O documento discute a pedagogia da diferença para surdos. Primeiro, aborda como novos paradigmas emergem sobre a identidade e alteridade no pós-modernismo. Segundo, destaca que a língua de sinais deve ser a língua principal ensinada aos surdos desde cedo, mas outras línguas como português e inglês também têm lugar. Terceiro, explica que os professores surdos enfrentam a dificuldade de se sentirem marginalizados pelo processo educacional vigente para os ouvintes.