1) O documento discute os conceitos de Eros, Philia e Ágape na crise dos royalties e da cultura do quanto pior melhor.
2) Defende que seria melhor trocar Platão por Aristóteles e amar o que se tem (Philia) em vez do que se deseja (Eros).
3) Sugere que seguir o amor exemplificado por Jesus (Ágape), de compartilhar com os desfavorecidos, traria uma guinada positiva, mas é um ideal utópico na sociedade pós-moderna.