1) O texto discute os problemas decorrentes do crescimento desordenado das cidades, especialmente a violência no trânsito como consequência da desigualdade social e da tensão entre classes.
2) Aponta que as cidades são divididas simbolicamente entre áreas nobres e periferias abandonadas à própria sorte.
3) Defende que é preciso humanizar o trânsito por meio de campanhas de paz e respeito à vida, reconhecendo o outro como irmão.