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Os Incendio(2)

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Os Incendio(2)

  1. 1. OS INCÊNDIOS Realizado por Turma 6ºC Débora Mecha Nº2 Mónica Calado Nº10 Sofia Lopes Nº16 EB 2,3 de Minde – Área de Projecto
  2. 2. Índice <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>Símbolos </li></ul><ul><li>Fogos Florestais e suas causas </li></ul><ul><li>Prevenção de incêndios </li></ul><ul><li>O que se deve fazer em caso de incêndio </li></ul><ul><li>Conclusão </li></ul><ul><li>Bibliografia </li></ul>
  3. 3. Introdução <ul><li>Os incêndios em algumas situações podem ser muitos perigosos. </li></ul><ul><li> Nós vamos falar na prevenção e nas suas causas. </li></ul>
  4. 4. Símbolos <ul><li> Classe - A </li></ul><ul><li>.Fogos de Sólidos (ou Fogos Secos) Fogos que resultam da combustão de materiais sólidos, geralmente à base de celulose, os quais dão normalmente origem a brasas. Combustíveis : Madeira, Papel, Tecidos, Carvão, etc. </li></ul>
  5. 5. Símbolos <ul><li>Classe - B </li></ul><ul><li>Fogos de Líquidos (ou Fogos Gordos) Fogos que resultam da combustão de líquidos ou de sólidos liquidificáveis. Combustíveis : Álcool, Acetona, Étere, Gasolina, Verniz, Cera, Óleo , Plástico, etc. </li></ul>
  6. 6. Símbolos <ul><li>Classe - C </li></ul><ul><li>Fogos de Gases Fogos que resultam da combustão de gases. Combustíveis : Hidrogénio, Butano, Propano, Acetileno, etc. </li></ul>
  7. 7. Símbolos <ul><li>Classe - D </li></ul><ul><li>Fogos de Metais (ou Fogos Especiais) Fogos que resultam da combustão de metais. Combustíveis : Metais em pó (alumínio, cálcio, titânio), Sódio, Potássio, Magnésio, Urânio, etc. </li></ul>
  8. 8. Fogos Florestais <ul><li>A expansão de um incêndio depende das condições meteorológicas (direcção e intensidade do vento, da humidade do ar, temperatura)do grau de secura e do tipo da cobertura vegetal, orografia do terreno, acessibilidades ao local do incêndio, prazos de intervenção (tempo entre o alerta e a primeira intervenção no ataque ao fogo). </li></ul>
  9. 9. Causas <ul><li>As causas dos incêndios florestais são dos mais variados. Têm, na sua grande maioria, origem humana quer por negligência de acidentes (queimadas de lixo, lançamentos de foguetes, cigarros mal apagados e linhas eléctricas), quer intencionalmente. Os incêndios de causas naturais correspondem a uma pequena percentagem do número total de ocorrências. </li></ul>
  10. 10. Prevenção de incêndios <ul><li>Gás </li></ul><ul><li>As fugas de gás são as mais frequentes causas de explosões. Tenha, então, o maior cuidado a este respeito. Não deixe de fazer uma inspecção regular da instalação de gás (de cinco em cinco anos). Se alguma altura sentir cheiro a gás, tenha o cuidado de não acender nem apagar luzes e não mexer em aparelhos electrónicos. </li></ul>
  11. 11. O que se deve fazer em caso de incêndio <ul><li>Como combater o fogo: </li></ul><ul><li>Não faça fogueiras em zonas florestais de alto risco, especialmente no Verão. </li></ul><ul><li>Não deite foguetes em locais expostos à propagação do fogo. </li></ul><ul><li>Não abandone lixo ou desperdícios que possam favorecer a propagação do fogo. </li></ul><ul><li>Se o fogo já começou: </li></ul><ul><li>Tenha sempre em atenção uma saída, para não ficar cercado </li></ul><ul><li>Se a extinção do incêndio não for fácil e imediata, abandone a zona pelo trajecto mais seguro, em função da direcção e da velocidade do vento. E de seguida vá chamar os bombeiros. </li></ul>
  12. 12. Conclusão <ul><li>Com este trabalho, nós aprendemos como agir em caso de incêndio e tentámos com que os outros também percebessem. </li></ul><ul><li>Nós, gostámos muito de fazer este trabalho, porque foi muito educativo. </li></ul>
  13. 13. Bibliografia <ul><li>Nós fomos aos seguintes sites: </li></ul><ul><li>www.minerva.uevora.pt </li></ul>

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