 mm. BELTZER
45 1 um Conjunto de pintura (compressor, pistola e mangueira)
46 1 um Conjunto de vazadores STARRETT
47 1 um Conjunto flangeador para refrigeração, completo (morsa para Ø 1/8”
a 1/2” e de 5/8”a 3/4”,e o cone flangeador).
48 1 um Conjunto para solda oxiacetilênica SA White Martins, AGA ou
RECORD, com capacidade para 1m³ de oxigênio e 1 kg de acetileno,
completo com maçarico, mangueiras e etc.
49 1 um Cordão de luz (gambiarra) com cabo de 5 m
50 1 um Cortador para tubo de cobre (corta frio) Ø até 1”, ROBINAIR
51 1 um Curvador para tubos de cobre de Ø ¼ a 5/8”
52 1 uma Escala articulada de plástico de 2 m.
53 1 uma Escova de aço para soldador com cabo
54 1 uma Espátula de aço para pintura
55 1 um Espelho de aumento (tipo odontológico).
56 1 um Espelho plano de 100 x 500 mm.
57 1 uma Esponja para cozinha
58 1 um Esquadro de serralheiro 90º
59 1 uma Extensão elétrica de cabo pirastic 2 x 2,5 mm² de 10 m, com pino e
tomada monofásica para 15 A.
60 1 uma Extensão para teste (3 pinos)
61 1 uma Faca pequena
62 1 um Ferro de solda para eletrônica de 100 W x 220 V bico reto.
63 1 um Ferro de solda para rádio 100 W, 220V
64 Filtro de poliuretano (para reposição)
65 1 uma Fita isolante de papel crepom
66 1 uma Fita isolante de plástico 50 m
67 1 um Fluxo para solda prata
68 1 uma Furadeira elétrica portátil (besouro) Ø ½”
69 1 uma Furadeira manual
70 500 g Graxa
71 1 um Isqueiro a gás (tipo Bic chama)
72 1 um Jogo completo de ferramentas
73 5 uma Lâmina de serra RS 1218 STARRETT
74 5 uma Lâmina de serra RS 1232 STARRETT
75 1 uma Lâmpada incandescente 100 W x 220 V.
76 1 uma Lâmpada incandescente 60 W x 220 V.
77 1 um Lampião a gás 300 W
78 1 uma Lima chata bastardinha, picado cruzado, 10” de comprimento
79 20 uma Lixa para ferro G 100
80 1 um Loctite para buchas
81 3 m Mangueira de plástico transparente (cristal) Ø 3/8” x 0,8 mm
82 1 uma Manta de plástico de 2 x 2 m
83 1 um Martelo de bola 250 g.
84 1 um Martelo de bola 500 g.
85 1 um Martelo picotador
86 1 kg Massa de calafetar
87 1 um Meghometro de manivela com escala de 1.000 MΩ e 500 V
YOCOGAWA ou similar.
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PREÇO
ITEM QTE UND ESPECIFICAÇÃO
UNITÁRIO TOTAL
88 Morsa n°. 3
89 1 um Multímetro com escala de resistência para baixos valores. Digital. Se
for analógico que tenha o valor 10 Ω, no centro da escala (para ter
precisão).
90 4 um Niple de latão SAE Ø1/4”.
91 1 par Óculos de proteção para solda oxiacetilênica
92 1 um Ohmímetro
93 2 um Óleo M1 STARRETT
94 1 L Óleo para motor
95 1 um Paquímetro
96 500 um Parafuso AA 4,2 x 9 mm
97 1 um Pente para aletas de serpentina. ROBINAIR
98 4 uma Porca curta de latão Ø1/4”.
99 30 uma Porca rápida
100 1 um Punção alargador de bater Ø 1/8” a 3/4”, ROBINAIR
101 1 um Punção de marcar ponta com 60º
102 1 um Punção para desmontar bucha de bronze em motores
103 1 uma Rebitadeira para rebite de compressão de alumínio.
104 kg Refrigerante R 11
105 kg Refrigerante R 12
106 kg Refrigerante R 22
107 1 um Regulador de pressão para nitrogênio SA White Martins, AGA ou
RECORD.
108 1 um Riscador para serralheiro
109 1 um Rolo de lã para pintura de 9 cm
110 Sabão para limpeza (líquido)
111 500 g Solda phoscoper
112 250 g Solda preparada para rádio, 50 x 50, Ø 1 mm.
113 1 uma Talhadeira de aço cromo-vanadium lâmina de ½”
114 1 um Tanque para água de cimento-amianto capacidade de 1000 litros
115 1 um Tanque para inspeção de vazamentos
116 50 um Terminal de encaixe, latão, tipo bandeira (90º)
117 20 um Terminal tipo olhal pré-isolado, 2,5 mm²
118 2 um Termômetro de vidro a álcool de -20 a +60°C.
119 1 um Termômetro eletrônico com capacidade para 5 sensores e faixa de
medição de -50°C a 150°C.
120 1 uma Tesoura para chapa de aço
121 1 uma Tesoura para tecido
122 L Tinta automotiva branco lótus, duco
123 kg Trapo ou pano para limpeza
124 2 uma Trincha para pintura de 1.1/2”
125 2 uma Trincha para pintura de 1/2”
126 1 um Vacuômetro eletrônico com faixa de medição de 20 a 20.000µHg,
220 V.
127 2 uma Válvula para engate rápido em tubo de Ø1/4”
128 5 uma Vareta de solda prata
129 1 uma Vassoura para bidê
REFRIGERAÇÃO
CURSO PARA MECÂNICO NÍVEL “A”
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ANEXOS

Apostila refrigeracao domestica

  • 1.
    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” CURSO DE REFRIGERAÇÃO MECÂNICO NÍVEL “A” - REFRIGERADOR - FREEZER - CONDICIONADOR DOMÉSTICO MANUTENÇÃO E CONSERTO Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 1 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
  • 2.
    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” ÍNDICE ÍNDICE .............................................................................................................................................................................. 2 INTRODUÇÃO ................................................................................................................................................................. 7 Refrigeração ....................................................................................................................................................................... 7 Ar-condicionado................................................................................................................................................................. 7 OBJETIVO DO CURSO.................................................................................................................................................... 7 CONCEITOS E DEFINIÇÕES.......................................................................................................................................... 8 Mecânica ............................................................................................................................................................................ 8 • Massa......................................................................................................................................................................... 8 • Meio........................................................................................................................................................................... 8 • Força .......................................................................................................................................................................... 8 • Área............................................................................................................................................................................ 8 • Volume ...................................................................................................................................................................... 9 • Pressão ....................................................................................................................................................................... 9 • Vácuo....................................................................................................................................................................... 10 Calorimetria...................................................................................................................................................................... 10 • Temperatura............................................................................................................................................................. 10 • Estados físicos da matéria - fases............................................................................................................................. 10 » Sólido ................................................................................................................................................................. 11 » Líquido............................................................................................................................................................... 11 » Gasoso................................................................................................................................................................ 11 • Mudança de estado físico......................................................................................................................................... 11 » Solidificação....................................................................................................................................................... 11 » Fusão.................................................................................................................................................................. 11 » Condensação ...................................................................................................................................................... 11 » Vaporização ....................................................................................................................................................... 11 » Sublimação......................................................................................................................................................... 11 » Sublimação (cristalização) ................................................................................................................................. 12 • Energia..................................................................................................................................................................... 12 • Calor ........................................................................................................................................................................ 12 » Calor total........................................................................................................................................................... 12 » Calor latente ....................................................................................................................................................... 12 » Calor sensível..................................................................................................................................................... 12 • Equação fundamental da calorimetria...................................................................................................................... 12 • Transmissão de calor................................................................................................................................................ 13 » Condução Térmica ............................................................................................................................................. 13 » Convecção Térmica............................................................................................................................................ 13 » Irradiação Térmica ............................................................................................................................................. 14 » Troca Direta ....................................................................................................................................................... 14 » Troca Indireta..................................................................................................................................................... 14 » Expansão Direta ................................................................................................................................................. 14 » Expansão Indireta............................................................................................................................................... 14 • Trocador de calor..................................................................................................................................................... 14 • Potência frigorífica................................................................................................................................................... 14 • Carga Térmica.......................................................................................................................................................... 15 • Saturação.................................................................................................................................................................. 15 » Superaquecimento.............................................................................................................................................. 15 » Sub-resfriamento................................................................................................................................................ 15 Termodinâmica................................................................................................................................................................. 16 • Trabalho nos gases................................................................................................................................................... 16 • Energia interna......................................................................................................................................................... 17 • 1ª Lei da Termodinâmica......................................................................................................................................... 17 Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 2 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
  • 3.
    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” » Transformação Isobárica.....................................................................................................................................17 » Transformação Isocórica (Isométrica) ................................................................................................................18 » Transformação Isotérmica...................................................................................................................................18 » Transformação adiabática ...................................................................................................................................18 » Transformação cíclica.........................................................................................................................................19 • 2ª Lei da Termodinâmica..........................................................................................................................................19 Eletricidade .......................................................................................................................................................................19 • Corrente elétrica .......................................................................................................................................................19 • Tensão.......................................................................................................................................................................20 • Resistência elétrica ...................................................................................................................................................20 • Sistemas elétricos .....................................................................................................................................................20 » Sistema monofásico (2 fios)................................................................................................................................20 » Sistema bifásico (3 fios)......................................................................................................................................20 » Sistema trifásico (4 fios) .....................................................................................................................................20 • Motores elétricos ......................................................................................................................................................20 • Temperatura de bulbo seco(TBS).............................................................................................................................21 • Temperatura de bulbo úmido(TBU) .........................................................................................................................21 • Umidade relativa(UR) ..............................................................................................................................................21 • Temperatura de ponto de orvalho(TPO)...................................................................................................................21 • Entalpia (h) ...............................................................................................................................................................21 Instrumentos......................................................................................................................................................................23 • Manômetro ...............................................................................................................................................................23 • Amperímetro.............................................................................................................................................................24 • Reguladores de pressão.............................................................................................................................................24 • Voltímetro.................................................................................................................................................................24 • Ohmímetro................................................................................................................................................................24 • Multímetro................................................................................................................................................................24 • Megôhmetro..............................................................................................................................................................24 • Vacuômetro ..............................................................................................................................................................24 • Capacímetro..............................................................................................................................................................24 • Anemômetro.............................................................................................................................................................24 • Termômetro ..............................................................................................................................................................25 • Tacômetro.................................................................................................................................................................25 • Chave de Teste Néon................................................................................................................................................25 • Lâmpada-série ..........................................................................................................................................................25 REFRIGERAÇÃO............................................................................................................................................................27 Ciclo básico teórico...........................................................................................................................................................27 • Compressor...............................................................................................................................................................27 • Condensador.............................................................................................................................................................28 • Válvula de expansão.................................................................................................................................................28 • Evaporador ...............................................................................................................................................................28 • Descrição do ciclo ....................................................................................................................................................28 Ciclo básico real................................................................................................................................................................29 • Processo de compressão ...........................................................................................................................................29 • Processo de condensação..........................................................................................................................................29 • Processo de expansão ...............................................................................................................................................29 • Processo de evaporação............................................................................................................................................30 COMPONENTE DO CIRCUITO DE REGRIFERAÇÃO...............................................................................................30 Compressor .......................................................................................................................................................................30 • Conceito....................................................................................................................................................................31 • Classificação.............................................................................................................................................................31 • Funcionamento .........................................................................................................................................................31 Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 3 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” » Compressor alternativo ...................................................................................................................................... 31 » Compressor rotativo........................................................................................................................................... 32 » Compressor centrífugo....................................................................................................................................... 32 » Compressor de parafuso..................................................................................................................................... 32 » Compressor hermético........................................................................................................................................ 32 » Compressor semi-hermético............................................................................................................................... 32 » Compressor aberto ............................................................................................................................................. 33 Trocadores de calor – Condensador e Evaporador........................................................................................................... 33 • Conceito................................................................................................................................................................... 33 • Condensador ............................................................................................................................................................ 33 » Condensadores resfriados a ar............................................................................................................................ 34 • Evaporador............................................................................................................................................................... 34 Dispositivos de expansão ................................................................................................................................................. 36 » Restritores .......................................................................................................................................................... 36 » Tubos capilares................................................................................................................................................... 37 » Válvulas de expansão termostáticas................................................................................................................... 37 DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS..................................................................................................................................... 38 Compressor ...................................................................................................................................................................... 38 » Identificação dos bornes do compressor............................................................................................................. 39 » Teste de Isolação ............................................................................................................................................... 40 » Compressor não comprime................................................................................................................................. 41 » Compressor não parte......................................................................................................................................... 41 » Compressor arranca e apresenta alta corrente (amperagem) .............................................................................. 42 » Outras considerações.......................................................................................................................................... 43 CONDICIONADORES DE AR DOMÉSTICO............................................................................................................... 44 Conceito ........................................................................................................................................................................... 44 Gabinete ........................................................................................................................................................................... 44 • Conceito................................................................................................................................................................... 44 Estrutura ou chassi ........................................................................................................................................................... 45 • Conceito................................................................................................................................................................... 45 Sistema de ventilação....................................................................................................................................................... 46 • Conceito................................................................................................................................................................... 46 Sistema elétrico ................................................................................................................................................................ 47 • Conceito................................................................................................................................................................... 47 » Rabicho .............................................................................................................................................................. 48 » Chave seletora ou de operação........................................................................................................................... 48 » Termostato ......................................................................................................................................................... 49 » Capacitor............................................................................................................................................................ 50 » Timer.................................................................................................................................................................. 51 » Protetor térmico.................................................................................................................................................. 51 » Relé voltimétrico................................................................................................................................................ 52 » Motor do ventilador............................................................................................................................................ 52 » Motor do air-cycle.............................................................................................................................................. 53 » Teste da chave do air-cycle................................................................................................................................ 53 » Válvula reversora ............................................................................................................................................... 53 » Testar a bobina na própria válvula ..................................................................................................................... 53 » Teste da válvula.................................................................................................................................................. 53 Sistema de refrigeração .................................................................................................................................................... 54 • Instrumentos básicos para diagnóstico..................................................................................................................... 54 » Válvula Perfuradora ........................................................................................................................................... 54 » Pressões.............................................................................................................................................................. 54 Principais defeitos e suas possíveis causas - Aparelhos Condicionadores de Ar ............................................................. 55 • MANUTENÇÃO DOS CONDICIONADORES DE AR ........................................................................................ 56 Gabinete ........................................................................................................................................................................... 57 Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 4 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Estrutura............................................................................................................................................................................57 Sistema de ventilação........................................................................................................................................................58 CONSERTOS ...................................................................................................................................................................58 • Processamento do sistema ........................................................................................................................................58 • Desmontagem do sistema .........................................................................................................................................59 • Lavagem dos componentes.......................................................................................................................................59 • Processo de vácuo.....................................................................................................................................................60 • Operação de vácuo....................................................................................................................................................60 Teste de vazamento do sistema.........................................................................................................................................60 • Processo de carga de gás com o aparelho desligado.................................................................................................60 • Teste de funcionamento............................................................................................................................................61 • Controle de qualidade...............................................................................................................................................61 Recomendações gerais sobre a instalação de aparelhos de ar condicionado.....................................................................61 Refrigerador (geladeira)....................................................................................................................................................62 FLUIDOS REFRIGERANTES.........................................................................................................................................63 Controle de Qualidade ......................................................................................................................................................64 Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 5 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” FUNDAMENTOS Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 6 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” INTRODUÇÃO De há muito, o mercado consumidor de refrigeradores, freezers e ares-condicionados domésticos no Estado do Ceará, se ressente pela falta de bons profissionais que possam atender aos consumidores e/ou usuários desses equipamentos domésticos que equipam muitos dos escritórios comerciais, médico-odontológicos, escolas, indústrias, e quase todos os segmentos da sociedade, inclusive residências. Profissionais que, utilizando-se somente de técnicas apropriadas, interfeririam no aparelho para executar a manutenção preventiva, ou consertos e reparos. Manutenção feita de forma segura, íntegra, com baixo consumo de material e ferramental adequado visando à integridade física da máquina, de terceiros e de si próprio como profissional. A substituição de peças feita apenas quando último recurso. Tudo isso propiciando um serviço eficaz, honesto, rápido, limpo e barato. Refrigeração A população emprega sem o propósito mais técnico o termo refrigeração para indicar a perda de calor, todavia, para aqueles que se ensejam para essa atividade tecnológica, o significado deve ganhar uma dimensão mais real. A refrigeração é, normalmente, conseguida com auxilio de equipamento que remove calor dos corpos, quaisquer que sejam seus estados físicos, com o propósito de baixa sua temperatura e ou mantê-los em temperatura mais baixa que o ambiente externo ao equipamento onde se encontram. Neste sentido, abre-se um campo muito grande de aplicações, como por exemplo: conservação de alimentos, fabricação de bebidas, conservação de corpos de seres vivos, conservação de corpos orgânicos e inorgânicos, fabricação de tecidos, sapatos, computadores, dentre outros. Ar-condicionado Preferimos destacar o ar-condicionado neste item para informar que é uma aplicação de refrigeração, cujo campo de utilização é muito grande, e no nosso curso trataremos dos conceitos básicos e das máquinas de uso doméstico. Da manutenção adequada e criteriosa depende a conservação das condições de funcionamento das máquinas e conseqüentemente, a qualidade do ar interno com reflexos diretos na qualidade de vida das pessoas usuárias dos ambientes condicionados. OBJETIVO DO CURSO Durante o transcurso do treinamento profissional para a formação de Mecânico de Refrigeração - Nível A, serão desenvolvidos o programa de embasamento teórico, e prática de oficina, que resultará, como certo, na qualificação adequada do Mecânico de Refrigeração para trabalhar em refrigeradores domésticos, freezers e condicionadores de ar domésticos (janeleiro). Ao final do Curso, o aluno será capaz de não somente trabalhar no mercado formal em empresas já estabelecidas, como também poderá abrir seu próprio negócio, se para tal receber apoio financeiro de Instituições governamentais que promovem o desenvolvimento do Estado. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 7 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Este treinamento tem como meta, também, tornar a relação do homem com os tipos de máquinas já descritas de tal forma estreita, que ele sinta-se realizado profissionalmente com esta nova oportunidade. Para bem cumprir os objetivos sociais, as entidades promotoras e financiadoras do Treinamento deverão efetivar um processo de seleção justo que pese a aptidão do indivíduo e sua relação social com a comunidade, para que o investimento financeiro e social surta o efeito esperado. Consoante filosofia desenvolvimentista vivenciada no Estado do Ceará, mister se faz melhorar o nível dos profissionais que militam pela refrigeração, porque a sociedade está sob esta ótica, completamente desassistida, e, considere-se que as empresas do ramo não têm alternativas para melhoria de sua qualidade senão pela qualificação da mão-de-obra. CONCEITOS E DEFINIÇÕES É necessário que se faça um mostruário de termos e se dê o significado de algumas palavras utilizadas na refrigeração doméstica e no condicionamento de ar. Mecânica Parte da Física que estuda as relações das forças e seus equilíbrios, é a mecânica, por isso trataremos dos conceitos que mais utilizaremos nos trabalhos de refrigeração. O leitor irá encontrar alguns termos que não são propriamente da mecânica, mas foi o local mais adequado que encontramos para alocá-los sem criar novos itens de descrição. •Massa É a própria matéria, o corpo ou substância. Tudo que está sujeita à ação da gravidade. •Meio Para a nossa necessidade o meio é a matéria, o corpo ou substância a qual se quer aquecer ou resfriar. Pode ser o ar, a água ou outro qualquer. •Força É a ação que tem tendência de movimentar um corpo (massa), cessar seu movimento, mudá- lo de direção ou ainda, mudá-lo de forma. A unidade mais freqüente é o quilograma-força (kgf) ou a libra-força (lbf). Matematicamente, a grandeza de uma força é proporcional à massa do corpo e à velocidade que ela produz no deslocamento do ponto de sua aplicação: F = m . a, onde F é a grandeza da força; m a massa deslocada e a, a aceleração provocada. •Área É a medida total de uma superfície. Quando se deseja a área de uma sala, basta multiplicar o seu comprimento pela sua largura, o resultado é a medida dela. O conhecimento disto é muito útil para os trabalhos de refrigeração, haja vista que posteriormente trabalharemos com o conceito de pressão. Exemplo 1: Uma sala com 5m de comprimento e 3 m de largura tem 15 m2 de área. (5 m x 3 m = 15 m2 ). Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 8 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Exemplo 2: O tampo de uma mesa com 50 pol de comprimento e 10 pol de largura tem uma área de 500 pol2 (50 pol x 10 pol = 500 pol2 ). •Volume É o produto de três dimensões: comprimento x largura x altura, ou ainda, o produto da área pela altura. No exemplo “1”, anterior, se considerarmos a altura da sala igual a 3 m, o seu volume será: V = 5 m x 3 m x 3 m = 45 m3 , ou V = 15 m2 x 3m = 45 m3 . •Pressão O conceito de pressão mais simples está associado ao que vamos dizer agora. Imagine um homem de peso igual a 70 kg em pé sobre uma cerâmica medindo 10 cm por 10 cm (100 cm² = 10 cm x 10 cm), embaixo da cerâmica há areia, então a areia está suportando uma pressão de 0,7 kg / cm² (70 kg ÷ 100 cm²), ou seja, por cada centímetro quadrado que possui a cerâmica, há 0,7 kg de peso do homem sobre a areia. Assim podemos dizer que a pressão é a distribuição uniforme de uma força e F m uma área determinada. Portanto se calcula a Pressão pela seguinte fórmula: p = A . Em refrigeração isto é muito útil porque o gás refrigerante quando preso nos cilindros mesmo nos circuitos de refrigeração exerce uma força sobre as paredes das tubulações e dos cilindros que ou das par 2 libras p a polegad gada de mercúrio). A pressão atmosférica ao níve anças. essão de solidificação, Pressão de fusão, Pressão de vaporização, Pressão de sublimação. AT C RSÃO Psi a g a al se traduzem em uma pressão, considerando que a força é exercida sobre a área interna edes. Pode-se ver na própria natureza que todos os corpos estão submetidos à pressão atmosférica que é a pressão que o ar atmosférico exerce sobre os corpos na superfície terrestre. Ao nível do mar, a pressão atmosférica corresponde a 1 atm ou 1,033 kg/cm ou a 14,7 psi (Pound for square inch = or polegada quadrada). É comum se utilizar como unidade de pressão o kg/cm² (quilograma por centímetro quadrado) e a psi (libra por polegada quadrada). Uma libra equivale a 0,454 kg ou 454 g e um a equivale a 2,54 cm, e, 1 kg / cm² = 14,2 psi. Quando se trata de vácuo a unidade passa a ser o mmHg (milímetro de mercúrio) e seu submúltiplo µHg (mícron de mercúrio) ou a polHg (pole l do mar equivale a 760 mmHg ou 29,92 polHg. Às pressões nas quais ocorrem as mudanças de fases dão-se os nomes daquelas mud Exemplo: Pressão de condensação, Pr F ORES DE ONVE po (60°F) l de águ po (32°) l de H atmosfer mmHg (32°) bar kgf/cm² Pasc 1 27,708 2,0360 0,068046 51,715 0,068948 0,07030696 6894,8 0,036091 1 0,073483 -3 -3 2,4559x10 1,8665 2,4884x10 2,537x10-3 248,84 0,491154 13,609 1 0,033421 25,400 0,033864 0,034532 3386,4 14,6960 407,19 29,921 1 760,00 1,01325* 1,03323 1,01325x105 * 0,0193368 10-3 -3 -3 0,53578 0,03937 1,31579x 1 1,3332x10 1,3595x10 133,32 14,5038 401,86 29,53 0,98692 750,062 1 1,01972* 105 * 14,223 394,1 28,959 0,96784 735,559 0,980665* 0665x104 *1 9,8 1,45038 7,50x10-3 10-5 * 1,01972x10-5 * 1x10-4 4,0186x10-3 2,953x10-4 9,8692x10-6 Extraído de ASHRAE (*) valores exato Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 9 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” •Vácuo Este termo é utilizado para explicitar a ausência parcial ou total (vácuo absoluto) de matér isto é, define o valor da pressão, abaixo da pressão atmosférica. Portanto, quando espec ia, ificamos vácuo em um sistema fechado, estamos nos referindo a um valor negativo de pressão. so específico, esta área estuda as circunstâncias da transmissão de calor e tudo que for pertinente. ressão térmica, e uma baixa temperatura indica um baixo grau de agitaçã ar - 25 ºC tivos). Isto é muito importante e necessário que o mecânico de refrigeração compre e solidificação, Temperatura de fusão, T ômetro, e normalmente se trabalh ara se converter uma temperatura em outra basta utilizar as equações: e 0 ºF ºC = 5 ÷ 9 x (50 ºF - 32) => ºC = 5 ÷ 9 x 18 => ºC = 5 x 18 ÷ 9 => ºC = 10 40°C, para °F. ) 41°F, para °C; 104°F, para °C; - 4°F, para °C; - 40°F, para °C. 0ºF ) 5°C; 40°C; -20°C; -40°C comuns como a matéria se apresenta dependendo da temperatura e da pressão onde se encontra. Calorimetria Aqui, também, verifica-se uma divisão da Física. Neste ca •Temperatura É o grau de agitação térmica das moléculas de um corpo. Uma elevada temperatura indica um alto grau de agitação ou de p o ou de pressão térmica. Os termos quente e frio são relativos, um ao outro, e só poderão existir em comparação, portanto, quando um corpo está quente é porque temos outro de menor temperatura para compar com ele e dizermos que este está frio. Pelo dito, é correto afirmar que um corpo que está a uma temperatura de - 20 ºC (20 graus negativos) está quente se comparado com outro que está a (25 graus nega enda. Às temperaturas nas quais ocorrem as mudanças de fases dão-se os nomes daquelas mudanças. Exemplo: Temperatura de condensação, Temperatura d emperatura de vaporização, Temperatura de sublimação. O instrumento que se utiliza para medir a temperatura é o term a com a escala Celsius (°C) ou centígrada e a Fahrenheit (ºF). P ºF = 9 ÷ 5 ºC + 32.°C = 5 ÷ 9 (ºF -32) Exemplos: 50 ºC ºF = 9 ÷ 5 x 50 ºC + 32 => ºF = 1,8 x 50 + 32 => ºF = 90 + 32 => ºF = 122 5 EXERCÍCIOS Transformar: 1) 30°C, para °F; 5°C, para °F; 100°C, para °F; 0°C, para °F; - 2 GABARITO 1) 86ºF; 41ºF; 212ºF; 32ºF; -4 2 •Estados físicos da matéria - fases Sólido, Líquido e Gasoso (vapor) são as formas mais Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 10 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” » Sólido É o estado de agregação da matéria onde as moléculas estão mais fortemente atraídas umas pelas outras. Isto é, as forças de coesão entre as moléculas são as maiores. Possui volume e forma bem de nidos. estado sólido. Neste estado, a matéria não possui forma definida, mas possui volume definido. e de ção às moléculas. Neste estado, a matéria não apresenta nem forma e nem volume definidos. ico é a passagem de uma fase para outra, e depende exclusivamente da temperatura e da pressão. mada de temperatura de solidificação, e a pressão correspondente, de pressão de solidificação. se funde é chamada de temperatura de fusão, e a pressão correspondente, de pressão de fusão. da de temperatura de condensação, e a pressão correspondente, de pressão de condensação. fi » Líquido No estado líquido, as forças de coesão entre as moléculas são menores do que no » Gasoso É o estado de agregação da matéria onde as forças de coesão entre as moléculas são extremamente fracas, muito menores que no estado líquido, e isto permite uma grande liberdad movimenta •Mudança de estado físico A mudança de estado fís » Solidificação É a passagem do estado líquido para o estado sólido. A temperatura na qual a matéria se solidifica é cha » Fusão É a passagem do estado sólido para o estado líquido. A temperatura na qual a matéria » Condensação É a passagem do estado gasoso (vapor) para o estado líquido. A temperatura na qual a matéria condensa é chama » Vaporização É a passagem do estado líquido para o estado vapor. Existem duas formas de vaporização: a evaporação e a ebulição. A evaporação é a passagem lenta do estado líquido para o de vapor, que se efetua exclusivamente na superfície livre do líquido, com absorção de calor. Ebulição é a passagem tumultuosa do estado líquido para o de vapor, mediante criação de bolhas originada pela convecção rápida, e estar relacionada com a pressão de saturação. A temperatura na qual a matéria vaporiza é chamada de temperatura de vaporização, e a pressão correspondente, de pressão de vaporização. a é cham a de temperatura de sublimação, e a pressão correspondente, de pressão de sublimação. » Sublimação É a passagem do estado sólido para o estado vapor. A temperatura na qual a matéria sublim ad Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 11 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” » Sublimação (cristalização) É a passagem do estado vapor para o estado sólido. azões históricas, em refrigeração utiliza-se mais freqüentemente da caloria (cal). 1 cal = 4,186 J. cia entre os dois. Poderá ser entre duas regiões o “meio” recebe calor, diz que se aqueceu, e inversamente, quando cede calor, diz que se odo, pelo conceito acima, quando uma substância (meio) se aquece, a outra se resfria, (quiloc quantidade necessária de calor para mudar a temperatura de 1 kg de água de 1 grau Ce ntidade necessária de calor para mudar a temperatura de 1 libra de água de 1 grau fahrenheit (1º F). l de calor que a substância recebe ou cede, durante a transformação, mudando ou não de fase. mantendo-se a temperatura constante, e é a parcela de calor que faz a substância mudar de fase. que a substância recebe ou cede, durante a transformação, que a faz variar somente a temperatura. a ncia e a sua variação de temperatura, sendo que este valor é determinado pela seguinte equação: •Energia Em sua expressão mais simples, energia é capacidade de realizar trabalho. Ela pode existir sob diversas formas, tais como a energia elétrica, a energia mecânica, a energia térmica (calor), a energia química, etc., e pode ser transformada de uma forma para outra, porém não pode ser criada nem destruída. A unidade em que é medida a energia é o Joule (J), embora, por r •Calor Pode-se definir o calor como sendo a energia térmica em trânsito de um corpo ou substân para outro como resultado de uma diferença de temperatura de um mesmo corpo com diferentes temperaturas. Quando esfriou. De qualquer m e vice-versa. Para medir o calor utiliza-se comumente, em refrigeração, três unidades a kcal aloria), o kJ (quilojoule), e o BTU (British Thermal Unit ou Unidade Térmica Britânica). Uma kcal é a lsius (1º C). Um kJ equivale a 0,23889 kcal. Uma BTU é a qua » Calor total É a quantidade tota Calor total = calor latente + calor sensível 1 kJ = 0,23889 kcal1 kcal ≅ 4 BTU » Calor latente É a quantidade de calor que a substância recebe ou cede, durante a transformação, » Calor sensível É a quantidade de calor •Equação fundamental da calorimetria A quantidade de energia térmica recebida ou cedida por uma substância é medida através d “Quantidade de Calor”, que é diretamente proporcional à massa da substâ Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 12 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Onde: ância (cal/g°C) = temperatura inicial (°C) lor específico da água igual a 1 cal/g. °C, determ e a quantidade de calor recebida pela mesma. o de ebulição, 1 litro de água, que está inicialmente a uma temperatura de 30°C. (c =1 cal/g. °C). ade de calor necessário para resfriar 1 m3 de água, de 90°C para 5°C? =1 cal/g. °C)? quantidade de calor fornecida à placa foi de 1,1 kcal. Determine o calor específico do alumínio. 93.076J u 340.000BTU ou 355.878kJ 4. 0,22cal/g.°C calor, e estes estão presentes na refriger troca de calor pode ser classificada como DIRETA e INDIRETA. . o se deseja manter alguma coisa a uma temperatura maior ou menor que a temperatura ambiente. matéria e, portanto, esse é um fenômeno que só pode ocorrer nos líquidos e nos gases. Esse conceito Q = quantidade de calor (cal) m = massa da substância (g) c = calor específico da subst Tf = temperatura final (°C) Q = m . c. (Tf – Ti) Observação: 1.000 cal = 1 kcal Ti EXERCÍCIOS: 01. Um recipiente contém 200g de água à temperatura de 20°C. O conjunto é então aquecido, até atingir a temperatura de 70°C. Sendo o ca in 02. Determine a quantidade de calor necessário para elevar até o pont 03. Qual a quantid (c 04. Uma placa de alumínio pesando 500g é aquecida e sofre um acréscimo de temperatura de 10°C. A GABARITO: 01. 10.000cal ou 10kcal ou 40BTU ou ainda, 41.868J 02. 70.000cal ou 70kcal ou 280BTU ou ainda, 2 03. 85.000 kcal o 0 •Transmissão de calor São três os processos fundamentais de transmissão de ação: CONDUÇÃO, CONVECÇÃO e RADIAÇÃO. A » Condução Térmica É o processo de propagação da energia térmica através da agitação molecular de um corpo Isto é muito importante para se conhecer a diferença entre um material bom ou mau condutor de calor ou isolante térmico, uma vez que os isolantes térmicos são largamente aplicados nos diversos equipamentos de refrigeração, quand » Convecção Térmica Consiste no transporte de energia térmica, de uma região para outra, através do transporte de Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 13 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” é importante para se perceber, por exemplo, o por quê do congelador de uma geladeira ser colocado na parte superior da mesma. » Irradiação Térmica Esse fenômeno efetua-se através das ondas eletromagnéticas que se propagam no meio em que vivemos. Dessa forma, é que o calor do sol chega até a terra, uma vez que a ausência de matéria em algum ponto entre ambos (gravidade zero), impossibilita a existência dos outros dois processos. » Troca Direta É assim chamada quando a troca de calor é feita entre duas substâncias sem a interveniência de outra, isto é, o calor de uma se transmite diretamente para a outra. Exemplo: a mistura de substâncias com temperaturas diferentes (café e leite). » Troca Indireta Diz-se quando a troca de calor é feita entre duas substâncias com a interveniência de outra, isto é, o calor de uma se transmite para a outra através de uma parede, geralmente metálica ou boa condutora de calor. Exemplo: o aquecimento do refrigerante nos evaporadores dos refrigeradores. OBSERVAÇÃO Em condicionamento de ar utilizam-se as expressões EXPANSÃO DIRETA e EXPANSÃO INDIRETA, que significam: » Expansão Direta Quando a troca de calor é feita entre o ar e a substância refrigerante através da parede do trocador de calor, é o que acontece no ar-condicionado tipo doméstico: o calor da sala, através do ar, aquece o refrigerante no evaporador da máquina. » Expansão Indireta Quando entre o ar e a substância refrigerante existe outra substância de transporte térmico, é o que acontece no sistema de ar-condicionado que utiliza um condicionador tipo fan-coil com água gelada: o calor da sala, através do ar, aquece a água na serpentina do fan-coil e esta aquece fluido o refrigerante no evaporador da máquina. •Trocador de calor É o componente, aparelho a peça do sistema de refrigeração que tem como função conter os fluidos que trocarão calor e permitir que esta energia seja transferida, por condução térmica, de um para o outro. Existem muitos tipos e modelos de trocadores de calor como exemplo: Trocador a placas; trocador de serpentina; trocador de serpentina aletada; trocador de casco e tubo (Shell and tube); trocador tubo e tubo (tube and tube), dentre outros. •Potência frigorífica É a quantidade de calor que a máquina retira ou acrescenta a uma substância (ar, alimento, pessoas, etc.), na unidade de tempo (1 hora). Nas máquinas de refrigeração como as do nosso curso, temos a potência frigorífica expressa em kcal / h; kJ / h, kW (quilowatt); BTU / h ou TR (Tonelada de Refrigeração). Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 14 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” kW é a potência energética correspondente a 860 kcal/h. Uma TR (Tonelada de Refrigeração) corresponde à quantidade necessária de calor para fundir ou formar uma tonelada curta de gelo a 0°C, em 24 horas. 1 kcal/h ≅ 4 BTU/h 1 TR = 3.024 kcal/h = 12.000 BTU/h 1 kW = 860 kcal/h 1 kW = 3.600 kJ/h •Carga Térmica Agora, que já conhecemos o conceito de temperatura, calor e suas formas de transmissão, calor sensível, calor latente e potência frigorífica, vamos apresentar o conceito de Carga Térmica para, no momento oportuno, adotar-se o procedimento para definir a CAPACIDADE que deve ter um equipamento frigorígeno a ser instalado em determinado ambiente. A Carga Térmica é entendida como a quantidade de calor que deve ser removida pelo equipamento de refrigeração, de modo a proporcionar as condições de temperatura, umidade, etc. no espaço a ser refrigerado ou condicionado em concordância com as exigências do projeto e/ou definições do usuário. Considerando que o calor flui de forma contínua através das paredes dos ambientes e das câmaras, vencendo a resistência térmica do isolamento, o equipamento, também, deverá funcionar de forma continuada, e, por isso a carga térmica é estimada ou estabelecida num valor unitário de tempo. Por exemplo: 3.750 kcal/h (três mil, setecentas e cinqüenta, quilocalorias por hora). O cálculo da Carga Térmica baseia-se em um conjunto de fatores, dentre os quais destacamos: transmissão de calor, irradiação solar, pessoas, iluminação e equipamentos elétricos, etc. •Saturação A saturação pode ser entendida sob dois aspectos, quais sejam: 1 - quando uma substância esta diluída (soluto) em outra (solvente) ao ponto desta última não suportar mais a diluição, fazendo com que a primeira se precipite no fundo do recipiente. 2 - quando uma substância apresenta duas fases ao mesmo tempo, por exemplo: vapor e líquido. Neste caso diz-se, saturação entre fases. No caso do segundo conceito, a saturação depende da temperatura e da pressão, e diz-se que a substância está na temperatura de saturação e na pressão de saturação. Considerando o caso da água fervendo (ebulindo ou vaporizando) em Fortaleza, a pressão de saturação é l atm, porque estando a cidade ao nível do mar a pressão é a indicada e é nela que a água está vaporizando. Também, diz-se que a temperatura de saturação é 100 °C, o que se pode comprovar medindo-a com um termômetro. » Superaquecimento Diz-se que um vapor está superaquecido quando se encontra com temperatura acima da saturação. » Sub-resfriamento Diz-se que um líquido está sub-resfriado quando se encontra com temperatura abaixo da saturação. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 15 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Todavia, quando um vapor (ou líquido) se encontra na temperatura de saturação, isto é, mudando de fase, diz-se que ele está saturado, portanto apresenta as duas fases juntas, líquida e vapor. Termodinâmica As relações das transformações de calor em trabalho e vice-versa, são estudas pelo ramo da Física denominado de Termodinâmica. •Trabalho nos gases Consideremos um cilindro dotado de um êmbolo móvel (exemplo: uma bomba de encher pneu de bicicleta) e, ao tempo que empurramos esse êmbolo fechemos também a saída de ar. Dessa forma, estaremos comprimindo o ar contido dentro do cilindro. Assim, devido à intensidade da força “F” que aplicamos, o êmbolo se deslocará de um determinado valor, que chamaremos de “∆L”. O Trabalho realizado no gás (ar) é dado por: ∆L F Como já vimos anteriormente, a pressão é obtida através da expressão: p = F A , logo, se se considerar a pressão constante, a força será: Desse modo, o trabalho realizado “no” gás (ar) será: O produto “A . ∆L” é igual à variação de volume (∆V = Vi - Vf), uma vez que o mesmo diminuiu, de onde podemos concluir que: F = p . A T = p . A . ∆L Trabalho = pressão . variação de volume (T = p . ∆V) Com isso, podemos tirar duas conclusões importantíssimas: 1. Se houver uma redução de volume (Vf < Vi), haverá uma compressão. 2. Se houver um aumento de volume (Vf > Vi), haverá uma expansão (trabalho realizado “pelo” gás). EXERCÍCIOS: 01. Um gás ideal sofre transformação a uma pressão constante de 10 N/m2 . Qual o trabalho realizado pelas forças de pressão, durante o deslocamento do pistão, sabendo que o volume inicial do gás era de 4m3 e que o volume final é de 10m3 ? 02. Numa transformação à pressão constante, um gás ideal inicialmente ocupando um volume de 10m3 expande-se até o volume de 15m3 . Qual o valor da pressão do gás, se o trabalho realizado foi de 100 J? GABARITO: 01. 60J 02. 20N/m2 Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 16 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” •Energia interna A energia interna de um gás (sistema) não pode ser medida, mas é importante se conhecer a sua variação (“∆U”) durante um processo termodinâmico, uma vez que ela está diretamente relacionada com a energia térmica e, é alterada em função da temperatura em que se encontra o gás. •1ª Lei da Termodinâmica O enunciado da 1ª Lei da Termodinâmica ou 1° Princípio da Termodinâmica é o seguinte: “O trabalho realizado num processo termodinâmico é igual à diferença entre a quantidade de calor trocada com o meio exterior e a variação da energia interna do sistema”. T = Q – ∆UEste enunciado se traduz na seguinte expressão matemática: A análise da relação entre o trabalho realizado e o calor trocado em um processo termodinâmico é feita tomando-se como base a 1ª Lei da Termodinâmica, e levando-se em conta as transformações por que passa o gás durante esse processo. Essas transformações, denominadas de “transformações gasosas”, levam em conta a pressão, a temperatura e o volume, e são analisadas da seguinte forma: » Transformação Isobárica É uma transformação realizada à pressão constante, isto é a pressão é a mesma durante todo o processo. Exemplo 01: Uma amostra de gás sofre uma transformação isobárica, a uma pressão de 20 N/m2 , recebendo do meio exterior uma quantidade de calor igual a 100 cal. O volume de gás que era de 6 m3 , passou para 20 m3 . Qual a variação da energia interna do Sistema? Solução: A variação de volume do gás será: ∆V = Vf - Vi = 20 m3 - 6 m3 = 14 m3 . O trabalho realizado pelo gás será: T = p . ∆V = 20 N/m2 . 14 m3 = 280 J. 1 cal = 4,186 J ou 1 J = 0,239 cal, logo, 280 J = 66,92 cal. Pela 1ª Lei da Termodinâmica temos: T = Q – ∆U ⇒ ∆U = Q – T = 100 – 66,92 = 33,08 cal. No exemplo acima, podemos fazer as seguintes considerações: 1. O volume do gás aumentou, portanto, houve uma expansão isobárica. 2. Em uma expansão isobárica, há um aumento (∆U > 0) da energia interna do gás. 3. Em uma expansão isobárica, a quantidade de calor recebida é maior que o trabalho realizado (Q > T). Exemplo 02: Um cilindro contém 5m3 de gás a uma temperatura de 30 °C. Quando a temperatura do cilindro é aumentada para 70 °C, seu volume aumenta para 10m3 , enquanto que a pressão permanece constante e igual a 20N/m2 . Sabendo que a energia interna do sistema aumentou de 15 cal e que o calor específico do gás é de 0,03 cal/g. °C, qual a massa de gás contida no cilindro? Resposta: 32,4 g. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 17 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” » Transformação Isocórica (Isométrica) É uma transformação realizada a volume constante, isto é, o volume é o mesmo durante todo o processo. Exemplo: Um recipiente, hermeticamente fechado, contém 32 g de um gás, cujo calor específico é de 0,094 cal/g. °C. Sabendo que sua temperatura inicial é de 27 °C e que o volume do mesmo permanece constante, determine: a) A quantidade de calor necessária para duplicar a temperatura do gás. b) A variação da energia interna do gás, na transformação. Solução: a) Q = m . c . ∆T ⇒ Q = 32 . 0,094 . 27 ⇒ Q = 81,21 cal. b) Como Vf = Vi ⇒ ∆V = 0, logo, T = p . ∆V = 0, portanto, Q = T + ∆U ⇒ Q = ∆U ⇒ ∆U = 81,21 cal. No exemplo acima, podemos fazer as seguintes considerações: 1. Em uma Transformação Isocórica, o trabalho realizado é nulo. 2. Em uma Transformação Isocórica, o calor recebido aumenta a energia interna e a temperatura do gás. 3. Em uma Transformação Isocórica, a variação da energia interna do gás é igual à quantidade de calor trocada com o meio exterior. » Transformação Isotérmica É uma transformação realizada à temperatura constante, isto é a temperatura é a mesma durante todo o processo. Exemplo: Cinqüenta gramas de um gás, cujo calor específico é de 0,08 cal/g. °C, sofre uma transformação isotérmica a uma pressão de 40 N/m2 , quando então seu volume duplica para 6 m3 . Qual a temperatura externa final da transformação, sabendo que no início a temperatura era de 30 °C? Solução: a) O trabalho será: T = p . ∆V ⇒ T= 40N/m2 . 3 m3 ⇒ T = 120 J = 28,68 cal. b) A variação de temperatura externa, será: ∆T = Q m c. ⇒ ∆T = 28 68, ⇒ ∆T = 7,17 °C. 50 0 08,x ) A temperatura final será: Tf = Ti + ∆T ⇒Tf = 30 °C + 7,17°C = 37,17 °C.c » Transformação adiabática Em uma transformação adiabática não há trocas de calor com o meio exterior. Portanto, Q = 0 e ∆U = - T. Em uma expansão adiabática, o trabalho é realizado pelo gás, sendo que o seu volume aumenta e sua temperatura diminui, pois há uma diminuição da sua energia interna. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 18 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” » Transformação cíclica Ciclo ou transformação cíclica de uma determinada massa gasosa é um conjunto de transformações após as quais o gás volta a apresentar a mesma pressão, o mesmo volume e a mesma temperatura que possuía anteriormente. Em um ciclo, o estado final é igual ao estado inicial. enunciado da 2ª Lei da Termodinâmica ou 2° Princípio da Termodinâmica é o seguinte: “O calor não passa espontaneamente de um corpo para outro de temperatura mais alta”. D A B C p V V1 0 V2 P1 P2 Q → T Ciclo em sentido horário: D A B C p V V1 0 V2 P1 P2 T → Q Ciclo em sentido anti-horário: Conversão de Trabalho em CalorConversão de Calor em Trabalho •2ª Lei da Termodinâmica O Este enunciado é muito importante para a compreensão do princípio de funcionamento das máquinas térmicas, incluindo-se aí, os equipamentos de refrigeração. e energia e pode ser transformada em outras formas de energia de eletricidade encontrada na natureza é a carga elétrica elementar, que é denominada de “elétro bre, têm facilida ando e força que deverão ser inspecionados, montados ou mantidos pelo mecânico de refrigeração. ntam-se é medida em Ampères (A) e o aparelho destinado à sua medição é o Amperímetro. Eletricidade A eletricidade é também uma forma d , principalmente a energia mecânica. Quanto à natureza da energia elétrica, as experiências já demonstraram que a menor quantidade n”. Os materiais metálicos, como por exemplo, o aço, o alumínio, o ouro, a prata, o co de de gerar elétrons e permitir o livre movimento dessas cargas em sua estrutura. Nos trabalhos de refrigeração estão sempre presentes motores elétricos, quadros de com •Corrente elétrica É o movimento dos elétrons no interior dos materiais. A intensidade com que esses elétrons movime Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 19 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” •Tensão É a força que impões movimento aos elétrons. A tensão é medida em Volts (V) e o aparelho destinado à sua medição é o Voltímetro. ca. stência elétrica é medida em Ohms (Ω) e o aparelho destinado à sua medição é o Ohmímetro. s empresas concessionárias fornecem ao consumidor, a energia elétrica da seguinte forma: ro o condutor fase possui uma tensão de 220 volts em relação ao condutor neutro (em Fortaleza). níveis de tensão: 127 volts e 220 volts, quando a tensão de 220V é verificada entre duas fases. a formado por quatro condutores, sendo três condutores fases e um condutor neutro. em geral. A tensão entre fases é de 380 volts e entre fase e neutro é de 220 volts (em Fortaleza). e principais que são, rotor e o estator. Podem armos prosseguimento ao assunto, é necessário se estabelecer noções para auxiliar na com or de si um campo magnético, tanto mais in o se faz uma volta com um condutor, fazendo o começo coincidir com o fim, tem- se uma otores elétricos, cada um apresenta vantagens sobre o outro de ar doméstico. O motor do ventilador e o motor do conjunto compressor, ambos monofásicos. •Resistência elétrica É a maior ou menor dificuldade que os materiais oferecem à passagem da corrente elétri A resi •Sistemas elétricos A » Sistema monofásico (2 fios) É o sistema formado por dois condutores, sendo um deles denominado de “FASE” e o out de “NEUTRO”. O condutor neutro não possui tensão, ou seja, tem 0 (zero) volt, enquanto que » Sistema bifásico (3 fios) É o sistema formado por dois condutores fases e um condutor neutro. O sistema bifásico tem a grande vantagem de se poder utilizar dois » Sistema trifásico (4 fios) É o sistem Emprega-se esse sistema onde há necessidade de se alimentar equipamentos trifásicos •Motores elétricos O motor elétrico é constituído de duas partes distintas ser alimentados por energia monofásica ou trifásica. Antes de d preensão. a) Todo condutor elétrico, quando energizado cria ao red tenso quanto for o valor da corrente (I) que o atravessa. b) Quand espira. c) Juntando-se várias espiras, forma-se uma bobina. d) Várias bobinas reunidas formam um “enrolamento”. Pois bem, existem muitos projetos de m e tem uma aplicação mais apropriada. Neste trabalho voltaremos nossa atenção para os motores elétricos que estão presentes num condicionador Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 20 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” O torque, a força, do motor está associado ao enrolamento principal, de trabalho, efetivo, conforme o nome que se queira dar. É construído de fio grosso com resistência baixa e por isso permite a passagem de corrente de intensidade maior. Todavia, há também, nesse motor um enrolamento de fio mais fino, que apresenta grande resistência elétrica, e quando energizado, a corrente por ele é baixa. É o enrolamento de partida, start ou arranque. Tem a finalidade de aumentar o torque inicial do motor na partida e orientar o campo magnético para dar o sentido para o qual o rotor vai girar. Psicrometria Psicrometria é o estudo das misturas de ar e vapor de água. O ar atmosférico é constituído de Oxigênio, Nitrogênio, outros gases e vapor d'água e como tudo está aquecido e o homem sofre suas influências, resulta daí a importância da psicrometria no condicionamento de ar. As propriedades térmicas do ar atmosférico se encontram indicadas num gráfico ou diagrama conhecido como “Carta Psicrométrica”, a qual é utilizada para nos auxiliar na obtenção dessas propriedades, das quais destacamos: •Temperatura de bulbo seco(TBS) É a temperatura ambiente, do ar, medida com um termômetro comum. •Temperatura de bulbo úmido(TBU) É a temperatura ambiente, do ar, medida com um termômetro comum, porém, com o bulbo coberto com uma mecha (gaze ou algodão) umedecida. •Umidade relativa(UR) Umidade do ar é a quantidade de vapor d’água que participa da mistura atmosférica. Umidade relativa é a proporção de vapor d’água contido em um determinado volume de ar, em relação à quantidade total que este mesmo volume poderia absorver ficando saturado. •Temperatura de ponto de orvalho(TPO) É a temperatura de saturação do ar. De uma forma bem simples, podemos dizer que é a temperatura à qual a umidade condensa sobre uma superfície. •Entalpia (h) É uma propriedade que as substâncias possuem e que traduz uma medida do seu calor inerente. Para o ar, esta grandeza representa a quantidade de calor recebida ou cedida, por unidade de massa (kcal/kg) Em relação à carta psicrométrica, os termos abaixo podem explicar, rapidamente, alguns conceitos referentes a determinadas condições do ar. Se as temperaturas de bulbo seco e bulbo úmido são conhecidas, a umidade relativa a temperatura do ponto de orvalho podem ser determinadas. Se a temperatura de bulbo seco e a umidade relativa são conhecidas, a temperatura de bulbo úmido e a temperatura do ponto de orvalho podem ser determinadas. Se a temperatura de bulbo úmido e a umidade relativa são conhecidas, a temperatura de bulbo seco e a temperatura do ponto de orvalho, podem ser determinados. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 21 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 22 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” EXERCÍCIOS: 01. Dados: TBS = 30 °C; UR = 60%; Encontrar: a) TBU; b) TPO; c) volume específico; d) entalpia. 02. Dados: TBU = 20 °C; TBS = 25 °C; Encontrar: a) UR; b)TPO; c) entalpia. 03. 30% de ar com TBS = 30 °C e UR = 60%, serão misturados com uma massa de ar atmosférico com TBU = 20 °C e TBS = 25 °C. Nessas condições qual o resultado da mistura? 04. O ar de um ambiente está a uma TBS igual a 30°C e UR de 70%. Queremos condicionar este ambiente e deixá-lo nas condições de conforto, isto é, TBS igual a 24°C e UR de 50%. a) Quantas gramas de umidade deverão ser retiradas do ar? b) Qual o diferencial de TBU? 05. O ar ambiente de um laboratório químico está nas seguintes condições: TBS = 22°C e UR = 40%. Ele deverá ser misturado com ar de renovação externo, com as seguintes condições: TBS = 35°C e UR = 60%. Qual o resultado da mistura? 06. Observe a seguinte situação: a) O ar de um ambiente condicionado, retorna para o condicionador de ar, com TBS igual a 24°C e UR de 45%. b) Nele, é misturado ar externo com TBS igual a 30°C e UR de 60%. c) O ar é insuflado através do aparelho a TBS igual a 13°C. Determine as condições que o ar é misturado no condicionador. Instrumentos Neste item procuraremos listar os principais instrumento de medidas que o mecânico de refrigeração deverá utilizar em seu trabalho diuturno. •Manômetro Instrumento apropriado para medir pressão, pode ser mecânico ou eletrônico. No trabalho de refrigeração o utilizado é o mecânico do tipo Bourbon, cujo mecanismo se assemelha ao brinquedo língua de sogra. Quando a língua de sogra estira leva o ponteiro para um valor mais alto no mostrador onde está gravada a escala. Os manômetros utilizados pelo mecânico de refrigeração estão conjugados em um suporte tipo tubo de orifícios conhecido pelo nome de “manifold” ou analisador de pressão. O manômetro da esquerda possui duas escala com uma a mesma origem, uma para medir pressão abaixo da pressão atmosférica, ou seja, vácuo, e outra para pressões acima da atmosfera e por isso ele é chamado de manovacuômetro, e é extremamente útil de vez que, em muitas ocasiões, a pressão de serviço ou de trabalho de alguns equipamentos está abaixo da pressão atmosférica. Também se utiliza este manovacuômetro para medir o vácuo que se faz para a desidratação do sistema em processamento. MANIFOLD ROBINAIR Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 23 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” •Amperímetro Aparelho destinado à medição da intensidade de corrente (I) cuja unidade é o Ampère (A). Modelo da MINIPA •Reguladores de pressão Nos trabalhos que envolvem gases acondicionados em cilindros a altas pressões, se utilizam reguladores de pressão com a finalidade abaixa a pressão para valores que são suportados pelos sistemas, de forma segura. Normalmente há um manômetro para medir e indicar a pressão do cilindro e outro para a pressão de trabalho. Mod. SA White Martins. Pode-se ver isto claramente nos conjuntos de solda oxiacetilênica. Há um regulador para o oxigênio e outro para o acetileno. •Voltímetro Aparelho destinado à medição da tensão elétrica (U) cuja unidade é o Volt (V). •Ohmímetro Aparelho construído para a medição da resistência elétrica (Ω) de baixo valor cuja unidade é o Ohm (Ω). •Multímetro Há um instrumento que reúne muitas funções como amperímetro, voltímetro, ohmímetro, e em alguns casos outros instrumentos, é o multímetro. •Megôhmetro Para medir resistências de valores altos, como por exemplo, a resistência do isolamento da fiação de motor elétrico, utiliza-se o megôhmetro. A unidade é o megaohm (MΩ). •Vacuômetro As pressões de vácuo devem ser medidas com um instrumento de precisão, eletrônico ou a mercúrio, com escala apropriada para informar a pressão em mícron de mercúrio. Um milímetro vale 1.000 mícrons. •Capacímetro O capacímetro é o instrumento adequado para se medir a capacitância dos capacitores. A capacitância é medida em submúltiplo do Farad. Microfarad (µfd) e picofarad (ρfd). •Anemômetro Este aparelho é utilizado para medir a velocidade do ar. Em condicionamento de ar, divide-se a entrada do ar na serpentina (retorno) em, no mínimo, 20 partes, e se coloca o sensor em carda uma das partes, anotando-se a velocidade em m/s, para ao final calcular a média aritmética de todas as medições. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 24 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” •Termômetro O termômetro é o instrumento utilizado para medir a temperatura do ar ou de outros elementos. O indicado para o uso na refrigeração é um eletrônico de cinco sensores para permitir a medição das linhas de refrigerante e outros, no processo de balanceamento. •Tacômetro Para medir o número de rotações desenvolvidas num minuto pelos diversos elementos girantes de uma máquina de ar-condicionado, por exemplo, um ventilador centrífugo, se utiliza o instrumento chamado de tacômetro, que poderá ser mecânico ou eletrônico. •Chave de Teste Néon Esta ferramenta é imprescindível para a localização do pólo fase. É uma chave de fenda, apresentando, no interior do cabo, uma lâmpada de “Néon”. No extremo do cabo tem um botão metálico, encostando-se a ponta metálica da chave no ponto a ser verificado e, tocando com o dedo o botão, a lâmpada acenderá no caso de haver corrent . circuitos dos componentes elétricos do condicionador de ar. e. •Lâmpada-série É de fácil montagem, pois, simplesmente, cortando uma fase entre uma lâmpada e plug, ficam duas pontas de prova A e B Com as pontas A e B é possível testar a continuidade dos Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 25 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” TECNOLOGIA Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 26 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” REFRIGERAÇÃO tos de refrigeração objetos desse curso, funcionam segundo o ciclo termod ressão de vapor, que é constituído na sua forma mais simples por quatro elemen do um esquema do ciclo básico de um sistema de refriger r, da evapor de gás quente. E do condensador para o evaporador, está a linha de líquido. ntes de iniciarmos a descrição do ciclo de refrigeração, é conveniente que se conceitue os elemen e pressão, o compressor, também, causa ao mesmo tempo, essa diferença de pressão, elevando a pressão de saída (descarga) a um valor muito alto, comparado com a pressão de entrada (sucção . Ciclo básico teórico Os equipamen inâmico de comp tos distintos: 1) Compressor. 2) Condensador. 3) Válvula de expansão ou capilar. 4) Evaporador. Na figura abaixo está representa ação, onde estão indicadas as posições relativas ao ciclo do compressor, do condensado válvula de expansão e do evaporador. Chama-se de linhas às tubulações que unem os diversos elementos. A linha que vai do ador para o compressor é a de sucção ou aspiração. Do compressor até o condensador, tem-se a linha de descarga ou A tos já listados. •Compressor É um conjunto de peças mecânicas, desenhadas e construídas de tal maneira que ao funcionar possa provocar um deslocamento de massa (escoamento) necessário para o reaproveitamento do fluido refrigerante, e como o escoamento de massa só se realiza devido a uma diferença d ) COMPRESSOR HP = ALTA PRESSÃO SENTIDO DO FLUXO DESCARGA DO COMPRESSOR VAPOR ALTA TEMPERATURALÍQUIDO SUBRESFRIADO SAÍDA DO CONDENSADOR HP = ALTA PRESSÃO LINHA DE ALTA PRESSÃO LINHA DE GÁS QUENTE LINHA DE SUCÇÃO LINHA DE BAIXAPRESSÃO QUIDO TA PRESSÃO CONDENSADOR BÁSICO DE REFRIGERAÇÃO LINHA DE LÍ LINHA DE AL VÁLVULA DE EXPANSÃO VAPOR BAIXATEMPERATURA SUCÇÃO DO COMPRESSOR LP = BAIXA PRESSÃO EVAPORADOR CICLO POR COMPRESSÃO DE VAPOR Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 27 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” •Condensador O condensador é um trocador de calor no qual o calor que foi absorvido pelo fluido refrigerante durante a sua passagem pelo evaporador e no processo de compressão é expelido para o exterior, motivado por ventilação natural ou forçada. Nesse processo, o fluido refrigerante passa do estado íquido (condensa). la de expansão ou tubo capilar é uma restrição à passagem do fluido refrigerante que se enco aumenta de velocidade e perde p trocador de calor cuja função é absorver o calor do espaço refriger r, umento do diâmetro do tubo em relação à válvula, forma uma zona de baixa pressão e, assim, temperatura do mesmo. gasoso. Assim é necessário que se produza uma “situação” mais fria que te na fase líquida é baixo, se reduziria a quantidade de massa de refrigerante para a mesma quantidade de calor transfe te sob a forma de vapor, aspirando-o através da linha d o ador. nsador com temperatura bastante alta em relação ao ambiente externo ao ciclo. Com a remoção do calor a temperatura baixa, e ao chegar na temperatura de gasoso para o estado l •Válvula de expansão Válvu ntra no estado líquido, e uma vez forçado a passar por ela o fluido ressão, criando condições ao processo de expansão (reduz a pressão). •Evaporador Evaporador é também um ado ou condicionado. No processo de passagem pelo evaporador, o fluido refrigerante absorve calor do ambiente e é gradualmente transformado do estado líquido para vapor (evaporação). Quando o fluido refrigerante, ainda no estado líquido, penetra na serpentina do evaporado e devido ao a há uma queda acentuada na •Descrição do ciclo Pois bem, o objetivo da máquina de refrigeração é retirar o calor do “meio” que se quer resfriar, seja ele sólido, líquido ou ele. Analisemos duas formas de transferência de calor, já vistas, até. Uma, onde a transferência de calor produza apenas uma variação de temperatura do refrigerante. Dessa maneira, considerando que o calor específico do refrigeran para transferir a quantidade de calor do processo seria necessária muita massa do agente de transporte térmico (refrigerante). Na outra, a transferência produza além da variação de temperatura, também, faça uma mudança de fase do agente refrigerante. Com esta alternativa, considerando que a quantidade de calor envolvida na mudança de fase, calor latente de vaporização, é muito maior que o calor específico, rido. Pois é assim que acontece. O compressor bombeia o fluido refrigeran e sucção e comprimindo-o pela linha de descarga. O fluido refrigerante no estado gasoso fortemente comprimido tem sua temperatura de saturação aumentada para o processo de liquefaçã (condensação), no condens O objetivo da elevação da pressão é, também, elevar a temperatura de saturação do refrigerante para valores mais altos que o meio para o qual o calor será transferido. Se a transferência de calor for para o ar atmosférico, em Fortaleza, onde a temperatura é 32ºC, a temperatura de saturação (ebulição do refrigerante) deverá ser cerca de 50ºC. O refrigerante chega ao conde Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 28 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” saturação, continua a perder calor e muda de fase passando para o estado líquido (condensa). O process , do líquido, com temperatura abaixo da saturação (sub- resfriado). a tubulação de líquido, o refrigerante chega à válvula de expans é temperatura até o ponto que entra no compressor novamente (superaquecido). ressão vapor de refrigerante formado no evaporador, à baixa pressão e baixa temperatura, é aspirado quando o pistão do compressor se desloca do ponto morto superior para o ponto morto inferior e riamento, a de saturação e depois condensado pela água (ou ar) de resfriam seguida é sub-resfriado, cuja temperatura ficará cerca de 15°C abaixo da temper o de ra diminuir a pressão té a de o de remoção de calor ainda continua, e o refrigerante nessa etapa muda de temperatura novamente, saindo do condensador no esta Saindo do condensador pel ão ou tubo capilar, onde é forçado a atravessar uma restrição que o faz aumentar a velocidade e como conseqüência, perde pressão. Do outro lado da válvula de expansão, o refrigerante ainda está líquido, mas apresenta-se com pressão reduzida. Desta feita, acontece o inverso do processo de compressão, o refrigerante perde calor e temperatura. Ao entrar no evaporador, o refrigerante recebe calor do meio a resfriar, aquecendo-se (a temperatura continua baixa) e vaporizando-se. Inversamente ao condensador, o refrigerante aquecido até a temperatura de saturação donde muda de fase. Ao mudar de fase, eleva-se a O ciclo se inicia novamente. Ciclo básico real Ao descrever o ciclo real procuraremos utilizar a linguagem mais técnica e colocar os elementos reais com sua função no ciclo. •Processo de comp O , e é comprimido quando o pistão se desloca em sentido contrário. A elevação da pressão desloca para cima o ponto de saturação do refrigerante permitindo ao vapor a condição de fácil liquefação, ou seja, à alta pressão o vapor de refrigerante poderá ser resfriado por ar ou água com temperaturas próximas da temperatura ambiente (em Fortaleza 32°C) voltando novamente à fase líquida. O processo de compressão é adiabático, todavia o trabalho da compressão tem um componente mecânico de energia que se transforma em calor aumentando a temperatura do gás. •Processo de condensação O vapor de fluido refrigerante que sai do compressor, a alta pressão e alta temperatura, pod ser facilmente condensado pela rejeição de calor ao ar de resfriamento (ou à água de resf no caso de condensação à água), à temperatura ambiente. Ou seja, no condensador, o vapor superaquecido é resfriado até a temperatur ento e em atura de saturação. •Processo de expansão A válvula de expansão, pela grande restrição que causa faz aumentar a pressão do fluido no sistema antes dela e ao passar por ela, o fluido para manter a vazão do sistema aumenta muit velocidade e cai de pressão, pós-válvula . Como dispositivo de redução de pressão, pa do fluido refrigerante liquefeito no condensador (280psig para R22, condensação a ar), a uma pressão adequada à evaporação (70psig para ar-condicionado, conforto), usa-se uma válvula de expansão ou um tubo capilar. Esses dispositivos são calibrados para uma determinada qued Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 29 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” pressão conforme a aplicação da máquina, refrigerante, meio de condensação, dentre outros. Como válvula de expansão, usa-se geralmente uma válvula de expansão termostática, que controla a vazão de refrigerante e mantém constante o grau de superaquecimento do vapor de refrigerante na saída do evap ro interno e compri ento são determinados em função da diferença de pressão entre os pontos de alta e baixa pressão stribuído enquan a. Uma vez líquida, a água é drenada para fora do compar O DE REFRIGERAÇÃO de refrigeração à compressão simples, são uma execução prática, consistindo de quatro elementos fundamentais, conforme mostrado. O compressor succiona os vapores de refrigerante do evaporador, comprimindo-os até à pressão de condensação; o condensador onde o refriger deira, freezer, etc. ou da sala, no caso de ar condicionado). m sistema de refrigeração é dividido, quanto à pressão, em duas partes conhecidas por lado de alta e lado de baixa pressão. A alta pressão existe no sistema desde a válvula de descarga no compressor, passando pela linha de descarga, condensador e linha de líquido até o tubo capilar. O lado de , tão logo a refriger eno ma de refrigeração que trabalha por compressão, destaca das orador. Nas unidades pequenas, usa-se um tubo capilar, cujo diâmet m e da vazão do fluido refrigerante. •Processo de evaporação O líquido refrigerante do ciclo, cuja pressão é reduzida na válvula de expansão, é di aos tubos do evaporador por meio de um distribuidor (pode ser pelo próprio formato do evaporador). Ao escoar no interior dos tubos, o fluido refrigerante se aquece e se vaporiza, ebule, to líquido, retirando o calor do ar (ar do ambiente refrigerado ou condicionado), que circunda a superfície externa, e torna a se aquecer, como vapor (superaquecimento). Analisando-se o ar no meio resfriado, o calor transferido no processo pode ser sensível, quando baixa a temperatura do ar, e latente, quando o ar é resfriado à temperatura abaixo do ponto de orvalho (TPO), e faz condensar a águ timento do evaporador, no caso do condicionador de ar, e na geladeira, a água forma-se em gelo sublima ou cristaliza. COMPONENTE DO CIRCUIT Os ciclos ante se condensa rejeitando calor; o tubo capilar que promove a queda de pressão necessária a ser atingida no evaporador; e o evaporador onde a vaporização do refrigerante absorve calor da câmara (espaço interno da gela U baixa pressão começa no tubo capilar e continua através do evaporador, linha de sucção e compressor até a válvula de admissão. O vapor de refrigerante é aspirado do evaporador à baixa pressão e comprimido no lado de alta pressão para ser transformado em líquido e assim ser mantido pronto para uso ação seja solicitada. O calor do ar é absorvido pelo refrigerante no evaporador fenôm que gera o “frio ou produz a refrigeração”. De forma simplificada, podemos resumir o que ocorre durante o ciclo de refrigeração do seguinte modo: Compressor Entre os órgãos que compõem o siste m-se os compressores com singular importância e características que devem ser observa para um completo êxito da instalação. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 30 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” •Conceito A função do compressor na refrigeração mecânica é dupla, isto é, deve fazer a sucção do vapor d iente do evaporador e comprimi-lo à pressão de condensação (alta pressão tro vezes mais que a pressão de sucção), e, como conseqüência disto, proporc massa necessário à recirculação do refrigerante. rios refrigerantes usados em refrigeração, com diferentes propriedades e aplicações, encontramos, conseqüentemente, variações nos tipos de compressores. Alguns refriger pequen randes pressões. a bombear fluido somente no estado de vapor, daí a necessidade do superaquecimento do fluido refrigerante ao sair do evaporador, pois jamais deve penetrar líquido na câmara de compressão. classificados quanto ao processo de compressão e à posição do motor de acionam Classificação pressão podem ser: o motor elétrico em relação ao fluxo de refrigerante, podem ser: Funcionamento descrição dos tipos de compressores que os assuntos classificação e funcionamento. constituído de um cilindro e um pistão que o chamado “ponto morto superior” amento positivo. Durante o curso de válvula de sucção e o gás flui, então, da para o interior do cilindro, ao chegar no ponto morto inferior, fecha-se a válvula de sucção e abre-se a válvula de descarga.O gás é forçado para fora, para a linha de descarga, durante o curso ascendente que ora se inicia. o e refrigerante proven , aproximadamente qua ionar o deslocamento de Como há vá antes requerem deslocamento de grandes volumes e pequena compressão, enquanto outros, os volumes e g Os compressores são construídos par Os compressores são ento em relação ao próprio compressor. • Quanto ao processo de com - Alternativos ou de pistões (recíprocos); - Rotativos (scroll); - Rotativo de palheta; - Rotativos centrífugos; - Parafuso. Quanto ao posicionamento d - Herméticos. - Semi-herméticos ou semi-abertos. - Abertos. • Nesse ponto da apostila iremos fazer uma breve nos referimos, e o leitor irá perceber uma certa junção d » Compressor alternativo O compressor alternativo, fundamentalmente, é se desloca alternativamente dentro desse cilindro, de um pont para o “ponto morto inferior”. É uma máquina de desloc descendente do pistão abre-se uma passagem chamada linha de sucção Cada volta do eixo-manivela (virabrequim) corresponde a um ciclo de trabalho. Chamamos de câmara de compressão ao espaço entre o fechamento superior do cilindro e ponto mais alto da cabeça do pistão. O curso do pistão será o caminho percorrido por ele, desde o ponto morto superior até o ponto morto inferior. O volume correspondente a esse deslocamento, é Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 31 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” chamado de cilindrada, e o volume de refrigerantes capaz clo de trabalho é chamad deslocamentos volumétricos e relativamente grandes compre apres ruído. Normalmente são de palhetas rotatórias montadas em carcaça pressão do gás. Durante o seu funcionamento, o gás succionado penetra e provocado pela excentr mado aos rotores de bombas centrífugas. Esse tipo de compressor é em geral utilizado em resfriadores de água, com capacidade superior a 200TR, de refrigeração. Compressor hermético éticos dá-se o nome vulgar de unidades seladas. ucro Trabalham a cerca de 3.500 rpm e não permitem conserto mecânico, pois suas peças são montad o sua lubrificação feita pelo próprio movim ão compressores herméticos, mas podem ser desmontados para reparos. Construídos em carcaça têm uma vida útil cerca de três vezes maior que a dos compressores herméticos. Suas principais características são: resfriamento pelo gás de sucção, baixo nível de ruído e lubrificação forçada através de uma bomba de óleo de engrenagens montada externamente. de ser deslocado num ci o de deslocamento volumétrico. De maneira geral os compressores alternativos são, atualmente, os mais utilizados e por isso trataremos mais particularmente desses compressores, os quais proporcionam pequenos PONTO MORTO SUPERIOR PONTO MORTO INFERIOR VIRABREQUIM CILINDRO ssões. » Compressor rotativo São compressores compactos e têm a vantagem de entarem pouca vibração e pouco um cilindro deslocado do centro da , de modo a permitir a com nos espaços entre as palhetas, sendo comprimido pela redução de volum icidade do cilindro em relação à carcaça. » Compressor centrífugo Os compressores centrífugos giram entre 3.600 rpm a 25.000 rpm. Com esta velocidade, o gás é succionado e descarregado com uma aceleração tal que imprime ao gás uma pressão adequada ao funcionamento do ciclo. O elemento do compressor que succiona e comprime o gás é for por um ou dois rotores semelhantes » Compressor de parafuso Os compressores de parafuso são concebidos para grandes deslocamentos de massa com pressão relativamente baixa. O gás é succionado e descarregado pela impulsão ocasionada pelo giro de dois parafusos que se desenroscam um sobre o outro. » Aos compressores herm Compressor hermético é um conjunto motor-compressor encerrado em um único invól de chapa de aço estampado e hermeticamente fechado através de solda, e apresenta a vantagem do acionamento direto do motor-compressor e nível baixo de ruídos. as em lotes, por faixa de tolerância, impedindo a substituição de peças do mesmo. Este tipo de compressor não possui bomba de óleo externa, send ento do eixo de manivelas. » Compressor semi-hermético S s de ferro fundido, trabalham a cerca de 1.750rpm e Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 32 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” » Compressor aberto São compressores de capacidades variadas como os compressores herméticos e Semi- herméticos, mas necessitam de um motor externo para acioná-los. Esses motores normalmente são elétricos, todavia podem também ser acionados por motores de combustão interna, turbinas a vapor, etc. gás refrigerante. or tálicas, com a finalidade de proporcionar a ia. No caso da refrigeração que estamos ido refrigerante e o ar ou a água. frigeração que tem como finalidade dissipar do pelo fluido refrigerante durante sua passagem pelo evaporador acrescido ao calor origina através do resfriamento do fluido (calor te). O calor é expelido para o exterior quecido e por convec condensadores são fabricados em forma de serpent com aletas de alum as aletas, e neste momento, receberá calor das aletas, que por sua vez recebem calor dos tubos, os quais recebem o calor do refriger ndensador depende da superfície, da diferença de temperatura existente entre o refrigerante que se condensa e o meio ambiente externo ao Neste tipo, o motor fica isolado do compressor, sendo a transmissão de potência feita com auxílio de correias ou juntas elásticas de transmissão. Considerando que o eixo do compressor tem uma extremidade externa para receber os elementos de transmissão, há necessidade de um elemento de vedação que é um selo mecânico o qual apresenta com o desgaste vazamentos de Trocadores de calor – Condensador e Evaporad •Conceito Trocadores de calor são peças, normalmente me transferência de calor entre uma fonte quente e outra fr estudando, o trocador de calor faz a interface entre o flu •Condensador O condensador é a parte básica do sistema de re o calor absorvi do na compressão. Essa liberação de calor dá-se sensível) e da mudança de estado gás-líquido (calor laten motivado por ventilação natural ou forçada. Nos refrigeradores domésticos os condensadores são fabricados em forma de serpentina cujas voltas do tubo são unidas por meio de placa ou arames, simulando uma grade. O calor do refrigerante passa por condução para o tubo que por sua vez o transmite para a grade e nesse momento o ar que circunda a grade é a ção natural vai se renovando e por conseguinte, resfriando o refrigerante que passa a condensar-se. Nos condicionadores de ar domésticos os ina com tubos de cobre e aletados ínio levemente onduladas para forçar o ar a toca-las. Nessa construção, o ar é forçado a passar pela serpentina tocando ante. Um ventilador, normalmente axial, é utilizado para ventilar o condensador. A capacidade de transferência de calor no co CONDENSADOR Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 33 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” conden o agente de resfriamento o ar. A circulação do ar através do condensador pode dar-se de duas maneir os refriger tar por o ar. O ar quente por ser mais leve sobe e, seu lugar é ocupado por ar mais fr do ambém são usados condensadores do tipo “chaminé” que consiste de um certo número de tubos de cobre presos a uma chapa de aço por canaletes que são soldadas à mesma. muito forçar a circulação de ar at ondensadores com circulação de ar forçada é que a distânc paço refriger lvula conform ara o ar que circunda o evaporador é resfriado, e por convecção natural vai se renovando e por conseguinte, aquecendo o refrigerante que passa a vaporizar-se. sador, da quantidade de refrigerante e condição da transmissão de calor. Podemos, então ter condensadores resfriados a ar, à água, e evaporativos. » Condensadores resfriados a ar Os condensadores resfriados a ar que são os mais usados em refrigeração doméstica, têm com as como segue: a) por circulação natural (convecção). b) por circulação forçada Nos condensadores desse tipo, que são colocados na parte traseira. externa d adores, o refrigerante superaquecido vindo do compressor transmite seu calor ao ar que es em contato com as aletas tornando-o menos denso. Os condensadores resfriados a ar com circulação natural são normalmente constituídos uma série de aletas de aço através das quais passa a tubulação. A finalidade dessas aletas é aumentar a superfície de contato com esco que, por sua vez também se aquece e sobe produzindo desta maneira uma circulação natural e contínua pelo condensador. É o que se chama extração de calor por convecção natural ar. T Como podemos facilmente compreender, a quantidade de ar que circula dessa forma é pequena, não sendo portanto, suficiente para retirar grandes quantidades de calor. Para refrigeradores de grande capacidade torna-se necessário aumentar a circulação de ar através do condensador. Isso é conseguido com a chamada circulação forçada. Esses condensadores são semelhantes em construção aos condensadores de aletas com circulação natural, com a diferença de que um ventilador é acrescentado a fim de ravés dos mesmos. Um outro detalhe de construção dos c ia entre aletas é sensivelmente menor do que nos de circulação natural pois, o ar circula muito mais rapidamente. •Evaporador Evaporador, é também um trocador de calor cuja função é absorver o calor do es ado ou condicionado. Quando o fluido refrigerante, ainda no estado líquido, sai da vá de expansão, penetra na serpentina do evaporador, e devido ao aumento do diâmetro do tubo em relação à válvula, forma uma zona de baixa pressão e, assim, há uma queda acentuada na temperatura do mesmo. No processo de passagem pelo evaporador, o fluido refrigerante absorve calor do ambiente e é gradualmente transformado do estado líquido para vapor. Desse modo, ao sair do evaporador, o fluido refrigerante é novamente bombeado pelo compressor, completando-se, então, o ciclo. Nos refrigeradores domésticos os evaporadores são fabricados em forma de placas de alumínio unidas por solda, cujas passagens de refrigerante são feitas entre uma placa e outra por ação. O calor do meio passa por condução, para a placa, que por sua vez o transmite p refrigerante e nesse momento o Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 34 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Nos condicionadores de ar domésticos os evaporadores são fabricados em forma de serpentina com tubos de cobre e aletados com aletas de alumínio levemente onduladas para forçar o ar a toca-las. Nessa construção, o ar é forçado a passar pela serpentina tocando as aletas, e nest momento, aquecerá a e s aletas, que por sua vez aquecem os tubos, os quais transmitem o calor ao refriger a absorção deste, e, distinguimos calor latente (parcela do calor total responsável pela mudança de fases). Na figura abaixo, resumimos as transformações de estado que são utilizadas em refrigeração e que constituem um ciclo simples. O evaporador é a parte do sistema de refrigeração onde o refrigerante muda do estado líquido para o estado de vapor. Essa mudança, como vimos, é chamada de evaporação e daí o nome desse componente. A finalidade do evaporador (no refrigerador) é absorver o calor proveniente de três fontes; o calor de penetração através da isolação; o calor da infiltração devido à abertura de portas e o calor dos produtos guardados. Existem diversos tipos de evaporadores, com características especiais de acordo com o uso a que se destinam como, por exemplo, fabricar cubos de gelo, resfriar balcões ou câmaras frigoríficas, resfriar líquidos, resfriar o ar atmosférico, etc. ante. Um ventilador, normalmente centrífugo, é utilizado para ventilar o evaporador. Anteriormente já estudamos as mudanças de estado físico, e vimos que a condensação se dá com a rejeição de calor pelo ciclo e a evaporação com COMPRESSOR CONDENSADOR FILTROLINHA DE DESCARGA PASSADOR DE SE CAPILAR NHADESUCÇÃO/RETORNO EVAPORADOR INTERCAMBIADOR DE CALOR RVIÇO LI PASSADOR DE SUCÇÃO PASSADOR DE DESCARGA Quanto à superfície, os evaporadores podem ser: primários (desprovidos de aletas) e aletado r, ele pode ser: de ventilação natural ou ventilação forçada.s. Quanto à circulação de a Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 35 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Devem ser observadas cuidadosamente, a escolha, a posição e a colocação do refrigerador, assim como a distribuição dos produtos, quando este utiliza evaporadores com transmissão de calor por convecção natural . As condições externas dos evaporadores afetam a transmissão de calor de forma bastante acentuada. Por exemplo: a formação de camada de gelo em evaporadores de congelamento funciona como i de 0,5 cm. Evaporadores com ale tirar depósito de poeira e fuligem entre as aletas ( ispositivos de expansão e m do fluido refrigerante que se encontra no estado líquido e e perde pressão, criando condições ao processo de expansão. xpansão têm, basicamente, duas finalidades: igerante líquido; . regular a vazão do refrigerante que entra no evaporador; xplicado anteriormente, um sistema de refrigeração se divide em duas seções do pon zir a pressão do refrigerante a fim de permitir que o m ritores m extrem uma pressão muito reduzida devido ao atrito da água com as paredes dos canos, o que faz com que se produza uma queda de pressão. rincípio que funcionam os restritores. o, um perfeitamente. forçado a percorrer esse queda de pressão no lho e são calibrados de tiver em funcionamento. solante, devendo-se restringir essa camada de gelo até a espessura tas devem ser limpos constantemente para re condicionador de ar). Os evaporadores em geral são fabricados de alumínio, cobre, aço inoxidável, etc. D Depois da análise do compressor, do condensador e do evaporador, resta somente a anális do dispositivo de expansão para completar o estudo dos elementos básicos do ciclo de refrigeração (compressão de vapor), é uma restrição à passage , e uma vez forçado a passar por ela o fluido aumenta de velocidad Os dispositivos de e 1. reduzir a pressão do refr 2 Conforme já e to de vista das pressões reinantes no mesmo: a parte de alta pressão e a parte de baixa pressão. Os pontos de divisão são: (1) o compressor, que eleva a pressão do refrigerante e (2) um dispositivo de expansão, cuja principal função é redu esmo evapore a uma temperatura baixa. Os principais tipos de dispositivos de expansão são os seguintes: a) restritores. b) tubos capilares. c) válvulas termostáticas. » Rest Podemos, facilmente observar que, quando temos uma instalação hidráulica longa e co canos muito finos, a água que entra por uma extremidade, com pressão elevada chega na outra idade com É sob este mesmo p O restritor consiste de um cilindro de latão no qual é torneada, com grande precisã canalete em espiral. Esse cilindro é posteriormente colocado dentro de um tubo de cobre, sob pressão, de forma a se ajustar Dessa maneira, o refrigerante que entra por uma extremidade é canalete, que é um caminho muito longo e apertado, provocando uma refrigerante. Os restritores são desenhados especificamente para cada apare maneira a dar uma determinada queda de pressão quando a unidade es Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 36 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” » Tubos capilares Durante os últimos anos, em conseqüência de sua simplicidade e reduz generalizou-se o uso do tubo capilar como dispositivo regulador de re dotados de unidades seladas. Os tubos capilares são usados em todos os sistemas frigoríficos pequenos, com um comprimento de 1 a 6 m ido custo, frigerante nos sistemas etros e diâmet ressões de aspiração e de descarga são tais que o c o de modo que o ponto de equilíbrio corresponda à temperatura de evapor r do tubo, que obriga ltados, principalmente quando se trata de mudar qualquer sistema de expansão para tu to a etro que se usa no lado de alta pressão e que geralmente vem soldado à tubulação para um intercâmbio de calor. siste no equilíbrio de pressão que ele oferece quando o comp a. do compressor e simplificando-se o sistema e conservar alta pressão do líquido para que o refrigerante permaneça em estado capilar Válvulas de expansão termostáticas ador, acompanhando as variações da carga de calor. ro interno variando de 0,5 a 2 mm. O refrigerante líquido que entra no tubo capilar perde pressão à medida que escoa por ele, em virtude do atrito e da aceleração do fluido resultando na evaporação de parte do refrigerante. Diversas combinações de diâmetro interno e comprimento de tubo podem ser feitas para se obter o efeito desejado. O compressor e o dispositivo de expansão atingem uma condição de equilíbrio na qual as p ompressor bombeia exatamente a quantidade de refrigerante com que o dispositivo de expansão alimenta o evaporador. O projetista de uma unidade frigorífica nova, dotada de tubo capilar, deve escolher o diâmetro e comprimento do tub ação desejada. O comprimento definitivo do tubo capilar é, na maioria das vezes, obtido po tentativas, embora existam equações e gráficos apropriados para defini-los. A queda de pressão necessária para o sistema é causada pelo comprimento o refrigerante a perder pressão, e seu pequeno diâmetro regula a vazão do líquido. O tubo capilar não contém peças móveis, o que é grande vantagem. Assim ele é empregado simplesmente como tubo de líquido. Apesar de sua simplicidade, devem ser tomados cuidados na sua instalação para que se obtenha bons resu bo capilar. Fica mais fácil a mudança quando se conhecem bem todos os seus elementos, tais como pressão, vazão, e outros. Graças ao emprego de tubos capilares, pode-se reduzir o depósito de líquido e, portan carga do sistema. O capilar é simplesmente um tubo de pequeno diâm Outra vantagem dos tubos capilares con ressor pára, permitindo assim que este compressor possa partir novamente sem sobrecarg Além disso, a carga do fluido refrigerante é reduzida e emprega-se rotor com pequeno arranque (mais econômico), eliminando-se os dispositivos de segurança elétrico. O tubo capilar dev líquido e no mesmo tempo, permitir a chegada de refrigerante no evaporador. O tubo deve regular a quantidade de líquido admitido do evaporador para que este seja eficiente na remoção do calor do interior do refrigerador ou condicionador de ar. » Essas válvulas são um dos mais perfeitos dispositivos de expansão de que dispomos no momento, pois, controlam de maneira precisa e imediata a quantidade de refrigerante que penetra no evapor Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 37 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Um detalhe importante da construção dessa válvula é a maneira pela qual ela responde à variação de temperatura. O bulbo é carregado com um carvão especial que tem a propriedade de absorver gás carbôn omo sabemos, existe uma relação definida entre a pressão e a temperatura de evaporação de um da pressão existe uma temperatura de evaporação definida. eito através do superaquecimento do gás de aspiração que deixa o evaporador. A válvu ue, se a quantidade de líquido diminuir, uma superfí tanto, tico de defeito res a unidade selada, segura, silenciosa e de longa duração. Seu motor elétrico mbinação de corrente e temperatura atingirem valores de vezes em cada minuto. , os fabricantes dos compressores que se utilizam, tiveram a preocupação de entregar uma m r que não há como fazer a manutenção do compressor, se faz a manutenção do aparelho como um todo e se preserva a vida útil desse elemento. mecânico onde o motor elétrico tem seu eixo coincidindo com o eixo virabrequim do compressor propriamente dito, de tal forma que qualquer movimento do motor, faz ico. A quantidade de gás carbônico que esse carvão é capaz de absorver depende da temperatura. Quando a temperatura sobe, ele expulsa o gás carbônico fazendo com que aumente a pressão do mesmo no tubo de ligação e sobre a sanfona, determinado a abertura da válvula de agulha. C refrigerante, ou seja, para uma determina O controle é f la de expansão por superaquecimento regula a vazão de refrigerante líquido em função da taxa de evaporação. A válvula de expansão termostática opera no sentido de manter aproximadamente a mesma quantidade de líquido no evaporador, uma vez q cie maior do evaporador será exposta ao vapor, superaquecendo-o em maior grau e, por propiciando a abertura da válvula. DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS Compressor No sistema de refrigeração mecânica por compressão de vapor o compressor é o elemento mais complexo, de maior custo, e que exige cuidados do mecânico no manuseio e no diagnós s. O tipo de compressor utilizado nos condicionadores de ar domésticos e nos refrigerado e freezers é o recíproco ou rotativo, hermético. O compressor é um foi calculado rigorosamente por seus fabricantes, para que acione o compressor no melhor fator de rendimento, com funcionamento normal. O motor do compressor está protegido por um preciso protetor térmico, interno ou externo, que corta o funcionamento do mesmo quando a co anormais, impedindo a queima de seus enrolamentos. As peças do compressor são elaboradas com elevada precisão, com ajustes de centésimos de milímetros entre as peças móveis, as quais se friccionam milhares Elas foram especialmente tratadas e montadas em temperaturas controladas, a fim de se obter um grupo mecânico homogêneo, de tal forma que possa suportar dilatações, sem ultrapassar as tolerâncias do projeto. O óleo que lubrifica permanentemente estes mecanismos foi escolhido, após experiências e pesquisas realizadas nos melhores laboratórios das indústrias petrolíferas. Assim áquina ajustada, precisa e bem lubrificada. Senhor mecânico considere o compressor com todo o respeito e atenção que merece. É bom lembra É um conjunto eletro Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 38 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” rodar o or , que após a montagem do conjunto é soldada hermeticamente ficando como acesso para seu interior apenas três passadores, que são tubos onde se ligam o evaporador, o condensador e o proce disso deverá, também, passar pelos testes de diagnó rimeiramente se identificam os bornes elétricos do compressor, porque tendo ele um motor monofá de trabalho, principal, efetivo, e o outro de partida essitam de energia elétrica. Existem três pinos externo igar a energia, e são: um pino é comum aos dois enrolam a o enrolamento de trabalho, e no outro, deve ser ligada a energia para o enrolam nto auxiliar cuja função é dar a partida no funcionamento do compressor e ajudar no torque rante o funcionamento. Esta ligação só poderá ser feita de uma única maneira, caso co tor se aquecerá ará torna vel o compr dos bornes compressor tampa de caixa de bornes. terminais com compressor. Está dentro de uma carcaça de aço de baixo teor de carbono, moldada p conformação sso. Durante a manutenção do condicionador o compressor deverá ser limpo externamente e pintado para evitar a oxidação da carcaça, além stico elétrico. I M P O R T A N T E : Há duas razões gerais pelas quais o compressor de um condicionador de ar deve ser substituído. 1 - Falhas elétricas; 2 - Falhas mecânicas. Examinaremos em primeiro lugar as falhas elétricas, todas, facilmente identificáveis pelo processo de testes comuns feitos em oficinas. P sico possui dois enrolamentos elétricos, um , arranco, start, auxiliar, etc., os quais nec s na carcaça do compressor onde se deve l entos, no qual deve ser ligada energia (fase ou neutro), noutro deve ser ligada a energia par fazer movimentar o motor, é e do motor du ntrário o mo muito e queim ndo imprestá essor. » Identificação do 1 - Levante a - Retire os2 toda a fiação. 3 - Identifique os bornes medindo as resistências ôhmicas dos fios internos que constituem os enrolamentos do motor. PADRÃO BORNES GENTINO FRANCÊSAR AMERICANO COMUM C C C C ARRANQUE A A A S MARCHA M M M R A resistência ôhmica de um condutor (fio) é a resistência elétrica que ele opõe à passagem da corr mento e do diâmetro do fio. posição da ponto um número qualquer, 1 - 2 e 3, em qualquer posição, por Exemplo: ente elétrica e depende do material de que ele é feito, do compri A resistência ôhmica é medida em ohms cujo símbolo de ohms é Ω (Omega) 4 - Usar o ohmímetro na escala Rx1. 5 - Verificar o ajuste a zero. 6 - Fazer um desenho dos pinos (bornes) do compressor, numa folha de papel, observando a deles para facilitar o trabalho, e anotar em ca Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 39 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” 7 - Ter em mãos a tabela de resistências ôhmicas. 8 - Tocar com as pontas de prova do ohmímetro os bornes 1-2 9 - Tocar com as pontas de prova do ohmímetro os bornes 1-3 10 - Tocar com as pontas de prova do ohmímetro os bornes 2-3. Cada medida dessa deve ser anotada m pequen dos valores pequeno e médio (aproximadamente). os, tativa do comum. a M ou outra que represente o borne. rne na folha de papel entre os pontos correspondentes. 11 - Comparar os valores obtidos da seguinte maneira. Há três valores diferentes, u o, um médio e outro grande que é a soma 12 - Faça um desenho como mostra a figura: A maior medida estará entre os extremos e, portanto há um borne no meio desses extrem é o borne comum aos enrolamentos. Coloque nesse borne a letra C, represen Do borne comum para um dos extremos tem-se o menor valor de resistência, então esse borne é o extremo do enrolamento de trabalho, anote aí a letr Do borne comum para o outro extremo tem-se o médio valor de resistência, então esse bo é o extremo do enrolamento de partida, anote aí a letra S ou outra que represente o borne. S MENOR VALOR C M MÉDIO VALOR MAIOR VALOR Feito a eleição dos bornes, prossiga com as verificações. CS - Medida da resistência da bobina de arranque (start) comum - arranque. Verificar o ue tem a resistência desta bobina e comparar com o valor da tabela.valor q e tem lor da tabela. e a das bobinas de arranque-marcha. Neste teste é medido o valor da soma das resistências das bobinas resistên ue deverão ser rejeitadas quando SM, acontecer o seguinte: essor. rcaça e o motor elétrico do compressor devem estar totalmente isolados entre si. da com o procedimento a seguir: CM - Medida da resistência da bobina de marcha, comum-marcha. Verificar o valor qu a resistência desta bobina e comparar com o va SM - M dida da som de arranque e marcha. Verificar o valor que tem a soma das duas cias e comparar com o valor da tabela. Conforme especifica a tabela, todas as resistências têm uma tolerância de +/- 5%. As resistências que tenham valores mais altos que esta tolerância devem ser rejeitadas, o q determinará a troca do compressor. OBS: A determinação das resistências acima deve sempre ser feita com o compressor frio (temperatura ambiente 25º C). No momento de medir as resistências ôhmicas das bobinas, estas , em qualquer um dos testes CS, CM e 1 - O ponteiro não se movimenta, fica no infinito, a bobina aberta. Troque o compr 2 - O ponteiro se movimenta, marcando valores abaixo das especificações da tabela, a bobina está em curto. Troque o compressor. » Teste de Isolação A ca A falta de isolação poderá ser detecta O procedimento padrão para este teste se faz utilizando um megôhmetro de manivela ou eletrônico de 500 V e 1.000 MΩ. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 40 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Ponha uma garra na carcaça do compressor num local sem tinta ou sem isolamento, pa atrapalhar o teste. ra não r alcançado é de 5 MΩ, caso esteja abaixo disto faça vácuo no compre tinuar com valor baixo, troque o compressor. ma alternativa para esse teste será apresentada a seguir, porém deve ser utilizado em último recurso quando não se dispões do megôhmetro, e saiba isto não oferece a confiabilidade necessá ímetro, com a outra ponta de prova tocar os born rcaça do compressor e os enrolamentos do seu motor elétrico. Isto conden erifique se a carga de gás está correta: radora nas linhas de alta e baixa pressão, com suas corresp ras e manômetros (manifold); - Faça a leitura da pressão de equilíbrio do refrigerante através do manifold e a leitura da temper termômetro que se deve ter permanentemente no local de trabalh ho deverá está desligado e frio, i.e., na temperatura ambiente, sem fu pressões se mantenham iguais, ou tendam a isto, i.e., a “alta” não sobe ou sobe pouco, este caso, o compressor deverá ser substituído. á várias causas Revise a rede e confira se os fios estão dentro das bitolas (olhar tabela de fios e cabos) exigidas pelo consumo do aparelho; são entre fase e neutro na tomada e verifique se a tensão está no Ponha a outra garra nos bornes do compressor, um de cada vez. Gire a manivela e anote o valor lido. O valor mínimo a se ssor para eliminar umidade que é uma das causas de leitura baixa, e, se após esse procedimento, com uma nova leitura ainda con U ria. Usar o ohmímetro na escala 20MΩ; Fixar na carcaça do compressor uma porta do ohm es já identificados - C - S - M - tocando um de cada vez; Se o marcador não se movimentar em nenhum dos três testes de bornes, considerar o compressor isolado, portanto, “bom”, quanto à isolação. No caso do marcador movimentar-se em qualquer um dos três testes, estará marcando evidente vazamento entre a ca ará o compressor. Examinaremos, agora as falhas mecânicas, todas igualmente fáceis de identificar pelo processo de testes comuns feitos em oficinas. » Compressor não comprime V 1- Instalar a válvula perfu ondentes manguei 2 atura ambiente através de um o, e compare a pressão com a pressão do refrigerante fornecida pela tabela de pressões de equilíbrio. Anote os valores. O aparel ncionar antes do teste; 3- Ligar o aparelho e ler as pressões de funcionamento. Anote os valores. Caso as e a “baixa” não desce ou desce pouco, o compressor estará evidenciando uma falta de compressão. N » Compressor não parte H BAIXA TENSÃO NA REDE 1-. 2- Com um voltímetro meça a ten s seguintes níveis: Tensão nominal do aparelho 220V, a tensão máxima 242V e a tensão mínima 198V; Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 41 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” 3- Ligue o aparelho. Meça a queda de tensão na partida do compressor. A tensão mínima deverá ser 198V. TERMINAL FOLGADO 1- Verifique se há algum terminal folgado nos bornes do compressor, corrija se houver. lerância o substitu a válvula perfuradora nas linhas de alta e baixa pressão itura das pressões do refrigerante através do manifold. O aparelho deverá está desliga capilar, se as pressões estiverem desequilibradas, possivelmente há obstrução. (valores corretos); paralelo e com um inte Após ligar o condicionador (ventilador e compressor), pressionar o botão de interruptor não esp petir a operação: o compressor; nando durante 2 horas, trabalhando sempre com seu capacit mento é a especificada na placa da identificação do aparelho; dene o compressor; o aparelho, deixe equilibrar as pressões do sistema e esfriar o compressor; de arranque com o capacitor normal do compressor. mpressor estará aprovado. Se não arrancar, condene o compressor. erificar os itens relacionados. CAPACITOR DEFEITUOSO. 1- Com um capacímetro verifique a capacitância do capacitor, se estiver fora da to a. PRESSÕES DESEQUILIBRADAS 1- Com o compressor desligado instalar , com suas correspondentes mangueiras e manômetros (manifold); 2- Faça a le do e frio, i.e., na temperatura ambiente, sem funcionar antes do teste. Em máquinas com expansão a COMPRESSOR TRANCADO - Mantenha as ligações normais do condicionador (ventilador e compressor) com seus respectivos capacitores normais - Utilizar uma fonte com capacitores eletrolíticos de até 350 µF, ligados em rruptor manual ou automático (relé voltimétrico) normalmente fechado em série; - erar mais que 2 ou 3 segundos; - Caso não arrancar, re não arranca - condenar arranca - deixe o compressor funcio or normal. - Verifique se a amperagem de funciona - Caso apresente uma alta amperagem, con - Caso a amperagem seja normal, desligue - Faça um novo teste Se arrancar, o co » Compressor arranca e apresenta alta corrente (amperagem) As causas podem ser: - Baixa ou alta tensão; - Defeito no sistema de ventilação; - Excesso de gás; - Problemas mecânicos no compressor. DEFEITO NO SISTEMA DE VENTILAÇÃO v Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 42 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” EXCESSO DE GÁS Procedimentos: 1- Criar um ambiente para teste com uma temperatura de 25ºC; 2- Manter instalada a válvula perfuradora no passador de serviço ou carga; 3- Constatar a pressão de equilíbrio com o manômetro; 4- Verificar se a pressão está dentro dos níveis corretos de tabela, pressão e carga de gás. cilindro e injete uma nova carga, de acordo com a tabela ro carregador. Descarregue um pouco de gás e ajuste a o. defeitos no teste elétrico, adota-se o seguinte procedimento: carga normal para o aparelho; lta e , por meio das mangueiras de teste; - com o aparelho desligado e o compressor frio, abrir as válvulas perfuradoras: constat ligar o aparelho; rificar se apresenta um retorno na linha de sucção (tubulação sensivelmente mais fria): a de ção do aparelho; ente e diferencial de temperaturas estiverem normais, desligar o aparelh ; ação, trocar o compre xo rendimento, quando produz menos frio ou menos calor do que nas suas condições normais de funcionamento. atura do ar entre à saída e entrada do evapor erá ser feita ou com a frente plástica colocada ou com o uso de um defleto uado entre 8ºC e 14ºC dependendo da temperatura ambiente, da umidad onstatado baixo rendimento verifique os seguintes itens: 1- O estado das vedações da frente plástica na boca de insuflamento; 5- No caso em que a pressão de equilíbrio estiver acima dos níveis da tabela, descarregue totalmente o gás do sistema recolhendo-o para um da carga de gás e as instruções para a carga (considerando o peso do gás). No caso de não possuir uma balança ou cilind pressão com o aparelho em funcionamento de acordo com a tabela de saturaçã » Outras considerações COMPRESSOR QUE TRABALHOU SEM GÁS Após ter diagnosticado, ao medir a pressão, que o sistema estava totalmente sem gás e o compressor não apresentar 1- Aplicar uma carga de gás igual a 20% da 2- Manter instalada a válvula perfuradora na linha de sucção ou passador de serviço e a outra no tubo de alta pressão; 3- manter ligadas as válvulas perfuradoras em seus correspondentes manômetros de a baixa pressão 4 ando pressões equilibradas, Se a pressão de alta aumenta e a de baixa diminuiu, completar a carga de gás; 5- Fazer funcionar o aparelho durante 5 minutos; 6- Verificar novamente as pressões; 7- Ve 8- Verificar no amperímetro, se a corrente se mantém na medida especificada na plac identifica 9- Verificar o diferencial de temperaturas; 10- Quando as pressões, corr o e processar o sistema, aproveitando o mesmo compressor 11- Se a corrente apresentar valor mais alto que o da placa de identific ssor. DEFEITOS NO SISTEMA Baixo rendimento: consideramos aparelho com bai Medir Diferencial - Isto significa diferença de temper ador. Esta medição dev r. O diferencial deve estar sit e e do modelo do aparelho. C Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 43 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” 2- O estado do filtro de ar (obstruído ou sujo); 3- Se as pás hélice estão deformadas; o condensador (obstruído ou sujo); doméstico é um projeto feliz e bem sucedido de uma máquina que tem por finalidade resfriar ou aquecer o ar de determinada ambiente para manter as condições de confort or falar em conforto, ela também filtra o ar, retira umidade deixando o ar mais seco, faz a movimentação do ar dentro da sala imprimindo a ele, a velocidade tão necessária para a remoção do calor das pessoas, e finalmente, é uma máquina silenciosa, que introduz no recinto um baixo nível de ruído. onador de ar doméstico, fig. 1, tem todas as peças e mecanismos que necessita para funcionar, bastando apenas ligá-lo numa tomada elétrica de potência adequada e manusear os seus knobs (botões) de controle para ter o resultado desejado. tema de refrigeração terno, o acabamento visual e a Gabinete. animais como passarinhos, ratos, etc., e a 4- Estado d 5- Se a rotação do motor do ventilador está baixa; 6- Hélice da turbina frouxa; 7- Aletas do condensador ou evaporador amassadas; 8- Bulbo do termostato não está situado na posição correta. 9- Falta de gás; 10- Compressor não comprime; 11- Baixa tensão na rede; 12- Entupimento do tubo capilar ou filtro de gás. CONDICIONADORES DE AR DOMÉSTICO Conceito O condicionador de ar o dos seus ocupantes. E p O condici Os seguintes componentes fazem o ar condicionado doméstico Gabinete Estrutura ou chassi Sistema de ventilação Sistema elétrico Sis Gabinete •Conceito A caixa que abriga o condicionador fazendo o fechamento ex proteção das partes elétricas e mecânicas contra as intempéries, é o Esta peça faz a proteção, barrando a entrada de pequenos Figura 1 um tempo permite a entrada de ar para o condensador e a fixação do frente plástica, peça Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 44 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” de fundamental importância no rendimento energético do aparelho. O acabamento visual e o direcionamento do ar dentro do espaço condicionado se faz com uma peça de plástico de desenho apropriado e cores sóbrias que compõe com a decoração do ambien manutenção do gabinete é feita com a sua retirada do local d aparelho e submetendo-o a uma lavagem com água e sabão neutro. Raramente se necessita de solventes como querosene ou aguarrás, mas pode ser utilizado. m r de ferrugem, em seguida deve ser limpa a superfície lixada para retirar todo o pó, ou se foi util duto. -se de do proc o que erto da ão de uma chapa apropriada ou se substitui o gabinet água nos vanizadas devidamente tratada em todas as suas partes, com aplicação de pintura ríodos de vida e usos normais. iversas partes do aparelho ável pela diminuição do ruído dentro erá atender aos requisitos da 3523 de 1998 do Ministério da Saúde. ocesso de resistência (solda a tras por parafusos de fenda a lentilha para fenda phillips. tilizam presilhas e encaixes. em ser escovadas ou aspiradas para a r ento descoladas, proceder a recolagem com cola apropriada. Cuidado! Figura 2 te. Esta peça é a frente plástica. Cada fabricante marca o seu estilo, faz a sua logomarca. A e funcionamento do Após lavagem, se houver ferrugem, esta deve ser removida com lixamento adequado ou co removedo izado removedor deve-se fazer a neutralização conforme indicado pelo fabricante do pro Antes da pintura deve ser feito o desengraxamento com desengraxante apropriado, e ai sim, pode aplicar a tinta com pincel, rolo de pintura ou pistola apropriada. O acabamento superficial depen esso utilizado na pintura. Até que a tinta seque não se deve manusear a peça, mesm seja para a montagem, pois isso introduz defeitos na superfície como mancha, arranhões, etc. Se o processo de corrosão (ferrugem) estiver muito acentuado, ou se procede ao conc peça com a remoção da parte estragada e aplicaç e inteiro. As aletas do gabinete não devem ser eliminadas porque elas evitam os respingos de motores e o conseqüente agravamento dos problemas. Estrutura ou chassi •Conceito Chassi é a estrutura de aço sobre a qual se montam todas as peças do aparelho, é a base, o estrado. A estrutura do aparelho condicionador de ar ou chassi é construída de chapa de aço. na maioria das vezes, gal s e anticorrosivos de condições inalteráveis, dentro de p Há uma forração que isola térmica e acusticamente as d melhorando seu rendimento energético e tornando o uso agrad do espaço condicionado. O material normalmente utilizado dev |Portaria e As peças da estrutura são algumas vezes soldadas por pr ponto), aquelas que precisam ser desmontadas, juntam-se às ou autoatarraxantes (AA) de cabeça panela para fenda reta e cabeç Algumas concepções de projeto u A manutenção do chassi consiste em lavá-lo à semelhança do gabinete, porém, se há peças isoladas termicamente com um material absorvedor de água, elas dev emoção da poeira, se forem lavadas, deve-se esperar até que sequem. Quanto à ferrugem deve-se proceder como para o gabinete. Caso haja pontas de isolam Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 45 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Peças de isopor não podem ser coladas com cola fórmica, há no mercado cola especial (branca) para isopor. Onde houver massa de calafetar, na montagem original, deve ser reposta. As calhas do evaporador e do condensador não podem ser elim e inadas, portanto as reponha do m evapor sem acumular-se no evaporador. ecer no compartimento do condensador, pois o ventilador bate na superfície e a borrifa sobre o condensador retirando melhor o calor. chassi para a retirada completa dessa água, pelo contrário, recupere o chassi para qu s gar ção do problema. Use massa de calafetar para melhorar a vedaçã ão grossa de tinta, algumas demãos de produto para emborrachamento, como batida de pedra, underseal, ou outro que possa isolar a chapa do contato com a água. Isto dá uma maior vida ao aparelho. s vibrações e a transmissão dos ruídos dos motores, algumas partes do chassi devem ser isoladas, sobretudo na saída do ar ou descarga do ventilador. de pressões) nas várias regiões atmosféricas. 2. Ar posto artificialmente em mo o pelo condensador. ulado) iado e desumidificado pela sua passagem através das aletas do evapor Figura 3 smo jeito, se estiverem quebradas coloque outras novas. O dreno que leva água condensada da calha do ador para o compartimento do condensador deve ser posicionado de forma que a água possa fluir normalmente .Esta água deve perman Nunca fure o e ele possa acumular água corretamente. Os parafusos estragados e enferrujados devem ser substituídos por novos. Nunca reaperte o parafusos em demasia porque danifica o furo e dificulta a montagem. Utilize sempre parafusos de dimensões originais e de mesmo tipo de fenda (Phillips ou reta), e se porventura a chapa estra utilize uma porca rápida para a corre o nesse ponto. E recomendado que a pintura a bandeja do chassi seja feita com uma dem Para diminuir o ruído da Sistema de ventilação •Conceito Vento 1. O ar em movimento, fenômeno ocasionado sobretudo pelas diferenças de temperatura (e, portanto, vimento, por leque, ventilador, etc., portanto o sistema de ventilação é o responsável pela movimentação do ar no espaço condicionado passando pelo evaporador, e a circulação do ar externo passand Podemos dividir o sistema de ventilação de um condicionador de ar em dois compartimentos, nos quais se realizam duas operações simultâneas e diferentes: A) Circulação Interna. B) Circulação Externa. Na circulação interna o ar é retirado do ambiente e para ele devolvido (isto é, re-circ após ter sido filtrado, resfr ador. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 46 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Na circulação externa o ar é admitido através das venezianas laterais do gabinete, passando pelo compartimento do compressor, motor do ventilador e lançado ao exterior, atravessando as aletas do condensador. O sistema de ventilação está constituído pelos seguintes componentes: Motor do ventilador, Ventila asdor axial (hélice), Ventilador centrífugo ou radial (turbina), Vane-cicle (aire-cycle) e Port de ventilação. O motor do ventilador é o conjunto eletromecânico que recebendo energia elétrica transforma-a em energia mecânica rotativa e impulsiona os dois ventiladores para a movimentação do ar in usos, presilhas, etc. hélice terno e externo. Na montagem do motor sobre a base do chassi, verifica-se a necessidade de calços de borracha (coxins) e a maneira correta de fixação, com paraf A e a turbina estão montadas no eixo do motor do ventilador, dentro dos compar nsador e da voluta ou caracol, respectivamente, provocando uma circulação forçada do ar. enta o ar da circulação externa, enquanto a turbina movimenta o ar da circula timentos do conde A hélice movim ção interna. Alguns condicionadores possuem portas de ventilação, normalmente em número de duas e estão montadas na parede intermediária do chassi. Ambas estão em comunicação direta com a câmara de sucção e câmara de pressão. Estas portas de ventilação trabalham alternadamente e cumprem as seguintes funções: Porta de ventilação na câmara de sucção - permite a admissão de ar do ambiente externo para renovação do ar interno. Porta de ven biente interno levando-o Alguns co rientação automá tilação na câmara de pressão - permite a exaustão do ar viciado do am para fora (ambiente externo). ndicionadores possuem um mecanismo direcional que permite a o tica do ar, distribuindo-o uniformemente em todo o ambiente. Há um conjunto motor-redutor que impulsiona o mecanismo do Vane-Cicle (Aire-cycle). Sistema elétrico •Conceito É o sistema composto por todos os componentes elétricos, os quais são calculados para trabalharem dentro das medidas de tensão e corrente que identificam cada aparelho, observadas as tolerâncias máximas e mínimas estabelecidas pelas normas técnicas, e de modo geral são estes: Rabicho; chave seletora ou de operação; termostato; capacitor de marcha do compressor; capacitor de partida do compressor (em alguns casos); capacitor de marcha do ventilador; protetor térmico; compressor; motor do ventilador; timer; leds de sinalização; relé voltimétrico; e a própria fiação. Lembre-se de tomar precauções quando testar componentes elétricos, a fim de evitar acidentes. nel no ponto designado. Antes de qualquer serviço no condicionador de ar desligue-o da tomada para abrir o pai de comando. Posicionar a chave seletora Desligue o disjuntor. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 47 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Desconecte o rabicho da tomada. Abra o painel de comando. Descarrege os capacitores, fechando o circuito entre os bornes por meio de uma resistência de 1000 ohms - 5 watts. o midade há em cad os para evitar que um mau contato os bornes, etc., que danificam o compre ho faça: corresp icho. e funcion a do r necessário a substituição dessa chave, o faça por outra de mesma O teste da chave deve estar associado às posições do painel de operação do aparelho, então com o erminais, deixando livre os bornes da chave. om a outra ponta de prova, tocar os demais bornes, um por um. Neste teste, o marcador do ohmím movimentar-se ou a lâmpada-série acender, portanto, passe ao teste seguinte. » Rabicho É a fiação condutora de energia da tomada (arstop) ao aparelho. Em uma extremidade há um plug de ligação, normalmente já conformado no próprio cabo, mas poderá ser instalado pel mantenedor do condicionador montando um plug adquirido no comércio. Na outra extre a condutor (fio) um terminal de encaixe curvo 90º, de latão, às vezes prensado, noutras, soldado. Os terminais deverão estar apertados, livres de oxidação e limp cause queda de tensão, abra o circuito; aquecimento n ssor. Para testar o rabic Utilize o ohmímetro na escala R-1 ou, na sua falta, a lâmpada-série. Verificar se existe continuidade entre cada um dos terminais da flecha, com seu ondente no rabicho. No caso de não haver continuidade, condenar o rab Examinar Todos os Terminais. » Chave seletora ou de operação A chave seletora é um componente elétrico que seleciona as diferentes operações d amento do aparelho. Existem vários modelos de acordo com a marca do aparelho e aind modelo do aparelho, por isso se fo referência ou modelo para não causar problemas ou desconforto para o usuário. botão indicando a posição “desligado”, faça: Retirar todos os t Usar o ohmímetro na escala Rx1 ou a lâmpada-série. Fixar uma das pontas de prova do ohmímetro ou da lâmpada-série nos bornes de “alimentação” da chave. C etro não deverá Caso a lâmpada acenda ou o marcador movimente-se, troque a chave. Girar o botão para a primeira posição “ventilador”. Manter a ponta de prova nos bornes de “alimentação”. Tocar com a outra ponta de prova o borne que corresponde à posição “ventilador”. O marcador do ohmímetro deverá movimentar-se ou a lâmpada-série acender-se. Girar o botão para a segunda posição e assim, ir testando todas as posições, até chegar novamente ao ponto “desligado”. Se o ohmímetro movimentar-se e a lâmpada-série acender em todos os testes, a chave estará boa. Se acaso em alguns dos testes o ohmímetro não se movimentar ou a lâmpada-série não acender, trocar a chave. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 48 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” OBS: é aconselhável que, ao fazer este teste, o técnico acompanhe as conexões internas da chave, conforme consta no esquema elétrico do aparelho. Caso não seja conhecido o esquema interno da chave deve-se levanta-lo, para então ligar a chave ao aparelho com segurança. . Ele desliga o compressor quando o ar do amb de bicho de tubo ca ola vence a sua ação desligando o micro-swith, e quando ele se aquece, expand i ma s) para ligação que poderão ser utilizad tar o termostato faça os dois procedimentos: um tará operando corretamente. Este teste está indicado para temperatura ambien pontas de provas do ohmímetro ou da l o aparelho, posicione a marca de referên piente com ge da- direita até ouvir um click, daí volte um pouco o parafuso e estará ajustado o seu termostato. ermostato internamente com micro óleo em spray. Monte o termostato. » Termostato Serve para controlar a temperatura do ar do ambiente iente atinge a temperatura desejada. Girando-se o botão para a esquerda diminui o tempo operação do compressor e para a direita se aumenta esse tempo. Internamente o termostato possui um diafragma numa cápsula associada a um ra pilar (sensor) na qual está confinado um gás sob pressão. Contrapondo a ação do gás está uma mola agindo através de um conjunto de alavanca sobre um micro-swith. Quando o gás é resfriado se contrai e a m e-se e sua ação, agora vence a mola ligando o micro-swith, e dessa forma o compressor va operando conforme a temperatura do ambiente onde está o termostato. A posição do termostato é interna ao condicionador, porém o rabicho fica na parte externa na frente do evaporador para sentir a temperatura do ar que está retornando ao aparelha e ser resfriado novamente. O sensor do termostato não pode encostar-se à serpentina porque fará u operação defeituosa. O termostato possui normalmente dois terminais (borne os indistintamente, não tem pólo definido. Existem dois tipos de termostato: Termostato CF - (para aparelho de ciclo frio) Termostato CR - (para aparelho de ciclo-reverso) Para tes Teste prático - Girar o botão do termostato para a direita e para a esquerda, até ouvir “click”. Neste caso es te acima de 18°C (para termostato frio) e abaixo de 26°C (para termostato CR). Teste técnico - Girar o botão para a direita. Tocando com as âmpada-série, o marcador se movimentará ou a lâmpada se apagará, no momento em que o termostato se desligar. O termostato poderá ser ajustado através de um parafuso interno que age sobre a mola já referida. Com o termostato no local, no painel de controle d cia na posição média; retire o termostato do alojamento; coloque o sensor num reci lo e água na temperatura de 24º C; coloque as pontas de prova do ohmímetro ou da lâmpa série ligada, e com uma chave de fenda de 1/8” acesse o furo do alojamento do parafuso de ajustagem do termostato gire o parafuso para a esquerda ou para a Lubrifique o t Nos aparelhos de ciclo-reverso há um termostato anticongelamento ou descongelante, o qual trabalha normalmente fechado nas temperaturas altas. Sua função é inverter o ciclo calor para o frio, quando houver um início de congelamento no condensador. Está fixado na parte lateral esquerda do condensador. Para testá-lo localize seus terminais no painel de comando e, retirando-os, realize as seguintes operações: Com as pontas de prova do ohmímetro na escala Rx1 ou lâmpada-série, toque os terminais, o termostato estará bom se apresentar as duas condições seguintes: Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 49 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” a) em ambiente acima de 10°C, o marcador do ohmímetro deve se movimentar ou a lâmpada série deve se acender; b) em ambiente abaixo de -4°C° (quatro graus negativos), o marcador do ohmímetro não deve se rie não deve acender. atura com um termômetro, o jato de refriger iar o arranque do motor do ventilador e do co rque e o sentido de rotação. s o eletrolítico que é utilizado apenas para a partida de motores, e o de ól a dos motores auxilia durante o funcionamento mantendo o torque e reduz casos o o sistem inferior feita de do vent tes procedimentos: va do instrumento nos bornes do capacitor e verificar o seguinte: - Sempre que o marcador da escala se movimentar para o nível mais baixo da escala e voltar lentamente para o nível m 2- Quando o marcado medi lá permanecer, o capacitor está em curto circuito. ue o capacitor. 3- Quando o marcador não se movimentar em nenhum sentido, o capacitor está aberto. Troque o capacitor. 4- Quando se toca com pontas de prova nos term s do capa r ele se carrega, e voltando a tocar os mesmos t ais com as mesmas pontas de prova o ponteiro do ohmímetro não mais deflexionará, se inverter as pontas de provas, o p ro terá u slocamento muito movimentar ou a lâmpada-sé Caso uma destas condições não se realizar, troque o termostato ou tente ajustá-lo. OBS: para se conseguir ambiente abaixo de -4° (graus negativos), coloque um copo com álcool etílico no congelador de uma geladeira e meça a temper ante recomendado por algumas pessoas polui a atmosfera. » Capacitor O capacitor é componente elétrico cuja função é auxil mpressor, dando-lhes o to Há dois tipos de capacitore eo que além de dar a partid indo o consumo de energia. O capacitor eletrolítico é utilizado no condicionador de ar nos nde o compressor apresente dificuldades na partida como, onde há baixa tensão (voltagem), a de refrigeração não equilibra a pressão porque a parada do compressor é por tempo a 3 minutos, quando o condicionador fica instalado num lugar de acesso difícil e a ligação é um ponto distante, etc., na maioria dos casos se usa apenas o de óleo. Em geral, estão localizados no compartimento atrás do painel de comando. Para testar o capacitor faça: Verificar inicialmente se o capacitor, é o correto para o aparelho, através das tabelas correspondentes. O capacitor de marcha do compressor tem uma capacitância alta comparada com o ilador, geralmente fica entre 15 e 45 µF (microfarad). O borne do capacitor, identificado por um ponto, corresponde sempre ao rabicho do borne de marcha do compressor. Utilizar um capacímetro para medir a capacitância do capacitor com uma escala apropriada. Considere o capacitor defeituoso quando apresentar: a) deformações; b) vazamento de líquido; c) circuito interno aberto; d) curto-circuito. e) quando a capacitância apresentada no capacímetro estiver fora da tolerância indicada. Para detectar os defeitos (c) e (d) usaremos o ohmímetro, com os seguin Posicionar o seletor do ohmímetro na escala R x 100; Ligar as duas pontas de pro 1 ais alto, o capacitor estará bom r se movimentar para a Troq . da mais baixa e as inai cito ermin mos ontei m de Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 50 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” grande ode ser utilizada, também, uma lâmpada-série para testar o capacitor, porém este teste não é preci de muito da sensibilidade do mecânico. que poderá, inclusive danificar o instrumento. É necessário, porém, que se descarregue o capacitor antes da nova comprovação, e isso poderá ser feito com um resistor de 1000 ohms - 5 watts ou com uma chave de fenda. P so e depen Coloque no receptáculo do teste uma lâmpada de potência apropriada. Fixando uma das pontas de prova no capacitor, toque com a outra no terminal livre. Observe o brilho da luz. Potência da lâmpada (W) Capacitor µF 15 3 - 5 40 5 - 8 60 8 - 11 100 11 - 30 200 30 - 45 Agora movimente lentamente uma chave de fenda de modo que ela toque os terminais do capacitor, colocando em curto circuito a ligação da lâmpada-série, e veja novamente o brilho da luz. Se hou ança, troque o capacitor. utilizar o condicionador de ar de forma eficiente e econômica. Permite esligado. Ao atin mparar com a indicação do fabricante. Se na leitura do ohmímetro a indicação for zero, a bobina estará em curto- circuito estará aberta. Em ambos os casos deverá ser substituído o motor e, também s está colocado internamente, isto garante o aquecimento, também, pelo calor do próprio com ver mudança no brilho, o capacitor estará bom se não houver mud » Timer O controle "timer", utilizado em alguns aparelhos condicionadores de ar, é mais uma inovação que permite ao usuário ao usuário programar, com antecedência, a hora que o condicionador deverá ser d gir a hora programada, o aparelho desligará automaticamente. O teste do timer consiste em medir a resistência do motor de acionamento e co e ser for infinito, ela ser a resistência do enrolamento estiver alterada. » Protetor térmico O protetor térmico é um componente elétrico que serve para proteger o compressor de sobrecarga e superaquecimentos, normalmente está fixado na parte extrema da carcaça e, em algun modelos de compressor, pressor. Para testar o protetor térmico quando ele é do tipo externo, faça: Retire os terminais e desaloje o protetor térmico; Toque com as pontas de prova do ohmímetro - na escala Rx1 ou com a lâmpada-série; Quando o marcador do ohmímetro se movimentar ou a lâmpada acender, o protetor estará bom. Caso contrário, troque-o. Com o protetor conectado ao motor, dê partida no compressor e meça a corrente. Se o protetor abrir o circuito com uma corrente abaixo da corrente normal de partida ou de trabalho do compressor/motor, toque-o por outro de referência/capacidade adequada. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 51 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” » tricoRelé voltimé ar, pode ser utilizado um relé voltimétrico, juntamente com um capacitor ele ssor. a e quanto à abertura do contato quando ele é energizado. Portanto, faz parte da avaliação, ligar o bina e a hélice do ventilador. er um teste prático no motor, sem desmontá-lo do aparelho. do r recuperado ou substituído. stator, com qu ido radial. A bucha deve sobressair o alojamento pela parte interna da tampa aproximadamente 1mm. Embeber o feltro com óleo lubrificante SAE 30. Colocá- los no a ao fechamento das tampas pressionando-as com cuidado para não amassá tirar o rotor e, iver guir determ ajustad ficar preso, abrir o motor e retirar uma arruela m definitiva. Não apertar os parafusos em demasia para não quebrar a tampa de alumínio. Nos aparelhos condicionadores de trolítico, a fim de partir o compre O teste deste elemento se verificando a bobina dele, quanto à continuidade e valor de resistênci relé e com um ohmímetro ou lâmpada série ligada ao contato de abertura e constatar o seu correto funcionamento. » Motor do ventilador É um motor elétrico, de eixo duplo, que movimenta a tur Está fixado na parte central do aparelho, entre o condensador e o evaporador. Possui um eixo com duas pontas, o qual é montado sobre buchas de bronze poroso. Essas buchas são lubrificadas com óleo mineral SAE 30 (normal para motor). Normalmente apresenta duas ou três rotações que são comutadas pelo usuário do condicionador quando necessitar de frio máximo (alta rotação), frio médio (média rotação) e frio mínimo (baixa rotação), respectivamente. Após ter testado e aprovado a chave seletora e o capacitor, faz Dependendo do modelo do aparelho, os motores estarão ligados nas seguintes velocidades: ALTA - MÉDIA ALTA - BAIXA ALTA - MÉDIA - BAIXA Ligar somente os terminais do motor na chave seletora; identificando-os pelo esquema elétrico. Os rabichos do motor que ligam no capacitor, e que foram desligados quando do teste mesmo, serão ligados novamente ao capacitor, de acordo com o esquema afixado na carcaça do motor. Acionar a chave seletora em uma e outra velocidade e, caso o motor não arrancar em alguma delas, está com defeito e deverá se A manutenção do motor se faz desmontando-o, lavando todas as suas partes exceto o e erosene, inclusive os feltros de retenção de óleo utilizados na lubrificação. Quando tudo estiver perfeitamente limpo, se inicia a montagem com a substituição das buchas quando apresentarem folgas excessivas no sent lojamento, e proceder -las. Na montagem do motor faz-se o seguinte: Coloca-se uma tampa no seu lugar; monta-se o rotor no estator pelo lado sem a tampa; compara-se ao nível da borda de aço do rotor (da gaiola de esquilo) e o da borda de aço do entreferro do estator se o rotor estiver abaixo, deve-se re e colocar arruelas de fibra na ponta do eixo que estava na tampa e introduzi-lo novament comparando os níveis mais uma vez, se precisar de nova ajustagem deve-se fazer. Se o rotor est acima do entreferro deve-se retirar a tampa e botar a bucha um pouco mais para dentro, e prosse o trabalho. Após a conclusão de um dos lados do motor, retirar a tampa, colocá-la num lugar lado do rotor, quando tudo estiverinado e repetir a operação com a outra tampa e o outro , entretanto, o rotoro, faz-se a montagem do motor. Se de um dos lados, e fazer a montage Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 52 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Quando o motor apresenta uma folga radial grande deve-se substituir o eixo do rotor. Ao terminar toda a montagem, faz-se o teste elétrico do motor colocando-o para rodar. Mede-s ncia do Motor do air-cycle eixo do conjunto vane, que regula a direção do fluxo de ar. m raras ocasiões poderá aparecer um motor defeituoso, no entanto, verifique a continu motor. o caso de haver resistência no circuito do air-cycle o air-cycle se movimentar, a chave estará boa; caso contrário deverá ser trocada. ra é componente mecânico do sistema de refrigeração dos condicionadores de ar q ersora”. Sua função é permiti e interna da válvula, para que esta opere no ciclo de calor bobina a tensão correspondente da sua tensão de trabalho. A bobina ficará e a estiver trancada, em vez do estalo, será percebida uma vibração e a bobina estará b pressões normais, proceder ao teste da r frio; e a corrente de trabalho do motor a qual fica em torno de 1,0 A, dependendo da potê motor e da rotação que ele apresentar. » O motor aire-cycle movimenta o É um motor com redutor incorporado e está ligado a uma resistência elétrica (na maioria dos modelos) e comandado por uma chave unipolar (um só pólo). E idade da sua bobina: Usar ohmímetro na escala Rx100 e tocar com as duas pontas de prova nos terminais da bobina: Se o marcador se movimentar, a bobina estará correta (boa); caso contrário, trocar o N Usar ohmímetro na escala Rx100. Nos casos em que se apresentarem mais do que uma resistência deve-se dessoldá-las para poderem ser testadas uma por uma. Tocar com as duas pontas de prova nos fios de ligação da resistência e verificar no ohmímetro se o marcador se movimentar. Se não se movimentar, a resistência está interrompida, deverá ser trocada. » Teste da chave d Usar o ohmímetro na escala Rx100, tocar com as duas pontas de prova nos bornes da chave e acioná-la. Se o marcador » Válvula reversora A válvula reverso ue operam em ciclo reverso, e é acionado pela “bobina da válvula rev r a movimentação da hast » Testar a bobina na própria válvula Aplicar nos terminais da nergizada e a haste da válvula se movimentará, provocando um “estalo”, neste caso, a bobina estará boa. Quando a válvul oa. O defeito está localizado na válvula. » Teste da válvula Somente nos aparelhos de ciclo-reverso, quando apresentam válvula reversora: 1- Ligue o aparelho no ciclo de calor e constate se o aparelho está produzindo ar quente; 2- Reverta o ciclo para frio, colocando o termostato nesta posição e verifique se o aparelho está produzindo a 3- Se estiver produzindo calor e frio, a válvula reversora estará boa. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 53 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Sistema de refrigeração •Instrumentos básicos para diagnóstico » Válvula Perfuradora Esta é uma válvula manual de duas vias, com a entrada no pino de perfuração do tubo on ela deverá ser instalada e a saída com niple para receber uma mangueira, que posteriormente se ligada ao manômetro. de rá acordo com as especificações.A válvula perfuradora deve ser instalada e acionada de Válvula de Engate Rápido - Esta válvula é formada por um conjunto de duas válvulas: eração, os ¼” de diâmetro. Para fixar a válvula macho ao tubo é necessário acoplar uma porca borbole mangueira e o corpo da válvula. Desta forma conseguiremos fechar a boca de saída da mangueira. njeção de nitrogênio ou qualquer teste, acoplar-se-á a válvula - MACHO com a válvula FÊMEA fazendo pressão manual, uma de encontro à outra. Válvula - MACHO - PLUG Válvula - FÊMEA - SOQUETE A válvula-macho sempre deverá ser instalada em tubos e, para nosso uso em refrig tubos serão de ta que, enroscando-se no corpo da válvula, vede a superfície externa do tubo com o furo da porca borboleta. A boca de saída do tubo ficará dentro da válvula que, por sua vez, fará a vedação do tubo. A válvula fêmea será instalada na mangueira e fixada, através de um níple, entre a No momento da operação de carga, i Manômetros - Este instrumento é de grande importância para o técnico no momento de verifica tes. RESSÃO em escala 0-250 PSI e manôm r as pressões do sistema de refrigeração. Geralmente os manômetros para refrigeração constam de duas escalas no mesmo visor, com unidades de pressão diferen Escala Kg/cm2 - quilograma por centímetro quadrado Escala PSI - libra por polegada quadrada. Em refrigeração são usados manômetros para BAIXA P etros para ALTA PRESSÃO em escala 0-500 PSI. Termômetro - O uso deste instrumento é fundamental na refrigeração para medir temper s, o aconselhável é o termômetro a mercúrio com escala de –10° Ao final da apostila tem uma lista completa de ferramentas que o mecânico deve possuir. é importante obedecer a seguinte ordem do teste: er desligado e frio e se procede assim, para se medi-la. baixa pressão; ora para direita, até furar o tubo de carga; atura. Dos diferentes tipos de termômetro C a +100°C. Para diagnosticar o sistema de refrigeração - medir pressões de equilíbrio; - medir pressões de funcionamento. » Pressões Pressão de equilíbrio - É a pressão que tem o gás dentro do sistema de refrigeração, quando o compressor estiv Deve ser feita com o compressor frio sem funcionar: 1- Instale a válvula perfuradora no tubo de carga; 2- Acople a luva da mangueira na válvula perfuradora; 3- Acople a outra luva da mangueira no manômetro de 4- Girar a borboleta da válvula perfurad Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 54 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” 5- Girar a borboleta da válvula perfuradora para a esquerda, permitindo a passagem do gás para o are com a tabela de pressão na 1- Igual à pressão da tabela - a carga de gás estará correta. . a tabela - insuficiência de s do Neste caso, o sistema deve a pressão de equilíbrio d ambiente, conforme que o gás apresenta quando o sistema de o e se pro o aparelh n o; o instrumento de teste d lho na tensão correta; etora, colocando o condi tilador e anôm a pre a. Neste caso, o sistema dev s e suas possíveis causas - Aparelhos Condicionadores de Ar O MOTOVENTILADOR Falta de tensão na rede ARTE, MAS O FUNCIONA: sa o soltos S O Tensão muito baixa • Compressor defeituoso • Termostato defeituoso • Protetor térmico com defeito Capacitor defeituoso Fios • Chav O EVAPORADOR: mas or sujo r ou filtro HOQUE”: MPRESSOR FUNCIONA CONTINUAMENTE: mento incorreto as ) MUITO ALTA: • tensão muito baixa l manômetro através da mangueira; 6- Faça a leitura da pressão de equilíbrio no manômetro e comp Se, entretanto, a pressão de equilíbrio for: 2- Maior que a da tabela - gás em excesso 3- Menor que a d gá . A insuficiência de gás estará indican vazamento no sistema. ser processado. Lembre-se de que epende da temperatura consta na tabela. Pressão de funcionamento - É a pressão refrigeração está em funcionamento, e fri o (voltagem) d cede assim, para se medi-la. 1- Verifique a tensã 2- Mantenha ligado o a placa de identificaçã a pressão; 3- Ligue o apare 4- Gire a chave sel ompressor); cionador em funcionamento (ven c 5- Verifique a pressão de sucção no m 6- Caso a carga de gás esteja correta e etro; ã ixa, significará umss o de sucção muito ba entupimento no sistem erá ser processado. Principais defeito APARELHO NÃO LIGA NEM O COMPRESSOR: • Disjuntor desarmado • • Rabicho com defeito O COMPRESSOR P MOTOVENTILADOR NÃO • Chave seletora defeituo • Motor “queimado” • Capacitor defeituos • Fios ou terminais O MOTOVENTILADOR FUNCIONA, MA OMPRESSOR NÃO PARTE:C • • • ou terminais soltos e seletora defeituosa • Condensador exposto ao so • Compressor com defeito CONGELAMENTO N • Sistema de refrigeração com proble • Filtro de ar e/ou evaporad • Óleo no evaporador • Entupimento no capila ONDICIONADOR DANDO “CC • Compressor aterrado • Fios ou terminais soltos • “Fio terra” desligado • Motoventilador aterrado • Rabicho ligado direto na massa OC • Termostato defeituoso • Dimensiona • Sistema de refrigeração com problem CORRENTE(AMPERAGEM Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 55 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” BAIXO r mal instalado • Filtr • com o • Term ituoso • Obstrução à saída do ar • Con • Evap • Motoventilador com defeito • Siste com problemas • Capacitor defeituoso • Excesso de fluido refrigerante CONDICIONADOR MUITO BARULHENTO: • Aparelho mal instalado • Ventiladores desbalanceados ou roçando • Tubulações vibrando AMBIENTE: da do aparelho RENDIMENTO DO APARELHO: • Condicionado • Condensador sem ventilação o de ar sujo pressor com defeit ostato defe densador sujo orador sujo • Compressor com problema mecânico • Buchas do motoventilador ma de refrigeração VAZAMENTO D’ÁGUA PARA DENTRO DO • Inclinação inadequa • Dreno entupido • Evaporador congelando •MANUTENÇÃO DOS CONDICIONADORES DE AR Aconselhamos Sempre que for consertar um aparelho condicionador de ar, siga esta seqüência de procedimento: Diagnóstico Processamento Controle Recomendamos Revisar todos os fatores que podem causar defeitos a um aparelho condicionador de ar. ALERTAMOS Que o compressor dificilmente é causador de defeitos e, antes de substituí-lo, responda a estas tr r a limpeza periódica dos filtros de poeira, pois a pureza do ar no ambiente condicionado, depende da limpeza dos filtros. dos filtros é também responsável pelo perfeito funcionamento à máxima capacid semana. A lavagem é feita com água morna e sabão em pó e o . ês perguntas: Deve o compressor ser substituído? Antes de condená-lo, realizei os testes indicados neste manual? Como evitar a repetição do defeito? Deve-se procede A limpeza ade do condicionador. Atenção: O período de limpeza depende da intensidade de uso do aparelho e da pureza de ar do ambiente. Aconselha-se limpar uma vez por (sabão neutro) e em seguida deixa-se secar bem antes de recolocar no aparelho. Não deix aparelho funcionar sem os filtros. O conjunto de condensador e evaporador de ar deve ser limpo pelo menos uma vez por ano O condensador e o evaporador devem ser limpos de pós e detritos que ali são retidos e acumulados, prejudicando o seu bom desempenho. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 56 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Esta tarefa deve ser executada com o máximo de atenção, pois é necessária a remoção do conjunto chassi do gabinete. ão anti-corresiva do gabinete do condicionador abinete. Esta tarefa é executada pelos reparadores de solda, todavia se faz necessário que o aparelho seja removido do gabinete pela equipe de refrigeração. l de funcionamento do aparelho e lixamento adequado ou com ixada para a retirada de todo o pó, rme indicado pelo fabricante do desengraxante apropriado, e ai riada. O acabamento ar a semelh ceder como para o gabinete. Caso haja pontas deve-se (branca) para isopor. calafetar, na montagem original, deve ser reposta. As calhas do evapor O motor de ventilador deve ser limpo uma vez por ano, também se faz necessária a lubrificação. Manutenç Os condicionadores que são instalados em locais de atmosfera com salinidade elevada tornam necessário proceder ao tratamento na chapa do g Gabinete A manutenção do gabinete é feita com a sua retira do loca submetendo-o a uma lavagem com água e sabão neutro. Raramente se necessita de solventes como querosene ou aguarrás, mas pode ser utilizado. Após lavagem, se houver ferrugem deve se removida com removedor de ferrugem, em seguida deve ser limpa a superfície l ou se foi utilizado removedor deve-se fazer a neutralização confo produto. Antes da pintura dever ser feito o desengraxamento com sim, pode-se aplicar a tinta com pincel, rolo de pintura ou pistola aprop superficial depende do processo utilizado na pintura. Até que a tinta seque não se deve manuse peça, mesmo que seja para a montagem, pois isso introduz defeitos na superfície como mancha, arranhões, etc. Se o processo de corrosão (ferrugem) estiver muito acentuado, ou se procede o concerto da peça com a remoção da parte estragada e aplicação de uma chapa apropriada ou se substitui o gabinete inteiro. As aletas do gabinete não devem ser eliminadas porque elas evitam os respingos de água nos motores e o conseqüente agravamento dos problemas. Estrutura A manutenção do chassi consiste em lavá-lo à ança do gabinete, porém, como há muitas peças que estão isoladas termicamente com um material conhecido por bibim, ele deve ser escovado ou aspirado para a remoção da poeira, se for lavado, deve-se esperar até que seque. Quanto à ferrugem deve-se pro de bidim descoladas, proceder a recolagem com cola fórmica; o bidim deve estar seco e é necessário passar a cola nas duas peças, esperar que elas sequem e uni-las, em seguida bater leve para acelerar a colagem. Cuidado!. Peças de isopor não podem ser coladas com cola fórmica, há no mercado cola especial Figura 3 Onde houver massa de ador e do condensador não podem ser eliminadas, portanto as reponha do mesmo jeito, se estiverem quebradas coloque outras novas. O dreno que leva água condensada da calha do Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 57 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” evaporador para o compartimento do condensador, deve ser posicionado de forma que a água pos fluir normalmente sem acumular sa -se no evaporador. te na a s parafusos estragados e enferrujados devem ser substituídos por novos. Nunca reaperte os parafus orque danifica o furo e dificulta a montagem. Utilize sempre parafusos de dimensões originais e de mesmo tipo de fenda (phillips ou reta), e se porventura a chapa estragar utilize ção do problema. Use massa de calafetar para melhorar a vedaçã emão grossa de tinta, a de produto para emborrachamento, como batida de pedra, underseal, ou outro que possa isolar a chapa do contato com a água. Isto dá uma maior vida ao aparelho. as vibrações e a transmissão dos ruídos dos motores, algumas partes do chas im, sobretudo na saída do ar ou descarga do ventilador. ois caso estes parâmetros estejam fora do normal o apare dos pós montagem para evitar corrosão. Não se deve pintar ventiladores porque causa desbala rificar os mecanismos de acionam or muito grande no ambiente, muitas vezes sacrificando o aparelh a sado nos seguintes casos: vazamentos; deve-se fazer o teste de vazamento. ra selar o sistema, deixando a boca gás saia do sistema aos poucos, para evitar o arraste de óleo do compre car no tubo de carga o macho da válvula de engate rápido; Esta água deve permanecer no compartimento do condensador, pois o ventilador ba superfície e a borrifa sobre o condensador retirando melhor o calor. Nunca fure o chassi para a retirada completa dessa água, pelo contrário, recupere o chassi para que ele possa acumular águ corretamente. O os em demasia p uma porca rápida para a corre o nesse ponto. É recomendável que a pintura na bandeja do chassi seja feita com uma d lgumas demãos Para diminuir o ruído d si devem ser isoladas com bid Sistema de ventilação Durante a manutenção do condicionador de ar deve ser verificado o estado da hélice e da turbina quanto ao balanceamento e alinhamento, p lho apresentará vibração e ruído excessivos. Passar graxa no eixo do motor e no cubo ventiladores a nceamento do conjunto. A manutenção das portas de ventilação se resume em lub ento. Na maioria dos casos estas portas são eliminadas porque os usuários não fazendo uso adequado, introduz uma carga de cal o. CONSERTOS •Processamento do sistem Teste de vazamento O sistema do condicionador de ar será proces - - entupimentos (capilar); - troca de compressor; - troca de válvula reversora. Após ter constatado a falta de gás no sistema, Aplicar o seguinte procedimento: - cortar o tubo de carga próximo ao ponto onde foi amassado pa do cano livre para permitir a saída do gás; OBS.: permitir que o ssor. - colo - usar uma mangueira de alta pressão de diâmetro 3/8”; Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 58 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” - instalar em um extremo da mangueira a fêmea da válvula de engate rápido, e ligar o outro extrem igar a válvula fêmea da mangueira com a válvula macho do tubo de carga (engatar). abrir lentamente a válvula do tubo de nitrogênio até o manômetro atingir 200 PSI, fechand em um tanque com água, até cobri-lo totalmente; mento, proceder a desmontagem do sistema, da seguinte forma: r impurezas; preparar o sistema para remover as soldas, injetando novamente nitrogênio a uma pressão de 5 PSI (isto evitará possíveis oxidações internas dos componentes); r e dessoldar tubo de cobre com cobre, usar bico de solda n.º 70, com a c do, retire uma amostra de óleo e examin ando o compressor estiver queimado e o óleo sujo é importante a lavagem do sistema. deverá ser consultado quanto à troca, através de orçamento. o sistema, fazendo recircular por todas as suas tabulações um fluxo de CLOROTENO (olhar a figura). reservatório, passando por um filtro interno; até este sair completamente limpo; ngueiras; de nitrogênio e abrir a válvula do tubo, para dar um jato e eliminar os resíduo ÇÕES ntes de montar o sistema entificação do novo compressor se este é igual ao retirado; process abela de capilares). o o em um tubo de nitrogênio; - l CUIDADO: assegurar-se de que as ligações estejam corretas e ajustadas. - o-a em seguida; - desengatar a mangueira; - fazer a imersão do sistema - verificar e localizar o possível vazamento. •Desmontagem do sistema Após ter localizado o vaza - quebrar o capilar no ponto de solda junto ao filtro (descarga do condensador), a fim de fazer um expurgo pelo capilar e elimina - - recomendamos, para solda hama bem regulada. Se o compressor trabalhou sem gás e não estiver queima e-o. óleo limpo - montar o mesmo compressor sem levar os componentes do sistema. óleo sujo - montar um novo compressor . Lavar os componentes do sistema obs: qu lembre-se: o cliente •Lavagem dos componentes - lavar os componentes d - o CLOROTENO deverá ser recirculado sob pressão e recolhido no próprio - manter a recirculação do CLOROTENO - desligar as ma - ligar a mangueira s de CLOROTENO e umidade. RECOMENDA A - verificar na placa de id - verificar se o compressor está com sua carga de óleo; - o capilar e o filtro correspondente sempre deverão ser substituídos , para um correto amento do sistema. (Verificar a cor de codificação conforme a t Atenção: umidade e impurezas são muito prejudiciais ao sistema e principalmente a compressor. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 59 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” •Processo de vácuo Após ter montado o aparelho completamente: - sistema de refrigeração; - sistema de ventilação; - componentes de chassis; role e filtro, proceder a operação de vácuo. e vácuo (vacuômetro); lvula macho de engate rápido; Caso o aparelho tiver dois tubos de processo (na alta e baixa), fazer vácuo por ambos. carga; o, abrir a válvula nº 2, verificando se o marcador do medidor de vácuo s mba está com defeito. Consertá-la. º 1 aberta e abrir a válvula nº2. s, o sistema estará em condiçõ gás. este de vazamento do sistema Televac eletrônico: 200 microns (mínimo) na escala. em série com as válvula stiver atingido a marca de 500 microns, aproximadamente, fecha a válvula antém: aparelho sem vazamento, continue o processo; vazamento, consertando-o. de carga de gás com o aparelho desligado arga; ga total e fechar a válvula nº 3; ; - abrir a válvula nº 1 e nº 2 e fazer novo vácuo até os 200 microns; - circuito elétrico, painel de cont Os equipamentos para esta operação são: - mangueiras; - bomba de vácuo; - medidor d - válvula de engate rápido; - manifold. •Operação de vácuo - Instalar no tubo de serviço do compressor a vá - - Engatar a válvula fêmea na válvula macho, no tubo de - ligar a bomba de vácu e mantém nos seguintes níveis: - alto vácuo - a bomba está boa; - baixo vácuo - (quando o nível descer lentamente) - a bo - Caso a bomba estiver boa, manter a válvula n - Quando o vácuo tiver atingido, no mínimo, a marca de 200 micron es de receber a carga de T - leitura de instrumentos - - medidor de coluna de mercúrio entre zero e 0,5 mm - O medidor de vácuo está ligado em paralelo com a bomba de vácuo e s manuais. - Quando o vácuo e manual nº 1, isolando a bomba do sistema para verificar: - o nível de vácuo se m - o nível de vácuo baixa: aparelho com vazamento. - Refazer o teste de •Processo - fechar a válvula nº 2; - abrir a válvula nº 3, ligando o cilindro da c - manter uma carga de 10% da car - expurgar o sistema abrindo a válvula de engate rápido - ligar novamente a válvula de engate rápido; Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 60 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” - fechar a válvula nº 2; - abrir a válvula nº 3 e aplicar a carga completa de gás de acordo com a tabela , fechando-o depois; te de funcionamento. icação do aparelho; ressão de sucção corresponde ao valor indicado na tabela; a placa de identifi e amperagem), o sistema de refrigeração estará pronto para se de carga com o alicate de selar tubos; soldar a área do tubo, amassada pelo alicate de selar; ora egar o aparelho à expedição, faça as seguintes verificações: lice, motor, etc.). o de cobertura do mesmo). , se rasgado). erso (ACR), testas os dois ciclos. relhos de ar condicionado - Verifique se a capacidade do condicionador (kcal/h) corresponde à do ambiente a ser condici r um técnico é indispensável para uma perfeita instalaç - Verifique se a voltagem de aparelho coincide com a tensão da tomada onde será instalada (110 ou 220 volts). - passar pelo primeiro tes •Teste de funcionamento - verificar a tensão especificada na placa de identif - verificar a tensão da rede no voltímetro; - ligar o aparelho; - verificar no manômetro de baixa, se a p - verificar no amperímetro, se a amperagem corresponde à especificada n cação do aparelho; - quando tudo estiver correto (pressão r selado; - selar o tubo - retirar a válvula macho do tubo de carga; - soldar a boca do tubo de carga; - - passar o aparelho para teste final - Controle de Qualidade; - Caso o aparelho apresentar, no início do teste de funcionamento, pressão e amperagem f do normal, deverá ser processado. •Controle de qualidade Antes de entr 1 - Revisão dos componentes. Ajuste das peças (turbina, hé 2 - Tubulações encostando ou batendo em partes metálicas. 3 - Capilar (verificar tubo plástic 4 - Filtro de ar (espuma de poliuretano). 5 - Painel de controle. 6 - Vedação de espuma de poliuretano da frente plástica com o chassis. 7 - Esquema elétrico (trocar 8 - Medir diferencial de temperatura. 9 - Nos aparelhos com ciclo-rev 10 - Ruídos: - Externos (chassis - suspensão ou compressor); - Internos ( compressor - passagem do gás na descarga). Recomendações gerais sobre a instalação de apa A onado. O levantamento de carga térmica po o de aparelho.ã B Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 61 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” C- O condicionador deverá ser instalado em local que permita o contato direto das venezianas laterais com o exterior. D- Como o ar frio desce e o ar quente sobe, recomenda-se instalar o condicionador na altura média a melhor distribuição de ar frio dentro do ambiente. longe de cortinas ou de qualquer outro obstáculo grande que impeça a perfeita circulação de ar. do também a icionado de ser instalada desnivelada (inclina as sta umentar a superfície de contato com o ar. O ar quente por ser mais leve sobe e, seu lugar é ocupado por ar mais fr ce e sobe produzindo desta maneira uma circulação natural dade de ar que circula dessa forma é muito pequen ades de calor. irculação de ar através a de que um ventilador é acrescentado a fim de forçar a circulação de ar at da sala (entre 1,5 a 1,8 de piso). E- Quando o aparelho deve ser instalado próximo ao canto das paredes, manter afastado no mínimo 50 cm para um F- Instale o condicionador G- Procure instalar em local de fácil acesso aos controles de aparelhos, facilitan retirada de filtro de ar para a limpeza. H- A caixa recipiente de aparelho de ar cond ção de aproximadamente 6 a 7mm), para o lado externo. I- A instalação elétrica é um fator importante, o funcionamento do condicionador depende exclusivamente de uma perfeita alimentação, por isto recomenda-se o máximo de cuidado e observação com, todas as normas de instalação elétrica. REFRIGERADOR (GELADEIRA) No refrigerador, o ciclo de refrigeração é idêntico ao de aparelho de ar condicionado, entretanto, encontramos algumas diferenças: 1) o fluido refrigerante (R 12); 2) No circuito elétrico dispensa os componentes de ventilação existente no ar-condicionado. Os condensadores resfriados a ar que são os mais usados em refrigeração doméstica, têm como agente de resfriamento o ar. A circulação do ar através do condensador pode dar-se de du maneiras como segue: a) por circulação natural. b) por circulação forçada Nos condensadores desse tipo, que são colocados na parte traseira. externa dos refrigeradores, o refrigerante superaquecido vindo do compressor transmite seu calor ao ar que e em contato com as aletas tornando-o menos denso. Os condensadores resfriados a ar com circulação natural são normalmente constituídos por uma série de aletas de aço através das quais passa a tubulação. A finalidade dessas aletas é a esco que, por sua vez também se aque e contínua pelo condensador. É o que se chama extração de calor por convecção natural do ar. Também são usados condensadores do tipo “chaminé” que consiste de um certo número de tubos de cobre presos a uma chapa de aço por canaletas que são soldadas à mesma. Como podemos facilmente compreender, a quanti a, não sendo portanto, suficiente para retirar grandes quantid Para refrigeradores de grande capacidade torna-se necessário aumentar a c do condensador. Isso é conseguido com a chamada circulação forçada. Esses condensadores são semelhantes em construção aos condensadores de aletas com circulação natural, com a diferenç ravés dos mesmos. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 62 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Um outro detalhe de construção dos condensadores com circulação de ar forçada é que a distânc nsivelmente menor do que nos de circulação natural pois, o ar circula muito m ralmente, de potência variável entre 1 20V e 50/60 Hz/seg. um intervalo de temperatura consideravelmente amplo r ao de refrigeração de baixíssima temper unidade de refrigeração é selecionado entre muitos peratura e a pressão de e tem a pressão de condensação. act jáve o refrigerante são: pressã sa pressor. calor lat talpi ão e para uma dada idade de ração 4. condutibilid - melho calor. baixa vis de na gaso não corr ão infla evem s cil d do ho 10. devem ser de preços moderados e facilm Os fluidos refrigerantes mais utilizados são l3F - CHClF2 REFRI T UTILIZADO APLICAÇÕES ia entre aletas é se ais rapidamente. Os compressores usados em refrigeradores domésticos são, ge /10 HP a 1/3 HP, monofásicos, de dois ou quatro pólos, 110V/2 FLUIDOS REFRIGERANTES sAs unidades de refrigeração são utilizado n em processos que vão do condicionamento do a a umaatura. O fluido refrigerante adequado par luidos, de acordo com os diversos fatores, entre os quais a temf vaporação e a As car 01. pressão de evaporação não m peratura e erísticas dese o d den is de um fluid uito baixa - evitar vácuo no evaporador. 02. e con ção não muito elevada - melhora o desempenho do com 03. capac ente (en refrige a) de evaporaç . levado - menor vazão de refrigerante sferência de0 0 ade térm si ica elevada fase líquida ria nas propriedades de tran sa - perdas de carga menore5. 06. co da osivos. e s. 07. não tóxicos. 08. n 09. d máveis e não explosivos. er de fá etecção, quan uver vazamentos. ente disponíveis. : * R 11 - Tricloromonofluormetano - CC * R 12 - Diclorodifluormetano - CCl2F2 * R 22 - Monoclodifluormetano * R717- Amônia - NH3 GERAN PONTO DE TIPO DE E EBULIÇÃO A COMPRESSOR 1ATM ( °C) R 11 23,8 Centrífugo Resfriamento de água. R Refrigeração doméstica e comercial, condicionamento de ar em automóveis. 12 - 29,8 Alternativo e rotativo Centrífugo Grande resfriador de água. R 40,8 Alternativo e Condicionamento de ar em geral, unidades de eração de baixa temperatura. 22 - rotativo refrig Centrífugo Grandes instalações com água gelada. Am ia - 33,3 Alternativo Fabricação de gelo, resfriadores de salmoura, câmaras frigoríficas. ôn Centrífugo Rinque de patinação, unidades de resfriamento em processos químicos Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 63 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” CONTROLE DE QUALIDADE ntes de entregar o aparelho à expedição, faça as seguintes verificações: 1 - Revisão dos componentes. Ajuste das peças (turbina, hélice, motor, etc.). 2 - Tubulações encostando ou batendo em partes metálicas. 3 - Capilar (verificar tubo plástico de cobertura do mesmo). 4 - Filtro de ar (espuma de poliuretano). 5 - Painel de controle. 6 - Vedação de espuma de poliuretano da frente plástica com o chassis. 7 - Esquema elétrico (trocar, se rasgado). 8 - Medir diferencial de temperatura. 9 - Nos aparelhos com ciclo-reverso (ACR), testas os dois ciclos. 10 - Ruídos: - Externos (chassis - suspensão ou compressor); - Internos (compressor - passagem do gás na descarga). A Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 64 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” TABELAS Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 65 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 66 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 67 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 68 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” TABELA DE SATURAÇÃO DE REFRIGERANTES, TEMPERATURA X PRESSÃO TEMPERATURA R 22 R 12 TEMPERATURA R 22 R 12 °C °F psig kg/cm²g psig kg/cm²g °C °F psig kg/cm²g psig kg/cm²g -30 -22,0 9,20 0,64 0,059 0,004 16 60,8 103,28 7,27 58,85 4,14 -29 -20,2 10,22 0,71 0,69 0,04 17 62,6 106,70 7,51 61,01 4,29 -28 -18,4 11,27 0,76 1,34 0,09 18 64,4 110,21 7,76 63,21 4,45 -27 -16,6 12,35 0,86 2,01 0,14 19 66,2 113,78 8,01 65,46 4,60 -26 -14,8 13,48 0,94 2,70 0,19 20 68,0 117,43 8,26 67,75 4,77 -25 -13,0 14,64 1,03 3,45 0,24 21 69,8 121,16 8,53 70,10 4,93 -24 -11,2 15,83 1,11 4,17 0,29 22 71,6 124,97 8,80 72,49 5,10 -23 -9,4 17,06 1,20 4,94 0,34 23 73,4 128,85 9,07 74,94 5,27 -22 -7,6 18,83 1,29 5,73 0,40 24 75,2 132,82 9,35 77,43 5,45 -21 -5,8 19,65 1,38 6,54 0,46 25 77,0 136,86 9,63 79,98 5,63 -20 -4,0 21,00 1,47 7,38 0,51 26 78,8 140,98 9,92 82,58 5,81 -19 -2,2 22,39 1,57 8,23 0,57 27 80,6 145,20 10,22 85,23 6,00 -18 -0,4 23,82 1,67 9,14 0,64 28 82,4 149,48 10,52 87,93 6,19 -17 1,4 25,29 1,78 10,05 0,70 29 84,2 153,85 10,83 90,69 6,38 -16 3,2 26,81 1,88 11,00 0,77 30 86,0 158,32 11,14 93,51 6,58 -15 5,0 28,37 1,99 11,97 0,84 31 87,7 162,86 11,46 96,37 6,78 -14 6,8 29,98 2,11 12,97 0,91 32 89,6 167,50 11,79 113,80 8,01 -13 8,6 31,63 2,22 14,00 0,98 33 91,4 172,23 12,12 116,78 8,22 -12 10,4 33,33 2,34 15,06 1,06 34 93,2 177,04 12,46 105,32 7,41 -11 12,2 35,07 2,46 16,15 1,13 35 95,0 181,94 12,81 108,41 7,63 -10 10,0 36,87 2,59 17,27 1,21 36 96,8 186,93 13,16 111,57 7,85 -9 15,8 38,71 2,72 18,12 1,29 37 98,6 192,02 13,52 114,78 8,08 -8 17,6 40,60 2,85 19,60 1,38 38 100,4 197,21 13,88 118,06 8,31 -7 19,4 42,55 2,99 20,81 1,46 39 102,2 202,49 14,25 121,39 8,54 -6 21,2 44,54 3,73 22,06 1,55 40 104,0 207,85 14,63 124,79 8,78 -5 23,0 46,59 3,28 22,33 1,64 41 105,8 213,32 15,02 128,25 9,03 -4 24,8 48,69 3,42 24,65 1,73 42 107,6 218,89 15,41 131,77 9,27 -3 26,6 50,85 3,58 25,99 1,83 43 109,4 224,56 15,81 135,35 9,53 -2 28,4 53,06 3,73 27,37 1,92 44 111,2 230,33 16,22 139,01 9,78 -1 30,2 55,32 3,89 28,79 2,02 45 113,0 236,20 16,63 142,72 10,05 0 32,0 57,65 4,05 30,24 2,12 1 33,8 60,03 4,22 31,73 2,23 46 114,8 242,17 17,05 146,50 10,31 2 35,6 62,47 4,39 33,26 2,34 47 116,6 248,25 17,48 150,35 10,58 3 37,4 64,92 4,57 34,82 2,45 48 118,4 254,35 17,91 156,26 11,00 4 39,2 67,52 4,75 36,42 2,56 49 120,2 260,73 18,36 158,23 11,44 5 41,0 70,14 4,93 38,06 2,68 50 122,0 267,13 18,81 162,29 11,42 6 42,8 72,83 5,12 39,75 2,79 51 123,8 273,64 19,27 166,41 11,71 7 44,6 75,57 5,32 41,47 2,92 52 125,6 280,25 19,73 170,60 12,01 8 46,4 78,38 5,51 43,23 3,04 53 127,4 286,99 20,21 174,87 12,31 9 48,2 81,26 5,72 45,03 3,17 54 129,2 293,84 20,69 179,20 12,61 10 50,0 84,20 5,92 46,87 3,30 55 131,0 300,78 21,18 183,61 12,93 11 51,8 87,20 6,14 48,76 3,43 56 132,8 307,86 21,68 188,09 13,24 12 53,6 90,28 6,35 50,69 3,56 57 134,6 315,05 22,18 192,64 13,56 13 55,4 93,42 6,57 52,66 3,70 58 136,4 322,36 22,70 197,27 13,89 14 57,2 96,64 6,80 54,68 3,85 59 138,2 329,80 23,22 201,97 14,22 15 59,0 99,92 7,03 56,74 3,99 60 140,0 337,35 23,75 206,75 14,55 Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 69 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 70 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 71 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 72 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” TABELA PRÁTICA DE TESTE DE BALANCEAMEN IRCUITOS FIR ORÍFICOS AJUSTAGEM DA VÁLVULA DE EXPANSÃO TE O E SUB-RESFRIA ∆3°C SA = ∆1°C SR SUPERAQUECIMEN TO DE C IG RMOSTÁTICA (SUPERAQUECIMENT TO - SA SUB-RESFRIAMENTO - SR MENTO) PROVIDÊNCIA AUMENTA DIMINUI AUMENTA UIDIMIN ABRIR ÁLVULA DE EXPANSÃO V x x xF D EC A E EXP H R VÁLVULA ANSÃO x ADICIO EFRIG NAR R ERANTE x x RETIRA EFRIG R R ERANTE x x SA = T (sucção) – Tsat (baixa pressão) R = T t (alta pressão) – TL (líquido) PARA SUPERAQUECIMENTO: MANÔMETRO DE BAIXA NA SUCÇÃO DO COMPRESSOR PARA SUB-RESFRIAMENTO: MANÔMETRO DE ALTA NA DESCARGA DO COMPRESSOR CONDIÇÕES NORMAIS DE OPERAÇÃO: L S sa •VISOR DE LÍQUIDO: LIMPO, SEM BOLHAS •NÍVEL DE ÓLEO: VISÍVEL NO VISOR •PRESSÃO DE ALTA PARA CONDENSAÇÃO: A AR DE 14,0 A 23,5 BAR (203 - 340 PSIG) A ÁGUA DE 12,5 A 17,0 BAR (181 - 246 PSIG) •PRESSÃO DE BAIXA: 4,1 A 6,0 BAR (59 - 87 PSIG) •PRESSÃO DE ÓLEO: 1,6 A 2,7 BAR (23 - 40 PSIG) ACIMA DA PRESSÃO DE SUCÇÃO •SUPERAQUECIMENTO: 6 A 9°C PARA MÁQUINAS A AR E ÁGUA •SUB-RESFRIAMENTO: 7 A 11°C PARA MÁQUINAS A ÁGUA 11 A 15°C PARA MÁQUINAS A AR •TENSÃO ELÉTRICA: DE PLACA ± 10 % •CORRENTE ELÉTRICA: OBSERVAR O CATÁLOGO DO EQUIPAMENTO Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 73 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ A ORAT R DE MÁQ TÉ M A - MTL B Ó IO UINAS R IC S L CÁLCULO DE CARGA TÉ R 5858/1983.RMICA - ABNT NB LO ARCAL A CONDICION : UNID R T CADES FATO PO ÊN IAGANHOS DE CALOR hm² kcal/h kcal/ OBSERVAÇÃO 1 - JANELA AS - INSOL ÇÃO SEM PROTEÇÃO 1.1 - Norte 240 1.2 - Nordeste 240 1.3 - Este 270 1.4 - Sudeste 200 1.5 - Sul 0 1.6 - Sudoeste 400 1.7 - Oeste 500 1.8 - Noroeste 350 PROT NEÇÃO I TERNA 1.1a - Norte 115 1.2a - Nordeste 95 1.3a - Este 130 1.4a - Sudeste 85 1.5a - Sul 0 1.6a - Sudoeste 160 1.7a - Oeste 220 1.8a - Noroeste 150 PR E NOTEÇÃO XTER A 1.1b - Norte 70 1.2b - Nordeste 70 1.3b - Este 85 1.4b - Sudeste 70 1.5b - Sul 0 1.6b - Sudoeste 115 1.7b - Oeste 150 1.8b - Noroeste 95 2 - JANEL SMAS - TRAN ISSÃO 2.1 - Vidro comum 50 2.2 - Ti o r ojolo de vidr ou vid o dupl 25 3 - PAREDES C Ã EONSTRUÇ O LEV 3.1 - Ex r lternas voltadas pa a o su 13 3.2 - Ex r n sternas voltadas pa a outras orie taçõe 20 C Ã AONSTRUÇ O PES DA 3.1a - Ex r lternas voltadas pa a o su 10 3.2a - Ex r n sternas voltadas pa a outras orie taçõe 12 3.3 - Int d ra e co s ernas vo ndiciona lta do as pa ambi ntes não 8 4 - TETO 4.1 - Em laje 75 L uaje 2,5 cm o mais 4.2 - de isolação 60 4.3 - E sntre andare 13 4.4 - Sob t selhado i olado 18 4.5 - S sob telhado em isolação 40 5 - PISO 5.1 - Piso não colocado diretamente sobre o solo 13 6 - PESSOAS 6. - Número de pessoas 150 7 - PORTAS OU VÃOS 7.1 - Abertos co ndiciona ns da tantement s e para áreas não co 150 Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 74 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” 8 - ILUMINAÇÃO E APARELHOS WATT 8.1 - Lâmpadas ou aparelho elétrico 0 1 0 SUBTOTAL 0 FATOR CLIMÁTICO DA REGIÃO 0,95 CARGA TÉRMICA TO 0 BTU/h 0TAL (kcal/h) Res vantaponsável pelo le mento: Data: Equipamento Potênc Quant. kcal) Lâmpadas ia (W) Dissip.Térmica ( orComputad Impressora Frigobar Televisão TOTAL 0 Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 75 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” TABELA DE APLICAÇÃO DE CONDUTORES ELÉTRICOS - SÉRIE MÉTRICA (mm²) CORRENTE DIS METROSTÂNCIA EM (AM 12 15 18 21 24 27 30 36 4 48 54 60 70 80 90 100P RE)È 6 9 2 0,45 1 ,5 1 ,5 1,5 5 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 5 1,5,5 1,5 1 ,5 1,5 1 1, 5 1,5 1,5 1,5 1, 0,91 1, 1,5 1 5 1,5 5 1,5 1,5 5 1,5 1,5 1,5 5 1,55 1,5 ,5 1,5 1, 1, 1,5 1, 1,5 1, 1,36 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 5 1,55 1,5 5 1,5 1, 1,82 1, 1,5 1 ,5 1,5 5 1, 1,5 ,5 1,5 1,5 1,5 5 1,55 1,5 ,5 1,5 1 1, 5 1,5 1 1,5 1, 2,27 5 1 ,5 1,5 5 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,51,5 1,5 1, ,5 1,5 1 1, 5 1,5 1,5 1,5 2,72 5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 2,51,5 1,5 1, 5 1,5 3,18 1, 1,5 1 ,5 1,5 5 1, 1,5 5 1,5 1,5 2,5 2,5 2,55 1,5 ,5 1,5 1 1, 5 1,5 1, 1,5 3,64 ,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1, 1,5 1,5 1,5 2,5 2,5 2,51,5 1,5 1 5 2,5 4,09 1 ,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1, 1,5 1,5 1,5 2,5 5 4,0, 15 1,5 5 2,5 ,2 4,55 1, 1,5 1 ,5 1,5 5 1, 1,5 ,5 1,5 2,5 2,5 0 4,05 1,5 ,5 1,5 1 1, 5 1,5 1 2,5 4, 5,00 1, 1,5 1 ,5 1,5 1,5 1,5 1,5 2,5 2,5 4,0 0 4,05 1,5 ,5 1,5 1 1,5 1,5 2,5 4, 5,45 1, 1,5 1 ,5 1,5 5 1 1, 2,5 2,5 4,0 0 6,05 1,5 ,5 1,5 1 1, ,5 5 1,5 2,5 2,5 4, 6,82 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 2, 2,5 2,5 4,0 4,0 6,0 6,05 1,5 5 4,0 9,09 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 2,5 2,5 2, 4,0 4,0 4,0 6,0 0 6,05 1,5 5 4,0 6, 11,35 1, 1,5 1,5 1,5 1,5 2,5 2,5 2,5 2,5 4, 4,0 4,0 6,0 6,0 10,0 10,05 1,5 0 6,0 13,60 1, 1,5 1,5 1,5 2,5 2,5 2,5 4,0 4,0 4, 6,0 6,0 6,0 10,0 10,0 10,05 1,5 0 6,0 15,90 2 2,5 2 5 2,5 0 4 4,0 6,0 6,0 1 10,0 10,0,5 2,5 ,5 2,5 2, 4, ,0 6, 6,00 0,0 10,0 18,20 5 2 ,5 4,0 0 4 6, 6,0 10,0 1 10,0 16,0 16,02,5 2,5 2, ,5 2,5 2 4, ,0 0 6,0 6,0 0,0 20,40 4 4,0 4 ,0 4,0 0 4, 6,0 10,0 10,0 1 16,0 16,0,0 4,0 ,0 4,0 4 4, 0 6,0 6,0 0,0 16,0 22,70 4 4,0 4 0 4,0 0 6,0 6,0 0 10,0 10,0 1 16,0 16,0 16,0,0 4,0 ,0 4,0 4, 4, 6, 6,0 0,0 25,00 4, 4,0 0 4,0 0 6 6,0 10,0 10,0 1 16,0 16,00 4,0 4 ,,0 4,0 4 6, ,0 10,0 10,0 6,0 16,0 27,30 6, 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 10, 10,0 10,0 16,0 1 16,0 25,00 6,0 0 6,0 16,0 29,50 6 ,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 10,0 10, 10,0 10,0 16,0 1 16,0 25,0 25,0,0 6,0 6 0 6,0 31,80 6, 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 6,0 10,0 10, 10,0 16,0 16,0 16,0 25,0 25,0 25,00 6,0 0 34,10 6 ,0 0 6,0 0 10 0,0 16,0 16,0 1 25,0 25,0,0 6,0 6 6,0 6,0 6, 6, ,0 1 10,0 16,0 6,0 25,0 36,40 10 ,0 1 10,0 10, ,0 16,0 16,0 25,0 25,0,0 10,0 10 0,0 10,0 10,0 10,0 0 10 10,0 16,0 16,0 25,0 38,60 1 10,0 10 16,0 16,0 25,0 25,0 25,010,0 10,0 10,0 0,0 10,0 10,0 10,0 ,0 10,0 16,0 16,0 25,0 40,90 1 ,0 10,0 1 ,0 10,0 10,0 10,0 10,0 16, 16,0 16,0 16,0 25,0 50,00 0,0 10,0 1 0,0 10 0 25,0 2 ,05 43,20 1 10,0 10,0 10,0 16,0 1 ,0 16,0 25,0 25,0 50,010 ,0,0 10,0 10 0,0 10,0 10,0 6,0 16 25,0 25,0 45,50 1 ,0 16,0 1 ,0 16,0 16,0 16,0 16,0 16, 16,0 16,0 25,0 25,0 50 50,06,0 16,0 16 6,0 16 0 25,0 ,0 Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 76 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” TABELA DE AP DOMÉSTICO PO MODELO DIMENSÕES EM LICAÇÃO DE TUBOS - CONDICIONADOR TÊNCIA mm APA OMPRESSOR BAIXA ANSÃORELHO C ALTA EXP 7 100 AE 240 455 - 1/4'' 520 - 5/16'' 5 - 5/16''39 AE 5470 10 000 AK 5510 500 - 5/16'' 550 - 3/8'' 0 - 1/4''34 AJIT 635 - 5/16'' 525 - 3/8'' 0 - 1/4''43 AJ 5610 FA 635 - 6/16'' 525 - 3/8'' 0 - 1/4''43 AJ 5510 FD JRH4 600 - 5/16'' 540 - 3/8'' '340 - 1/4' TCM 2 100 430 - 5/16'' 650 - 3/8'' 350 - 1/4'' AK 100 500 - 5/16'' 550 - 3/8'' 380 - 1/4'' AK 100 111 500 - 5/16'' 660 - 3/8'' 420 - 1/4'' AJI RA 12 000 AK 5512 480 - 5/16'' 700 - 3/8'' 345 - 1/4'' AK 111 AJT 12 530 - 3/8'' '530 - 5/16'' 320 - 1/4' JRR4 680 - 3/8'' - 1/4''540 - 5/16'' 345 TCM 2 180 E '' 3/8'' ''5/16 1/4 AK 111 ES 111 14 0 AJ 5515 /16'' 550 - 3/8''00 550 - 5 AJ 600 AJ T 12 6'' 530 - 3/8''635 - 5/1 AJ 5515 F /16'' 750 - 3/8''550 - 5 REB 3 6'' 990 - 3/8''550 - 5/1 AJ 5515 E /16'' 530 - 3/8''620 - 5 AK 115 ES 111 6'' 820 - 3/8'' - 1/4''480 - 5/1 200 18 000 AJ 5519 ED 6'' 530 - 1/2''530 - 5/1 AJ 5518 E /16'' 530 - 1/2''520 - 5 REY 3 6'' 620 - 1/2''540 - 5/1 30 0 AH 5531 ED '' 1270 - 1/2''00 710 - 3/8 Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 77 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” TA ICO POTÊN CAPI COR BELA DE APLICAÇÃO DE CAPILAR - CONDICIONADOR DOMÉST CIA MODELO LAR VAZÃO CARGA CARGA APAR SOR Diâm. x CÓDIGELHO COMPRES Comp. MÁXIMA MÍNIMA O REFRIG. ÓLEO 1.750 kcal/h A 397E 240 ES 7.000 BTU/h A 6 OM 34E 5470 ED 0,054" x 54" 7,0 ,6 MARR 0 AE 54 4270 EA 6 384 2.125 kcal/h AJ1Q 52-D 4 887 8.500 BTU/h UFC9 0,054" x 7,3 RR. 5242-D 40" 7,7 LARJ/MA 800 AK55 52410E-D 502 AJ1 510 87T-D 8 AJ1P 0,064" x 9,1 O 51012-D 54" 9,6 PRET 769 2.250 kcal/h UFC9 5103-D 800 9.000 BTU/h AJ1 570 87Q-D 8 UFC 0,064" x 8,3 E 5792-D 64" 8,8 VERD 0 008 AK551 450E-D 4 502 JRH4 01 0,054" 7,3 RR. 4800 PAV x 40" 7,7 LARJ/MA 2 AJ1 570 87T-D 8 AK 100 54ES 111 5 UFC9 573-D 0 800 AJ 55 0,064" x 9,1 O 4510 F 54"' 9,6 PRET 4 2. AJ 551 65500 kcal/h 0 FD 0 10. TCM 2 567000 BTU/h 100 E AK55 650 0210E-D 5 AK 1 54500 ES UFC 0,064" x 8,3 E 65092-D 64" 8,8 VERD 800 AJ1Q 650-D 887 AJ1 0,064" x O 740T-D 60" AMAREL 887 UFC O 740 0093-D OUR 8 AJR 0,070" x 1 11,3 URO 625 6913-D 55" 1,9 AZUL ESC 7 AK 55 710 0212 ED 5 AK 1 53911 ES 3.000 kcal/h JRH4 0,070" x 1 9,7 CO 525PAV 72" 0,2 BRAN 12. AJT 625000 BTU/h 12D 887 AK 111 539ES 111 AJ 55 55312 E TCM 2 0,064" 9,1 O 662120 E x 54"' 9,6 PRET AJ 55 79415 F 3.500 kcal/h AJT 0,070" x 1 10,8 LHO 808 8712D 60" 1,3 VERME 8 14.000 BTU/h REB 3 879PFV AJ 55 85015 E AK 115 0,070" x 1 11,3 A URO 780ES 111 55" 1,9 ZUL ESC AJR13- 808 769D AJ 5518 ED 0,054" x 40" 7,7 7,3 LARJ/MARR. 964 4.500 kcal/h AJ 5519 ED 907 18.000 BTU/h REY 3 PFV 0,054" x 54" 7,0 6,6 MARROM 964 AJ 5518 E 0,070" x 72" 10,2 9,7 BRANCO 751 AJ 5518-D 0,070" x 60" x 2 11,3 10,8 VERMELHO 990 769 AJT15-D 990 887 AH 5524 ED 964 1331 5.250 kcal/h H206243AB 850 21.000 BTU/h SRC5-0200 0,054" x 54" 7,0 6,6 MARROM 794 AH 5524 E AB 5524 ED 794 AB 5524 FD 0,070" x 60" x 2 11,3 10,8 VERMELHO 964 1090 6.875 kcal/h AH 5531 E 1162 27.500 BTU/h AH 5531 ED 0,070" x 72'' x 2 10,2 9,7 BRANCA 1900 1300 7.500 kcal/h AB 5530 GD 30.000 BTU/h SRA 4 0250 PFV 0,070" x 55" x 2 11,9 11,3 AZUL ESCURO 1106 e central compacto H2O A303 AB 1830 1387 7.875 kcal/h AH 5534 EB 1446 31.500 BTU/h SRN4 0275 PFV 1191 9.000 kcal/h (CC) AH 5540 ED 0,080" x 65" x 2 ROSA 1928 1331 36.000 BTU/h H2 0A403AB 1276 TRIFÁSICO A5540EF 1928 1331 Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 78 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” URA PRESSÃO PRESSÃO TABELA DE PRESSÕES DE EQUILÍBRIO TEMPERAT DE AMBIENTE °C EQUILÍBRIO (psig) R 22 15 91 100 16 10397 20 114 117 22 5120 12 25 124 137 30 140 158 35 182163 40 195 207 1. Para teste de pressão de equilíbrio deve-se m atura constante e o sistema frio. 2. A pressão de equilíbrio deve ser sempre mais essão do R 22. 3. Quando a pressão de equilíbrio f a inado de ar (incondensável). 4. A pressão de equilíbrio regi bela, t a de 5 psig pa ou menos. anter a temper baixa que a pr or mais alta que a pressão do R 22, o sistem está contam strada na ta em uma tolerânci ra mais DIÂM TRO INTERNO CO GOE MPRIMENTO CÓDI 0,064 pol. ELO80 pol. AMAR m RO152,40 c OU 0,064 pol. 54 pol. PRETO 137,16 cm 0,070 pol. 60 pol. VERMELHO 152,40 cm 0,080 pol. ROSA65 pol. 165,10 cm 0,070 pol. NCO72 pol. BRA 182,88 cm 0,064 pol. 64 pol. EVERD 162,56 cm 0,064 pol. 48 pol. CINZA 121,92 cm 0,070 pol. 55 pol. ULAZ 139,70 cm ESCURO 0,054 pol. 54 pol. NMARRO 137,16 cm 0,054 pol. NJA45 pol. LARA 114,30 cm 0,054 pol. JA40 pol. LARAN 101,60 cm MARRON Tolerâncias: 3,2 cm no comprimento. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 79 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” V COMPRESSOR RESISTÊNCIA ÔHMICA AMPERAGEM CAPACITOR ALORES DAS RESISTÊNCIAS ÔHMICAS DOS COMPRESSORES M ORIGEM ARRA HA SOMA (AODELO NQUE MARC MPÈRE) (µF) A FR 13,99 ,12 15/17,5E5470E 10,90 3,90 4 A FR 3,30 0 4,08 11,60 35/45H5524E ,78 AH55 4E TC 3,40 0 4,19 12,20 352 ,79 AH55 1E FR 2,84 3,44 16,13 35/453 0,60 AH TC 3,76 0 4,43 16,15 355531E ,67 A FR 9,66 1 11,21 7,40 15/17,5J1P12 ,55 AJ1P 2 TC ,60 1 11,59 8,00 151 01 ,53 AJ1P 3 FR 1 11,44 7,20 17,5/201 9,85 ,59 AJ1Q FR 8,08 2,57 10,65 5,48 15/17,5 AJ1Q AR 1,25 2 13,40 6,10 15D 1 ,15 AJ1T AR 8,75 10,49 7,80 20D 1,74 A FR 7,40 1 8,75 8,80 25/30JR13 ,35 A TC 7,00 8,35 8,50 25JR 31 1,35 AJT1 D AR 8,90 10,20 9,00 252 1,38 AJT15D AR 6,04 1,02 7,06 11,50 35 AJT15 FR 5,20 0,91 6,11 12,40 25/30 AK TC ,50 2 9,95 5,70 155510E 7 ,45 A TC 10,10 1 11,82 6,80 15K5512E ,72 H20A24 AB ST 3,78 0 4,70 12,00 353 ,92 H20A303AB ST 3,14 0 3,80 15,20 35,66 TC SEH F ÊS AR = ENTINO ST= SUNDSTRAND= TECUM R = FRANC ARG Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 80 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” T POTÊNCIA MODELO REFERÊNCIA FABRICANTE ABELA DE APLICAÇÃO DE COMPRESSOR - CONDICIONADOR DOMÉSTICO APARELHO COMPRESSOR RMICO COMPRPROT. TÉ ESSOR 1.750 kcal/h 018 SICOMAE 240 ES NRP 22APK 5 7.00 TU/h NIT ERMETIQUE0 B AE 5470 ED KLIXON MRT 22APK LU E H 10 ED NRA 7983 111 TECUMSEHAK 55 8300 MRA B28 AJ 5510 F MRT 18 AKN 3021 LUNITE HERMETIQUE 2.500 kcal/h CSM 50 AIN TOOLAJ 5510FD 10.0 BTU/ M00 h AK 100 ES TIO 100/44 SICO NSP 24AKN 5018 ALN TOOLAJ1 TD CSM 32 JRH4 0100 PAV MRA 8949 207 COPELAND TCM 2 100 E MR 10 Jx / 5008 ELGIN AK 5512 ED NST OOAJ W 5001 TECUMSEH AK 111 ES NST OOAJ W 5001 SICOM AK 111 FS TIO 100 144 SICOM 3.000 kcal/h AJT 12 D CSM 30 AGN TOOL 12.000 BTU/h AJ 5512 E MST 16 AHN 3021 LUNITE HERMETIQUE JRR 4 PAV MRA 1703 207 COPELAND TCM 2 120 E MRT OOJx 5008 ELGIN AK 111 ES 111 SICOM AJ 5515 F CST 16 AKN 132 TECUMSEH 3.500 kcal/h REB 3 0150 PFV INTERNO COPELAND 14.000 BTU/h AJT 12 D KLIXON CSM 30 AGM TOOL AJ 5515 E CST OO AJN 3006 LUNITE HERMETIQUE AK 115 ES T19031/44 SICOM AJ 5518 ED CST 00 AHSF 3006 TECUMSEH 4.500 kcal/h CRA 1718 - 135 18.000 BTU/h AJ 5518 E CST OO AHPH 3006 LUNITE HERMETIQUE REY3 0175 PFV INTERNO COPELAND AJ 5519 ED KLIXON CSM OO AHN AH 5524 ED TECUMSEH 5.250 kcal/h H2 OB243AB SUNDSTRAND 21.000 BTU/h SRC5 0200 INTERNO COPELAND AH 5524 ED LUNITE HERMETIQUE AB 5524 ED TECUMSEH AH 5531 E TECUMSEH 6.875 kcal/h AB 5530 GD 27.500 BTU/h AH 5531 ED INTERNO TECUMSEH / LUNITE H2O A303 AB SUNDSTRAND SRA 4 0250 PFV COPELAND 7.875 kcal/h AH 5534 EB INTERNO TECUMSEH 31.500 BTU/h SRMA 0275 PFV COPELAND 9.000 kcal/h AH 5540 ED INTERNO TECUMSEH 36.000 BTU/h H2 0A403AB SUNDSTRAND Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 81 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” TABELA DE APLICAÇÃO DE CAPACITOR - CONDICIONADOR DOMÉSTICO POTÊNCIA COMPRESSOR CAPACITOR DO MOTOR APARELHO TIPO CAPACITOR EBERLE BRASIL 1.750 kcal/h AE 240 ES 20 / 380 7.000 BTU/h AE 5470 ED 15 / 380 DE 240 ES 20 / 380 3 / 380 AK 5510 ED 15 / 380 AJ 5510 F 17,5 / 380 AJ 5510 FD 25 / 440 2.500 kcal/h AK 100 ES 20 / 440 10.000 BTU/h AJ1 TD 20 / 380 JRH4 0100 PAV TCM 2 100 E 20 / 380 AK 100ES 111 20 /440 3 / 440 AK 5512 ED 15 /380 AK 111 FS JRR 4 PAV 17,5 /380 3.000 kcal/h AJT 12 /D 25 /380 12.000 BTU/h AJ 5512 E 17,5 /380 AK 111 ES 17,5 /440 TCM 2 100 E 17,5 /440 AK 111 ES 111 20 /380 3 / 440 AJ 5515 F 3.500 kcal/h REB3 0150 PFV 25 /380 14.000 BTU/h AJT 12 D AJ 5515 E 30 /380 AK 115 ES 25 /380 3 / 440 AJ 5518 ED 25 /380 4.500 kcal/h AJ 5518 E 30 /380 18.000 BTU/h REY3 0175 PFV 35 /380 AJ 5519 ED 3 / 440 AH 5524 ED 5.250 kcal/h H206243AB 21.000 BTU/h SRC5-0200 AH 5524 E AB 5524 ED AB 5524 FD 6.875 kcal/h AH 5531 E 27.500 BTU/h AH 5531 ED 7.500 kcal/h AB 5530 GD 30.000 BTU/h SRA 4 0250 PFV e central compacto H2O A303 AB 7.875 kcal/h AH 5534 EB 31.500 BTU/h SRM4 0275 9.000 kcal/h (CC) AH 5540 ED 36.000 BTU/h H2 0A403AB TRIFÁSICO A5540EF Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 82 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” RELAÇÃO DE MATERIAL E FERRAMENTAS PARA OF E REFRIGERAÇÃO. ANEXO 02 - PROJETO . PREÇO ICINA D ITEM QTE UND ESPECIFICAÇÃO UNITÁRIO TOTAL 1 1 um Alicate de pressão 200 mm, BELTZER. 2 1 um Alicate para desencapar fios, CONEXEL, CORNETA ou similar. 3 1 um Alicate para prensar terminal elétrico pré-isolado BURNDY ou CORNETA. 4 1 um Alicate para selar tubos, comprimento 200 mm, BELTZER. 5 1 um Alicate universal cabo isolado para 1.000 V, 200 mm de comprimento. BELTZER 6 1 um Alicate volt-amperímetro com escala para tensão até 1.000 V, escala para corrente até 300 A e escala para resistência para continuidade, SNAP, YOCOGAWA ou similar. 7 1 uma Almotolia 250 ml 8 1 um Araldite ultra-rápido 9 1 um Arco de serra manual, cabo de metal, comprimento 300 mm. 10 50 uma Arruela de fibra para encosto de motor 11 1 um Balde de plástico, capacidade 10 litros 12 2 uma Bancadas para trabalhos 13 L Batida de pedra (quantil, underseal ou similar) 14 kg Bidim 15 1 um Bomba de alto vácuo, vazão 7,5 m³/h e pressão residual final de 20 µHg, ROBINAIR ou similar. 16 1 uma Bomba lava-jato 17 1 um Botijão de gás butano capacidade 13 kg 18 2 uma Broca de aço rápido Ø 1/8” 19 2 uma Broca de aço rápido Ø 9/64” 20 par Bucha de bronze para motor de 1/8 CV 21 1 uma Calculadora de bolso simples, 8 dígitos. 22 4 um Cap de latão de Ø1/4”. 23 1 um Capacitor eletrolítico para partida de motor monofásico de 1,5 CV. 24 2 um Carro para transporte 25 1 um Cavalete articulado em alumínio altura 1,5 m 26 1 uma Chave allen 5/32” com haste longa 27 2 uma Chave canhão de Ø 1/4” 28 1 uma Chave catraca para refrigeração, de 1/2” ROBINAIR. 29 1 uma Chave catraca para refrigeração, de 1/4” ROBINAIR. 30 1 uma Chave catraca para refrigeração, de 3/8” ROBINAIR. 31 1 uma Chave catraca para refrigeração, de 5/16” ROBINAIR. 32 1 uma Chave de fenda phillips tipo cotoco 3/16 x 12”. 33 1 uma Chave de fenda reta tipo cotoco 3/16 x 12”. 34 1 uma Chave de regulagem 8” 35 1 um Cilindro para nitrogênio capacidade 6,6m³ 36 1 uma Coil cleaner (bambona com 30 kg) 37 L Cola Fórmica (para bidim) 38 1 uma Coluna de empilhar altura 2,5 m 39 1 um Compressor de ar 40 1 um Conjunto analisador de pressão (manifold) ROBINAIR, JB ou IMPERIAL, completo (com 3 mangueiras de alta pressão). 41 1 um Conjunto de chave de boca fixa, de ¼ a 1.1/4” BELTZER Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 83 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” PREÇO ITEM QTE UND ESPECIFICAÇÃO UNITÁRIO TOTAL 42 1 um Conjunto de chave de fenda phillips de 1/8 x 5”; 3/16 x 8” e ¼ x 8”. 43 1 um Conjunto de chave de fenda reta de 1/8 x 5”; 3/16 x 8”; ¼ x 8” e 3/8 x 12”. 44 1 um Conjunto de chave estrela (anel) de 6 a 38 mm. BELTZER 45 1 um Conjunto de pintura (compressor, pistola e mangueira) 46 1 um Conjunto de vazadores STARRETT 47 1 um Conjunto flangeador para refrigeração, completo (morsa para Ø 1/8” a 1/2” e de 5/8”a 3/4”,e o cone flangeador). 48 1 um Conjunto para solda oxiacetilênica SA White Martins, AGA ou RECORD, com capacidade para 1m³ de oxigênio e 1 kg de acetileno, completo com maçarico, mangueiras e etc. 49 1 um Cordão de luz (gambiarra) com cabo de 5 m 50 1 um Cortador para tubo de cobre (corta frio) Ø até 1”, ROBINAIR 51 1 um Curvador para tubos de cobre de Ø ¼ a 5/8” 52 1 uma Escala articulada de plástico de 2 m. 53 1 uma Escova de aço para soldador com cabo 54 1 uma Espátula de aço para pintura 55 1 um Espelho de aumento (tipo odontológico). 56 1 um Espelho plano de 100 x 500 mm. 57 1 uma Esponja para cozinha 58 1 um Esquadro de serralheiro 90º 59 1 uma Extensão elétrica de cabo pirastic 2 x 2,5 mm² de 10 m, com pino e tomada monofásica para 15 A. 60 1 uma Extensão para teste (3 pinos) 61 1 uma Faca pequena 62 1 um Ferro de solda para eletrônica de 100 W x 220 V bico reto. 63 1 um Ferro de solda para rádio 100 W, 220V 64 Filtro de poliuretano (para reposição) 65 1 uma Fita isolante de papel crepom 66 1 uma Fita isolante de plástico 50 m 67 1 um Fluxo para solda prata 68 1 uma Furadeira elétrica portátil (besouro) Ø ½” 69 1 uma Furadeira manual 70 500 g Graxa 71 1 um Isqueiro a gás (tipo Bic chama) 72 1 um Jogo completo de ferramentas 73 5 uma Lâmina de serra RS 1218 STARRETT 74 5 uma Lâmina de serra RS 1232 STARRETT 75 1 uma Lâmpada incandescente 100 W x 220 V. 76 1 uma Lâmpada incandescente 60 W x 220 V. 77 1 um Lampião a gás 300 W 78 1 uma Lima chata bastardinha, picado cruzado, 10” de comprimento 79 20 uma Lixa para ferro G 100 80 1 um Loctite para buchas 81 3 m Mangueira de plástico transparente (cristal) Ø 3/8” x 0,8 mm 82 1 uma Manta de plástico de 2 x 2 m 83 1 um Martelo de bola 250 g. 84 1 um Martelo de bola 500 g. 85 1 um Martelo picotador 86 1 kg Massa de calafetar 87 1 um Meghometro de manivela com escala de 1.000 MΩ e 500 V YOCOGAWA ou similar. Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 84 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 85 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br PREÇO ITEM QTE UND ESPECIFICAÇÃO UNITÁRIO TOTAL 88 Morsa n°. 3 89 1 um Multímetro com escala de resistência para baixos valores. Digital. Se for analógico que tenha o valor 10 Ω, no centro da escala (para ter precisão). 90 4 um Niple de latão SAE Ø1/4”. 91 1 par Óculos de proteção para solda oxiacetilênica 92 1 um Ohmímetro 93 2 um Óleo M1 STARRETT 94 1 L Óleo para motor 95 1 um Paquímetro 96 500 um Parafuso AA 4,2 x 9 mm 97 1 um Pente para aletas de serpentina. ROBINAIR 98 4 uma Porca curta de latão Ø1/4”. 99 30 uma Porca rápida 100 1 um Punção alargador de bater Ø 1/8” a 3/4”, ROBINAIR 101 1 um Punção de marcar ponta com 60º 102 1 um Punção para desmontar bucha de bronze em motores 103 1 uma Rebitadeira para rebite de compressão de alumínio. 104 kg Refrigerante R 11 105 kg Refrigerante R 12 106 kg Refrigerante R 22 107 1 um Regulador de pressão para nitrogênio SA White Martins, AGA ou RECORD. 108 1 um Riscador para serralheiro 109 1 um Rolo de lã para pintura de 9 cm 110 Sabão para limpeza (líquido) 111 500 g Solda phoscoper 112 250 g Solda preparada para rádio, 50 x 50, Ø 1 mm. 113 1 uma Talhadeira de aço cromo-vanadium lâmina de ½” 114 1 um Tanque para água de cimento-amianto capacidade de 1000 litros 115 1 um Tanque para inspeção de vazamentos 116 50 um Terminal de encaixe, latão, tipo bandeira (90º) 117 20 um Terminal tipo olhal pré-isolado, 2,5 mm² 118 2 um Termômetro de vidro a álcool de -20 a +60°C. 119 1 um Termômetro eletrônico com capacidade para 5 sensores e faixa de medição de -50°C a 150°C. 120 1 uma Tesoura para chapa de aço 121 1 uma Tesoura para tecido 122 L Tinta automotiva branco lótus, duco 123 kg Trapo ou pano para limpeza 124 2 uma Trincha para pintura de 1.1/2” 125 2 uma Trincha para pintura de 1/2” 126 1 um Vacuômetro eletrônico com faixa de medição de 20 a 20.000µHg, 220 V. 127 2 uma Válvula para engate rápido em tubo de Ø1/4” 128 5 uma Vareta de solda prata 129 1 uma Vassoura para bidê
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    REFRIGERAÇÃO CURSO PARA MECÂNICONÍVEL “A” Rev. 02/2002 Curso: MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO – NÍVEL “A” Refrigeração e Ar-Condicionado domésticos Professores: PEDRO DO NASCIMENTO MELO JUCIMAR DE SOUZA LIMA Página 86 Fone - 55 0xx85 9982-5275; e-mail: penmelo@cefetce.br ou jucimar@cefetce.br ANEXOS