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ENCONTRO DE FORMAÇÃO
PARA LEITORES
Paróquia de Nossa Senhora da Conceição
Ceará-Mirim
Pastoral Paroquial de Liturgia
O TEMPO LITÚRGICO
• CELEBRAR NO TEMPO (TEMPO LITÚRGICO)
• EM MEMÓRIA DE MIM... (SENTIDO DA PRESENÇA DO “HOJE”)
• NO RITMO DOS TEMPOS... (COMO SE DIVIDE O TEMPO LITÚRGICO)
• CICLO PASCAL (I) (QUARESMA E PÁSCOA)
CELEBRAR
NO TEMPO
A “Liturgia é a celebração do Mistério Pascal de Cristo, em volta deste núcleo
fundamental da nossa fé, celebramos no ANO LITÚRGICO, a memória do
Ressuscitado na vida de cada pessoa e de cada comunidade. (Diretório de Liturgia da Igreja
no Brasil: O Ano Litúrgico).
O Ano Litúrgico, nos propõe dessa forma um caminho espiritual,
a “vivência da graça própria de cada aspecto do mistério de Cristo, presente e operante
nas diversas festas e nos diversos tempos litúrgicos”, e assim, todos os que celebram
podem fazer “a experiência de se configurar ao seu Senhor e dele aprenderem a viver os
seus sentimentos” como nos diz o Apóstolo Paulo “Tende entre vós o mesmo
sentimento que existe em Cristo Jesus” (Fl 2,5).
O Ano Litúrgico não tem por finalidade recordar lembranças de fatos passados de Jesus
Cristo, mas o ano litúrgico “goza de força sacramental e especial eficácia para alimentar
a vida cristã... pois, para usarmos as palavras do Concílio Ecumênico Vaticano II,
celebrando os mistérios da Redenção, a Igreja abre aos fiéis as riquezas do poder e dos
méritos de seu Senhor; de tal modo que os fiéis entram em contato com estes mistérios,
tornados de certa forma presentes em todo o tempo e lugar”.
(Paulo VI, Carta Apostólica Mysterii Paschalis).
Os judeus também tinham as festa durante o ano, onde celebravam os benefícios de
Deus em favor do povo escolhido, sobretudo na comemoração da libertação do Egito
(Ex 13,16), a caminhada pelo deserto (Ex 31,18). Assim também a consciência cristã foi
assumindo as festas principais da nossa fé, para podermos experimentar as ações
salvíficas de Cristo.
EM MEMÓRIA
DE MIM...
Como celebramos os mistérios de ontem no hoje?
Na Liturgia, especificamente nos Tempos Litúrgicos, celebramos os mistérios da vida de
Cristo que se resumem e se fazem presentes em todo o Ano Litúrgico.

Mas em que sentido? Ouçamos o que diz o Departamento de Celebrações do Papa.
Se Cristo é contemporâneo a todos os homens em cada época, as suas ações, como
Filho de Deus, não são fatos do passado, mas atos sempre presentes em todos os
tempos, com todos os seus méritos, que por isso trazem salvação a todos os que fazem
memória (CIC, 1163).
As ações de Jesus Cristo são eternas como as suas palavras: elas comunicam e explicam
a vida; por isso não passam, começando pelo ato supremo do seu sacrifício na cruz;
... E nós fazemos memória obedecendo ao chamado d'Ele: „Fazei isto em memória de
mim‟... isso não significa a memória do passado, mas a capacidade do homem, dada por
Deus, para entender, em união com o hoje, o passado e o futuro. Na verdade, o homem
que perde a memória, não só esquece o passado, mas não compreende que ele está no
presente, e muito menos pode projetar-se no futuro.

O mistério de Cristo, atravessando o tempo, faz novas todas as coisas. Por isso,
toda vez que fazemos festa, recebemos a graça que nos renova e nos transforma
(CIC, 1164).
Na linguagem da teologia litúrgica há um advérbio temporal que junta bem o tempo
litúrgico: „hoje‟, em latim “hodie”, em grego “kairós”. A liturgia, especialmente nas
grandes festas, afirma que Cristo hoje nasceu, hoje ressuscitou, hoje ascendeu ao
céu.
Jesus mesmo dizia: “hoje entrou a salvação nessa casa...”, “hoje estarás comigo no
paraíso”. Com Jesus, Filho de Deus, o tempo do homem é “hoje”, é presente.
É o Espírito Santo que faz isso, com a sua entrada no tempo e no espaço.
Na Terra Santa, a liturgia acrescenta também o advérbio de lugar: “aqui”, “hic”. O
Espírito de Jesus ressuscitado faz que o homem entre no “agora” de Deus que veio em
Cristo e que atravessa o cosmos e a história”.
NO RITMO
DOS TEMPOS
Na Liturgia e através dela, a Igreja impregna o tempo do
homem com o tempo de Deus, para que o mesmo homem,
limitado e temporal, possa entrar em contato com o eterno de
seu Senhor.
Na Liturgia, o tempo de Deus é inserido num tríplice ritmo do tempo humano:

Diário

Semanal

Anual
O Ritmo Semanal:
A liturgia evoca os sinais do dia e da noite,
como luz e trevas.
“Acompanhando o caminho do sol,
que é símbolo de Cristo, o povo de Deus
faz memória de Jesus Cristo, nas horas do dia...,
o sol poente evoca o mistério da morte,
na esperança da ressurreição...,
o sol nascente evoca o mistério da ressurreição,
novo dia para humanidade.
O Ritmo Semanal:
Enquanto o homem vai alternando trabalho
e descanso, ação e celebração, a liturgia
é ritmada e marcada pelo DOMINGO,
que de certa forma se prolonga por
todos os dias da mesma semana,
onde cada fiel, pela liturgia desejaram por
suas preces “alcançar o perdão de suas faltas,
a segurança em suas vidas
e a salvação que esperam”.
O Domingo

O domingo, “de fato, recorda, no ritmo semanal do tempo, o dia da
ressurreição de Cristo. É a Páscoa da semana, na qual se celebra
a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, o cumprimento n'Ele da
primeira criação e o início da „nova criação‟ (2Cor 5,17).
É o dia da evocação adorante e grata do primeiro dia do mundo
e, ao mesmo tempo, da prefiguração, vivida na esperança,
do „último dia‟, quando Cristo vier na glória (At 1,11)
e renovar todas as coisas (Ap 21,5)”.
(João Paulo II. Carta Apostólica Dies Domini, n.1-2)
O Domingo
“Todos os que tiveram a graça
de crer no Senhor
ressuscitado não podem deixar de
acolher o significado
deste dia semanal, com o grande entusiasmo
que fazia S. Jerónimo dizer:
„O domingo é o dia da ressurreição,
é o dia dos cristãos, é o nosso dia‟.
De facto, ele é para os cristãos
o „principal dia de festa‟, estabelecido não só para dividir a sucessão do tempo,
mas para revelar o seu sentido profundo”.
(João Paulo II. Carta Apostólica Dies Domini, n.1-2)
.
O Ritmo Anual:
Ao passo que se vai alternando
o ciclo das estações e a sucessão dos anos,
a liturgia compreende anualmente dois tempos fortes.
São eles: o CICLO PASCAL e o CICLO DO NATAL.

Chama-se de ciclo, não em sentido literal de repetição, mas sim, no sentido
de processo “memorial” ascético.
CICLO PASCAL
Tempo da Quaresma



Preparação

TRÍDUO
PASCAL

Tempo da Páscoa

Vivência ou Prolongamento

Celebração

CICLO DO NATAL
Tempo do Advento

Preparação

NATAL DO
SENHOR
Celebração

Tempo do Natal até a Festa do
Batismo do Senhor


Vivência ou Prolongamento
Prolongamento
Além destes dois Ciclos, que contêm os tempos do ADVENTO, NATAL, QUARESMA e
PÁSCOA, temos ainda 5º tempo litúrgico:
o TEMPO COMUM, em latim, “Per Annum” (Durante o Ano).
CICLO PASCAL
(I)
O Ciclo da Páscoa, principal ciclo, de onde emana, como de uma fonte, todas as outras
festas e celebrações do Ano Litúrgico.
O Ciclo da Páscoa, como já vimos, é constituído de 03 etapas:
PREPARAÇÃO
Esse tempo é chamado de QUARESMA.
Que se inicia na Quarta-feira de Cinzas, percorrendo todo um período de 40 dias,
até o Domingo de Ramos.
Também são considerados da Quaresma, os três primeiros dias da Semana Santa:
Segunda-feira, Terça-feira e Quarta-feira Santas, que prolongam de alguma forma a
espiritualidade do Domingo de Ramos e a Quinta-feira Santa até antes da Missa
Vespertina.
“É o tempo para preparar a celebração da Páscoa..., principalmente pela lembrança ou
preparação do Batismo e pela penitência, fazendo os fiéis ouvirem com mais
frequência a palavra de Deus e entregarem-se à oração...”. (Diretório de Liturgia da
Igreja no Brasil: O Ano Litúrgico).
CELEBRAÇÃO
São os dias centrais, chamados de TRÍDUO PASCAL, onde celebramos a Paixão,
Morte e Ressurreição do Senhor Jesus.
O Tríduo pascal se inicia na Missa Vespertina da Ceia do Senhor e termina com as
vésperas do Domingo. O centro destes dias é a Vigília Pascal.
Vigília Pascal
“É que hoje é a nossa maior Vigília e ninguém
Pensa noutra celebração de aniversário quando,
com impaciência, perguntamos dizendo:
„Quando é a Vigília?‟
„Daqui a quantos dias é a Vigília?‟
Como se, em comparação com esta,
as outras não merecessem tal nome.[…]
Mas a Vigília desta noite é tão grande
que poderia reivindicar para si só, como próprio,
o nome comum de todas as outras”.
(Santo Agostinho, Sermão Guelf. V, 2).
VIVÊNCIA OU PROLONGAMENTO
É o tempo, dentro da dinâmica do Ciclo Pascal que chamamos de TEMPO
PASCAL.
O Domingo da Ressurreição é também o 1º Domingo
desse Tempo, que se estende por 50 dias até a Solenidade de Pentecostes.

“É o tempo da alegria e da exultação, um só dia de festa,
„um grande Domingo‟. São dias de Páscoa e não após a Páscoa.
„Os oito primeiros dias do tempo pascal formam a OITAVA DA PÁSCOA e são
celebrados como solenidades do Senhor‟.
A festa da Ascensão é celebrada no Brasil no 7º Domingo da Páscoa. A semana
seguinte, até Pentecostes, caracteriza-se pela preparação da vinda do Espírito Santo”.
(Diretório de Liturgia da Igreja no Brasil)
A Pastoral agradece
a presença
de todos!

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02.fevereiro tempos liturcos e ciclo pascal

  • 1. ENCONTRO DE FORMAÇÃO PARA LEITORES Paróquia de Nossa Senhora da Conceição Ceará-Mirim Pastoral Paroquial de Liturgia
  • 2. O TEMPO LITÚRGICO • CELEBRAR NO TEMPO (TEMPO LITÚRGICO) • EM MEMÓRIA DE MIM... (SENTIDO DA PRESENÇA DO “HOJE”) • NO RITMO DOS TEMPOS... (COMO SE DIVIDE O TEMPO LITÚRGICO) • CICLO PASCAL (I) (QUARESMA E PÁSCOA)
  • 4. A “Liturgia é a celebração do Mistério Pascal de Cristo, em volta deste núcleo fundamental da nossa fé, celebramos no ANO LITÚRGICO, a memória do Ressuscitado na vida de cada pessoa e de cada comunidade. (Diretório de Liturgia da Igreja no Brasil: O Ano Litúrgico). O Ano Litúrgico, nos propõe dessa forma um caminho espiritual, a “vivência da graça própria de cada aspecto do mistério de Cristo, presente e operante nas diversas festas e nos diversos tempos litúrgicos”, e assim, todos os que celebram podem fazer “a experiência de se configurar ao seu Senhor e dele aprenderem a viver os seus sentimentos” como nos diz o Apóstolo Paulo “Tende entre vós o mesmo sentimento que existe em Cristo Jesus” (Fl 2,5).
  • 5. O Ano Litúrgico não tem por finalidade recordar lembranças de fatos passados de Jesus Cristo, mas o ano litúrgico “goza de força sacramental e especial eficácia para alimentar a vida cristã... pois, para usarmos as palavras do Concílio Ecumênico Vaticano II, celebrando os mistérios da Redenção, a Igreja abre aos fiéis as riquezas do poder e dos méritos de seu Senhor; de tal modo que os fiéis entram em contato com estes mistérios, tornados de certa forma presentes em todo o tempo e lugar”. (Paulo VI, Carta Apostólica Mysterii Paschalis). Os judeus também tinham as festa durante o ano, onde celebravam os benefícios de Deus em favor do povo escolhido, sobretudo na comemoração da libertação do Egito (Ex 13,16), a caminhada pelo deserto (Ex 31,18). Assim também a consciência cristã foi assumindo as festas principais da nossa fé, para podermos experimentar as ações salvíficas de Cristo.
  • 7. Como celebramos os mistérios de ontem no hoje? Na Liturgia, especificamente nos Tempos Litúrgicos, celebramos os mistérios da vida de Cristo que se resumem e se fazem presentes em todo o Ano Litúrgico. Mas em que sentido? Ouçamos o que diz o Departamento de Celebrações do Papa. Se Cristo é contemporâneo a todos os homens em cada época, as suas ações, como Filho de Deus, não são fatos do passado, mas atos sempre presentes em todos os tempos, com todos os seus méritos, que por isso trazem salvação a todos os que fazem memória (CIC, 1163). As ações de Jesus Cristo são eternas como as suas palavras: elas comunicam e explicam a vida; por isso não passam, começando pelo ato supremo do seu sacrifício na cruz;
  • 8. ... E nós fazemos memória obedecendo ao chamado d'Ele: „Fazei isto em memória de mim‟... isso não significa a memória do passado, mas a capacidade do homem, dada por Deus, para entender, em união com o hoje, o passado e o futuro. Na verdade, o homem que perde a memória, não só esquece o passado, mas não compreende que ele está no presente, e muito menos pode projetar-se no futuro. O mistério de Cristo, atravessando o tempo, faz novas todas as coisas. Por isso, toda vez que fazemos festa, recebemos a graça que nos renova e nos transforma (CIC, 1164). Na linguagem da teologia litúrgica há um advérbio temporal que junta bem o tempo litúrgico: „hoje‟, em latim “hodie”, em grego “kairós”. A liturgia, especialmente nas grandes festas, afirma que Cristo hoje nasceu, hoje ressuscitou, hoje ascendeu ao céu.
  • 9. Jesus mesmo dizia: “hoje entrou a salvação nessa casa...”, “hoje estarás comigo no paraíso”. Com Jesus, Filho de Deus, o tempo do homem é “hoje”, é presente. É o Espírito Santo que faz isso, com a sua entrada no tempo e no espaço. Na Terra Santa, a liturgia acrescenta também o advérbio de lugar: “aqui”, “hic”. O Espírito de Jesus ressuscitado faz que o homem entre no “agora” de Deus que veio em Cristo e que atravessa o cosmos e a história”.
  • 11. Na Liturgia e através dela, a Igreja impregna o tempo do homem com o tempo de Deus, para que o mesmo homem, limitado e temporal, possa entrar em contato com o eterno de seu Senhor.
  • 12. Na Liturgia, o tempo de Deus é inserido num tríplice ritmo do tempo humano: Diário Semanal Anual
  • 13. O Ritmo Semanal: A liturgia evoca os sinais do dia e da noite, como luz e trevas. “Acompanhando o caminho do sol, que é símbolo de Cristo, o povo de Deus faz memória de Jesus Cristo, nas horas do dia..., o sol poente evoca o mistério da morte, na esperança da ressurreição..., o sol nascente evoca o mistério da ressurreição, novo dia para humanidade.
  • 14. O Ritmo Semanal: Enquanto o homem vai alternando trabalho e descanso, ação e celebração, a liturgia é ritmada e marcada pelo DOMINGO, que de certa forma se prolonga por todos os dias da mesma semana, onde cada fiel, pela liturgia desejaram por suas preces “alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam”.
  • 15. O Domingo O domingo, “de fato, recorda, no ritmo semanal do tempo, o dia da ressurreição de Cristo. É a Páscoa da semana, na qual se celebra a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, o cumprimento n'Ele da primeira criação e o início da „nova criação‟ (2Cor 5,17). É o dia da evocação adorante e grata do primeiro dia do mundo e, ao mesmo tempo, da prefiguração, vivida na esperança, do „último dia‟, quando Cristo vier na glória (At 1,11) e renovar todas as coisas (Ap 21,5)”. (João Paulo II. Carta Apostólica Dies Domini, n.1-2)
  • 16. O Domingo “Todos os que tiveram a graça de crer no Senhor ressuscitado não podem deixar de acolher o significado deste dia semanal, com o grande entusiasmo que fazia S. Jerónimo dizer: „O domingo é o dia da ressurreição, é o dia dos cristãos, é o nosso dia‟. De facto, ele é para os cristãos o „principal dia de festa‟, estabelecido não só para dividir a sucessão do tempo, mas para revelar o seu sentido profundo”. (João Paulo II. Carta Apostólica Dies Domini, n.1-2) .
  • 17. O Ritmo Anual: Ao passo que se vai alternando o ciclo das estações e a sucessão dos anos, a liturgia compreende anualmente dois tempos fortes. São eles: o CICLO PASCAL e o CICLO DO NATAL. Chama-se de ciclo, não em sentido literal de repetição, mas sim, no sentido de processo “memorial” ascético.
  • 18. CICLO PASCAL Tempo da Quaresma  Preparação TRÍDUO PASCAL Tempo da Páscoa  Vivência ou Prolongamento Celebração CICLO DO NATAL Tempo do Advento  Preparação NATAL DO SENHOR Celebração Tempo do Natal até a Festa do Batismo do Senhor  Vivência ou Prolongamento Prolongamento
  • 19. Além destes dois Ciclos, que contêm os tempos do ADVENTO, NATAL, QUARESMA e PÁSCOA, temos ainda 5º tempo litúrgico: o TEMPO COMUM, em latim, “Per Annum” (Durante o Ano).
  • 21. O Ciclo da Páscoa, principal ciclo, de onde emana, como de uma fonte, todas as outras festas e celebrações do Ano Litúrgico. O Ciclo da Páscoa, como já vimos, é constituído de 03 etapas: PREPARAÇÃO Esse tempo é chamado de QUARESMA. Que se inicia na Quarta-feira de Cinzas, percorrendo todo um período de 40 dias, até o Domingo de Ramos. Também são considerados da Quaresma, os três primeiros dias da Semana Santa: Segunda-feira, Terça-feira e Quarta-feira Santas, que prolongam de alguma forma a espiritualidade do Domingo de Ramos e a Quinta-feira Santa até antes da Missa Vespertina.
  • 22. “É o tempo para preparar a celebração da Páscoa..., principalmente pela lembrança ou preparação do Batismo e pela penitência, fazendo os fiéis ouvirem com mais frequência a palavra de Deus e entregarem-se à oração...”. (Diretório de Liturgia da Igreja no Brasil: O Ano Litúrgico). CELEBRAÇÃO São os dias centrais, chamados de TRÍDUO PASCAL, onde celebramos a Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus. O Tríduo pascal se inicia na Missa Vespertina da Ceia do Senhor e termina com as vésperas do Domingo. O centro destes dias é a Vigília Pascal.
  • 23. Vigília Pascal “É que hoje é a nossa maior Vigília e ninguém Pensa noutra celebração de aniversário quando, com impaciência, perguntamos dizendo: „Quando é a Vigília?‟ „Daqui a quantos dias é a Vigília?‟ Como se, em comparação com esta, as outras não merecessem tal nome.[…] Mas a Vigília desta noite é tão grande que poderia reivindicar para si só, como próprio, o nome comum de todas as outras”. (Santo Agostinho, Sermão Guelf. V, 2).
  • 24. VIVÊNCIA OU PROLONGAMENTO É o tempo, dentro da dinâmica do Ciclo Pascal que chamamos de TEMPO PASCAL. O Domingo da Ressurreição é também o 1º Domingo desse Tempo, que se estende por 50 dias até a Solenidade de Pentecostes. “É o tempo da alegria e da exultação, um só dia de festa, „um grande Domingo‟. São dias de Páscoa e não após a Páscoa. „Os oito primeiros dias do tempo pascal formam a OITAVA DA PÁSCOA e são celebrados como solenidades do Senhor‟. A festa da Ascensão é celebrada no Brasil no 7º Domingo da Páscoa. A semana seguinte, até Pentecostes, caracteriza-se pela preparação da vinda do Espírito Santo”. (Diretório de Liturgia da Igreja no Brasil)
  • 25. A Pastoral agradece a presença de todos!