O documento aborda a administração eclesiástica, focando na maior igreja evangélica do mundo, localizada na Coreia do Sul, e apresenta princípios de administração de bens, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Também discute a administração financeira da igreja, enfatizando a importância da honestidade e competência, além de esclarecer a legislação relacionada ao patrimônio da igreja. O texto conclui com a necessidade de registros contábeis e regulamentos legais a serem seguidos pelas igrejas.