Professora Emérita da Universidade Federal do Pará/UFPA, atuando no Núcleo de Altos
Estudos Amazônicos/NAEAno PPG Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido, e no
Instituto de Filosofia e Ciência Humanas/IFCH. no PPG de Sociologia e Antropologia.
Graduada em Ciências Sociais pela UFPA, mestrado e doutorado em Sociologia pela École
des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris (1978-1983). Presidente da Sociedade
Brasileira de Sociologia desde outubro de 2023. Foi Professora Visitante na Universidade de
Québec à Montreal, no Depto. de Sociologia e no Institut de l Environnement, Montréal,
Canadá (1996/97); na Universidade de Brasília, UnB, no Departamento de Sociologia
(2004/2005) e na Université Le Havre, França (2010). Ex- Presidente da Associação Nacional
de Pesquisa e Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional/ANPUR ( 2007-2009) e
Diretora da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência/SBPC (2011-2015), da
Associação Nacional de Pesquisa e pós-graduação em Ciências Sociais/ANPOCS em três
mandatos (1986-1988; 1994-1996; 2012-2014), e da Sociedade Brasileira de Sociologia/SBS
(2009-2011). No âmbito administrativo Coordenou o Programa de Pós-graduação em
Desenvolvimento do Trópico Úmido/NAEA/UFPA (1994-96) e exerceu o cargo de Diretora
Geral do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos/NAEA/UFPA, nos períodos de 1997-2000 e
2005-2009. Tem experiência na área de Sociologia, adotando uma perspectiva da teoria
crítica e interdisciplinar, com ênfase em sociologia do desenvolvimento, do trabalho e
urbana, com publicações principalmente nos temas: desenvolvimento, teoria crítica,
pensamento latinoamericano, estudos amazônicos, movimentos sociais, populações
tradicionais e meio ambiente.
Graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina (1983), mestre em Economia Rural
[Campina Grande] pela Universidade Federal da Paraíba (1987) e doutor em Economia pela
Freie Universitat Berlin (1992). Atualmente é professor/pesquisador do Mestrado em
Economia da Faculdade de Economia da UFMT, onde atua com ênfase nas áreas de
Economia Regional, Economia da Inovação e Economia ecológica e Desenvolvimento
Regional e Sustentabilidade.
Principais obras
‘’Das histórias particulares de lutas e conquistas,
dominância e resistência, conflitos e persistência, emerge
nesta coletânea uma visão da Amazônia na sua enorme
complexidade” CASTRO; CAMPOS, 2015.
FORMAÇÃO
SOCIOECONÔMICA DA
AMAZÔNIA
De que Amazônia falamos?
A criação da AMZ-L, decorrente da Lei no. 1.806 de 06/01/1953, resultou
especialmente de motivações políticas. O Governo Federal entendeu, naquela
ocasião, que essa nova divisão seria instrumental na promoção do
desenvolvimento da região. A área territorial da Amazônia Legal é de 5.217.423
km2 , correspondendo a cerca de 61% do território nacional de 8.514.877 km2 .
A região abrange, em sua totalidade, os Estados do Acre, Amapá, Amazonas,
Mato Grosso, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins e, parcialmente, o Estado
do Maranhão (a oeste do Meridiano 44º);
Com o conceito político-administrativo estamos nos
referindo ao conceito de Amazônia Legal, estabelecida na
década de 50 para o novo planejamento de integração
territorial da região.
Mapa da Amazônia Legal com sedes
Fatiamento temporal
Com base em evidências arqueoecológicas, foram estabelecidas três períodos
históricos (Pré-Colonial, Colonial e Pós-Colonial) na Amazônia brasileira.
FORMAÇÃO SOCIOECONÔMICA E PERSPECTIVA DA HISTÓRICA SOCIAL
Os povos indígenas encontrados nesta região pelos europeus eram
os ocupantes originais. Mas a história indígena é um capítulo que
tem sido negligenciado na história social da Amazônia.
Para Gusmão (2010, p.15):
[...] a história da Amazônia é a “historia de lutas e conquistas,
produto do encontro de vários grupos sociais que conformaram a
sociedade em tempos diferentes. A imagem reproduzida na
sociedade brasileira sobre o índio e que chega até o presente, é
de servil e submisso. Uma nova escrita da história tem sido
empreendida pelos povos indígenas do presente, e historiadores,
que têm resignificado as leituras de documentos do passado”.
Indicadores arqueoecológicos na Amazônia pré-histórica brasileira
Figura – Evidências antropogênicas na Amazônia brasileira Pré-Colonial
Fontes: Schaan (2007), Costa et al. (2009), McMichael et al. (2014), Clement et al. (2015), Levis et al. (2017) e Iphan
([s.d.]), com dados compactados e disponibilizados em formato shapefile.
elaboração:
Fortes evidências da ação humana na Amazônia são as chamadas Florestas Culturais,
Antropogênicas ou Domesticadas. Estas florestas constituem indicadores, que
sugerem um elevado grau de domesticação.
FONTE: LEVIS, C. et al, 2017.
Mapeamento e distribuição de espécies arbóreas domesticadas por povos
indígenas na região.
As primeiras evidências humanas na Amazônia
Estatuetas de Pedra
Pontas de
Projétil
Cerâmica Konduri Cerâmica
Tapajônica
Urna Marajoara
Os Muiraquitãs
Caverna da Pedra
Pintada
Cerâmica de Maracá
Imagens
do
livro
de
Neves,
Período Colonial: retração socioespacial e expropriação
territorial
Figura – Evidências antropogênicas na Amazônia brasileira Colonial
Fontes: Pfafstetter (1989), Arruda (1991), Araújo (2004), Chaves e Pena (2013) e IBGE (2017a), com dados
compactados e disponibilizados em formato shapefile) e IBGE (2017c) elaboração
O povoamento da região acompanhou os interesses do mercantilismo
europeu por meio dos núcleos de extração vegetal ligados à economia
exportadora – Drogas do Sertão.
Vigilância do território Amazônico
Deslocamentos no imenso
território que hoje é a Amazônia
As relações entre os portugueses e os
grupos indígenas que ocupavam toda a
costa atlântica da Província do Grão-Pará e
Maranhão e as áreas interiores foram
marcadas por confrontos sangrentos. Os
registros documentais mostram o
extermínio de aldeias e também o
deslocamento forçado para territórios
distantes, considerados mais seguros.
Os registros são inúmeros de formação de quilombos em toda a
extensão da Amazônia (GOMES, 1999; CASTRO, 2007).
Algumas regiões que conformam atualmente os estados da
Amazônia Legal tiveram presença mais forte de mocambos de
índios e de pretos, relativamente coetânea do desenvolvimento da
economia agroextrativista, das plantações de cacau e de cana-de-
açúcar, e da pecuária, como mostram os capítulos deste livro, para
toda a Província do Grão-Pará e Maranhão.
NA região do Médio Amazonas, subindo pelos rios até alcançar o
Suriname e a Guiana. As matas e rios do interior da floresta
acolheram os processos de resistência ao cativeiro, de fugas e de
defesa do quilombo.
Figura - Evidências antropogênicas na Amazônia brasileira Pós-Colonial
Fontes: MapBiomas (1985, 2019), Leite et al. (1999), Thomas et al. (2014), Homma (2014), IBGE (2017a), Latrubesse et al.
(2017), Inpe (2018) e ANA (2019), com dados compactados e disponibilizados em formato shapefile.
Dividido em dois ciclos: entre as décadas de 1850 e 1950 e de 1950 até o presente. No primeiro, há uma
intensificação da atividade extrativa, herdada do período anterior e potencializada no atual. O segundo se
caracteriza pela atividade agroindustrial, com destaque para a extração mineral e para a expansão de estruturas
urbanas de infraestrutura e agropecuária.
Período Pós-Colonial: diversificação socioespacial e supressão da paisagem
Representação da Amazônia ao processo de Integração Nacional quando rodovias
são implantadas, o que possibilitou um novo eixo de circulação nacional.
Figura - Projetos de infra-estrutura e exploração dos recursos minerais implantados na Amazônia Oriental a partir do final da década de 60.
Fonte: TAVARES, 2011.
A (s) Amazônia (s) da Segunda metade do Século XX : Os grandes projetos -
territoriais.
Principais rodovias no Amazônia Legal (2019).
Rede Territorial: transportes e circulação de soja Amazônia
Meridional (RO e MT)
Multinacional Cargill às margens do rio Tapajós em Santarém-Pa.
Fonte: Trabalho de campo 2016. Foto: F. S. da CONCEIÇÃO.
Grandes sistemas de objetos e elementos territoriais na Amazônia Legal (2017).
Novos Corredores de Exportação
- Arco Norte
Vista parcial do Pólo Mineral do Projeto Trombetas da Empresa Mineração Rio do Norte
(MRN) constituído por um sistema integrado- mina-ferrovia – porto e company tows
destinado para a mineração e exportação da reserva mineral de bauxita da região de
Trombetas.
Figura - Área do Projeto Trombetas
Fonte: MRN, 2004.
Barragens da Mineração Rio do Norte no Pará
Foto: Carlos Penteado/CPI-SP, 2016.
Sobreposição dos territórios na Amazônia
Fonte: Wanderley, 2008.
Hidrelétricas e municípios na
Amazônia
expansão da fronteira amazônica,
Obrigado

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  • 1.
    Professora Emérita daUniversidade Federal do Pará/UFPA, atuando no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos/NAEAno PPG Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido, e no Instituto de Filosofia e Ciência Humanas/IFCH. no PPG de Sociologia e Antropologia. Graduada em Ciências Sociais pela UFPA, mestrado e doutorado em Sociologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris (1978-1983). Presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia desde outubro de 2023. Foi Professora Visitante na Universidade de Québec à Montreal, no Depto. de Sociologia e no Institut de l Environnement, Montréal, Canadá (1996/97); na Universidade de Brasília, UnB, no Departamento de Sociologia (2004/2005) e na Université Le Havre, França (2010). Ex- Presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional/ANPUR ( 2007-2009) e Diretora da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência/SBPC (2011-2015), da Associação Nacional de Pesquisa e pós-graduação em Ciências Sociais/ANPOCS em três mandatos (1986-1988; 1994-1996; 2012-2014), e da Sociedade Brasileira de Sociologia/SBS (2009-2011). No âmbito administrativo Coordenou o Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento do Trópico Úmido/NAEA/UFPA (1994-96) e exerceu o cargo de Diretora Geral do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos/NAEA/UFPA, nos períodos de 1997-2000 e 2005-2009. Tem experiência na área de Sociologia, adotando uma perspectiva da teoria crítica e interdisciplinar, com ênfase em sociologia do desenvolvimento, do trabalho e urbana, com publicações principalmente nos temas: desenvolvimento, teoria crítica, pensamento latinoamericano, estudos amazônicos, movimentos sociais, populações tradicionais e meio ambiente. Graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina (1983), mestre em Economia Rural [Campina Grande] pela Universidade Federal da Paraíba (1987) e doutor em Economia pela Freie Universitat Berlin (1992). Atualmente é professor/pesquisador do Mestrado em Economia da Faculdade de Economia da UFMT, onde atua com ênfase nas áreas de Economia Regional, Economia da Inovação e Economia ecológica e Desenvolvimento Regional e Sustentabilidade.
  • 2.
  • 3.
    ‘’Das histórias particularesde lutas e conquistas, dominância e resistência, conflitos e persistência, emerge nesta coletânea uma visão da Amazônia na sua enorme complexidade” CASTRO; CAMPOS, 2015. FORMAÇÃO SOCIOECONÔMICA DA AMAZÔNIA
  • 4.
    De que Amazôniafalamos? A criação da AMZ-L, decorrente da Lei no. 1.806 de 06/01/1953, resultou especialmente de motivações políticas. O Governo Federal entendeu, naquela ocasião, que essa nova divisão seria instrumental na promoção do desenvolvimento da região. A área territorial da Amazônia Legal é de 5.217.423 km2 , correspondendo a cerca de 61% do território nacional de 8.514.877 km2 . A região abrange, em sua totalidade, os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins e, parcialmente, o Estado do Maranhão (a oeste do Meridiano 44º); Com o conceito político-administrativo estamos nos referindo ao conceito de Amazônia Legal, estabelecida na década de 50 para o novo planejamento de integração territorial da região.
  • 5.
    Mapa da AmazôniaLegal com sedes
  • 6.
    Fatiamento temporal Com baseem evidências arqueoecológicas, foram estabelecidas três períodos históricos (Pré-Colonial, Colonial e Pós-Colonial) na Amazônia brasileira.
  • 7.
    FORMAÇÃO SOCIOECONÔMICA EPERSPECTIVA DA HISTÓRICA SOCIAL Os povos indígenas encontrados nesta região pelos europeus eram os ocupantes originais. Mas a história indígena é um capítulo que tem sido negligenciado na história social da Amazônia. Para Gusmão (2010, p.15): [...] a história da Amazônia é a “historia de lutas e conquistas, produto do encontro de vários grupos sociais que conformaram a sociedade em tempos diferentes. A imagem reproduzida na sociedade brasileira sobre o índio e que chega até o presente, é de servil e submisso. Uma nova escrita da história tem sido empreendida pelos povos indígenas do presente, e historiadores, que têm resignificado as leituras de documentos do passado”.
  • 8.
    Indicadores arqueoecológicos naAmazônia pré-histórica brasileira Figura – Evidências antropogênicas na Amazônia brasileira Pré-Colonial Fontes: Schaan (2007), Costa et al. (2009), McMichael et al. (2014), Clement et al. (2015), Levis et al. (2017) e Iphan ([s.d.]), com dados compactados e disponibilizados em formato shapefile. elaboração: Fortes evidências da ação humana na Amazônia são as chamadas Florestas Culturais, Antropogênicas ou Domesticadas. Estas florestas constituem indicadores, que sugerem um elevado grau de domesticação.
  • 9.
    FONTE: LEVIS, C.et al, 2017. Mapeamento e distribuição de espécies arbóreas domesticadas por povos indígenas na região.
  • 10.
    As primeiras evidênciashumanas na Amazônia Estatuetas de Pedra Pontas de Projétil Cerâmica Konduri Cerâmica Tapajônica Urna Marajoara Os Muiraquitãs Caverna da Pedra Pintada Cerâmica de Maracá Imagens do livro de Neves,
  • 11.
    Período Colonial: retraçãosocioespacial e expropriação territorial Figura – Evidências antropogênicas na Amazônia brasileira Colonial Fontes: Pfafstetter (1989), Arruda (1991), Araújo (2004), Chaves e Pena (2013) e IBGE (2017a), com dados compactados e disponibilizados em formato shapefile) e IBGE (2017c) elaboração O povoamento da região acompanhou os interesses do mercantilismo europeu por meio dos núcleos de extração vegetal ligados à economia exportadora – Drogas do Sertão.
  • 12.
  • 13.
    Deslocamentos no imenso territórioque hoje é a Amazônia As relações entre os portugueses e os grupos indígenas que ocupavam toda a costa atlântica da Província do Grão-Pará e Maranhão e as áreas interiores foram marcadas por confrontos sangrentos. Os registros documentais mostram o extermínio de aldeias e também o deslocamento forçado para territórios distantes, considerados mais seguros.
  • 14.
    Os registros sãoinúmeros de formação de quilombos em toda a extensão da Amazônia (GOMES, 1999; CASTRO, 2007). Algumas regiões que conformam atualmente os estados da Amazônia Legal tiveram presença mais forte de mocambos de índios e de pretos, relativamente coetânea do desenvolvimento da economia agroextrativista, das plantações de cacau e de cana-de- açúcar, e da pecuária, como mostram os capítulos deste livro, para toda a Província do Grão-Pará e Maranhão. NA região do Médio Amazonas, subindo pelos rios até alcançar o Suriname e a Guiana. As matas e rios do interior da floresta acolheram os processos de resistência ao cativeiro, de fugas e de defesa do quilombo.
  • 16.
    Figura - Evidênciasantropogênicas na Amazônia brasileira Pós-Colonial Fontes: MapBiomas (1985, 2019), Leite et al. (1999), Thomas et al. (2014), Homma (2014), IBGE (2017a), Latrubesse et al. (2017), Inpe (2018) e ANA (2019), com dados compactados e disponibilizados em formato shapefile. Dividido em dois ciclos: entre as décadas de 1850 e 1950 e de 1950 até o presente. No primeiro, há uma intensificação da atividade extrativa, herdada do período anterior e potencializada no atual. O segundo se caracteriza pela atividade agroindustrial, com destaque para a extração mineral e para a expansão de estruturas urbanas de infraestrutura e agropecuária. Período Pós-Colonial: diversificação socioespacial e supressão da paisagem
  • 17.
    Representação da Amazôniaao processo de Integração Nacional quando rodovias são implantadas, o que possibilitou um novo eixo de circulação nacional. Figura - Projetos de infra-estrutura e exploração dos recursos minerais implantados na Amazônia Oriental a partir do final da década de 60. Fonte: TAVARES, 2011. A (s) Amazônia (s) da Segunda metade do Século XX : Os grandes projetos - territoriais.
  • 18.
    Principais rodovias noAmazônia Legal (2019).
  • 19.
    Rede Territorial: transportese circulação de soja Amazônia Meridional (RO e MT)
  • 20.
    Multinacional Cargill àsmargens do rio Tapajós em Santarém-Pa. Fonte: Trabalho de campo 2016. Foto: F. S. da CONCEIÇÃO.
  • 21.
    Grandes sistemas deobjetos e elementos territoriais na Amazônia Legal (2017).
  • 22.
    Novos Corredores deExportação - Arco Norte
  • 23.
    Vista parcial doPólo Mineral do Projeto Trombetas da Empresa Mineração Rio do Norte (MRN) constituído por um sistema integrado- mina-ferrovia – porto e company tows destinado para a mineração e exportação da reserva mineral de bauxita da região de Trombetas. Figura - Área do Projeto Trombetas Fonte: MRN, 2004.
  • 24.
    Barragens da MineraçãoRio do Norte no Pará Foto: Carlos Penteado/CPI-SP, 2016.
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    Sobreposição dos territóriosna Amazônia Fonte: Wanderley, 2008.
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