BANCO DE DADOS - I
MODELAGEM CONCEITUAL E LÓGICA
INDICE
Modelagem
Conceitual
Introdução
Entidade
Atributo
Registro/Tupla
MER/DER
Modelagem
Lógica
Introdução
Chave Primária
Regra de Identidade
Relacionamento
Condicionalidade
Cardinalidade
Chave Estrangeira
Regra de Integridade
Referencial
ANTES DOS COMPUTADORES ONDE SE
ARMAZENAVAM OS DADOS????
Década de 50
Dados armazenados em papel
ANTES DOS COMPUTADORES ONDE SE
ARMAZENAVAM OS DADOS????
1. Dados em fichas de papel
2. Fichas em pastas
3. Pastas em arquivos
Década de 60
Surge a primeira idea de Sistema Gerenciador de
Banco de Dados
Evento que reuniu o Departamento de Defesa Americano
empresa de tecnologias e universidades com intuito de
fomentar a pesquisa, para armazenamento e
tratamento de DADOS.
Publicou-se as
primeiras
Teorias, de como
Estruturar um
banco de dados
Com base na realidade SURGE A TEORIA DE
MODELOS RELACIONAIS
Edgar Frank Codd, Em junho de 1970 publicou um artigo chamado "Relational Model of Data for
Large Shared Data Banks" ("Modelo de dados relacional para grandes bancos de dados
compartilhados") , demonstrou os fundamentos da teoria dos bancos de dados relacionais, usando
tabelas ("linhas" e "colunas")
A Revolução do Modelo Relacional defendido por
Codd, foi permitir que os registros se interligassem
Edgar F
. Codd
Modelo Relacional
Por meio de um registro é possível:
1. Localizar endereço;
2. Conhecer perfil de Compra;
3. Datas de compra
4. Produtos em estoque
5. Fornecedores
Como criar a relações???
• Por meio de uma linguagem de controle, inicialmente denominada
de SEQUEL e após denominada de SQL.
SQL – STRUCTURED
QUERY LANGUAGE
Linguagem de Consulta
Estruturada
INTRODUÇÃO:
• Um BANCO DE DADOS informatizado permite organizar os dados e efetuar a
manutenção dos registros por computador, geralmente depende de um SGBD –
Sistema Gerenciador de Banco de Dados
• O objetivo de criar Banco de Dados e incorporá-los à Sistemas Informatizados é
criar uma estrutura regular visando a reorganização, manutenção e produção de
informação.
• Um BANCO DE DADOS deve ser modelado objetivando a integridade,
segurança e agilidade dos dados.
INTRODUÇÃO:
PROGRAMA ARQUIVO
PROGRAMA BD
SGBD
PROGRAMA COM
DADOS
ARMAZENADOS
EVOLUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
Até 1960: Sistema de Arquivos integrados
ISAM, VSAM
Final da década de 60: Modelo Hierárquico
IMS(IBM)
Década de 70: Modelo de Redes (CODASYL)
IDMS, DMS-II(Unisys)
Meados da década de 80: Modelo Relacional (Codd)
DB-2, SQL-DS (IBM), Oracle, Ingres
Final da década de 80: Modelo Orientado a Objetos e Relacional Estendido (Objeto-Relacional)
BDOO: Vbase, O2, Orion, Gemstone, Jasmine, ObjectStore
BDRE: Postgres, Illustra/Informix Universal Server, Oracle 8i,
IBM DB2 Universal Server
Década de 90: BD Inteligentes
Século XXI : Tecnologias distribuídas. Oracle 1
MODELAGEM CONCEITUAL
• Primeira etapa na modelagem de banco de dados, objetiva a compreensão do modelo de
negócio.
1. Analisa a realidade
2. Cria-se o minimundo ou Escopo do Negócio
3. Identifica as Entidades e atributos do Banco
MODELAGEM CONCEITUAL
Exemplo: Modelo Conceitual
ENTIDADE:
Personagem, objeto ou coisa que possua características ou requisitos que são
NECESSÁRIOS AO SISTEMA e que DEVEM ficar armazenados em um banco de Dados.
Entidade é qualquer coisa cujo os requisitos sejam relevantes de armazenamento em
banco de dados.
UMA ENTIDADE SÓ EXISTE EM UM BANCO DE DADOS, SE POSSUIR ATRIBUTOS.
Exemplo: Modelo Conceitual
ENTIDADE:
As entidades devem ser identificadas e catalogadas por meio de conjuntos de dados com
características SEMELHANTES e também quanto ao papel que interpretam dentro do Sistema.
Exemplo:
Em uma escola os professores são cadastrados pelo Nome e formação, já os alunos fornecem
seus nomes, endereços e documento de identidade.
1. Deve-se analisar se todos os professores que participarão desse negócio, irão fornecer os
mesmos dados. Se positivo, considera-se que Professor é um CONJUNTO COM ELEMENTOS
EM COMUM. A mesma análise deve ser aplicada para aluno.
2. Verificar se os conjuntos identificados realmente são NECESSÁRIOS ao modelo de negócio.
Exemplo: Modelo Conceitual
ENTIDADE:
3. Identificar o papel de cada conjunto no Negócio:
Professores ministram aula;
Alunos assistem aula;
Apesar de se comunicarem, os CONJUNTOS professores e alunos POSSUEM papeis DIFERENTES
no modelo de negócio, portanto são distintos entre si, E DEVEM SER AGRUPADOS EM DUAS
ENTIDADES:
PROFESSOR
ALUNO
Exemplo: Modelo Conceitual
ENTIDADE:
A representação de uma Entidade em um modelo Conceitual, deve seguir um padrão:
1. Nomear com um substantivo ou substantivo adjetivado
2. Sempre no SINGULAR
3. Não utilizar acentuação, caracteres especiais ou palavras compostas com espaço entre elas
4. Para substantivos adjetivados as duas primeiras letras devem ser escritas em maiúsculo
Exemplo:
NOMES DE ENTIDADES
SUBSTANTIVO SUBSTANTIVO ADJETIVADO
Professor ProfessorInformatica
Aluno AlunoTecnico
Veiculo VeiculoPesado
Exemplo: Modelo Conceitual
ENTIDADE:
Representação Gráfica:
Uma entidade é representada em um MER – Modelo Entidade Relacionamento, como um retângulo:
Professor
Aluno
ProfessorInformatica
AlunoTecnico
Veiculo
VeiculoPesado
Exemplo: Modelo Conceitual
ATRIBUTO:
São as características que definem a entidade.
Um atributo sempre vai estar associado a uma Entidade.
Da mesma forma que entidades são definidas a partir da identificação de atributos em comum, cada
atributo listado no modelo de negócio deve estar associado a uma UMA ENTIDADE.
Uma entidade pode ser composta por UM ou MAIS ATRIBUTOS
Exemplo: Modelo Conceitual
ATRIBUTO:
Para catalogar um atributo, deve-se analisar o modelo de negócio, verificando seus
objetos e os dados necessário para identificação do mesmo.
Exemplo:
Um professor leciona na escola, e é necessário saber seu nome, endereço, telefone e
formação.
O professor faz parte do modelo de negócio, pois leciona na escola e para identifica-lo
anotamos seu nome, endereço, telefone e formação.
Esses dados que IDENTIFICAM o professor SÃO SEUS ATRIBUTOS.
Exemplo: Modelo Conceitual
ATRIBUTO:
Da mesma forma da Entidade, atributos devem seguir um padrão de escrita
1. Estar sempre associado a uma Entidade.
2. Nomear com um substantivo ou substantivo adjetivado
3. Sempre no SINGULAR
4. Não utilizar acentuação, caracteres especiais ou palavras compostas com espaço entre elas
5. Para substantivos adjetivados as duas primeiras letras devem ser escritas em maiúsculo
Exemplo: Modelo Conceitual
ATRIBUTO:
A representação gráfica de um atributo, pode ser de forma textual no Modelo Entidade Relacionamento ou
por meio de elipses no Diagrama Entidade Relacionamento.
Exemplo:
MODELO ENTIDADE RELACIONAMENTO
Entidade Atributo
Professor
Nome
Formacao
Aluno
Nome
Endereco
Telefone
DIAGRAMA ENTIDADE RELACIONAMENTO
Professor Aluno
Nome
Formaçao
Nome
Endereco
Telefone
Exemplo: Modelo Conceitual
ATRIBUTO:
Propriedades de Atributos:
Compostos. Os atributos compostos podem ser divididos em partes menores, ou subpartes, os quais
representariam atributos básicos mais simples com significados independentes. Por exemplo, um
atributo endereço pode ser subdividido em rua, cidade, estado e cep.
Simples. São chamados também por atributos atômicos. Eles não são divisíveis
Monovalorados. São atributos que possuem apenas um valor para uma entidade em particular. Por
exemplo, o ano de nascimento é um atributo monovalorado para uma entidade pessoa.
Multivalorado. São atributos que possuem um ou mais valores para o mesmo. Por exemplo,
o atributo idioma de uma entidade aluno pode conter os valores inglês e francês. Para um outro
aluno poderia conter apenas um valor - espanhol. Para um terceiro aluno, poderíamos ter 3 valores
para este atributo.
Exemplo: Modelo Conceitual
ATRIBUTO:
Propriedades de Atributos:
Derivado. Alguns atributos podem ter uma relação entre si. Por exemplo, idade e data-
nascimento de uma pessoa. Para uma pessoa em particular, podemos determinar o valor atual
de idade através do atributo data-nascimento.
Nulo. Em alguns casos, uma entidade pode não necessitar de um valor aplicável a um de seus
atributos. Por exemplo, no atributo número-apartamento, apenas definiremos valores para este
campo quando a entidade pessoa em particular morar em um prédio.
Exemplo: Modelo Conceitual
Registro (OU TUPLA):
Para receber dados uma entidade assume a forma de uma tabela, ou seja, Seus atributos como colunas
e CADA LINHA DA TABELA denominada de REGISTRO OU TUPLA.
Um registro é uma INSTÂNCIA de uma tabela, ou entidade.
PROFESSOR
Nome Formacao
Paulo da Silva Bacharel em Administração
Carlos Andrade Doutor em Logistica
Nome Entidade/Tabela
Atributos
Registros
Dados: O que alimenta o banco, são os dados que devem ser alocados cada um de acordo com seu
Atributo, e a junção de uma LINHA de dados forma o registro
Exemplo: Modelo Conceitual
Modelo Entidade Relacionamento - MER:
O Modelo Entidade Relacionamento (também chamado Modelo ER, ou simplesmente MER),
como o nome sugere, é um modelo conceitual utilizado para descrever os objetos (entidades)
envolvidos em um domínio de negócios, com suas características (atributos) e como elas se
relacionam entre si (relacionamentos).
Em geral, este modelo representa de forma abstrata a estrutura que possuirá o BANCO DE
DADOS da aplicação.
A representação gráfica de um Diagrama Entidade Relacionamento pode ser adotada de forma
diferentes, de acordo com as ferramentas Case utilizadas e também as notações apresentadas
por alguns autores.
Exemplo: Modelo Conceitual
Modelo Entidade Relacionamento - MER:
Exemplo: Modelo Conceitual
Modelo Entidade Relacionamento - MER:
Professor Aluno
Nome
Formaçao
Nome
Endereco
Telefone
Notação Peter Chen
Notação James Martin
Exemplo: Empresa
• MINIMUNDO
Uma empresa iniciou suas atividades e precisa informatizar seus dados para
controlar os funcionários, cargos e departamentos.
Os funcionários ao serem admitidos informam seus nomes, endereço, telefone,
rg, cpf e nome da mãe.
Os cargos têm um salário específico, além da nomenclatura do cargo.
Os Departamento são diferenciados pelos seus nome e siglas.
Foco do projeto
Exemplo: Modelo Conceitual
ENTIDADE ATRIBUTO
Funcionario
Nome
Endereco
Telefone
RG
CPF
NomeMae
Cargo Salario
NomenclaturaCargo
Departamento
Nome
Sigla
Modelo Conceitual
Dicionário de Dados ou Requisitos de Dados
Após a criação e verificação do modelo Conceitual, deve-se analisar as propriedades dos
atributos, para detalhamento do Dicionário de Dados.
Permite que os analistas obtenham informações sobre todos os objetos do modelo de forma textual,
contendo explicações por vezes difíceis de incluir no diagrama. É válido lembrar que o objetivo do
documento é ser claro e consistente.
Modelo Conceitual – Dicionário de Dados
ENTIDADE: Funcionario
ATRIBUTO TIPO TAMANHO OBRIGATÓRIO DESCRIÇÃO
Nome Alfanumérico Até 70 SIM
Endereco Alfanumérico Até 120 SIM
Telefone Alfanumérico Exatos 11 NÃO Formato: (DD)00000-0000
RG Alfanumérico Exatos 9 SIM Formato: 00.000.000-0
CPF Alfanumérico Exatos 11 SIM Formato: 000.000.000-0
NomeMae Alfanumérico Até 70 NÃO
O que o usuário vê
Estrutura armazenada no banco de dados
O que o usuário vê
O que o usuário vê
• CHAVE PRIMARIA: atributo que identifica unicamente uma tupla (registro) em uma
Entidade(Centro Paula Souza – Informática 3).
• CHAVES PRIMÁRIAS: referem-se às tuplas cujos valores nunca se repetem e que podem
ser usadas como um índice para os demais campos da tabela do banco de dados. Em
chaves primárias, não pode haver valores nulos nem repetição de tuplas (Wikipedia).
• Para um campo ser definido como chave primária, primeiro precisa atender a
regra de IDENTIDADE:
“UM ATRIBUTO PARA SER CANDIDATO A CHAVE PRIMÁRIA NÃO PODE PERMITIR A
INSERÇÃO EM SUA COLUNA DE DADOS REPETIDOS OU NULOS”
CHAVE PRIMÁRIA:
REGRA DE IDENTIDADE
• Determina um campo como sendo identificador ÚNICO do registro.
• A regra de Identidade para ser aplicada deve verificar duas propriedades para definir um
campo como identificador
• se o campo NÃO PERMITE valores nulos (preenchimento deve ser obrigatório por
parte do usuário
• se o campo NÃO PERMITE o preenchimento de valores repetidos
• Identificando uma chave primária:
1. Identificar na tabela todos os campos que atendem a regra de Identidade.
2. Marcar os campos encontrados como CHAVES CANDIDATAS.
3. Priorizar os campos:
 Totalmente numéricos.
 Menor tamanho.
 Quando nenhum atributo atender as exigências acima devemos criar um atributo
artificial ( que não é nativo da Entidade)
CHAVE PRIMÁRIA:
CHAVE PRIMÁRIA:
ENTIDADE ATRIBUTO RELACIONAMENTO
ALUNO NOME
ENDERECO
CPF #
NOMEMAE
RA *
CURSO CODCURSO *
NOMECURSO #
CHCURSO
AREA
DISCIPLINA CODDISCIPLINA *
NOMEDISCIPLINA #
CONTEUDO
CHDISCIPLINA
HUMANA CODESTAGIO *
CHESTAGIO
LOCAL_ESTAGIO
TURMA CODTURMA *
DTINICIO
DTTERMINO
PERIODO
* - Campo chave primária
#- Campo apto a ser primária
(chave candidata)
3. Chaves Estrangeiras:
• O conceito de Chave estrangeira em uso de banco de dados se refere ao tipo de
relacionamento entre as tabelas de dados do banco. Uma chave estrangeira é
chamada quando há o relacionamento entre duas tabelas (Wikipedia).
• Chaves Estrangeiras: atributo que implementa o relacionamento entre Entidades
(Centro Paula Souza – Informática 3).
• Chave Estrangeira: atributo que permite o relacionamento entre Entidades
(Angela)
Cardinalidade e condicionalidade :
• CARDINALDIADE: serve para definir o tipo de relacionamento entre as entidades e pode
ser:
• 1 para 1 (um para um)
• 1 para N (um para muitos)
• N para N (muitos para muitos)
• CONDICIONALIDADE: serve para definir se um relacionamento entre entidades é
obrigatório para todos os dados armazenados ou opcional.
Exemplos:
Relacionamento 1 para 1
Lê-se: um veículo pode ser um e somente um caminhão e um caminhão
deve ser um e somente um veículo.
VEICULO CAMINHÃO
E
1 1
1 1
1
• Relacionamento 1 para Muitos:
Lê-se: uma fabrica pode ter um ou mais veículos, um veículo deve
pertencer a uma e somente uma fábrica.
FABRICA VEICULO
TEM
1 N
1 N
1
1
• Relacionamento muitos para muitos:
Lê-se: uma fabrica pode ter uma ou várias lojas e uma loja deve credenciar
uma ou mais fabricas.
FABRICA LOJA
TEM
1 N
N N
1
N
CONDICIONALIDADE
• A condição de um relacionamento é expressa por meio das expressões de:
• CONDIÇÃO TOTAL - DEVE EXISTIR :
Para um registro ser armazenado na Entidade QUE ESTIVER SENDO VERIFICADA primeiramente
deve ser armazenado na entidade Relacionada.
• CONDIÇÃO PARCIAL – PODE EXISTIR:
um registro PODE ser armazenado na ENTIDADE QUE ESTIVER SENDO ANALISADA sem
obrigatoriamente ser armazenado na Entidade Relacionada
• A cardinalidade permite definir o grau de relacionamento entre as Entidades.
• RELACIONAMENTO 1:1
CARDINALIDADE
VEICULO CAMINHÃO
E
1 1
1 1
1
No modelo ao lado as Entidades assumem o papel:
• de um lado Entidade GENERALISTA, possui atributos que
Identificam a Entidade como um todo, ENTIDADE MÃE.
• Do outro lado ESPECIALISTA, Entidade que deriva da
Primeira e que possui atributos de caracterização,
Definem uma categoria ou particularidade da Entidade mãe
Nesses casos a CHAVE PRIMÁRIA da entidade mãe, deve ser criada na Entidade Filha como Primária e também
Estrangeira, o mesmo ATRIBUTO deve receber as duas chaves.
Entidade
Generalista
Entidade
Especialista
CARDINALIDADE
FABRICA VEICULO
TEM
1 N
1 N
1
1
Relacionamento 1:N
As Entidades devem ser analisadas de um lado:
ENTIDADE FORTE – não depende de atributos da outra Entidade
ENTIDADE FRACA – depende de atributos da outra tabela
envolvida no relacionamento.
O lado N do relacionamento, sempre deve ser considerado como
a Entidade Fraca, e recebe a chave estrangeira, que referencia
a entidade Forte
Entidade Fraca
Entidade Forte
FABRICA LOJA
TEM
1 N
N N
1
N
CARDINALIDADE
Relacionamento N:N
Todo relacionamento do tipo MUITOS PARA MUITOS
Gera uma terceira tabela entre as entidades envolvidas.
A nova tabela que deve receber as chaves estrangeiras.
• Uma Fabrica pode distribuir para uma ou mais lojas
• Uma Loja pode receber itens de uma ou mais fabricas
FABRICA_LOJA
3º Tabela
1 1
N N
Referências Bibliográficas:
• MACHADO, F
.N.R. & ABREU, M. Projeto de Banco de Dados: Uma Visão Prática. São
Paulo: Editora Érica, 1.995.
• MANZANO, José Augusto N.G. Microsoft SQL Server : Interativo: Guia Prático. São
Paulo: Editora Érica, 2.007.
Este material foi construído a partir de slides de aulas, apostilas, tutoriais, anotações, e também tem
como referência a seguinte bibliografia:

01_Introducao_BbsbsjsjsjsjsancoDados.pdf

  • 1.
    BANCO DE DADOS- I MODELAGEM CONCEITUAL E LÓGICA
  • 2.
    INDICE Modelagem Conceitual Introdução Entidade Atributo Registro/Tupla MER/DER Modelagem Lógica Introdução Chave Primária Regra deIdentidade Relacionamento Condicionalidade Cardinalidade Chave Estrangeira Regra de Integridade Referencial
  • 3.
    ANTES DOS COMPUTADORESONDE SE ARMAZENAVAM OS DADOS???? Década de 50 Dados armazenados em papel
  • 4.
    ANTES DOS COMPUTADORESONDE SE ARMAZENAVAM OS DADOS???? 1. Dados em fichas de papel 2. Fichas em pastas 3. Pastas em arquivos
  • 5.
    Década de 60 Surgea primeira idea de Sistema Gerenciador de Banco de Dados Evento que reuniu o Departamento de Defesa Americano empresa de tecnologias e universidades com intuito de fomentar a pesquisa, para armazenamento e tratamento de DADOS. Publicou-se as primeiras Teorias, de como Estruturar um banco de dados
  • 6.
    Com base narealidade SURGE A TEORIA DE MODELOS RELACIONAIS Edgar Frank Codd, Em junho de 1970 publicou um artigo chamado "Relational Model of Data for Large Shared Data Banks" ("Modelo de dados relacional para grandes bancos de dados compartilhados") , demonstrou os fundamentos da teoria dos bancos de dados relacionais, usando tabelas ("linhas" e "colunas")
  • 7.
    A Revolução doModelo Relacional defendido por Codd, foi permitir que os registros se interligassem Edgar F . Codd
  • 8.
    Modelo Relacional Por meiode um registro é possível: 1. Localizar endereço; 2. Conhecer perfil de Compra; 3. Datas de compra 4. Produtos em estoque 5. Fornecedores
  • 9.
    Como criar arelações??? • Por meio de uma linguagem de controle, inicialmente denominada de SEQUEL e após denominada de SQL. SQL – STRUCTURED QUERY LANGUAGE Linguagem de Consulta Estruturada
  • 10.
    INTRODUÇÃO: • Um BANCODE DADOS informatizado permite organizar os dados e efetuar a manutenção dos registros por computador, geralmente depende de um SGBD – Sistema Gerenciador de Banco de Dados • O objetivo de criar Banco de Dados e incorporá-los à Sistemas Informatizados é criar uma estrutura regular visando a reorganização, manutenção e produção de informação. • Um BANCO DE DADOS deve ser modelado objetivando a integridade, segurança e agilidade dos dados.
  • 11.
  • 12.
    INTRODUÇÃO: Até 1960: Sistemade Arquivos integrados ISAM, VSAM Final da década de 60: Modelo Hierárquico IMS(IBM) Década de 70: Modelo de Redes (CODASYL) IDMS, DMS-II(Unisys) Meados da década de 80: Modelo Relacional (Codd) DB-2, SQL-DS (IBM), Oracle, Ingres Final da década de 80: Modelo Orientado a Objetos e Relacional Estendido (Objeto-Relacional) BDOO: Vbase, O2, Orion, Gemstone, Jasmine, ObjectStore BDRE: Postgres, Illustra/Informix Universal Server, Oracle 8i, IBM DB2 Universal Server Década de 90: BD Inteligentes Século XXI : Tecnologias distribuídas. Oracle 1
  • 13.
    MODELAGEM CONCEITUAL • Primeiraetapa na modelagem de banco de dados, objetiva a compreensão do modelo de negócio. 1. Analisa a realidade 2. Cria-se o minimundo ou Escopo do Negócio 3. Identifica as Entidades e atributos do Banco
  • 14.
  • 15.
    Exemplo: Modelo Conceitual ENTIDADE: Personagem,objeto ou coisa que possua características ou requisitos que são NECESSÁRIOS AO SISTEMA e que DEVEM ficar armazenados em um banco de Dados. Entidade é qualquer coisa cujo os requisitos sejam relevantes de armazenamento em banco de dados. UMA ENTIDADE SÓ EXISTE EM UM BANCO DE DADOS, SE POSSUIR ATRIBUTOS.
  • 16.
    Exemplo: Modelo Conceitual ENTIDADE: Asentidades devem ser identificadas e catalogadas por meio de conjuntos de dados com características SEMELHANTES e também quanto ao papel que interpretam dentro do Sistema. Exemplo: Em uma escola os professores são cadastrados pelo Nome e formação, já os alunos fornecem seus nomes, endereços e documento de identidade. 1. Deve-se analisar se todos os professores que participarão desse negócio, irão fornecer os mesmos dados. Se positivo, considera-se que Professor é um CONJUNTO COM ELEMENTOS EM COMUM. A mesma análise deve ser aplicada para aluno. 2. Verificar se os conjuntos identificados realmente são NECESSÁRIOS ao modelo de negócio.
  • 17.
    Exemplo: Modelo Conceitual ENTIDADE: 3.Identificar o papel de cada conjunto no Negócio: Professores ministram aula; Alunos assistem aula; Apesar de se comunicarem, os CONJUNTOS professores e alunos POSSUEM papeis DIFERENTES no modelo de negócio, portanto são distintos entre si, E DEVEM SER AGRUPADOS EM DUAS ENTIDADES: PROFESSOR ALUNO
  • 18.
    Exemplo: Modelo Conceitual ENTIDADE: Arepresentação de uma Entidade em um modelo Conceitual, deve seguir um padrão: 1. Nomear com um substantivo ou substantivo adjetivado 2. Sempre no SINGULAR 3. Não utilizar acentuação, caracteres especiais ou palavras compostas com espaço entre elas 4. Para substantivos adjetivados as duas primeiras letras devem ser escritas em maiúsculo Exemplo: NOMES DE ENTIDADES SUBSTANTIVO SUBSTANTIVO ADJETIVADO Professor ProfessorInformatica Aluno AlunoTecnico Veiculo VeiculoPesado
  • 19.
    Exemplo: Modelo Conceitual ENTIDADE: RepresentaçãoGráfica: Uma entidade é representada em um MER – Modelo Entidade Relacionamento, como um retângulo: Professor Aluno ProfessorInformatica AlunoTecnico Veiculo VeiculoPesado
  • 20.
    Exemplo: Modelo Conceitual ATRIBUTO: Sãoas características que definem a entidade. Um atributo sempre vai estar associado a uma Entidade. Da mesma forma que entidades são definidas a partir da identificação de atributos em comum, cada atributo listado no modelo de negócio deve estar associado a uma UMA ENTIDADE. Uma entidade pode ser composta por UM ou MAIS ATRIBUTOS
  • 21.
    Exemplo: Modelo Conceitual ATRIBUTO: Paracatalogar um atributo, deve-se analisar o modelo de negócio, verificando seus objetos e os dados necessário para identificação do mesmo. Exemplo: Um professor leciona na escola, e é necessário saber seu nome, endereço, telefone e formação. O professor faz parte do modelo de negócio, pois leciona na escola e para identifica-lo anotamos seu nome, endereço, telefone e formação. Esses dados que IDENTIFICAM o professor SÃO SEUS ATRIBUTOS.
  • 22.
    Exemplo: Modelo Conceitual ATRIBUTO: Damesma forma da Entidade, atributos devem seguir um padrão de escrita 1. Estar sempre associado a uma Entidade. 2. Nomear com um substantivo ou substantivo adjetivado 3. Sempre no SINGULAR 4. Não utilizar acentuação, caracteres especiais ou palavras compostas com espaço entre elas 5. Para substantivos adjetivados as duas primeiras letras devem ser escritas em maiúsculo
  • 23.
    Exemplo: Modelo Conceitual ATRIBUTO: Arepresentação gráfica de um atributo, pode ser de forma textual no Modelo Entidade Relacionamento ou por meio de elipses no Diagrama Entidade Relacionamento. Exemplo: MODELO ENTIDADE RELACIONAMENTO Entidade Atributo Professor Nome Formacao Aluno Nome Endereco Telefone DIAGRAMA ENTIDADE RELACIONAMENTO Professor Aluno Nome Formaçao Nome Endereco Telefone
  • 24.
    Exemplo: Modelo Conceitual ATRIBUTO: Propriedadesde Atributos: Compostos. Os atributos compostos podem ser divididos em partes menores, ou subpartes, os quais representariam atributos básicos mais simples com significados independentes. Por exemplo, um atributo endereço pode ser subdividido em rua, cidade, estado e cep. Simples. São chamados também por atributos atômicos. Eles não são divisíveis Monovalorados. São atributos que possuem apenas um valor para uma entidade em particular. Por exemplo, o ano de nascimento é um atributo monovalorado para uma entidade pessoa. Multivalorado. São atributos que possuem um ou mais valores para o mesmo. Por exemplo, o atributo idioma de uma entidade aluno pode conter os valores inglês e francês. Para um outro aluno poderia conter apenas um valor - espanhol. Para um terceiro aluno, poderíamos ter 3 valores para este atributo.
  • 25.
    Exemplo: Modelo Conceitual ATRIBUTO: Propriedadesde Atributos: Derivado. Alguns atributos podem ter uma relação entre si. Por exemplo, idade e data- nascimento de uma pessoa. Para uma pessoa em particular, podemos determinar o valor atual de idade através do atributo data-nascimento. Nulo. Em alguns casos, uma entidade pode não necessitar de um valor aplicável a um de seus atributos. Por exemplo, no atributo número-apartamento, apenas definiremos valores para este campo quando a entidade pessoa em particular morar em um prédio.
  • 26.
    Exemplo: Modelo Conceitual Registro(OU TUPLA): Para receber dados uma entidade assume a forma de uma tabela, ou seja, Seus atributos como colunas e CADA LINHA DA TABELA denominada de REGISTRO OU TUPLA. Um registro é uma INSTÂNCIA de uma tabela, ou entidade. PROFESSOR Nome Formacao Paulo da Silva Bacharel em Administração Carlos Andrade Doutor em Logistica Nome Entidade/Tabela Atributos Registros Dados: O que alimenta o banco, são os dados que devem ser alocados cada um de acordo com seu Atributo, e a junção de uma LINHA de dados forma o registro
  • 27.
    Exemplo: Modelo Conceitual ModeloEntidade Relacionamento - MER: O Modelo Entidade Relacionamento (também chamado Modelo ER, ou simplesmente MER), como o nome sugere, é um modelo conceitual utilizado para descrever os objetos (entidades) envolvidos em um domínio de negócios, com suas características (atributos) e como elas se relacionam entre si (relacionamentos). Em geral, este modelo representa de forma abstrata a estrutura que possuirá o BANCO DE DADOS da aplicação. A representação gráfica de um Diagrama Entidade Relacionamento pode ser adotada de forma diferentes, de acordo com as ferramentas Case utilizadas e também as notações apresentadas por alguns autores.
  • 28.
    Exemplo: Modelo Conceitual ModeloEntidade Relacionamento - MER:
  • 29.
    Exemplo: Modelo Conceitual ModeloEntidade Relacionamento - MER: Professor Aluno Nome Formaçao Nome Endereco Telefone Notação Peter Chen Notação James Martin
  • 30.
    Exemplo: Empresa • MINIMUNDO Umaempresa iniciou suas atividades e precisa informatizar seus dados para controlar os funcionários, cargos e departamentos. Os funcionários ao serem admitidos informam seus nomes, endereço, telefone, rg, cpf e nome da mãe. Os cargos têm um salário específico, além da nomenclatura do cargo. Os Departamento são diferenciados pelos seus nome e siglas. Foco do projeto
  • 31.
    Exemplo: Modelo Conceitual ENTIDADEATRIBUTO Funcionario Nome Endereco Telefone RG CPF NomeMae Cargo Salario NomenclaturaCargo Departamento Nome Sigla
  • 32.
    Modelo Conceitual Dicionário deDados ou Requisitos de Dados Após a criação e verificação do modelo Conceitual, deve-se analisar as propriedades dos atributos, para detalhamento do Dicionário de Dados. Permite que os analistas obtenham informações sobre todos os objetos do modelo de forma textual, contendo explicações por vezes difíceis de incluir no diagrama. É válido lembrar que o objetivo do documento é ser claro e consistente.
  • 33.
    Modelo Conceitual –Dicionário de Dados ENTIDADE: Funcionario ATRIBUTO TIPO TAMANHO OBRIGATÓRIO DESCRIÇÃO Nome Alfanumérico Até 70 SIM Endereco Alfanumérico Até 120 SIM Telefone Alfanumérico Exatos 11 NÃO Formato: (DD)00000-0000 RG Alfanumérico Exatos 9 SIM Formato: 00.000.000-0 CPF Alfanumérico Exatos 11 SIM Formato: 000.000.000-0 NomeMae Alfanumérico Até 70 NÃO
  • 34.
    O que ousuário vê
  • 35.
  • 36.
    O que ousuário vê
  • 37.
    O que ousuário vê • CHAVE PRIMARIA: atributo que identifica unicamente uma tupla (registro) em uma Entidade(Centro Paula Souza – Informática 3). • CHAVES PRIMÁRIAS: referem-se às tuplas cujos valores nunca se repetem e que podem ser usadas como um índice para os demais campos da tabela do banco de dados. Em chaves primárias, não pode haver valores nulos nem repetição de tuplas (Wikipedia).
  • 38.
    • Para umcampo ser definido como chave primária, primeiro precisa atender a regra de IDENTIDADE: “UM ATRIBUTO PARA SER CANDIDATO A CHAVE PRIMÁRIA NÃO PODE PERMITIR A INSERÇÃO EM SUA COLUNA DE DADOS REPETIDOS OU NULOS” CHAVE PRIMÁRIA:
  • 39.
    REGRA DE IDENTIDADE •Determina um campo como sendo identificador ÚNICO do registro. • A regra de Identidade para ser aplicada deve verificar duas propriedades para definir um campo como identificador • se o campo NÃO PERMITE valores nulos (preenchimento deve ser obrigatório por parte do usuário • se o campo NÃO PERMITE o preenchimento de valores repetidos
  • 40.
    • Identificando umachave primária: 1. Identificar na tabela todos os campos que atendem a regra de Identidade. 2. Marcar os campos encontrados como CHAVES CANDIDATAS. 3. Priorizar os campos:  Totalmente numéricos.  Menor tamanho.  Quando nenhum atributo atender as exigências acima devemos criar um atributo artificial ( que não é nativo da Entidade) CHAVE PRIMÁRIA:
  • 41.
    CHAVE PRIMÁRIA: ENTIDADE ATRIBUTORELACIONAMENTO ALUNO NOME ENDERECO CPF # NOMEMAE RA * CURSO CODCURSO * NOMECURSO # CHCURSO AREA DISCIPLINA CODDISCIPLINA * NOMEDISCIPLINA # CONTEUDO CHDISCIPLINA HUMANA CODESTAGIO * CHESTAGIO LOCAL_ESTAGIO TURMA CODTURMA * DTINICIO DTTERMINO PERIODO * - Campo chave primária #- Campo apto a ser primária (chave candidata)
  • 42.
    3. Chaves Estrangeiras: •O conceito de Chave estrangeira em uso de banco de dados se refere ao tipo de relacionamento entre as tabelas de dados do banco. Uma chave estrangeira é chamada quando há o relacionamento entre duas tabelas (Wikipedia). • Chaves Estrangeiras: atributo que implementa o relacionamento entre Entidades (Centro Paula Souza – Informática 3). • Chave Estrangeira: atributo que permite o relacionamento entre Entidades (Angela)
  • 43.
    Cardinalidade e condicionalidade: • CARDINALDIADE: serve para definir o tipo de relacionamento entre as entidades e pode ser: • 1 para 1 (um para um) • 1 para N (um para muitos) • N para N (muitos para muitos) • CONDICIONALIDADE: serve para definir se um relacionamento entre entidades é obrigatório para todos os dados armazenados ou opcional.
  • 44.
    Exemplos: Relacionamento 1 para1 Lê-se: um veículo pode ser um e somente um caminhão e um caminhão deve ser um e somente um veículo. VEICULO CAMINHÃO E 1 1 1 1 1
  • 45.
    • Relacionamento 1para Muitos: Lê-se: uma fabrica pode ter um ou mais veículos, um veículo deve pertencer a uma e somente uma fábrica. FABRICA VEICULO TEM 1 N 1 N 1 1
  • 46.
    • Relacionamento muitospara muitos: Lê-se: uma fabrica pode ter uma ou várias lojas e uma loja deve credenciar uma ou mais fabricas. FABRICA LOJA TEM 1 N N N 1 N
  • 47.
    CONDICIONALIDADE • A condiçãode um relacionamento é expressa por meio das expressões de: • CONDIÇÃO TOTAL - DEVE EXISTIR : Para um registro ser armazenado na Entidade QUE ESTIVER SENDO VERIFICADA primeiramente deve ser armazenado na entidade Relacionada. • CONDIÇÃO PARCIAL – PODE EXISTIR: um registro PODE ser armazenado na ENTIDADE QUE ESTIVER SENDO ANALISADA sem obrigatoriamente ser armazenado na Entidade Relacionada
  • 48.
    • A cardinalidadepermite definir o grau de relacionamento entre as Entidades. • RELACIONAMENTO 1:1 CARDINALIDADE VEICULO CAMINHÃO E 1 1 1 1 1 No modelo ao lado as Entidades assumem o papel: • de um lado Entidade GENERALISTA, possui atributos que Identificam a Entidade como um todo, ENTIDADE MÃE. • Do outro lado ESPECIALISTA, Entidade que deriva da Primeira e que possui atributos de caracterização, Definem uma categoria ou particularidade da Entidade mãe Nesses casos a CHAVE PRIMÁRIA da entidade mãe, deve ser criada na Entidade Filha como Primária e também Estrangeira, o mesmo ATRIBUTO deve receber as duas chaves. Entidade Generalista Entidade Especialista
  • 49.
    CARDINALIDADE FABRICA VEICULO TEM 1 N 1N 1 1 Relacionamento 1:N As Entidades devem ser analisadas de um lado: ENTIDADE FORTE – não depende de atributos da outra Entidade ENTIDADE FRACA – depende de atributos da outra tabela envolvida no relacionamento. O lado N do relacionamento, sempre deve ser considerado como a Entidade Fraca, e recebe a chave estrangeira, que referencia a entidade Forte Entidade Fraca Entidade Forte
  • 50.
    FABRICA LOJA TEM 1 N NN 1 N CARDINALIDADE Relacionamento N:N Todo relacionamento do tipo MUITOS PARA MUITOS Gera uma terceira tabela entre as entidades envolvidas. A nova tabela que deve receber as chaves estrangeiras. • Uma Fabrica pode distribuir para uma ou mais lojas • Uma Loja pode receber itens de uma ou mais fabricas FABRICA_LOJA 3º Tabela 1 1 N N
  • 51.
    Referências Bibliográficas: • MACHADO,F .N.R. & ABREU, M. Projeto de Banco de Dados: Uma Visão Prática. São Paulo: Editora Érica, 1.995. • MANZANO, José Augusto N.G. Microsoft SQL Server : Interativo: Guia Prático. São Paulo: Editora Érica, 2.007. Este material foi construído a partir de slides de aulas, apostilas, tutoriais, anotações, e também tem como referência a seguinte bibliografia: