Nos bastidores da obsessão
Examinando a obsessão – Parte 4
2
Reflexão inicial
O problema da obsessão, sob
qualquer aspecto considerado,
é também problema do
próprio obsidiado.
▪ Um problema pode ser definido
como uma questão para a qual é
necessário dar resposta.
▪ Quando surge, faz-se necessário
pensar de forma a encontrar uma
solução para o mesmo.
▪ Para alguns problemas já existe
solução, contudo a mesma é
desconhecida para a pessoa que
está na situação problemática – a
ausência do saber ou carência de
informação é a razão para a sua
existência.
Mas, o que
é um
problema?
3
Atormentada por
evocações fixadas nas
telas sensíveis do
pretérito ...
... a mente
encarnada se
encontra ligada à
desencarnada,
sofrendo:
A princípio, sutis
desequilíbrios
que depois se
assenhoreiam
da organização
cerebral,
Deplorável estágio de
vampirização, no qual
vítima e verdugo se
completam em
conjugação dolorosa e
prolongada.
Fatores
predisponentes e
preponderantes: os
débitos morais a
resgatar.
4
A etiologia das obsessões é complexa
e profunda, pois que se origina nos
processos morais lamentáveis a que
se permitiram os comparsas.
Considerações oportunas
.
Ramo do conhecimento
cujo objeto é a pesquisa e a
determinação das causas e
origens de um determinado
fenômeno.
▪ Reencontrar-se-ão sob o impositivo da Lei inexorável da Divina Justiça,
▪ Premissa: estará o verdugo jugulado à vítima (conectado),
▪ O tempo e a indumentária que os distancia ou caracteriza pouco importam,
▪ Início do comércio mental, às vezes aos primeiros dias da concepção fetal,
para crescer em comunhão acérrima no dia-a-dia da caminhada carnal,
quando não precede à própria concepção...
A inquietação íntima
5
▪ Desorientação lenta e progressiva ...
O obsidiado age, de início, na
vida em comum como se se
encontrasse equilibrado, para,
nos instantes de soledade,
deixar-se arrastar a estados
anômalos sob as fortes tenazes
do perseguidor desencarnado.
Ouvindo a mensagem em
caráter telepático
transmitida pela mente
livre, começa por aceder
ao apelo que lhe chega,
transformando-se, por
fim, em diálogos nos
quais se deixa vencer pela
pertinácia do tenaz
vingador.
Desencarnado Encarnado
Cérebro
Mente
Vontade
Órgão
Cérebro
Mente
Vontade
Órgão
6
PERISPÍRITOHóspede – “Parasita” Hospedeiro
SIMBIOSE
ESPÍRITO
CORPO
MENTAL
CORPO
ESPIRITUAL
DUPLO
ETÉRICO
CORPO
FÍSICO
CORPO
ESPIRITUAL
7
As conexões ...
Desencarnado Encarnado
Questões relevantes
O candidato à obsessão
Defesas para a alma
▪ Quase sempre descuidado dos valores morais e espirituais.
▪ Irritável
▪ Nostálgico
▪ Caráter impressionável facilita o intercâmbio
Pode começar durante o
sono (contato com o
desafeto ou sua vítima).
Reaviva o remorso ou a cólera.
Pesadelos, insônia, sonhos
confusos ...
8
Rumo à recuperação
9
O Espiritismo, e somente ele, por tratar do estudo da “natureza dos
Espíritos”, possui os anticorpos e sucedâneos eficazes para operar
a libertação do enfermo.
Para o obsidiado
Renovação íntima com sincero
devotamento ao bem.
▪ atestar sua real modificação
em relação à conduta
passada, ensejando ao
acompanhante desencarnado
a própria iluminação.
Para o obsessor
Auxílio fraterno (reuniões
mediúnicas), favorecendo a
oportunidade de adquirir
conhecimentos através da
psicofonia atormentada, na
qual pode haurir força e
alento novo para aprender,
meditar, perdoar, esquecer...
As reuniões mediúnicas
10
Somente poucos Núcleos,
dentre os que se dedicam a
tal mister — o da
desobsessão —, se
encontram aparelhados,
tendo-se em vista a tarefa
que lhes cabe nos seus
quadros complexos...
▪ a cirurgia espiritual se faz necessária,
senão imprescindível, muitas vezes,
para que os resultados a colimar sejam
conseguidos.
▪ abnegação e sacrifício dos
cooperadores encarnados,
▪ a prece, igualmente, é o mais
poderoso meio de que se dispõe para
demover de seus propósitos maléficos
o obsessor.
Compete-nos
11
▪ Observar nossa disposição moral e
orar, alçando-nos a Jesus, a Ele
pedindo tornar-nos alvo dos
Espíritos Puros.
▪ Examinar e sondar nosso mundo
íntimo constantemente para que não
nos surpreendamos de um momento
para outro com a mente em
desalinho.
▪ Operar no bem com esforço e
perseverança para que nosso
exemplo e luta solvam-sarando a
dívida-enfermidade que nos assinala.

05 examinando a obsessao parte 4

  • 1.
    Nos bastidores daobsessão Examinando a obsessão – Parte 4
  • 2.
    2 Reflexão inicial O problemada obsessão, sob qualquer aspecto considerado, é também problema do próprio obsidiado. ▪ Um problema pode ser definido como uma questão para a qual é necessário dar resposta. ▪ Quando surge, faz-se necessário pensar de forma a encontrar uma solução para o mesmo. ▪ Para alguns problemas já existe solução, contudo a mesma é desconhecida para a pessoa que está na situação problemática – a ausência do saber ou carência de informação é a razão para a sua existência. Mas, o que é um problema?
  • 3.
    3 Atormentada por evocações fixadasnas telas sensíveis do pretérito ... ... a mente encarnada se encontra ligada à desencarnada, sofrendo: A princípio, sutis desequilíbrios que depois se assenhoreiam da organização cerebral, Deplorável estágio de vampirização, no qual vítima e verdugo se completam em conjugação dolorosa e prolongada. Fatores predisponentes e preponderantes: os débitos morais a resgatar.
  • 4.
    4 A etiologia dasobsessões é complexa e profunda, pois que se origina nos processos morais lamentáveis a que se permitiram os comparsas. Considerações oportunas . Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. ▪ Reencontrar-se-ão sob o impositivo da Lei inexorável da Divina Justiça, ▪ Premissa: estará o verdugo jugulado à vítima (conectado), ▪ O tempo e a indumentária que os distancia ou caracteriza pouco importam, ▪ Início do comércio mental, às vezes aos primeiros dias da concepção fetal, para crescer em comunhão acérrima no dia-a-dia da caminhada carnal, quando não precede à própria concepção...
  • 5.
    A inquietação íntima 5 ▪Desorientação lenta e progressiva ... O obsidiado age, de início, na vida em comum como se se encontrasse equilibrado, para, nos instantes de soledade, deixar-se arrastar a estados anômalos sob as fortes tenazes do perseguidor desencarnado. Ouvindo a mensagem em caráter telepático transmitida pela mente livre, começa por aceder ao apelo que lhe chega, transformando-se, por fim, em diálogos nos quais se deixa vencer pela pertinácia do tenaz vingador.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
    Questões relevantes O candidatoà obsessão Defesas para a alma ▪ Quase sempre descuidado dos valores morais e espirituais. ▪ Irritável ▪ Nostálgico ▪ Caráter impressionável facilita o intercâmbio Pode começar durante o sono (contato com o desafeto ou sua vítima). Reaviva o remorso ou a cólera. Pesadelos, insônia, sonhos confusos ... 8
  • 9.
    Rumo à recuperação 9 OEspiritismo, e somente ele, por tratar do estudo da “natureza dos Espíritos”, possui os anticorpos e sucedâneos eficazes para operar a libertação do enfermo. Para o obsidiado Renovação íntima com sincero devotamento ao bem. ▪ atestar sua real modificação em relação à conduta passada, ensejando ao acompanhante desencarnado a própria iluminação. Para o obsessor Auxílio fraterno (reuniões mediúnicas), favorecendo a oportunidade de adquirir conhecimentos através da psicofonia atormentada, na qual pode haurir força e alento novo para aprender, meditar, perdoar, esquecer...
  • 10.
    As reuniões mediúnicas 10 Somentepoucos Núcleos, dentre os que se dedicam a tal mister — o da desobsessão —, se encontram aparelhados, tendo-se em vista a tarefa que lhes cabe nos seus quadros complexos... ▪ a cirurgia espiritual se faz necessária, senão imprescindível, muitas vezes, para que os resultados a colimar sejam conseguidos. ▪ abnegação e sacrifício dos cooperadores encarnados, ▪ a prece, igualmente, é o mais poderoso meio de que se dispõe para demover de seus propósitos maléficos o obsessor.
  • 11.
    Compete-nos 11 ▪ Observar nossadisposição moral e orar, alçando-nos a Jesus, a Ele pedindo tornar-nos alvo dos Espíritos Puros. ▪ Examinar e sondar nosso mundo íntimo constantemente para que não nos surpreendamos de um momento para outro com a mente em desalinho. ▪ Operar no bem com esforço e perseverança para que nosso exemplo e luta solvam-sarando a dívida-enfermidade que nos assinala.