FAIA_TÉCNICA DE COSTAS_JUL 2016 1
NATACAO 4 TEC e PLANEAM 50
EXERC TEC NAT AF MAR e CROL 63
EXERCÍCIOS TÉCNICOS 64
FAIA_TÉCNICA DE BRUÇOS_JUL 2016 73
PEDRO FAIA
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NATAÇÃO PURA
DESPORTIVA
técnica de
costas
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
“Viver é como andar de
bicicleta. Para manter o
equilíbrio é necessário
manter-se em movimento”
Albert Einstein
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
DEFINIÇÃO
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
DORSAL E SIMÉTRICA
As ações motoras realizadas pelos
M.S. e M.I. procuram assegurar
uma propulsão contínua.
A posição dorsal na técnica de
costas implica dificuldades
acrescidas em alguns aspetos e
facilidades noutros.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
DIFICULDADES
1. - Os apoios, o fundo da piscina,
a água e até a borda da piscina
ficarem fora do alcance visual,
donde qualquer aprendiz tem
muito mais medo de se deslocar
numa posição dorsal do que numa
posição ventral.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
DIFICULDADES
2. - A ação propulsiva dos braços
é realizada num plano que se situa
ao lado e atrás do corpo, ao
contrário das outras técnicas cujas
ações se efetuam num plano à
frente do corpo, logo mais natural.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
FACILIDADES
1. - É a única técnica em que as
vias respiratórias estão emersas,
não necessitando por isso de se
mover a cabeça para efetuar o
ciclo respiratório.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
REGULAMENTO
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
REGULAMENTO
1. Depois da partida e após as viragens, os nadadores
deverão abandonar a parede na posição de costas (dorsal)
e nadar nesta posição durante a prova, exceto quando
executam a viragem. A posição dorsal pode sofrer uma
rotação que não pode atingir os 90º da horizontal.
2. Na prova, alguma parte do nadador deve romper a
superfície, exceto na partida e após cada viragem, em que
o corpo pode estar submerso até uma distância de 15m da
parede.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
REGULAMENTO
3. Durante a viragem, os ombros poderão passar para a
posição ventral, mas os nadadores terão de retomar a
posição dorsal logo que abandonem a parede.
4. Ao terminar a prova, o nadador deve tocar a parede na
posição dorsal.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
POSIÇÃO DO CORPO
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
POSIÇÃO DO CORPO
O corpo deve encontrar-se
numa posição horizontal e
dorsal, com um ligeiro
afundamento da bacia para
permitir uma eficiente
pernada.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
POSIÇÃO DO CORPO
A posição da cabeça é determinante
para uma correta posição do corpo.
A linha da água deve passar por 3 pontos:
o queixo, as orelhas e a superfície da
nuca.
Uma posição mais alta da cabeça vai
provocar um afundamento excessivo da
bacia e consequentemente uma posição
do corpo que oferece mais resistência ao
avanço
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
POSIÇÃO DO CORPO
Se a cabeça estiver
demasiado afundada, a
respiração fica dificultada,
pois a água passa
constantemente por cima da
cara e a bacia eleva-se
demasiado, dificultando a
ação das pernas
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.I.
A ação dos M.I. compreende
movimentos alternados na vertical de
onde resultam duas fases: ascendente
e descendente.
No entanto, verifica-se que, quando
associados
à ação dos M.S. e mais propriamente
devido
à rotação do tronco, os movimentos das
pernas
não são rigorosamente verticais, mas
também lateralizantes.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO ASCENDENTE DOS M.I.
É a fase propulsiva da pernada.
O movimento é realizado de baixo para
cima, em direção à superfície,
iniciando-se na coxa, prolongando-se
com a extensão do joelho e terminando
no pé, com uma aplicação de força
crescente, provocando uma ação de
chicotada.
Os pés devem encontrar-se em
hiperextensão, ligeiramente fletidos para
dentro.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
ERROS MAIS FREQUENETS DA A.A. DOS M.I.
Movimento de “pedalagem”:
- perturba o alinhamento horizontal do
corpo.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DESCENDENTE DOS M.I.
É a fase de recuperação da pernada.
Após o final da fase ascendente, quando
o M.I. se encontra em extensão perto da
superfície, a perna desce estendida,
devido à pressão da água, com os pés
descontraídos, até uma profundidade que
pode variar entre os 30 e os 60cm.
O pé deve deslocar-se vertical e
lateralmente devido à rotação do eixo
longitudinal do corpo, compensando este
movimento.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
ERROS MAIS FREQUENETS DA A.D. DOS M.I.
Batimento demasiado profundo, o
que provoca uma inferior
propulsão e uma perturbação do
alinhamento horizontal.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.I.
PROGRESSÃO
PEDAGÓGICA PARA A
PERNADA DE COSTAS
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.I.
1. DESLIZES DORSAIS, COM M.S. AO LADO DO CORPO.
2. O MESMO, MAS COM M.S. ATRÁS DA CABEÇA.
3. O MESMO, MAS COM M.S. NO PROLONGAMENTO DO CORPO.
4. EXECUTAR A PERNADA DE COSTAS, EM SECO.
5. APOIADO NA BORDA DA PISCINA, EM POSIÇÃO DORSAL, EXECUTAR O MOVIMENTO DE PERNAS COSTAS.
6. REALIZAR BATIMENTOS DE PERNAS COSTAS EM IMERSÃO COMPLETA.
7. COM PLACA JUNTO À CINTURA E DEPOIS COM PLACA ATRÁS DA CABEÇA, BATIMENTO DE PERNAS COSTAS.
8. SEM PLACA, REALIZAR O BATIMENTO DE PERNAS, COM BRAÇOS AO LADO DO CORPO, COM UM BRAÇO NO
PROLONGAMENTO DO CORPO E DEPOIS COM OS DOIS NO PROLONGAMENTO DO CORPO.
9. O MESMO, MAS COM UM BRAÇO ELEVADO, EM EMERSÃO.
10. O MESMO, MAS OS DOIS EM EMERSÃO.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.S.
FASE SUBAQUÁTICA
ENTRADA
AÇÃO DESCENDENTE INICIAL
AÇÃO ASCENDENTE
AÇÃO DESCENDENTE FINAL
RECUPERAÇÃO AÉREA
ENTRADA
AÇÃO DESCENDENTE INICIAL
AÇÃO ASCENDENTE
AÇÃO DESCENDENTE FINAL
RECUPERAÇÃO AÉREA
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.S.
ENTRADA
O braço deve entrar na vertical, em
completa extensão na linha do ombro.
A palma da mão virada para fora, com o
dedo mínimo a entrar em 1º lugar,
permitindo que a mão “corte” a água e
não faça “chapa”.
O ombro deve afundar, através da
rotação do tronco sobre o eixo
longitudinal.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.S.
ENTRADA – ERROS COMUNS
 Cruzar a linha média do corpo na
entrada - perturba o alinhamento
lateral.
 Colocar o M.S. muito exterior à linha
do ombro - menor propulsão e reduz o
trajeto subaquático.
 Entrar com a face dorsal da mão -
menor propulsão e maior
arrastamento.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.S.
AÇÃO DESCENDENTE INICIAL
Após a entrada dá-se o
afundamento do braço.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.S.
AÇÃO ASCENDENTE
 Após a entrada e o afundamento do braço, inicia-se a
1ª fase propulsiva da braçada.
 Através da flexão do cotovelo, o nadador vai rodar a
mão para cima e na direção dos pés.
 Para que esta fase seja propulsiva, é necessário que
haja um bom afundamento do braço após a entrada da
mão, pois só assim se consegue uma boa flexão do
cotovelo, sem que a mão ultrapasse a linha da água.
 O cotovelo deve fletir, mas numa posição alta, até
formar um ângulo de 90º.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.S.
AÇÃO ASCENDENTE – ERROS COMUNS
Deixar “cair” o
cotovelo -
- menor propulsão.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.S.
AÇÃO DESCENDENTE FINAL
 Na sequência da fase anterior em que a
mão atingiu o seu ponto mais alto da
trajetória subaquática, dá-se a extensão
completa do braço, com a mão a rodar
para dentro e a terminar abaixo da coxa.
 Esta fase é a mais propulsiva da braçada,
até porque ela é feita em aceleração de
força crescente.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.S.
AÇÃO DESCENDENTE FINAL – ERROS COMUNS
.
Mudar a trajetória da mão
(só para cima) - menor
propulsão.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.S.
SAÍDA
 O braço deve sair da água estendido,
numa linha directa, mão virada para a
coxa, com o polegar em 1º lugar.
 A anteceder a saída da mão, dá-se uma
elevação do ombro que faz com que o
corpo rode ligeiramente sobre o eixo
longitudinal.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
AÇÃO DOS M.S.
SAÍDA– ERROS COMUNS
Trajetória aérea muito
lateralizante - perturbações
no alinhamento lateral.
Recuperação com os M.S.
fletidos - redução da fase
subaquática.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
RESPIRAÇÃO
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
RESPIRAÇÃO
 Em costas, a coordenação entre os movimentos de braços e a
respiração está facilitada, já que, estando as vias respiratórias
emersas, a cabeça não necessita (nem deve) de modificar a
sua posição para que o processo respiratório se realize.
 Deste modo e para evitar séries de pequenas respirações, o
nadador inspirará pela boca durante a recuperação de um
braço e expirará durante a recuperação do outro.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
COORDENAÇÃO
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
COORDENAÇÃO
BRAÇOS - BRAÇOS
 Há sempre um momento durante o nado, em que os
dois braços estão dentro de água, embora em
oposição.
 A mão do braço em recuperação deve entrar na
água quando o outro termina o empurre, mantendo,
assim, a continuidade das ações propulsivas e a
sincronização com a rotação do corpo em torno do
eixo longitudinal.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
COORDENAÇÃO
PERNAS - PERNAS
Quando uma perna inicia
a fase ascendente, a
outra começa a fase
descendente.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
COORDENAÇÃO
BRAÇOS - PERNAS
 Para que não se perca uma continuidade de
movimento, os nadadores de costas realizam 6
batimentos de pernas por 1 ciclo de braços.
 Durante o Empurre, a mão puxa as ancas para
esse lado. Para evitar a oscilação lateral daí
resultante, o nadador executa 1 batimento
(com a perna do mesmo lado do braço) para
cima e para dentro.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
PROGRESSÃO
PEDAGÓGICA PARA A
BRAÇADA DE COSTAS
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
1. REALIZAR A BRAÇADA DE COSTAS, SÓ COM UM BRAÇO.
2. EXECUTAR SOMENTE A SAÍDA DA MÃO, ALTERNADAMENTE COM 1 BRAÇO DE CADA VEZ.
3. BRAÇADA DE COSTAS, EM SIMULTÂNEO.
4. BRAÇOS COSTAS, COM PULLBOY.
5. O MESMO, MAS COM PARAGEM DOS BRAÇOS (AO LONGO DO CORPO, NO
PROLONGAMENTO DO CORPO E COM OS BRAÇOS EM EMERSÃO).
6. UM BRAÇOS FORA DE ÁGUA ENQUANTO O OUTRO EXECUTA O MOVIMENTO NORMAL.
7. TRAÇÃO DOS BRAÇOS, EMPURRANDO O SEPARADOR.
8. REALIZA SOMENTE O EMPURRE COM RECUPERAÇÃO SUBAQUÁTICA.
9. NADAR COSTAS COM OS PUNHOS FECHADOS.
10. REALIZA 4 BRAÇADAS COM 1 BRAÇO, 4 COM O OUTRO E 4 NORMAL.
PROGRESSÃO PEDAGÓGICA
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
PARTIDA DE COSTAS
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
PARTIDA DE COSTAS
 1. Cabeça baixa.
2. Cotovelos fletidos.
3. Corpo inclinado.
4. Joelhos fletidos.
5. Ancas fora de água.
Fase Prepatória
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
PARTIDA DE COSTAS
Voo
 1. Poderosa flexão plantar dos tornozelos.
 2. Trajeto mais rápido.
 3. Possível extensão para trás.
 4. Trajetória curvilínea.
 5. Braços juntos e estendidos.
 6. Costas arqueadas.
 7. Pernas juntas e estendidas.
 8. Pés alinhados.
 9. Cabeça dirigida para trás e para baixo.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
PARTIDA DE COSTAS
ERROS COMUNS
 1. Má colocação da cabeça no bloco e
no voo.
 2. Arrastar os pés na água durante o voo e
“aterragem” com as costas.
 3. Deslizar para a superfície antes de iniciar
a ação de pernas e de braços.
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
VIRAGEM DE COSTAS
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
VIRAGEM DE COSTAS
PROGRESSÃO
PEDAGÓGICA PARA A
VIRAGEM DE COSTAS
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DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO
VIRAGEM DE COSTAS
1. REALIZAR CAMBALHOTAS À VOLTA DO “PALITO”.
2. O MESMO, MAS À VOLTA DA DIVISÓRIA DA PISCINA.
3. NADAR 4 BRAÇADAS DE COSTAS E REALIZAR O ENROLAMENTO À FRENTE.
4. REALIZAR SOMENTE O ENROLAMENTO À FRENTE E COLOCAÇÃO DOS PÉS NA PAREDE EM
POSIÇÃO DORSAL.
5. REALIZAR O IMPULSO COM INÍCIO DO NADO.
6. EXECUTAR A APROXIMAÇÃO À PAREDE, COM ROTAÇÃO DO CORPO, CONTANDO O Nº DE
BRAÇADAS A PARTIR DAS “BANDEIROLAS” E ANTES DO ENROLAMENTO.
7. APROXIMAÇÃO, ROTAÇÃO E COLOCAÇÃO DOS PÉS NA PAREDE, EM POSIÇÃO DORSAL E
ALGUNS CENTÍMETROS ABAIXO DO NÍVEL DA ÁGUA.
8. O MESMO, MAS COM IMPULSO DA PAREDE.
9. REALIZAR A VIRAGEM COMPLETA COM INÍCIO DO NADO.
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NATAÇÃO PURA
DESPORTIVA
técnica de
costas
OBRIGADO
A NATAÇÃO
 Recreação
 Terapêutica
Natação
 Desportiva
 Natação pura
 Natação sincronizada
 Saltos
 Pólo aquático
Natação
 Salvamento
 Fins militares
 Mergulhadores
Natação
É AQUI QUE TUDO COMEÇA…
ATÉ SE PODER CHEGAR AQUI
ESTRUTURA DE UM PLANEAMENTO DE UMA
ÉPOCA DESPORTIVA (médio prazo)
 CICLO OLIMPICO (4 anos)
2013 2014 2015 2016
ESTRUTURA DE UM PLANEAMENTO DE
UMA ÉPOCA DESPORTIVA (curto prazo)
MACROCICLO I MACROCICLO II MACROCICLO III
MESOCICLO MICROCICLO e …unidade treino
CONDICIONANTES DO PLANEAMENTO
PLANEAMENTO
Nível Atletas
Objectivos
Técnico
Caracterização
4
1
2
3
CONDICIONANTES DO PLANEAMENTO
 Caracterização: (i) historial do
clube; (ii) análise época
anterior; (iii) condições de
trabalho.
 Objectivos: (i) programar /
definir; (ii) avaliar.
 Nível Atletas: (i) o que tenho;
(ii) para onde posso ir.
 Técnico: (i) capacidade de
lidar com estrutura dirigente;
(ii) com grupo nadadores; (iii)
com pais; (iv) com colegas.
Procurar garantir 1 carreira
desportiva a longo prazo
Planeamento Básico Grupo Desporto Escolar (Natação)
S O N D J F M A M J
MACRO 1 MACRO 2 MACRO 3
Meso 1 Meso2 Meso 3 Meso 4 Meso 1 Meso2 Meso 3 Meso 4 Meso 1 Meso2
4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros
3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT
P. P. G. P. P. E. Taper
>W AEROB eVOL >W ANAERB e <VOL <W (qt e ql)
Séries Prog e Neg Séries Específicas R. P.
Torn. Escola Fase Local 1 / 2 / 3 CR / CN / INT
Meios Auxiliares deTreino e Análise Cronométrica
Carreira Desportiva a Longo Prazo
 T. I. P. & E. P.
 C.D.L.P.:
6 – 9 treino dos fundamentos;
9-12 treino p/ skills;
12-15 treino p/ treinar;
15-18 treino p/ competir;
18 + treino p/ ganhar.
Rotinas para os nadadores
 Planear com antecedência até
à competição;
 Check list p/ a competição;
 Visualização de skills para: a
pré e a competição;
 Preparação (aquec/elim/finais;
 Skills p/ relaxação;
 Reforço hídrico e energético
(pré e após compet);
 Familiarização com ambiente
competitivo
ACÇÃO FORMAÇÃO - NATAÇÃO - DESPORTO ESCOLAR JUN/2016 - Exercícios Técnicos
MARIPOSA
# 15mts c/ ONDULAÇÕES em TORPEDO/DORSAL e VENTRAL
# 15mts c/ ONDULAÇÕES em FLECHA/PHF DORSAL e VENTRAL
# NA PARTE FUNDA da PISCINA, IMPULSÃO VERTICAL c/ AJUDA DOS MS (desenho da braçada)
# IMPULSO no FUNDO, SALTO de GOLFINHO e PERNADA e DEIXAR-SE DESLIZAR
# PRS M s/ PLACA nas 4 POSIÇÕES (360º)
# 15 mts PRS M c/ 1 BR (1xPR à entrada da mão e 1xPR à saída da mão) e DEPOIS c/ o OUTRO
# 25mts 2x SÓ BR D c/ PRS, SEGUIDO 2x c/ BR E e de SEGUIDA 2 CICLOS COMPLETOS
# 3xPrs, 1xCiclo completo (Brs c/2 bat. Prs)…
# 10" Prs M na vertical (parte funda da piscina), com Brs fora da água
# Partindo do "T" impulso, deslize, tocar com mãos na parede, emourrar, deslizar e voltar a bater
Prs e Brs até à parede, rápido s/ respirar
# EXERCÍCIOS COMBINADOS:
# PRS M, BRS B e PRS B, BRS M
# PRS M, BRS L
# PRS L, BRS M
# PRS M, BRS C NA POSIÇÃO DORSAL
LIVRES (CROL)
# PRS L s/ PLACA, c/ BRS FLECTIDOS pelo COTOVELO, FAZENDO > RESISTÊNCIA
# DE LADO, 6 BATIMENTOS PRS L, VIRAR p/ VENTRAL, DAR 3 BRS e VOLTAR p/ OUTRO LADO
e NOVAMENTE 6 BATIMENTOS PRS
# O MESMO, MAS c/ 4 BATIM PRS L e 5 BRS VENTRAL, VIRANDO p/ OUTRO LADO
# NADAR CROL, c/ RECUPERAÇÃO SUBAQUÁTICA
# 15mts L em CATCH-UP, 15 NADO NORMAL
# Nadar crol com um punho cerrado e a outra mão em apoio normal e trocar
# L c/ MUDANÇA de RITMO RESP (1/1; 2/2; 3/3; 4/4; 5/5)
# NADAR 5mts CROL, DESLIZAR 2"~3" e VOLTAR A NADAR
# DESLIZE DORSAL + 5mts, VIRAR 180º p/ VENTRAL e BATER PRS até aos 15mts
# Partindo do "T" impulso, deslize, tocar com mãos na parede, emourrar, deslizar e voltar a bater
Prs e Brs até à parede, rápido s/ respirar
# 10" Prs L na vertical (parte funda da piscina), com Brs fora da água
# Nadar 10mts, rolamento à frente e continuar a nadar
# EXERCÍCIOS COMBINADOS:
# PRS L BRS B e PRS B BRS L
# PRS M BRS L e PRS L BRS M
APVasconcelos/2016
Definição do perfil de referência do nadador
de alto rendimento (retrato-robot)
1. (i) filhos de campeões; (ii) vida motora rica na juventude; (iii)
grande vontade de se tornar um vencedor.
1. (i) grande estatura; (ii) grandes MS e MI; (iii) grandes pés e
mãos; (iv) ombros largos e bacia estreita.
1. (i) eficácia propulsiva; (ii) boa capacidade aeróbia; (iii) boas
qualidades neuro-musculares; (iv) boa capacidade
cardiovascular e respiratória; (v) grande deslize.
1. (i) história pessoal e familiar no desporto; (ii) qualidades:
autoconfiança, auto-estima, controlo da ansiedade, motivação
nos grandes momentos.
TALENTO visto a “Olhometro”
# Elevada Coordenação
# “Chapinhar pouco”
# Dar poucas braçadas (exerc técnico: tempo + nº braçadas)
# Bom deslize
# Bom equilíbrio
# Rápidas alterações técnicas (sensibilidade à água)
# Estatura
# Bom batimento de pernas + SUB (5º estilo)
Feedbacks das dificuldades verificadas nos jovens
nadadores, na passagem das Escolas de Natação para a
pré-competição:
 Partidas…sub…nado
 PHF
 Deslizes
 Giros
 Desenho Braçada BRUÇOS
 Coordenação da Respiração
com Braçada BRUÇOS (parar
braçada a meio)
 Paragem da braçada antes da
recuperação em COSTAS
 Pernada fraca a CROL
 Falta de ondulação básica na
MARIPOSA
 Outros…
Avaliação na “Formação”
(o que se pretende no final da Formação)
 4x25 em c/ técnica (velocidade)
 12´nado contínuo (resistência)
 4x50 pernas cada técnica (resist específica
/técnica)
 Deslize (“Flecha/PHF”) Ventral e Dorsal
 Viragens e Chegadas (c/semáforo)
 Teste de Flutuabilidade:
 Cotovelos 5p; 2/3 antebraço 4p; 1/3 antebraço
3p; pulso 2p; mão 1p.
 Teste de Deslize:
 < 7m: 1p; 7-8m: 2p; 8-9m: 3p; 9-10m: 4p; > 10m:
5p.
Avaliação na “Formação”
 PHF (streamline):
 Apertar as orelhas contra os
ombros e braços (extensão total)
 Manter pernas e pés juntos e
alinhados
 Manter a cara olhando para o
fundo (cabeça entre os braços,
em linha com o corpo)
 Apertar umbigo contra as costas
 1 mão sobre a outra
Obrigado pela atenção
Exercícios para a sensibilidade à água
 A sua aplicação está subordinada a uma
intenção de aumentar a capacidade de
percepção do movimento na água.
 Nos exercícios de deslize, o nadador
aprende a manipulação do arrastamento
total do corpo em deslocamento.
 Com os exercícios de “sculling”, o
nadador poderá melhorar a sensibilidade
das acções propulsivas, tirando o máximo
proveito das características físicas da
água.
Exercícios de Contraste
 São situações em que parâmetros do
movimento corporal, são manipuladas
de forma contrastante, de modo a
aumentar a sensibilidade e
compreensão sobre os movimentos.
 Estes exercícios permitem ao nadador
experimentar a diferença entre
movimentos correctos e incorrectos
nas 4 técnicas de nado.
 É fundamental que a execução
incorrecta seja sempre seguida pela
execução correcta contrastante.
Exercícios de Combinação (Híbridos)
 São exercícios de
coordenação motora
que englobam a
conjugação de 2
técnicas diferentes
(ex: braços bruços e
pernas crol).
Exercícios Específicos
 São exercícios constituídos
por destrezas específicas de
cada técnica ou exercícios
com o objectivo de
desenvolver a frequência de
ciclo gestual.
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NATAÇÃO PURA
DESPORTIVA
técnica de
bruços
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BRUÇOS
BRUÇOS
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TÉCNICA DE BRUÇOS
 RESUMO HISTÓRICO
 REGULAMENTO
DESPORTIVO
 POSIÇÃO DO CORPO
 ACÇÃO DOS M.S.
 ACÇÃO DOS M.I.
 SINCRON. M.S. / M.I ./
RESP.
 VIRAGENS E PARTIDAS
 PROGRESSÕES
PEDAGÓGICAS
 RESUMO HISTÓRICO
 REGULAMENTO
DESPORTIVO
 POSIÇÃO DO CORPO
 ACÇÃO DOS M.S.
 ACÇÃO DOS M.I.
 SINCRON. M.S. / M.I ./
RESP.
 VIRAGENS E PARTIDAS
 PROGRESSÕES
PEDAGÓGICAS
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1. RESUMO HISTÓRICO
TÉCNICA + ANTIGA
1837, 1º CAMP.
1900, REGULAMENTAÇÃO
RECUPERAÇÃO AÉREA
SEPARAÇÃO DO B. E DA M.
TÉCNICA + ANTIGA
1837, 1º CAMP.
1900, REGULAMENTAÇÃO
RECUPERAÇÃO AÉREA
SEPARAÇÃO DO B. E DA M.
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 POSIÇÃO DO CORPO
 MEMBROS SUPERIORES
 TRAJECTO DAS MÃOS
 MEMBROS INFERIORES
 POSIÇÃO DOS PÉS
 VIRAGENS E FINAL DA
PROVA
 CABEÇA
 COTOVELOS
2. REGULAMENTO
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3. POSIÇÃO DO CORPO
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FACIAL
VENTRAL
ALONGADA
HIDRODINÂMICA
LIGEIRO ABAIXA/ BACIA
3. POSIÇÃO DO CORPO
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Ação Lateral Exterior
Ação Descendente
Ação Lateral Interior
Recuperação
4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
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AÇÃO LATERAL EXTERIOR
 Início M.I. em recuperação
 Ligeira flexão coxas/tronco e pernas/coxas
 Joelhos à largura dos ombros
 Pés em flexão dorsal e rotação externa
 Pés para cima, fora e trás.
4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
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PRINCIPAIS ERROS NA A.L.E.
Orientação incorreta
dos pés
Empurrar a água para
trás
Grande flexão das
coxas sobre o tronco
4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
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AÇÃO DESCENDENTE
Inicia-se quando os
M.S. estão próximo da
extensão
Termina com a
extensão dos M.I.
4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
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PRINCIPAIS ERROS NA A. DESCENDENTE
Empurrar os
pés mais
depressa
para trás do
que para
baixo
4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
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AÇÃO LATERAL INTERIOR
 M.I. quase em extensão.
 Pés mudam de direção
(de descendente para
interior e para dentro).
 Termina com os M.I. juntos
(mov. dos pés para dentro
e para baixo).
4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
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PRINCIPAIS ERROS NA A.L.I.
 FLEXÃO PLANTAR ANTECIPADA.
 M.I. AFASTADOS
4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
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RECUPERAÇÃO
4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
 Início com M.I. juntos.
 Pés recuperam juntos
 Final, com aproximação dos
pés às nádegas.
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PRINCIPAIS ERROS NA RECUPERAÇÃO
Flexão exagerada
das coxas sobre o
tronco.
Recuperar com os
joelhos muito
afastados
4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
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PROGRESSÃO PEDAGÓGICA PARA A
AÇÃO DOS M.I.
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PROGRESSÃO PEDAGÓGICA PARA A AÇÃO DOS M.I.
 Fora d’ água, realizar movimentos “tipo Charlot”.
 Sentado, fazer movimentos idênticos, com ajuda do colega.
 O mesmo exercício mas sem ajuda.
 Sentado na borda da piscina, fazer movimentos idênticos, mas dentro
d’água.
 Dois a dois, um faz pernada de bruços, de costas e o outro executa o
reboque.
 O mesmo, mas sem placa.
 Pernada de bruços, ventral, com placa.
 O mesmo, tocando com as mãos nos calcanhares.
 O mesmo, segurando os pés cerca de 3’’.
 Executar a pernada de bruços, com um pé de cada vez.
 Com uma mão segura um pé, fazendo a pernada somente com o outro.
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5. AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES
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 AÇÃO LATERAL EXTERIOR
 AÇÃO DESCENDENTE
 AÇÃO LATERAL INTERIOR
 RECUPERAÇÃO
 SINCRONIZAÇÃO
5. AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES
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AÇÃO LATERAL EXTERIOR
 FASE POUCO PROPULSIVA
 INÍCIO NO FINAL DA REC.
 M.S. EM EXTENSÃO
 MÃOS ORIENTADAS PARA FORA E
TRÁS
 FASE POUCO PROPULSIVA
 INÍCIO NO FINAL DA REC.
 M.S. EM EXTENSÃO
 MÃOS ORIENTADAS PARA FORA E
TRÁS
5. AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES
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PRINCIPAIS ERROS NA A.L.E.
AFASTAMENTO
INSUFICIENTE DAS
MÃOS
AFASTAMENTO
EXAGERADO DAS
MÃOS
AFASTAMENTO
INSUFICIENTE DAS
MÃOS
AFASTAMENTO
EXAGERADO DAS
MÃOS
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AÇÃO DESCENDENTE
MÃOS CONTINUAM A
DIRIGIR-SE PARA
BAIXO E PARA FORA
ATÉ AO PONTO MAIS
PROFUNDO, COM
FLEXÃO DOS M.S.
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PRINCIPAIS ERROS NA A. DESCENDENTE
PUXAR AS MÃOS
PARA DENTRO EM
VEZ DE O FAZER
PARA BAIXO E PARA
FORA
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AÇÃO LATERAL INTERIOR
 INÍCIO NO PONTO MAIS
PROFUNDO DA
A.DESCENDENTE
 MÃOS ORIENTAM-SE PARA
DENTRO, CIMA E TRÁS.
 COTOVELOS ACOMPANHAM
A TRAJECTÓRIA DAS MÃOS.
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PRINCIPAIS ERROS NA A. L. INTERIOR
 ORIENTAR AS MÃOS PARA DENTRO
ANTES DE PASSAREM POR BAIXO
DOS COTOVELOS
 “RECUPERAR” AS MÃOS PARA A
FRENTE ANTES DE FINALIZAR A
A.L..I.
 COTOVELOS PASSAREM PARA
TRÁS DA VERTICAL DO OMBRO
 ORIENTAR AS MÃOS PARA DENTRO
ANTES DE PASSAREM POR BAIXO
DOS COTOVELOS
 “RECUPERAR” AS MÃOS PARA A
FRENTE ANTES DE FINALIZAR A
A.L..I.
 COTOVELOS PASSAREM PARA
TRÁS DA VERTICAL DO OMBRO
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RECUPERAÇÃO
INÍCIO QUANDO AS MÃOS
SE ENCONTRAM QUASE
JUNTAS DEBAIXO DO PEITO
OS M.S. SÃO “LANÇADOS”
PARA A FRENTE ATÉ FICAREM
EM EXTENSÃO, PREPARANDO
A A.L.E.
INÍCIO QUANDO AS MÃOS
SE ENCONTRAM QUASE
JUNTAS DEBAIXO DO PEITO
OS M.S. SÃO “LANÇADOS”
PARA A FRENTE ATÉ FICAREM
EM EXTENSÃO, PREPARANDO
A A.L.E.
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PRINCIPAIS ERROS NA RECUPERAÇÃO
RECUPERAR COM MUITA
VELOCIDADE
RECUPERAR COM M.S.
AFASTADOS
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SINCRONIZAÇÃO M.S/M.I./RESPIRAÇÃO
 1 ciclo de braços para 1 ciclo de pernas.
 Os braços iniciam o movimento.
 A inspiração dá-se no final da tração e
início da recuperação dos M.S.
 A cabeça emerge devido à elevação dos
ombros (descida das ancas-diminui ângulo
e resistência).
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BRUÇOS FORMAL
 O corpo deve situar-se o mais possível com inclinação
mínima.
 Posição corporal estável e alinhada.
 Inspiração é realizada com um movimento isolado da
cabeça (emersão da face)
 M.S. descrevem uma trajetória horizontal e com maior
frequência gestual.
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BRUÇOS NATURAL
 O corpo realiza um movimento
ondulatório
 Elevação acentuada dos ombros.
 Colocação mais profunda da bacia e
coxas.
 Maior amplitude de movimentos
 Ações propulsivas em planos diagonais.
 Menor frequência gestual.
 Maior distância por ciclo.
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PROGRESSÃO PEDAGÓGICA PARA A
BRAÇADA DE BRUÇOS
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– A andar na água executam a braçada e a respiração.
– Realizar a braçada de bruços com a pernada de crol.
– Com o pullboy nas pernas realizar a braçada.
– Com o pullboy realizar um braço de cada vez seguido dos dois
ao mesmo tempo.
– Dois a dois, um virado para um lado o outro virado para o outro
com as pernas entrelaçadas verificar qual o que tem mais força
com o movimento da braçada.
– Colocar o “palito “ debaixo dos braços e realizar a braçada de
modo a que a ação lateral exterior não seja prolongada para
além dos ombros...
– Fazem o movimento de pernas, braçada com o br. direito,
respiração, braçada com o br. esquerdo, respiração, os dois ao
mesmo tempo e realizar a respiração.
– Fazem duas braçadas, uma pernada e uma respiração.
– Fazem duas pernadas uma braçada e respiração.
PROGRESSÃO PEDAGÓGICA PARA A BRAÇADA DE BRUÇOS
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• AÇÃO DOS
MEMBROS
SUPERIORES
• AÇÃO DOS
MEMBROS
INFERIORES
PRINCIPAIS ERROS EM NADADORES DESTES ESCALÕES
ETÁRIOS
 Mãos ultrapassam a linha dos
ombros
 Movimento das mãos para dentro
 Na recuperação, os braços
estendem-se para cima
 Final da pernada muito lento e
para cima
 Joelhos muito afastados
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VIRAGEM DE BRUÇOS
Viragens
Contacto com
a parede
Impulsão
Deslize
Braçada submarina
Pernada de mariposa
Início do nado
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PARTIDA DE BRUÇOS
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Partidas
Desequilíbrio
Voo
Entrada na água
Deslize
Braçada submarina
Pernada de mariposa
Início do nado
PARTIDA DE BRUÇOS
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NATAÇÃO PURA
DESPORTIVA
técnica de
bruços
OBRIGADO

Analise descritiva das técnicas de nataçao

  • 1.
    FAIA_TÉCNICA DE COSTAS_JUL2016 1 NATACAO 4 TEC e PLANEAM 50 EXERC TEC NAT AF MAR e CROL 63 EXERCÍCIOS TÉCNICOS 64 FAIA_TÉCNICA DE BRUÇOS_JUL 2016 73
  • 2.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 NATAÇÃO PURA DESPORTIVA técnica de costas
  • 3.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO “Viver é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio é necessário manter-se em movimento” Albert Einstein
  • 4.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO DEFINIÇÃO
  • 5.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO DORSAL E SIMÉTRICA As ações motoras realizadas pelos M.S. e M.I. procuram assegurar uma propulsão contínua. A posição dorsal na técnica de costas implica dificuldades acrescidas em alguns aspetos e facilidades noutros.
  • 6.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO DIFICULDADES 1. - Os apoios, o fundo da piscina, a água e até a borda da piscina ficarem fora do alcance visual, donde qualquer aprendiz tem muito mais medo de se deslocar numa posição dorsal do que numa posição ventral.
  • 7.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO DIFICULDADES 2. - A ação propulsiva dos braços é realizada num plano que se situa ao lado e atrás do corpo, ao contrário das outras técnicas cujas ações se efetuam num plano à frente do corpo, logo mais natural.
  • 8.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO FACILIDADES 1. - É a única técnica em que as vias respiratórias estão emersas, não necessitando por isso de se mover a cabeça para efetuar o ciclo respiratório.
  • 9.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO REGULAMENTO
  • 10.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO REGULAMENTO 1. Depois da partida e após as viragens, os nadadores deverão abandonar a parede na posição de costas (dorsal) e nadar nesta posição durante a prova, exceto quando executam a viragem. A posição dorsal pode sofrer uma rotação que não pode atingir os 90º da horizontal. 2. Na prova, alguma parte do nadador deve romper a superfície, exceto na partida e após cada viragem, em que o corpo pode estar submerso até uma distância de 15m da parede.
  • 11.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO REGULAMENTO 3. Durante a viragem, os ombros poderão passar para a posição ventral, mas os nadadores terão de retomar a posição dorsal logo que abandonem a parede. 4. Ao terminar a prova, o nadador deve tocar a parede na posição dorsal.
  • 12.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO POSIÇÃO DO CORPO
  • 13.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO POSIÇÃO DO CORPO O corpo deve encontrar-se numa posição horizontal e dorsal, com um ligeiro afundamento da bacia para permitir uma eficiente pernada.
  • 14.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO POSIÇÃO DO CORPO A posição da cabeça é determinante para uma correta posição do corpo. A linha da água deve passar por 3 pontos: o queixo, as orelhas e a superfície da nuca. Uma posição mais alta da cabeça vai provocar um afundamento excessivo da bacia e consequentemente uma posição do corpo que oferece mais resistência ao avanço
  • 15.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO POSIÇÃO DO CORPO Se a cabeça estiver demasiado afundada, a respiração fica dificultada, pois a água passa constantemente por cima da cara e a bacia eleva-se demasiado, dificultando a ação das pernas
  • 16.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
  • 17.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.I. A ação dos M.I. compreende movimentos alternados na vertical de onde resultam duas fases: ascendente e descendente. No entanto, verifica-se que, quando associados à ação dos M.S. e mais propriamente devido à rotação do tronco, os movimentos das pernas não são rigorosamente verticais, mas também lateralizantes.
  • 18.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO ASCENDENTE DOS M.I. É a fase propulsiva da pernada. O movimento é realizado de baixo para cima, em direção à superfície, iniciando-se na coxa, prolongando-se com a extensão do joelho e terminando no pé, com uma aplicação de força crescente, provocando uma ação de chicotada. Os pés devem encontrar-se em hiperextensão, ligeiramente fletidos para dentro.
  • 19.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO ERROS MAIS FREQUENETS DA A.A. DOS M.I. Movimento de “pedalagem”: - perturba o alinhamento horizontal do corpo.
  • 20.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DESCENDENTE DOS M.I. É a fase de recuperação da pernada. Após o final da fase ascendente, quando o M.I. se encontra em extensão perto da superfície, a perna desce estendida, devido à pressão da água, com os pés descontraídos, até uma profundidade que pode variar entre os 30 e os 60cm. O pé deve deslocar-se vertical e lateralmente devido à rotação do eixo longitudinal do corpo, compensando este movimento.
  • 21.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO ERROS MAIS FREQUENETS DA A.D. DOS M.I. Batimento demasiado profundo, o que provoca uma inferior propulsão e uma perturbação do alinhamento horizontal.
  • 22.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.I. PROGRESSÃO PEDAGÓGICA PARA A PERNADA DE COSTAS
  • 23.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.I. 1. DESLIZES DORSAIS, COM M.S. AO LADO DO CORPO. 2. O MESMO, MAS COM M.S. ATRÁS DA CABEÇA. 3. O MESMO, MAS COM M.S. NO PROLONGAMENTO DO CORPO. 4. EXECUTAR A PERNADA DE COSTAS, EM SECO. 5. APOIADO NA BORDA DA PISCINA, EM POSIÇÃO DORSAL, EXECUTAR O MOVIMENTO DE PERNAS COSTAS. 6. REALIZAR BATIMENTOS DE PERNAS COSTAS EM IMERSÃO COMPLETA. 7. COM PLACA JUNTO À CINTURA E DEPOIS COM PLACA ATRÁS DA CABEÇA, BATIMENTO DE PERNAS COSTAS. 8. SEM PLACA, REALIZAR O BATIMENTO DE PERNAS, COM BRAÇOS AO LADO DO CORPO, COM UM BRAÇO NO PROLONGAMENTO DO CORPO E DEPOIS COM OS DOIS NO PROLONGAMENTO DO CORPO. 9. O MESMO, MAS COM UM BRAÇO ELEVADO, EM EMERSÃO. 10. O MESMO, MAS OS DOIS EM EMERSÃO.
  • 24.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES
  • 25.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.S. FASE SUBAQUÁTICA ENTRADA AÇÃO DESCENDENTE INICIAL AÇÃO ASCENDENTE AÇÃO DESCENDENTE FINAL RECUPERAÇÃO AÉREA ENTRADA AÇÃO DESCENDENTE INICIAL AÇÃO ASCENDENTE AÇÃO DESCENDENTE FINAL RECUPERAÇÃO AÉREA
  • 26.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.S. ENTRADA O braço deve entrar na vertical, em completa extensão na linha do ombro. A palma da mão virada para fora, com o dedo mínimo a entrar em 1º lugar, permitindo que a mão “corte” a água e não faça “chapa”. O ombro deve afundar, através da rotação do tronco sobre o eixo longitudinal.
  • 27.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.S. ENTRADA – ERROS COMUNS  Cruzar a linha média do corpo na entrada - perturba o alinhamento lateral.  Colocar o M.S. muito exterior à linha do ombro - menor propulsão e reduz o trajeto subaquático.  Entrar com a face dorsal da mão - menor propulsão e maior arrastamento.
  • 28.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.S. AÇÃO DESCENDENTE INICIAL Após a entrada dá-se o afundamento do braço.
  • 29.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.S. AÇÃO ASCENDENTE  Após a entrada e o afundamento do braço, inicia-se a 1ª fase propulsiva da braçada.  Através da flexão do cotovelo, o nadador vai rodar a mão para cima e na direção dos pés.  Para que esta fase seja propulsiva, é necessário que haja um bom afundamento do braço após a entrada da mão, pois só assim se consegue uma boa flexão do cotovelo, sem que a mão ultrapasse a linha da água.  O cotovelo deve fletir, mas numa posição alta, até formar um ângulo de 90º.
  • 30.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.S. AÇÃO ASCENDENTE – ERROS COMUNS Deixar “cair” o cotovelo - - menor propulsão.
  • 31.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.S. AÇÃO DESCENDENTE FINAL  Na sequência da fase anterior em que a mão atingiu o seu ponto mais alto da trajetória subaquática, dá-se a extensão completa do braço, com a mão a rodar para dentro e a terminar abaixo da coxa.  Esta fase é a mais propulsiva da braçada, até porque ela é feita em aceleração de força crescente.
  • 32.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.S. AÇÃO DESCENDENTE FINAL – ERROS COMUNS . Mudar a trajetória da mão (só para cima) - menor propulsão.
  • 33.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.S. SAÍDA  O braço deve sair da água estendido, numa linha directa, mão virada para a coxa, com o polegar em 1º lugar.  A anteceder a saída da mão, dá-se uma elevação do ombro que faz com que o corpo rode ligeiramente sobre o eixo longitudinal.
  • 34.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO AÇÃO DOS M.S. SAÍDA– ERROS COMUNS Trajetória aérea muito lateralizante - perturbações no alinhamento lateral. Recuperação com os M.S. fletidos - redução da fase subaquática.
  • 35.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO RESPIRAÇÃO
  • 36.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO RESPIRAÇÃO  Em costas, a coordenação entre os movimentos de braços e a respiração está facilitada, já que, estando as vias respiratórias emersas, a cabeça não necessita (nem deve) de modificar a sua posição para que o processo respiratório se realize.  Deste modo e para evitar séries de pequenas respirações, o nadador inspirará pela boca durante a recuperação de um braço e expirará durante a recuperação do outro.
  • 37.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO COORDENAÇÃO
  • 38.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO COORDENAÇÃO BRAÇOS - BRAÇOS  Há sempre um momento durante o nado, em que os dois braços estão dentro de água, embora em oposição.  A mão do braço em recuperação deve entrar na água quando o outro termina o empurre, mantendo, assim, a continuidade das ações propulsivas e a sincronização com a rotação do corpo em torno do eixo longitudinal.
  • 39.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO COORDENAÇÃO PERNAS - PERNAS Quando uma perna inicia a fase ascendente, a outra começa a fase descendente.
  • 40.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO COORDENAÇÃO BRAÇOS - PERNAS  Para que não se perca uma continuidade de movimento, os nadadores de costas realizam 6 batimentos de pernas por 1 ciclo de braços.  Durante o Empurre, a mão puxa as ancas para esse lado. Para evitar a oscilação lateral daí resultante, o nadador executa 1 batimento (com a perna do mesmo lado do braço) para cima e para dentro.
  • 41.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO PROGRESSÃO PEDAGÓGICA PARA A BRAÇADA DE COSTAS
  • 42.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO 1. REALIZAR A BRAÇADA DE COSTAS, SÓ COM UM BRAÇO. 2. EXECUTAR SOMENTE A SAÍDA DA MÃO, ALTERNADAMENTE COM 1 BRAÇO DE CADA VEZ. 3. BRAÇADA DE COSTAS, EM SIMULTÂNEO. 4. BRAÇOS COSTAS, COM PULLBOY. 5. O MESMO, MAS COM PARAGEM DOS BRAÇOS (AO LONGO DO CORPO, NO PROLONGAMENTO DO CORPO E COM OS BRAÇOS EM EMERSÃO). 6. UM BRAÇOS FORA DE ÁGUA ENQUANTO O OUTRO EXECUTA O MOVIMENTO NORMAL. 7. TRAÇÃO DOS BRAÇOS, EMPURRANDO O SEPARADOR. 8. REALIZA SOMENTE O EMPURRE COM RECUPERAÇÃO SUBAQUÁTICA. 9. NADAR COSTAS COM OS PUNHOS FECHADOS. 10. REALIZA 4 BRAÇADAS COM 1 BRAÇO, 4 COM O OUTRO E 4 NORMAL. PROGRESSÃO PEDAGÓGICA
  • 43.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO PARTIDA DE COSTAS
  • 44.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO PARTIDA DE COSTAS  1. Cabeça baixa. 2. Cotovelos fletidos. 3. Corpo inclinado. 4. Joelhos fletidos. 5. Ancas fora de água. Fase Prepatória
  • 45.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO PARTIDA DE COSTAS Voo  1. Poderosa flexão plantar dos tornozelos.  2. Trajeto mais rápido.  3. Possível extensão para trás.  4. Trajetória curvilínea.  5. Braços juntos e estendidos.  6. Costas arqueadas.  7. Pernas juntas e estendidas.  8. Pés alinhados.  9. Cabeça dirigida para trás e para baixo.
  • 46.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO PARTIDA DE COSTAS ERROS COMUNS  1. Má colocação da cabeça no bloco e no voo.  2. Arrastar os pés na água durante o voo e “aterragem” com as costas.  3. Deslizar para a superfície antes de iniciar a ação de pernas e de braços.
  • 47.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO VIRAGEM DE COSTAS
  • 48.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO VIRAGEM DE COSTAS PROGRESSÃO PEDAGÓGICA PARA A VIRAGEM DE COSTAS
  • 49.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 DESPORTO ESCOLAR - NATAÇÃO VIRAGEM DE COSTAS 1. REALIZAR CAMBALHOTAS À VOLTA DO “PALITO”. 2. O MESMO, MAS À VOLTA DA DIVISÓRIA DA PISCINA. 3. NADAR 4 BRAÇADAS DE COSTAS E REALIZAR O ENROLAMENTO À FRENTE. 4. REALIZAR SOMENTE O ENROLAMENTO À FRENTE E COLOCAÇÃO DOS PÉS NA PAREDE EM POSIÇÃO DORSAL. 5. REALIZAR O IMPULSO COM INÍCIO DO NADO. 6. EXECUTAR A APROXIMAÇÃO À PAREDE, COM ROTAÇÃO DO CORPO, CONTANDO O Nº DE BRAÇADAS A PARTIR DAS “BANDEIROLAS” E ANTES DO ENROLAMENTO. 7. APROXIMAÇÃO, ROTAÇÃO E COLOCAÇÃO DOS PÉS NA PAREDE, EM POSIÇÃO DORSAL E ALGUNS CENTÍMETROS ABAIXO DO NÍVEL DA ÁGUA. 8. O MESMO, MAS COM IMPULSO DA PAREDE. 9. REALIZAR A VIRAGEM COMPLETA COM INÍCIO DO NADO.
  • 50.
    PEDRO FAIA faiapedro.escola@gmail.com 04/07julho 2016 NATAÇÃO PURA DESPORTIVA técnica de costas OBRIGADO
  • 51.
  • 53.
  • 54.
     Desportiva  Nataçãopura  Natação sincronizada  Saltos  Pólo aquático Natação
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     Salvamento  Finsmilitares  Mergulhadores Natação
  • 56.
    É AQUI QUETUDO COMEÇA… ATÉ SE PODER CHEGAR AQUI
  • 57.
    ESTRUTURA DE UMPLANEAMENTO DE UMA ÉPOCA DESPORTIVA (médio prazo)  CICLO OLIMPICO (4 anos) 2013 2014 2015 2016
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    ESTRUTURA DE UMPLANEAMENTO DE UMA ÉPOCA DESPORTIVA (curto prazo) MACROCICLO I MACROCICLO II MACROCICLO III MESOCICLO MICROCICLO e …unidade treino
  • 59.
    CONDICIONANTES DO PLANEAMENTO PLANEAMENTO NívelAtletas Objectivos Técnico Caracterização 4 1 2 3
  • 60.
    CONDICIONANTES DO PLANEAMENTO Caracterização: (i) historial do clube; (ii) análise época anterior; (iii) condições de trabalho.  Objectivos: (i) programar / definir; (ii) avaliar.  Nível Atletas: (i) o que tenho; (ii) para onde posso ir.  Técnico: (i) capacidade de lidar com estrutura dirigente; (ii) com grupo nadadores; (iii) com pais; (iv) com colegas. Procurar garantir 1 carreira desportiva a longo prazo
  • 61.
    Planeamento Básico GrupoDesporto Escolar (Natação) S O N D J F M A M J MACRO 1 MACRO 2 MACRO 3 Meso 1 Meso2 Meso 3 Meso 4 Meso 1 Meso2 Meso 3 Meso 4 Meso 1 Meso2 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 4 Micros 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT 3 UT P. P. G. P. P. E. Taper >W AEROB eVOL >W ANAERB e <VOL <W (qt e ql) Séries Prog e Neg Séries Específicas R. P. Torn. Escola Fase Local 1 / 2 / 3 CR / CN / INT Meios Auxiliares deTreino e Análise Cronométrica
  • 62.
    Carreira Desportiva aLongo Prazo  T. I. P. & E. P.  C.D.L.P.: 6 – 9 treino dos fundamentos; 9-12 treino p/ skills; 12-15 treino p/ treinar; 15-18 treino p/ competir; 18 + treino p/ ganhar.
  • 63.
    Rotinas para osnadadores  Planear com antecedência até à competição;  Check list p/ a competição;  Visualização de skills para: a pré e a competição;  Preparação (aquec/elim/finais;  Skills p/ relaxação;  Reforço hídrico e energético (pré e após compet);  Familiarização com ambiente competitivo
  • 64.
    ACÇÃO FORMAÇÃO -NATAÇÃO - DESPORTO ESCOLAR JUN/2016 - Exercícios Técnicos MARIPOSA # 15mts c/ ONDULAÇÕES em TORPEDO/DORSAL e VENTRAL # 15mts c/ ONDULAÇÕES em FLECHA/PHF DORSAL e VENTRAL # NA PARTE FUNDA da PISCINA, IMPULSÃO VERTICAL c/ AJUDA DOS MS (desenho da braçada) # IMPULSO no FUNDO, SALTO de GOLFINHO e PERNADA e DEIXAR-SE DESLIZAR # PRS M s/ PLACA nas 4 POSIÇÕES (360º) # 15 mts PRS M c/ 1 BR (1xPR à entrada da mão e 1xPR à saída da mão) e DEPOIS c/ o OUTRO # 25mts 2x SÓ BR D c/ PRS, SEGUIDO 2x c/ BR E e de SEGUIDA 2 CICLOS COMPLETOS # 3xPrs, 1xCiclo completo (Brs c/2 bat. Prs)… # 10" Prs M na vertical (parte funda da piscina), com Brs fora da água # Partindo do "T" impulso, deslize, tocar com mãos na parede, emourrar, deslizar e voltar a bater Prs e Brs até à parede, rápido s/ respirar # EXERCÍCIOS COMBINADOS: # PRS M, BRS B e PRS B, BRS M # PRS M, BRS L # PRS L, BRS M # PRS M, BRS C NA POSIÇÃO DORSAL LIVRES (CROL) # PRS L s/ PLACA, c/ BRS FLECTIDOS pelo COTOVELO, FAZENDO > RESISTÊNCIA # DE LADO, 6 BATIMENTOS PRS L, VIRAR p/ VENTRAL, DAR 3 BRS e VOLTAR p/ OUTRO LADO e NOVAMENTE 6 BATIMENTOS PRS # O MESMO, MAS c/ 4 BATIM PRS L e 5 BRS VENTRAL, VIRANDO p/ OUTRO LADO # NADAR CROL, c/ RECUPERAÇÃO SUBAQUÁTICA # 15mts L em CATCH-UP, 15 NADO NORMAL # Nadar crol com um punho cerrado e a outra mão em apoio normal e trocar # L c/ MUDANÇA de RITMO RESP (1/1; 2/2; 3/3; 4/4; 5/5) # NADAR 5mts CROL, DESLIZAR 2"~3" e VOLTAR A NADAR # DESLIZE DORSAL + 5mts, VIRAR 180º p/ VENTRAL e BATER PRS até aos 15mts # Partindo do "T" impulso, deslize, tocar com mãos na parede, emourrar, deslizar e voltar a bater Prs e Brs até à parede, rápido s/ respirar # 10" Prs L na vertical (parte funda da piscina), com Brs fora da água # Nadar 10mts, rolamento à frente e continuar a nadar # EXERCÍCIOS COMBINADOS: # PRS L BRS B e PRS B BRS L # PRS M BRS L e PRS L BRS M APVasconcelos/2016
  • 65.
    Definição do perfilde referência do nadador de alto rendimento (retrato-robot) 1. (i) filhos de campeões; (ii) vida motora rica na juventude; (iii) grande vontade de se tornar um vencedor. 1. (i) grande estatura; (ii) grandes MS e MI; (iii) grandes pés e mãos; (iv) ombros largos e bacia estreita. 1. (i) eficácia propulsiva; (ii) boa capacidade aeróbia; (iii) boas qualidades neuro-musculares; (iv) boa capacidade cardiovascular e respiratória; (v) grande deslize. 1. (i) história pessoal e familiar no desporto; (ii) qualidades: autoconfiança, auto-estima, controlo da ansiedade, motivação nos grandes momentos.
  • 66.
    TALENTO visto a“Olhometro” # Elevada Coordenação # “Chapinhar pouco” # Dar poucas braçadas (exerc técnico: tempo + nº braçadas) # Bom deslize # Bom equilíbrio # Rápidas alterações técnicas (sensibilidade à água) # Estatura # Bom batimento de pernas + SUB (5º estilo)
  • 67.
    Feedbacks das dificuldadesverificadas nos jovens nadadores, na passagem das Escolas de Natação para a pré-competição:  Partidas…sub…nado  PHF  Deslizes  Giros  Desenho Braçada BRUÇOS  Coordenação da Respiração com Braçada BRUÇOS (parar braçada a meio)  Paragem da braçada antes da recuperação em COSTAS  Pernada fraca a CROL  Falta de ondulação básica na MARIPOSA  Outros…
  • 68.
    Avaliação na “Formação” (oque se pretende no final da Formação)  4x25 em c/ técnica (velocidade)  12´nado contínuo (resistência)  4x50 pernas cada técnica (resist específica /técnica)  Deslize (“Flecha/PHF”) Ventral e Dorsal  Viragens e Chegadas (c/semáforo)  Teste de Flutuabilidade:  Cotovelos 5p; 2/3 antebraço 4p; 1/3 antebraço 3p; pulso 2p; mão 1p.  Teste de Deslize:  < 7m: 1p; 7-8m: 2p; 8-9m: 3p; 9-10m: 4p; > 10m: 5p.
  • 69.
    Avaliação na “Formação” PHF (streamline):  Apertar as orelhas contra os ombros e braços (extensão total)  Manter pernas e pés juntos e alinhados  Manter a cara olhando para o fundo (cabeça entre os braços, em linha com o corpo)  Apertar umbigo contra as costas  1 mão sobre a outra Obrigado pela atenção
  • 70.
    Exercícios para asensibilidade à água  A sua aplicação está subordinada a uma intenção de aumentar a capacidade de percepção do movimento na água.  Nos exercícios de deslize, o nadador aprende a manipulação do arrastamento total do corpo em deslocamento.  Com os exercícios de “sculling”, o nadador poderá melhorar a sensibilidade das acções propulsivas, tirando o máximo proveito das características físicas da água.
  • 71.
    Exercícios de Contraste São situações em que parâmetros do movimento corporal, são manipuladas de forma contrastante, de modo a aumentar a sensibilidade e compreensão sobre os movimentos.  Estes exercícios permitem ao nadador experimentar a diferença entre movimentos correctos e incorrectos nas 4 técnicas de nado.  É fundamental que a execução incorrecta seja sempre seguida pela execução correcta contrastante.
  • 72.
    Exercícios de Combinação(Híbridos)  São exercícios de coordenação motora que englobam a conjugação de 2 técnicas diferentes (ex: braços bruços e pernas crol).
  • 73.
    Exercícios Específicos  Sãoexercícios constituídos por destrezas específicas de cada técnica ou exercícios com o objectivo de desenvolver a frequência de ciclo gestual.
  • 74.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com NATAÇÃO PURA DESPORTIVA técnica de bruços
  • 75.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com BRUÇOS BRUÇOS
  • 76.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com TÉCNICA DE BRUÇOS  RESUMO HISTÓRICO  REGULAMENTO DESPORTIVO  POSIÇÃO DO CORPO  ACÇÃO DOS M.S.  ACÇÃO DOS M.I.  SINCRON. M.S. / M.I ./ RESP.  VIRAGENS E PARTIDAS  PROGRESSÕES PEDAGÓGICAS  RESUMO HISTÓRICO  REGULAMENTO DESPORTIVO  POSIÇÃO DO CORPO  ACÇÃO DOS M.S.  ACÇÃO DOS M.I.  SINCRON. M.S. / M.I ./ RESP.  VIRAGENS E PARTIDAS  PROGRESSÕES PEDAGÓGICAS
  • 77.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com 1. RESUMO HISTÓRICO TÉCNICA + ANTIGA 1837, 1º CAMP. 1900, REGULAMENTAÇÃO RECUPERAÇÃO AÉREA SEPARAÇÃO DO B. E DA M. TÉCNICA + ANTIGA 1837, 1º CAMP. 1900, REGULAMENTAÇÃO RECUPERAÇÃO AÉREA SEPARAÇÃO DO B. E DA M.
  • 78.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com  POSIÇÃO DO CORPO  MEMBROS SUPERIORES  TRAJECTO DAS MÃOS  MEMBROS INFERIORES  POSIÇÃO DOS PÉS  VIRAGENS E FINAL DA PROVA  CABEÇA  COTOVELOS 2. REGULAMENTO
  • 79.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com 3. POSIÇÃO DO CORPO
  • 80.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com FACIAL VENTRAL ALONGADA HIDRODINÂMICA LIGEIRO ABAIXA/ BACIA 3. POSIÇÃO DO CORPO
  • 81.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com Ação Lateral Exterior Ação Descendente Ação Lateral Interior Recuperação 4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
  • 82.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com AÇÃO LATERAL EXTERIOR  Início M.I. em recuperação  Ligeira flexão coxas/tronco e pernas/coxas  Joelhos à largura dos ombros  Pés em flexão dorsal e rotação externa  Pés para cima, fora e trás. 4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
  • 83.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PRINCIPAIS ERROS NA A.L.E. Orientação incorreta dos pés Empurrar a água para trás Grande flexão das coxas sobre o tronco 4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
  • 84.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com AÇÃO DESCENDENTE Inicia-se quando os M.S. estão próximo da extensão Termina com a extensão dos M.I. 4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
  • 85.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PRINCIPAIS ERROS NA A. DESCENDENTE Empurrar os pés mais depressa para trás do que para baixo 4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
  • 86.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com AÇÃO LATERAL INTERIOR  M.I. quase em extensão.  Pés mudam de direção (de descendente para interior e para dentro).  Termina com os M.I. juntos (mov. dos pés para dentro e para baixo). 4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
  • 87.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PRINCIPAIS ERROS NA A.L.I.  FLEXÃO PLANTAR ANTECIPADA.  M.I. AFASTADOS 4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
  • 88.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com RECUPERAÇÃO 4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES  Início com M.I. juntos.  Pés recuperam juntos  Final, com aproximação dos pés às nádegas.
  • 89.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PRINCIPAIS ERROS NA RECUPERAÇÃO Flexão exagerada das coxas sobre o tronco. Recuperar com os joelhos muito afastados 4. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES
  • 90.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PROGRESSÃO PEDAGÓGICA PARA A AÇÃO DOS M.I.
  • 91.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PROGRESSÃO PEDAGÓGICA PARA A AÇÃO DOS M.I.  Fora d’ água, realizar movimentos “tipo Charlot”.  Sentado, fazer movimentos idênticos, com ajuda do colega.  O mesmo exercício mas sem ajuda.  Sentado na borda da piscina, fazer movimentos idênticos, mas dentro d’água.  Dois a dois, um faz pernada de bruços, de costas e o outro executa o reboque.  O mesmo, mas sem placa.  Pernada de bruços, ventral, com placa.  O mesmo, tocando com as mãos nos calcanhares.  O mesmo, segurando os pés cerca de 3’’.  Executar a pernada de bruços, com um pé de cada vez.  Com uma mão segura um pé, fazendo a pernada somente com o outro.
  • 92.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com 5. AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES
  • 93.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com  AÇÃO LATERAL EXTERIOR  AÇÃO DESCENDENTE  AÇÃO LATERAL INTERIOR  RECUPERAÇÃO  SINCRONIZAÇÃO 5. AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES
  • 94.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com AÇÃO LATERAL EXTERIOR  FASE POUCO PROPULSIVA  INÍCIO NO FINAL DA REC.  M.S. EM EXTENSÃO  MÃOS ORIENTADAS PARA FORA E TRÁS  FASE POUCO PROPULSIVA  INÍCIO NO FINAL DA REC.  M.S. EM EXTENSÃO  MÃOS ORIENTADAS PARA FORA E TRÁS 5. AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES
  • 95.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PRINCIPAIS ERROS NA A.L.E. AFASTAMENTO INSUFICIENTE DAS MÃOS AFASTAMENTO EXAGERADO DAS MÃOS AFASTAMENTO INSUFICIENTE DAS MÃOS AFASTAMENTO EXAGERADO DAS MÃOS
  • 96.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com AÇÃO DESCENDENTE MÃOS CONTINUAM A DIRIGIR-SE PARA BAIXO E PARA FORA ATÉ AO PONTO MAIS PROFUNDO, COM FLEXÃO DOS M.S.
  • 97.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PRINCIPAIS ERROS NA A. DESCENDENTE PUXAR AS MÃOS PARA DENTRO EM VEZ DE O FAZER PARA BAIXO E PARA FORA
  • 98.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com AÇÃO LATERAL INTERIOR  INÍCIO NO PONTO MAIS PROFUNDO DA A.DESCENDENTE  MÃOS ORIENTAM-SE PARA DENTRO, CIMA E TRÁS.  COTOVELOS ACOMPANHAM A TRAJECTÓRIA DAS MÃOS.
  • 99.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PRINCIPAIS ERROS NA A. L. INTERIOR  ORIENTAR AS MÃOS PARA DENTRO ANTES DE PASSAREM POR BAIXO DOS COTOVELOS  “RECUPERAR” AS MÃOS PARA A FRENTE ANTES DE FINALIZAR A A.L..I.  COTOVELOS PASSAREM PARA TRÁS DA VERTICAL DO OMBRO  ORIENTAR AS MÃOS PARA DENTRO ANTES DE PASSAREM POR BAIXO DOS COTOVELOS  “RECUPERAR” AS MÃOS PARA A FRENTE ANTES DE FINALIZAR A A.L..I.  COTOVELOS PASSAREM PARA TRÁS DA VERTICAL DO OMBRO
  • 100.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com RECUPERAÇÃO INÍCIO QUANDO AS MÃOS SE ENCONTRAM QUASE JUNTAS DEBAIXO DO PEITO OS M.S. SÃO “LANÇADOS” PARA A FRENTE ATÉ FICAREM EM EXTENSÃO, PREPARANDO A A.L.E. INÍCIO QUANDO AS MÃOS SE ENCONTRAM QUASE JUNTAS DEBAIXO DO PEITO OS M.S. SÃO “LANÇADOS” PARA A FRENTE ATÉ FICAREM EM EXTENSÃO, PREPARANDO A A.L.E.
  • 101.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PRINCIPAIS ERROS NA RECUPERAÇÃO RECUPERAR COM MUITA VELOCIDADE RECUPERAR COM M.S. AFASTADOS
  • 102.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com SINCRONIZAÇÃO M.S/M.I./RESPIRAÇÃO  1 ciclo de braços para 1 ciclo de pernas.  Os braços iniciam o movimento.  A inspiração dá-se no final da tração e início da recuperação dos M.S.  A cabeça emerge devido à elevação dos ombros (descida das ancas-diminui ângulo e resistência).
  • 103.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com BRUÇOS FORMAL  O corpo deve situar-se o mais possível com inclinação mínima.  Posição corporal estável e alinhada.  Inspiração é realizada com um movimento isolado da cabeça (emersão da face)  M.S. descrevem uma trajetória horizontal e com maior frequência gestual.
  • 104.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com BRUÇOS NATURAL  O corpo realiza um movimento ondulatório  Elevação acentuada dos ombros.  Colocação mais profunda da bacia e coxas.  Maior amplitude de movimentos  Ações propulsivas em planos diagonais.  Menor frequência gestual.  Maior distância por ciclo.
  • 105.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PROGRESSÃO PEDAGÓGICA PARA A BRAÇADA DE BRUÇOS
  • 106.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com – A andar na água executam a braçada e a respiração. – Realizar a braçada de bruços com a pernada de crol. – Com o pullboy nas pernas realizar a braçada. – Com o pullboy realizar um braço de cada vez seguido dos dois ao mesmo tempo. – Dois a dois, um virado para um lado o outro virado para o outro com as pernas entrelaçadas verificar qual o que tem mais força com o movimento da braçada. – Colocar o “palito “ debaixo dos braços e realizar a braçada de modo a que a ação lateral exterior não seja prolongada para além dos ombros... – Fazem o movimento de pernas, braçada com o br. direito, respiração, braçada com o br. esquerdo, respiração, os dois ao mesmo tempo e realizar a respiração. – Fazem duas braçadas, uma pernada e uma respiração. – Fazem duas pernadas uma braçada e respiração. PROGRESSÃO PEDAGÓGICA PARA A BRAÇADA DE BRUÇOS
  • 107.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com • AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES • AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES PRINCIPAIS ERROS EM NADADORES DESTES ESCALÕES ETÁRIOS  Mãos ultrapassam a linha dos ombros  Movimento das mãos para dentro  Na recuperação, os braços estendem-se para cima  Final da pernada muito lento e para cima  Joelhos muito afastados
  • 108.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com VIRAGEM DE BRUÇOS Viragens Contacto com a parede Impulsão Deslize Braçada submarina Pernada de mariposa Início do nado
  • 109.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com PARTIDA DE BRUÇOS
  • 110.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com Partidas Desequilíbrio Voo Entrada na água Deslize Braçada submarina Pernada de mariposa Início do nado PARTIDA DE BRUÇOS
  • 111.
    04/07 julho 2016 PEDROFAIA faiapedro.escola@gmail.com NATAÇÃO PURA DESPORTIVA técnica de bruços OBRIGADO