Débora Couto
(nº8) – 7ºA
Anne nasceu na Alemanha em 1929. O seu
verdadeiro nome era Annelies Marie, mas a
sua família a chamava carinhosamente de
"Anne". Ela era a segunda filha do casal Otto
e Edith Frank.
Margot
FrankO pai era um homem de negócios e
oficial condecorado que lutou no
exército alemão durante a Primeira
Guerra Mundial.
A sua irmã, Margot,
era quatro anos mais
velha que Anne.
Em 1934, quando o nazismo fez aumentar as perseguições
aos judeus na Alemanha, a família mudou-se para
Amsterdão, na Holanda.
No mês de julho de 1942, a família Frank recebeu a
notícia de que seria obrigada a se mudar para um campo
de trabalhos forçados. Para fugir desse destino, a família
transferiu-se para um esconderijo no prédio onde
funcionava o escritório do pai.
O prédio onde Anne e a sua família se esconderam tinha dois
andares, com escritórios, um moinho e depósitos de grãos. O
esconderijo tinha alguns cômodos num anexo que ficava no fundo
do prédio. Para disfarçar o esconderijo, colocaram uma estante de
livros em frente da porta que dava para o anexo.
Anne e a sua família
desarrumou a casa. E o
pai deixou um
bilhete, com uma pista
falsa com o intuito de
levar os nazis a pensar
que a família tinham
viajado para a Suíça.
Johannes
Kleiman
Para montar o esconderijo, Otto
Frank contou com a ajuda dos
quatro funcionários em quem mais
confiava:
Victor Kugler, Johannes
Kleiman, Miep Gies e Bep Voskuijl.
Eles mais o pai de Johannes e o
marido de Miep eram os únicos que
sabiam da existência do
esconderijo.
Essas pessoas mantinham
os Frank informados sobre
a guerra e da perseguição
aos judeus.
Também levavam comida
que comprada no "mercado
negro", uma tarefa difícil e
arriscada
Os cidadãos não-judeus que
ajudavam judeus a se
esconderem corriam o risco
de ser executados pelos nazis
caso fossem descobertos.
Viviam muitas pessoas no
esconderijo e as condições
eram precárias.
A 4 de agosto de 1944, a
polícia nazi invadiu o
esconderijo. Todos os
refugiados foram levados para
interrogatório.
Victor Kugler e Johannes
Kleiman também foram
presos, ao contrário de Miep
Gies e Bep Voskuijl.
Miep e Bep regressaram ao
esconderijo e encontraram os
papéis de Anne espalhados no
chão e diversos álbuns de
fotografias da família.
Eles reuniram esse material e
o guardaram na esperança de
devolver à Anne depois que a
guerra terminasse.
Anne Frank e sua família foram mandadas para o
campo de Auschwitz, na Polônia. Aquele campo de
concentração, era também um campo de
extermínio. Idosos, crianças pequenas e todos
aqueles que fossem considerados inaptos para o
trabalho eram separados do demais e exterminados
de imediato.
Havia péssimas condições de higiene
propiciavam aparecimento de doenças.
Por isso, Anne teve sarna.
No dia 28 de outubro, Anne, Margot e a
senhora van Pels foram transferidas para
um outro campo, localizado em Bergen-
Belsen, na Alemanha. A mãe, Edith, foi
deixada para trás, permanecendo em
Auschwitiz.
Margot e Anne foram vítimas dessa
doença. E Anne morre com apenas
15 anos de idade, poucos dias depois
de sua irmã ter morrido. Seus corpos
foram atirados para uma pilha de
cadáveres e então cremados.
Otto Frank foi o único membro da
família que sobreviveu e voltou para
a Holanda. Ao ser libertado, soube
que a esposa havia morrido e que as
filhas haviam sido transferidas para
Bergen-Belsen. Ele ainda tinha
esperança de reencontrar as filhas
vivas.
Em julho de 1945, a Cruz Vermelha confirmou
as mortes de Anne e Margot. Foi então que
Miep Gies entregou a Otto Frank o diário que
Anne havia escrito. Otto mostrou o diário à
escritora Annie Romein-Verschoor, que tentou
sem sucesso publicá-lo. Ela mostrou o diário
ao marido, o jornalista Jan Romein, que
escreveu um texto sobre o diário de Anne

Anne Frank

  • 1.
  • 2.
    Anne nasceu naAlemanha em 1929. O seu verdadeiro nome era Annelies Marie, mas a sua família a chamava carinhosamente de "Anne". Ela era a segunda filha do casal Otto e Edith Frank.
  • 3.
    Margot FrankO pai eraum homem de negócios e oficial condecorado que lutou no exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial. A sua irmã, Margot, era quatro anos mais velha que Anne.
  • 4.
    Em 1934, quandoo nazismo fez aumentar as perseguições aos judeus na Alemanha, a família mudou-se para Amsterdão, na Holanda. No mês de julho de 1942, a família Frank recebeu a notícia de que seria obrigada a se mudar para um campo de trabalhos forçados. Para fugir desse destino, a família transferiu-se para um esconderijo no prédio onde funcionava o escritório do pai.
  • 5.
    O prédio ondeAnne e a sua família se esconderam tinha dois andares, com escritórios, um moinho e depósitos de grãos. O esconderijo tinha alguns cômodos num anexo que ficava no fundo do prédio. Para disfarçar o esconderijo, colocaram uma estante de livros em frente da porta que dava para o anexo. Anne e a sua família desarrumou a casa. E o pai deixou um bilhete, com uma pista falsa com o intuito de levar os nazis a pensar que a família tinham viajado para a Suíça.
  • 6.
    Johannes Kleiman Para montar oesconderijo, Otto Frank contou com a ajuda dos quatro funcionários em quem mais confiava: Victor Kugler, Johannes Kleiman, Miep Gies e Bep Voskuijl. Eles mais o pai de Johannes e o marido de Miep eram os únicos que sabiam da existência do esconderijo.
  • 7.
    Essas pessoas mantinham osFrank informados sobre a guerra e da perseguição aos judeus. Também levavam comida que comprada no "mercado negro", uma tarefa difícil e arriscada Os cidadãos não-judeus que ajudavam judeus a se esconderem corriam o risco de ser executados pelos nazis caso fossem descobertos.
  • 8.
    Viviam muitas pessoasno esconderijo e as condições eram precárias. A 4 de agosto de 1944, a polícia nazi invadiu o esconderijo. Todos os refugiados foram levados para interrogatório. Victor Kugler e Johannes Kleiman também foram presos, ao contrário de Miep Gies e Bep Voskuijl. Miep e Bep regressaram ao esconderijo e encontraram os papéis de Anne espalhados no chão e diversos álbuns de fotografias da família. Eles reuniram esse material e o guardaram na esperança de devolver à Anne depois que a guerra terminasse.
  • 9.
    Anne Frank esua família foram mandadas para o campo de Auschwitz, na Polônia. Aquele campo de concentração, era também um campo de extermínio. Idosos, crianças pequenas e todos aqueles que fossem considerados inaptos para o trabalho eram separados do demais e exterminados de imediato. Havia péssimas condições de higiene propiciavam aparecimento de doenças. Por isso, Anne teve sarna. No dia 28 de outubro, Anne, Margot e a senhora van Pels foram transferidas para um outro campo, localizado em Bergen- Belsen, na Alemanha. A mãe, Edith, foi deixada para trás, permanecendo em Auschwitiz.
  • 10.
    Margot e Anneforam vítimas dessa doença. E Anne morre com apenas 15 anos de idade, poucos dias depois de sua irmã ter morrido. Seus corpos foram atirados para uma pilha de cadáveres e então cremados. Otto Frank foi o único membro da família que sobreviveu e voltou para a Holanda. Ao ser libertado, soube que a esposa havia morrido e que as filhas haviam sido transferidas para Bergen-Belsen. Ele ainda tinha esperança de reencontrar as filhas vivas. Em julho de 1945, a Cruz Vermelha confirmou as mortes de Anne e Margot. Foi então que Miep Gies entregou a Otto Frank o diário que Anne havia escrito. Otto mostrou o diário à escritora Annie Romein-Verschoor, que tentou sem sucesso publicá-lo. Ela mostrou o diário ao marido, o jornalista Jan Romein, que escreveu um texto sobre o diário de Anne