O texto discute a importância da escuta ativa e do silêncio interior. O autor critica a ênfase dada à oratória em detrimento da escutatória e defende que ouvir com atenção requer silenciar os pensamentos para perceber nuances que passam despercebidas. A escuta é essencial para a compreensão mútua e a construção de uma sociedade mais humana e solidária.