Este documento discute as visões do ambientalismo radical. Afirma que o ambientalismo é usado como um "cavalo de Troia" para promover uma agenda socialista e limitar o desenvolvimento agrícola no Brasil, apesar de o país já ter grandes áreas protegidas. Também questiona as premissas do aquecimento global e promove uma visão de que os recursos naturais devem ser explorados.