AGRISSÊNIOR
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Pasquim informativo e virtual.
Opiniões, humor e mensagens
EDITORES: Luiz Ferreira da Silva
(luizferreira1937@gmail.com) e
Jefferson Dias (jeffcdiass@gmail.com)
Edição 555 – ANO XII Nº 22–24 de dezembro de 2015
EDIÇÃO ESPECIAL DE FINAL DE ANO
Mais um ano que se finda; mais uma etapa vencida pelo nosso Pasquim Informativo, que se
mantem constante semanalmente, desde 2004.
O ano vigente foi difícil para todos os brasileiros, exceto para os políticos, que, inclusive, foram
os responsáveis pela maior crise do nosso País. Mas o nosso povo, ordeiro e trabalhador
haverá de dar a volta por cima e bani-los da vida pública.
Estamos no momento de reflexão e paz, sobretudo com a comemoração do Natal. Perfeito
para se seguir os passos de Jesus e evoca-Lo a trazer luzes a todos, estimulando-nos a um
esforço concentrado em prol do Brasil-2016.
FELIZ NATAL E UM ANO NOVO DOS SONHOS DAS NOSSAS FAMÍLIAS!
O SENTIDO DO NATAL - ESTÓRIA PARA REFLEXÃO
Um homem deixou para fazer suas compras
de Natal no último instante. Nas ruas o vai-e-
vem da multidão apressada. Ele, entre
esbarrões, comprando aqui e ali. De súbito,
pula um moleque à sua frente pedindo, quase
implorando para que ele comprasse duas
canetas para ajudá-lo. Nervoso, ele manda o
garoto sair da frente. Apressou o passo e só
parou, quando percebeu que havia ganho
certa distância do garoto.
Foi à loja de brinquedos e é mal atendido. A
balconista, exausta e irritada, vende
descortesias e ele prontamente deu o troco.
Ao voltar para casa, guiou o carro como se
estivesse à frente de um exército inimigo,
queixando-se sistematicamente de todos os
que atravancavam o seu caminho.
Quando chegou enfim, mal-humorado, seu
filho caçula recebeu-lhe com a ansiedade dos
que aguardam uma notícia. A sala estava
iluminada, em clima de festa. Sentindo a paz
doméstica, recordou a sua vergonhosa
performance naquela maratona de véspera de
Natal. E observando a alegria de seu filho
diante dos embrulhos coloridos, reviu
arrependido a expressão tristonha da criança
que tentou vender-lhe duas canetas
Contou este fato a um amigo. Este, porém,
disse-lhe:
- Meu amigo, você não entendeu o sentido do
Natal. Esta comercialização é lamentável que,
sob indução da propaganda, transforma o ato
de presentear numa obrigação. Há quem se
ofenda se não recebe algo dos familiares. É
bom presentear, nos dá alegria. É sempre um
gesto de carinho, uma manifestação de bem-
querer. Mas, o ideal seria que não houvesse
tempo certo para isso, tira muito a
espontaneidade do gesto e a magia da
dádiva. Porém, é sempre bom lembrar que
nos reunimos para celebrar o nascimento de
Jesus. E que Este, só renascerá, quando nos
dispusermos a vivenciar integralmente sua
mensagem. Portanto, amigo, vivencie o Natal
amando ao próximo, fazendo aos outros o
que gostaria que os outros lhe fizessem,
porque tudo que fizermos ao menor de
nossos irmãos, é ao "aniversariante" que
estaremos fazendo. Este é o verdadeiro
sentido do Natal. Mas lembre-se amigo, não
espere o próximo Natal para consertar
Envergonhado, o homem concordou com o
amigo.
Muitos de nós nos comportamos como o
homem da história. Por isso, na
comemoração do nascimento de Jesus, que
haja alegria, pois a lembrança do Cristo já é
por si um estímulo espiritual a reflexões mais
profundas; que se promovam festas na
família, nas instituições ou nos ambientes de
nossa convivência, mas que a alegria tenha
um sentido mais elevado, não deixemos nos
desvirtuar pelos desperdícios e pelos abusos
que comprometem o corpo e o espírito.
Procuremos “cristianizar” o Natal, ou seja, que
as pessoas não se preocupem somente com
a festa, com a comida, com os presentes,
porque a festa não é do Papai Noel, é de
Jesus. E quem deveria receber presentes é o
aniversariante.
Então, perguntemos: “Que presente
daremos à Jesus?”
Se ficarmos em dúvida, procuremos no
Evangelho um pedido Dele para nós.
Postado por Grupo de Estudo Allan Kardec
O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE O NATAL?
A resposta da Bíblia
A Bíblia não informa a data do nascimento de
Jesus nem diz que devemos comemorar seu
aniversário. A Cyclopedia de McClintock e
Strong comenta: “A observância do Natal não
foi divinamente instituída, nem se origina do
NT [Novo Testamento].”
Na realidade, uma análise da história do Natal
revela que essa celebração se origina de
rituais religiosos pagãos. A Bíblia mostra que,
se tentamos adorar a Deus de um modo que
ele não aprova, nós o ofendemos. — Êxodo
32:5-7.
História de alguns costumes
natalinos
1. Comemoração do aniversário de Jesus:
“Os primeiros cristãos não celebravam [o]
nascimento [de Cristo] porque
consideravam a comemoração do
aniversário um costume pagão.” —
Enciclopédia Delta Universal.
2. Dia 25 de dezembro: Não existem provas
de que Jesus tenha nascido nessa data. É
provável que líderes da Igreja tenham
escolhido essa data para coincidir com
festas pagãs realizadas no solstício de
inverno ou por volta dele.
3. Troca de presentes, banquetes e festas:
A obra The Encyclopedia Americana diz:
“As saturnais, festa romana celebrada em
meados de dezembro, forneceram o
modelo para muitos costumes festivos do
Natal. Dessa celebração, por exemplo,
derivam-se os banquetes suntuosos, a
troca de presentes e a queima de velas.” A
Encyclopædia Britannica observa que “todo
trabalho e negociações eram
interrompidos” durante as saturnais.
4. Luzes de Natal: De acordo com a The
Encyclopedia of Religion (Enciclopédia da
Religião), os europeus decoravam suas
casas “com luzes e sempre-verdes de
todos os tipos” para celebrar o solstício de
inverno e combater espíritos maus.
5. Visco e azevinho: Em muitos países,
essas plantas geralmente são usadas em
decorações de Natal. “Os druidas atribuíam
propriedades mágicas ao visco. O azevinho
sempre-verde era adorado como uma
promessa de que o Sol retornaria.” —The
Encyclopedia Americana.
6. Árvore de natal: “Cultuar árvores, ato
comum entre os europeus pagãos,
sobreviveu à conversão deles ao
cristianismo.” Um exemplo atual disso é o
costume de “colocar uma árvore de natal
na entrada ou dentro da casa durante as
festividades em meados do inverno”. —
Encyclopædia Britannica.
Fonte: http://www.jw.org/pt/ensinos-
biblicos/perguntas/biblia-sobre-natal/
BATE O SINO
Bate o sino pequenino, sino de Belém
Já nasceu Deus Menino para o nosso bem
Paz na Terra pede o sino alegre a cantar
Abençoe Deus Menino este nosso lar
Hoje a noite é bela, juntos eu e ela
Vamos à capela, felizes a rezar
Ao soar o sino, sino pequenino
Vai o Deus menino, nos abençoar.
Bate o sino pequenino, sino de Belém
Já nasceu Deus Menino para o nosso bem
Paz na Terra pede o sino alegre a cantar
Abençoe Deus Menino este nosso lar
Vamos minha gente, vamos à Belém
Vamos ver Maria e Jesus também
Já deu meia noite, já chegou Natal
Já tocou o sino lá na catedral
Bate o sino pequenino, sino de Belém
Já nasceu Deus Menino para o nosso bem
Paz na Terra pede o sino alegre a cantar
Abençoe Deus Menino este nosso lar
Hoje a noite é bela, juntos eu e ela
Vamos à capela, felizes a rezar
Ao soar o sino, sino pequenino
Vai o Deus menino, nos abençoar.
Bate o sino pequenino, sino de Belém
Já nasceu Deus Menino para o nosso bem
Paz na Terra pede o sino alegre a cantar
Abençoe Deus Menino este nosso lar
Vamos minha gente, vamos à Belém
Vamos ver Maria e Jesus também
Já deu meia noite, já chegou Natal
Já tocou o sino lá na catedral
Bate o sino pequenino, sino de Belém
Já nasceu Deus Menino para o nosso bem
Paz na Terra pede o sino alegre a cantar
Abençoe Deus Menino este nosso lar
Abençoe Deus Menino este nosso lar
ORGANIZA O NATAL
Carlos Drummond de Andrade
Alguém observou que cada vez mais o ano se
compõe de 10 meses; imperfeitamente
embora, o resto é Natal. É possível que, com
o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de
Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E
não parece absurdo imaginar que, pelo
desenvolvimento da linha, e pela melhoria do
homem, o ano inteiro se converta em Natal,
abolindo-se a era civil, com suas obrigações
enfadonhas ou malignas. Será bom.
Então nos amaremos e nos desejaremos
felicidades ininterruptamente, de manhã à
noite, de uma rua a outra, de continente a
continente, de cortina de ferro à cortina de
nylon — sem cortinas. Governo e oposição,
neutros, super e subdesenvolvidos,
marcianos, bichos, plantas entrarão em
regime de fraternidade. Os objetos se
impregnarão de espírito natalino, e veremos o
desenho animado, reino da crueldade,
transposto para o reino do amor: a máquina
de lavar roupa abraçada ao flamboyant,
núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o
sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-
realismo, justificado espiritualmente, será uma
chave para o mundo.
Completado o ciclo histórico, os bens serão
repartidos por si mesmos entre nossos
irmãos, isto é, com todos os viventes e
elementos da terra, água, ar e alma. Não
haverá mais cartas de cobrança, de
descompostura nem de suicídio. O correio só
transportará correspondência gentil, de
preferência postais de Chagall, em que noivos
e burrinhos circulam na atmosfera, pastando
flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará
a serviço do entendimento afetuoso. A crítica
de arte se dissolverá jovialmente, a menos
que prefira tomar a forma de um sininho
cristalino, a badalar sem erudição nem
pretensão, celebrando o Advento.
A poesia escrita se identificará com o perfume
das moitas antes do amanhecer, despojando-
se do uso do som. Para que livros?
perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a
terra impressa com as tintas do sol e das
galáxias, aberta à maneira de um livro.
A música permanecerá a mesma, tal qual
Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e
divertimentos musicais serão arquivados, sem
humilhação para ninguém.
Com economia para os povos desaparecerão
suavemente classes armadas e semi-
armadas, repartições arrecadadoras, polícia e
fiscais de toda espécie. Uma palavra será
descoberta no dicionário: paz.
O trabalho deixará de ser imposição para
constituir o sentido natural da vida, sob a
jurisdição desses incansáveis trabalhadores,
que são os lírios do campo. Salário de cada
um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas
de conciliação nem tribunais de justiça, pois
tudo estará conciliado na ordem do amor.
Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas
que o guardavam, e que passarão a depósito
de doces, para visitas. Haverá dois jardins
para cada habitante, um exterior, outro
interior, comunicando-se por um atalho
invisível.
A morte não será procurada nem esquivada, e
o homem compreenderá a existência da noite,
como já compreendera a da manhã.
O mundo será administrado exclusivamente
pelas crianças, e elas farão o que bem
entenderem das restantes instituições
caducas, a Universidade inclusive.
E será Natal para sempre.
Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se
transformassem em realidade.
Texto extraído do livro "Cadeira de Balanço",
Livraria José Olympio Editora - Rio de
Janeiro, 1972, pág. 52.
POEMA DE NATAL
Vinicius de Moraes
Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os
adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.
O NATAL CRISTÃO
Pr. Émerson Garcia Dutra
Que é mesmo o Natal?
Festas, presentes, compras, viagens,
encontros familiares?
O cristão deve ter em mente que o Natal
tem um sentido não apenas humano,
mas profundamente espiritual.
É o que podemos aprender
a partir do registro feito por Mateus
sobre o nascimento de Jesus.
Mateus 2: 1-12
Estamos no mês natalino. Apesar de não
ser a data correta, pois não se sabe ao certo
em que dia o Senhor Jesus nasceu, até
porque não há uma data específica registrada
na Bíblia, o dia 25 de dezembro,
tradicionalmente, é considerado o dia do seu
nascimento.
Por isso, é um dia comemorado e festejado
por todos. Para muitos, Natal é um dia especial
em que pessoas viajam para rever parentes e
amigos. Para outros, Natal é promover festas, é
uma oportunidade para se deixar extravasar os
desejos da carne. Para uma criança, é uma data
desejada e esperada com muita ansiedade para
se ganhar presentes.
Talvez, para muitos, o Natal seja um
momento do ano em que as famílias se
reúnem para se alegrar e agradecer a Deus
por mais um ano que se passou. Para os
empresários e comerciantes, é um dos
eventos festivos do ano que abre o maior
espaço para vendas em todos os aspectos.
Na verdade, o Natal que a humanidade
comemora tem pouco a ver com o nascimento
de Jesus. Biblicamente, Ele nasceu um dia
em Belém da Judeia. Seu nascimento foi
singular, simples e humilde. Em Belém
nasceu Jesus, a parte humana, a carne do
verbo, as vestimentas de carne e ossos com
as quais o verbo se cobriu para que
pudéssemos ver a sua glória, Jo 1: 1-3.
E para o cristão, o que é mesmo Natal?
Festas, presentes, compras, viagens,
encontros familiares, etc. O cristão deve ter
em mente que Natal para ele tem um sentido
profundamente espiritual, e não apenas um
sentido humano. Vejamos, então, o que
podemos aprender a respeito do Natal cristão,
a partir do registro feito por Mateus sobre o
nascimento de Jesus, em Mt 2: 1-1?
Natal é uma busca constante do
verdadeiro Jesus
Os magos que vieram do Oriente
perguntaram: onde está aquele que é nascido
rei dos judeus? Sendo eles incumbidos pelo rei
Herodes a respeito do menino Jesus, v. 8,
partiram em busca do recém-nascido, Vv. 1 e 9.
Eles empreenderam uma longa viagem para
encontrar-se com o desejado das nações. Natal
é, portanto, exatamente isso: uma busca
constante do verdadeiro Jesus. Hoje, muitos o
buscam de três maneiras distintas:
a) Buscam o Jesus que não é verdadeiro,
de maneira errada: os sacerdotes e os levitas
que foram enviados pelos judeus perguntaram
a João Batista: Quem és tu? Eles buscavam o
Jesus verdadeiro, mas João Batista não o era,
Jo 1: 19-20.
b) Buscam o Jesus verdadeiro de maneira
errada: em Lucas 2: 48 e 49, seus pais o
buscam em lugares em que Ele não estava
presente. Buscavam o Jesus verdadeiro, mas
não o encontraram onde fora procurado.
c) Buscam o Jesus verdadeiro de maneira
verdadeira: os magos fizeram isso e o
encontraram com a sua mãe, Mt 1: 11.
Nossas irmãs, Maria Madalena, Joana e
Maria foram surpreendidas quando os anjos
lhes disseram: por que buscais entre os
mortos quem está vivo?
Graças a Deus porque o Jesus a quem
servimos é verdadeiro e está nos céus, à
destra do Pai. Devemos buscá-lo de todo o
nosso coração, Mt 7: 7, enquanto podemos
encontrá-lo, Is 55: 6.
Natal é uma adoração constante ao
verdadeiro Jesus
Os magos, guiados pela estrela que tinham
visto no Oriente, chegaram à casa de Maria,
mãe de Jesus, encontraram o menino, e,
prostrando-se, o adoraram. Um dos
propósitos dessa longa viagem era adorar a
Jesus: viemos a adorá-lo, v. 2.
A adoração verdadeira é um dos aspectos
relevantes do Natal. Ou seja, não existe Natal
sem o compromisso de adorar o menino (Rei)
Jesus. Portanto, Natal sem adoração ao Deus
Trino e Uno não é Natal. Nesse sentido, todos os
dias podem ser Natal, pois todo o dia podemos
adorá-lo em Espírito e em verdade, Jo 4: 24.
Porém, não é bem assim que acontece em
nossos dias. O mundo comemora o
nascimento de Jesus com bebedeiras, festas,
etc. Este é o tipo de Natal sem sentido, sem
valor, sem espiritualidade e sem aceitação
divina, porque não alegra o coração de Deus.
O Natal cristão precisa ser uma constante
adoração ao verdadeiro Jesus, que vive e
reina para todo o sempre. É ir à igreja não por
um hábito, ou por mero costume, ou para ver
alguém, mas para adorá-lo com um coração
preparado, Sl 108: 1.
Por isso, todo culto, quando o adorador se
comporta diante de Deus com adoração
verdadeira, pode-se dizer que é dia de Natal,
pois Jesus está sendo reverenciado como o
Deus-Filho.
Natal é abrir o coração e oferecer
presentes a Jesus
Os magos, depois de buscarem o menino
Jesus, encontrando-o, adoraram-no. Então,
abrindo seus tesouros, apresentaram-lhe
presentes, tais como: ouro, incenso e mirra, v. 11.
Vejamos o que isto pode simbolizar para o cristão:
a)Ouro: metal precioso, amarelo e
brilhante. Simboliza a realeza de Jesus, ou
seja, sua dignidade de Rei. Ele nasceu como
rei. Ele é o Rei da glória, Sl 24. Uns o
conhecem como um simples homem que
marcou a História. Nós o reconhecemos e
adoramos como Rei dos reis e Senhor dos
senhores.
b)Incenso: resina aromática que se
queimava na antiga dispensação. Isto pode
simbolizar o lado divino de Jesus. Nesse
aspecto, os magos estavam reconhecendo
Jesus como Filho de Deus. Quando o cristão
aceita a divindade de Jesus, ele está abrindo
seus tesouros e dando presentes a Jesus.
c)Mirra: resina odorífera, medicinal,
produzida pelo “balsamodendron”. Analisando
o texto de forma abrangente, nesse caso,
mirra poderá simbolizar sacrifício. Talvez seja
o sacrifício que eles (os magos)
empreenderam na longa jornada para ver a
criança recém-nascida.
Um dos maiores presentes que podemos
dar a Cristo é a nossa vida como sacrifício
vivo, santo e agradável a Deus, que é o nosso
culto racional, Rm 12: 1. Portanto, abramos
nossos tesouros, nossos corações e
apresentemos ao Senhor Jesus nossas
dádivas. Ele merece. É Natal! Ele nasceu em
nossas vidas, aleluia!
_____________
Fonte: Jornal Aleluia de dezembro de 2008 -
com adaptações feitas pelo autor
A PIADA DA SEMANA
João era um menino pobre que mandou uma
carta para Papai Noel. Assim que a carta
chegou ao correio, os funcionários, sem terem
para quem mandar a carta, resolveram abri-la.
Nela, João dizia que não queria presentes e
sim R$ 200,00 para comprar remédios para
sua mãezinha que estava muito doente. Disse
também que era pobre, porém trabalhador, e
que tinha sido um bom menino durante o ano.
O pessoal do correio, sensibilizado com
tamanha pureza, fez uma vaquinha e, cata
daqui, pede de lá, angariou R$ 100,00, que
foram enviados a João em nome de Papai
Noel. Passado algum tempo, eis que chega
uma outra carta de João para Papai Noel. A
carta dizia: "Caro Papai Noel, muito obrigado
pelo dinheiro que o senhor me mandou.
Minha mãe já está melhor e manda
agradecer. Gostaria apenas de lhe pedir um
favor: da próxima vez que o senhor mandar
dinheiro para mim, entregue diretamente no
meu endereço, pois aqueles filhos da mãe do
correio passaram a mão em metade da minha
grana!"
PS.
O AN ENTRA DE FÉRIAS A PARTIR DESTA EDIÇÃO, RETORNANDO NA SEGUNDA
QUINZENA DE JANEIRO.
oOo
Acessar: www.r2cpress.com.br

555 an 24 dezembro_2015.ok

  • 1.
    AGRISSÊNIOR NOTICIAS Pasquim informativo evirtual. Opiniões, humor e mensagens EDITORES: Luiz Ferreira da Silva (luizferreira1937@gmail.com) e Jefferson Dias (jeffcdiass@gmail.com) Edição 555 – ANO XII Nº 22–24 de dezembro de 2015 EDIÇÃO ESPECIAL DE FINAL DE ANO Mais um ano que se finda; mais uma etapa vencida pelo nosso Pasquim Informativo, que se mantem constante semanalmente, desde 2004. O ano vigente foi difícil para todos os brasileiros, exceto para os políticos, que, inclusive, foram os responsáveis pela maior crise do nosso País. Mas o nosso povo, ordeiro e trabalhador haverá de dar a volta por cima e bani-los da vida pública. Estamos no momento de reflexão e paz, sobretudo com a comemoração do Natal. Perfeito para se seguir os passos de Jesus e evoca-Lo a trazer luzes a todos, estimulando-nos a um esforço concentrado em prol do Brasil-2016. FELIZ NATAL E UM ANO NOVO DOS SONHOS DAS NOSSAS FAMÍLIAS! O SENTIDO DO NATAL - ESTÓRIA PARA REFLEXÃO Um homem deixou para fazer suas compras de Natal no último instante. Nas ruas o vai-e- vem da multidão apressada. Ele, entre esbarrões, comprando aqui e ali. De súbito, pula um moleque à sua frente pedindo, quase implorando para que ele comprasse duas canetas para ajudá-lo. Nervoso, ele manda o garoto sair da frente. Apressou o passo e só parou, quando percebeu que havia ganho certa distância do garoto. Foi à loja de brinquedos e é mal atendido. A balconista, exausta e irritada, vende descortesias e ele prontamente deu o troco. Ao voltar para casa, guiou o carro como se estivesse à frente de um exército inimigo, queixando-se sistematicamente de todos os que atravancavam o seu caminho. Quando chegou enfim, mal-humorado, seu filho caçula recebeu-lhe com a ansiedade dos que aguardam uma notícia. A sala estava iluminada, em clima de festa. Sentindo a paz doméstica, recordou a sua vergonhosa performance naquela maratona de véspera de Natal. E observando a alegria de seu filho
  • 2.
    diante dos embrulhoscoloridos, reviu arrependido a expressão tristonha da criança que tentou vender-lhe duas canetas Contou este fato a um amigo. Este, porém, disse-lhe: - Meu amigo, você não entendeu o sentido do Natal. Esta comercialização é lamentável que, sob indução da propaganda, transforma o ato de presentear numa obrigação. Há quem se ofenda se não recebe algo dos familiares. É bom presentear, nos dá alegria. É sempre um gesto de carinho, uma manifestação de bem- querer. Mas, o ideal seria que não houvesse tempo certo para isso, tira muito a espontaneidade do gesto e a magia da dádiva. Porém, é sempre bom lembrar que nos reunimos para celebrar o nascimento de Jesus. E que Este, só renascerá, quando nos dispusermos a vivenciar integralmente sua mensagem. Portanto, amigo, vivencie o Natal amando ao próximo, fazendo aos outros o que gostaria que os outros lhe fizessem, porque tudo que fizermos ao menor de nossos irmãos, é ao "aniversariante" que estaremos fazendo. Este é o verdadeiro sentido do Natal. Mas lembre-se amigo, não espere o próximo Natal para consertar Envergonhado, o homem concordou com o amigo. Muitos de nós nos comportamos como o homem da história. Por isso, na comemoração do nascimento de Jesus, que haja alegria, pois a lembrança do Cristo já é por si um estímulo espiritual a reflexões mais profundas; que se promovam festas na família, nas instituições ou nos ambientes de nossa convivência, mas que a alegria tenha um sentido mais elevado, não deixemos nos desvirtuar pelos desperdícios e pelos abusos que comprometem o corpo e o espírito. Procuremos “cristianizar” o Natal, ou seja, que as pessoas não se preocupem somente com a festa, com a comida, com os presentes, porque a festa não é do Papai Noel, é de Jesus. E quem deveria receber presentes é o aniversariante. Então, perguntemos: “Que presente daremos à Jesus?” Se ficarmos em dúvida, procuremos no Evangelho um pedido Dele para nós. Postado por Grupo de Estudo Allan Kardec O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE O NATAL? A resposta da Bíblia A Bíblia não informa a data do nascimento de Jesus nem diz que devemos comemorar seu aniversário. A Cyclopedia de McClintock e Strong comenta: “A observância do Natal não foi divinamente instituída, nem se origina do NT [Novo Testamento].” Na realidade, uma análise da história do Natal revela que essa celebração se origina de rituais religiosos pagãos. A Bíblia mostra que, se tentamos adorar a Deus de um modo que ele não aprova, nós o ofendemos. — Êxodo 32:5-7. História de alguns costumes natalinos 1. Comemoração do aniversário de Jesus: “Os primeiros cristãos não celebravam [o] nascimento [de Cristo] porque consideravam a comemoração do aniversário um costume pagão.” — Enciclopédia Delta Universal. 2. Dia 25 de dezembro: Não existem provas de que Jesus tenha nascido nessa data. É provável que líderes da Igreja tenham escolhido essa data para coincidir com festas pagãs realizadas no solstício de inverno ou por volta dele. 3. Troca de presentes, banquetes e festas: A obra The Encyclopedia Americana diz: “As saturnais, festa romana celebrada em meados de dezembro, forneceram o modelo para muitos costumes festivos do Natal. Dessa celebração, por exemplo, derivam-se os banquetes suntuosos, a troca de presentes e a queima de velas.” A Encyclopædia Britannica observa que “todo trabalho e negociações eram interrompidos” durante as saturnais. 4. Luzes de Natal: De acordo com a The Encyclopedia of Religion (Enciclopédia da Religião), os europeus decoravam suas casas “com luzes e sempre-verdes de todos os tipos” para celebrar o solstício de inverno e combater espíritos maus. 5. Visco e azevinho: Em muitos países, essas plantas geralmente são usadas em
  • 3.
    decorações de Natal.“Os druidas atribuíam propriedades mágicas ao visco. O azevinho sempre-verde era adorado como uma promessa de que o Sol retornaria.” —The Encyclopedia Americana. 6. Árvore de natal: “Cultuar árvores, ato comum entre os europeus pagãos, sobreviveu à conversão deles ao cristianismo.” Um exemplo atual disso é o costume de “colocar uma árvore de natal na entrada ou dentro da casa durante as festividades em meados do inverno”. — Encyclopædia Britannica. Fonte: http://www.jw.org/pt/ensinos- biblicos/perguntas/biblia-sobre-natal/ BATE O SINO Bate o sino pequenino, sino de Belém Já nasceu Deus Menino para o nosso bem Paz na Terra pede o sino alegre a cantar Abençoe Deus Menino este nosso lar Hoje a noite é bela, juntos eu e ela Vamos à capela, felizes a rezar Ao soar o sino, sino pequenino Vai o Deus menino, nos abençoar. Bate o sino pequenino, sino de Belém Já nasceu Deus Menino para o nosso bem Paz na Terra pede o sino alegre a cantar Abençoe Deus Menino este nosso lar Vamos minha gente, vamos à Belém Vamos ver Maria e Jesus também Já deu meia noite, já chegou Natal Já tocou o sino lá na catedral Bate o sino pequenino, sino de Belém Já nasceu Deus Menino para o nosso bem Paz na Terra pede o sino alegre a cantar Abençoe Deus Menino este nosso lar Hoje a noite é bela, juntos eu e ela Vamos à capela, felizes a rezar Ao soar o sino, sino pequenino Vai o Deus menino, nos abençoar. Bate o sino pequenino, sino de Belém Já nasceu Deus Menino para o nosso bem Paz na Terra pede o sino alegre a cantar Abençoe Deus Menino este nosso lar Vamos minha gente, vamos à Belém Vamos ver Maria e Jesus também Já deu meia noite, já chegou Natal Já tocou o sino lá na catedral Bate o sino pequenino, sino de Belém Já nasceu Deus Menino para o nosso bem Paz na Terra pede o sino alegre a cantar Abençoe Deus Menino este nosso lar Abençoe Deus Menino este nosso lar ORGANIZA O NATAL Carlos Drummond de Andrade Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom. Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina
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    de lavar roupaabraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra- realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo. Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento. A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando- se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro. A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém. Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi- armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz. O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor. Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível. A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã. O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive. E será Natal para sempre. Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade. Texto extraído do livro "Cadeira de Balanço", Livraria José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 52. POEMA DE NATAL Vinicius de Moraes Para isso fomos feitos: Para lembrar e ser lembrados Para chorar e fazer chorar Para enterrar os nossos mortos — Por isso temos braços longos para os adeuses Mãos para colher o que foi dado Dedos para cavar a terra. Assim será nossa vida: Uma tarde sempre a esquecer Uma estrela a se apagar na treva Um caminho entre dois túmulos — Por isso precisamos velar Falar baixo, pisar leve, ver A noite dormir em silêncio. Não há muito o que dizer: Uma canção sobre um berço Um verso, talvez de amor Uma prece por quem se vai — Mas que essa hora não esqueça E por ela os nossos corações Se deixem, graves e simples. Pois para isso fomos feitos: Para a esperança no milagre Para a participação da poesia Para ver a face da morte — De repente nunca mais esperaremos... Hoje a noite é jovem; da morte, apenas Nascemos, imensamente.
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    O NATAL CRISTÃO Pr.Émerson Garcia Dutra Que é mesmo o Natal? Festas, presentes, compras, viagens, encontros familiares? O cristão deve ter em mente que o Natal tem um sentido não apenas humano, mas profundamente espiritual. É o que podemos aprender a partir do registro feito por Mateus sobre o nascimento de Jesus. Mateus 2: 1-12 Estamos no mês natalino. Apesar de não ser a data correta, pois não se sabe ao certo em que dia o Senhor Jesus nasceu, até porque não há uma data específica registrada na Bíblia, o dia 25 de dezembro, tradicionalmente, é considerado o dia do seu nascimento. Por isso, é um dia comemorado e festejado por todos. Para muitos, Natal é um dia especial em que pessoas viajam para rever parentes e amigos. Para outros, Natal é promover festas, é uma oportunidade para se deixar extravasar os desejos da carne. Para uma criança, é uma data desejada e esperada com muita ansiedade para se ganhar presentes. Talvez, para muitos, o Natal seja um momento do ano em que as famílias se reúnem para se alegrar e agradecer a Deus por mais um ano que se passou. Para os empresários e comerciantes, é um dos eventos festivos do ano que abre o maior espaço para vendas em todos os aspectos. Na verdade, o Natal que a humanidade comemora tem pouco a ver com o nascimento de Jesus. Biblicamente, Ele nasceu um dia em Belém da Judeia. Seu nascimento foi singular, simples e humilde. Em Belém nasceu Jesus, a parte humana, a carne do verbo, as vestimentas de carne e ossos com as quais o verbo se cobriu para que pudéssemos ver a sua glória, Jo 1: 1-3. E para o cristão, o que é mesmo Natal? Festas, presentes, compras, viagens, encontros familiares, etc. O cristão deve ter em mente que Natal para ele tem um sentido profundamente espiritual, e não apenas um sentido humano. Vejamos, então, o que podemos aprender a respeito do Natal cristão, a partir do registro feito por Mateus sobre o nascimento de Jesus, em Mt 2: 1-1? Natal é uma busca constante do verdadeiro Jesus Os magos que vieram do Oriente perguntaram: onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Sendo eles incumbidos pelo rei Herodes a respeito do menino Jesus, v. 8, partiram em busca do recém-nascido, Vv. 1 e 9. Eles empreenderam uma longa viagem para encontrar-se com o desejado das nações. Natal é, portanto, exatamente isso: uma busca constante do verdadeiro Jesus. Hoje, muitos o buscam de três maneiras distintas: a) Buscam o Jesus que não é verdadeiro, de maneira errada: os sacerdotes e os levitas que foram enviados pelos judeus perguntaram a João Batista: Quem és tu? Eles buscavam o Jesus verdadeiro, mas João Batista não o era, Jo 1: 19-20. b) Buscam o Jesus verdadeiro de maneira errada: em Lucas 2: 48 e 49, seus pais o buscam em lugares em que Ele não estava presente. Buscavam o Jesus verdadeiro, mas não o encontraram onde fora procurado. c) Buscam o Jesus verdadeiro de maneira verdadeira: os magos fizeram isso e o encontraram com a sua mãe, Mt 1: 11. Nossas irmãs, Maria Madalena, Joana e Maria foram surpreendidas quando os anjos lhes disseram: por que buscais entre os mortos quem está vivo? Graças a Deus porque o Jesus a quem servimos é verdadeiro e está nos céus, à destra do Pai. Devemos buscá-lo de todo o nosso coração, Mt 7: 7, enquanto podemos encontrá-lo, Is 55: 6. Natal é uma adoração constante ao verdadeiro Jesus Os magos, guiados pela estrela que tinham visto no Oriente, chegaram à casa de Maria, mãe de Jesus, encontraram o menino, e, prostrando-se, o adoraram. Um dos propósitos dessa longa viagem era adorar a Jesus: viemos a adorá-lo, v. 2. A adoração verdadeira é um dos aspectos relevantes do Natal. Ou seja, não existe Natal sem o compromisso de adorar o menino (Rei) Jesus. Portanto, Natal sem adoração ao Deus
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    Trino e Unonão é Natal. Nesse sentido, todos os dias podem ser Natal, pois todo o dia podemos adorá-lo em Espírito e em verdade, Jo 4: 24. Porém, não é bem assim que acontece em nossos dias. O mundo comemora o nascimento de Jesus com bebedeiras, festas, etc. Este é o tipo de Natal sem sentido, sem valor, sem espiritualidade e sem aceitação divina, porque não alegra o coração de Deus. O Natal cristão precisa ser uma constante adoração ao verdadeiro Jesus, que vive e reina para todo o sempre. É ir à igreja não por um hábito, ou por mero costume, ou para ver alguém, mas para adorá-lo com um coração preparado, Sl 108: 1. Por isso, todo culto, quando o adorador se comporta diante de Deus com adoração verdadeira, pode-se dizer que é dia de Natal, pois Jesus está sendo reverenciado como o Deus-Filho. Natal é abrir o coração e oferecer presentes a Jesus Os magos, depois de buscarem o menino Jesus, encontrando-o, adoraram-no. Então, abrindo seus tesouros, apresentaram-lhe presentes, tais como: ouro, incenso e mirra, v. 11. Vejamos o que isto pode simbolizar para o cristão: a)Ouro: metal precioso, amarelo e brilhante. Simboliza a realeza de Jesus, ou seja, sua dignidade de Rei. Ele nasceu como rei. Ele é o Rei da glória, Sl 24. Uns o conhecem como um simples homem que marcou a História. Nós o reconhecemos e adoramos como Rei dos reis e Senhor dos senhores. b)Incenso: resina aromática que se queimava na antiga dispensação. Isto pode simbolizar o lado divino de Jesus. Nesse aspecto, os magos estavam reconhecendo Jesus como Filho de Deus. Quando o cristão aceita a divindade de Jesus, ele está abrindo seus tesouros e dando presentes a Jesus. c)Mirra: resina odorífera, medicinal, produzida pelo “balsamodendron”. Analisando o texto de forma abrangente, nesse caso, mirra poderá simbolizar sacrifício. Talvez seja o sacrifício que eles (os magos) empreenderam na longa jornada para ver a criança recém-nascida. Um dos maiores presentes que podemos dar a Cristo é a nossa vida como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o nosso culto racional, Rm 12: 1. Portanto, abramos nossos tesouros, nossos corações e apresentemos ao Senhor Jesus nossas dádivas. Ele merece. É Natal! Ele nasceu em nossas vidas, aleluia! _____________ Fonte: Jornal Aleluia de dezembro de 2008 - com adaptações feitas pelo autor A PIADA DA SEMANA João era um menino pobre que mandou uma carta para Papai Noel. Assim que a carta chegou ao correio, os funcionários, sem terem para quem mandar a carta, resolveram abri-la. Nela, João dizia que não queria presentes e sim R$ 200,00 para comprar remédios para sua mãezinha que estava muito doente. Disse também que era pobre, porém trabalhador, e que tinha sido um bom menino durante o ano. O pessoal do correio, sensibilizado com tamanha pureza, fez uma vaquinha e, cata daqui, pede de lá, angariou R$ 100,00, que foram enviados a João em nome de Papai Noel. Passado algum tempo, eis que chega uma outra carta de João para Papai Noel. A carta dizia: "Caro Papai Noel, muito obrigado pelo dinheiro que o senhor me mandou. Minha mãe já está melhor e manda agradecer. Gostaria apenas de lhe pedir um favor: da próxima vez que o senhor mandar dinheiro para mim, entregue diretamente no meu endereço, pois aqueles filhos da mãe do correio passaram a mão em metade da minha grana!" PS. O AN ENTRA DE FÉRIAS A PARTIR DESTA EDIÇÃO, RETORNANDO NA SEGUNDA QUINZENA DE JANEIRO. oOo Acessar: www.r2cpress.com.br