A justiça e a moral
em Rawls
Disciplina: Filosofia do Direito
Professor: Luiz Henrique Diniz Araújo
Alunos:
● Karolinne de Lima Santos
● Martha Maria de Souza Lamenha
● Rafael Silva Camilo
● Sérgio Ricardo Batista de Souza
● Tarciane Silva do Nascimento
A justiça e a moral em Rawls
● Foi um dos filósofos políticos
mais famosos do século XX.
● Nascido em 21 de Fevereiro
de 1921 e veio a óbito em
2002.
● Uma teoria da justiça (1971).
Quem foi John Rawls?
● A justiça é a “primeira virtude das
instituições sociais”.
● Princípios de uma organização social
que criaria uma espécie de “utopia
realista”.
● Afirma que cada um tem direitos iguais
às liberdades compatíveis para tudo.
Uma teoria da justiça
Rawls e a sociedade liberal
É constituída pela posição original,
em que se delimitam as regras da
justiça que regulam dada sociedade
e a vida de cada cidadão. Os
membros de tal coletividade tentam
estabelecer regras que tragam certo
equilíbrio.
É caracterizada pelas regras e
princípios da justiça instituídos pela
posição original, a qual atualiza o
pano de fundo em que se
estabelecem tais tratativas entre os
cidadãos e entre estes e o Estado.
Primeira fase Segunda fase
Podemos dizer que a teoria de Rawls possui duas fases.
● Em O liberalismo político, Rawls apela
para o aspecto consciencial dos
membros políticos envolvidos, trazendo o
seguinte design, pressuposto de uma
sociedade liberal.
● Trata-se de uma relação de pessoas na
estrutura básica da sociedade, uma
estrutura de instituições, na qual só
ingressamos pelo nascimento e da qual
só saímos pela morte (ou, pelo menos
assim, podemos apropriadamente supor).
O liberalismo Politico
A ESCOLHA RACIONAL E O VÉU DA
IGNORÂNCIA
Rawls acreditava que uma sociedade para alcançar o bem
comum ou ainda a liberdade fundamental, que na sua
concepção significava não submeter essas liberdades a
nenhum cálculo de utilidade, devemos estar sob o véu da
ignorância, remetidos à posição original, situação em que
nossas decisões não terão como propósito o interesse
particular.
Rawls e os atos da fala
Teoria dos atos da fala de Searle - Linguagem como ação
Langshaw Austin (1911-1960), filósofo pioneiro da Escola Analítica de Oxford
- Expoente do imperativismo (a definição da norma jurídica como comando) e também
do coercitivismo (a definição do direito a partir da sanção)
Falar é a expressão de uma ação que representa uma forma de agir sobre o
interlocutor e sobre o mundo, dando sentido a ele.
O ato de fala é toda ação realizada através do dizer
Conhecer e entender o contexto (quem fala, com quem se fala, para que se fala, onde
se fala, o que se fala) é essencial para captar as pistas para a compreensão total dos
enunciados.
Rawls e os atos da fala
J. Austin define comando como a expressão de um desejo de que alguém faça
ou não faça algo, acompanhado de um mal a ser imposto pelo emissor ao
destinatário se descumprido esse desejo
A característica específica que diferencia o comando dos outros tipos de
desejos é capacidade de o emissor punir o destinatário em caso de violação
da ordem expressa.
O autor designa a noção de comando como a chave para a ciência da
jurisprudência.
Rawls e os atos da fala
John Rawls trabalha com o intuito prático de operacionalização dos
princípios da justiça, ou seja, com a aplicabilidade desses princípios.
A obediência a certas regras que não questionamos, apenas as cumprimos.
A ação aqui é de acatamento, e esta aceitação é viabilizada e
expressamente declarada por Rawls.
As regras vinculam-se a um caráter comunicacional, ou seja, linguístico, o
que demonstra a adesão de Rawls aos novos paradigmas filosóficos, mais
expressamente à corrente dos atos da fala.

A Justiça e a Moral em Rawls.pptx

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    A justiça ea moral em Rawls
  • 2.
    Disciplina: Filosofia doDireito Professor: Luiz Henrique Diniz Araújo Alunos: ● Karolinne de Lima Santos ● Martha Maria de Souza Lamenha ● Rafael Silva Camilo ● Sérgio Ricardo Batista de Souza ● Tarciane Silva do Nascimento A justiça e a moral em Rawls
  • 3.
    ● Foi umdos filósofos políticos mais famosos do século XX. ● Nascido em 21 de Fevereiro de 1921 e veio a óbito em 2002. ● Uma teoria da justiça (1971). Quem foi John Rawls?
  • 4.
    ● A justiçaé a “primeira virtude das instituições sociais”. ● Princípios de uma organização social que criaria uma espécie de “utopia realista”. ● Afirma que cada um tem direitos iguais às liberdades compatíveis para tudo. Uma teoria da justiça
  • 5.
    Rawls e asociedade liberal É constituída pela posição original, em que se delimitam as regras da justiça que regulam dada sociedade e a vida de cada cidadão. Os membros de tal coletividade tentam estabelecer regras que tragam certo equilíbrio. É caracterizada pelas regras e princípios da justiça instituídos pela posição original, a qual atualiza o pano de fundo em que se estabelecem tais tratativas entre os cidadãos e entre estes e o Estado. Primeira fase Segunda fase Podemos dizer que a teoria de Rawls possui duas fases.
  • 6.
    ● Em Oliberalismo político, Rawls apela para o aspecto consciencial dos membros políticos envolvidos, trazendo o seguinte design, pressuposto de uma sociedade liberal. ● Trata-se de uma relação de pessoas na estrutura básica da sociedade, uma estrutura de instituições, na qual só ingressamos pelo nascimento e da qual só saímos pela morte (ou, pelo menos assim, podemos apropriadamente supor). O liberalismo Politico
  • 7.
    A ESCOLHA RACIONALE O VÉU DA IGNORÂNCIA Rawls acreditava que uma sociedade para alcançar o bem comum ou ainda a liberdade fundamental, que na sua concepção significava não submeter essas liberdades a nenhum cálculo de utilidade, devemos estar sob o véu da ignorância, remetidos à posição original, situação em que nossas decisões não terão como propósito o interesse particular.
  • 8.
    Rawls e osatos da fala Teoria dos atos da fala de Searle - Linguagem como ação Langshaw Austin (1911-1960), filósofo pioneiro da Escola Analítica de Oxford - Expoente do imperativismo (a definição da norma jurídica como comando) e também do coercitivismo (a definição do direito a partir da sanção) Falar é a expressão de uma ação que representa uma forma de agir sobre o interlocutor e sobre o mundo, dando sentido a ele. O ato de fala é toda ação realizada através do dizer Conhecer e entender o contexto (quem fala, com quem se fala, para que se fala, onde se fala, o que se fala) é essencial para captar as pistas para a compreensão total dos enunciados.
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    Rawls e osatos da fala J. Austin define comando como a expressão de um desejo de que alguém faça ou não faça algo, acompanhado de um mal a ser imposto pelo emissor ao destinatário se descumprido esse desejo A característica específica que diferencia o comando dos outros tipos de desejos é capacidade de o emissor punir o destinatário em caso de violação da ordem expressa. O autor designa a noção de comando como a chave para a ciência da jurisprudência.
  • 10.
    Rawls e osatos da fala John Rawls trabalha com o intuito prático de operacionalização dos princípios da justiça, ou seja, com a aplicabilidade desses princípios. A obediência a certas regras que não questionamos, apenas as cumprimos. A ação aqui é de acatamento, e esta aceitação é viabilizada e expressamente declarada por Rawls. As regras vinculam-se a um caráter comunicacional, ou seja, linguístico, o que demonstra a adesão de Rawls aos novos paradigmas filosóficos, mais expressamente à corrente dos atos da fala.