A  partir  de  6  de Dezembro  o  painel  “O  Livro  da Quinzena” apresenta  a  obra ROBINSON CRUSOE de  Daniel Defoe
Robinson Crusoe é a personagem principal da obra que, significativamente, tem por título o seu nome. Nasceu em Iorque, em 1632, sendo originário de uma família abastada, mas estrangeira naquele país. O seu verdadeiro sobrenome, Kreutzaner, acabou por ser deturpado, transformando-se naquele que é o mais reconhecido – Crusoe. R obinson Crusoe é a personagem principal da obra que, significativamente, tem por título o seu nome.
D esde cedo, Robinson, figura sonhadora e aventureira, desejava empreender viagens marítimas, objectivo ao qual seu pai se opunha com veemência. Porém, contrariando a vontade paternal, acaba por partir, pela primeira vez, em Setembro de 1651. Contrariamente à sua expectativa, é vítima de um enorme temporal que parece desmotivá-lo.
P orém, tal sucede apenas temporariamente, pois após a salvaguarda da sua existência, ei--lo novamente pronto a levantar âncora, rumo à Guiné. Mantém com o comandante da embarcação uma firme relação de amizade, obtendo valiosos conhecimentos de navegação. Após a morte do mesmo, regressa a Inglaterra. Parte, então, para as Ilhas Canárias, mas o buque é atacado por corsários e Crusoe é transformado em escravo.
L iberta-se, depois de várias façanhas, e acaba no Brasil, local onde se estabelece, tornando-se fazendeiro. Simultaneamente, consegue que as suas posses lhe sejam enviadas. Facilmente se apercebe da existência do tráfico negreiro, pretendendo recorrer ao mesmo e dele tirar partido. Inicialmente, hesita, mas como ele próprio refere: ”[…] como nascera para lavrar a minha própria desdita, não pude resistir a tais ofertas tal como não pudera conter os meus primeiros projectos aventureiros, não fazendo caso dos bons conselhos do meu pai.”
E mbarca, a 1 de Setembro de 1659, para África. Vitimado por uma violenta tempestade, o seu buque naufraga e ele é lançado para o areal de uma ilha deserta.
C omeçam, então, as verdadeiras aventuras experimentadas pelo protagonista. Prepara- -se para habitar o local onde se encontra, tendo a verdadeira noção de que os bens monetários se revelam completamente inúteis.
C onstrói uma trincheira e uma paliçada que tenta transformar em habitação. Elabora uma tabela para registar o tempo e, sentindo-se só, decide iniciar o relato da sua vida diária .
E nceta trabalhos agrícolas e tarefas caseiras, sendo obrigado a fazer todos os utensílios necessários à sua sobrevivência. Inicia o reconhecimento de outras partes da ilha e captura animais que domestica.
A pesar de terem passado longos anos sobre a chegada àquele local, um desejo atormenta-o: regressar a Inglaterra. Nesse sentido, inicia a construção de uma embarcação primitiva e nela faz o reconhecimento das zonas próximas da ilha.
C erto dia, para seu horror, apercebe-se de que o local que pensava ser um domínio exclusivamente seu era visitado por selvagens canibais que lá concretizavam ”lautos banquetes”.
O que sucedeu depois? Cabe-te descobrir!!! Aqui só se acrescenta que aquele que era um verdadeiro inferno se terá revelado um enorme Paraíso que nem só Robinson Crusoe descobriu! Pois é, a vida prega-nos partidas!!! Descobre quantas e quais a existência inventou para o protagonista da obra!

A partir de 6 de Dezembro

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    A partir de 6 de Dezembro o painel “O Livro da Quinzena” apresenta a obra ROBINSON CRUSOE de Daniel Defoe
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    Robinson Crusoe éa personagem principal da obra que, significativamente, tem por título o seu nome. Nasceu em Iorque, em 1632, sendo originário de uma família abastada, mas estrangeira naquele país. O seu verdadeiro sobrenome, Kreutzaner, acabou por ser deturpado, transformando-se naquele que é o mais reconhecido – Crusoe. R obinson Crusoe é a personagem principal da obra que, significativamente, tem por título o seu nome.
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    D esde cedo,Robinson, figura sonhadora e aventureira, desejava empreender viagens marítimas, objectivo ao qual seu pai se opunha com veemência. Porém, contrariando a vontade paternal, acaba por partir, pela primeira vez, em Setembro de 1651. Contrariamente à sua expectativa, é vítima de um enorme temporal que parece desmotivá-lo.
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    P orém, talsucede apenas temporariamente, pois após a salvaguarda da sua existência, ei--lo novamente pronto a levantar âncora, rumo à Guiné. Mantém com o comandante da embarcação uma firme relação de amizade, obtendo valiosos conhecimentos de navegação. Após a morte do mesmo, regressa a Inglaterra. Parte, então, para as Ilhas Canárias, mas o buque é atacado por corsários e Crusoe é transformado em escravo.
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    L iberta-se, depoisde várias façanhas, e acaba no Brasil, local onde se estabelece, tornando-se fazendeiro. Simultaneamente, consegue que as suas posses lhe sejam enviadas. Facilmente se apercebe da existência do tráfico negreiro, pretendendo recorrer ao mesmo e dele tirar partido. Inicialmente, hesita, mas como ele próprio refere: ”[…] como nascera para lavrar a minha própria desdita, não pude resistir a tais ofertas tal como não pudera conter os meus primeiros projectos aventureiros, não fazendo caso dos bons conselhos do meu pai.”
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    E mbarca, a1 de Setembro de 1659, para África. Vitimado por uma violenta tempestade, o seu buque naufraga e ele é lançado para o areal de uma ilha deserta.
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    C omeçam, então,as verdadeiras aventuras experimentadas pelo protagonista. Prepara- -se para habitar o local onde se encontra, tendo a verdadeira noção de que os bens monetários se revelam completamente inúteis.
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    C onstrói umatrincheira e uma paliçada que tenta transformar em habitação. Elabora uma tabela para registar o tempo e, sentindo-se só, decide iniciar o relato da sua vida diária .
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    E nceta trabalhosagrícolas e tarefas caseiras, sendo obrigado a fazer todos os utensílios necessários à sua sobrevivência. Inicia o reconhecimento de outras partes da ilha e captura animais que domestica.
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    A pesar deterem passado longos anos sobre a chegada àquele local, um desejo atormenta-o: regressar a Inglaterra. Nesse sentido, inicia a construção de uma embarcação primitiva e nela faz o reconhecimento das zonas próximas da ilha.
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    C erto dia,para seu horror, apercebe-se de que o local que pensava ser um domínio exclusivamente seu era visitado por selvagens canibais que lá concretizavam ”lautos banquetes”.
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    O que sucedeudepois? Cabe-te descobrir!!! Aqui só se acrescenta que aquele que era um verdadeiro inferno se terá revelado um enorme Paraíso que nem só Robinson Crusoe descobriu! Pois é, a vida prega-nos partidas!!! Descobre quantas e quais a existência inventou para o protagonista da obra!