Coimbra tem mais encanto…Terá? Mata Nacional do Choupal vs. Rio Mondego Mª de Jesus  2009
Coimbra cantada pelos poetas Pára,  Mondego ! Pára, não prossigas, Prateado rio, não caminhes para o mar; Ouve da minha boca as palavras amigas, Que te podem salvar! […] Eugénio de Castro Do  Choupal  até à Lapa foi Coimbra meus amores  e sombra da minha capa deu no chão abriu em flores Zeca Afonso
Rio Mondego É tudo bastante claro...como água! Estas águas são habitat de barbos, bogas, trutas, enguias, lampreias e outras espécies piscícolas.
Boga ( Chondrostoma polylepis) Ruivaca,  ( Rutilus macrolepidotus )
Enguia  ( Anguilla Anguilla ) Peixe vermelho Carassius Auratus  Truta arco-íris ( Oncorhynchus mykiss )  Truta-fário  (Salmo trutta fario)   Pimpão Carassius carassius
Mata Nacional do Choupal Apresenta-se como uma floresta caracterizada por um povoamento misto, irregular, de folhosas caducifólias, o que lhe confere características únicas de exploração florestal e de suporte da vida animal. Funciona como um pulmão que purifica muito do oxigénio de que necessitamos   A Mata é rica, nela habitam colónias de aves onde nidificam, raposas, lontras e muitas outras espécies.
Mata Nacional do Choupal (cont) Funciona como um pulmão que purifica muito do oxigénio de que necessitamos   A Mata é rica, nela habitam colónias de aves onde nidificam, raposas, lontras e muitas outras espécies.
Garça-vermelha ( Ardea purpurea ) Milhafre-preto ( Milvus migrans )  Pato-real ( Anas platyrhynchos ) Cegonha-branca ( Ciconia ciconia ), Flamingo-comum  ( Phoenicopterus roseus ) Alfaiate  ( Recurvirostra avosetta ),
Pernilongo  ( Himantopus himantopus) Andorinha-do-mar-anã  ( Sterna albifrons ),
Raposa  (Vulpes vulpes) Lontra ( Lutra lutra )
Acção Antrópica A construção de barragens tem levado à alteração da deposição e arrastamento de materiais finos e consequente desaparecimento de áreas adequadas à reprodução. As barragens diminuíram os caudais. A regularização dos rios criam barreiras físicas como açudes que não têm “portas” para as lampreias possam subir o rio. A degradação das zonas de desova, por erosão da bacia, alterações do habitat, leito e velocidade da corrente e pressão humana. A pesca de algumas espécies  tem levado a uma redução do  efectivo populacional. As alterações climáticas  completam o rol de "atentados" à espécie .   Lampreia   Petromyzon marinus L. 1758
A diminuição do caudal do rio Mondego aliada à eventual existência de fertilizantes poderá estar na base da acumulação de plantas aquáticas no troço que atravessa a cidade em Coimbra. O assoreamento do leito do Mondego, na cidade de Coimbra, e os  fertilizantes  agrícolas e esgotos despejados a montante são causas prováveis do aparecimento invulgar de uma grande quantidade de plantas nas águas do rio.  Junto ao Parque Verde do Mondego surgiram ranúnculos, cujo aparecimento terá resultado da acumulação excessiva de areia, no leito do rio, e da  nitrificação  das suas águas.         Parque Verde do Mondego
Efeitos da acção antrópica Alterações/lesões encontradas em amostras de peixes recolhidas são sugestivas de problemas ecológicos, e em certos casos podem até apontar para problemas de perturbação da saúde e reprodução das espécies piscícolas, provável redução de biodiversidade.
Os peixes de água doce e migradores apresentam a percentagem mais elevada de animais classificados em categorias de ameaçadas (Criticamente em Perigo, Em Perigo, Vulneráveis) ou quase ameaçadas: 69 por cento.
A Quercus aponta várias medidas a adoptar para preservar a biodiversidade, como a criação de refúgios e a preservação de habitats que permitam uma adaptação de longo termo, o estabelecimento de redes de áreas protegidas terrestres, aquáticas e marinhas e o reforço da investigação sobre as ligações entre alterações climáticas e biodiversidade.
As alterações climáticas já estão a obrigar as espécies a adaptar-se, seja através de mudanças de habitat, alterações nos ciclos de vida, ou o desenvolvimento de novas características físicas. Porém, nem todas conseguirão fazê-lo. As previsões indicam que cerca de um milhão de espécies serão extintas devido ao aquecimento global.
Sem água não há vida   Sem a Biodiversidade não sobreviveremos na TERRA Um elevado número de poluentes é libertado para o ambiente diariamente, acabando por ir parar aos ecossistemas aquáticos.  A contaminação das águas de superfície e/ou subterrâneas com poluentes de diferentes origens associada à problemática da  água como um recurso cada vez mais escasso
Para assegurar a existência das condições favoráveis à vida precisamos viver de acordo com a “capacidade” do planeta.  A Terra está nas nossas mãos.

AlteraçõEs ClimáTicas, Biodiversidade E EvoluçãO

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    Coimbra tem maisencanto…Terá? Mata Nacional do Choupal vs. Rio Mondego Mª de Jesus 2009
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    Coimbra cantada pelospoetas Pára, Mondego ! Pára, não prossigas, Prateado rio, não caminhes para o mar; Ouve da minha boca as palavras amigas, Que te podem salvar! […] Eugénio de Castro Do Choupal até à Lapa foi Coimbra meus amores e sombra da minha capa deu no chão abriu em flores Zeca Afonso
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    Rio Mondego Étudo bastante claro...como água! Estas águas são habitat de barbos, bogas, trutas, enguias, lampreias e outras espécies piscícolas.
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    Boga ( Chondrostomapolylepis) Ruivaca, ( Rutilus macrolepidotus )
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    Enguia (Anguilla Anguilla ) Peixe vermelho Carassius Auratus Truta arco-íris ( Oncorhynchus mykiss ) Truta-fário (Salmo trutta fario) Pimpão Carassius carassius
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    Mata Nacional doChoupal Apresenta-se como uma floresta caracterizada por um povoamento misto, irregular, de folhosas caducifólias, o que lhe confere características únicas de exploração florestal e de suporte da vida animal. Funciona como um pulmão que purifica muito do oxigénio de que necessitamos A Mata é rica, nela habitam colónias de aves onde nidificam, raposas, lontras e muitas outras espécies.
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    Mata Nacional doChoupal (cont) Funciona como um pulmão que purifica muito do oxigénio de que necessitamos A Mata é rica, nela habitam colónias de aves onde nidificam, raposas, lontras e muitas outras espécies.
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    Garça-vermelha ( Ardeapurpurea ) Milhafre-preto ( Milvus migrans ) Pato-real ( Anas platyrhynchos ) Cegonha-branca ( Ciconia ciconia ), Flamingo-comum ( Phoenicopterus roseus ) Alfaiate ( Recurvirostra avosetta ),
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    Pernilongo (Himantopus himantopus) Andorinha-do-mar-anã ( Sterna albifrons ),
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    Raposa (Vulpesvulpes) Lontra ( Lutra lutra )
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    Acção Antrópica Aconstrução de barragens tem levado à alteração da deposição e arrastamento de materiais finos e consequente desaparecimento de áreas adequadas à reprodução. As barragens diminuíram os caudais. A regularização dos rios criam barreiras físicas como açudes que não têm “portas” para as lampreias possam subir o rio. A degradação das zonas de desova, por erosão da bacia, alterações do habitat, leito e velocidade da corrente e pressão humana. A pesca de algumas espécies tem levado a uma redução do efectivo populacional. As alterações climáticas completam o rol de "atentados" à espécie . Lampreia Petromyzon marinus L. 1758
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    A diminuição docaudal do rio Mondego aliada à eventual existência de fertilizantes poderá estar na base da acumulação de plantas aquáticas no troço que atravessa a cidade em Coimbra. O assoreamento do leito do Mondego, na cidade de Coimbra, e os fertilizantes agrícolas e esgotos despejados a montante são causas prováveis do aparecimento invulgar de uma grande quantidade de plantas nas águas do rio.  Junto ao Parque Verde do Mondego surgiram ranúnculos, cujo aparecimento terá resultado da acumulação excessiva de areia, no leito do rio, e da nitrificação das suas águas. Parque Verde do Mondego
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    Efeitos da acçãoantrópica Alterações/lesões encontradas em amostras de peixes recolhidas são sugestivas de problemas ecológicos, e em certos casos podem até apontar para problemas de perturbação da saúde e reprodução das espécies piscícolas, provável redução de biodiversidade.
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    Os peixes deágua doce e migradores apresentam a percentagem mais elevada de animais classificados em categorias de ameaçadas (Criticamente em Perigo, Em Perigo, Vulneráveis) ou quase ameaçadas: 69 por cento.
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    A Quercus apontavárias medidas a adoptar para preservar a biodiversidade, como a criação de refúgios e a preservação de habitats que permitam uma adaptação de longo termo, o estabelecimento de redes de áreas protegidas terrestres, aquáticas e marinhas e o reforço da investigação sobre as ligações entre alterações climáticas e biodiversidade.
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    As alterações climáticasjá estão a obrigar as espécies a adaptar-se, seja através de mudanças de habitat, alterações nos ciclos de vida, ou o desenvolvimento de novas características físicas. Porém, nem todas conseguirão fazê-lo. As previsões indicam que cerca de um milhão de espécies serão extintas devido ao aquecimento global.
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    Sem água nãohá vida Sem a Biodiversidade não sobreviveremos na TERRA Um elevado número de poluentes é libertado para o ambiente diariamente, acabando por ir parar aos ecossistemas aquáticos. A contaminação das águas de superfície e/ou subterrâneas com poluentes de diferentes origens associada à problemática da água como um recurso cada vez mais escasso
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    Para assegurar aexistência das condições favoráveis à vida precisamos viver de acordo com a “capacidade” do planeta. A Terra está nas nossas mãos.