Este documento discute a necessidade de se estabelecer uma teoria da história dos direitos humanos que escape de abordagens essencialistas e considere a contextualização histórica. Aponta que conceitos como sujeito e propriedade emergiram em circunstâncias específicas e que os direitos se desenvolveram de forma não linear ao longo do tempo. Defende uma abordagem que busque entender os processos históricos reais por trás da luta pelos direitos.